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segunda-feira, 17 de abril de 2017

LIVRO “PARAHYBA NOS TEMPOS DO CANGAÇO”

Por Antonio Corrêa Sobrinho

O que dizer de “PARAHYBA NOS TEMPOS DO CANGAÇO”, livro do amigo Ruberval de Souza Silva, obra recém-lançada, que acabo de ler, senão que é trabalho respeitável, pois fruto de muito esforço, dedicação; que é texto bom, valoroso, lavra de professor, um dizer eminentemente didático da história do banditismo cangaceiro na sua querida Paraíba. É livro de linguagem simples, sucinto e objetivo, acessível a todos; bem intitulado, pontuado, bem apresentado. E que capa bonita, rica, onde nela vejo outro amigo, o Rubens Antonio, mestre baiano, dos primeiros a colorizar fotos do cangaço! A leitura de “PARAHYBA NOS TEMPOS DO CANGAÇO” me fez entender de outra forma o que eu antes imaginava: o cangaço na terra tabajara como apenas de passagem. Parabéns e sucesso, Ruberval!

Adendo: José Mendes Pereira

Eu também recomendo aos leitores do nosso blog para lerem esta excelente obra, e veja se alguns dos leitores  possam ser parentes de alguns cangaceiros registrados no livro do Ruberval Souza.

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Entre em contato com o professor Pereira através deste 
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VINTE E CINCO ( FALECIDO EM 2016 EM MACEIO-AL) COBRA VERDE E SANTA CRUZ.


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NÃO DEIXA DE LER! MUITO BOM!

Escrito pelo pesquisador e historiógrafo Rostnad Medeiros

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A PRECARIZAÇÃO DO TRABALHO NA UNIVERSIDADE E SEUS REFLEXOS NA SAÚDE DO DOCENTE SAÚDE E CONDIÇÕES DE TRABALHO DOCENTE - Contribuição da Diretoria da ADUERN


