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domingo, 6 de julho de 2025

JOSÉ MARIA MADRID - RADIALISTA DE MOSSORÓ.

  Por: José Mendes Pereira

Dom Gentil Diniz Barreto bispo de Mossoró, Alcides Belo ex-prefeito de Mossoró e o radialista José Maria Madrid - aparece de bigode - todos já falecidos. Foto: http://telescope.blog.uol.com.br

Foi um dos melhores e mais competentes radialistas de Mossoró. Tinha uma voz assustadora, mas na verdade, só a sua voz. José Maria Madrid era uma verdadeira criança. Educadíssimo, amigo dos amigos.

Conheci o Zé Maria Madrid nos anos 70, quando ele veio trabalhar na Rádio Difusora de Mossoró. Enquanto ele era empregado na Rádio Difusora, eu trabalhava na Editora Comercial S/A, numa sociedade: Cine Caiçara, Cine Jandaia e Cine Miramar de Areia Branca, mais a Rádio Difusora e a Editora Comercial S/A, cujos sócios eram:

Renato Costa é o nº. (1). O nº. (2) é Bibil Gurgel - proprietário do Banco S. Gurgel em Mossoró - ambos já falecidos - Foto: http://telescope.blog.uol.com.br

José Renato Costa, Dr. Paulo Gutemberg de Noronha Costa, irmão do primeiro, Milton Nogueira do Monte e José Genildo de Miranda; quatro homens que muito souberam respeitar os seus empregados. 


Carlos Augusto Rosado e José Genildo de Miranda, já falecido.
Foto: http://telescope.blog.uol.com.br

Nenhum de nós que teve a oportunidade de trabalhar com estes homens, se falar mal de um deles ou de todos, é porque gosta mesmo de denegrir a imagem de qualquer ser humano.

Dr. Paulo Gutemberg era um homenzarrão, de andar apressado, de olhos azuis, alto, de cor clara, aparentando o fundador de Brasília, o ex-presidente do Brasil Juscelino Kubitscheck. Era advogado e chegou a ser promotor de justiça.

José Renato, filho de Renato Costa e sobrinho de Paulo Gutemberg - suicidou-se - Nilo Santos e Paulo Gutemberg - ambos faleceram de enfarto. Foto: http://telescope.blog.uol.com.br

Renato Costa, Dr. Paulo Gutemberg e Genildo Miranda, os três, tinham um respeito enorme pela pessoa de Milton Nogueira do Monte que era diretor sócio da sociedade, igualmente nós, operários. A paciência que tinha seu Milton, a maneira que ele falava com qualquer ser humano, por mais ignorante que fosse o sujeito, ele evitaria ter qualquer desentendimento com seu Milton Monte. 

Zé Maria Madrid como era chamado pelos seus amigos e por nós todos que trabalhávamos na sociedade, tinha uma facilidade para decorar os textos que seriam lidos na Rádio, no horário do jornal, ao meio dia. Bastava ele ler uma vez, já sabia tudo sobre o assunto, e nem precisava mais das laudas para ler as notícias.

Eu sempre estava ali no estúdio com ele, esperando o horário que a Editora Comercial S. A. abrisse as suas portas para nós, funcionários cumprirmos as nossas obrigações como empregados.  Ele iniciava a leitura das notícias que eram escritas pela o redator José de Arimatéia. E o  que me chamava a atenção, era a facilidade que tinha o Madrid de ler. Eu pegava a lauda que ele lia no momento, e colocava de ponta cabeça (digamos assim), e sem nenhuma dificuldade, lia..

Zé Maria gostava da diversão nos bares, e tive oportunidade várias vezes de participar da sua mesa, lá no bar da Dona Neci, na Rua Frei Miguelinho, com o cruzamento da Rua Tiradentes, vizinho a antiga Sambra, esta sendo uma algodoeira, onde hoje funciona um Chopp.

