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domingo, 27 de janeiro de 2013

CABEÇAS CORTADAS - SENSACIONAL FOTO

Por: Ivanildo Alves Silveira

Subgrupo de Lampião eliminado enquanto dançava em uma fazenda, em Porto da Folha/SE. São eles: Manuel Moreno, sua esposa Áurea e Gorgulho, metralhados pela volante baiana do Sargento Odilon Flor, a 23 de junho de 1937, na Fazenda Poço da Volta em Porto da Folha, Sergipe, durante as festas de São João.

Essa foto chama muito atenção de todos, ante a violência que a mesma encerra... Chega-se a perceber, os detalhes fisionômicos dos personagens, após a morte violenta... era assim que agiam as volantes... Praticavam violências, tal quais os cangaceiros...


Fonte: Guerreiros do Sol,
Frederico Pernambucano de Mello.

Abraço  a todos

Ivanildo Alves  da  silveira
Colecionador do cangaço
Membro da SBEC e do Cariri-Cangaço
Natal / RN 

http://www.orkut.com/Main#CommMsgs?cmm=624939&tid=5833717163237101756&na=2&npn=1&nid=

sábado, 26 de janeiro de 2013

"Mané Moreno e a folia de reis"

Por: Cabo Francisco

Mané Moreno era um cangaceiro feio, esquisito, preguiçoso, problemático e perverso ao extremo, que além de difícil convivência, este trazia consigo uma grande bagagem de ignorância e teimosia. Muitos diziam que ele vivia com Áurea quieto e meio isolado do resto do bando.

Sempre discutia e brigava com seus comparsas por qualquer motivo fútil; emprestava dinheiro ou algum objeto dos outros e não os devolvia, apesar de tudo, ainda não era um cabra de confiança, pois os cangaceiros mais antigos do bando, diziam que ele já os havia abandonado, fugindo por várias vezes em meio a violentos combates com as volantes nas caatingas. 

Enfim, que além de covarde era também um "porcão", pois não era muito chegado a um banho, transpirava muito e a sua higiene bucal deixava a desejar. Era um ser obcecado por perfumes e que ao borrifá-los pelo corpo e nas roupas encharcadas de suor, esta mistura de odores lhe dava uma fragrância enigmática.


Até mesmo o próprio Lampião não gostava dele, e só o aceitava no bando por consideração aos seus parentes, os valentes cangaceiros Zé Sereno, Zé Baiano e os irmãos Antônio e Cirilo de Ingrácias.

Mané Moreno a esquerda, seguido de Zé Sereno e Zé Baiano

Um dia de quarta feira, da semana que antecedia o natal, sua mulher e companheira Áurea pediu para que ele a levasse para ver seus pais. Atendendo ao pedido de sua amada, ele partiu levando-a na garupa do seu cavalo. Eram umas 17:00h. Quando chegaram próximo à casa de Áurea, o cangaceiro notou que havia muita movimentação de gente. Então cismado, ele parou o cavalo no alto do morro, e mandou que Áurea fosse até lá para ver o que estava acontecendo. E assim foi feito. Daí então, logo Áurea regressou e lhe informou que seu pai, o velho Zé Nicárcio estava recebendo em sua casa uma "folia de reis", e que era para o cangaceiro respeitar a bandeira do divino, e aguardar um bocadinho, até que todos partissem, e que depois eles chegassem com cuidado. 

O casal Zé Nicárcio e dona Josefa odiavam Mané Moreno, pelo fato deste ter obrigado sua filha a segui-lo naquela vida de criminalidade.

Mané Moreno soltou bufões de raiva, babava e rangia os dentes de ódio, e por fim falou: “Eu vô descê inté lá e dispois di iscurraçá aquelis fios duma égua, vô dar uma coça nu seu pai”.

Áurea tentou detê-lo, mas o cangaceiro irado, a derrubou com um empurrão. Depois montou no seu cavalo e partiu a galope, mas ainda escutou quando sua mulher gritou: "-Cuidado qui u santu rei vai lhe castigá!"

Áurea mal fechou a boca,  um enxame de abelhas africanas que surgiu do nada, atacou Mané Moreno, fazendo seu cavalo mudar de rumo e se embrenhar no meio das caatingas em disparada por uma outra direção oposta.

Nisso Áurea foi até a casa de seus pais e tomando um banho, jantou um pirão feito com caldo de galinha caipira, e gozando dos afagos de seus entes queridos, adormeceu. Quando a lua alva estava alta no céu, todos acordaram com o latido dos cães. Áurea acendeu uma lamparina e abriu a janela para ver o que era, e constatou debaixo do pé de jaca, um homem seminu com as roupas todas ensanguentadas e rasgadas, além de vários taios pelo corpo, que se encontrava todo inchado pelas picadas dos insetos.

Áurea foi até ao cangaceiro, que estropiado só podia se comunicar por gestos, devido ao inchaço nas amídalas provenientes do "castigo" recebido por sua heresia.

