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quarta-feira, 29 de abril de 2015

O CANTOR JOÃO MOSSORÓ FARÁ SHOW SÁBADO (DIA 2 DE MAIO) NO RIO DE JANEIRO


O cantor João Mossoró fará show sábado, dia 02 de Maio de 2015, 
no Rio de Janeiro, no bairro Benfica no"Mercadão Cadegue".
Uma festa portuguesa,  no "Cantinho das Concertinas".



Será uma festa bastante animada, quando o artista cantará as mais lindas canções.

Você que mora no Rio de Janeiro prestigie o artista, participando do seu show.

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LANÇAMENTO!!! LIVRO "LAMPIÃO - O CANGAÇO E SEUS SEGREDOS"


Já está disponível à venda o mais novo trabalho do escritor e pesquisador do cangaço José Sabino Bassetti.

O Livro intitulado LAMPIÃO - O CANGAÇO E SEUS SEGREDOS, como o próprio título já diz, trará em suas páginas alguns segredos e informações, sobre o cangaço e seu representante maior, até então desconhecidas da grande maioria dos simpatizantes e estudiosos do assunto.

Uma trabalho que foi desenvolvido através de pesquisas sérias e comprometidas com a verdadeira história e baseado em depoimentos e declarações de testemunhas oculares dos acontecimentos.

O preço promocional de lançamento é de apenas R$ 35,00 e pode ser adquirido através do e-mail sabinobassetti@hotmail.com e será entregue em sua residência devidamente autografado pelo autor.
IMPERDÍVEL!!!!!

Fonte: facebook
Página: Geraldo Júnior

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terça-feira, 28 de abril de 2015

A HISTÓRIA DO LUIZ GONZAGA DA PARAÍBA

Do Portal G1

Relatos de familiares sobre a forma como Ceilândia, no Distrito Federal, acolhia bem os nordestinos estimularam Luiz Gonzaga da Rocha a deixar Sumé, no sertão da Paraíba, em 1979. Mesmo sem ter concluído o ensino fundamental e só tendo a experiência com a roça, o jovem de 24 anos acreditava que não haveria melhores chances de garantir o futuro da família. Ele lembra que ficou feliz ao conseguir emprego de servente na construção civil e assim pôde trazer os três filhos e a mulher com quem era casado.

"Foi naquela tendência de buscar melhores sóis", lembra. "Na época em que eu morava lá, as pessoas estudavam pouco, porque trabalhavam demais. A gente sempre estava trabalhando na roça. Meu pai nunca nos impediu de estudar, mas é que não fazia sentido naquela nossa realidade. Só que com meus filhos foi diferente. Quando a gente veio para cá, a vida já foi tomando outro rumo, a situação era outra. Todos terminaram ensino médio e hoje estão casados."

A sanfona foi uma maneira que encontrou para matar as saudades de casa. O homem conta que aprendeu a tocar o instrumento sozinho quando frequentava uma casa de shows de Taguatinga. A inspiração partiu da "difícil missão" que diz ter herdado do pai, ao ser batizado com o mesmo nome do Rei do Baião.

De acordo com o paraibano, as idas à casa de shows renderam amizades, com as quais fundou um trio de forró e pôde transformar o hobby em profissão. Há 25 anos ele ganha a vida fazendo apresentações. A música já o levou a Portugal e a São Tomé e Príncipe.

Mesmo conhecendo outros locais, o xará do Rei do Baião diz não trocar Ceilândia por nada. "Aqui tem a cara do Nordeste. A gente se familiarizou, porque a gente ia falando mais ou menos a mesma língua, foi se entendendo. A Feira [Central] é uma das maiores e tem nossa comida. Tem o queijo coalho, tem nossa carne do sol. Não tenho vontade de deixar esse lugar nunca. Faço visitas à minha cidade, mas é só. Arrumei muitas amizades aqui."

(Do Portal G1)
http://luzdefifo.blogspot.com.br/

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Quadrante 45 Viagem no Tempo (FICÇÃO) – Parte V

Por Raul Meneleu Mascarenhas







CONTINUA...

http://meneleu.blogspot.com.br/2015/04/lampiao-o-retorno-quadrante-45-uma.html

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MAIS UM QUE CONFIRMOU PRESENÇA NO CARIRI CANGAÇO PIRANHAS 2015


LEANDRO DOMINGUES DURAN, Bacharel e Licenciado em História pela Universidade de São Paulo, Mestre em Ciências com área de concentração em História Econômica pela FFLCH/USP e Doutor em Arqueologia pelo Museu de Arqueologia e Etnologia da USP é a mais nova CONFIRMAÇÃO do Cariri Cangaço Piranhas 2015. 

Leandro Duran tem como especialidades a Arqueologia Histórica, Arqueologia Marítima e Arqueologia Subaquática. CARIRI CANGAÇO PIRANHAS 2015. Programação Completa nesta quarta-feira.

