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sábado, 17 de julho de 2021

DIFERENÇAS E SEMELHANÇAS ENTRE LAMPIÃO E CHICO PEREIRA

 Por Guerhansberg Tayllow

Chico Pereira

Em semanas atras (precisamente no dia 26 de maio), tive a oportunidade de participar de um “bate bola” sobre o cangaço juntamente com Manoel Severo e Raul Meneleu, na plataforma Youtube, no canal do Cariri Cangaço. Gostaria de expressar minha felicidade em compartilhar aquele momento junto com Manoel Severo, Raul Meneleu e os ouvintes. Mas, a escritura deste breve texto tem como objetivo tentar responder uma pergunta que ficou incompleta (diante do compromisso com o tempo estipulado): quais as principais diferenças e semelhanças entre Lampião e Chico Pereira no universo do cangaço?

Manoel Severo me fez essa pergunta fazendo menção aos dois trabalhos produzidos por mim. Trata-se dos livros: Nas redes das memórias: as múltiplas faces do cangaceiro Chico Pereira, publicado em 2017; Virgulino cartografado: relações de poder e territorializações do cangaceiro Lampião (1920-1928), lançado em 2020.

Vamos direto aos pontos!

A principal semelhança entre os dois cangaceiros reside na entrada ao cangaço. Ambos ingressaram nessa forma de banditismo a partir de conflitos familiares, cujos interesses estavam no caso de Chico Pereira, na disputa direta pelo poder político local do município de Sousa no sertão paraibano. Já no caso de Lampião estavam na disputa territorial da Ribeira do São Domingos. Os desafetos dos familiares de Chico Pereira e de Lampião estavam (no momento do conflito) por cima na política estadual e, portanto, detinham maior controle sobre o aparelho de poder do Estado (como a polícia e os juízes). A família de Chico Pereira estava ligada a outro grupo familiar de maior poder: os Gomes de Sá, que estavam em decadência política no município de Sousa. Já a família de Lampião foi descrita pela historiografia do tema como uma família satélite dos Pereiras do Pajeú Pernambucano. Tanto os Gomes de Sá como os Pereiras (Pereiras do Pajeú Pernambucano) estavam ligados historicamente ao Estado Português, cuja tradição adivinha do processo de povoamento e do poder agrário. Contudo, com o nascimento da República, ambas famílias (Gomes de Sá em Sousa e os Pereiras no Pajeú Pernambucano) viram seus poderes políticos entrarem em decadência com a ascensão de outros grupos familiares. Foi nesse contexto complexo permeado pelas disputas em torno do poder político, econômico e territorial, que emergiram os cangaceiros Chico Pereira e Lampião.

Virgulino Ferreira, Lampião

Outra semelhança está no fato de Chico Pereira e Lampião terem entrado no Cangaço com a mesma idade: 22 anos.

Partindo da ideia que Chico Pereira teria nascido em 1900 e entrado no cangaço em 1922, posso afirmar que esse personagem se tornou cangaceiro com apenas 22 anos de idade. Já no caso de Lampião, tomando 1898 como data de nascimento e 1920 como a sua entrada no cangaço, também se pode afirmar que Lampião tinha 22 anos quando ingressou nessa forma de banditismo. É verdade que muitos autores de renome afirmam que Lampião já era cangaceiro antes de 1920, porém, consultando a documentação escrita de época não se encontra base para tal afirmação. O primeiro grupo de cangaceiros que Lampião fez parte foi chefiado pelo seu tio Antônio de Matilde, cujas ações estão documentadas somente a partir da segunda metade de 1920.

Sobre as diferenças...

Chico Pereira entrou no cangaço após vingar a morte do pai. Lampião entrou no cangaço movido pelo ódio contra os seus adversários que haviam provocado o desmantelamento territorial e familiar dos Ferreiras. Esse sentimento de ódio levou Lampião ao cangaço, fator que contribuiu diretamente para a morte da sua mãe e do seu pai. Mesmo com a morte dos pais, Lampião nunca matou os seus desafetos da ribeira do São Domingos, embora tenha tentado em inúmeras oportunidades. O projeto de vingança de Lampião aos poucos foi sendo marginalizado e a partir de 1924 é possível dizer que Lampião esteve mais preocupado em alimentar o compromisso com sua rede de protetores do que com a vingança contra os Nogueiras Alves de Barros. Além disso, no decorrer dos anos outros inimigos foram aparecendo na ordem do dia. É que o Lampião foi se refazendo enquanto cangaceiro, tornando o cangaço a “família”, o seu meio de vida, a sua profissão.

 Afirmei no “bate bola” com Severo e Raul, que Lampião se tornou um bandido político, um cangaceiro profissional.