A SAMBRA funcionava neste prédio. Foto: http://telescope.blog.uol.com.br

Nesse tempo, eu ainda era solteiro, e como havia saído da instituição escolar, a qual eu vivi oito anos, mas já estava vivendo de favores, por já ter passado dos dezoito anos, fui morar no Sindicato da Lavoura de Mossoró.
 
Geralmente, nós nos encontrávamos no bar citado acima. Eu já era freguês de meses, e Zé Maria Madrid, antes de começar o seu trabalho do meio dia, sempre estava no bar para ingerir algumas pingas, e vez por outra, o nosso patrão, Dr. Paulo Gutemberg nos visitava, fazendo parte do nosso almoço.

Que falta faz o meu amigo José Maria Madrid, de voz assustadora, mas um verdadeiro cordeiro, amigo, educado e prestativo para com os que faziam partes do seu círculo de amizade. 

Adeus, amigo Madrid! Um dia todos nós iremos ao seu encontro. A estrada poderá ser outra, mas o caminho será exatamente o que você foi.

Faça uma visitinha a este site:
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A TRAMA PARA A MORTE DO CANGACEIRO ZÉ BAIANO.

 

Por Cangaço Eterno
https://www.youtube.com/watch?v=NlTmVXRvUqE&t=903s

Seguindo a versão de José Bezerra Lima Irmão apresento a trama usada por Antônio de Chiquinho coiteiro de Zé Baiano para mata-lo. Um dos principais chefe de subgrupo de Lampião morreria traído em 1936 junto com seus cabras Demudado, Chico Peste e Acelino. #lampião #cangaço #cangaceiros

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LAMPIÃO E PADRE CÍCERO ROMÃO | CNL | 1492

 Por O Cangaço na Literatura

https://www.youtube.com/watch?v=g5bL63NlYZ8

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180 ANOS DE PADRE CÍCERO E SUA AMIZADE COM LAMPIÃO

 Por Aderbal Nogueira

https://www.youtube.com/watch?v=_wYwubgq9fg

Nesses 180 anos do nascimento de Padre Cícero falamos um pouco da força que ele exerce até hoje e de seu relacionamento com Lampião. Para participar da Expedição Rota do Cangaço entre em contato pelo e-mail: narotadocangaco@gmail.com Seja membro deste canal e ganhe benefícios:    / @cangacoaderbalnogueira   Parcerias: narotadocangaco@gmail.com #lampiao #cangaço #padrecicero #juazeirodonorte #cangaceiros

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LAMPIÃO E PADRE CÍCERO - A relação entre o mais famoso cangaceiro e o notável religioso nordestino

Por No Rastro do Cangaço
https://www.youtube.com/watch?v=KPq_frZ1o9w 

Virgulino Ferreira da Silva, Lampião, o rei do cangaço e o Padre Cícero, figuras emblemáticas do panorama social do nordeste. Personagens envoltos em lendas, misticismos, folclore, fantasias e realidades das mais diversas. Cícero e Virgulino, o padre e o cangaceiro, estão alçados à condição de mitos nordestinos.

Temas relacionados:

Sertão Nordestino, Lampião e Maria Bonita, Grota do Angico, Contos do cangaço no sertão, Cangaço Lampiônico, Cangaceiros de Lampião, cabras de Lampião, História Nordestina, Literatura do Sertão Brasileiro, Crime de castração, história do eunuco, Lampião a raposa das caatingas, o governador do sertão, lampião mata inocente, crimes de Lampião, lampião herói ou bandido, Volantes Policiais no cangaço, volante policial Nazarenos, Volante Zé Rufino, Volante Mané Neto, Padre Cícero, Rota do cangaço, cangaceiro Corisco, cangaceiro Moreno, Cangaceiro Zé Baiano, cangaceiro Gato, histórias e contos, filmes completos, canais de cangaço, A morte do cangaceiro Corisco.
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sábado, 5 de julho de 2025

LAMPIÃO O REI DO CANGAÇO FILME COMPLETO.