No outro dia, deitado em uma rede, depois de já recuperado, enquanto Áurea arrancava-lhes os inúmeros espinhos de seus pés, ele contou que além das picadas das abelhas, caiu do cavalo, enroscou o pé no estribo e foi arrastado caatinga adentro. E sua sorte foi que seu cavalo topou mais adiante algumas éguas no cio, e parou para rufiar as fêmeas, foi assim que ele conseguiu se soltar e safar-se do castigo.

Por incrível que pareça, o facínora jurou para sua amada que jamais em sua vida iria agir contra uma folia de reis.

No ano seguinte ele e a sua amada Áurea foram surpreendidos e mortos, enquanto dançavam em um baile naquela região, por uma das muitas volantes que os perseguiam.

Enviado pelo Cabo Francisco.

http://blogdomendesemednes.blogspot.com

Logo, logo encontraremos filhos e netos do cangaceiro Volta Seca

Por: José Mendes Pereira

O que filha e neta do cangaceiro Volta Seca enviaram para o nosso blog.


Neta de Volta Seca disse: 

- Sou neta dele, meus tios aí na foto.

Neta de Volta Seca disse: 

- Sou neta dele, minha irmã mais nova super parecida com esse bebê que está no colo do meu avó... Lindos vovó linda como sempre.

Filha de Volta Seca disse: 

Olá! Eu sou a filha Rose Meire, achei interessante o seu blog, breve mandarei uma foto de todos os filhos restantes e netos de Volta Seca.

Nossa resposta:

Nós que vivemos nesta luta de organizar a história do cangaço, ficamos muito felizes em recebermos informações de filhos ou netos de cangaceiros.

Não deixe de nos presentear com informações sobre seu pai ou mãe que era filha do cangaceiro Volta Seca.

Informe-nos onde você mora, qual cidade, Estado e o verdadeiro nome do seu pai ou mãe que é filho(a) do cangaceiro Asa Branca.

Entre sempre em contato conosco. Os cangaceirólogos ficarão honrados com  informações sobre filhos ou netos de cangaceiros, mas depende de informações de familiares.

Acreditamos que vocês não irão demorá com estas informações. A cultura precisa de vocês.

E-mails para contatos:

josemendesp58@gmail.com
josemendesp58@hotmail.com

Link dos comentários enviados ao nosso blog sobre filha e neta:

http://blogdomendesemendes.blogspot.com.br/2012/07/o-deleite-de-volta-seca.html?showComment=1358519851468#c7095159376344272499


http://blogdomendesemendes.blogspot.com

Cangaço : A Verdadeira História !

Por: Manoel Severo
Manoel Severo, Aderbal Nogueira e Jonasluis de Icapuí

Hoje foi dada a largada a um dos mais audaciosos Projetos da Televisão Brasileira com relação a este fenômeno apaixonante que é o Cangaço.

Estivemos participando por toda manhã desta quinta-feira; eu, Aderbal Nogueira e o Diretor da FGFTv Jonasluis da Silva, de Icapuí de uma importante reunião de trabalho na sede da Faculdade Integrada da Grande Fortaleza - FGF. O encontro marcou o ponta pé definitivo para a realização de um dos mais ousados projetos da televisão brasileira, ligado à temática do Cangaço.

Ficou definido a estratégia e os passos iniciais da produção da Série para Tv de: CANGAÇO: A VERDADEIRA HISTÓRIA. O projeto se dará a partir de 24 capítulos e sem dúvidas se configurará em mais um épico que marcará nossa televisão e deixará um legado inestimável para as próximas gerações de estudiosos, pesquisadores e o público que é apaixonado pela história do Nordeste e principalmente do Cangaço.

À frente do Projeto, o competente e surpreendente Jonasluis da Silva,de Icapui; um homem incomum, inquieto, realizador, responsável por inúmeras obras, dentre elas a "Sedição de Juazeiro" que inclusive teremos a apresentação na íntegra no Cariri Cangaço 2013. 

São muitas as novidades, que passo a passo vamos trazendo para todos os amigos que acompanham o cariricangaco.com Aguardem !

Manoel Severo
Cariri Cangaço

http:cariricangaço.blogspot.com

Comunicado

Por: José Mendes Pereira
Este pássaro simboliza sabedoria - oconsumidorconsciente.blogspot.com.br

Amigos leitores e colaboradores:
O nosso blog estava com problemas.