Diferentemente de Lampião, Chico Pereira não fez do cangaço seu meio de vida, caso tenha feito, foi por um curto espaço de tempo, ali pelos idos de 1924-1925. Estou mais propenso a acreditar que Chico Pereira não tomou o cangaço como um meio de vida, dado que não teve uma vida nômade pela qual é fundamental para um cangaceiro profissional. Pelo contrário, Chico Pereira manteve hábitos do mundo sedentário, como casar e construir uma família fora do banditismo, foi assim que teve 3 filhos com sua esposa Jardelina. Já Lampião manteve o nomadismo como perspectiva de vida, o exemplo maior foi viver e reproduzir juntamente com sua companheira Maria Bonita dentro do cangaceirismo. Chico Pereira, inclusive, tentou abandonar de vez o cangaço o que ocasionou a sua prisão e posteriormente sua morte. Já Lampião, nunca se deixou capturar pela polícia e sua morte ocorreu quando estava em atividade no cangaço. 

Clássica foto de Lampião e familia, em Juazeiro do Norte - 1926

Outra diferença marcante foi o tempo e os espaços de atuação. Chico Pereira atuou entre os anos de 1922-1928, percorrendo pontos dos territórios de Pernambuco, Paraíba e do Rio Grande do Norte. Neste último estado, Chico Pereira concentrou sua atuação na região do Seridó. Como sabemos, o Rio Grande do Norte, não foi objeto de criação de redes de protetores por parte de Lampião. A atuação de Lampião foi muito maior e mais complexa do que a de Chico Pereira. Tendo atuado entre os anos de 1920-1938, percorrendo pontos dos estados de Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Ceará, Rio Grande do Norte, Bahia e Sergipe. Além de Lampião ter percorrido mais espaços durante mais tempo, também o fez com mais intensidade nas atividades cangaceiras do que Chico Pereira. Logo, Lampião foi muito mais registrado pelos meios de imprensa e pelos processos criminais.

Lampião e Chico Pereira estiveram juntos entre os anos de 1924-1925, o que rendeu maior conhecimento da opinião pública sobre Chico Pereira, dada a fama que Lampião já detinha e, que foi paulatinamente crescente, sobretudo a partir de 1925. Por que sobretudo 1925? Porque foi nesse ano que Lampião começou a ser objeto político da imprensa recifense que fazia oposição ao governo Sérgio Loreto. Em outras palavras, a imprensa oposicionista de Recife usou e abusou das ações de Lampião para atacar o governador Sérgio Loreto.  

Com relação as formas de combate dos dois cangaceiros, não é possível fazer uma devida comparação, pois temos pouco registro sobre as ações de Chico Pereira em combate. As narrativas disponíveis apontam na direção que Chico Pereira também foi um bom estrategista assim como Lampião. O fato foi que os dois usaram o dueto emboscada/retirada como forma de guerra nômade. Diante de uma vida mais movimentada, Lampião teve que utilizar a guerra nômade do cangaço muito mais do que Chico Pereira. Não significa dizer que um era melhor em combate do que o outro.

Uma grande diferença entre os dois está nas redes de proteção. Enquanto Chico Pereira esteve agarrado as relações com os correligionários do pai e, ao seu grande protetor, Antônio Suassuna (irmão do governador João Suassuna), Lampião produziu uma vasta rede de protetores em vários estados e alguns de forma simultânea. Nenhum cangaceiro se relacionou com protetores como Lampião. Nenhum cangaceiro soube ser tão político como Lampião, dada a sua capacidade de traçar alianças, de fazê-las, desfazê-las e refazê-las em outras bases. Ser político é a capacidade de superar o fim de uma aliança com a reconstrução de outras. Isso Lampião fez muito bem e de forma singular. Chico Pereira se agarrou demais ao seu protetor Antônio Suassuna, não foi capaz de perceber que no universo do cangaço, cangaceiro não pode se movimentar ou recorrer aos mesmos lugares o tempo todo. No quesito costurar redes de proteção Lampião não pode se comparar a nenhum outro cangaceiro. O único ponto em comum estava na importância de se relacionar com os protetores para sobreviver naquela vida. Mas o como se relacionar foi muito próprio de cada cangaceiro e, sem dúvidas, Lampião foi o rei, o capitão e o comandante nesse quesito. Por gentileza, não entender essa afirmação como uma apologia ao bandoleiro, mas como um reconhecimento histórico da sua capacidade relacional, que sem dúvidas alguma, esteve a serviço da vida e da morte.

Por fim, voltando para as semelhanças que não escondem suas diferenças...

Gostaria de finalizar o texto falando sobre o guardião da memória. Isso porque Chico Pereira e Lampião foram objeto de escritos no âmbito familiar que desejaram construir e proteger uma memória. No caso de Chico Pereira, o Guardião foi o próprio filho, o Padre Pereira, que escreveu o importante livro Vingança, não, publicado em 1960. Trata-se de um texto de grande erudição, cujo escritor partiu do seu lugar social de padre e filho para reescrever o passado trágico do pai por meio de outros significados. Quem estiver lendo essas letras e ainda não leu ou desconhece o livro Vingança, não, por favor, faça esse investimento para si mesmo: leia esse livro. Além da riqueza poética, literária, cristã e memorialista, vale destacar que o livro do Padre Pereira foi um dos primeiros textos escritos por familiares de ex-cangaceiros, ou seja, foi um dos primeiros a narrar a história pela ótica do cangaceiro (até então era muito comum as narrativas partirem de ex-volantes ou de intelectuais do folclore e da literatura). 

