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segunda-feira, 11 de outubro de 2021

RAUL FERNANDES E O LIVRO “A MARCHA DE LAMPIÃO – ASSALTO EM MOSSORÓ”

Reprodução do jornal natalense O Poti, edição de 12 de março de 1978.

O Governo do Estado e a Universidade federal do Rio Grande do Norte (UFRN) deverão editar até o final do mês o livro “Marcha de Lampião – Assalto a Mossoró”, de Raul Fernandes. Filho de Rodolfo Fernandes, prefeito de Mossoró quando da invasão da cidade, Raul Fernandes demonstra além do conhecimento de longos anos de pesquisa, a experiência de quem teve a casa assaltada pelos cangaceiros.

Capa da terceira edição do livro de Raul Fernandes.

Formado em Direito e Medicina (especializado em otorrinolaringologia que ensina na UFRN), Raul Fernandes diz não ter escrito antes o livro, porque isso o afastaria dos clientes, que passariam a vê-lo como um escritor, um literário e não um médico. Aos quase setenta anos de idade e pensando na aposentadoria, ele diz ter sido criado com um rifle nas costas, servindo ao Exército Americano na época da guerra e com alguns anos de est5udos nos Estados Unidos e na Alemanha.

Como que querendo justificar-se pelo lançamento do livro, quase vinte anos depois que resolveu escreve-lo, explica que “todos que assistiram à luta sempre me assediaram para que eu escrevesse”. O próprio José Lins do Rego solicitou sua ajuda quando se dispôs a escrever seu último livro, “O Cangaceiro”. Além do mais afirma “não existiam livros sobre o assalto a Mossoró, apenas depoimentos”, o que tornou difícil a execução do trabalho.  

NOTA DO TOK DE HISTÓRIA – É de estranhar essa declaração de Raul Fernandes, pois em 1955 foi lançado o livro “Lampião em Mossoró”, de Raimundo Nonato, pela Editora Pongetti, do Rio de Janeiro. No ano seguinte foi impressa uma segunda edição.

NÃO ACREDITAVAM

Muito à vontade, enriquecendo o assunto com suas próprias experiências, ele fala sobre a tarde em que Lampião entrou em Mossoró, acompanhado de onze reféns, “hoje gente importante do Estado”. Seu pai é, na verdade o foco principal do livro, “o que me coloca numa situação delicada, pois podem dizer que escrevi o livro apenas porque o centro da resistência era meu pai. Mas não foi assim, eu realmente vi tudo muito de perto”.

Nascido em Mossoró, Raul Fernandes estudava na Bahia. “Vindo de férias encontrei minha casa protegida pelas trincheiras. Minha casa foi a única que se preparou a resistência, porque meu pai estava avisado. Mas a cidade de Mossoró não acreditava no ataque”.

Mossoró era um dos centros mais importantes do Nordeste e tinha comércio maior que Natal.

Lampião e seu bando após a derrota em Mossoró.

ERA UM CANGACEIRO INTELIGENTE

Preocupado em esclarecer  pontos um tanto desconhecidos, Raul Fernandes lembra que o ataque a Mossoró não foi feito apenas pelo grupo de Lampião, mas pelos cinco grupos existentes na época (1927) liderados por João Marcelino, Jararaca, Sabino Gomes e Massilon.  

A decisão de atacar Mossoró teria partido exatamente de Massilon, que não era propriamente um cangaceiro, mas um tropeiro. Massilon teria assassinado um soldado e precisava fugir do Nordeste. Vindo da Paraíba, ele idealizou o assalto para fazer reféns para conseguir dinheiro para sua fuga.

Raul Fernandes.

Juntou-se aos demais grupos, e segundo as pesquisas do professor Raul, Lampião teria relutado muito em concordar. “Ele mal sabia ler e escrever, era um homem rude, grosseiro, mas um cangaceiro muito inteligente”. Por ordem do prefeito, a cidade foi evacuada na noite anterior ao assalto (Rodolfo havia sido avisado por amigos da Paraíba que o grupo marchava para Mossoró). Conseguindo no comércio um pouco de armamento e o auxílio de vinte soldados de polícia. Os homens armados (quem não possuía armas foi obrigado a deixar a cidade) conseguiram repelir o ataque.

Aqui, o professor Raul faz uma homenagem à Paraíba: “Bandido nenhum ataca de dia (os cangaceiros atacaram entre 16 e 17 horas), mas Lampião vinha sendo perseguido por duas volantes da Paraíba e se demorassem no assalto acabariam nas mãos dos perseguidores”.

Trincheira do prefeito Rodolfo Fernandes em Mossoró.

GRANDE EXPERIÊNCIA

Raul Fernandes confessa que essa foi uma experiência incrível: Ver de perto os terríveis bandidos e entrevistar várias vezes o famoso Jararaca aprisionado em Mossoró, e lamenta estar desarmado na época. Com dezenove anos foi obrigado a levar sua família para fora da cidade em lugar protegido, sem participar ativamente da resistência.

