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sábado, 25 de maio de 2013

Domingo de Festa em Lavras da Mangabeira para o segundo dia de Cariri Cangaço 2013

Manoel Severo passa às mãos do Prefeito Gustavo Augusto Bisneto o Título de "Amigo do Cariri Cangaço" 

O domingo, dia 19 de maio amanheceu ainda mais festivo em Lavras da Mangabeira. O segundo dia da Avant Premier "Entre Canetas e Bacamartes" marcou a visita histórica ao Sítio Tatu e à casa do Clã Augusto, emblemáticas propriedade de dona Fideralina e cenário de todos os mais importantes acontecimentos e decisões do vale do Salgado entre o final do século XIX e o início do século XX.

Ainda no começo da manha a caravana Cariri Cangaço  foi recepcionada pelo prefeito Gustavo Augusto Bisneto no Paço da prefeitura municipal, quando foi passado às sua mãos o Diploma de Amigo do Cariri Cangaço pelo Curador do evento, Manoel Severo Barbosa.

 Aguiar Caçula e Aurineide Aguiar, anfitriões Cariri Cangaço em 2014, e o prefeito Gustavo Bisneto
 Manoel Severo, Ângelo Osmiro, Casal Gustavo Augusto e Haroldo Felinto

O Presidente do GECC, Ângelo Osmiro, concedeu na mesma oportunidade o Título de Membro do Grupo de Estudos do Cangaço do Ceará ao seu mais jovem integrante, de apenas 10 anos o escritor mirim Raul Sá; que também foi nomeado Representante do Cariri Cangaço em Lavras da Mangabeira.

Dali os participantes e convidados da municipalidade seguiram para os principais pontos de visitação histórica da cidade.

Cariri Cangaço

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25 DE MAIO - UM ANO SEM ANATÁLIA CRISTINA QUEIROGA PEREIRA

Por: José Mendes Pereira

Antes de ler o que segue clique no link abaixo.

http://blogdomendesemendes.blogspot.com.br/2012/05/direito-que-anathalia-cristina-queiroga.html

CONVITE

*1990 - + 2012

Anathália Cristina Queiroga Pereira nasceu no dia 31 de Março de 1990, na cidade de Pau dos Ferros – região Alto Oeste Potiguar, conhecida como “Tromba do Elefante”, a 180 km da capital do Oeste Potiguar, Mossoró, no Estado do Rio Grande do Norte.

Júlio e Anatália

Filha de Júlio Batista Pereira natural de Assu, no Estado do Rio Grande do Norte, e Edilza Custódio de Queiroga, natural de São Francisco do Oeste, cidade adjacente a Pau dos Ferros.

Edilza e Anatália

Desde que se casaram seus pais são empresários no ramo gráfico, e residem em Pau dos Ferros desde os anos oitenta.

 "..., ...,  Anatália e Jeferson  Queiroga - Engenheiro"

Anathália Cristina era filha única, além do irmão Jefferson Queiroga, sendo este já formado “Engenheiro”, pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte, com sede em Natal.


Seus avós maternos: Raimundo Soares de Queiroga e Ana Custódio de Queiroga, os quais residem na cidade de São Francisco do Oeste, próxima a Pau dos Ferros.

Seus avôs paternos: Francisco Manoel Pereira e Natália Batista Pereira, ambos natural de Mossoró – Estado do Rio Grande do Norte.

Escola Estadual José Guedes do Rego - Pau dos Ferros

Anathália Cristina aprendeu as primeiras letras na Escola Estadual José Guedes do Rego, na cidade em que nasceu.

Escola Estadual 4 de Setembro - Pau dos Ferros

Posteriormente matriculou-se na Escola Estadual 4 de Setembro, onde concluiu o ginásio, e no ano seguinte matriculou-se no Colégio e Curso Evolução, "uma repartição particular", para cursar o 2º Grau.

 Colégio e Curso Evolução - Pau dos Ferros

Após concluir o 2º Grau fez vestibular no curso de Direito, na Universidade Potiguar, na capital natalense. Sendo aprovada, passou a ser aluna daquela universidade, cujo título “Advogada” receberia este ano de 2012.

