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segunda-feira, 9 de agosto de 2021

93 ANOS DEPOIS, CARTA QUE REPRESENTA RESISTÊNCIA DE MOSSORÓ AO BANDO DO CANGACEIRO LAMPIÃO É ENCONTRADA

 Por Igor Jácome, G1 RN

Robério Santos exibe carta que representa resistência de Mossoró ao bando do cangaceiro Lampião — Foto: Cedida

Documento será entregue ao município do Oeste potiguar neste mês, quando é comemorado o aniversário da batalha entre moradores e o grupo comandado pelo rei do cangaço.

Carta original do prefeito de Mossoró para o cangaceiro Lampião, junto com recorte de jorna da época que fala sobre ela. — Foto: Robério Santos/Cedida

Todos os anos, Mossoró, no Oeste potiguar, se enche de festa no mês de junho. Além de comemorar o período de São João, a cidade relembra através do espetáculo "Chuva de Bala", a resistência do seu povo a Virgulino Ferreira da Silva, o temido Lampião - ato que marcou, para alguns historiadores, o início do declínio daquele que ficou conhecido como rei do cangaço. A batalha aconteceu em 1927 e o bando de cangaceiros saiu fugido da região.

Em 2020, a festa não vai ser realizada por causa da pandemia do novo coronavírus. Mas os pesquisadores do tema estão muito mais entusiasmados pelo encontro de uma carta que foi escrita pelo prefeito coronel Rodolpho Fernandes em resposta ao bando de Lampião. Ela estava endereçada ao coronel Antonio Gurgel, que no momento das negociações, era refém do bando e foi escrita, provavelmente, no próprio dia 13 de junho de 1927, data em o ataque ocorreu.

O documento foi encontrado pelo professor, jornalista e escritor sergipano Robério Santos, que é um entusiasta do assunto e tem seis livros publicados sobre o cangaço. O documento chegou a ele em maio, durante sua pesquisa para a publicação da primeira de uma série de cinco obras que pretende escrever também sobre o tema. A carta será entregue por ele à prefeitura, oficialmente, no próximo dia 13. 

Carta escrita a mão pelo prefeito de Mossoró e enviada a refém de Lampião — Foto: Cedida

Não é possível satisfazer-lhe a remessa dos 400000 (quatro centos contos) que pede, pois não tenho e mesmo no commercio é impossivel de arranjar tal quantia. Ignora-se onde está refugiado o gerente do Banco, Snr. Jayme Guedes, Estamos dispostos a recebe-los na altura em que elles desejarem. Nossa situação oferecce absoluta confiança e inteira segurança.

— Rodolpho Fernandes, prefeito de Mossoró em 1927

Ao G1, o pesquisador afirmou que adquiriu alguns recortes de jornais e outros materiais de uma idosa que mora no Rio de Janeiro e que prefere manter sua identidade em sigilo, mas que é ligada à história do cangaço.

"Ela tinha essa carta há muito tempo, mas não conhecia a importância dela, até porque não estava endereçada diretamente a Lampião. Ela tem muito material. Era uma resposta do prefeito a ele, porque o coronel Gurgel era refém e escreveu a outra carta, pedindo o dinheiro, com uma mensagem ditada pelo Lampião", explicou o pesquisador.

Na mensagem, o prefeito recusa o pedido por 400 contos de réis, feitos por Lampião e diz que a cidade está preparada para responder "à altura" ao ataque dos cangaceiros.

Segundo os pesquisadores o gerente do Banco do Brasil, Jayme Guedes, era genro do coronel Gurgel e havia saído da cidade. Apesar de morar em Natal, o comerciante teria sido feito refém durante uma viagem que fez à região justamente para buscar sua esposa e filhos, ao saber do iminente ataque do grupo. Ao errar o caminho, o carro os levou de encontro ao acampamento dos cangaceiros. O motorista do comerciante teria servido de emissário entre as partes.

Assim como a carta enviada pelo coronel Gurgel ao prefeito, e outra escrita a próprio punho pelo Lampião, a carta encontrada já havia sido citada por jornais da época e em livros importantes sobre o assunto, mas o paradeiro dela era desconhecido, até porque o documento ficou com o próprio bando e não com o município.

"Eu fiquei assustado quando comecei a ler, me levantei imediatamente. Retirei do plástico para fazer uma análise, se era impressão ou se era escrito, e a assinatura. Realmente é uma carta escrita a punho, e na comparação com a assinatura e a escrita do prefeito, são iguais", considerou o pesquisador. "Acho que um documento desse não deve estar em posse de um particular, por isso busquei entrar em contato para devolver a carta a Mossoró", conta.