Manoel Severo, Raul Meneleu e Guerhansberg Tayllow nos Grandes Encontros Cariri Cangaço, no YouTube

Do lado de Lampião, tivemos os trabalhos memorialísticos da sua neta, Vera Ferreira, que iniciou seu trabalho de escrita com o clássico livro De Virgolino a Lampião, em parceria com o importante memorialista Antônio Amaury. Vera Ferreira e o padre Pereira, apesar de falarem de distintos lugares de formação, compartilharam um objetivo em comum: reconstruir e guardar a memória dos seus respectivos familiares. Tarefa difícil, pois no território da memória a cristalização de uma narrativa dita verdadeira será questionada, reelaborada e reescrita através de outros interesses, mesmo que esses outros apresentem semelhanças e diferenças...

Guerhansberg Tayllow , pesquisador e escritor 
Lastro, Paraíba

[1] Para acessar o “bate bola” ver: https://www.youtube.com/watch?v=jHP4qLDtS-U&t=7442s

https://cariricangaco.blogspot.com/2021/07/diferencas-e-semelhancas-entre-lampiao.html

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SERRINHA A HISTÓRIA DA LENDÁRIA VILA SÃO FRANCISCO. ANTIGO REDUTO DA FAMÍLIA PEREIRA DO PAJEÚ.

 

https://www.youtube.com/watch?v=6o6we7y7HE0&ab_channel=Canga%C3%A7ologia

A história da lendária Vila São Francisco incansavelmente citada nos livros referentes a historiografia cangaceira e que no passado foi um dos redutos da família Pereira durante sua luta contra os Carvalhos, onde se refugiavam cangaceiros famosos como Sinhô Pereira, Luiz Padre, Lampião e seus irmãos, entre tantos outros bandoleiros famosos da época. 

Vila que presenciou inúmeros fatos envolvendo as famílias Pereira e Carvalho, que foi incendiada e reconstruída, e que hoje repousa submersa pelas águas da barragem de Serrinha (Serra Talhada/PE) como uma testemunha inanimada de um tempo forjado a sangue, suar e sofrimento. 

Assistam e ao final deixem seus comentários, críticas e sugestões. 

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Forte abraço... Cabroeira! 

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CONSIDERAÇÕES JULGAMENTO DE LAMPIÃO SERRA TALHADA

 Por Aderbal Nogueira

https://www.youtube.com/watch?v=n4cMW2PxoqU&ab_channel=AderbalNogueira-Canga%C3%A7o 

Alguns depoimentos registrados durante o julgamento simulado de Lampião, na fazenda Pedreira - Serra Talhada, abril de 2002. Link desse vídeo: 

https://youtu.be/n4cMW2PxoqU

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O VAQUEIRO DO NORTE DE MINAS

 

Os apetrechos que compunham a vestimenta de um vaqueiro do Norte de Minas são os mesmos utilizados pelos vaqueiros nordestinos e que foram descritos por Luis da Câmara Cascudo (1976) no estudo das vaquejadas nordestinas. José Alípio Goulart (1966) também descreve magistralmente as indumentárias e vestimentas dos vaqueiros nordestinos que enfrentavam as caatingas para “pegar bois”. As semelhanças nas vestimentas entre vaqueiros dessas duas regiões, a norte mineira e a nordestina têm como origem comum no Brasil o trabalho com o gado nas fazendas durante o período colonial brasileiro, mas essas vestes têm suas origens iniciais nas lides pastoris de Portugal, como afirma Goulart (1966). Com uma vegetação hostil à sua frente, o vaqueiro nordestino desenvolveu uma vestimenta diferenciada com a finalidade de protegê-lo dos espinhos da caatinga arbustiva nordestina formada por árvores baixas e espinhentas, traiçoeiras e fatais a um despercebido ou iniciante no ofício.

A partir das descrições das indumentárias dos vaqueiros nordestinos de séculos atrás é possível, assim como afirma Goulart (1966) em meados do século XX, que as vestimentas dos vaqueiros norte mineiros praticamente se mantiveram como as de antigamente. Esse conjunto de acessórios que compõem a “armadura” do vaqueiro ainda pode ser facilmente encontrado nos locais onde os vaqueiros ainda podem desenvolver seu trabalho sem a interferência das “coisas modernas” como o caminhão boiadeiro.

Essas indumentárias para o trabalho diário com o gado eram e ainda são compostas por acessórios diversos como o chapéu, o peitoral, o gibão, asperneiras, as alpercatas, luvas, chicotes, bainhas e esporas. O chapéu é preferencialmente construído de couro macio, sendo possível “quebrar sua aba”.