UnP - Universidade Potiguar - Natal - RN

Adeus, Anathália! Um dia, todos nós, parentes e amigos,  estaremos juntinhos de você. Poderá demorar, mas não teremos outro caminho. A estrada poderá ser outra, mas o caminho será exatamente o mesmo que você seguiu para se encontrar com Deus.

Depoimento do pai - Júlio Batista Pereira
Júlio Batista Pereira e Anathália Queiroga

É uma das maiores dores que pai e mãe podem receber. Geralmente, nós, pais, esperamos que o filho ou os filhos acompanhem-nos até o cemitério para depositar os nossos corpos em uma urna fúnebre. Mas os pais levarem seu ou seus filhos para sepultá-los, é uma dor inexplicável. Acontecimento que jamais esqueceremos na vida. Nossas mentes não conseguem apagar esta dor ou o que aconteceu. 
  

Anathália era uma excelente filha. Só nos deu gosto enquanto permaneceu no nosso meio. Jamais foi preciso reclamá-la, e desde criança, ela mesma sabia o que era o certo e o que era errado. Uma grande amiga do Jefferson, seu irmão. Sempre foi estudiosa, inteligente, alegre, carinhosa a sua maneira, sempre gostou de nos ajudar. 
  

Nunca reclamava de nada. Se desse certo ela gostava, mas se não desse certo era como se nada tivesse nos pedido. Bastante brincalhona, conquistava amizade facilmente. Tinha um coração generoso.


Anathália estaria se formando este ano de 2012 em Direito. Mas o Deus resolveu levá-la para fazer parte do seu reino. Falava que o seu sonho era ser delegada da Policia Federal. Era o que ela almejava.. Muitas são suas qualidades Anathália nos deixou um vazio enorme, um pedaço de nós se foi junto com ela.


Adeus, minha filha! Que Deus a proteja sempre juntinho dele, e um dia, nós nos encontraremos novamente, mas desta vez, na casa do SENHOR.

Anathália Cristina Queiroga Pereira faleceu no dia 25 de Maio de 2012.

Se você quer saber o que aconteceu com Anathália Cristina Queiroga Pereira clique no link abaixo:

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sexta-feira, 24 de maio de 2013

NAS TRILHAS DO CANGAÇO: O LOCAL ONDE LAMPIÃO ASSISTIU A PRIMEIRA MISSA NA BAHIA

Por: João de Sousa Lima

Em 1928 quando Lampião atravessou pro estado da Bahia a região que fica dentro do Raso da Catarina foi muito explorada pelos cangaceiros. a primeira missa que os cangaceiros assistiram no estado baiano foi ministrada pelo  Monsenhor Emílio de Moura Ferreira Santos. o padre era o pároco de Santo Antônio da Glória, a antiga Curral  dos Bois.

O povoado São José, em Chorrochó foi uma das localidades que os cangaceiros também assistiram missa. Mais a primeira que foi celebrada pelo Monsenhor Emílio aconteceu entre a fazenda Paus Pretos, que pertencia ao coronel Petro e a roça Baixa do Boi. A missa foi na casa Júlia de Subaco, na fazenda poço Comprido Sebastião e João nos escombros da casa onde aconteceu a primeira missa do cangaço.


Batente da casa onde Lampião assistiu a primeira missa na Bahia.


Escombros da casa de Júlia de Subaco




Sebastião e João Lima observam o local da primeira missa



Enviado pelo escritor e pesquisador do cangaço: João de Sousa Lima

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Rever minha terra!

Por: Emerson Monteiro

Em visita à casa dos meus avós, em Lavras da Mangabeira, ao Sítio Tatu, onde um dia vim ao mundo. Nas movimentações típicas de festas coletivas bem conduzidas, participamos do Cariri Cangaço, capítulo de promoção periódica da Sociedade Brasileira do Cangaço, entidade de pesquisa antropológica que, no corrente ano de 2013, envolve estudos da força marcante de Dona Fideralina Augusto Lima, a matriarca da família Augusto, à qual pertenço, nos capítulos da ancestralidade cearense.