Hoje ele fala do assunto com uma certa emoção, lembrando os tempos em que o Nordeste era dominado pelo cangaço, que por um longo tempo sofreu pouca repressão.

“Em 1935 eu vi um assalto ao Banco do Brasil, aqui em Natal e ninguém pôde fazer nada”. Depois da Revolução de 1930, conta, os governos se uniram para acabar com o cangaço. O cangaceiro que era preso era imediatamente fuzilado.

“Foi o único meio de reprimir o cangaço que tanto assustava o Nordeste”.

https://tokdehistoria.com.br/2021/04/07/raul-fernandes-e-o-livro-a-marcha-de-lampiao-assalto-em-mossoro/

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LIVROS PAJEÚ EM CHAMAS – O CANGAÇO E OS PEREIRAS (CONVERSANDO COM SINHÔ PEREIRA).

 Por Geraldo Júnior


Finalmente terminei de ler e posso afirmar que se trata de um trabalho de referência sobre a história da tradicional família “PEREIRA” e a sua ligação com o cangaço nordestino.

Resta-me apenas agradecer mais uma vez ao Professor Helvécio e parabenizá-lo por magnífico trabalho, que na verdade é um presente de valor inestimável para as futuras gerações, ao que se refere ao estudo, pesquisa e conhecimento histórico.

ADENDO - http://blogdomendesemendes.blogspot.com

Hervécio Neves Feitosa

Eu também já o li e aconselho aos amigos amantes do tema "Cangaço", que procurem lê-lo, é um excelente trabalho do escritor Hervécio Neves Feitosa.

Quem desejar adquirir o Livro PAJEÚ EM CHAMAS – O CANGAÇO E OS PEREIRAS (CONVERSANDO COM SINHÔ PEREIRA), basta entrar em contato com o Professor Francisco Pereira Lima através do e-mailfranpelima@bol.com.br
Geraldo Antônio de Souza Júnior (Administrador do Grupo)

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TIBAU DE TODOS OS TEMPOS


 Adquira já

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PRIMEIRA DEPUTADA NEGRA DO BRASIL CRIOU O DIA DO PROFESSOR EM 1948

A partir de 1963 o Dia do Professor passou a ser comemorado oficialmente em 15 de outubro em todo o Brasil. Mas a data já era celebrada em Santa Catarina desde 1948 por iniciativa de Antonieta de Barros, a primeira mulher negra a ser eleita deputada no país. Professora por formação e filha de uma ex-escrava, ela teve papel fundamental na luta pela igualdade racial e pelos direitos das mulheres.

O dia 15 de outubro foi escolhido como Dia do Professor em referência à data em que o imperador D. Pedro I instituiu o Ensino Elementar no Brasil, em 1827. No ano de 1947, o professor paulista Salomão Becker já havia proposto a criação de um dia de confraternização e homenagem aos professores. No ano seguinte, Antonieta de Barros apresentou à Assembleia Legislativa catarinense o projeto de lei que criava o Dia do Professor. Somente 15 anos depois é que a data passou a ser oficializada em todo o Brasil, após a assinatura de um decreto do presidente João Goulart.

A trajetória de vida de Antonieta de Barros é admirável. Nascida em Florianópolis, em 1901, ela teve uma infância difícil. Após ser libertada da escravidão, sua mãe trabalhou como lavadeira e, para completar o orçamento, transformou sua casa em pensão para estudantes. O pai de Antonieta, um jardineiro, morreu quando ela ainda era menina. 

Foi convivendo com os estudantes na pensão de sua mãe que Antonieta se alfabetizou. Aos 17 anos, entrou na Escola Normal Catarinense, concluindo o curso em 1921. No ano seguinte, fundou o Curso Particular Antonieta de Barros, voltado para a educação da população carente.

Antonieta também trabalhou como jornalista, sendo fundadora do periódico A Semana, que circulou entre 1922 e 1927. Por meio de suas crônicas, divulgava ideias ligadas às questões da educação, dos desmandos políticos, da condição feminina e do preconceito.  

Em 1934, na primeira vez em que as mulheres brasileiras puderam votar e se candidatar, filiou-se ao Partido Liberal Catarinense, elegendo-se deputada estadual. Uma das principais bandeiras de seu mandato foi à concessão de bolsas de estudo para alunos carentes. Ela exerceu o mandato até 1937, quando começou o período ditatorial de Getúlio Vargas. No mesmo ano, sob o pseudônimo Maria da Ilha, escreveu o livro Farrapos de Idéias.

Em 1947, após o fim da ditadura Vargas, ela se elegeu deputada novamente, desta vez pelo Partido Social Democrático, cumprindo o mandato até 1951. Antonieta nunca deixou de exercer o magistério. Ela dirigiu a escola que levava seu nome até morrer, em 1952.  