A quebra ou não da aba do chapéu varia de região para região. Diferente do chapéu do vaqueiro nordestino cuja aba é quebrada para cima, os chapéus dos vaqueiros do Norte de Minas raramente tem suas abas quebradas e possui uma alça de couro que permite prendê-lo junto ao queixo para que não caia durante uma perseguição a alguma rês. No Nordeste brasileiro essas alças são conhecidas como barbicacho conforme mostra Goulart (1966), mas no Norte de Minas são conhecidas regionalmente como barbelas.

Fonte: Vaqueiros, seleiros, carreiros e trançadores:

uma etnografia com coisas, pessoas e signos.

 https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste

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O DESTINO - DOS - FERREIRAS ".

Por Luís Bento

Os três Ferreiras: Antônio, Livino e Virgulino. Em maio de 1920, abraçados aos 6 irmãos traçam o novo rumo da família. A essa altura Virgulino tinha ascendência sobre os irmãos mais velhos. Assim, foi quem tomou a palavra na hora precisa. Virando-se para João, que estava com 18 anos incompleto: 

- João, você vai cuidar de nossas quatro irmãs e de Ezequiel. Vai embora daqui, vá viver em paz. Voltando-se para Livino, recordou que os Ferreiras eram gente do bem. Os Ferreira ganhavam o seu sustento e não fazia mal a ninguém. Mas o destino se voltará contra eles. Tinham perdido propriedades e criações, com as mudanças forçadas. A velha mãe, Maria Sulene, morre de tanto sofrer. O pai José Ferreira, forá assassinado pelos próprios homens que tinham por obrigação garantir-lhe a vida. E o futuro Capitão Virgulino Ferreira conclamou com um olhar firme e decidiu, com voz grave: 

- Perdemos tudo, não perdemos? Agora é Matá inté morê. 

E assim naquele dia, nascia o famoso " Lampião ".

Fonte - Mozart de Castro e Silva - Revista

Região pág 06 - ano 1988.

JATI 17/07/21/.

Luís Bento

 https://www.facebook.com/groups/508711929732768

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ESTÁVAMOS COM PROBLEMAS...Internet.

 Por José Mendes Pereira


Estamos voltando. Desde de ontem que estávamos presos. Não podíamos postar, porque a internet não colaborava.

Desculpem a nossa ausência.

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quinta-feira, 15 de julho de 2021

PEÇA LOGO ESTES TRÊS LIVROS PARA VOCÊ NÃO FICAR SEM ELES. LIVROS SOBRE CANGAÇO SÃO ARREBATADOS PELOS COLECIONADORES.

  Por José Mendes Pereira 

A primeira obra é "LAMPIÃO A RAPOSA DAS CAATINGAS" que já está na 5ª. edição, e aborda o fenômeno do cangaço e a vida do maior guerrilheiro das Américas. Um homem que não temeu às autoridades policiais  e muito menos aqueles que lutavam contra a sua pessoa, na intenção de desmoralizá-lo nas suas empreitadas vingativas, e eliminá-lo do solo nordestino. Realmente foi feito o extermínio do homem mais corajoso e mais admirado do Nordeste do Brasil, na madrugada de 28 de julho de 1938, na Grota do Angico, no Estado de Sergipe, mas não em combate, e sim, através de uma emboscada muito bem organizada pelo alagoano tenente João Bezerra da Silva. 


O Segundo livro da trilogia do escritor e pesquisador do cangaço é: "FATOS ASSOMBROSOS DA RECENTE HISTÓRIA DO NORDESTE" com 332 páginas, e um grande acervo de fotos relacionado ao assunto. E para aqueles que gosta de ler e ver fotos em uma leitura irá se sentir realizado com todas as fotos.


O terceiro livro da trilogia também do escritor José Bezerra Lima Irmão é: "CAPÍTULOS DA HISTÓRIA DO NORDESTE" resgata fatos sobre os quais a história oficial silencia ou lhes dá uma versão edulcorada ou distorcida: o "desenvolvimento" do Brasil, o desumano progresso de colonização feito a ferro e fogo, Guerra dos Marcates, Cabanada, Balaiada, Revolução Praieira, Ronco da Abelha, Revolta dos Quebra-Quilos, Sabinada, Revolta de Princesa, as barbáries da Serra do Rodeador e da Pedra do Reino, Guerras de Canudos, Caldeirão e Pau-de-Colher, dando ênfase especial à saga de Zumbi dos Palmares, Invasões Holandesas, Revolução Pernambucana de 1817, Confederação do Equador e Guerras da Independência, incluindo o 2 de Julho, quando o Brasil se tornou de fato independente... São assuntos que dão gostos a gente lê-los.  

Adquira-os com o professor Pereira através deste e-mail: 

franpelima@bol.com.br

ou com o autor através deste g-mail: 

josebezerralima369@gmail.com

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NOVO LIVRO NA PRAÇA SOBRE CANGAÇO

Por José Mendes Pereira

 

Recentemente o escritor e pesquisador do cangaço Guilherme Machado lançou o seu trabalho sobre o mundo dos cangaceiros com o título "LAMPIÃO E SEUS PRINCIPAIS ALIADOS". 