Por No Rastro do Cangaço
https://www.youtube.com/watch?v=HSkU2Rg6lrg

Virgulino Ferreira da Silva, Lampião, o Rei do Cangaço, Maria Bonita e seu Bando de Cangaceiros comandados são retratados nesse Longa Metragem.
O filme conta a história da jornada de como o menino pobre nascido no sertão pernambucano se tornou um dos homens mais procurados e conhecidos do Brasil. Lampião - O Rei do cangaço é um filme brasileiro produzido e exibido no ano de 1964, do gênero aventura, dirigido por Carlos Coimbra. O roteiro é baseado nos livros Lampião - O Rei do Cangaço de Eduardo Barbosa e Capitão Virgulino "Lampião" de Nertan Macedo. O filme apresenta a trajetória de Virgulino Ferreira da Silva que ficou conhecido na história como Lampião. Um dos mais temidos e respeitados cangaceiros de todos os tempos. Lampião entrou para o cangaço ainda jovem após se envolver em questões pessoais com seu vizinho Zé Saturnino. Após a morte de sua mão vítima de enfarto causado pelas tribulações envolvendo seus filhos e de seu pai morto por uma Volante policial alagoana comandada pelo então Sargento José Lucena de Albuquerque Maranhão "Zé Lucena", decide juntamente com seus irmãos Antônio Ferreira "Esperança" e Levino Ferreira "Vassoura", entrar definitivamente no cangaço e a partir de então começa a escrever sua história com sangue, saques e destruições. Por mais de vinte anos Lampião atuou no cangaço pelos sertões do Nordeste e nesse meio tempo se tornou para muitos uma espécie de herói e para tantos outros um bandido frio e sanguinário. O filme "Lampião - O Rei do cangaço" embora oculte partes importantes da história do cangaceiro, não deixa de ser um trabalho grandioso se levarmos em consideração os acontecimentos históricos apresentados e as tecnologias empregadas na época e suas limitações. Destaque para o grande elenco de atores e para o trabalho formidável produzido pelo cineasta e diretor Carlos Coimbra. LAMPIÃO - O REI DO CANGAÇO (CARLOS COIMBRA - 1964).

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sexta-feira, 4 de julho de 2025

O CAIPIRA ETERNAMENTE APAIXONADO...

Por Alcino Alves Costa

Apesar de uma correlação muito forte, enganosa e parecida entre amor físico e amor espiritual, estes dois sentimentos são absurdamente opostos. O amor físico é construído através de paixão ardente, detentora de vigorosas chamas, porém este amor nascido de um sentimento extremado e obsessivo, transformado em um doentio desejo, é puramente sexual, é fugaz, efêmero, passageiro e sem constância nenhuma. Paixão amorosa que prima pelo desejo de um instante de uma conjunção carnal, o prazer esfogueado do sexo, mas que, após algum tempo de verdadeira luxúria cai no desânimo da própria carne e desemboca pelo caminho triste da decepção, do 

A paixão física, que na maioria das vezes se torna aloucada, doentia e ao mesmo tempo frágil, costuma trazer em seu bojo sofrimentos, angústias e aflições sem limites. O inverso é o amor espiritual. Este é calmo, sereno, sublime, duradouro, repleto de prazer e felicidade. Diferentemente dessa paixão, desse amor físico que é um sentimento de muita ardência e de elevado grau de intensidade, mas, quase sempre, voltado para os apelos físicos, o amor espiritual é um sentimento sublime, repleto de magia e encantamento, feito e criado dentro de uma dedicação absoluta, repleto de compreensão, simpatia, amizade e afeição. Felizes são aqueles que se amam espiritualmente. O amor espiritual, aquele que um ser humano sente por outro é uma dádiva divina, um presente de Deus. É nesta junção, corpo e alma, que se pode perfeitamente afirmar, ser este o verdadeiro amor, o amor na abragência da palavra, o amor perene e quase que imortal. A sublimação do amor espiritual é algo que tem o dom da felicidade; a magia do bem querer e do bem viver das pessoas; este presente de Deus é uma ventura daquele que teve a graça divina de possuir este tesouro da vida.