Contemporaneamente, as transformações ocorridas no mundo do trabalho têm repercutido diretamente na atividade do docente que atua no ensino superior público. Percebe-se a incorporação de alguns princípios que orientam tanto a organização quanto as relações do mundo do trabalho, ao cotidiano das universidades públicas brasileiras. De acordo com Leite (2015), ao serem transportadas para o sistema de educação essas transformações submetem o sistema universitário aos interesses do capital, modelando a atividade docente em torno da produtividade em detrimento da qualidade. E ainda, instiga uma competitividade que exacerba a precarização das relações de trabalho ao consolidar uma gestão em torno de metas sem que existam as condições adequadas para se alcançá-las. Por um lado, existe um discurso institucionalizado no meio universitário que configura a atividade docente sob a insígnia da eficiência e da excelência acadêmica. Em outra perspectiva, falando do lugar que o professor ocupa neste contexto, ocorre na verdade uma expropriação da atividade docente através do aumento e da intensificação da sua jornada de trabalho. Estas repercussões são potencializadas pelos projetos de redução do papel do Estado que estão em curso desde a década de 1990, atingindo frontalmente tanto o campo dos direitos da categoria docente quanto a autonomia no modo de organizar as suas atividades. Por sua vez as políticas públicas voltadas para a educação superior instaladas no governo FHC, e aprofundadas nos governos Lula/Dilma, firmaram-se sobre alguns pilares nefastos tais como: a desconstitucionalização da autonomia universitária; extinção ou redução de direitos trabalhistas e previdenciários; o achatamento salarial que tem levado muitos docentes a venderem sua força de trabalho no mercado paralelo; o estabelecimento de elevado número de níveis de carreira, fomentando o surgimento de castas acadêmicas; a parceria público-privada que permite que o capital privado determine os rumos da produção do conhecimento dentro das universidades públicas; o financiamento público para as atividades consideradas lucrativas para o setor privado, o qual naturaliza o conceito de autosustentação nas universidades públicas e justifica, portanto, a omissão do Estado na manutenção do ensino superior. Ocorreu ainda uma mudança na concepção de universidade onde ela passa de uma instituição social autônoma para uma organização social neoprofissional heterônoma1, operacional, empresarial e competitiva (CAMPOS, 2011; LEITE, 2015). 1 Segundo o mesmo autor a heteronomia diz respeito à subordinação da universidade a uma ordem imposta por um ente externo a ela. 45 Neste contexto, idealiza-se um novo modelo de professor cujo patamar de qualificação (qualis) leva em conta prioritariamente a pesquisa, exigindo-lhe resultados quantitativos crescentes mas sem que o Estado ofereça a contrapartida financeira e logística necessárias à execução das suas atividades. Submetendo-se aos editais das agências de fomento e das empresas privadas, o docente perde sua autonomia no trabalho deixando de fazer o que deseja e passando a atender as demandas mercadológicas. Esta submissão interfere ainda no desenvolvimento e na articulação entre o ensino, a pesquisa e a extensão de qualidade e socialmente referenciados. Além disso, estabelece um clima de competitividade entre os docentes tão ao gosto da ideologia neoliberal, obscurecendo a luta de classe e dando lugar ao isolamento e condensação da vida acadêmica e pessoal (FERREIRA et al., 2016). Esse cenário resulta na despersonalização do docente além de criar um clima de instabilidade psíquica e emocional, produzindo inclusive a antisocialização. Tomando esta problemática como campo de análise, tem-se um cenário onde a saúde do docente sofre influência direta do ritmo e das condições de trabalho impostas pelas universidades. Alguns estudos (CAMPOS, 2011; FERREIRA et al., 2015) apontam para algumas consequências que este contexto tem acarretado em termos de adoecimento por parte do professor. Se a saúde muitas vezes é apreendida como o silêncio dos órgãos (GADAMER, 2006), o adoecimento vem expressar o ponto de ruptura com os mecanismos adaptativos empreendidos individual ou coletivamente. Certamente não se pode negar a existência de doenças que podem ser decorrentes ou que sofrem influência da atividade laboral docente. Dentre os problemas de saúde mais comuns nesta categoria podem-se constatar: a lesão por esforço repetitivo (LER), estresse, varizes, cervicalgias, lombalgias e outros problemas na coluna, hipertensão, asma, labirintites, torcicolos, enxaquecas, rouquidão ou mesmo a perda da voz. Todavia, o adoecimento não deve ser abordado apenas na perspectiva de uma confluência de fatores ergonômicos, físicos e biológicos, isolando o professor de outras dimensões da sua existência. A sobrecarga de trabalho e a vivência em um ambiente marcado por uma pressão decorrente da atividade “sanduíche”, aquela oriunda das atividades realizadas junto aos alunos e junto à gestão, torna a universidade um ambiente propício para o desenvolvimento da dependência de drogas ilícitas ou mesmo daquelas consideradas lícitas tais como o álcool, tonificantes, tabaco, antisiolíticos e antidepressivos; estas além de dissimular o sofrimento psíquico podem provocar ou intensificar as doenças crônicas. Em casos mais severos, tem-se a despersonalização, o isolamento e alguns distúrbios de caráter psíquico como a síndrome do pânico, depressão e a síndrome de burnout (LEITE, 2015). O termo burnout, cuja tradução literal significa estar estourado, esgotado, consumido pelo trabalho, foi introduzido em 1974 pelo psicólogo Freudemberguer para caracterizar o uma fase final do processo de estresse laboral, de caráter crônico com implicações emocionais. Ele acomete profissionais que lidam diretamente com pessoas onde os 46 traços principais são o esgotamento emocional, expressado por uma falta ou carência de energia e entusiasmo. Cursa ainda com um modo de ser caracterizado por despersonalização, postura fria e desumana, pela diminuição da realização pessoal no trabalho com sentimento de fracasso. As pessoas sentem-se infelizes consigo mesmas e insatisfeitas com seu desenvolvimento profissional, irritadas ou tristes (CARLOTTO, 2002). Esta síndrome acomete pessoas sem histórico de distúrbios psíquicos anteriores que encaram suas atividades profissionais com elevado entusiasmo e comprometimento. Mas que, após se envolverem intensamente com suas atividades, desapontam-se quando não se sentem recompensadas por seus esforços. Seu surgimento é paulatino, acumulativo e sua evolução pode levar anos ou décadas ocasionando sintomas psicossomáticos como insônia, úlcera gástrica, dores de cabeça e hipertensão, além do uso abusivo de álcool e medicamentos. Consequentemente surgem também problemas nos relacionamentos familiares, conflitos sociais e diminuição da qualidade laboral (CARLOTTO, 2002). Algumas abordagens desta problemática tentam velar a influência das condições de trabalho na saúde do docente. Porque adoecer envolve estigmas de várias ordens, em especial quando se refere a uma categoria que historicamente porta uma imagem e um status que a diferenciam de outras categorias de trabalhadores. Logo, tem-se um primeiro desafio relacionado aos preconceitos em assumir a condição de estar doente e, portanto, necessitado de cuidados com sua saúde. Outra questão diz respeito à autopercepção sobre a própria saúde e sobre a doença, condicionada à singularidade de cada pessoa onde em muitas situações a doença não é assumida. Pois, uma vez que no cotidiano acadêmico alguns sintomas são vistos como “normais” ou “inevitáveis”, o adoecimento passa a ser menosprezado inclusive através da automedicação praticada cronicamente. Portanto, a repercussão das condições de trabalho na saúde do docente é uma problemática mais ampla que o adoecimento tomado isoladamente. Por isso, ela não pode ser abordada desconsiderando o contexto da redução do papel do estado na manutenção das universidades públicas. Referências: CAMPOS, F. J. S. Trabalho docente e saúde: tensões na educação superior. Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Educação da UFPA. Belém, 2011. CARLOTTO, M.S. A Síndrome de Burnout e o Trabalho Docente. Psicologia em Estudo, Maringá, v. 7, n. 1, p. 21-29, jan./jun. 2002. FERREIRA, A. V. et. al (organizadores) Precarização do Trabalho e Saúde Docente nas Universidades Públicas Brasileiras. Ed. ADUFC/UECE, Ceará, 2016. GADAMER, H. G. O caráter oculto da saúde. Editora Vozes, 2006. 47 LEITE, J. L. Produtivismo acadêmico e adoecimento docente: duas faces da mesma moeda. In: FERREIRA, A. V. et. al (organizadores) Precarização do Trabalho e Saúde Docente nas Universidades Públicas Brasileiras. Ed. ADUFC/UECE, Ceará, 2016. TR 7: Que o IX Congresso da ADUERN delibere: 1 – Propõe-se que a ADUERN componha e sistematize um Grupo de Trabalho (GT) permanente com o objetivo de discutir questões relacionadas à saúde do docente no âmbito da UERN. 2 – Dentre outras competências, que através deste GT a ADUERN organize anualmente um seminário sobre a temática da saúde do docente, enfocando as possíveis relações entre as condições de trabalho e o adoecimento. 3 – Propõe-se que a ADUERN, através do GT mencionado acima, desenvolva estudos sobre a relação entre as condições de trabalho e a saúde docente.


Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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SABORES RESTAURANTE DA SERRA



Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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ÂNGELO ROQUE – " LABAREDA" A REGENERAÇÃO DE UM CANGACEIRO

Por Rostand Medeiros

Manchete da reportagem da década de 1950, sobre a regeneração de Ângelo Roque.

"No Brasil a palavra “regeneração”, definitivamente é algo que o nosso povo não sabe trabalhar muito bem em suas mentes e seus corações, quando aplicada aqueles que erraram junto a sociedade, contra os que praticaram crimes diversos, contra os que sofreram as duras penas da lei e estiveram um período em alguma unidade prisional.

Dificilmente vemos o antigo presidiário como alguém que se regenerou. Olhamos para ele mais com medo do que com esperança de que ali está uma pessoa recuperada. Isso não é difícil diante verdadeiras masmorras medievais que existem nos nossos presídios.


Por isso é que na história carcerária brasileira chama tanto atenção o fato dos homens que foram cangaceiros, pelo menos os que se entregaram e passaram um tempo presos, terem tido um índice de reincidência criminal baixíssimo.

Na verdade digo “terem tido um índice de reincidência criminal baixíssimo”, pois ouvi isso de outros pesquisadores do tema cangaço. Mas confesso que nunca li e não tenho dados que comprovem especificamente quantos antigos cangaceiros padeceram na prisão e quantos voltaram ao crime após a liberdade.


Entretanto é vasto, inclusive amplamente divulgado na imprensa brasileira das décadas de 1950 e 1960, que vários homens que andaram nas caatingas debaixo do peso do chapéu de couro e do “pau de fogo”, ao deixarem a prisão se tornaram os ditos “cidadãos de bem”, totalmente regenerados. Muitos se tornaram pacatos funcionários públicos, pequenos comerciantes, caixeiros viajantes e outros exerceram simples e honestas atividades. Um dos casos mais emblemáticos na minha opinião é a recuperação do chefe cangaceiro Ângelo Roque.

Vida Bandida

Em uma entrevista a um periódico carioca, repleta de fotografias, temos a história de Ângelo Roque da Costa, o conhecido cangaceiro Anjo Roque, o conhecido Labareda. Teria nascido em 1910, no lugar Jatobá, depois pertencente ao município pernambucano de Tacaratu (e por isso conhecido como Jatobá de Tacaratu), era filho de família humilde, mas respeitada em seu lugar.

Lampião, o primeiro à esquerda, e seus cangaceiros

Na reportagem afirmou que entrou na vida do cangaço após matar um soldado de polícia que desvirginou a sua irmã de 14 anos de idade. Roque contou que o conquistador se chamava Horácio Cavalcanti, que havia casado quatro vezes e quatro vezes abandonou as esposas. Consta que sua família buscou a justiça de sua região, mas um juiz e outras autoridades pouco deram importância ao sentimento de raiva de seus familiares.