O livro está recheado com mais de 50 biografias de cangaceiros que atuaram juntamente com o capitão Lampião. 

Eu já recebi o meu e não só recebi, como já o li. Além das biografias, tem fotos de cangaceiros que eu nem imaginava que existiam. São 150 páginas. Excelente narração. Conheça a boa narração que fez o autor. 

Pesquisador Geraldo Júnior

Prefaciado pelo pesquisador do cangaço Geraldo Antônio de Souza Júnior. Tem também a participação do pesquisador Robério Santos escritor e jornalista. Duas feras no que diz respeito aos estudos cangaceiros.

Jornalista Robério Santos

Não deixa de adquiri-lo. Faça o seu pedido com urgência, porque, você sabe muito bem, livros escritos sobre cangaços, são arrebatados pelos leitores e pelos colecionadores. Então cuida logo de adquirir o seu! 

Pesquisador Guilherme Machado

Adquira-o através deste e-mail: 

guilhermemachado60@hotmail.com

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COPIANDO DO FOLCLORISTA POTIGUAR, GUTENBERG BERG COSTA CENTENÁRIO DE VERÍSSIMO DE MELO (09/07/1921 - 09/07/2021): NOSSA HOMENAGEM!

"Veríssimo de Melo faz jornalismo, está findando o curso jurídico e espera continuar estudando e amando, naturalmente, terra e gente onde vive. Desde menino amalucou pelos folguedos tradicionais, alegrias, corridas, afoitezas de muitos séculos capitalizados nas pernas, braços e goelas molecas. Empinou corujas com galhardia, amarrando rucega na ponta da cauda, desafiando adversários, como Finnmore viu no Japão antes da bomba atômica. Comeu goiaba quente, teve dor de barriga escondida, fugiu da escola para ir ao Circo de Cavalinhos, acompanhou o Palhaço e apaixonou-se pela menina do trapézio. Todas as “constantes” do menino nortista vivem, agora recalcadas para o potencial, neste futuro bacharel em ciências jurídicas e sociais, com a borla tocada no quengo e o anel no fura-bolo.

Amou, logicamente, o Folk Lore, com suas divisões naturais da Literatura Oral e da Etnografia Tradicional. Frequentou livros e feiras, que são ainda os nossos museus de Arte e Trabalho Popular. Aprendeu a cantar todos os versos do “Fandango” e dar seis passos e meio no bailado da “Burrinha” no Bumba-meu-Boi. Não há uma atividade no plano folclórico que Veríssimo ignore. De velha raça de observadores, meio cético, meio crédulo, sabe ver, ouvir e contar. Os “antigos” deixaram-lhe no sangue a mania da liberdade moral, a impossibilidade do ritmo quaternário, lento e lindo, carregando a ponta da cauda de um manto. Dá-lhe logo vontade de levantar tudo de uma vez para verificar o que vai andando, se é gente mesmo ou bicho ensinado. Mas nada existe nesse companheiro que lembre deseducação desrespeito, desatenção, brutalidade. Ninguém terá mais amor ao passado, galas, modos, frases. Nem mais compreensão ao presente. Como um folclorista legítimo estuda o homem na sua normalidade, no trágico quotidiano, sem querer provar cousa alguma, sem obedecer aos bridões de uma doutrina ou aos freios de uma solidariedade total."

LUÍS DA CÂMARA CASCUDO

Fonte: Adivinhas / Veríssimo de Melo – Natal: Biblioteca da Sociedade Brasileira de Folk-Lore, 1948 - Prefácio de Luís da Câmara Cascudo.

Foto: VERÍSSIMO e CASCUDO.

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CANGAÇO – VIOLÊNCIA NO SERTÃO DO NORDESTE

Luitgarde Oliveira Cavalcanti Barros UFRJ

Resumo

Análise do cangaço como uma modalidade de violência, com algumas características de cultura regional – Nordeste. Conjuntura internacional e nacional: fim da primeira guerra mundial e levantes tenentistas no Brasil. Ênfase no mundo sertanejo (1917 – 1938), com êxodo de populações tangidas pela violência da guerra entre duas concepções de mundo, em sete Estados. Características da cultura sertaneja, honra e valentia constituem a épica dessa saga, cujo epílogo coincide com a eclosão da segunda guerra mundial. Flashes de violência no mundo contemporâneo globalizado.

Palavras-chave: Cangaço. Cultura Regional. Memória. Violência.

Biografia do Autor

Luitgarde Oliveira Cavalcanti Barros, UFRJ

Doutora em Ciências Sociais PUC/SP

Pós doutorado em Antropologia UNICAMP e em Ciência da Literatura - UFRJ.

Professora Aposentada

Referências

ALBUQUERQUE, Ulysses Lins de – Um Sertanejo e o Sertão. Rio de Janeiro, José Olympio, 1957.

