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terça-feira, 3 de junho de 2014

JORNAL " O POVO "...EDIÇÃO DE 5-8-1938


Jornal "O Povo" 
Edição de 5 de Agosto de 1938, publicou a foto da barraca do famoso cangaceiro Lampião em Angico, no Estado de Sergipe

Fonte: facebook


Postado por Adryanna Karlla Paiva Pereira Freitas
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“Cabroeira”, bom dia!


Na gravação que Benjamin Abraão fez com o bando de Lampião, há uma cena em determinado momento, que Lampião anda em direção a lente, chegando muito perto, começa a falar, como não há áudio, infelizmente, não sabemos o que ele diz. 

Porém, se alguém conseguir ler seus lábios, saberá o que ele comenta. Tentei mas não consigo saber, ler nos lábios, o que ele declara. Se alguém conseguir essa façanha ficará na história.

Fonte: facebook
Página: Sálvio Siqueira.

Postado por Adryanna Karlla Paiva Pereira Freitas

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ONDE ESTÁ O AMOR A TERRA

Por Clerisvaldo B. Chagas, 2 de junho de 2014 - Crônica Nº 1.201

Dentro da lógica “só se ama o que se conhece”, focamos às nossas escolas brasileiras lembrando o Projeto Rondon. Um projeto criado para que estudantes de uma região conhecessem outras regiões do país e com elas fizessem intercâmbios culturais. 


O nosso país é imenso e, são muito grandes as diversificações, embora a língua portuguesa com seus vários sotaques nos mantenha unidos. Se todos os brasileiros tivessem oportunidades de conhecer o seu país, a discriminação, por certo, seria reduzidíssima.

Entretanto, tudo deve começar dentro de cada município. Demonstrando a realidade do território de Santana do Ipanema, como exemplo, deveria haver semanalmente, deslocamento de turmas de alunos de certa escola para conhecer o restante do município. Temos a região serrana onde as crianças nascem crescem e estudam em cima das serras, Estas escolas deveriam passear constantemente para ver novas realidades, tanto em outras serras quanto na baixada. Os estudantes da serra do Poço, Gugi, Caracol, Camonga e outras, iriam conhecer a baixada como Olho d’Água do Amaro, Samambaia, Pedra d’Água dos Alexandres... E vice-versa, orientados por equipe de professores que exigiria depois, trabalhos e discussões do que viram. Como podemos cobrar do aluno o amor ao seu município se ele não o conhece. Não se ensina a história municipal, a geografia com seus acidentes e economia, não se faz uma única incursão... Como essa realidade pode mudar?

Por outro lado, a falta de criatividade, conhecimento e mesmice, faz com que continuemos numa escola do passado. Quando surge alguma boa ideia, logo é atropelada pelo desânimo da “falta de condições das autoridades”. E o mestre que não é mestre de nada, não procura outras alternativas para realizar o que idealizou, desanimado com o enfado de cada dia.

O resultado é que o aluno se torna adulto e até precisa trabalhar em outra região do país, mas nem sequer identifica a história, a geografia e os hábitos do seu município, somente os poucos quilômetros quadrados do bairro ou do sítio em que nasceu.

Um dos grandes resultados da ignorância, também se reflete na política quando a população exige dos seus dirigentes honestidade e amor a terra. Ora se eles nada conhecem, ONDE ESTÁ O AMOR A TERRA?


Postado por Adryanna Karlla Paiva Pereira Freitas
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VOO AO LIMITE DO CHÃO

Por Rangel Alves da Costa*

Voar no pensamento significa uma louvável esperança de alcançar objetivos, uma tentativa de, ao menos ilusoriamente, estar diante de algo tão desejado. Todo voo mental vai além de uma possibilidade terrena momentânea para se situar numa realidade ilusória, mas com plena validade se satisfaz os anseios do sonhador.

E os voos tomam rumo por diversos motivos. Como as realidades negam a concretização de planos e objetivos, como as dificuldades da vida impossibilitam o alcance daquilo que tanto se deseja, então só resta ao indivíduo tentar alcançar tais realidades de outra maneira, que é através do pensamento, da mente que alça voo em direção ao desejado.

E o voo no pensamento, desimpedido e sem barreiras, sem pessoas atrapalhando a viagem e sem aquelas invejas tão próprias na caminhada sobre o chão, não só leva a pessoa aonde ela bem desejar como lhe causa sensações indescritíveis, e todas boas, positivas, alvissareiras. Daí que muitos alçam voo a qualquer instante e outros procuram suas plataformas para esvoaçar as asas mentais.