Logo houve um encontro dos dois homens em um trem, a faca vibrou e ambos ficaram feridos. Mas logo o jovem Roque, então com 16 ou 17 anos, matou o soldado com um tiro de rifle e caiu “em desgraça” perante a justiça.

Para sobreviver em uma situação como esta, naquele sertão atrasado, só entrando para o cangaço. Foi em uma propriedade denominada Jurema que Roque entrou no bando de Lampião, que lhe deu apoio e ambos se tornaram grandes amigos.

Um Cangaceiro

Na reportagem Ângelo Roque detalhou que esperou 13 dias por Lampião na propriedade Jurema. Logo Roque ficou alcunhado no bando como Labareda. Comentou que Lampião sempre foi um homem de pouca conversa, mas era extremamente hábil na luta das caatingas. Labareda informou que passou dois anos andando junto a Lampião no seu bando, onde teve um grande aprendizado na arte da guerrilha nordestina. Devido a sua capacidade de comando e de combate, logo Labareda passou a comandar um subgrupo de cangaceiros.

No seu processo de regeneração, o antigo cangaceiro aprendeu a ler e escrever

Para Roque era normal Lampião ter cerca de 60 homens em seu bando. Já o famigerado cangaceiro Corisco andava com um grupo que tinha em torno de 20 a 25 combatentes e Labareda seguia com uma média de 15 cangaceiros. Nesta vida Ângelo Roque da Costa permaneceu 16 anos em luta, onde afirmou a reportagem ter combatido “200 vezes contra a polícia”.

Lembrou aos repórteres que seu primeiro combate, sem especificar datas, foi em Sergipe, onde cerca de 40 cangaceiros brigaram diretamente com vários policiais, sem perdas para os “cabras” de Lampião, mas com a morte de vários homens da lei.

Ângelo durante a entrevista

Para o cangaceiro Labareda os dias de cangaço eram “Dias miseráveis!”, onde os cangaceiros tinham um ódio extremo aos policiais e, assim que tinham alguma oportunidade, não perdiam a oportunidade de desfechar terríveis ações violentas contra os membros da “Força”.

Em seus relatos Labareda afirmou categoricamente que era “Um bandido”, que aquela vida lhe trazia muitas amarguras. Tanto que para conceder a entrevista ele perguntou primeiramente ao Professor Estácio de Lima se aquela exposição na imprensa seria positivo para ele. O Professor Estácio concordou.

Ângelo Roque e o Professor Estácio de Lima

Na época da entrevista Ângelo Roque era um pacato funcionário do Concelho Penitenciário da Bahia, morando em Salvador, onde trabalhava como auxiliar de confiança do Professor Estácio.

Na Prisão

Após a morte de Lampião em 28 de julho de 1938, o cangaceiro Labareda andou ainda quase dois anos pelas caatingas de armas na mão, tendo se entregado as autoridades no início de abril de 1940, em Paripiranga, Bahia. Logo ele e mais outros companheiros foram recambiados para Salvador.

Fim de Lampião e seu bando

Na capital baiana, nos primeiros contatos com a imprensa na Secretaria de Segurança, os cangaceiros já se encontravam de cabelos cortados e usando paletó e gravata, mas Labareda fazia questão de ser tratado pela patente de “capitão”. Na ocasião houve um encontro muito animado com o cangaceiro Juriti, que já se encontrava detido. Comentaram que do terraço da repartição chamou atenção dos agora ex-cangaceiros a chegada ao porto de Salvador do paquete “L’Argentine”.

Saracura, companheiro de cangaço e de prisão de Ângelo Roque

Após a sua entrega justiça, Ângelo Roque da Costa foi julgado e condenado a 95 anos de prisão, depois reduzidas a 30 anos e comutadas a apenas 10 anos de cárcere. Mesmo com condenações tão elevadas no início do seu período de detenção, ele manteve a calma e se tornou um prisioneiro de comportamento exemplar.

O antigo cangaceiro Labareda entre as cabeças de Corisco e Lampião

Primeiramente foi enviado para o “Campo Experimental de Ondina”, em Salvador, onde passou a cumprir seu tempo de prisão junto com os companheiros de luta.