Logo cedo, neste domingo 19 de maio, juntamente com Igor, meu filho, e Antônio Nirson Segundo, meu primo, chegávamos, através da Rodovia Padre Cícero, à luz da manhã na Praça, que convidava a fotografar o monumento da Igreja de São Vicente Ferrer, beleza de construção católica.

Emerson Monteiro e Múcio Procópio em visita a Casa de Fideralina

Depois, já no prédio da Prefeitura, encontrávamos Gustavo (Tavinho) Augusto, Cristina Couto, Manoel Severo, Dimas Macedo, João Lemos, José Leite, outros mais, parentes, amigos lavrenses, prenúncio das intensas emoções que viveria durante as horas dessa caminhada.

Em seguida, faríamos visita à casa de Bahia (Maria Correia), sobrado de esquina sede antiga do clã na cidade aos tempos de antanho, lugar mantido com qualidade pelos responsáveis pelo patrimônio histórico do município. Sobrado de esquina ao estilo característico da aristocracia interiorana do Sertão, herança da arquitetura portuguesa colonial.

Havia boas dezenas de visitantes à atividade cultural da promoção do Cariri Cangaço, que visa sobremodo preservar valores antropológicos do feudalismo nordestino do século XIX e primeira metade do século XX.

Ruínas da Capela do Sítio Tatu
Emerson Monteiro em visita ao Sítio Tatu no Cariri Cangaço 2013

O andamento das atividades, que haviam iniciado no dia anterior com palestra do escritor e membro da Academia Lavrense de Letras Dimas Macedo, além de outros eventos, rumou ao Tatu, fazenda onde vivera Fideralina, local do meu nascimento.

As marcas da história persistem em cada detalhe da consistente paisagem sertaneja. Ao lado de onde fora a casa dos meus pais, as ruínas da reconstrução da capelinha. Entre os presentes que circulavam os cômodos da casa grande, morada dos meus avós Amâncio e Lidia durante mais de 50 anos, encontrei Ismária Batista, a esposa de Tio Gustavo, meu padrinho de crisma, e meus primos Tales e Gláuber Leite, acompanhados de filhos e dos remanescentes humanos de quem fizera a rotina do sítio ao tempo quando lá vivi, familiares de Compadre Hipólito Sousa: Altina, Manoel e Zuca. Uma festa de boas emoções próprias da amizade que dedico às primeiras paragens neste chão. Por isso tudo de hoje, ora consigno estas avaliações rápidas dos momentos culturais dignos de abençoada terra mãe.

Emerson Monteiro

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Velório do Padre Cícero Romão Batista

Por: Guilherme Machado

A morte de um verdadeiro herói nordestino, Padre Cicero Romão Batista, o patrono do juazeiro e um símbolo religioso do Nordeste. Centenário de Juazeiro do Norte, nossa postagem faz referência ao dia da morte do Padre Cícero.


Foi no dia 20 de julho de 1934 (portanto, há 77 anos) que Juazeiro do Norte amanheceu com a notícia que logo se espalhou por todo o vale do Cariri: o "Padim Ciço" falecera.

Mas segundo a tradição romeira e de todos aqueles que têm na sua fé uma admiração pelo Padre Cícero, a crença é de que ele "não morreu", mas fez uma viagem aos céus para interceder em nome do humilde povo nordestino.

Extraído da página: facebook do pesquisador Guilherme Machado

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Família Xavier e o "fogo da Ipueira"

Crônicas do combate por Dr. Napoleão Tavares Neves
Paulo Britto, Manoel Severo e Napoleão Tavares Neves

Por Audizio Xavier

No dia 3 de fevereiro de 1927, na Fazenda Ipueira, hoje distrito de Serrita/PE, no alto Sertão pernambucano, ocorreu um grande combate entre a Família do Cel. Pedro Xavier e Lampião e seu bando. Ipueira, perdida nos confins dos sertões pernambucanos, antecipou-se a Mossoró, rechaçando Lampião.