Fontes: El PaísNSC TotalHypenessHuffPost BrasilFundação Cultural Palmares e A Cor da Cultura

Imagens: Instituto Histórico e Geográfico De Santa Catarina e Assembleia Legislativa de Santa Catarina

https://history.uol.com.br/historia-geral/primeira-deputada-negra-do-brasil-criou-o-dia-do-professor-em-1948?fbclid=IwAR0gZA__4Jipsr5QH2gnn7cOTTA_l-O8WAJ2dV0rVbXaEl2x5VNWtxI1q7s

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LUIZ GONZAGA, FAGNER - ABC DO SERTÃO (PSEUDO VIDEO)

 Por Gonzaga Music Entertainment

https://www.youtube.com/watch?v=6pkB_tpcDWU&list=OLAK5uy_lx7WV57B7TwZNFFAIDHGYTeSwPr1ef7fM&ab_channel=luizgonzagaVEVO

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ÚLTIMO SHOW DE LUIZ GONZAGA.ESSA FOI A DESPEDIDA DIA 06/06/1989 NO TEATRO DOS GUARARAPES EM RECIFE

Por Edinaldosidrimgentedecente

https://www.youtube.com/watch?v=Paimv2Ow1D0&ab_channel=EDINALDOSIDRIMGENTEDECENTE

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A IMPORTÂNCIA DO CANGAÇO PARA A CULTURA E PARA A HISTÓRIA NO BRASIL

 Por ALESP

https://www.youtube.com/watch?v=0jgBxXu_i-4

O Programa Alesp Conecta, realizado de forma virtual na Rede Alesp, recebe como convidado Robério Santos, Pesquisador e escritor, para falar sobre A importância do cangaço para a cultura e para a história no Brasil. Apresentação: Fábio de Lima

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ANTONIO CAIXEIRO

 Por Rubens Antonio

Antonio Ferreira de Carvalho, o Antônio Caixeiro, coiteiro de Lampeão. Pai do interventor federal no governo de Sergipe, Eronides, ambos foram seus fornecedores de armas e munição.

https://www.facebook.com/photo/?fbid=6509357589104480&set=a.4837797889593800

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A CANGACEIRA LÍDIA DE ZÉ BAIANO – DO SALGADINHO ÀS PIAS DAS PANELAS

Por Manoel Belarmino

No Salgadinho, nas proximidades das bordas do Raso da Catarina, no então Município de Santo Antônio da Glória, hoje Paulo Afonso (BA), nasceu a mocinha, que mais tarde se tornaria cangaceira, de nome Lídia Pereira de Souza. Seus pais eram Maria Rosa e Luiz Pereira de Souza. A cabocla da mais bela tez morena que as caatingas já forjou, Lídia crescia como uma fulô naqueles sertões dos rasos. Todos os sobreviventes do Cangaço que conheceram Lídia afirmavam que a cangaceira era linda demais. Era a mais bela das mulheres que já tiveram no Cangaço. Talvez foi chamada em algum momento, ou merecia o apelido de “Lidia, a bonita”.

Eis que o destino marcava a vida daquela sertanejinha, arrastando-a para a mais cruel vida amorosa e sangrenta que o Cangaço já produziu. O feminicídio como acordo de grupo dos bandoleiros das caatingas.

No ano de 1931, o cangaceiro Zé Baiano, um dos mais temíveis chefes de subgrupos do bando de Lampião, ficou doente e teve que ficar acoitado no povoado Salgadinho, exatamente na casa do casal dona Maria Rosa e Luiz Pereira. Um tumor no pescoço do cangaceiro provocava dores fortes, impedindo o cangaceiro de seguir o grupo de Lampião. Dona Maria Rosa cuidou de Zé Baiano com rezas e plantas medicinais até o seu restabelecimento.

Lídia já era uma mocinha. Linda de doer. No alto dos seus 15 anos. Logo Lídia foi sendo seduzida pelo mais terrível dos cangaceiros de Lampião. Aquele que pegou a fama de ferrador de mulheres, e o mais feioso dos cangaceiros. O mais esperto no manejar do dinheiro e do ouro; era agiota, chegando a emprestar volumes altos de dinheiro a “gente grande” em Sergipe. Lídia não resistiu e, por livre e espontânea vontade, resolveu seguir o Zé na vida bandoleira. Conta-se que, depois, Lídia se arrependeu e queria sair do cangaço, mas já era tarde demais. Não tinha mais jeito.

Mesmo sendo “bem cuidada” por Zé Baiano, que era louco de paixão e amor por Lídia, Lídia não podia mais corresponder os carinhos e amores recebidos do seu companheiro. E Lídia via triste e desconsolada. Arrependida daquela decisão ingênua e equivocada, mas não era mais possível desistir.

Não demora muito, e Lídia reencontra um jovem cangaceiro chamado Ademórcio, que, nos tempos de meninos, brincavam juntos nas malhadas das casas do Salgadinho. Ademórcio no Cangaço era o Bem-te-vi (nome de um passarinho cantador das caatingas e malhadas das fazendas, costumeiro dos anúncios de novidades). Lídia e bem-te-vi, às escondidas, nas moitas e sombras das quixabeiras, nas longas conversas, envolvem-se num romance proibido. Um caso amoroso, tentador, perigoso, mas de amor ardente. Um amor mais forte que a morte.