E que viagem intensa, profunda, maravilhosa. Na mente, como uma realidade em perfeição, aquilo que foi buscado. E assim ser possível a imediata presença num lugar distante, o encontro com o ser amado, o sorriso da vitória, o reencontro com aquilo que seria impossível fisicamente. Contudo, como todo voo tem ponto de partida, momentos de estadia e instante de retorno, eis que uma nova realidade será encontrada quando do pouso forçado.


Pouso forçado porque ninguém quer descer da nuvem, do etéreo imaginário, da galáxia mental. Voou exatamente para fugir da realidade terrena, e eis que novamente os pés têm de enfrentar a mesma realidade. E dessa não pode fugir, não pode omitir-se nem fingir que as coisas não acontecem ou simplesmente negligenciar as situações. Chega-se, assim, ao que é tão conhecido, seja florido ou temerosamente espinhento.

Da maravilha do voo ao enfrentamento da realidade. Tal rompimento é que torna o voo, o sonho de olhos abertos ou idílio imaginativo, em algo tão doloroso para muitos. Mas impossível permanecer lá em cima, viajando, sonhando. É na terra, pois, rente ao chão, que a vida caminha e tem de prosseguir. É na caminhada, mesmo que por cima de pedras e com mãos lanhadas das marcas da luta, que a vida se perfaz.

Mas nem tudo está acabado quando a pessoa desce do voo para o enfrentamento da realidade. Sonhar é bom, mas é preciso aprender a se relacionar com as situações de vida com as mesmas asas do voo mais distante. Como isso pode ser feito? Ora, basta ter em mente que o sonhado pode ser concretizado na realidade presente, de olhos abertos e plena consciência de tudo o que acontece ao redor.

É preciso, pois, aprender a voar no limite do chão; aprender a sonhar sem sair da realidade; aprender a ir além sem fugir do momento presente. Se há na mente uma imperiosa vontade de conseguir realizar algo, o primeiro passo é a luta para concretizar tal sonho; se o pensamento insiste em querer alcançar algo até mesmo impossível para muitos, o primeiro passo é torná-lo possível diante da persistência, da certeza que irá conseguir. Assim, é a luta que traz asas, que torna possível o sonho. E faz o indivíduo alcançar aquilo que desejar.

Eis a lição de um sábio diante de um discípulo sonhador: Vai que a ti pertence aquela nuvem. Alça teu voo e vai. Mas antes tenha certeza de ter aprendido a caminhar o suficiente para conseguir levitar. Se tua vontade é conseguir chegar até lá, então que vá caminhando. Mas faça de cada passo uma certeza que logo adiante conseguirá levitar.  E depois voar. Assim acontece com os grandes desejos. Nenhum homem consegue voar sem primeiro aprender a caminhar. É pela persistência na caminhada que se alcança o mundo, o céu, a nuvem...

Então vai. Suas asas são belas e grandiosas, o céu é imenso é esperançoso. Então vai. Sua nuvem é rente ao chão, o horizonte está abaixo dos seus pés, mas vai. Sabe o que quer e se reconhece como pássaro, então vai. Se há luta tudo será possível, tudo será conseguido. Então vai. E sempre atento ao que disse Nietzsche: Quanto mais me elevo, menor fico aos olhos de quem não sabe voar.
  
Poeta e cronista
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Postado por Adryanna Karlla Paiva Pereira Freitas
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ENTREVISTA SOBRE O FIM DO AEROPORTO AUGUSTO SEVERO

Publicado em 31/05/2014 por Rostand Medeiros

NOSSA ENTREVISTA NO NOVO JORNAL SOBRE O ENCERRAMENTO DAS ATIVIDADES CIVIS NO AEROPORTO AUGUSTO SEVERO E SUA HISTÓRIA, EDIÇÃO DE SÁBADO 31/05/2014. TRABALHO MARAVILHOSO DO JORNALISTA JALMIR OLIVEIRA…








Extraído do blog Tok de História do historiógrafo e pesquisador do cangaço Rostand Medeiros

Postado por Adryanna Karlla Paiva Pereira Freitas
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Academia Dorense de Letras - Convite


Família Cariri  Cangaço, saudações literárias!

Em nome da Comissão Organizadora da Academia Dorense de Letras (ADL), tenho a honra de convidá-los a abrilhantar com suas presenças a solenidade de instalação desta Arcádia Literária.
Na oportunidade, ocorrerá a posse dos acadêmicos 

João Paulo Araújo de Carvalho José Barbosa e Luís Carlos de Jesus.
O evento terá lugar às 8 horas do dia 11 de junho de 2014
e será realizado nas dependências da
Câmara de Vereadores de Nossa Senhora das Dores.