Faça uma visitinha aos blogs:

Cariri Cangaço 
http://cariricangaço.blogspot.com

Lampião Aceso
http://lampiaoaceso.blogspot.com

Cangaço na Bahia
http://cangaconabahia.blogspot.com

Ser tão sertão
http://blograngel-sertao.blogspot.com

Blog do Honório de Medeiros 
http://honoriodemedeiros.blogspot.com

Blog do Clerisvaldo B. Chagas 
http://clerisvaldobchagas.blogspot.com

Blog do Dr. Archimedes Marques
http://www.cangacoemfoco.jex.com

Blog de Rostand Medeiros
http://tokdehistoria.wordpress.com

Blog do Guilherme Machado
http://portaldocangaco.blogspot.com.br

Blog do Dr. Lima
http://blogdodrlima.blogspot.com.br

Blog do professor Edicarlos Rocha
http://petroleorn.blogspot.com.br

LUIZ GONZAGA E O RIO GRANDE DO NORTE



À venda nos seguintes locais  

Mossoró - RN:
Praça da Convivência - Corredor cultural - Centro
CAFÉ E ARTESANATO

Natal - RN:
LIVRARIA NOBEL Avenida Senador Salgado Filho, 1782fone: (0xx) - 84 - 3613-2007


Campina Grande - PB:
Vila do Artesão
FURLÃO ARTE EM COURO - Biagio Grisi
si
R$ 35,00
OBS: Para encomendas externas, há o acréscimo da taxa dos correios.


http://blogdomendesemendes.blogspot.com

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

O Maior Livreiro do cangaço do Brasil, também estará no Cariri Cangaço 2013.

Professor Pereira e Fátima Cruz

Caro amigo Severo,

Ótimo, estamos às ordens para o que for necessário. Estávamos ansiosos por notícias sobre o Cariri Cangaço 2013. Essa marca tem qualidade. Sempre afirmo com convicção, o estudo, a pesquisa e divulgação do tema cangaço tem um marco divisório: 
ANTES E DEPOIS DO CARIRI CANGAÇO.

Quero lhe parabenizar pela coragem, dedicação e força de vontade em divulgar a nossa História, como um todo e  especialmente do Cangaço.

O Cariri Cangaço é hoje um evento de renome internacional, cresceu com qualidade e competência. Por onde ando neste Brasil, quando falamos de Cangaço, a referência é esse evento.

Os amigos que me compram livros, do Brasil inteiro,  querem saber como participar. Não adiantei nada. Precisamos conversar sobre isso. Só sei de uma coisa, vai ser um sucesso de frequência.No último Cariri Cangaço a frequência foi bem maior do que o estimado por você. Pois só Porteiras, Barro e Aurora tinha 2.500 pessoas.

 Professor Pereira entre Kydelmir Dantas e Honório de Medeiros

No último sábado, dia 19/01 participei do lançamento do livro "Lampião em Alagoas" dos autores Clerisvaldo B. Chagas e Marcello Fausto, este último participou do Cariri Cangaço 2009, no Crato e Juazeiro,  com o deputado Inácio Loiola e Jairo e tem uma grande admiração por você. Eles autografaram um exemplar do livro para você. Está comigo, postarei hoje, nos Correios, no seu endereço de Fortaleza. Por gentileza, divulgue. Pois sendo divulgado no Cariri Cangaço, Lampião aceso e Lampião, o Grande Rei do Cangaço(Ivanildo), o Brasil inteiro toma conhecimento.

Abraços e agradeço a sua força. 
Professor Pereira e Fátima Cruz

Cajazeiras - PB

NOTA CARIRI CANGAÇO: Não é mais necessário dizer, toda a comunidade que pesquisa o cangaço e as coisas do nordeste, sabe que em se tratando de publicações , só há um nome: Professor Pereira. A dica é entrar em contato com esse espetacular amigo e pedir seu catálogo especial, o único do Brasil e aí é só escolher. Preço justo, qualidade e segurança, não perca tempo, não espere o Cariri Cangaço 2013 paraconhecer o grande trabalho do Professor Pereira, aí vai a dica, entre em contato com ele:
franpelima@bol.com.br  


http://cariricangaco.blogspot.com

Luiz Gonzaga – O menino cantador

LUIZ GONZAGA – ASA BRANCA – O MENINO CANTADOR – História em quadrinhos selecionada pelo Prêmio Funarte Centenário de Luiz Gonzaga 2012 conta a história da infância e juventude do Rei do Baião.


Em 2012, comemora-se o Centenário de Luiz Gonzaga, um dos maiores músicos brasileiros. O Rei do Baião completaria 100 anos no dia 13 de dezembro e, por conta da efeméride, vêm acontecendo diversas homenagens e comemorações, entre elas, o lançamento da história em quadrinhos Luiz Gonzaga – Asa Branca – O Menino Cantador, com roteiro de Maurício Barros de Castro e arte de Wesley Rodrigues. Maurício é jornalista e historiador, vencedor do Prêmio Abril de Jornalismo 2011, na categoria Cultura, pela reportagem “O Verde que Virou História”, sobre o sociólogo Gilberto Freyre, publicada na Revista National Geographic-Brasil. Já Wesley é quadrinista e ilustrador, diretor de animação do premiado O Ogro (2011) e de Pinga com Sakê (2009).