Lembrou que na época do início do cumprimento de sua pena, lhe chamou atenção o interesse e a curiosidade provocada em várias pessoas pelos ex-cangaceiros. Recordou que em uma ocasião receberam a visita de Renato Monteiro, documentarista da “Tupy Films”, que realizou um pequeno filme (provavelmente pago pelo Governo Federal), mostrando a regeneração dos anteriormente temidos “Guerreiros das Caatingas”. Foram realizadas filmagens daqueles homens em uma lavoura, tendo sido capturado as imagens do antigo Labareda, de Saracura, Juriti, Jitirana, Velocidade e cinco outros ex-cangaceiros.

Inclusive pelo bom trabalho realizado nesta lavoura, em 1944, durante o período da Segunda Guerra Mundial, ele e outros 20 condenados pela justiça receberam um prêmio da LBA-Legião Brasileira de Assistência. Este programa era denominado “Hortas para a vitória!” e havia sido implantado para incrementar e ampliar o que hoje denominamos de agricultura familiar, tudo em prol do esforço de guerra brasileiro.

Ângelo Roque e a cabeça de Lampião
Como comentei anteriormente, não sei estatisticamente quantos dos cangaceiros que se entregaram as autoridades reincidiram no crime. Mas não deixa de chamar atenção pelas fotos aqui publicadas, como as autoridades faziam questão de propagar a regeneração dos antigos cangaceiros a imprensa brasileira.

Não sei se é utopia da minha parte, sei que os tempos e os problemas são outros, mas bom seria se alguém da área de direito penal, ou de alguma área relativa aos estudos penitenciários, se dispusesse a pesquisar mais a fundo estes casos específicos dos ex-cangaceiros.

Talvez o resultado de um trabalho assim, poderia trazer lições do passado que possam ajudar os “homens das leis” dos nossos conturbados e violentos dias, a terem uma nova abordagem para a recuperação dos nossos apenados".

https://tokdehistoria.com.br/2013/08/20/angelo-roque-a-regeneracao-de-um-cangaceiro/

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domingo, 16 de abril de 2017

ASCRIM/PRESIDENCIA –- MENSAGEM ESPECIAL - OFÍCIO Nº 054/2017. COMENTÁRIO DE ALGUNS ACADÊMICOS DA ASCRIM


 À MENSAGEM

PARA O DR. MILTON MARQUES DE MEDEIROS, EMITIDA PELO PRESIDENTE EM 14.04.2017.

“Faço das palavras do Presidente da ASCRIM, SILVA NETO, as minhas palavras, acrescentando que DR. MILTON, homem de coragem e dedicado as causas justas, merece que DEUS atenda as nossas preces, dando-lhe muitos anos de vida em paz e com saúde, junto aos amigos e familiares. GORETTI ALVES – Diretora de Assuntos Artísticos da ASCRIM.”
 goretti alves alves gorretialves@yahoo.com.br  
MOSSORÓ(RN), 14.04.2017

Linda mensagem!

Obrigada por conseguir expressar o nosso desejo, o nosso  sentimento de respeito, amizade e consideração por Dr. Milton e também por fazer esta mensagem chegar até ele. Mariza da matamarizadamata@gmail.com
 sex 14/04, 16:21

Dr. Milton é um ser humano querido e exemplar, que tem prestado serviços de elevado valor para o desenvolvimento sócio econômico e cultural da nossa querida Mossoró.

Que Deus o proteja e assegure sua saúde para que possamos desfrutar da sua bondade e sabedoria! 

Abraços fraternais. maria do socorro cavalcanti cavalcanti 
Ontem, 09:48
Socorro Cavalcanti

MOSSORÓ(RN), 14.04.2017,

MENSAGEM
PARA O DR. MILTON MARQUES DE MEDEIROS,

M.D. PRESIDENTE DE HONRA DA ASCRIM,

NÃO TENHO O DOM DE ESCREVER,MAS ESCREVO COMO DONO DAS PALAVRAS. PARAFRASEANDO O SENHOR, “O ESCRITOR ESCREVE” !
    
SEI QUE O SENHOR, CERTAMENTE, AGORA ESTA LENDO ESTA SIMPLES MENSAGEM, FEITA COMO A DE UM FILHO QUE A DEDICA AO PAI, NO TRANSCURSO DESSE MOMENTO.

INTENSAS E PROFUNDAS BENÇÃOS DIVINAS DE CURA, DEUS TENHA FEITO CHEGAR AO SENHOR DR. MILTON, BEM COMO MAIORES ALVISSAREIRAS INTENÇÕES DE BONS AUGÚRIOS DE TODOS QUE ORAM E CONTINUAM ORANDO PELO SENHOR, PRINCIPALMENTE OS QUE FAZEM A ASCRIM! A LUZ FORTE DA PAZ CONTINUE ILUMINANDO OS CAMINHOS QUE SEUS PÉS PISAREM OU PISARÃO.    