Recebam os votos de estima de todos que fazem a ADL.
Fraternalmente,

Prof. João Paulo Araújo de Carvalho
Representante da Comissão Organizadora
Academia Dorense de Letras

Postado por Adryanna Karlla Paiva Pereira Freitas
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HISTÓRIA A filha de lampião

A filha dos cangaceiros mais famosos do país, dona Expedita Ferreira, veio de Salvador especialmente para ser homenageada pelo Fitas. Elas se emocionou durante o espetáculo Xaxado. (Foto: Solon Queiroz)

Grupo Fitas resgata, através da arte, um dos momentos mais importantes da história do país, o Cangaço. O amor de Lampião e Maria Bonita é contado através do espetáculo Xaxado, que também faz uma emocionante homenagem a única filha do casal de cangaceiros

Michelle Tondinelli
Freelancer

“Se o senhor estiver em um negócio, e for se dando bem com ele, pensará porventura em abandoná-lo? Pois é exatamente o meu caso. Porque vou me dando bem com este "negócio", ainda não pensei em abandoná-lo”, capitão Virgolino Ferreira, mais conhecido como Lampião, em entrevista do médico de Crato, Dr. Octacílio Macêdo.

O rei do Cangaço, o famoso capitão Virgolino Ferreira, também conhecido como Lampião, fez história no Nordeste do país. Ele e sua mulher, Maria Bonita, foram o  inimigo número um da polícia local. Lampião começou com a vida de crimes em 1920, para vingar a morte do pai. Roubava, cobrava tributos de latifundiários e assassinava por vingança ou por encomenda. Quando passava por Santa Brígida, interior da Bahia, conheceu Maria Bonita. Amor à primeira vista! Nômades, sempre acolhidos pelos donos de fazenda, que zelavam pela segurança do bando. Em 1938 teve fim a vida de crime de Lampião e Maria Bonita, eles e sua quadrilha caíram em uma emboscada, ambos foram assassinados juntamente com seu bando. Maria Bonita e Lampião foram pais de uma menina nascida em 1932, que recebeu o nome de Expedita Ferreira. 

Crescer e ouvir histórias horríveis sobre quem eram seus pais, como roubavam e matavam, foi a vida de Expedita Ferreira. Ela reconhece que não foi fácil perder a vergonha de ser a filha de Lampião e Maria Bonita. “Quando eu era nova, tinha muita vergonha, não queria que tocassem no assunto de quem eram os meus pais, e eu não gostava. Ouvir histórias de Lampião ser matador, cangaceiro, ladrão não era fácil. Lampião e Maria Bonita me visitaram algumas vezes quando eu era nova, e eu tinha medo, eles tinham armas, e até ai, eu não tocava no assunto, ele morava no mato”, recordar-se.

Todo filho do cangaço tinha que ser dado, para não correr o risco de ser morto pelos inimigos. “Quando mataram lampião, descobriram que eu estava com um casal, foi quando fui embora para Salvador. Lá morei com o pai da minha mãe, e fui mudando minha concepção de se ser filha deles. Ai, no ano de 1956, com quatro filhos, fui dar a minha primeira entrevista como filha de Lampião e Maria Bonita. Logo depois, uma moça, a Cristina Machado, fez uma tese de doutorado e me convidou, foi ai que conheci o lado bom de Lampião, parando de ter vergonha de quem eram os meus pais, quem Lampião foi e quem Lampião era”, destaca.

Convidada pelo Grupo de Danças e Tradições Folclóricas Fitas, Expedita recebeu uma placa de homenagem e assistiu ao novo espetáculo do grupo, o Xaxado. “Com isso, vim a Montes Claros, fiquei muito emocionada e valeu muito a pena ter vindo, mesmo que eu não tenha convivido muito com meus pais, hoje, eu sei quem eles eram, sei as coisas ruins e boas”, diz.

O Xaxado

O Xaxado é uma dança típica nordestina, cuja origem está diretamente ligada diretamente ao Cangaço especificamente por Lampião e seus companheiros por volta dos anos vinte. “No inicio denominava-se Xaxado apenas a música que era usada como fundo para a dança pisada. Há uma diferença entre Xaxado, que é a música, e a pisada que é a dança. O Xaxado servia para que sobre ele se dançasse um tipo de coreografia que era chamada de pisada”, afirma o coreografo do Grupo Fitas, Leonardo Silva Alves.