Jornal da época publicou conteúdo de cartas trocadas entre prefeito de Mossoró e Lampião — Foto: Cedida

Conforme Asclépius Saraiva Cordeiro, diretor do Museu Lauro da Escóssia - nome do jornalista que presenciou e noticiou o ataque do bando de cangaceiros a Mossoró - ao tomar conhecimento da carta por meio de pesquisadores do tema que tiveram contato com Robério, a prefeitura resolveu pagar uma passagem para a ida do pesquisador ao município, quando será realizada a entrega da carta.

"A carta deverá ficar exposta no salão dos grandes atos, no Palácio da Resistência, que era a casa do prefeito e hoje é a sede da prefeitura municipal. Infelizmente não teremos o espetáculo Chuva de Bala neste ano, mas temos um motivo de soltar fogos", considerou.

De acordo com o pesquisador e escritor Geraldo Maia, que é sócio correspondente do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte (IHGRN) e da Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço - SBEC, a carta encontrada seria uma das quatro trocadas entre o grupo que estava com Lampião e o prefeito, ditada pelo cangaceiro e escrita pelo refém coronel Gurgel. Outra missiva foi escrita e assinada pelo próprio Lampião, também respondida pelo prefeito. Ninguém sabe o paradeiro da carta original de Lampião - apesar de haver cópias da original - nem o paradeiro da última resposta. 

Lampião (terceiro da esq. para a dir.) e seu grupo de cangaceiros — Foto: Divulgação/GESP/BBC

Invasão e resistência

Mossoró era uma cidade com pouco mais de 20 mil pessoas - uma cidade grande para a época, que tinha até uma agência do Banco do Brasil - a número 036. De acordo com os pesquisadores, bandos de cangaceiros geralmente não invadiam cidades deste porte. "Era uma coisa inimaginável", afirma Geraldo.

De acordo com os pesquisadores, um fazendeiro que acoitava cangaceiros em suas terras no Ceará, próximo à divisa com Mossoró, ordenou um ataque de Massilon, um cangaceiro que tinha um grupo pequeno, contra inimigos em Apodi, no interior do Rio Grande do Norte. O sucesso no saque à cidade teria despertado a cobiça por Mossoró. Dessa forma, os cangaceiros partiram para convencer Lampião, que não conhecia muito as terras do Rio Grande do Norte, a fazer um ataque conjunto também com o bando de Jararaca.

Ao todo, o grupo de cangaceiros tinha cerca de 80 pessoas. Ao saber das notícias que corriam pelo sertão, o prefeito começou a se preparar para defender o município. "A cidade tinha pouco policiamento, cerca de 10 soldados, então o prefeito se juntou aos comerciantes para fazer uma cota e mandar comprar armas e munições em Fortaleza. Elas ficaram armazenadas na prefeitura para o possível ataque", conta Geraldo.

Uma semana antes do ataque, o grupo com dezenas de cangaceiros entrou no Rio Grande do Norte pela região de Luis Gomes, no Alto Oeste, e arrasou oito municípios por onde passou, até chegar, no dia 12 de junho, a São Sebastião, onde hoje é a cidade de Governador Dix-Sept Rosado. Ainda de acordo com os historiadores, o telégrafo ainda conseguiu enviar uma mensagem a Mossoró, avisando do ataque.

Ao longo do dia, a cidade foi sendo esvaziada, com famílias pegando trem para deixar Mossoró e um grupo de resistência com mais de uma centena de homens começou a se preparar para o ataque. Segundo os estudiosos, era final da tarde do dia 13 quando o bando começou a percorrer as ruas vazias e começou uma trocou tiros durante cerca de duas horas com os moradores resistentes.

O bando acabou fugindo, deixando para trás homens feridos, como o cangaceiro Jararaca, que foi preso, morreu e foi sepultado em Mossoró. O prefeito, que tinha a saúde fragilizada, morreu meses após o ataque.

https://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/noticia/2020/06/02/93-anos-depois-carta-que-representa-resistencia-de-mossoro-ao-bando-do-cangaceiro-lampiao-e-encontrada.ghtml

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CANGAÇO - MANTENDO A HISTÓRIA VIVA

 Por Aderbal Nogueira

https://www.youtube.com/watch?v=b5lp_R1Wrl8&ab_channel=AderbalNogueira-Canga%C3%A7o

Nesse vídeo Jadilson Ferraz, Luiz Emanuel, Marrael Siqueira e Francisco Hiones discorrem sobre o futuro turístico e artístico de Nazaré do Pico e de todas as outras regiões que foram palco das histórias do cangaço. 

Canal - Nazaré, Terra de Valentes https://www.youtube.com/channel/UCQrs... 