AMANCIO, Geraldo – Lampião rei do cangaço. Fortaleza, Editora IMEPH, 2015

BARROS, Luitgarde Oliveira Cavalcanti – A Derradeira Gesta Lampião e Nazarenos Guerreando no Sertão. Rio de Janeiro, MAUAD X Ed, 2018, 3ª edição

_________ Juazeiro do Padre Cícero a Terra da Mãe de Deus. Fortaleza, Editora IMEPH, 3ª edição, 2014.

_________ (Org) Octavio Brandão – Centenário de um Militante na Memória do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, UERJ, Cultural – SR3: Arquivo Público, 1996.

_________ Cangaço e Memória, in Revista Educação em Debate. Ano 21-V.1- Nº 37 – 1999. Revista da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Ceará. Fortaleza, 1999.

_________ Cangaceiro – Verbete in MOTTA, Márcia (Org) Dicionário da Terra. Rio de Janeiro, Editora Civilização Brasileira, 2005.

Barroso, Gustavo – Almas de Lama e de Aço. São Paulo, Melhoramentos, 1930.

BERGSON, Henri – Matéria e Memória. Ensaio Sobre a Relação do Corpo com o Espírito. São Paulo, Livraria Martins Fonte Ed. 1990.

COSTA, Alcino Alves – Lampião Além da Versão – Mentiras e Mistérios de Angico. Aracaju, Sociedade Editorial de Sergipe/Secretaria do Estado da Cultura de Se 1996.

COUTINHO, Lourival – O General Góes Depõe. Rio de Janeiro, Livraria Editora Coelho Branco, 1956.

DENZIN, N.K, - Interpretando as Vidas de Pessoas Comuns: Sartre, Heidegger e Faulkner, in Revista de Ciências Sociais. Rio, IUPERJ, Vol 27, nº 1, 1984.

DÓRIA, Carlos Alberto – A Tradição Honrada (a honra como tema de cultura e na sociedade ibero-americana). In Cadernos Pagu – Sedução, Tradição, Transgressão. Campinas, SP, Núcleo de Estudos de Gênero/UNICAMP, (2) 1994.

FERRAZ, Marilourdes – O Canto do Acauã. Recife, Editora de Guias Especiais Ltda, 1985.

FRANCO, M. S. de Carvalho - O Código do Sertão: um estudo sobre violência no meio rural. In Dados. Rio de Janeiro, IUPERJ nº 5, 1968.

HALBWACHS, Maurice – A Memória Coletiva. São Paulo, Vértice Editora – Revista dos Tribunais, 1990.

HOBSBAWM, E. J.- Bandidos. Rio de Janeiro, Forense Universitária, 1975.

____________ Rebeldes Primitivos. Rio de Janeiro, Zahar Ed. 1968.

LE GOFF, Jacques – História e Memória. Campinas – SP, Editora da UNICAMP, 1994.

LIMA, Lourenço Moreira – A Coluna Prestes (Marchas e Combates). São Paulo, Ed Alfa-Ômega, 1979.

MATTA MACHADO, Maria Christina – As Táticas de Guerra dos Cangaceiros. 2ª edição, São Paulo, Ed Brasiliense, 1978,

MELLO, Frederico Pernambucano de – Guerreiros do Sol o Banditismo no Nordeste do Brasil. Recife, FUNDAJ, Ed. Massangana, 1985.

MORAES, Walfrido – Jagunços e Heróis. Bahia, Empresa Gráfica da Bahia/Ipac, 1991

MOTA, Leonardo – No Tempo de Lampião. Fortaleza, Imprensa Universitária do Ceará, 1967.

PORTELLI, H. – Gramsci e o Bloco Histórico. Rio de Janeiro, Ed Paz e Terra, 1987.

PROENÇA, Ivan Cavalcanti – A Ideologia do Cordel. 3ª edição, Rio de Janeiro, Plurarte Editora, 1982.

VIANNA, Arievaldo - Leandro Gomes de Barros O Mestre da Literatura de Cordel Vida e Obra. Fortaleza – CE: Edições Edições Sintaf, 2014/Mossoró – RN: Queima – Bucha, 2014.

VILAR, Pierre – Desenvolvimento Econômico e Análise Histórica. Lisboa, Ed. Presença, 1982.

 https://seer.ufs.br/index.php/pontadelanca/article/view/9317

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GAIOLAS

Clerisvaldo B. Chagas, 14 de julho de 2021

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 2.574

Você concorda que uma gaiola de passarinho é pura arte? Conheci muitas, bem feitas, bem acabadas, partes envernizadas, retangulares, redondas, quadradas, cheias de detalhes e até com belíssimo primeiro andar. Como são criativos os nossos artesãos das talas. O problema é que ninguém quer imaginar uma gaiola sem um pássaro dentro; um pássaro de verdade porque ainda não consegue enxergar com a mente, uma gaiola em casa como ornamento com um pássaro de plástico, de madeira... Ou de outro material. Conheci pessoas com criatórios de aves canoras da área externa de casa à cozinha. Quem pode negar que aqueles inúmeros cantos de uma vez só não parece um paraíso? Apesar de bem cuidados e até com assistência veterinária, lembramos que estão presos. O crime? Cantar bonito.