Com a grande história do Nordeste, o Grupo Fitas tinha vontade de montar um espetáculo sobre o Xaxado. “Foi ai, que comecei a realizar pesquisas sobre o cangaço, o xaxado, lampião e Maria bonita. Assisti a documentários, li sobre a história, li a pesquisa de pesquisadores, e o que tinha na internet. Descobri uma fundação chamada Cabra de Lampião que tinha todas as informações que precisava para completar minha pesquisa, e é considerado o grupo mais antigo sobre o xaxado”, frisa. 

Ao assistir DVD’s de diversos grupos de dança, analisar as coreografias, Leonardo procurou não cometer plágios nas danças. Ele explique que queria uma coreografia que mostrasse o Xaxado, mas com uma concepção do norte de Minas. “O lampião inovou o cangaço e o xaxado pela necessidade de fugir no meio do mato. Ele era um justiceiro que gostava das coisas certas, criou em seu grupo o uso das alpargatas e sandálias de couro. Seus versos eram feitos com gozação do cotidiano de suas vidas e o movimento dos pés”, finalizou.

http://www.revistatempo.com.br/index.php/noticias/detalhes/regional/977

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José Onias de Carvalho quando foi fotografar Lampião morto.


José Onias de Carvalho quando foi fotografar Lampião morto. Propriá, 29 de Julho de 1938.

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O cangaço Pergunta...


Os(as) amigos(as) membros do grupo saberiam me informar à quem pertenceu esse punhal e essa colher de prata?


Ao centro o cangaceiro Esperança

Fonte: facebook
Página: Geraldo Júnior‎O Cangaço

Postado por Adryanna Karlla Paiva Pereira Freitas
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segunda-feira, 2 de junho de 2014

UM POVO DE FÉ, UMA JUVENTUDE SEM DEUS

Por Rangel Alves da Costa*

Certamente que os caminhos percorridos pela vida, os encontros e desencontros no curso da estrada, aliados à sabedoria adquirida e ao aprofundamento da espiritualidade, são alguns dos muitos fatores que vão tornando as pessoas mais crentes e temerosas, despertadas para a religiosidade e devotadas aos ofícios da fé. Assim, talvez a idade vá despertando no ser a necessidade de aproximação maior da religiosidade como forma de remição dos erros, proteção das ameaças do mundo e clemência divina no além.

Não obstante isso, a intensificação da fé e do acompanhamento das sagradas escrituras, com seus preceitos e fundamentos, surgem quase como uma necessidade espiritual para muitos. Longe de beatismos e exageradas devoções, muitas pessoas, principalmente aquelas de idade mais avançada, além do culto íntimo do divino e das santidades, vão buscar nos ofícios religiosos e nas palavras dos sacerdotes a confirmação de suas experiências de fé.

Assim, as experiências de fé vão se acumulando na existência e se tornam mais reconhecíveis quando a pessoa passa a buscar a comunhão entre sua devoção pessoal e as respostas obtidas na igreja. Desse modo, a igreja não é vista apenas como um lugar de missas, ofícios e orações, mas principalmente como um espelho de toda a sacralidade que o indivíduo precisa absorver espiritualmente. Quem ultrapassa a porta de um templo não objetiva apenas presenciar uma missa ou fazer confissão, mas encontrar um significado espiritual muito mais profundo.

O reconhecimento da igreja como meio de fortalecimento espiritual, contudo, não se dá sem o pressuposto da fé, da religiosidade em si. E é por isso que a clientela religiosa é na sua grande maioria de pessoas com longos caminhos já percorridos na vida, conhecedoras das flores e espinhos da estrada, e que se amparam na religiosidade porque reconhecem a fragilidade humana para resolver os problemas surgidos. Mas também para devotar sua crença divina e enfim reconhecer a supremacia dos poderes de Deus.


Nesta perspectiva, logo a conclusão que a maior parte da juventude vai trilhando seu percurso sem ao menos pensar na religiosidade como força essencial e propulsora da caminhada, na tomada de atitudes e na concretização de objetivos. A Bíblia nem sempre desperta interesse, os sinos das igrejas e catedrais não possuem significado algum, as missas e os ofícios religiosos são coisas de velhos e menos interessantes que passeios, baladas e curtições. Logicamente que nem todos os jovens pensam e agem assim.

Mas a maioria, infelizmente, tem a religiosidade, a fé, a crença, a devoção e a obediência aos preceitos sagrados como fatores de menor importância. Preceitos como santíssima trindade, sacramento, eucaristia, comunhão e evangelização, são quase sempre desconhecidos ou tidos como coisas de devotos e beatas. E inusitadas serão as respostas se houver indagação acerca de Deus, Jesus Cristo, santidades e anjos. Conhece o pecado por outros fundamentos, mas não pelo sentido religioso.