Link desse vídeo: https://youtu.be/b5lp_R1Wrl8

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INDICAÇÃO BIBLIOGRÁFICA.

 Por Francisco Pereira Lima

Novo livro na praça.

RAIZES DO CANGAÇO, de Humberto Mesquita. 362 páginas.

Quem desejar adquirir entrar em contato com Professor Pereira Whatsapp 83 9 9911 8286 e ou franpelima@bol.con.br

https://www.facebook.com/photo/?fbid=2945757549026462&set=a.1929416523993908

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MASSILON BENEVIDES LEITE E O ÓDIO DE DÉCIO HOLANDA CONTRA CHICO PINTO

(*) José Romero Araújo Cardoso

Décio Holanda era genro de Tylon Gurgel, homem respeitado na região do Apodi, cujos domínios se efetivavam principalmente em Pedra da Abelha, hoje município de Felipe Guerra (RN).

Cearense de Pereiro, Décio Holanda possuía hábitos e valores nada louváveis, como cultivar ódio em grau exponencial, não conseguindo perdoar desafetos ou pessoas que o desagradassem. Era vingativo ao extremo, movido por verdadeira sede de revanche.

Amigo de ex-comboieiro de nome Massilon Benevides Leite, Décio Holanda foi um dos mentores que fomentaram o aliciamento de séquito de bandidos objetivando atacar Mossoró.

Aurora, no Ceará, um dos redutos dominados pelo poderoso “Coronel” Isaías Arruda, foi outro ponto estratégico de apoio à empreitada que resultou na tentativa audaciosa de ataque à segunda cidade potiguar, em 13 de junho de 1927.

A investida bandoleira contra Mossoró estava prevista para ser realizada no mês de maio, mas quando do início da marcha do bando de Lampião em direção ao Rio Grande do Norte, houve combate em Belém do Rio do Peixe, hoje Uiraúna (PB), resultando em sério revés para o grupo cangaceiro, quando perderam dois importantes membros, pois a torre da igreja havia sido empiquetada. Nesse ínterim, Lampião descobriu ter sido ludibriado. A munição adquirida estava imprestável para uso.

Acatando as ordens do chefe, o bando deu meia-volta e retornou ao Ceará para se refazer do combate desastrosos em Belém do Rio do Peixe, em fazenda do “Coronel” Isaías Arruda, um dos maiores coiteiros de cangaceiros.

A junção de forças, de Lampião e dos demais grupos de cangaceiros que cerraram fileiras com o “rei do cangaço”, com o bando de Massilon estava prevista para acontecer nos primeiros dias do mês de maio, mas devido ao revés ocorrido na Paraíba, ficou absolutamente impossibilitado de acontecer o encontro dos famanazes bandoleiros das caatingas.

Seguindo instruções de Décio Holanda, Massilon e seu bando atacaram Apodi no dia cinco de Maio de 1927. O objetivo era concretizar o ódio devotado pelo irascível genro de Tylon Gurgel contra o chefe político de Apodi.

O “Coronel” Francisco Pinto era um homem que havia colecionado um rosário de inimizades, estando Décio Holanda entre os desafetos mais perigosos. Massilon e seu pequeno bando dominaram facilmente a localidade, exigindo usual tributo e aprisionando sem mais delongas o alvo principal dos atacantes.

Humilhado e conduzido como animal pelas ruas de Apodi, Chico Pinto viu a morte de perto na forma de impressionante punhal arrastado por Massilon para sangrá-lo ali mesmo, na frente de todos, talvez, agindo assim, serviria como aviso para que todos respeitassem Décio Holanda. 

A intervenção oportuna do pároco local foi providencial para evitar o martírio do chefe político apodiense. Era conhecido o respeito que os cangaceiros devotavam aos padres. Naquele dia, Padre Benedito tornou-se o grande herói do Apodi, pois os cangaceiros atenderam ao pedido e deixaram Chico Pinto vivo, não obstante no ano de 1935 ter sido assassinado por questões políticas.

O ataque do bando de Massilon a Apodi, junto com o aviso dado por Joaquim da Silveira Borges e com a carta enviada por Argemiro Liberato de Alencar, de Pombal (PB), destinada ao compadre Rodolfo Fernandes em Mossoró (RN), serviram de aviso para que a inquietude reinasse no peito do bravo chefe político mossoroense de que a iminência de uma invasão cangaceira estava prestes a acontecer a qualquer momento, fato concretizado no mês seguinte quando a audácia de Lampião e seus seguidores chegaram às portas da capital do oeste potiguar exigindo a exorbitante quantia de quatrocentos contos de réis para poupar a cidade de uma invasão violenta. O resultado todos nós sabemos qual foi.