Talvez o maior criador de passarinhos de Santana do Ipanema, tenha sido o saudoso Sebastião Amaral, esposo que foi da simpática senhora Iolanda. Nunca me interessei (adolescente) em saber o que era que movia o cidadão a criar tantos pássaros assim. Sei \penas, do valor de cada ave, pois um criador de Arapiraca me falava do lucro que tinha com o galo de campina, o papa-capim, o canário, o azulão e outros mais. Falou-me que havia um criador, cujo pássaro já fora trocado por automóvel. Todavia, não vamos entrar no mérito das paixões dos criadores, compradores e vendedores. A nossa formalidade de hoje, foi apenas apresentar a gaiola como fruto de arte do artesão e que deve ser apreciada como tal, independente de ave de carne e osso.

Da mesma maneira uma bainha de faca sob encomenda de um bom artesão é coisa chique. O problema é que a polícia obriga ao indivíduo que for flagrado com bainha sem faca, a dá conta da arma, mesmo que ela não exista. Assim, com estamos vendo agora a apreensão de inúmeras gaiolas na feira. Somente as gaiolas vazias. O artesanato belo e puro, previamente acusado de um futuro crime. Caso houvesse questão, seriam advogados de um lado e de outro.  Um embate sem fim na opinião pública.

Coisas simples e complicadas

Haja arte!

Haja pássaros... Na Natureza.

ARTE NOS QUINTAIS ZERO PRISÃO. (FOTO: B. CHAGAS).

http://clerisvaldobchagas.blogspot.com/2021/07/gaiolas-clerisvaldob.html

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ANGICO - A DERROCADA DO CANGAÇO.

 Por Cangaçologia

https://www.youtube.com/watch?v=xDBjpdECLWg&ab_channel=Canga%C3%A7ologia

Uma das últimas entrevistas concedidas pelo renomado escritor e pesquisador Antônio Amaury Corrêa de Araújo, que nos deixou nesse último dia 26 de fevereiro de 2021, onde ele conta pormenores a respeito dos acontecimentos e dos personagens que fizeram parte do evento que culminou na morte de Lampião em Angico. Através desse vídeo homenageamos aquele que durante décadas nos brindou com o fruto de seus estudos e pesquisas e nos proporcionou um vasto conhecimento a respeito da história cangaceira. Sem ele a história do cangaço jamais seria contada da forma que hoje conhecemos. O canal Cangaçologia em nome de seu criador e de todos os participantes, presta essa homenagem em reconhecimento da importância de Antônio Amaury Corrêa de Araújo para o universo dos estudos, pesquisas e da literatura cangaceira. Meu reconhecimento e minha eterna gratidão. 

Atenciosamente: Geraldo Antônio de Souza Júnior – Criador e administrador do canal.

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" LAMPIÃO, EMBOSCADA E O PRIMEIRO CONFRONTO COM A LEI ".

 Por Luís Bento

Zé Saturnino reuniu Zé Cabloco e mais cinco cabras e resolveram botar uma "emboscada" nos irmãos Ferreira. A ordem de " fogo " foi dada quando eles passavam mais adiante, por uma curva da estrada. Durou o tiroteio 15 minutos e Antônio Ferreira saiu ferido a altura dos rins. O velho José Ferreira procurou as autoridades a fim de processar os responsáveis pelo atentado. Sem êxito. Franziu o sobrecenha, temendo que a impunidade dos agressores irritasse ainda mais os seus filhos. Ouviu a voz da prudência e anunciou que a família se mudaria para a fazenda " Poço do Negro " nas proximidades de Carqueja (antiga Nazaré do Pico). Antes da mudança, entretanto, que se completou em princípio de 1918, as autoridades patrocinaram um acordo entre Ferreiras e José Saturnino. Antônio, Livino e Virgulino não botariam mais os pés em Serra Vermelha. Saturnino por ventura, não iria mais a Carqueja e redondezas. Para José Ferreira o problema estava solucionado, mas não estava. Certa manhã José Saturnino apareceu na feira de Carqueja, a pretexto de cobrar uma dívida. Violava o acordo. Para os Ferreiras, viram na violação uma afronta. E porque haviam crescido respeitando muitas regras, entre outras a lei sagrada de que sertanejo não engole afronta.