Mesmo quando o amor espiritual é unilateral, aquele que traz esta sensibilidade afetiva jamais descamba para o abismo do ódio em relação à pessoa amada. Com o passar dos anos, após perder as esperanças, o portador desse altíssimo grau de sublimidade, guarda este tão singelo e afetuoso proceder lá longe no escondido de seu próprio coração. No entanto, este sentimento ficará intacto. Em tempo algum será destruído da história de sua vida. Nada neste mundo fará com que este mágico legado dos deuses do amor feneça, morra ou se retire daquele que um dia guardou em seu coração a magnificência de um verdadeiro amor.

É necessário que se saiba diferenciar a grandiosidade do amor espiritual. Existem aqueles nascidos do próprio sangue, o sagrado amor de pais, filhos e irmãos; aquele amor respeitoso e cheio de sinceridade que existia nos tempos de outrora entre pessoas que se gloriava da palavra amigo, mas que, infelizmente, praticamente inexistente nos dias atuais. Além desses, existia aquele que envolvia de felicidade o homem e a mulher, quando eles dois se amavam com todas as forças de seus corações; quando eles sentiam em seu corpo e em sua alma um amor muito maior do que o desejo do sexo. Não se imagine que o sexo seja algo sem muita importância. O sexo é vital na vida do macho e da fêmea. Mas, o amor que ultrapassa a barreira e a necessidade da carne e atinge os pontos insondáveis e misteriosos do espírito é u m amor muito além desse que é também uma dádiva da natureza, a cópula maravilhosa entre um homem e uma mulher foi, é e será através das eras um especialíssimo presente nos oferecidos pelos poderes divinos.

Nada se compara a uma casal, um homem e uma mulher que se ama verdadeiramente; um homem e uma mulher que sejam plenos de cumplicidade entre eles; um homem e uma mulher que viva a vida do outro com prazer e alegria; um homem e uma mulher que um entregue o seu corpo ao outro num acasalamento perfeito e sublime.

É certo! Eu sei que você sabe, todos nós sabemos que nos dias tortuosos e sem amor em que vivemos tudo isto não passa de uma utopia. Falar de amor, de respeito e de consideração é coisa de um tempo que ficou lá longe, na distância daqueles que viveram os idos do passado; passado que os pobres coitados das novas eras consideram o tempo de um povo inculto e ignorante. A cumplicidade, o bem querer, o amor, a felicidade mútua, são coisas velhas, arcaicas que servem apenas de achincalhe e ironia – assim alardeiam os insensíveis da modernidade.

Todos esses valores culturais caíram no mais completo desuso. A moda é “ficar”, mesmo sem conhecer e nem saber quem é o parceiro ou parceira que irá com ele ou ela para um encontro íntimo, na ânsia de um coito que poderá trazer severas consequências.

Mesmo nos sertões mais distantes e atrasados a mocinha sertaneja, ainda no florir de sua juventude, cuida em perder a sua virgindade porque se sente envergonhada de não conhecer o sexo. O que esta pobre coitada não imagina é que ela está correndo um perigo grandioso de cair nas profundezas de um abismo sem volta; muitas delas com um filhinho nos braços, dependendo da aposentadoria de seus pais ou avós.

Os novos tempos. Os tempos da modernidade em que vivemos. Estes tempos insensíveis e cruéis, quer acabar e assassinar o amor. O amor é imortal e eterno.  Uma pergunta: Você se ama?

Alcino Alves Costa; o Caipira de Poço Redondo

Publicado, no dia 26 de abril de 2011, pelo JORNAL DA CIDADE, Aracaju

Extraído do blog: "Cariri Cangaço"

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ENTREVISTA FEITA

 Clerisvaldo B. Chagas, 3 de julho de 2025

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 3.260

UM IDOSO NUM JARDIM (FOTO: EQUIPE DA UNEAL).