A HQ Luiz Gonzaga – Asa Branca – O Menino Cantador é uma iniciativa inédita, que pretende aproximar a vida e obra de Luiz Gonzaga do público jovem, apresentando um pouco da história e da cultura do Nordeste por meio da vida do músico, que, entre suas aventuras e errâncias, inclui a descoberta do xote, do baião e do forró, a saga dos retirantes nordestinos, o sonho de vencer na cidade grande como cantor e a conquista do tão almejado sucesso. A obra conta ainda com breves citações Gilberto Gil, Caetano Ve- loso, Dominguinhos, Fagner e Alceu Valença sobre a importância da música de Gonzaga em suas vidas.

Contemplada pelo Prêmio Funarte Centenário de Luiz Gonzaga 2012, a HQ integra uma série de projetos especiais desenvolvidos pelos editores Christiano Menezes e Chico de Assis, sócios do estúdio de design Retina78.

Enviado pelo escritor, poeta e pesquisador do cangaço: 
Kydelmir Dantas

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Uma terrível desgraça aconteceu com Mané Véio

Por: Alcino Alves Costa

Uma terrível desgraça aconteceu com Mané Véio. Dominado por um ciúme doentio mata a sua esposa Cidália. Processado, o descendente dos Jacó teve que mudar de Estado. O seu destino foi Alagoas. No dia 26 de novembro de 1936 chegou a Maceió. Imediatamente foi posto a disposição do 2º Batalhão aquartelado em Santana do Ipanema, no Alto Sertão Alagoano e engajado na volante do tenente João Bezerra da Silva.            

Documentou Mané Véio, de seu próprio punho, que antes de Angico ele participou de um combate, acontecido no dia 2 de fevereiro de 1938, na fazenda Riacho Preto, município de Mata Grande, nas Alagoas, oportunidade em que morreram três cangaceiros, porém ele não cita nomes.


Sobre Angico, Mané Véio se coloca como proeminente personagem daquele notável acontecimento da vida nordestina e brasileira. Os seus registros dão conta que a força militar era composta de quarenta homens, sendo vinte pertencentes à volante do aspirante Francisco Ferreira de Melo, dezenove soldados e contratados e um civil que era o bagageiro do tenente, estes sob as ordens de João Bezerra. Lampião estava em Angico, segundo as suas afirmativas, com 55 homens e ainda esperando Corisco, com mais 9 asseclas.

O moço da Bahia atesta que foi ele o responsável pelas coordenadas que culminaram com o cerco e o jamais esperado resultado daquela inesquecível empreitada. Mané Véio, pleno de convicção, afirma ter sido ele quem orientou João Bezerra no instante final do ataque dizendo-lhe que dividisse os quarenta homens em grupos de cinco e todos investissem sobre o riacho e o coito de uma só vez. No dizer do baiano, assim foi feito e o lendário combate demorou aproximadamente trinta minutos. E o resultado todos conhece. Em Angico morreram Lampião, Maria Bonita, Enedina, mais oito cangaceiros, e o próprio cangaço.

Diz à história que após tirar a vida de Luís Pedro, Mané Véio decepou as suas mãos, na pressa de se apossar dos anéis que enfeitavam os dedos do famoso assecla. Enriquecido com o saque e não querendo perder todo aquele cabedal: dinheiro, jóias, ouro e outros objetos, o valentão da Santa Brígida deixou à volante e arribou no mundo. Não podia retornar para a Bahia, o seu sertão e nem a sua tão amada Santa Brígida. Ali havia praticado um bárbaro crime. Num instante de completa insanidade, e acometido de extremado ciúme, assassinou a sua esposa Cidália. O processo era sério e grave. Se caísse nas mãos da justiça iria ser condenado.

Seguiu um novo caminho. Coragem tinha de sobra para enfrentar qualquer desafio. E lá se foi o matador de cangaceiro para o distante e desconhecido Estado de Goiás; mas, esse capítulo fica para a próxima postagem, aguardem...
Vamos voltar a contar a incrível história de Mané Véio, o grande protagonista do cerco de Angico. Agora em Goiás deixa de ser Manoel para se tornar Euclides Marques da Silva, o nome de um irmão falecido na Bahia. Fixa residência na cidade de Goiania. Torna-se joalheiro. Casa-se com uma bela moça chamada Maria Bosco da Silva e com ela procura recomeçar a sua nova vida. Nascem dois filhos. Uma menina, chamada Jovina, e um garotinho batizado com o nome  de Jacob. Anos depois o casal muda-se para São Paulo. Vão morar no Bairro da Liberdade. O seu meio de vida, a sua subsistência, continua sendo o comércio de jóias e ouro.

O ciúme era uma constante, uma chaga cruenta na vida deste ex-soldado de volante. Aliado a tão medonho, doloroso e maléfico sentimento, o gênio extremamente violento do antigo “contratado” jogou no abismo a convivência, o sossego e a paz existente entre o baiano do Raso da Catarina e sua nova e também desafortunada esposa. Aquela vida harmoniosa do princípio, quando os dois em parceria comerciavam jóias e ouro juntos, havia chegado ao fim. E Maria começou a ser espancada pelo perverso marido.