O ousado ataque ao belo chalé do de Antônio Aristides Xavier de Souza, na Rua da Matriz, centro histórico da culta cidade de Barbalha, Ceará em dois de agosto de 1927, foi o estopim que pôs em brios o governo do Ceará, sendo imperioso o extermínio total dos cangaceiros Marcelinos, que tanto infernizaram as frias noites do Cariri, com frequentes assaltos, sequestros e vítimas fatais.

 



O 2º Grande Encontro da Família Xavier será realizado, em 2013, na região do Cariri, mais precisamente em Barbalha e Juazeiro do Norte/Ce, nos dias 13 e 14 de Julho de 2013. O Evento continua, no dia 15, com uma visita guiada ao Museu do Gonzagão em Exu/Pe,seguindo à Ipueira dos Xavier, onde todos terão a oportunidade de visitar o povoado, bem como o local onde se deu o Fogo de Ipueira, que representou a resistência da família Xavier ao bando de Lampião em defesa da honra, da própria vida e da dignidade humana.  
  
Fonte: Canal do YouTube de Audizio Xavier

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Sensacional vídeo -mulher nova, bonita e carinhosa

Por: Ivanildo Alves Silveira

Numa composição de zé ramalho e o violeiro Otacílio batista, assistam o vídeo abaixo, a  música " mulher nova, bonita e carinhosa faz o homem gemer sem sentir dor "...na interpretação da cantora Amelinha. .

Durante a apresentação do vídeo, temos cenas dos filmes:  Tróia;  Alexandre, o grande; a conquista do paraíso  e
Lampião, o rei do cangaço...confira...!



http://www.youtube.com/watch?v=cq-VuCr1Q5k&feature=related


ABRAÇO A TODOS

IVANILDO ALVES  SILVEIRA

Colecionador e pesquisador do cangaço

Natal/RN

O espetacular Boqueirão do Rio Salgado


O primeiro compromisso da Caravana Cariri Cangaço no segundo dia em Lavras da Mangabeira foi visitar o famoso Boqueirão do Rio Salgado; um cenário realmente espetacular encravado em uma pequena chapada formado um canyon sensacional por onde passam "todas as água do cariri". O boqueirão do Rio Salgado encanta pela beleza e pelas suas lendas. Uma visita imperdível.

 Juliana Ischiara
 Imagens do majestoso Canyon no rio Salgado
Chegada da caravana Cariri Cangaço

Boqueirão do Rio Salgado, também chamado Boqueirão de Lavras ou simplesmente Boqueirão é uma pequena chapada dividida por um  boqueirão em meio à depressão sertaneja localizada no município de Lavras da Mangabeira, no nosso estado do Ceará. Possui uma gruta homônima em sua parte alta, que é cercada de curiosas lendas. O nome provêm do fato de esse relevo sedimentar encravado no sertão ser uma chapada residual, formada há milhares de anos, e que foi sendo erodida pela ação das águas do Rio Salgado, deixando uma fenda por onde corre o leito deste, numa espécie de canyon, lembrando uma "grande boca" na linguagem popular.

 Múcio Procópio, Alberto Teixeira e Raul Sá
 O professor Istvan Major, levando as experiências vividas no Cariri Cangaço para a Europa

O termo boqueirão, por sua vez, também designa, na Geografia do Brasil, qualquer espaço de divisão num acidente geográfico (serras, chapadas, depressões ou planícies).O Boqueirão se localiza numa área de ecótono entre dois biomas: caatinga e cerrado. Logo, tanto nele quanto em áreas adjacentes existem plantas comuns aos dois ecossistemas. 