Uma ou duas vezes por semana, sempre ao entardecer, me dirijo aos templos católicos situados no centro da cidade. Geralmente acompanho a missa do final da tarde na Catedral Metropolitana e, um pouco mais tarde, a missa da Capela de São Salvador. Chego sempre mais cedo e fico na frente da catedral observando a paisagem e tudo que acontece ao redor. E vejo jovens passando alegres, contentes, fazendo uma reverência de vez em quando, mas dificilmente algum subindo os degraus para adentrar no templo.

Por consequência, são raros os jovens que podem ser avistados durante a celebração da missa. Os que se fazem presentes já saíram de seus destinos com direção e objetivo certos, vez que deixam outros afazeres para aquele momento especial de alimentação da fé. Mas o mesmo não ocorre com outros que apenas passam diante da igreja como caminho comum e, mesmo com tempo suficiente para assistir uma missa, sempre preferem seguir adiante para outros compromissos. E talvez muito mais importantes, segundo suas propensões.

Sem a presença da juventude nos ofícios religiosos, sem que os jovens estejam também como ouvintes dos ensinamentos dos evangelhos, a igreja se torna como um jardim sem suas flores mais belas. Ora, a juventude é seiva e essência do mundo, é de onde brotam as esperanças de realização para um futuro melhor, é a verdadeira pétala que carrega aroma e perfume da grandeza da vida. E a igreja necessita dessa presença no seu jardim, eis que estão nos jovens as sementes das boas colheitas.

Por outro lado, quando se tem o jovem distanciado da fé, afastado da religiosidade e ausente da igreja, desconhecendo ou negligenciando os preceitos sagrados, não significará apenas a sua desproteção espiritual. No espírito fraco e na ausência de Deus estarão abertos os portais para os malefícios do mundo. E é por isso que se corre o risco de não apenas se ter uma juventude profana e pecadora, mas principalmente tomada dos males sociais já tão conhecidos por todos.

Poeta e cronista
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Postado por Adryanna Karlla Paiva Pereira Freitas
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A CASA DE MARIA BONITA


Hoje vamos homenagear o escritor, pesquisador e cineasta, Gilmar Teixeira, autor dos livros "Quem Matou Delmiro Gouveia" e Um passado de Glória, e com seu filme a casa de Maria, acabou de passar das 200.000 visualizações no youtube, uma marca considerável no cinema independente, hoje vamos colocar para os amigos algumas fotos do amigo Gilmar, da casa de Maria bonita, feitas com um olhar diferente.



A vegetação do nordeste é cheia de encanto. A caatinga; mata branca para nossos ancestrais; nos reserva verdadeiras bênçãos da natureza. 


Dentre essas vamos encontrar o majestoso Mandacaru. Muitas vezes coadjuvante dos sertões; hoje nos é apresentado como protagonista, pelo olhar do grande fotografo e cineasta Gilmar Teixeira


Fonte facebook

Postado por Adryanna Karlla Paiva Pereira Freitas

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ACEITA UMA FRECHADA?

Por Clerisvaldo B. Chagas, 30 de maio de 2014 - Crônica Nº 1.200

“Uma flecha é um projétil disparado com um arco. Ele antecede a história e é comum a maioria das culturas.

Foto: Lucas Salomão, G1.

Uma flecha consiste de uma haste longa e fina, com seção circular, feita originalmente de madeira e agora também de alumíniofibra de vidro ou de carbono.

Ela é afiada na ponta ou armada com uma ponta de flecha em uma extremidade, dispondo na outra de um engaste (nock) para fixação na corda do arco. Pontas de flecha são disponibilizadas em uma variedade de tipos, adequando-se ao uso que será feito da flecha, seja desportivo, caça ou militar. Próximo à extremidade posterior da flecha são colocadas superfícies de estabilização que constituem a empenagem da flecha, a fim de ajudarem na estabilização da trajetória de voo. Geralmente em número de três, as penas são dispostas ao redor da haste formando um ângulo de 120º entre si. Nas flechas modernas as penas são fabricadas em plástico e afixadas com cola especial.

Artesãos que fabricam flechas são conhecidos como "flecheiros", termo relacionado à palavra francesa para flecha, flèch

Conforme a flecha voa em direção ao alvo, sua haste irá entortar-se e flexionar de um lado para o outro, lembrando um peixe debatendo-se fora da água e caracterizando um fenômeno conhecido como paradoxo do arqueiro.

O equipamento, espécie de coldre ou estojo, usado para carregar as flechas usadas pelos arqueiros desde a mais remota antiguidade é chamado de aljava”.

Mas o povo brasileiro gosta de inventar palavras e associar situações. Conheci um sujeito, humorista por natureza, que bebia cachaça. Quando dava a sua hora de enfrentar o copo, dizia para os amigos: “Vou ali tomar uma frechada”.