(*) José Romero Araújo Cardoso. Geógrafo. Professor-adjunto da UERN. Mestre em Desenvolvimento e Meio Ambiente. 

http://sertaoinformado.com.br/conteudo.php?id=19519&sec=2&cat=Jos%E9%20Romero

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ROTA DO CANGAÇO - CHEGADA DE LAMPIÃO A MOSSORÓ

 Por Aderbal Nogueira

https://www.youtube.com/watch?v=25NOxKH2HLs&ab_channel=AderbalNogueira-Canga%C3%A7o

Nesse segundo vídeo o pesquisador Geraldo Maia e o historiador Lemuel Rodrigues narram a chegada de Lampião a Mossoró numa brilhante aula de campo. 

Agradecimento especial ao pesquisador e poeta Crispiniano Neto pela música "Bala vai, bala vem", com arranjos de Cláudio Henrique (sanfoneiro) e cantada por Concriz e Ribamar. 

Link desse vídeo: https://youtu.be/25NOxKH2HLs

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UM ATO DE PIEDADE DE CORISCO EM PLENA GUERRA DO CANGAÇO

 Por Na Rota do Cangaço

https://www.youtube.com/watch?v=nIyYeDcivpI&ab_channel=NaRotaDoCanga%C3%A7o

Os presos eram como sonâmbulos daquele pesadelo, sem o direito sequer de escolher o lugar para morrer. Ali estava Joãozinho, o menino rapaz, com dezoito anos, e o coronel Martinho Ferreira um símbolo da resistência de uma geração envelhecida no sofrimento, a todos, descansavam, menos Virgulino Ferreira, à fera indomável dos sertões. Aparta-se do grupo e é acompanhado por Corisco discutem, gesticulam, resolvem, cochicham. Posteriormente liberta os dois prisioneiros.

Fotos ilustrativas de domínio público. Filme de Benjamim Abrahão Botto. Narração Sizinho Junior. Narrativa extraída do livro. LAMPIÃO, O último cangaceiro. De Joaquim Góes.

Se você gosta do nosso trabalho e gostaria de nos ajudar nessa caminhada. Siga-nos no instagram e participe do nosso dia a dia. https://www.instagram.com/narotadocan...

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CANGAÇO - EU VI CORISCO BALEADO

 Por Aderbal Nogueira

https://www.youtube.com/watch?v=hKLtixgTLOg&t=13s&ab_channel=AderbalNogueira-Canga%C3%A7o

Vídeo onde falo um pouco sobre o cerco a Corisco e Dadá, por Zé Rufino. Depoimento de Dona Isabel Ferreira, que era amiga de Zefinha e foi testemunha dos acontecimentos naquela ocasião. 

Link com Sérgio Dantas, sobre vida e morte de Corisco_parte 1 

https://www.youtube.com/watch?v=dCQnN... 

Link com Liandro Sousa, em Barra do Mendes 

https://www.youtube.com/watch?v=39Y7A...

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domingo, 8 de agosto de 2021

LIVRO DO RUBENS ANTONIO

  Por Edinaldo Marques

https://www.facebook.com/photo/?fbid=5400397820000468&set=a.5228106547229597

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NOVO LIVRO NA PRAÇA SOBRE CANGAÇO

  Por José Mendes Pereira

 

Recentemente o escritor e pesquisador do cangaço Guilherme Machado lançou o seu trabalho sobre o mundo dos cangaceiros com o título "LAMPIÃO E SEUS PRINCIPAIS ALIADOS". 

O livro está recheado com mais de 50 biografias de cangaceiros que atuaram juntamente com o capitão Lampião. 

Eu já recebi o meu e não só recebi, como já o li. Além das biografias, tem fotos de cangaceiros que eu nem imaginava que existiam. São 150 páginas. Excelente narração. Conheça a boa narração que fez o autor. 

Pesquisador Geraldo Júnior

Prefaciado pelo pesquisador do cangaço Geraldo Antônio de Souza Júnior. Tem também a participação do pesquisador Robério Santos escritor e jornalista. Duas feras no que diz respeito aos estudos cangaceiros.

Jornalista Robério Santos

Não deixa de adquiri-lo. Faça o seu pedido com urgência, porque, você sabe muito bem, livros escritos sobre cangaços, são arrebatados pelos leitores e pelos colecionadores. Então cuida logo de adquirir o seu! 

Pesquisador Guilherme Machado

Adquira-o através deste e-mail: 

guilhermemachado60@hotmail.com

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PEÇA LOGO ESTES TRÊS LIVROS PARA VOCÊ NÃO FICAR SEM ELES. LIVROS SOBRE CANGAÇO SÃO ARREBATADOS PELOS COLECIONADORES.