O cangaceiro Coqueiro e outros eram loucos por Lídia. Mas quem era doido tentar alguma coisa? Zé Baiano tinha fama de valente e cruel. E ainda, no cangaço, a traição não era admitida; era motivo de morte. E morte cruel.

Certo dia, o cangaceiro Coqueiro, que vivia com os olhos voltados para Lídia, flagrou na sombra de uma moita, no coito, a cangaceira transando com o cangaceiro Ben-te-vi, no maior amor do mundo.

O cangaceiro Coqueiro, aproveitando a ocasião e do fato, tentou usar o flagrante para também ficar com Lídia. Lídia resistiu. Xingou e disse que jamais faria aquilo. E que não adiantaria as ameaças, porque ela ficou com o Bem-te-vi porque o amava. E que, se fosse denunciada, ela confirmaria tudo. Não conseguindo o intento resolveu delatar o caso de traição.

Naquele mês de julho de 1934, nas Pias das Panelas, nas proximidades do Riacho do Cartavo, em Poço Redondo, quando Zé Baiano retornou de uma viagem do Alagadiço que havia feito com Lampião, o cangaceiro Coqueiro resolveu contar tudo, exatamente na hora da janta, no coito, no momento em que todos estavam reunidos. Ao ouvir a delação de Coqueiro, Zé Baiano ficou parado, estarrecido. Olhou para Lampião esperando alguma ordem. Um silêncio tomou conta do coito. Lampião tirou o chapéu... coçou o quengo. Levantou-se do cepo. Não quis mais comer. E continuou calado.

Depois de um tempo em silêncio, Lampião disse que Zé Baiano tomaria as providências sobre Lídia e os cangaceiros resolveriam o caso de Bem-te-vi e Coqueiro. Depois da sentença de Lampião, Zé Baiano mandou que o cangaceiro Demudado amarrasse Lídia num pé de umburana ali mesmo próximo das Pias das Panelas, nas margens do Riacho do Quartavo, no coito. E Lampião ordenou que o cangaceiro Gato matasse o cangaceiro traidor (o Bem-te-vi) e o delator (o Coqueiro).

Gato puxou a mauser e disparou contra o Coqueiro, que já caiu ali estirado, morto. Quando se voltou para disparar contra o cangaceiro Bem-te-vi, viu que esse já havia fugido.

Zé Baiano não conseguiu dormir naquela noite. Deitou-se separado dos outros cangaceiros, calado. Teria que matar a cangaceira mais linda já vista no mundo cangaceiro e a mulher que ele amava. Quando o dia amanheceu, antes de o Sol aparecer, Zé Baiano pegou um cacete de pau d'arco e, com várias pauladas, matou Lídia. E, sem pedir ajuda a ninguém, ele mesmo cavou a cova e enterrou o corpo da cangaceira, ali mesmo embaixo do pé de umburana, nas proximidades das Pias das Panelas, no Riacho do Quartavo.

Se Lídia foi fotografada, as fotos ainda não apareceram nas mãos dos pesquisadores. Mas eu não tenho dúvida da beleza de Lídia.

Abaixo, posto aqui uma foto, feita pelo pesquisador Sandro Lee, da casa onde Lídia morou com os seus pais antes de entrar no Cangaço.

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FINALMENTE

 Clerisvaldo B. Chagas, 11/12 de outubro de 2021

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano - 

Crônica: 2.594

Sai o boato de que o terreno para a construção de casas das vítimas da enchente do rio Ipanema, já está sendo trabalhado. Fonte não oficial diz que serão construídas 400 residências, o que representa uma significativa vila, distrito ou povoado. Segundo essa mesma fonte, o local onde acontecerão as construções fica no sopé do serrote do Cruzeiro, numa área entre o plano e a encosta, longe do centro, mas a expansão benfazeja da nossa cidade tem mesmo que seguir pelas periferias já dividindo terras com a zona rural. O crescimento da cidade está sendo dirigido naturalmente para os quatro pontos cardeais. Esperamos, portanto, que não haja aborrecimentos futuros entre os novos moradores da área e a vegetação de segunda do próprio serrote do Cruzeiro, mas bastante conservada. Um dos pulmões verdes de Santana.

Neste momento em que estamos vivenciando a Festa do Padroeiro São Cristóvão, a boa notícia das 400 casas novas, alivia todos aqueles que viverão uma diferente realidade, longe de área de risco, nem enchentes, nem barreiras, um lugar privilegiado pela firmeza do terreno e uma das mais belas paisagens de Santana. São pessoas de cerca de três bairros diferentes que irão conviver numa outra situação. Desejamos paz, harmonia e progresso para todos os habitantes que chegarão à área oferecida. Os esforços para o empreendimento estão sendo dirigidos pelo deputado Isnaldo Bulhões e a prefeita Christiane Bulhões.