Mas flechada de verdade ainda existe no Brasil moderno. Bem que o protesto dos índios em Brasília foi uma coisa inusitada. Devidamente caracterizados e pintados para a guerra, misturaram-se a outros descontentes e não foram ouvidos pelas autoridades. Deu no que deu.

Perambulando entre um prédio público e outro, os indígenas foram atacados pela cavalaria. Índio é bicho disposto, tome flechada num cavaleiro que talvez se julgasse do Apocalipse. Vai para o hospital o infeliz varado na coxa, pensar porque atacava os indefesos. Índios contra a cavalaria numa cena tipicamente urbana, e flechadas das boas repercutiram pelo globo.

Isso faz lembrar o tempo em que certo governador de Alagoas, mandou que a cavalaria massacrasse os professores diante do palácio, educadores que apenas queriam dialogar com ele. Os castigos de Deus não tardaram e ainda hoje o ditador sofre às consequências.

O meu compadre quer ser índio explorado, policial metido à besta, professor insatisfeito ou governador padrão bufa?

A única saída desse quadrado, amigo, é esquecer tudo. Vamos comigo, comemorar 1.200 crônicas escritas para o mundo! ACEITA UMA FRECHADA?



Postado por Adryanna Karlla Paiva Pereira Freitas

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CONSIDERAÇÕES INTERESSANTES DE UM EX-RASTEJADOR CONTRATADO PELA POLÍCIA BAIANA, SOBRE LAMPIÃO NA BAHIA


“DIÁRIO DA TARDE” (JORNAL SERGIPANO) – 07/10/1933
VIRGULINO FERREIRA E A BAHIA

Como tivéssemos sabido de que nesta capital se achava um cidadão que tinha sido rastejador, como contratado pela polícia baiana, do bando do execrado facínora Virgulino Ferreira, procuramos ouvi-lo, pois, ao que achávamos ninguém melhor do que ele falaria sobre o que tem sido o rosário enorme de crimes perpetrados pelo bandoleiro maldito.

Encontramo-lo a tomar um café, no “Ponto Central”. Um amigo nos proporcionara a aproximação.

Depois de conhecida a nossa qualidade, o aludido cidadão prontificou-se a nos ministrar as informações desejadas.

Depois de nos dar o seu nome, que ocultamos por interesse público, entrou a narrar o que tem passado e o que tem visto nos lugares onde tem estado.

- A sua vida de rastejador provém de uma predisposição natural, ou deriva de motivos pessoais? – perguntamos.

- Não. Eu era proprietário em Patamuté. Há cerca de três anos, aceitara o cargo de fiscal da construção da estrada de rodagem de Juazeiro a N. Sra. da Glória. Tendo necessidade de ir comprar uns animais na fazenda Roçado, termo de Riachão da Várzea, um dia, às 7 horas da manhã, sem que ninguém esperasse, chega o bandido, acompanhado de seis companheiros. Depois de matar um rapazinho da fazenda e de furar a punhal oito muares que se achavam amarrados à porta da casa, Lampião batera em retirada.

Em caminho, um seu companheiro chamado Zé Baiano, que me conhece, lhe disse qual o cargo que estava ocupando, em vista do que ele me mandou uma carta, que apresentei ao então capitão Euripedes Esteves Lima, naquela data chefe de polícia de minha terra, na qual dizia que a estrada eu não acabaria; mas, se acabasse, na minha propriedade eu não moraria.

Tomei as minhas precauções, vendendo a propriedade e me dedicando, por enquanto, à estrada.

Pouco tempo depois eu recebera aviso que corresse porque a fera vinha à minha procura. Resolvi, então, a me resguardar sem baixeza, para que ofereci os meus serviços à polícia, serviços que foram aceitos para entrar em combate cerca de 18 dias depois, do qual escapei milagrosamente, vendo mortos, dos lados, 4 companheiros, que, como eu, obedeciam ao comando do hoje tenente-coronel Liberato.

-Quer dizer que o primeiro encontro traduziu o tamanho dos lençóis em que ia se meter, não? Pilheriamos.

Foi. Mas sob as ordens daquele coronel o ânimo não nos falta. Eu era apenas contratado, mas, como os outros, tinha que enfrentar os maiores perigos, pois que o comandante era o primeiro a dar o exemplo.

- Há muitas colunas disseminadas pelo Estado?

- Muitas. Eu porém só posso contar de três.

- O que há de verdade sobre a notícia da prisão, em Jeremoabo, de quatro comandantes de colunas? Foi certo isso?