     Por José Mendes Pereira 

A primeira obra é "LAMPIÃO A RAPOSA DAS CAATINGAS" que já está na 5ª. edição, e aborda o fenômeno do cangaço e a vida do maior guerrilheiro das Américas. Um homem que não temeu às autoridades policiais  e muito menos aqueles que lutavam contra a sua pessoa, na intenção de desmoralizá-lo nas suas empreitadas vingativas, e eliminá-lo do solo nordestino. Realmente foi feito o extermínio do homem mais corajoso e mais admirado do Nordeste do Brasil, na madrugada de 28 de julho de 1938, na Grota do Angico, no Estado de Sergipe, mas não em combate, e sim, através de uma emboscada muito bem organizada pelo alagoano tenente João Bezerra da Silva. 


O Segundo livro da trilogia do escritor e pesquisador do cangaço é: "FATOS ASSOMBROSOS DA RECENTE HISTÓRIA DO NORDESTE" com 332 páginas, e um grande acervo de fotos relacionado ao assunto. E para aqueles que gosta de ler e ver fotos em uma leitura irá se sentir realizado com todas as fotos.


O terceiro livro da trilogia também do escritor José Bezerra Lima Irmão é: "CAPÍTULOS DA HISTÓRIA DO NORDESTE" resgata fatos sobre os quais a história oficial silencia ou lhes dá uma versão edulcorada ou distorcida: o "desenvolvimento" do Brasil, o desumano progresso de colonização feito a ferro e fogo, Guerra dos Marcates, Cabanada, Balaiada, Revolução Praieira, Ronco da Abelha, Revolta dos Quebra-Quilos, Sabinada, Revolta de Princesa, as barbáries da Serra do Rodeador e da Pedra do Reino, Guerras de Canudos, Caldeirão e Pau-de-Colher, dando ênfase especial à saga de Zumbi dos Palmares, Invasões Holandesas, Revolução Pernambucana de 1817, Confederação do Equador e Guerras da Independência, incluindo o 2 de Julho, quando o Brasil se tornou de fato independente... São assuntos que dão gostos a gente lê-los.  

Adquira-os com o professor Pereira através deste e-mail: 

franpelima@bol.com.br

ou com o autor através deste g-mail: 

josebezerralima369@gmail.com

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PROGRAMA NAÇÃO NORDESTINA

 Por Conrado Matos

O Programa NAÇÃO NORDESTINA homenageia hoje o Dia dos Pais, dedicando repertórios musicais que marcam a memória dos nossos pais.

FIQUEM LIGADOS MEUS AMIGOS. Neste domingo, 08 de agosto, 08 horas, temos o Programa NAÇÃO NORDESTINA, pela Rádio Aperipê FM 106.1, do Estado de Sergipe. Acordem para assistir. O Programa será todo dedicado ao Dia dos Pais. Aqui nós temos FORRÓ DE VERDADE e entrevistas maravilhosas. Vamos colocar o nosso conhecimento em dia. O Programa é apresentado pelo radialista, Jornalista e pesquisador de cultura nordestina, Paulo Corrêa e a Produtora Cultural Kalina Elisabete. Vocês podem, inicialmente, ouvirem o programa pelo aplicativo Radiosnet, sintonizando Rádio Aperipê FM 106.1. Em seguida, por volta, das 08h20, assistam o programa pela live através do Facebook de Paulo Corrêa.

Conrado Matos - Sócio Honorário do Programa NAÇÃO NORDESTINA, Rádio Aperipê FM 106.1, do Estado de Sergipe. Psicanalista, Poeta e Escritor sergipano, radicado em Salvador.

https://www.facebook.com/josemendespereira.mendes.5?comment_id=client%3A21a96b81-483a-496d-8e97-1ef1fa7b0d85

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REGISTRO DO CANGAÇO

Por Getúlio Moura

A casa e o pé de umbuzeiro são elementos e ou imagens que compõem parte do cenário do episódio denominado: Fogo de Ipueira dos Xavier. Este ocorrido em 02 de fevereiro de 1927. Quando Lampião em combate com a família do Cel. Pedro Xavier, e debaixo desse umbuzeiro ficou em retaguarda e um pouco antes havia sido assassinado, Pedro Vieira, por um dos seus homens por nome de João Balão.

E mais adentro da serra, também mataram Modesto - este que veio avisar da chegada do bando em Ipueira -, e, Lampião sentindo a desvantagem no combate decidiu pela retirada, quando ainda perdeu um dos seus cangaceiros, Tempero, abatido por Dezinho, filho do Cel. Pedro Xavier.

