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sábado, 5 de março de 2011

Terceiro Rei de Portugal

D. Afonso II
D.
AfonsoII-P.jpg

3º. Monarca de Portugal
Início do reinado: 1211 - Fim do reinado 1223.

            D. Afonso II  - Cognominado O Gordo, O Crasso (grosso)  ou O Gafo, em virtude da doença que o teria afetado.  Terceiro rei de Portugal.

           Nasceu em Coimbra a 23 de Abril 1185.  Afonso II era filho do rei Sancho I de Portugal e da sua mulher, Dulce de Berenguer, mais conhecida como Dulce de Barcelona, infanta de Aragão. Afonso sucedeu ao seu pai em 1211. Era casado com Dona Urraca Infanta de Castelo. Filho herdeiro: Infante D. Sancho.
                              
            Os primeiros anos do seu reinado foram marcados por violentos conflitos internos entre Afonso II e as suas irmãs Mafalda, Teresa e Sancha, a quem seu pai legara em testamento, sob o título de rainhas, a posse de alguns castelos no centro do país - Montemor-o-Velho, Seia e Alenquer,  com as respectivas vilas, termos, alcaidarias e rendimentos, numa tentativa de centralizar o poder régio, o que foi resolvido apenas com o confisco dos bens e exílio para Castela ou recolhimento a mosteiros das infantas.
                                                                                                                   
Tiveram os seguintes filhos:

                 D. Sancho II, que herdou a coroa;
  
                 D. Afonso III, que herdou a coroa;
                               
               D. Leonor nasceu em 1211; rainha da Dinamarca em 1229, pelo seu casamento com Valdemar III da Dinamarca; faleceu depois de 1231; 

                 D. Fernando, nasceu depois de 1217; foi senhor de Serpa; esteve em Roma por volta de 1239 para implorar perdão de Gregório IX, por desacatos cometidos; faleceu por volta de 1243. 

                 O monarca teve um bastardo de mãe que se ignora:     D. João Afonso, que morreu em 1234, foi enterrado em Alcobaça.  
                                                                       
                D. Afonso II faleceu no dia 25 de março de 1223 e foi enterrado no mosteiro de Santa Maria Alcobaça, em Coimbra, Portugal.

                O seu reinado  terminou no dia 25 de março de 1223.  

             Fonte: Wikipedia
                         pt.wikipedia.org/wiki/

sexta-feira, 4 de março de 2011

COMETAS

Fonte: br.geocities.com


             Há várias maneiras de classificar cometas. Basicamente os cometas podem ser divididos em dois grandes grupos principais, os cometas de Curto ou Pequeno Período e os cometas de Longo Período.
Cometas de Pequeno Período ou Cometas Periódicos (P/) - São cometas que apresentam período orbital de menos de 200 anos, e pertencem ao sistema solar interno, provavelmente oriundos do Cinto de Kuiper.
Cometas de Longo Período (C/) - Cometas com períodos na ordem de milhões de ano ou superiores a 200 anos. Quando ainda mais longe do sol, os cometas de longo período podem ser eqüidistantes às mais próximas estrelas, isto é, suas origens estariam fora do sistema solar, provavelmente na Nuvem de Oort.

           Segundo recentes dados os Cometas Periódicos normalmente são divididos em cometas de Pequeno Período (esses com períodos de menos de 200 anos) e cometas de Longo Período (esses com períodos de mais de 200 anos). Dos 155 cometas de Pequeno Período, foram observados 93 cometas com duas ou mais passagens pelo periélio. Em 1989, quatro destes cometas foram dados definitivamente como perdidos, e outros três estavam provavelmente perdidos, presumivelmente foram desintegrados devido ao calor solar. Assim, alguns estudiosos cometários acharam vantajoso mudar a definição de cometas de pequeno período, diminuindo o tempo de seus períodos para 20 anos. Isto deixa 135 cometas de Pequeno Período (estilo novo) no Catálogo; e 20 outros tendo períodos entre 20 e 200 anos são chamados cometas de Período Intermediário.
Estas duas novas classes estão separadas por um espaço de período pequeno. Os cometas de Pequenos Períodos comuns têm um período de sete anos, com uma distância de periélio de 1.5 AU, e uma pequena inclinação (13) na eclíptica. Todos os cometas de Pequenos ou Curtos Período, segundo a nova classificação, giram ao redor do sol da mesma forma que os Planetas em movimento direto. Nesta nova classificação, os cometas de Período Intermediário então apresentam uma distância de periélio média e uma inclinação maior na eclíptica, sendo que cinco deles apresentam direção retrógrada ao redor do Sol.