Manoel Severo Barbosa

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CONFIRMAÇÃO DA PRESENÇA DE VERA FERREIRA, NETA DE LAMPIÃO PARA O CARIRI CANGAÇO PIRANHAS 2015!


Amanhã estaremos divulgando a programação de nosso Cariri Cangaço Piranhas em sua terceira edição, neste ano de 2015; e para completar a seleção de Conferencistas e Debatedores, teremos para a nossa satisfação, a jornalista VERA FERREIRA, neta de Virgulino Ferreira da Silva, Lampião, como a grande CONFIRMAÇÃO para o Cariri Cangaço Piranhas 2015! 

Você não pode perder essa grande festa nordestina! 

Manoel Severo Barbosa

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POÇO REDONDO O VERDADEIRO MUSEU DO CANGAÇO

A arte de Caribé

Lampião e seu bando percorreram quase o Nordeste inteiro. Em cada lugar a cangaceirama deixou marcas de sua passagem. Contudo, em estados como Pernambuco, Bahia, Sergipe e Alagoas, a presença foi mais constante, principalmente pela teia de protetores e apoiadores que Lampião teceu com maestria.

Do mesmo modo, alguns municípios e povoações receberam a visita do bando com mais constância. Os sertões dos referidos estados eram frequentemente percorridos pelo bando e, consequentemente, pela volante no encalço. Contudo, mesmo que as refregas e perseguições não permitissem que o bando se demorasse em determinado em local, certamente que Lampião tinha suas predileções.

Desde os testemunhos orais aos relatos dos historiadores, firmou-se o entendimento de que Lampião sempre gostou de bandear para o sertão sergipano. A verdade é que o Capitão se sentia bem na proximidade de amigos como o Coronel João Maria de Carvalho (da Serra Negra, município baiano vizinho a Poço Redondo) e Teotônio Alves China, o China do Poço. Certamente não acoitava aos pés dos serrotes baianos por causa de Zé Rufino e seu quartel-general também na Serra Negra. Então permanecia nas terras de Poço Redondo.


Lampião certamente gostava de se amoitar na região limítrofe entre o Velho Chico e as montanhas e carrascais sertanejos. Ficava, a um só tempo, perto do caminho das águas e das veredas espinhentas mais adiante. E a Gruta do Angico é assim, de um lado a então grandeza do rio e do outro e arredores a selva de catingueiras, facheiros, umburanas, mandacarus e xiquexiques. E a gruta ou grota fica, pois, entre serras dessa brutal e encantadora paisagem.

Outro fator de relevância para a predileção pelo sertão sergipano está também no grande número de coiteiros da região. Pedro de Cândido, suposto delator de Lampião, era coiteiro filho da dona da Fazenda Angico, Dona Guilhermina. Durval, então aprendiz na lide da serventia aos homens das caatingas, também era filho da proprietária. E pelos arredores os préstimos de outros sertanejos como Mané Félix e Messias Caduda, dentre muitos outros.

Arte de Caribé

Há relatos afirmando que Lampião se sentia em casa na região de Poço Redondo. Quando deixou as distâncias hostis e esturricantes do Raso da Catarina, no sertão baiano, o Capitão dizia abertamente que não via a hora de chegar logo ao Angico para um repouso mais demorado. Estava muito cansado, sem dúvidas, pois já chegando aos vinte anos de luta pisando em sangue, com quase toda uma vida vivida na mira do mundo.
Dizem até que houve premeditação na escolha do Angico. Além do cansaço da luta, também estava de alma cansada. Nesta última fase da vida, o Lampião já era outro homem buscando o seu destino. Já não era o feroz comandante, mas apenas o homem compreendendo a si mesmo. Estava mais apegado às coisas sagradas, mais tomado de fé, mais reflexivo. E também muito mais entristecido. Não suportava mais viver aquela desdita na vida.

O que aconteceria a 28 de Julho, quando os homens comandados por João Bezerra se fizeram de vaga-lumes no cerco ao bando para chaciná-lo, assemelha-se muito mais a uma consequência a uma fatalidade. Ora, o cangaço estava destinado a morrer ali. Lampião não queria mais combater, mas apenas sobreviver. Lampião não queria mais um fogo na sua vida, mas tão somente um destino de um homem qualquer. Mas também sabia que era impossível. Daí o sofrimento de Virgulino. O Virgulino triste pela alma sofrida de Lampião.


E todo o desfecho da saga se deu nas terras sertanejas do Poço Redondo. E não há outra localidade nordestina onde o cangaço se fez tão presente. Mais de duas dezenas de poço-redondenses se tornaram cangaceiros do bando do Capitão. Coiteiros, fazendeiros, pessoas influentes de então, todos indistintamente serviram à cangaceirama. Por fim, há o cenário maior de toda a história do cangaço: a Gruta do Angico.