Não somente apenas um novo lugar de morada. 400 casas, um verdadeiro povoado, traz mercadinhos, farmácias, manicures, cabeleireiros, mototaxistas, lanchonetes... Isto é, os mais diversos do comércio, prestações de serviços que sempre iniciam pelos mais simples ou básicos. Vão gerando emprego, renda e novas oportunidades para empreendedores. O grande beneficiário será o Bairros Domingos Acácio, onde está localizada a entrada para o alto do serrote Cruzeiro, o maior mirante de Santana do Ipanema. Não longe dali, funciona o Instituto Federal de Alagoas – IFAL, na AL´-125. Paz e progresso. Adeus, águas do PANEMA.

TERRENO LIMPO VISTO DO ALTO DO LOTEAMENTO COLORADO A 330 METROS DE ALTITUDE. (FOTO: ÂNGELO RODRIGUES).

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domingo, 10 de outubro de 2021

EU QUERO SER POETA SEM SER.

 Por José Mendes Pereira


Sou filho do meu sertão

Do nordeste brasileiro

Vaqueiro eu fui nas brenhas

Fui também um catingueiro

Eu corria atrás do gado

Mas eu nunca fui malvado

No tempo que fui vaqueiro.

Se você não gostou dos meus versinhos heptassílabos não diga a ninguém, deixa-me pegar outro, porque eu não sou poeta.

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LIVROS DO JOÃO DE SOUSA LIMA

 


Livros do cangaço na região de Paulo Afonso...75-988074138

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LIVRO DO HONÓRIO DE MEDEIROS.

  Por João de Sousa Lima

Recebendo o amigo e professor, conselheiro do Cariri Cangaço, Honório de Medeiros... com seu novo livro pronto pra iniciar a leitura.

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PUBLICADO PELO BLOG LAMPIÃO ACESO 29 DE JANEIRO DE 2014.

Homenagem:

40 Anos sem Zózimo Lima.

Por Antônio Corrêa Sobrinho

Todos os relatos históricos sobre a visita de Lampião, na noite do dia 25 de novembro de 1929, à cidade de Capela, Sergipe, terra a 67 km da capital Aracaju, referem-se a Zózimo Lima, como o encarregado dos Correios e Telégrafos desta cidade e a pessoa que esteve com o famoso e temível cangaceiro Lampião.

Muitos desconhecem, porém, que este mesmo Zózimo Lima, um simples protagonista de um grande momento do Cangaço: a marcante presença, pela vez primeira, do bandoleiro-mor das caatingas nordestinas, à zona da mata sergipana, aos tabuleiros da Capela, exitosa visita, pois lucrativa e conseguida sem maiores esforços, sem derramamento de sangue, numa quase festa, numa quase apoteose - foi um grande homem de letras, escritor e jornalista renomado.

Zózimo Lima, este mesmo homem que esteve efetivamente à mercê do instinto e da razão do grande saqueador, que viu a sua vida sob um fio, e aquele punhal assassino a lhe espreitar, a visitar com o bandoleiro lojas e residências da sua própria cidade-berço, naquela inesquecível noite de novembro de 1929, além de telegrafista concursado, era, sobretudo, um dos notáveis jornalistas sergipanos, com vasta experiência na imprensa paulista, onde foi revisor no “Correio Paulistano”, e repórter e colunista da “Tribuna” de Santos. Em Uberaba, Minas Gerais, foi correspondente do citado diário santista, e escreveu no “Jornal do Comércio” e no “A Lavoura”. Na década de 30 escreveu para o “Diário de Noticias” e “O Imparcial”, de Salvador.

Em Aracaju, foi correspondente da “A Tarde” da Bahia, e cronista do “Correio de Aracaju” e da “Gazeta de Sergipe”, respectivamente, de 1928 a 1974, período em que escreveu mais de 4 mil crônicas, na sua famosa coluna “Variações em Fá Sustenido”. Escreveu Zózimo Lima para a revista da Associação Sergipana de imprensa e para a da Academia Sergipana de Letras, instituições em que foi membro e a ambas presidiu. Zózimo Lima, como servidor dos Correios e Telégrafos, foi seu presidente na década de 1960.

No final de sua brilhante carreira jornalística, em maio de 1971, foi agraciado pela Associação Brasileira de Imprensa, com a “Medalha do Mérito Jornalístico”, conferida a brasileiros e estrangeiros que se distinguem por méritos jornalísticos sobremodo reconhecidos. Zózimo, que continua sendo um dos maiores cronistas de todos os tempos da imprensa sergipana. No próximo dia 19 de janeiro, completa 40 anos do seu falecimento, ele que nascera em 4 de abril de 1899.

Já estava por esquecer que, no dia 29 de novembro de 1929, o "Correio de Aracaju" publicou a reportagem escrita pelo próprio Zózimo, "Lampião em Capela, com o subtítulo - Informações interessantes colhidas pelo correspondente do "Correio" - a atitude digna do intendente Antão Corrêa - Lampião acha que a vida do cangaço é bem divertida - outras notas. Texto referência quando se quer dizer deste grande acontecimento que foi a ataque de Lampião a Capela, e que Zózimo, com certa frequência em suas muitas crônicas fez registrado aquele momento em que compartilhou experiências com o grande bandoleiro das adustas terras nordestinas.