PS. A casa ainda hoje preserva os buracos de balas. Esta fica ao lado da residência onde morou o Cel. Pedro Xavier.

CANGAÇO EM FOCO

Pesquisador: Getúlio Moura.

Contribuição: Francisco Souza (Tiquim)

https://www.facebook.com/photo?fbid=6106821186025944&set=gm.1705384669670470

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CABEÇA DO FUNDADOR DO MUSEU DO SERTÃO DE MOSSORÓ.

 Por José Mendes Pereira


Segundo o professor, escritor e pesquisador do cangaço Benedito Vasconcelos Mendes, me falou certo dia em minha casinhola,  que ela veio para Mossoró transportada em uma carreta. Também pudera! (em Inglês - could also!) só o número de toneladas é de se admirar.

Eu acredito que o meu município de Mossoró ainda não tinha recebido um monumento tão pesado quanto esta cabeça, representando o criador e fundador do Museu do Sertão professor Benedito Vasconcelos Mendes. 

Conheça abaixo o seu escultor e outras informações sobre o monumento. 



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ANGICO

 Por Aderbal Nogueira

https://www.youtube.com/watch?v=kKi3It4_Mys&ab_channel=AderbalNogueira-Canga%C3%A7o

Live transmitida em 18/07/2019

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CIVILIZAÇÃO DA SECA-RELIGIOSIDADE-12. BEATO ZÉ LOURENÇO 1.

 Por Benedito Vasconcelos Mendes

https://www.youtube.com/watch?v=RWhMuIgk68I&ab_channel=BeneditoVasconcelosMendes

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CIVILIZAÇÃO DA SECA-RELIGIOSIDADE-13. BEATO ZÉ LOURENÇO 2.

 Por Benedito Vasconcelos Mendes

https://www.youtube.com/watch?v=99RzsIE99pY&ab_channel=BeneditoVasconcelosMendes

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PEDRO NÉL PEREIRA

 Por José Mendes Pereira

Meu pai foi ex-combatente da guerra de 44.

Pedro Néo Pereira era meu pai nasceu no dia 1º de abril de 1922, e se criou na Fazenda Duarte, propriedade de Francisco Duarte (Chico Duarte) pai do senador Duarte Filho, tendo sido educado por dona Chiquinha Duarte, esposa do fazendeiro. Era filho de Manoel Francisco Pèreira e de Antônia Mendes Pereira. Após o seu casamento continuou sendo morador do fazendeiro, só saindo de lá, quando conseguiu comprar uma pequena propriedade aos herdeiros do fazendeiro. 

Pedro Nél Pereira foi agricultor, suplente de vereador de Mossoró, membro efetivo de dois Conselhos Comunitários de Mossoró, membro efetivo do Sindicado dos Trabalhadores na Lavoura de Mossoró, durante 40 anos, fundador da Capela de São Francisco de Assis em seu Sitio São Francisco, ex-soldado do exército brasileiro em Natal e  ex-combatente da guerra de 1944. Estaria com 103 anos.

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sábado, 7 de agosto de 2021

FAZENDA XIQUE-XIQUE - SERRA TALHADA - PERNAMBUCO.

Por Geraldo Júnior


Em companhia do amigo pesquisador e historiador Luiz Ferraz Filho durante visita à Fazenda Xique-Xique que em cujas terras, no dia 14 de novembro de 1925, travou-se feroz combate envolvendo o bando de Lampião e a Força Policial Volante de Nazaré.

Nesse combate foi morto o jovem Nazareno Ildefonso de Sousa Ferraz "Ildefonso Flor". A morte de Ildefonso Flor foi o "combustível" que acirrou ainda mais o ódio e a sede de vingança dos Nazarenos contra Lampião e seu bando.

Nas fotografias abaixo estão: Sr. Dóca, importante conhecedor da história local e sua esposa dona Raimunda Vieira da Silva Santos, sobrinha e afilhada do primeiro cangaceiro Zabelê (Isaias Vieira da Silva). Ambos residentes na Fazenda Xique-Xique em Serra Talhada - Pernambuco.

Atenciosamente:

Geraldo Antônio De Souza Júnior.

https://www.facebook.com/Cangacologia

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AGORA.

 Por Geraldo Júnior

Uma entrevista com Domingos Sávio o "Dominguinhos" um dos grandes conhecedores da história de Princesa (Paraíba) e dos grandes momentos da Paraíba.

Assunto: O assassinato de João Pessoa.

Breve no canal YouTube... Arquivo Nordeste.

Forte abraço!

Geraldo Antônio de Souza Júnior.

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EM VISITA À HISTÓRICA FAZENDA ABÓBORAS...