           O mais famoso deles é P/Halley (com 30 passagens pelo Sol); os outros são P/Tempel-Tuttle (4 passagens), e P/Pons-Gambart, P/Hartley-IRAS, e P/Swift-Tuttle (com menos de três passagens pelo Sol). Foram observados 11 dos 20 cometas de Período Intermediário durante uma única passagem.

            Os cometas com órbitas de Longos Períodos são apareceriam ao acaso em todas as direções do céu, e asperamente a metade deles apresenta movimento retrógrado. Dos 655 cometas de Longo Período contidos no Catálogo, 192 deles têm órbitas elípticas, e 122 têm órbitas que são muito ligeiramente hiperbólicas. Finalmente, são listados 341 cometas como tendo órbitas parabólicas, mas isto é bastante enganador porque ou não foi possível descobrir divergências inequívocas de uma parábola (às vezes muito pequeno) no arco ao longo do qual os cometas foram observados ou, mais simplesmente, os cálculos finais nunca foram feitos. Vinte e duas órbitas originais permanecem (nominalmente) ligeiramente hiperbólicas além da órbita de Netuno, mas 19 não apresentam sinais de órbita significativamente diferentes de uma parábola. Três deles tem órbitas significativamente diferente próximas a 50 AU e é provável se tornarem elípticos quando eles estiverem a 50,000 ou 100,000 AU do Sol. A razão é que, entretanto a massa da nuvem de Oort permanece incerta, deveria ser somado à massa do sistema solar interno para computar as órbitas. Aproximadamente 90 cometas foram identificados como novo em órbitas de longo período. Se a mesma proporção existe nas órbitas parabólicas mal computadas, o total deve estar perto de 170 cometas novos no catálogo preparado por Marsden, mas 80 deles não foram identificados.

Grupos de cometas e outros objetos cometários incomuns

             Alguns cometas viajam em órbitas notavelmente semelhantes, apenas o tempo de passagens de periélio é apreciavelmente diferente. É pensado que os membros de tal grupo de cometas sejam fragmentos de um cometa maior (cometa pai) que, por força de maré, se partiram em épocas mais cedo pelo Sol ou em alguns casos pelo diferencial da ação de forças não gravitacionais em um núcleo frágil. Historicamente foram observados muitos cometas que se colapsaram.

            Diferenças desprezíveis nas velocidades resultantes, embora elas aconteçam com muita suavidade, é suficiente para causar a fragmentação cometária e separa-los ao longo de órbitas próximas, mas distintas uma da outra. Mesmo uma leve variação de a-1 introduz um período de orbital que pode variar por vários anos, e quando os fragmentos do cometa retornam que eles passarão por periélios em épocas extensamente separadas. O melhor exemplo conhecido é o famoso grupo de cometas "Sungrazing" (também chamado Grupo de Kreutz) que tem 12 membros definidos (mais um provável) com distâncias de perihelion entre 0.002 e 0.009 AU (menos que meio raio solar). Seus períodos são de 400 a 2,000 anos, e suas últimas passagens aconteceram entre 1880 e 1970. O fragmento mais famoso do grupo é Cometa Ikeya-Seki 1965 VIII.

            Cometas como o P/Schwassmann-Wachmann 1 que tem um período de 15 anos apresenta uma órbita quase circular e um pouco instável entre Júpiter e Saturno, com um periélio que iguala 5.45 AU e um afélio de 6.73 AU; em suas aparições pode ser observado durante vários meses quando defronte para o Sol no céu. Sem qualquer cauda visível, tem explosões irregulares em brilho que fazem sua coma crescer em tamanho durante algumas semanas e se torna até 1,000 vezes tão luminoso mais que o normal.