Ainda sem recuperação total de um probleminha de saúde, como havia prometido, enfrentei o frio e a chuva e fui para a entrevista com senhora e senhoritas acadêmicas da UNEAL. Fomos para os estúdios de Podcast do jornalista Lucas Malta ao invés do Departamento de   Cultura, onde ocorreu o desenrolar da história de Santana. Muito proveitosa a palestra que fez movimentar os neurônios e que trouxe à superfície inúmeros fatos que reacenderam o passado e emocionaram entrevistado e entrevistadoras. O que faz a inspiração do entrevistado, é ao notar o interesse sincero, sem maquiagem dos entrevistadores e assim entregar o peixe como um rio generoso. Temos que passar o bastão para um sangue bom, pois, os fracos de espírito rejeitam os obstáculos da jornada.


Todo filho da terra deveria assumir um compromisso sério com o seu berço. Sim, nem todo mundo tem o pendor das letras, mas a sua terra pode ser exaltada de várias maneiras. Creio que o início de tudo é conhecer bem o município em que nasceu. Suas dificuldades, suas belezas, e todos os aspectos históricos e geográficos. Daí em diante você cria amor e vontade de fazer algo pelo seu torrão, na música, nas letras, no artesanato, na culinária, na política... Retribuindo em parte  seu nascimento na região. Existem ainda alguns aspectos de Santana do Ipanema que ainda não estão totalmente registrados, mas apenas citados superficialmente na tradição oral. Cabe aos mais jovens, descobrirem essas relevantes passagens históricas, desvendá-las e mostrá-las à sociedade.


Como dizia meu melhor professor de Geografia, Alberto Nepomuceno Agra: “O rio Amazonas é o maior do mundo, mas para nós o rio Ipanema é mais importante”. E eu repito aos jovens: “A serra do Mar é importante, mas para nós, mais importante ainda é o serrote do Cruzeiro, a serra Aguda, a serra da Camonga”. Ah, sim! Vamos estudá-las para saber o porquê. Ora, eu que sou professor e escritor, estive aprendendo com as minhas formosas entrevistadoras, quanto mais um aluno comum, o que terá que aprender!? E assim vamos tentando louvar o nosso Sertão intimorato, bravo, heroico, porém, mais doce do que o mel mais doce. Sertanejo com muito orgulho! Fé e resistência!

 


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quinta-feira, 3 de julho de 2025

CANGACEIRO OLIVEIRA EM JATI - JATI 5

 Por Aderbal Nogueira

https://www.youtube.com/watch?v=CYtjQGdXI3M

Nesse quinto vídeo da web-série em Jati-CE os pesquisadores Luis Bento e Adriano de Carvalho batem um papo com a viúva do cangaceiro Oliveira, que esteve presente no ataque a Mossoró e passou os últimos anos de vida em Jati, no Ceará. Para participar da Expedição Rota do Cangaço entre em contato pelo e-mail: narotadocangaco@gmail.com Seja membro deste canal e ganhe benefícios:    / @cangacoaderbalnogueira   Parcerias: narotadocangaco@gmail.com

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SINHÔ PEREIRA CONVOCA lAMPIÃO JATI 4

 

Por Aderbal Nogueira
https://www.youtube.com/watch?v=iE-q9JlmTAg

Nesse quarto vídeo da web-série em Jati-CE o pesquisador Luis Bento narra sobre uma carta enviada por Sinhô Pereira para Lampião pelas mãos de um portador de Jati. Luis fala também uma missiva que Padre Cícero enviou a Sinhô Pereira e sobre o cangaceiro Moreno, que aterrorizava o Cariri naquela época. Para participar da Expedição Rota do Cangaço entre em contato pelo e-mail: narotadocangaco@gmail.com Seja membro deste canal e ganhe benefícios:    / @cangacoaderbalnogueira   Parcerias: narotadocangaco@gmail.com

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