Por Geraldo Antônio De Souza Júnior

... que no passado pertenceu ao coronel Marçal Florentino Diniz e posteriormente ao afamado coronel José Pereira Lima de Princesa (Paraíba). Fazenda essa que emprestou seu nome ao famoso cangaceiro Sabino Gomes de Góis conhecido na história cangaceira como Sabino das Abóboras em alusão ao nome da fazenda e, segundo as más línguas, seria ele filho bastardo do coronel Marçal Florentino Diniz, mas nada há de concreto para se comprovar essa informação que há décadas vem sendo repassada através de livros e outros meios de comunicação.


Uma fazenda que foi palco de episódios envolvendo o cangaço e a Guerra de Princesa e que era um símbolo de poder e ostentação de dois grandes coronéis da época. Marçal e Zé Pereira.

Durante a visita que realizei juntamente com meu amigo e confrade Luizão Ferraz, gravei toda a parte externa da fazenda e em breve vocês terão a oportunidade de conhecê-la através do canal YouTube... Cangaçologia.

Se ainda não é inscrito no canal é só acessar o link abaixo para receber todas as nossas atualizações e publicações:

https://www.youtube.com/channel/UCDyq1zxmnRuBBBBK-2Tagfg

Espero todos lá.

Forte abraço!

Geraldo Antônio De Souza Júnior

https://www.facebook.com/groups/GrupoCangacologia/?multi_permalinks=4339062276150712%2C4336096149780658%2C4327784047278535%2C4331187503604856%2C4332462616810678&notif_id=1627901406441492&notif_t=group_activity&ref=notif

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ONTÉM (05/08/2021) FOI DIA DE VISITAR O VELHO AMIGO JOÃO ANTAS O "SULTÃO DE PATOS DE IRERÊ"...

 Por Geraldo Antônio De Souza Júnior


... e de fazer uma pesquisa campal pela região de Patos de Irerê (São José de Princesa/Paraíba), onde tive a oportunidade de vasculhar cada palmo de terra da histórica Fazenda Pedra, que no passado pertenceu a Laurindo Diniz, irmão do Major Floro Diniz pai de Xanduzinha de Marcolino e ex-prefeito de Triunfo/PE, onde supostamente Lampião e seu bando teriam sido fotografados por Genésio Gonçalves de Lima (Fotos em anexo), durante o segundo semestre do ano de 1922, pouco tempo após assumir a liderança do bando deixado por Sinhô Pereira (Sebastião Pereira e Silva).

Espero em um curto espaço de tempo voltar novamente a região para coletar maiores informações e tentar também resgatar partes da história desse importante personagem histórico chamado Luiz do Triângulo, que participou de inúmeros eventos ligados ao cangaço e a Guerra de Princesa. Um homem que entrou para a história cangaceira e paraibana devido a sua valentia e aos seus feitos e que ainda não teve o devido reconhecimento histórico.







Para um melhor entendimento deixo as fotografias abaixo:.

01 - Capela São Sebastião (Patos de Irerê - São José de Princesa/PB), local onde está sepultado o famoso casal Marcolino e Xanduzinha.

02 - João Antas - Memorialista (Patos de Irerê).

03 - Casa sede da Fazenda Pedra.

04 - Casa que pertenceu a Luiz do Triângulo.

05 - Na porta uma tataraneta de Luiz do Triângulo.

06 - Detalhes dos batentes (Degraus) em pedra da calçada da casa que pertenceu a Luiz do Triângulo.

07 - Uma das fotografias que foram registradas por Genésio Gonçalves de Lima na Fazenda Pedra. A frente Lampião (Esquerda) e Antônio Ferreira (Direita). Atrás está Livino Ferreira (Esquerda) e Antônio Rosa "Toinho do Gelo" (Direita).

08- Outro registro do bando de Lampião na Fazenda Pedra (1922).

Espero ter colaborado.

Atenciosamente:

Geraldo Antônio De Souza Júnior

 https://www.facebook.com/groups/GrupoCangacologia/?multi_permalinks=4339062276150712%2C4336096149780658%2C4327784047278535%2C4331187503604856%2C4332462616810678&notif_id=1627901406441492&notif_t=group_activity&ref=notif

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AINDA HOJE NO CANAL YOUTUBE... CANGAÇOLOGIA.

Por Geraldo Júnior

Dona Quitéria Maria da Conceição de 105 anos segundo familiares e 112 anos conforme informações contidas em seus documentos de identificação é uma das últimas testemunhas, ainda vivas, de fatos que envlveram a Guerra de Princesa e da passagem de Lampião e seu bando pela região.