             Outro objeto bastante incomum é o asteróide denominado 2060 Chiron que têm uma órbita semelhante entre Saturno e Urano. Embora fosse primeiro classificado como um asteróide, seu núcleo glacial de uns 300 quilômetros sugere que provisoriamente seja um cometa gigante estacionado em uma órbita quase circular mas instável. Realmente, Chiron desenvolve explosões fracas, esporádicas, e em 1989 uma nebulosidade passageira que o cercou (uma " coma ") foi informado pela primeira vez. Dentro de alguns mil anos, Chiron poderia ser bastante perturbado por Saturno e vir mais íntimo ao Sol e se tornar um cometa espetacular.
Para objetos distantes que contêm gelos voláteis, a distinção entre asteróides e cometas se torna um assunto de semântica porque muitas órbitas são instáveis; um asteróide que vem mais íntimo ao Sol que o habitual pode se tornar um cometa produzindo uma atmosfera passageira dando a ele um aparecimento meio nebuloso e isso pode desenvolver em uma cauda. Alguns objetos foram reclassificados como resultado de tais ocorrências. Por exemplo, asteróide 1990 UL3 que cruza a órbita de Júpiter, mais tarde foi reclassificado como Cometa P/Shoemaker-Levy 2 em 1990. Reciprocamente, suspeita-se que alguns dos asteróides que se aproximam da Terra (Amors, Apollos, e Atens) poderia ser os núcleos extintos de cometas que perderam a maioria dos gelos e outros materiais voláteis.

             Dois cometas luminosos, Morehouse 1908 III e Humason 1962 VIII, exibiram um espectro de cauda bem peculiar nos quais os íons de CO+ predominaram de um modo espetacular, possivelmente por causa de uma abundância anômala de uma molécula original - molécula pai (monóxido de carbono, gás carbônico, ou possivelmente formaldeído [CH2O]) vaporizando do núcleo.

Classificação dos Cometas segundo Armand Delsemme

            Classe Kohoutek

           Em sua maioria são cometas novos que se aproximam do sol pela primeira vez. Nesta categoria existem mais ou menos uns cem números de cometas conhecidos, vindos de uma distancia de cerca de meio ano-luz. Eles são muito velozes quando próximos ao Sol.

           Classe West

           Esta classe leva o nome West devido ao cometa do mesmo nome que apareceu em 1975/1976 cujo aparecimento se deu após uma órbita de 16 mil anos. Nela estão incluídos em torno de 450 cometas conhecidos com órbitas de cerca de 2 milhões de anos.

            Classe Halley


            Em deferência ao cometa de Halley, o mais brilhante deste tipo. Aqui se incluem cerca de dezesseis cometas que voltam a aproximar-se do Sol em um período entre 20 e 200 anos. Mas nenhum deles tem órbita que vai além da mais distante órbita do planeta Netuno em relação ao Sol.

   Classe Pons-Winnecke

Pons-Winnecke é o cometa que denomina esta classe, e cujo cometa leva cerca de 6 anos para novo aparecimento próximo ao Sol. Nela incluem-se mais ou menos cem cometas de pequenas órbitas que levam de 5 a 20 anos para retornar. Contudo, esta classe costuma perder alguns cometas devido à alteração das órbitas de alguns cometas devido a interferência dos grandes planetas gasosos quando suas órbitas os levam a passar próximo a eles.

     Classe Encke

           Esta classe contem cometas com várias passagens pelas cercanias do Sol (chamados velhos cometas) e que apresentam processo de decadência, a caminho de seu final. O cometa que dá nome a esta classe, Encke, parece ser o único a apresentar uma órbita relativamente estável entre os planetas internos, com período de duração de 3,3 anos.