Ao seu filho remanescente, Zózimo Lima Filho, dedico esta lembrança.

[Postado por Kiko Monteiro no blog Lampião Aceso].

Foto e texto reproduzidos do blog: lampiaoaceso.blogspot.com.br

Postagem originária da página do Facebook/MTéSERGIPE.

http://on.fb.me/1hRkmDf

 http://gentesergipana.blogspot.com/2014/01/zozimo-lima.html

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GENERAL SIQUEIRA, CANUDOS, EUCLIDES E BOMBINHO

Por Zozimo Lima

Por aqui andou, em dias da semana última do ano findo, como sempre o faz todos os anos, o nosso Dr. Calazans, estudioso da história e folclorista de bom preço. Das andanças por casas de parentes e amigos, sobrou-lhe tempo para se informar do comportamento do general Siqueira de Menezes quando governador do Estado, bem assim sobre a sua situação, como oficial superior, da armada de engenharia, na chamada Guerra de Canudos.

Parece-me, não afirmo com certeza, que o precípuo intuito do saboroso e exuberante advogado post-mortem do valoroso e desventurado pau-mandado do Barão de Maruim - Inácio Barbosa, o Catinga - é apurar a verdade sobre a afirmativa de Gilberto Amado, num dos seus livros de Memórias, de referência a notas escritas por Siqueira, com futuros propósitos publicitários, e delas ter se aproveitado o escritor Euclides da Cunha.

Afirmou-me o Calazans, na palestra que tivemos no Instituto Histórico, que tem trabalho publicado, esclarecedor à saciedade, sobre o assunto. Desconheço esse trabalho. Que o general Siqueira não via com bons olhos o desgraçado e glorioso autor dos SERTÕES, não padece dúvida. É o que se depreende do que escreveram Afrânio Coutinho e Gilberto Amado.

O famigerado “jagunço aloirado” teria guardado, com usura, documentário escrito, em cadernos, sobre a guerra de Antônio Conselheiro, e Euclides, que as lera, abafou-as para enriquecer sua monumental obra literária, histórica e científica.

A saga de Canudos está preocupando hoje, passados tantos anos, depois de Euclides, ficcionistas, historiadores e folcloristas. Pesquisadores percorrem área dominada pelos fanáticos de Antônio Conselheiro.

Paulo Dantas faz, no momento, história romanceada, evocando, com profundidade, episódios, e figuras autênticas do passado, separando a lenda da história, num processo honesto de decantação, sem o preciosismo de João Felício dos Santos no seu JOÃO ABADE.

Os aficionados de Antônio Conselheiro e sua gente vão ser surpreendidos, em breve, com a estória em versos do místico sertanejo, até hoje inédita, escrita pelo antigo rábula Manuel Pedro das Dores Bombinho, espectador dos acontecimentos da época.

As 256 páginas daquela história, em versos, estão em poder do jovem escritor Paulo Dantas.

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Vamos tratar, ainda, do falecido general Siqueira de Menezes. Onde nasceu ele? Dizem os seus biógrafos, inclusive Armindo Guaraná no seu DICIONÁRIO BIOBLIOGRÁFICO SERGIPANO, que foi em São Cristóvão.

Converso com o historiador Sebrão, sobrinho, sobre o assunto. E ele, numa sarcástica gargalhada, me declara peremptoriamente: — “Está tudo errado. O general Siqueira nasceu no povoado Gameleira, ao tempo pertencente ao município de Itabaiana, passando, depois, com a divisão territorial para a formação de município, ao de Campo do Brito. Seus pais lá nasceram, descendentes dos Siqueira de Pedra Mole”. E continua, pitando um mata-rato de Boquim: — “O velho sapateiro Rozendo Vieira, de Itabaiana, mais conhecido por Rozendo Lombo Puro, era primo próximo do Siqueira, e dele fora condiscípulo na escola primária de Gameleira”.

E, indignado com a adulteração dos fatos e da história, prossegue: — “Só por gabolice Siqueira afirmaria ser natural de São Cristóvão, em cuja freguesia debalde se procurou, até hoje, a sua certidão de batismo, a qual deverá estar, se ainda existe o livro, na freguesia de N. Sra. da Boa Hora, do Campo do Brito, criada em 1845”.

Conteste-o quem quiser e puder a revelação acima.

Correio de Aracaju (SE) – 13/01/59

 https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste/?multi_permalinks=1750433851832218%2C1749658425243094&notif_id=1633812230892206&notif_t=group_activity&ref=notif

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" L A M P I Ã O NO C A R I R I ".

 Por Luís Bento - 10-10-2021

Sempre que vinha ao Cariri, o que acontecia com frequência nos anos de 1926 a 1928, o então Distrito Macapá atual JATI era porta de entrada de Lampião e seu grupo Cangaceiro. Aqui seu grupo era engrossado por Horácio Novaes ou Horácio Grande, por ser muito alto, que vivia escondido na fazenda Agrestim, arredores de Porteiras, por ter crimes na sua terra natal, Floresta Pernambuco.