- Certíssimo.

- Conhece-os? O que julga tivesse os levado a trair?

- Conheço todos. São eles sargentos João Teixeira da Silva, Jaco de Santa Brígida, Vicente Marques e Tiburtino Salinas – todos da polícia baiana. Penso que o motivo da traição foi dinheiro.

- Mas como, se eles são pagos!

- Deveriam ser e são pagos. Mas o dinheiro atrasa até três meses e quando chega o de um mês é nada comparado com o que se deve no barracão.

- E há barracão?

- Há. Esse barracão, que explora barbaramente os soldados, cobrando preços incríveis pelas mercadorias, tem sido, mesmo assim, a salvação dos soldados. Imaginem que situação. Devendo-se quantia equivalente ao gasto de três, é claro que o pagamento de um mês fique lá mesmo no barracão.

E porque não reclamam?

- Porque não se pode. Primeiro é necessário, para se chegar à capital, uma viagem horrível; segundo, porque superior nenhum levaria em conta nossa queixa; terceiro porque não se pode deixar o destacamento sem permissão e esta nunca obtemos. Tem soldados que desertaram perdendo meses de soldo .

Há dias conversamos com um sertanejo de sua terra e ele nos disse que a polícia comete, por vezes, mais depredações que o próprio bando sinistro. É verdade?

- É, em certos casos e conforme o comandante. O tenente Dourado, por exemplo (que nunca quis perseguir o bandido, pois que os rastejadores o levavam até poucos metros de distância do bando, e ele nunca o enfrentou) este era um perigo.

Fez tanto que foi tirado dessas comissões. E há outros que não mandam mas assistem indiferentes os soldados fazerem. Ora, isso desgosta as populações, que não têm interesse em se expor ao perigo de delatar.

- E a chefia de polícia da Bahia não sabe disso?

- Manda a justiça que suponha que não. Entretanto, nunca mando inspecionar.

- Quais os lugares mais visados por Virgulino?

- Na zona do norte – Uauá, Monte Santo, Cumbe, Curaçá, Santo Antonio da Glória.

- Esses lugares têm bons destacamentos?

Uns. Outros não. Mesmo bem guarnecidos, cedem às vezes covardemente. Em Patamuté mesmo, seis capangas, sem estar presente Lampião, fizeram correr 16 soldados bem municiados.

- Quais são, a seu ver, os bandidos mais temíveis depois de Lampião?

- Zé Baiano, Labareda e Cirilo. Para ajuizar do que lhe falei por último, basta lhe citar o seguinte. Ele é sobrinho de Antonio de Engrácia. Antonio de Engrácia, num combate travado em Feira do Pau, derrubou, com uma punhalada, um contratado sergipano, parente de um senhor chamado José Ribeiro que tem um engenho.

- Jacoca.

- Isso mesmo. Mas é que o rapaz, recebendo a punhalada, resistiu em cair, razão porque recebeu uma segunda, que o prostrou, mas lhe facilitou também dar uma na garganta do seu agressor Antonio de Engrácia, que foi conduzido dali perdendo muito sangue, pelos companheiros. Pois bem. No meio da viagem, como fosse enfadonha a condução de um doente, o Cirilo acabou de matar o tio à faca. Seus ossos estão enterrados em Jeremoabo, segundo afirma o “Esperança”.

- Quais as zonas escolhidas por Lampião para uma temporada maior?

- De Jeremoabo a Várzea da Ema, Uauá, etc.

- Ele tem passado muito tempo fora do seu Estado?

- Não. Lampião mora na Bahia. Quando ele procura outro Estado é em rápido passeio, à procura de dinheiro ou de munição. Passa uns dias e volta.

- E porque o senhor deixou a função de rastejador?

- Porque, devido à minha facilidade de levar, pelo rasto a força a dar combate com os bandidos, estes não me toleram. Não será difícil, pois, que eles, já possuindo delatores entre os soldados, consigam destes a minha morte. O traidor não mede a traição. Já começaram traindo, como aqueles comandantes presos, fornecendo munição; daí para entregar qualquer um aos bandidos é um nada. E eu, o que temo, é ser traído.

Estava se prolongando nossa entrevista e resolvemos terminá-la. Levantando da cadeira, agradecemos as informações prestadas.

Com os cumprimentos, terminou o informante com estas palavras: Do que lhe disse posso corroborar com documentos.

Fotos extraídas do blog Cariri Cangaço e outros: cangaceiros Lampião, Cirilo de Engrácia (morto), Zé Baiano e Labareda, e coronel Liberato (com Aderbal Nogueira, ao fundo, pesquisador do Cangaço).