           Famílias de Cometas

          Os chamados Cometas Periódicos também são divididos em famílias, por sua distância em relação ao Sol. Esta classificação é uma maneira simples para situar alguns
cometas e aquilatar sob influência de qual planeta um cometa está mais sujeito. As duas principais famílias são:

          Família Júpiter

         Com cerca de 167 membros, esta é a maior família de cometas cujas órbitas são diretamente influenciadas pelo planeta Júpiter, o maior planeta do Sistema Solar.

          Família Saturno

         Está é a segunda família e conta com cerca de mais ou menoss 7 cometas, cujas órbitas sofrem sensível influência de Saturno, o Planeta dos Anéis e que também é o segundo maior planeta do Sistema Solar.
Também existem outras famílias de cometas menos numerosas cujas órbitas são influênciadas pelos outros planetas do Sistema Solar.

Família Sungrazers ou Cometas Kretuz ou Rasantes Solares

          Entre os Cometas que desenvolvem fantásticas velocidades quando em seu periélio, estão os chamados Rasantes Solares, que recebem esse nome por passarem extremamente próximos ao Sol e são os corpos celestes mais velozes entre os que habitam nosso Sistema. Devido a velocidade e da sua menor distancia em relação ao Sol, a temperatura desses cometas sobe a milhares de graus, o que sublima e ioniza a maioria dos elementos que constituem o cometa. E, se um desses rasantes não desenvolver velocidade suficiente para escapar a atração gravitacional do sol, certamente vai desaparecer num rápido e final mergulho ao encontro do astro rei. Este tem sido o final da grande maioria dos cometas descobertos pelo SOHO.

          Também existem alguns cometas periódicos que apresentam periélios localizados a enormes distancias do Sol (cerca de 750 milhões de quilômetros), significando que em seu ponto de aproximação mais íntima ao Sol esta distancia estaria muito além da órbita da Terra (distância Terra/Sol = 150 milhões de quilômetros; distância Marte/Sol = 227.940 milhões de quilômetros); o que seria um periélio em alguma região mais ou menos próxima à órbita de Júpiter (778.330 milhões de quilômetros do Sol).

Definições Gerais

          Cometa de Curto Período Muito Curto

          Cometa elíptico, cujo período é inferior a 10 anos.

          Cometa de Eclipse

          O que é descoberto por ocasião de um eclipse total do Sol.

         Cometa de Longo Período ou Cometa não-periódico ou Cometa parabólico

          Aquele cuja órbita é praticamente uma parábola.

          Cometa de período Intermediário

          Aquele cujo período é compreendido entre 10 e 200 anos, e cuja órbita é uma elipse alongada.

          Cometa elíptico

          Aquele cuja órbita é elíptica. Os cometas de curtos períodos e os cometas de período intermediários apresentam órbitas elípticas.

          Cometa hiperbólico

          Aquele que tem a peculiaridade de o cálculo da sua órbita conduzir a uma hipérbole, o que indica a possibilidade de não ser ele um membro próprio do sistema solar, são os cometas de períodos muito, muito longos.

          Cometa Periódico

         Aquele cujo retorno é previsível e pode ser observado. São os periódicos, os cometa de curto período, e o cometa de período intermediário.

           Cometas Rasantes Solares

          São os cometas que passam muito próximos ao Sol e por vezes acabam mergulhando diretamente no Sol.

O segundo rei de Portugal

D. Sancho I

Ficheiro:SanchoI-P.jpg

2º. Monarca de Portugal.  Aclamado em 1185. Início do reinado: 06 de Dezembro de  1185. Fim do reinado 26 de Março de  1211.
 
                 D. Sancho I, nasceu no dia 11 de Novembro de 1154, em Coimbra, Portugal.  Era filho do primeiro rei de Portugal, D. Afonso I ou Afonso Henriques,  e de Dona Mafalda de Sabóia. Recebeu o nome Martinho no seu batizado, por haver nascido no dia do santo com o mesmo nome.

            Como o seu irmão mais velho, o D. Henrique,  havia falecido, aos três anos de idade, levou à alteração da sua onomástica para um nome mais hispânico, ficando desde então Sancho Afonso. 