Não suportando aquela triste e medonha situação, temerosa e apavorada com as torturas e brutalidades do companheiro, a goiana pediu o divórcio, não tinha como continuar vivendo debaixo de tanto sofrimento. O advogado contratado por Maria Bosco chamava-se Othoniel Brandão. Ele iria cuidar do desquite. Ao tomar conhecimento da decisão da esposa, o homem da Santa Brígida se revoltou, chegando a tentar enforcá-la, o que não aconteceu em virtude da intervenção imediata dos vizinhos. Após este grave incidente Maria prestou queixa na polícia. Mesmo assim, dias depois, o marido abandonado tentou a reconciliação, alegando que amava a sua companheira e mãe de seus filhos.

Irredutível, Maria Bosco não aceitou a pretensão do marido. O que queria, o que lhe interessava era ficar ao lado do filho e da filha, e longe, muito longe, do pai deles. Sem alternativas, Mané Véio, mesmo a contra gosto, terminou por concordar com a separação e a divisão amigável dos bens. Na 2ª Vara da Família e das Sucessões a vitória da vítima foi total. Além da pensão para ela e os filhos, ainda aconteceu à partilha e divisão dos pertences de ambos e os filhos ficaram sob a tutela de dona Maria.

Mesmo tendo aceitado o desquite, o antigo caçador de bandidos não se conformava com aquela separação. Agoniado, ameaçava assassinar a antiga companheira. A sua maior preocupação, o seu maior temor, era vê-la acompanhada de outro homem. Dominado pelo ciúme, costumava rondar a residência da ex-mulher, à Rua Pirapitingui, no prédio 97, apartamento 84, no Bairro da Liberdade. Assombrada com as ameaças, Maria Bosco procurou as autoridades policiais explicando a sua grave situação. Aconselhada pelos militares, comprou um revolver calibre 22, tirou porte de arma, e carregava a sua pequena arma em sua bolsa.

Os meses foram se passando. Aquela aflição continuava. O mês de julho de 1966 despontou. Chega o dia 13. É uma quarta-feira. Dona Maria,  acompanhada de sua filha Jovina Marques da Silva, sai do apartamento e vai até um açougue comprar carne. O filho caçula, Jacob, que sempre acompanhava a mãe, dessa vez não a acompanhou para jogar uma pelada com seus amiguinhos de infância. Na volta, após comprar a carne, um pistoleiro espreitava os passos de Maria. Era ele Josafá Marques da Silva, meio irmão de Mané Véio. Este bandido assim agia cumprindo ordem de seu mano que o incumbiu de assassinar a sua própria esposa.

Em um ponto da Rua Pirapitingui, Maria aparece ao lado da filha, uma linda mocinha de apenas 16 anos de idade. O assassino está de tocaia, a espera de suas vítimas. Pouco mais do meio dia mãe e filha surgem ao longo da rua. Caminham despreocupadas por uma calçada. O verdugo sorrateiramente se aproxima delas. Saca um revolver “S & W”, calibre “32”. Aciona o gatilho de sua homicida arma. Dois tiros atingem mortalmente dona Maria, uma ainda jovem mulher, com apenas 40 anos de idade. Um balaço perfurou o tórax e o outro se alojou um pouco abaixo do peito. Vendo a mãe baleada e cambaleante, Jovina se interpôs entre ela e o cruel assassino. Este sem compaixão e sem piedade, mesmo sabendo que ali estava uma menina-moça no verdor de sua florida existência, e além do  mais, sua sobrinha, uma vez que ela era filha de Mané Véio, não titubeou, atirou para matá-la. Este terceiro tiro também foi mortal. A bala atingiu o peito do lado direito da mocinha que cambaleou e caiu nos estertores da morte por cima do corpo de sua mãe.

Este duplo assassinato abalou São Paulo. No outro dia, 14 de julho de 1966, o jornal NOTÍCIAS POPULARES, estampava: “Cangaceiro contratou um bandido para exterminar a família em SP”. E em grandes letras: “PISTOLEIRO MATOU MÃE E FILHA!”. Na sexta-feira, dia 15, o jornal DIÁRIO DE NOTÍCIAS, estampava em grande manchete: “PISTOLEIRO CONFESSA: MATOU PORQUE TINHA PENA DO IRMÃO”. O “DIÁRIO DA NOITE”, também no mesmo dia 15 de julho, estampava: “MATOU A TIROS A CUNHADA E UMA SOBRINHA”. Josafá e Mané Véio foram presos e processados. No dia 25 de outubro de 1967, o responsável pelo assassinato da esposa e da filha foi para o banco dos réus – e foi severamente exemplado.

Alcino Alves Costa
O Decano, Caipira de Poço Redondo
Sócio da SBEC; Conselheiro Cariri Cangaço

NOTA CARIRI CANGAÇO: Agregando ainda mais valor aos dois capítulos da  Saga de Mané Véio, nos trazida pelo grande escritor Alcino Alves Costa, vamos recorrer ao confrade e Conselheiro Cariri Cangaço; Kiko Monteiro em seu espetaculaer "Lampião Aceso" .