Por volta do ano de 1925, Horácio Novaes, pernambucano, mas marando na Cidade de Porteiras, briga com Franclim Tavares Pinheiro, Franco Pinheiro, Prefeito daquela Cidade. Horácio Novaes prática um crime matando um morador de Porteiras e é perseguido pelos policiais desta cidade a mando do Prefeito Franco Pinheiro. Horácio foge para sua cidade natal, Floresta. Lá forma um bando com Lampião e manda avisar que voltará para queimar a fazenda Conoa de propriedade de Franco. E pouco tempo após ele cumpre a ameaça ao atear fogo na localidade de Canoa. Ele não esquecera.

Foto da antiga Macapá atual Jati-CE

Quando começa o incêndio, um vaqueiro que ia passando viu o fogo e corre para avisar a Antônio Teixeira leite, seu Tonho da Piçarra. Ele se arma e vai correndo para a cidade com a finalidade de avisar ao primo Franco Pinheiro do fogo na fazenda. Quando chegaram os bandidos já haviam fugidos e o fogo tinha destruído tudo. Era a maior tristeza, ver uma fazenda tão bonita e destruída por instinto de vingança.

Um mês depois Antônio da Piçarra recebe uma carta de Horácio Grande pedindo uma grande quantia em dinheiro, dez mil contos de réis ( o valor da sua fazenda )e que em caso negativo ele queimaria a Piçarra, assim como fez com a fazenda Conoa. Era muito dinheiro. Antônio aconselhado pela mulher resolver ir pedir conselho ao Padre Cícero na cidade de Juazeiro do Norte. Naquela época todos pediam opinião e conselho ao Padre Cícero quando tinham que tomar decisões. Depois de ouvir toda a história, o Padre Cícero fala:

" Pois você cheque em casa, faz uma carta pra esse Cangaceiro Horácio dizendo que não pode pagar. Inventa de uma compra e diz que não tem dinheiro agora, ou melhor, diz que está pagando a propriedade e diz que não quer intriga com ele. Diz que não tem nada a ver com a briga dele com Franco "- aconselha o Padre Cícero.

" Mas meu Padim, fui eu quem avisou a Franco do incêndio na propriedade dele, saí em perseguição com mais de quinze homens armados. Ele sabe de tudo, até do meu parentesco com Franco" - insiste Antônio,

" Mas aí você diz que não sabia que era ele. Se soubesse não tinha ido, você pensava que era outro Cangaceiro ". - sugere o Padre Cícero em tom bem apaziguador.

Como se tivesse uma visão de futuro, o Padre coloca a mão na cabeça de Antônio e diz em forma de orientação e muita fé;

" Não venda a sua fazenda, fique lá. Você vai morrer velhinho na sua casa, ninguém vai lhe matar."

Antônio volta a Piçarra e manda uma carta a Horácio por uns cabras lá da fazenda Riacho do Navio, gente valente também do Cangaço. Estes tinham contato fácil com Horácio Novaes.

Naquele tempo todo Nordestino procurava o Padre Cícero para pedir conselhos e principalmente abrigo. Dois tios de Lampião, perseguidos pela polícia de Pernambuco, viajam para Juazeiro do Norte com a finalidade de pedir apoio. Foi aí que o astuto Padre lembrou do caso entre Antônio e Horácio: A ameaça de Horácio em tocar fogo na fazenda Piçarra porque Antônio saiu no percalço perseguido-o quando este ateou fogo na fazenda Canoa de seu primo Franco Pinheiro.

O Padre viu que de uma atitude única resolveria vários problemas e manda uma carta para Antônio solicitando que ele receba os dois casais com seus filhos. Antônio dar moradia e contrata este pessoal como rendeiros associando a ideia do Padre Cícero que uniu o útil ao agradável.

" Eu fique até satisfeito, diz Antônio, porque eles sendo primos de Lampião, Horácio o chefe do bando, num ia mais me perseguir porque Lampião era o elemento mais importante depois de Horácio ". Dito e feito. Horácio esquece toda a desavença com seu Tonho. Pôr insistência da família decide deixar a vida do Cangaço e vai embora".

Fonte - Antônio Euzébio Teixeira Rocha Im memoriam ( Saga de Antônio da Piçarra de Padre Cícero a Lampião ). Pág - 109 - 110.

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LAMPIÃO E O TRISTE FIM DO CABO MILITÃO

 Por No Rastro Do Cangaço

https://www.youtube.com/watch?v=Y1kh7Js_lhA&ab_channel=NoRastroDoCanga%C3%A7o

Num ápice, saltam das selas Lampião, Volta Seca, Ezequiel, Pai Velho, Corisco, Arvoredo, Moderno, Esperança, Moirão, Gato, Pernambucano e Labareda. Virgulino já está intimando o Cabo Militão. “Se prepare, cabra, se prepare pra apanhar!”. Intrépido, o cabo fitou no cangaceiro e retrucou: “Pra apanhar não, que em homem não se dá, homem se mata!” Assistam e ao final deixem seus comentários, críticas e sugestões. INSCREVAM-SE no canal e ATIVEM O SINO para receber todas as nossas atualizações. 