            Foi cognominado como “o Povoador”, e  como destaque, a fundação da cidade da Guarda, em 1199, e a atribuição de cartas de foral na Beira e em Trás-os-Montes: Gouveia e  Covilhã, no ano de 1186; Viseu e  Bragança no ano de 1187,...,  povoando áreas remotas do reino, em particular com imigrantes da Flandres e Borgonha.

             Com o seu  reino bem sucedido, no ano de  1170, Sancho foi armado cavaleiro pelo seu pai logo após o acidente de D. Afonso Henriques em Badajoz e tornou-se seu braço direito, tanto como militar, como administrativo. 

             Nesse início de independência, muitos eram inimigos da coroa, isto é de Portugal, sendo um dos tais, o reino de Castela e Leão que antes dominava Portugal. E ainda a igreja católica, que não se interessou de consagrar a independência de Portugal com a sua bênção. 

           Como Portugal estava surgindo e necessitava de apoio, já que alguns o haviam abandonados, procurou aliados dentro da Península Ibérica, principalmente o reino de Aragão, um inimigo tradicional de Castela, que mesmo tendo sido inimigo, se tornou o primeiro país a reconhecer Portugal. O acordo foi firmado no ano de 1174 pelo casamento de Sancho, então príncipe herdeiro, com a infanta Dulce Berenguer, infanta de Aragão, irmã mais nova do rei Afonso II de Aragão. 

              Sancho I insatisfeito com os Mouros, no ano de 1178, declarou guerra contra eles, confrontando-os cerca de Sevilha e do rio Guadalquivir, tendo sido vitorioso nesta batalha. Com essa ação, expulsa assim a possibilidade deles entrarem em território português. 

             Com a morte de Afonso Henriques no ano de  1185, Sancho I tornou-se o segundo rei de Portugal.

              D. Sancho I faleceu no dia 26 de Março de 1211, aos 56 anos de idade.
 
              O seu túmulo encontra-se no Mosteiro de Santa Cruz, em Coimbra, ao lado do túmulo do pai.

Estátua de D. Sancho I

Ficheiro:Estátua de D. Sancho I frente ao Castelo de Torres Novas.JPG

Descendentes:

            Por sua mulher, Dulce de Barcelona , infanta de Aragão (1152-1198, filha da rainha Petronila ou Petronilha de Aragão :

           1 -  Beata Teresa de Portugal, infanta de Portugal (1176-1250), casou com o rei Afonso IX de Leão.
           2 - Beata Sancha de Portugal, infanta de Portugal (ca.1180-1229), abadessa do Lorvão.
           3 - Raimundo de Portugal (ca.1180-1189).
           4 - Constança de Portugal (1182-1202).
           6 - Pedro, infante de Portugal (1187-1258), conde de Urgel pelo casamento com Aurembiaix Armengel; foi também Senhor de Maiorca.
           7 - Fernando, infante de Portugal (1188-1233), viveu no estrangeiro, casou com Joana da Flandres.
             8 - Henrique de Portugal (1189-?).
           9 - Branca, infanta de Portugal (1192-1240), senhora de Guadalajara.
          10 - Berengária, infanta de Portugal (1194-1221), casada com o rei Valdemar II da Dinamarca.
          11 - Beata Mafalda de Portugal, infanta de Portugal (ca.1200-1257), casada com o rei Henrique I de Castela, depois fundadora do mosteiro cisterciense de Arouca e sua primeira abadessa.

             Filhos naturais:


          Urraca Sanches:

          Havidos de Maria Pais Ribeira, dita a Ribeirinha, filha de Paio Moniz de Ribeira e de Urraca Nunes de Bragança (1150 - ?), filha de Vasco Pires de Bragança.

          Rodrigo Sanches (1200-1246)
          Gil Sanches (1200-1236)
          Nuno Sanches
          Maior Sanches

          D. Teresa Sanches (1205-1230) casou com D. Afonso Teles (1170 - 1230), 2º senhor de Meneses, 1º senhor de Albuquerque.

         Constança Sanches (1210-1269)

         Havidos de D. Maria Moniz de Ribeira (1150 -?), filha de D. Monio Osórez de Cabrera (1110 -?) Conde de Cabreira e Ribeira, e de Maria Nunes de Grijó (1120 -?) filha de Nuno Soares de Grijó (1085 -?) e de Elvira Gomes (1095 -?).