 Boqueirão do Rio Salgado em Lavras da Mangabeira

Vamos recorrer ao amigo Calixto Junior para remontar a primeira registro histórico escrito sobre esse espetacular cebário em nossa Lavras da Mangabeira: 

"O Poeta Gonçalves Dias, alcandorado, assim descreve conjuntamente a passagem: "(...) demoramo-nos no Boqueirão, ponto notável por ter ali o Rio Salgado solapado um travessão de rocha silicosa, que corria perpendicular ao rio e servia de dique; com o tempo foram desabando aos poucos os fragmentos desagregados por numerosas fendas verticais com coisa de 120 palmos de altura; e em meia altura na direção das camadas desapegaram-se lascas, que pela decomposição eram esbroadas e despeadas no rio pelas águas infiltradas na rocha, do que resultou uma caverna que se vai estreitando para dentro com 300 palmos de profundidade; nos dois terços do seu comprimento, apagam-se as luzes; para poder penetrar até o fundo ascendeu-se uma fogueira com capim seco (...)"

Por: João Tavares Calixto Jr em: http://lavrasce.blogspot.com.br

Manoel Severo

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PORQUE LAMPIÃO INVADIU MOSSORÓ?

Por: Honório de Medeiros(*)

Saberia Lampião que sua incursão ao Rio Grande do Norte, Estado onde nunca estivera, onde iria percorrer região plana, descampada, larga e extensa, sem elevações importantes desde Luis Gomes até Mossoró, tirante a Serra do Martins, à margem do percurso, feita com barulho, saques, depredações, tiros, mortes, contrariando toda sua experiência anterior de cangaceiro vitorioso nos embates com a Polícia, contaria com a omissão do Governo do Rio Grande do Norte em combatê-lo?

Memorial da Resistência, em Mossoró, Rn

Leia essa e outras questões acerca da invasão de Mossoró por lampião em "porque lampião invadiu Mossoró?", a ser lançado em setembro, no Ceará.

(*) Mestre em Direito; Professor de Filosofia do Direito da Universidade Potiguar (Unp); Assessor Jurídico do Estado do Rio Grande do Norte; Advogado (Direito Público); Ensaísta. Escritor, membro da SBEC e pesquisador do cangaço.

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Galpão das Artes em noite de Festa para o Cariri Cangaço em Lavras

Antiga Estação Ferroviária de Lavras, onde hoje funciona o Galpão das Artes e Secretaria de Cultura, anfitriã do Cariri Cangaço.

O Galpão das Artes; equipamento cultural que tem sede na antiga Estação Ferroviária de Lavras da Mangabeira e hoje é sede da Secretaria da Cultura, recepcionou a noite festiva do Cariri Cangaço em sua Avant Premier. Sob o comando de Cristina Couto se apresentaram grupos de Orquestra de Flautas, Capoeira e Forró Pé de Serra. Durante toda a noite os convidados do Cariri Cangaço e as famílias Lavrenses vivenciaram uma festa genuinamente nordestina.

Aguiar Caçula, Aurineide e família Professor Pereira
Dimas Macedo entre José Cícero e dona Cláudia

O ponto alto da noite foi o lançamento da Coleção Cariri Cangaço por Grupo de Artesãos locais com o apoio do SEBRAE. A coleção consta de camisas, camisetas, bornais e sacolas, todas bordadas a mão, tendo um produto final simplesmente maravilhoso e cheio de charme com a marca Cariri Cangaço.



Para o Curador do Cariri Cangaço, Manoel Severo "chegar a Lavras e encontrar esta verdadeira obra de arte por parte dos artesãos locais com o apoio do SEBRAE foi um grande presente; cada peça tão cheia de detalhes e riqueza, sinceramente foi uma grande surpresa, o Cariri Cangaço agradece e parabeniza a todos os artesãos pelo trabalho de incomum beleza". 

 
 Messias lima, Prof Pereira, dona Fátima, Sousa Neto e Múcio Procópio
 
 Orquestra de Flautas
Caravana Cariri Cangaço

Já Cristina Couto, secretária de cultura de Lavras, comentou: "Não tenho palavras para agradecer aos amigos o empenho e disponibilidade no evento Cariri Cangaço - Entre Canetas e Bacamartes. Toda a equipe da Economia Criativa não mediu esforços, cada um ajudou dentro da sua capacidade e conhecimento, e da forma que pode. Como disse Ivaneide Torquato quase que deixou ela doida e ela quase enlouqueceu Zé de Pedro Oliveira e as artesãs. Parabéns!!! "

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