Quando os Ferreiras foram a feira, os soldados tentaram desarmá-los. Virgulino explicou que a vida deles estava em perigo e que tinham que se defenderem. Não entregariam as armas. As autoridades insistiram, mas os Ferreiras não cederam e houve " fogo ". Era o primeiro atrito com a lei celebrado com tiros que pusera Carqueja em pólvora. No final, Livino saiu ferido, caindo nas mãos da polícia. Foi mandado  Floresta, a 40 km de distância, passar cinco meses no xadrez. Bafejado por favores políticos. Saturnino se distrai em realizar diligências contra os Ferreiras. Põe todos em sobressaltos. Surge para os Ferreiras a necessidade de nova mudança. Desta vez para Alagoas. Logo que Livino voltou da prisão a família parte. Instala-se na fazenda Olho D'água, em Água Branca, a 46 km de Mata Grande para levar a vida antiga de plantar, almocrevar. Mas a mágoa estava em carne viva nos sentimentos de cada um. Ninguém alí aprenderá a disfarçar os ímpetos que as injustiças do mundo despertavam neles. A vingança tem para o sertanejo a força de um dever. Quando diz para o filho, você nunca apanhe, que seu pai nunca apanhou. O sertanejo estabelece um código de honra onde o verbo perdoar não existe e onde é covarde aquele que apanha e deixa a coisa ficar por isso mesmo.

Fonte, Mozart de Castro e Silva - Revista

Região pág 05

JATI 15/07/21/.

https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste

LAMPIÃO O REI DOS CANGACEIROS


O autor deste livro mora nos Estados Unidos, e foi encontrado por filha e pai, os quais são: Bárbara de Medeiros e Honório de Medeiros, ambos escritores e pesquisadores do cangaço.

Se você interessa adquiri-lo veja se o professor Pereira o tem, através deste e-mail: 

franpelima@bol.com.br

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SER ETERNO

Por Hélio Xaxá


Há muito pouco tempo
Eu era um jovem
Hoje sou um jovem
Há muito mais tempo...
Correm contra o tempo
Os que podem
Correr entre os que correm
Era o meu passatempo.
O tempo não parou
E eu fiquei mais velho
Ou foi o mundo que ficou
Mais moderno?
Aqui tudo mudou
Até as leis do Evangelho:
Não existe mais felicidade
Desse lado do inferno.
Lembro o tempo
Que eu não valia nada
Nesse tempo eu era mais feliz...
Viver é contratempo
Sento à beira da estrada
Ser eterno é tudo que sempre quis.

https://www.facebook.com/photo/?fbid=1235055983610343&set=a.140271556422130

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quarta-feira, 14 de julho de 2021

MOSSOROENSE SE APRESENTA NO THE VOICE KIDS E ENCANTA OS JURADOS

 Por Caio Vale

Foto: Divulgação

A mossoroense Bia Gurgel, de 14 anos, se apresentou hoje no The Voice Kids e encantou os jurados. A jovem apostou no MPB e deixou os técnicos impressionados com sua versão de Como Nossos Pais, de Elis Regina.

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A participante foi aplaudida de pé por Teló, Gaby e Brown. "Senti uma maturidade na sua voz", analisou a técnica. "Você arrasou", afirmou o baiano. "Sua afinação foi impecável", ressaltou o sertanejo. Bia escolheu o Time Brown para chamar de seu!


O cantor vibrou muito ao ser escolhido pela adolescente: Mossoró foi minha primeira referência. Fiz minha primeira turnê ali e tinha Luiz Gonzaga como nosso tutor. Menina, você nos honra! Essa tarde de domingo está diferente pelo seu brilho".

Assista o vídeo completo (aqui)

https://gshow.globo.com/realities/the-voice-kids/noticia/the-voice-kids-confira-as-apresentacoes-do-segundo-dia-de-audicoes-as-cegas.ghtml?utm_source=twitter&utm_medium=social&utm_campaign=the-voice-brasil&utm_term=grade&utm_content=post-link

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CANGACEIRO ALAGOANO, TEMPESTADE: DE CANGACEIRO A GUARDA-COSTAS

 Por Nordeste Fantástico - História

https://www.youtube.com/watch?v=LaQ3eALE5b4&ab_channel=NordesteFant%C3%A1stico-Hist%C3%B3ria

O vídeo trata-se de JOÃO VITAL DOS SANTOS o Cangaceiro TEMPESTADE, Nasceu no município de Dois Riachos, Alagoas em 1901, dia e data desconhecidos. Tempestade militou no bando do cangaceiro Moreno, de onde foi expulso "por ser v1olento" e de dedo leve no manejo do revólv3r. Deixou o Cangaço e foi morar com sua família no lugar Ponta da Serra na divisa da Bahia e Sergipe entre os municípios de Serra Negra e Poço Redondo. De lá teve problemas com um coronel da região e foi ser guarda costas nas Alagoas... 

- Vídeo educativo para estudos sobre história - História do Nordeste - História do Cangaço para estudos e conhecimento - Vídeo com conteúdo histórico.

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CANGAÇO - TENENTE POMPEU E A IMPORTÂNCIA DO CHAPÉU

 Por Aderbal Nogueira

https://www.youtube.com/watch?v=t1BaPpKeni0&ab_channel=AderbalNogueira-Canga%C3%A7o

Chapéu: que importância pode ter um chapéu em pleno 2021? Mas na época do Cangaço esse singelo objeto tinha um valor inimaginável aos olhos de hoje.

Para assistir basta clicar no link. https://youtu.be/t1BaPpKeni0

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