Fala Kiko:
 

"Recebemos da leitora Marylu, uma importante informação via comentário para nossa matéria sobre Manoel Marques da Silva o célebre Mané Véio. Ela nos revelou que Euclides Marques da Silva, nome adotado por ele, faleceu aos 92 anos de idade -saciado de dias - na cidade de Pires do Rio - Goiás - em 09.01.2003 ao lado de sua terceira esposa -a goiana Nori Alves Marques da Silva. Hoje residente na capital - vide:


FONTE DA MATÉRIA: 
http://cariricangaco.blogspot.com/  (BLOG DO AMIGO SEVERO ).



Abraço a todos

IVANILDO ALVES SILVEIRA
Natal/RN

http://cariricangaco.blogspot.com

Luiz Gonzaga_O menino cantador

Por: Kydelmir Dantas

Atenção colegas Gonzaguianos...
Pesquisadores, colecionadores e fãs.

Dentre os livros que foram lançados em 2012, dentro do ano do centenário, além de inúmeros cordéis, pelo menos 3 deles foram em formato de histórias em quadrinhos.
Conheçam e busquem o que se segue:

Kydelmir Dantas

Petróleo Brasileiro S.A. / Exploração e Produção
Unidade Operacional  - Rio Grande do Norte, Ceará
Ativo de Produção Mossoró
Segurança - Meio Ambiente - Saúde / Célula de Meio Ambiente
Mossoró - RN

Fone: (0xx - 84) - 3323 2307

http://blogdomendesemendes.blogspot.com

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Novo livro na praça - Lampião em Alagoas


"Lampião em Alagoas" foi escrito pelo já consagrado escritor, romancista, pesquisador e historiador Clerisvaldo B Chagas, em parceria com o professor e pesquisador Marcello Fausto.

Tive a grata satisfação de receber das mãos de um dos protagonistas desse trabalho, o professor Marcello Fausto, a obra, logo que saíu do “forno”. Posso abalizar o trabalho como sendo um riquíssimo teor literário e histórico para Alagoas.

Clerisvaldo B Chagas - Foto Vandécio Gomes www.maltanet.com.br

O assunto Cangaço de há muito vem sendo discutido em todo o Brasil e até no exterior. Quase sempre dividido entre a paixão e a revolta, muitos foram os escritores que falaram dos cangaceiros nordestinos. Mas poucos foram os que buscaram se aprofundar no assunto a fim de passarem, de uma forma imparcial, para os sequiosos pelo tema a verdadeira história de um dos piores momentos vividos por esta região, que muitas vezes pareceu ter sido fadada ao sofrimento eterno.

Lampião em Alagoas é o primeiro livro que fala exclusivamente da história da passagem de Virgolino Ferreira da Silva, o Lampião, e seu bando, por terras alagoanas.

Como citam os autores, “os veteranos escritores do cangaço, ávidos por novidade, não irão encontrá-las em nosso trabalho, cujo mérito está apenas na organização sequenciada do que já foi dito por vários pesquisadores do estado e fora dele”. Esta obra é interessante pela forma como está sendo apresenta, cronológica e didática, facilitando assim a leitura, sobre a passagem do maior líder do cangaço de todos os tempos no sertão de Alagoas na década de 30.

*Resenha de Sérgio Campos
O livro tem 468 páginas. 

Preço R$ 55,00 (Cinquenta e cinco reais) com frete incluso, para todo o Brasil. 
Onde comprar? 
Com o revendedor oficial e "exclusivo" Professor Pereira através do E-mail franpelima@bol.com.br ou pelos 
tels. (83) 9911 8286 (TIM) - (83) 8706 2819 (OI)

http://lampiaoaceso.blogspot.com.br


Antônio Francisco Teixeira de Melo - o poeta mossoroense



Antônio Francisco Teixeira de Melo nasceu em Mossoró no dia 21 de Outubro de 1949, e é cordelista potiguar. Filho de Francisco Petronilo de Melo e Pêdra Teixeira de Melo. Antonio Francisco é formado em  História pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN). Poeta popular, cordelista, xilógrafo e compositor, ainda confecciona placas.

Aos 46 anos, muito tardiamente, começou sua carreira literária, já que era dedicado ao esporte, fazia muitas viagens de bicicleta pelo Nordeste e não tinha tempo para outras atividades. Muitos de seus poemas já são alvo de estudo de vários compositores do Rio Grande do Norte e de outros estados brasileiros, interessados na grande musicalidade que possuem.

Em 15 de Maio de 2006, tomou posse na Academia Brasileira de Literatura de Cordel, na cadeira de número 15, cujo patrono é o saudoso poeta cearense Patativa do Assaré. A partir daí, já vem sendo chamado de o “novo Patativa do Assaré”, devido à cadeira que ocupa e à qualidade de seus versos.