PRA FINALIZAR TRANSCREVO ALGUNS TRECHOS DA SUA PRÓPRIA VERVE. UMA FORMA PARA DIZER SOBRE A IMPORTANCIA DOS SEUS ESCRITOS, QUE OS ESCOLHI ALEATORIAMENTE, MAS QUE ENCERRAM PROFUNDAS LIÇÕES DE VIDA, PROVA CABAL DO CONSAGRADO ESCRITOR MOSSOROENSE DO TINO ACADEMICO DA ASCRIM.:

Todos que o conhecem aplaudem sua atitude benfazeja, reconhecimento, que o senhor nunca descura, assim demonstram os excertos retributivos abaixo, por tanto zelo a todos, na sua ponderada e polida altivez do agradecer.

CITAÇÕES DA TRILOGIA, DE MILTON MARQUES DE MEDEIROS:

[TOMO 3]DÉJA VÚ{140:8.06.2003} “PARA REFLETIR...Aqui sintetizado para registrar que a amizade existe. Não espera tempo nem ocasião para nascer. As amizades que mais existem ao tempo são aquelas provindas de ações por desprendimento pessoal. Assim todas as boas ações que alguém possa oferecer a outrem não devem ser adiadas, que sejam feitas imediatamente, mais ainda, sem esperar retorno. Em cem  bons ofícios feitos, um ou dois serão reconhecidos e exaltados. Mesmo assim, dois por cento valem. Creiam.”(PAG. 61/62).

[TOMO 2]DÉJA VÚ{135:27.04.2003} “A BOA INTEÇÃO SEM OBRA É NULA(...)O CONTO(...)PARA REFLETIR. Nem sempre resultados negativos são frutos de más intenções. Nem sempre bons propósitos resultam em bons resultados. Cada cenário tem suas cores.”(PAG. 61/64).

[TOMO 1]DÉJA vú{89:19.05.2002} “AMIGOS, AMIGOS. Tenho muitos amigos. Graças a Deus ! (...) III. O que nos conforta, entretanto, e a paz que carregamos no peito em sentir que as pessoas não presentes ao ato, por convite ou não, continuam tão queridas e afetivas para nós como sempre estiveram. Não é um fatodessa natureza que nos fará mais próximos ou distantes. Pelo menos é o nosso desejo. Afinal, o acontecimento é apenas uma passagem. Importante para nós, pois não, mas não deixa de ser apenas um episódio. Acima, bem acima de tudo, estão permanente, que é a nossa amizade, nossos anos de convivência, nossos momentos de identidade e de solidariedade humana que recebemos por parte de muitos por tantos anos. Não será nunca para nós(Zilene e eu) a simples ausência (...), capaz de tirar, nem de leve, um mínimo de verniz da nossa sólida amizade. Se já tínhamos atenção a essas pessoas amigas, agora pela compreensão teremos muito mais. E todos estão meorizados em nossos corações. Um a um, creiam,. Continuamos contando com vocês.”(PAG. 139/141).

   ENFIM, DR. MILTON, MUITOS GOSTARIAM DE SE FAREM PRESENTES, LEVANDO APOIO, CALOR HUMANO E PRECES A DEUS PARA CONTINUAR SUA RAPIDÍSSIMA CURA.
NOUTRAS PALAVRAS, PESSOAS DE DIVERSAS CLASSES SOCIAIS, RELIGIOSAS E CULTURAIS, GOSTARIAM, TENHO CERTEZA, DE TER O PRIVILÉGIO DE ESCREVER ESTA SIMPLES MENSAGEM. MAS DO FUNDO DO MEU CORAÇÃO FAÇO DAS MINHAS AS MELHORES EXPRESSÕES DE CADA UMA DELAS, DESEJANDO DEUS O ASSISTA E O CURE TÃO RÁPIDO QUE NÃO POSSAMOS SENTIR A TUA AUSENCIA, POIS, MESMO QUE HAJA LENTIDÃO, SENTIREMOS O SENHOR JÁ ESTAR AO NOSSO LADO, OMBRO-A-OMBRO, LUTANDO E ENFRENTANDO OUTRAS E NOVAS VICISSITUDES.
   PRA ENCERRAR, DIGO, QUANDO ESTIVER NO BATENTE IREI HONRAR-ME  COM FORTE ABRAÇO E APERTO DE MÃO AMIGO!

CONTINUE UMA BOA PÁSCOA ! AMÉM !