Mesmo com toda a fragilidade que os anos lhe impuseram, dona Quitéria fez questão de nos receber e falar um pouco daquilo que ainda lembra do passado.

Se você quiser conhecer a sua história acesse o link abaixo e se inscreva no canal para receber todas as nossas atualizações e publicações.

https://www.youtube.com/channel/UCDyq1zxmnRuBBBBK-2Tagfg

A todos um forte abraço.

Atenciosamente: Geraldo Júnior

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GOVERNADORES INTERVENTORES DOS ESTADOS NORDESTINO NA ÉPOCA DO MASSACRE DE ANGICO.

 Por Na Rota do Cangaço

https://www.youtube.com/watch?v=0fKFHvvxag0&ab_channel=NaRotaDoCanga%C3%A7o

Em 1935, com a nova Constituição já em vigor, o senador Pacheco de Oliveira (BA) apresentou um projeto de lei que destinaria 1,2 mil contos de réis aos estados para repressão ao cangaço. 

O dinheiro sairia do orçamento da Inspetoria Federal de Obras contra as Secas, responsável pela abertura de açudes, poços e estradas no sertão. Com a consolidação do estado novo, Getúlio Vargas como grande ditador teria que somar forças com alguns de seus interventores no nordeste para acabar com o cangaço, nesse vídeo relacionamos alguns desses que estavam no poder em 1938, quando Lampião foi morto. 

Fonte: Agência Senado Quer ajudar a manter esse singelo trabalho? 

Faça uma doação de qualquer valor pelo PIX e-mail. Conta Nubank Iniciais do nome que aparece A. M. L. E-mail do PIX sizinhojunior@hotmail.com Fotos ilustrativas de domínio público. Vídeo: Benjamin Abrahão Botto. Narração: Sizinho Junior Greta Sting de Kevin MacLeod está licenciada ao abrigo da Creative Commons 

Atribuição 4.0. https://creativecommons.org/licenses/... 

Origem: http://incompetech.com/music/royalty-...

Artista: http://incompetech.com/

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ROTA DO CANGAÇO_MAKING OF - FAZENDA MUNDO NOVO - CANINDÉ

 Por Aderbal Nogueira

https://www.youtube.com/watch?v=TgxjlSZXVnk&ab_channel=AderbalNogueira-Canga%C3%A7o

Making of da visita à Fazenda Mundo Novo, que foi coito de Lampião, situada em Canindé de São Francisco-SE. Uma grande reserva de caatinga onde se encontram também inscrições rupestres. A fazenda faz fronteira também com uma parte do cânion do Rio São Francisco. 

Link desse vídeo: https://youtu.be/TgxjlSZXVnk

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sexta-feira, 6 de agosto de 2021

LIVRO DO JOÃO DE SOUSA LIMA

A verdadeira história de Lampião em PAULO AFONSO..., para adquirir: 75-988074138 ou Supermercado Suprave e Maria Bonita Turismo "térreo do hotel San Marino".

https://www.facebook.com/groups/893614680982844/?multi_permalinks=1510859699258336%2C1508830886127884%2C1508830949461211%2C1509290129415293&notif_id=1628124657853110&notif_t=group_activity&ref=notif

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VENENO, ARMA DE DEFESA DOS CANGACEIROS.

 Por Cangaçologia

No avanço da tropa lampiônica pela caatinga, próximo ao Raso da Catarina, na Bahia, a volante se deslocava na mesma direção. O Cangaceiro Candeeiro, em entrevista, relatou que a tropa encontrara água. Todos combatentes Cangaceiros abasteceram seus cantins e Zé Sereno sugeriu colocar veneno na água para a Volante quando fosse abastecer pegaria água envenenada.

Lampião não aprovou a idéia, porque ali se encontrava a única fonte para todos, inclusive os animais.

Se fosse ao contrário... A volante envenenaria a água, aumentando o rosário de atrocidades da Volante.

https://www.facebook.com/photo/?fbid=364813275086510&set=gm.4330816850308588

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VÍDEO - CANGAÇO - ANGICO EU SOBREVIVI_ PARTE 1

Por Aderbal Nogueira

https://www.youtube.com/watch?v=-rtGQlBsE0Y&ab_channel=AderbalNogueira-Canga%C3%A7o

Primeira parte do vídeo-documentário onde Sila conta como entrou no cangaço, o combate de Angico, o encontro com Adília e o preconceito que seus filhos sofreram por causa do seu passado. Link desse vídeo: https://youtu.be/-rtGQlBsE0Y

Mais um vídeo com o selo e qualidade Aderbal Nogueira.

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LIVRO DO JOÃO DE SOUSA LIMA

A história de Moreno e Durvinha você lê aqui.......para adquirir:75-988074138

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