Vejam também: https://youtu.be/8qANRCa9gOY https://youtu.be/-yn5LoMJiT0 https://youtu.be/MXFT70F2nT8 https://youtu.be/2JlMCbsJYIM https://youtu.be/2uW1d2PTgf4 https://www.youtube.com/watch?v=L3J8B... https://www.youtube.com/watch?v=olKWe... https://www.youtube.com/watch?v=4pQCn..

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RADIALISTA EMERY COSTA

 Por Relembrando Mossoró

Emery Jussier Costa – Nasceu no dia 13-02-1946, em Mossoró; filho de Eliseu de Oliveira Costa e Julita de Oliveira Costa. Ao longo da vidas foi Radialista e jornalista. Faleceu em 01-05-2020.

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" LIVRO GUARDIÕES DA POESIA"

 Por Cícero Aguiar Ferreira

Ontem (antes de ontem) dia 08/10/21, no Cine Teatro Professor Júlio Macedo Costa, foi lançado o livro de poesias "GUARDIÕES DA POESIA", uma obra com a participação de vários poetas de diversos recantos do Brasil. 



Este projeto nasceu através de um grupo de poetas no watzap "Poemas e Poesias" comandado pela poetisa Sônia Regina De Barros Aleixo (Umãs, Salgueiro-PE) e o poeta Medeiros (Cuité-PB), em meados de 2019. Tem o prefácio do poeta e apologista da cultura popular Rubem Veras e orelha do grande e inesquecível poeta "Pedro Bandeira". Poetas participantes: Marcos Gomes de Sousa (Brejo Santo-CE); Sônia Regina (Umãs, Salgueiro-PE); Agliberto Bezerra (Mauriti-CE); Alan Silva (Brejo Santo-CE); Ari Mendes (Extrema-MG); Bernardino Bezerra (Ibiara-PB) "In memoriam"; Cicero Aguiar Ferreira (São José do Belmonte-PE); Cicero André (Abaira-CE); Gilvan Grangeiro (Andradina-SP); Jorge Furtado (Fortaleza-CE); Juarez Nunes (Ouricuri-PE); Lucinha Saraiva (Aurora-CE); Marcone Santos (Tabira-PE); Medeiros (Cuité-PB); Neném Escobar (Brejo Santo-CE); Paulo Gondim (Monte Horebe-PB); Pedro Ernesto (Barro-CE); Rivaldo de Aguiar Pereira (Salgueiro-PE) e Silvano Lyra (Olinda-PE). Esse trabalho de poesias em diversos estilos, já vem com um carimbo importante, que é a união dos amantes da poesia, para que desta forma, se mantenha viva a nossa verdadeira cultura.





Agradecer a Secretaria de Cultura, Turismo e Eventos de Brejo Santo-CE, pelo acolhimento e apoio, obrigado secretário David Júnior, estendendo os agradecimentos a todos os demais membros da equipe da secretaria.

Agradecer a Deus, a minha esposa Nilda Pereira Alencar, minha filha Ana Maria Pereira, a meus irmãos Antonio Ferreira, Maria Aguiar, Francisco Aguiar Aguiar, Claudiano Aguiar, aos meus sobrinhos Lucas Aguiar, Luan Aguiar, Larissa, Davi e Maria Vitória, enfim, a todos os meus familiares, principalmente aos poetas participantes deste trabalho, como também a todos os membros do Grupo de Poetas do Sertão Central capitaneado pelo poeta Josenilson Da Silva, que tenho a honra de fazer parte, agradecer também a minha ex colega de trabalho e amiga Clecia Silva pela força que me deu na época que eu estava fazendo esse trabalho, grato.

Cicero Aguiar Ferreira

09/10/21

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LIVRO

Por José Mendes Pereira

Você que gosta de ler o tema cangaço procura com urgência os bons livros da escritora Luitgarde Oliveira Cavalcanti Barros, adquirindo com o professor Pereira, através destes endereços:

franpelima@bol.com.br ou pelo Whatsapp 83 9 9811 8286. 

É uma escritora de nome e renome no que diz respeito ao estudo cangaceiro.

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CANGAÇO - PERGUNTAS E RESPOSTAS - 37

Por Aderbal Nogueira
https://www.youtube.com/watch?v=OrsF5Y8GoUo&ab_channel=AderbalNogueira-Canga%C3%A7o

Nesse quadro "Perguntas e Respostas", tento responder às indagações feitas pelos amigos sobre a história do cangaço. Qualquer pessoa pode fazer suas perguntas nos comentários abaixo de qualquer um dos vídeos que venha a assistir. Link desse vídeo: https://youtu.be/OrsF5Y8GoUo

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