SAUDAÇÕES ASCRIMIANAS,

FRANCISCO JOSÉ DA SILVA NETO,
-PRESIDENTE DA ASCRIM-

Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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O GRANDE GATSBY É O OITAVO FOLHETO DA CAIXA 01, DA COLEÇÃO OBRAS PRIMAS EM CORDEL DE AUTORIA DE STÉLIO TORQUATO LIMA



O Grande Gatsby é o oitavo folheto da caixa 01, da coleção Obras Primas em Cordel de autoria de Stélio Torquato Lima. As duas caixas, cada uma com 10 cordéis serão lançadas em abril, na Bienal Internacional do Livro do Ceará. Nessa adaptação de "O Grande Gatsby" para o cordel, o poeta Stélio Torquato fez sua narrativa poética com 113 estrofes de 07 versos.

O Grande Gatsby foi publicado pela primeira vez em 10 de abril de 1925. Passando-se em Nova Iorque e na cidade de Long Island durante o verão de 1922, a narrativa configura-se em uma crítica ao "Sonho Americano", mostrando o quanto o materialismo pode destruir os valores e até mesmo as pessoas. Para demonstrar isso, a obra tem como foco de análise crítica a vida cheia de desilusões da alta sociedade americana durante os agitados anos 20. Embora, durante a vida do autor, a obra tenha despertado pouco interesse junto ao público, ela veio a alcançar grande popularidade com o passar do tempo. Um indicador disso pode ser as cinco versões que a obra já inspirou para o cinema, indo desde o filme mudo de 1926 (com Warner Baxter e Louis Wilson nos papéis principais) até a recente versão, de 2013, dirigida por Baz Luhrmann, e protagonizado por Leonardo DiCaprio e Carey Mulligan. Cabe destacar ainda a versão de 1974, em que as personagens centrais são representadas por Robert Redford e Mia Farrow.

Leia os versos inicias da obra de Stélio Torquato e para ler o restante do cordel faça seu pedido pelo Email cordelariaflordaserra@gmail.com ou pelo whatsApp (085) 999569091


Nick Carraway é meu nome,
Saiba o leitor (ou ouvinte).
Narro um caso que ocorreu
Nos distantes anos 20,
Época de diversão,
De festas, contestação
E também muito requinte. 

Durante a “Era do Jazz”,
Como assim foi batizada,
Toda a moral puritana
Passou a ser contestada.
Tempo de prosperidade
No qual a moralidade
Foi bastante confrontada.

As mulheres, por exemplo,
Os seus cabelos cortavam.
Usavam saias bem curtas,
Aos prazeres se entregavam,
Dirigiam o próprio carro
E a bebida e o cigarro,
Em público, utilizavam.

Sou filho daquele tempo.
Entretanto, aqui confesso
Que eu me sentia confuso
Em meio à bulha em excesso
De uma louca geração
Que enxergava a tradição
Como uma rival do progresso.

Nesses turbulentos anos
Foi que vim a conhecer
O milionário Jay Gatsby,
Cuja saga irei trazer
Nestas linhas que ora traço,
Sem mentira ou estardalhaço,
Cumprindo bem meu dever.

Tudo ocorreu em Long Island
(E Nova York é o Estado).
Existe lá uma baía,
Ficando, de cada lado,
O East Egg (Ovo Leste)
E o West Egg (Ovo Oeste).
Fique o leitor informado.

Já fazia muitos anos
Que no Ovo Oeste eu vivia.
Embora ganhando pouco,
Tranquila a vida seguia,
Eu guardara algum dinheiro,
Que, para um jovem solteiro,
Era uma excelente quantia.

A minha tranquilidade
A ter um fim começou
Quando Daisy, minha prima,
Numa ligação informou
Que no Ovo Leste havia
Comprado então moradia.
Depois disso, acrescentou:

“Agora, sendo vizinhos, 
Desculpa não mais terá.
Dessa maneira, amanhã,
Sem falta, aqui jantará.
Estou morta de saudades.
Traga muitas novidades
Quando aparecer por cá.”

E com um abraço sincero,
Fui por ela recebido.
Com a mesma cordialidade,
Tom Buchanan, seu marido,
Mostrou-me a nova morada,
Que ele e a sua amada
Tinham há pouco adquirido.

Além de mim, uma jovem
Se achava ali de visita.
Jordan Baker, a tal moça,
Era elegante e bonita.
Quando soube onde eu vivia,
Com indisfarçável euforia,
Perguntou-me a senhorita:

“E conhece o senhor Gatsby?
Também no Ovo Oeste mora.”
“Gatsby? É o nome que disse?”
– Daisy falou, sem demora.
Quis falar que o conhecia,
Mas o criado trazia
Nosso jantar nessa hora.


Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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IMPORTANTÍSSIMO! - MACACO SALVA AMIGO PRIMATA EM UM ATO EMOCIONANTE - YOUTUBE

https://www.youtube.com/watch?v=BJUqCOLt2xg

Publicado em 23 de dez de 2014

Este macaquinho tornou-se um verdadeiro herói na Índia depois de ser flagrado salvando a vida de um outro primata que tinha sido eletrocutado em uma estação ferroviária em Kanpur, no norte do país. O animal heroico se aproximou do macaco inconsciente e começou a morder, bater e mergulhá-lo na água, tentando salvar sua vida. E conseguiu!
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EXU DE GONZAGÃO, DE TODOS NÓS

Material do acervo do pesquisador Voltaseca Volta
https://www.youtube.com/watch?v=B0KOnsQFAQY

Vídeo...Comemorações dos 100 anos de Gonzagão (publicado em 2013)... entrevista e show de Dominguinhos e Elba Ramalho, Gilberto Gil, Taíssa Nogueira, Trio Nordestino e muitas outras novidades sobre o rei do Baião. Adoramos fazer esse programa, partilhe conosco essa alegria e assista. 


Publicado em 20 de jan de 2013
O Vidarretada esteve em Exu, em Pernambuco, nas comemorações dos 100 anos de Gonzagão.

No programa tem entrevista e show de Dominguinhos e Elba Ramalho, Gilberto Gil, Taíssa Nogueira, Trio Nordestino e muitas outras novidades sobre o rei do Baião. Adoramos fazer esse programa, partilhe conosco essa alegria e assista.
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"A Triste Partida" por Gonzaguinha, Luiz Gonzaga ( • )

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ANGIQUINHO.


ANGIQUINHO.

Primeira usina hidrelétrica do Nordeste, idealizada pelo Sr. Delmiro Gouveia para gerar energia e alimentar a fábrica têxtil no povoado da Pedra (hoje Cidade de Delmiro Gouveia) em Água Branca-AL.


Inaugurada em 1913. A usina foi construída encravada em um paredão rochoso no cânion do Rio São Francisco, na margem Alagoana.

https://www.facebook.com/caminhossaofrancisco/photos/a.313582382104953.1073741829.312224475574077/1120337121429471/?type=3&theater

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"JOÃO PARA JOÃO", PEÇA SOBRE O MARTÍRIO DO PRESIDENTE JOÃO PESSOA, SERÁ APRESENTADA NO TEATRO SANTA ISABEL - RECIFE – PE

Tarcísio Pereira

Estaremos nesse local no dia 6 de maio: Teatro Santa Isabel, em Recife, um dos mais antigos e mais belos teatros do Brasil. Estaremos levando o espetáculo "De João para João" - que, não por acaso, tem sua ação ambientada em Recife, quando evoca o assassinato do presidente João Pessoa naquela cidade. Obrigado ao amigo Jomeri Pontes e à produtora artística Misia Coutinho, que estão cuidando dessa produção para lá.

De João para João - Sinopse

O espetáculo, produzido pelo grupo Sagarana com texto e direção de Tarcísio Pereira, resgata os últimos instantes do ex-presidente João Pessoa, antes de ser assassinado. A peça será apresentada às 20 h de sábado e domingo.


“De João para João” é uma produção teatral sobre o assassinato de João Pessoa, governante do Estado da Paraíba, no ano de 1930. A dramaturgia se baseia numa carta escrita pelo seu assassino, o advogado João Duarte Dantas, dias antes de cometer esse crime, que comoveu a sociedade da época, e que foi o estopim da Revolução de 30 no Brasil.

Teatro Santa Isabel

“A dramaturgia se vale de um documento público, embora desconhecido, para estabelecer um discurso dialógico que questiona, e reflete, não apenas as nuances históricas, mas também as paixões de duas vidas privadas”, informou a produção.

Teatro Santa Isabel

A produção coloca em cena dois atores nos papéis de vítima e assassino, interpretados por Tarcísio Pereira e Flávio Melo, já conhecidos de outros trabalhos no teatro e no cinema. O famoso crime de 26 de Julho de 1930, ocorrido na Confeitaria Glória (Recife), é mostrado num ambiente de notícias da época, com informações curiosas da história da Paraíba naquele período tão conturbado.


“A peça faz alusões ao noticiário da época, uma forma de mostrar que, assim como ocorre nos dias atuais, as pessoas transitam entre notícias, e notícias que insuflam o ódio e destroem vidas e reputações, às vezes gerando o crime”, diz o autor do texto e diretor do espetáculo, Tarcísio Pereira, que faz o papel de João Pessoa.



Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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JOSÉ RUFINO TERRO DOS BANDIDOS


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FELIZ PÁSCOA!

Por Benedito Vasconcelos Mendes

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