Poemas de sua autoria, editados em forma de folhetos de cordel ou reunidos em livros. Reunidos recentemente no livro Dez Cordéis num Cordel Só, da Editora Queima Bucha, de Mossoró - RN:

Meu Sonho
Confusão no cemitério
O ataque de Mossoró ao bando de Lampião
A lenda da Ilha Amarela
Um conto bem contado
A casa que a fome mora
Um bairro chamado Lagoa do Mato
O duelo de bengala
Uma carrada de gente
No topo da vaidade
Uma carta para a alma de Pero Vaz de Caminha
Uma esmola de sombra
O rio de Mossoró e as lágrimas que derramei
O lado bom da preguiça
A resposta
De calça curta e chinela


http://pt.wikipedia.org/wiki/Ant%C3%B4nio_Francisco_Teixeira_de_Melo

“Lampião Contra o Mata Sete é uma obra prima. Um tratado com uma riqueza de detalhes de causar inveja a qualquer pesquisador da academia."


Do Professor PAWLO CIDADE para o Dr. ARCHIMEDES:

Caro amigo Archimedes,

O tempo e algumas questões do meu dia-a-dia como gestor da cultura, escritor e professor que sou, me impediram de responder de imediato a leitura do seu gigante “Lampião contra o Mata Sete”. Confesso que fiquei com receio de lê-lo de uma tacada só. Afinal, sou um amante da literatura, sobretudo aquela que retrata as peripécias, a trajetória, o habitat e tantos outros elementos de um período tão significativo da nossa história: o cangaço.

Ler “Lampião Contra o Mata Sete” foi como armar-se de uma M-16 e disparar, sem dó, nem piedade, sobre as alegações oportunistas e infundadas do Sr. Pedro Morais. Não sei quais foram os motivos deste escrever mentiras, não só fétidas, como descabidas sobre o nosso Rei do Sertão. Não há como negar a masculinidade de Virgulino Ferreira ou manchar honra de Dona Maria. Sei, que se vivo estivessem, neste momento, estaríamos ouvindo histórias de um tal Pedro Morais que desapareceu pelas caatingas, sem deixar rastro ou poeira. “É difícil acreditar que um homem está a dizer a verdade quando você sabe que mentiria se estivesse no lugar dele.” Esta frase célebre do jornalista Henry Mencken (1880-1956) retrata bem o que está a dizer o Sr. Pedro Morais.

Por fim, meu amigo, “Lampião Contra o Mata Sete” é uma obra prima. Um tratado com uma riqueza de detalhes de causar inveja a qualquer pesquisador da academia. Deixemos a imaginação de Pedro divagar, embasada em hipóteses que sequer foram comprovadas. Afinal, podemos não apagar estas alegações, uma vez que elas foram lançadas ao vento. Todavia, podemos sim fazer prevalecer a verdadeira história de Virgulino, Maria e seu bando. E, uma vez estabelecida, mais do que já está, um  tal “Lampião o Mata Sete” será página virada. E olhe lá se ele já não estiver sido esquecido pelo tempo e enterrado pela sola das “alprecatas” dos que primam pela verdade dos fatos.
Viva “Lampião Contra o Mata Sete!”

Do Dr.  ARCHIMEDES para o Professor PAWLO CIDADE:

Muito obrigado pelas palavras elogiosas amigo Pawlo Cidade. Excelentes colocações vindas de uma pessoas que prima pela verdade dos fatos e que também está de acordo com a nossa cultura nordestina que passa principalmente pelas figuras de Lampião e Luiz Gonzaga. Dois ícones que não podem ser esquecidos nem enlameados a bel prazer de quem quer que seja, mesmo um sendo um bandido sanguinário e o outro o nosso símbolo maior...

Falar no indigesto Pedro de Morais, me falaram que ele está escrevendo sobre a GUERRA DE CANUDOS e que também colocará nas entrelinhas do seu livro que ANTONIO CONSELHEIRO ERA UM HOMOSSEXUAL. Vê se pode um negócio desse? O cara quer fazer de todos os personagens importantes VIADOS... Daqui a pouco ele vai escrever também dizendo que PADRE CÍCERO TAMBÉM ERA... Coisa horrível!...

Não sei se você soube que a uns quinze dias atrás a Vera Ferreira (neta de Lampião e Maria Bonita) entrou com outra ação na Justiça sergipana pedindo a bagatela de DOIS MILHÕES DE REAIS por danos Morais a esse imbecil...

Aproveitando, quero de antemão dizer que se um dia eu publicar a segunda edição do LAMPIÃO CONTRA O MATA SETE, farei algumas reformas e acrescentarei mais alguns comentários, daí desde já peço permissão para publicar o seu que está excelente.

Gostaria, se possível for, que o amigo comentasse o meu texto sobre o GRANDE AMIGO ALCINO que está publicado no meu www.cangacoemfoco.jex.com.br

Saúde, Paz e Prosperidade!
Archimedes Marques

http://espetaculocangaco.blogspot.com.br

http://blogdomendesemendes.blogspot.com

Raimundo Marins e o Cariri Cangaço 2013.