         Pedro Moniz ou Pero Moniz (1170 -?)

          Fonte de Pesquisa: Wikipédia

quinta-feira, 3 de março de 2011

Mulher na Malásia salva marido ao atacar tigre com concha de sopa

BBC - Brasil Notícias

Tigre

Animal só teria fugido após ser atingido com concha de sopa
            Um homem foi salvo de um ataque quase fatal de um tigre na região norte da Malásia por sua mulher, que atacou o animal empunhando uma concha de sopa.
            Tambun Gediu, que se feriu seriamente e está se recuperando em um hospital, havia tentado afugentar o tigre e diz que sua mulher salvou a sua vida.

           ''Eu estava seguindo um esquilo e me agachei para acertá-o, quando eu vi o tigre. Foi então que eu percebi que estava sendo seguido'', afirmou Gediu após ter sido submetido a uma cirurgia.

           Gediu havia tentado subir em uma árvore para escapar do animal, mas foi puxado para baixo pelo tigre.

           Sua mulher, Han Besau, de 55 anos, correu para a cozinha ao ouvir gritos do marido e recorreu ao utensílio doméstico como uma arma.

           Acredita-se que o tigre habita uma área florestal não muito distante da residência do casal, perto da aldeia de Jahai.

          Guardas florestais pretendem rastrear o animal e enviá-lo para uma região mais densa e não povoada da selva no Estado de Perak, no norte do país.
'Aterrorizado'

          ''Estava aterrorizado e usei todo a minha força para bater na cara do animal, mas ele não recuava'', disse Gediu ao jornal New Straits Times.

         ''Eu tive que lutar com ele para manter suas mandíbulas longe de mim, e ele teria acabado me prendido em suas garras e me matado, se minha esposa não tivesse chegado."

         Depois de ter sido golpeado na cabeça seguidamente com a concha de sopa, o animal fugiu.

          Foi a primeira vez que alguém na aldeia foi atacado por um tigre.

         O diretor do Departamento de Vida Selvagem e Parques Nacionais no Estado, Shabrina Shariff Mohd, estima que existam cerca de 200 tigres nas selvas de Perak.

        Ela acrescentou que cinco haviam sido localizados perto da principal rodovia da região, que conecta as regiões leste e oeste do país.

China aumenta área de floresta, Brasil diminui

Por: Miriam Leitão - Colunista


Desmatamento - Crime ambiental

            A FAO, organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura, divulgou estudo sobre perda de florestas. Entre 2000 e 2010, o mundo perdeu 52 mil quilômetros quadrados de floresta, o que representa uma queda expressiva em relação à década passada, quando havia ficado em 83 mil quilômetros quadrados.

            A Suécia fez um esforço enorme de reflorestamento e hoje tem uma das maiores áreas de floresta do mundo, mas é um país pequeno. Já a Ásia teve perda líquida forte entre 1990 e 2000, mas um ganho a partir daí, por causa da China, que aumentou sua área de floresta.


Desmatamento - Crime ambiental 
            
            A única região do mundo onde houve forte perda foi a América Latina. O Brasil reduziu ao longo dos últimos anos o ritmo de desmatamento, mas ainda tem perda líquida. Vejam abaixo gráfico feito pela revista britânica "The Economist" baseado nesse estudo.
Os dados em tempo real mostram aumento do desmatamento nos últimos meses. O Imazon, ONG brasileira, por exemplo, notou que houve aumento na degradação florestal, uma espécie de etapa prévia ao desmatamento futuro.


Desmatamento - Crime Ambiental

           Nunca dá para refazer a floresta perdida. Quando falamos em reflorestamento, a tentativa é colocar as espécies nativas no lugar. Mas não é possível reconstruir da mesma forma. Dá para consertar parcialmente.

Ouçam aqui o comentário na CBN.


Veja as belezas do nosso Brasil

















Fonte: O Globo - Miriam Leitão.com