Fonte: Facebook
 Página: 

Postado por Adryanna Karlla Paiva Pereira Freitas

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ÚNICA IMAGEM VIVA DO BEATO ANTONIO CONSELHEIRO...


ESTA IMAGEM NÃO EXISTE NO GOOGLE POR ISTO ESTÁ EMODULRADA FAZ PARTE DO PORTAL DO CANGAÇO DE SERRINHA. UMA DOAÇÃO DO POETA PINGO DE FORTALEZA OU PINGO GUARÁ...!!!

Antônio Vicente Mendes Maciel (Quixeramobim, 13 de março de 1830 — Canudos, 22 de setembro de 1897), mais conhecido na História do Brasil como Antônio Conselheiro, que se autodenominava "o peregrino”, foi um líder religioso brasileiro.

Figura carismática, adquiriu uma dimensão messiânica ao liderar o arraial de Canudos, um pequeno vilarejo no sertão da Bahia, que atraiu milhares de sertanejos, entre camponeses, índios e escravos recém-libertos, e que foi destruído pelo Exército da República na chamada Guerra de Canudos em 1897.3

A imprensa dos primeiros anos da República e muitos historiadores, para justificar o genocídio, retrataram-no como um louco, fanático religioso e contra-revolucionário monarquista perigoso.

Fonte: facebook

Postado por Adryanna Karlla Paiva Pereira Freitas

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IOIÔ MAROTO


Crispim Pereira de Araújo: “O Antonio Alves de Araújo, vulgo Ioiô Maroto”
Crispim Pereira de Araújo, conhecido por Ioiô Maroto, primo de Sinhô Pereira, teve certa participação na história do cangaço também por necessidade de vingança, após ter sido ofendido em sua residência, na presença da esposa e dos filhos.

O comerciante de São José de Belmonte, Luiz Gonzaga Ferraz, mesmo não pertencendo à família Pereira nem aos Carvalho, clãs adversários entre si, ajudava à polícia na perseguição contra Sinhô Pereira, o que abalou sua amizade com o seu compadre Ioiô Maroto.

Assim, certa vez, quando a polícia visitou a residência de Crispim Pereira de Araújo, na Fazenda Cristóvão, em São José do Belmonte/PE, submeteu o seu respeitável dono a enormes vexações, inclusive, agredindo-o com coronhadas de rifle. A vítima ao perguntar quem era o mandante de tamanha ofensa, obteve como resposta que aquilo partira de Gonzaga.

Nesse tempo, Sinhô Pereira já não mais residia naquelas paragens, mas um dos membros de seu grupo, Lampião, continuava na localidade, o qual apoiou Crispim Pereira na sua empreitada vingativa. Dessa maneira, executaram seu plano, dando cabo da vida de Gonzaga no dia 22 de agosto de 1922.

Depois disso, para escapar às perseguições, Crispim Pereira de Araújo foi residir no Sertão dos Inhamuns/CE, sob a proteção de um Feitosa, o Coronel Leandro Custódio de Oliveira e Castro, mais conhecido por Leandro da Barra.

O Coronel Leandro já havia hospedado outros indivíduos oriundos de Pernambuco, dentre eles os três irmãos do afamado cangaceiro Antonio Silvino, chamados Vicente, José e Miguel, que foram aos Inhamuns por não poderem ficar em sua terra natal sem serem perseguidos.

Destaque-se que Crispim Pereira de Araújo quando chegou à Fazenda Barra, do Coronel Leandro, este lhe mostrou um presente que havia ganhado do Capitão Cassiano Pereira (avô das duas últimas esposas de Crispim), uma pistola em um estojo cravejado de prata, o que mais uma vez demonstra o intercâmbio entre as famílias dessas regiões, os Pereira de Pajeú e os Feitosa dos Inhamuns.

O certo é que Crispim deitou raízes nos Inhamuns, passando a se chamar Antonio Alves de Araújo. No sertão do Ceará, adquiriu a Fazenda Malhada, onde viveu com sua família pelo resto de seus dias, vindo a falecer no dia 19 de maio de 1953, aos 65 anos de idade.
Heitor Feitosa Macêdo.

Fonte: http://estoriasehistoria-heitor.blogspot.com.br/


Postado por Adryanna Karlla Paiva Pereira Freitas

FOTO HISTÓRICA: LUIZ GONZAGA E O PAI, JANUÁRIOS DOS SANTOS....


O sanfoneiro Luiz Gonzaga ao lado de seu pai, Januário dos Santos, em sua casa na cidade de Exu, no Pernambuco, 1972.
Foto: AE

Foto enviada por Ruan Paiva.

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