Manoel Severo, Raimundo Marins e Lily

Caro Severo, grande cabra destas veredas nordestinas. O prazer é sempre multiplicado quando recebo notícias suas e de seus empreendimentos. Estou convicto que em 2013 suas realizações serão cobertas de sucesso, mesmo porque o trabalho sério sempre tem retorno. Feliz grande ano novo para você e para os seus, isso incluído, é lógico, toda a família Cariri Cangaço, da qual orgulhosamente me sinto participante.

Quanto ao evento, já se incorporou aos meus sentimentos a expectativa quanto à realização do congresso todo ano. Mesmo com a frustração com o adiamento da edição 2012, tenho absoluta certeza que a decisão tomada foi baseada em premissas robustas, prova inequívoca de sua responsabilidade a frente do evento. Com isso, reafirmo meu compromisso de colaborar no que for possível para que esta e outras edições reeditem o sucesso adquirido até agora. Conte comigo no que for possível, forte abraço, do amigo saudoso,

Capitão PM Raimundo Marins
Polícia Militar da Bahia

http://cariricangaco.blogspot.com

Lampião em Paulo Afonso - Segunda Edição em Março

Por: João de Sousa Lima

"Lampião em Paulo Afonso" foi o primeiro livro do Escritor João de Sousa Lima. Desde 2003 que a obra encontra-se esgotada e agora em março de 2013 sai a segunda edição ampliada. 

O livro narra as passagens dos cangaceiros desde a entrada de Lampião na Bahia, passando pelo Raso da Catarina. O Livro também retrata a entrada dos Índios Pankararé para o cangaço, onde homens e mulheres deixaram sua tribo para viverem a saga Lampiônica. 

Depois de 10 anos de espera por parte de alguns pesquisadores e escritores o livro finalmente encontra-se no prelo e o lançamento está previsto para a segunda quinzena de março de 2013.

João de Sousa Lima ao lado de alguns dos persinagens de seu livro, em destaque o senhor Ozeas (bermuda branca) , irmão de Maria Bonita

Para adquiri-lo o contato é diretamente com o próprio autor através dos seguintes contatos: 

joaoarquivo44@bol.com.br  
www.joaodesousalima.com
Fones: 75-8807-4138 ou 9101-2501 


http://cariricangaco.blogspot.com

João de Sousa Lima Participa da 8ª Bienal da UNE

Por: João de Sousa Lima

O Escritor João de Sousa Lima é um dos convidados da 8ª Bienal da UNE.

No momento será lançado seu mais recente trabalho literário: Centenário de Luiz Gonzaga e a Passagem do Rei do Baião em Paulo Afonso.

João Lima participará dia 23 de um debate e dia 24 será o lançamento do livro.

Segue a programação:

Maior festival estudantil da América Latina acontecerá em Pernambuco.

Está chegando o maior festival estudantil da América Latina, a 8ª Bienal da UNE. Marcado para acontecer em meados do mês de janeiro de 2013, o evento será realizado na capital do estado de Pernambuco.

Criada em 1999, a Bienal já é tradicional no calendário do movimento estudantil brasileiro e representa hoje a principal vitrine para os estudantes mostrarem o que está sendo produzido dentro das universidades do país. Inicialmente voltado para a cultura, o projeto hoje engloba também ciência, tecnologia, esporte e outras áreas.

Luiz Gonzaga no tema

O ano de 2012 foi todo marcado pelo centenário de um dos grandes astros da música popular brasileira, Luiz Gonzaga. Por isso, dessa vez, a Bienal trará o tema “A Volta da Asa Branca”, homenageando o mestre do forró e do baião. O evento busca mostrar a história dos sertões nordestinos e a influência dessa cultura para o país.

Dia 23/01/2013
16h às 17h30: Mostra selecionada de artes cênicas
Peça 1: O Santo e a Porca
Companhia 1: Nóis da Casa
Local: Espaço Ariano Suassuna – Alto da Igreja do Carmo

16h às 18h: Ciclo de debates
Tema 1: Música – O sertanejo que fez o Brasil forrozear
Convidados: Fred 04 (músico), Joquinha Gonzaga (músico e sobrinho de Luiz Gonzaga), Salatiel Camarão (músico)

Tema 2: Literatura – Literatura digital: o imaginário popular em rede
Convidados: Cida Pedrosa (Ponto de Cultura Interpoética), JOÃO DE SOUSA LIMA (historiador e colecionador), Sebastião Dias (violeiro e cordelista), Maria Alice Amorim (mestre em Comunicação e Semiótica e especialista em teoria da literatura)

Dia 24/01/2013
18h às 20h: Lançamento de livro
Livro: Luiz Gonzaga e sua passagem por Paulo Afonso
Escritor: JOÃO DE SOUSA LIMA
Local: Espaço Forrobodó – Praça do Carmo de Olinda




O livro Centenário de Luiz Gonzaga e a passagem do Rei do Baião em Paulo Afonso será um dos trabalhos que serão lançados durante a Bienal.

Enviado pelo escritor e pesquisador do cangaço: 
João de Sousa Lima

http://www.joaodesousalima.com/