Portanto, cada município ou estado nordestino tem o direito de chamar para si o reconhecimento e as homenagens ao Capitão e seu bando, mas o verdadeiro museu do cangaço está mesmo em Poço Redondo, não entre paredes e objetos cangaceiros, mas na história viva, nos cenários e paisagens que falam por si mesmos. Não só no Angico, mas também na Maranduba e outros arredores de fogo e sangue.

Rangel Alves da Costa
Poeta e cronista

E de 25 a 28 de Julho, Poço Redondo no
Cariri Cangaço Piranhas 2015

Fonte: http://cariricangaco.blogspot.com

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O DRAMA DA FAMÍLIA CAUAÇU DA CANGACEIRA ANÉSIA CAUAÇU - PARTE II

Por Deoclides de Souza Meira - São Paulo, 1976 
Anésia Meira Sertão e Deoclides de Sousa Meira. Foto do acervo de Regina Garcia Brito

Lembrando ao leitor que a mulher que aparece nesta foto ao lado do autor deste trabalho, que é o Deoclides de Sousa Meira. não é a cangaceira Anésia Cauaçu.  












CONTINUA...

Fonte: facebook
Páginas: Mecias Kawassu

Nota: Este material foi enviado por Messias Cauaçu bisneto de Antonio Cauaçu, irmão da cangaceira Anésia Cauaçu. Ele  mora em Imperatriz.

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O RADIALISTA MARTINS COELHO PASSA POR SÉRIOS PROBLEMAS DE SAÚDE E PRECISA DE ORAÇÕES

Por José Mendes Pereira

Segundo Sônia esposa do radialista Coronel Pereira afirmou-me que o locutor Martins Coelho, da Rádio Difusora de Mossoró, encontra-se com sérios problemas de saúde, e está precisando de orações.

Martins Coelho é um radialista que chegou na radiofonia mossoroense  nos anos 60, e conquistou uma grande parcela de ouvintes em toda a região do Oeste Potiguar. Sempre fez o seu trabalho divertindo os seus ouvintes, com piadas engraçadas, sem ferir quem quer que seja.

Desejamos melhoras urgentes ao grande comunicador, brincalhão e alegre Martins Coelho! Que Deus tome conta dele e o leve de volta o mais rápido possível aos estudos da Rádio Difusora de Mossoró, a qual tem sido ao longo de sua vida, a sua casa de trabalho.

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A ARTE DE LIARA LEITE

 Por Frederico Pernambucano de Mello

Conheço a produção de arte de Liara Leite não é de hoje. Os pés fincados nas melhores fontes da criação popular, levantada com apuro em pesquisas que conduz sem detença, anos a fio, atualizando-as em viagens por todo o Nordeste. Mas aí reside apenas o ponto de partida de que se serve como mulher situada: uma brasileira do Ceará, consciente do espaço de referências que a envolve. Ricas referências, diga-se de passagem, de que o Nordeste é pródigo. 

A cabeça segue sendo a de artista comprometida com as motivações do cotidiano, dispondo de universo íntimo, visitando sem disfarce a contemporaneidade, às voltas com tudo aquilo que confere individualidade à obra concebida. A marca da criação pessoal. Parte, assim, da melhor tradição popular regional, mas não se detém a copiar passivamente o que lhe chega da pesquisa, atitude que a converteria nesse monstrengo que é o falso artista popular, a sorrir com dentadura postiça.

Liara é, assim, de um modo muito seu e muito consciente, uma artista de hoje, que sabe - com Gilberto Freyre - que a modernidade não exclui a tradição, antes a orienta. E confere a densidade das coisas que ficam. É assim a arte de Liara. Foi dessa maneira que aprendi a apreciar o traço inconfundível que confere a quanta proposta estética sai das suas mãos e de seu universo íntimo, esteja ela onde estiver. 

Frederico Pernambucano de Mello
Pesquisador e Escritor
Recife-Pernambuco

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segunda-feira, 27 de abril de 2015

A Morte de Antônio Ferreira chega ao Cariri Cangaço Floresta

Por João de Sousa Lima
João de Sousa Lima comanda a Caravana Cariri Cangaço no Poço do Ferro

Dia 19 de abril de 2015, saí de Paulo Afonso na companhia dos amigos Josué Santana e Leide Soares, para nos encontrarmos com o casal de amigos Marcos de Carmelita e a professora Silvana, residentes na cidade de Floresta, Pernambuco, onde iriamos realizar uma visita técnica para registrar mais um dos pontos históricos que farão parte dos roteiros apresentados durante o evento Cariri Cangaço, encabeçado por seu curador, Manoel Severo. A pesquisa de campo teve como objetivo o mapeamento geográfico e histórico de um dos mais importantes fatos que marcam as histórias do cangaço na região pernambucana.

Um dos pontos mais visitados por Lampião e seus cangaceiros foi a fazenda Poço do Ferro, de propriedade do coronel Ângelo da Gia. A fazenda, na época do cangaço, pertencia a cidade de Floresta e hoje pertence a Ibimirim. A fazenda não teria tanta importância para os pesquisadores do cangaço se lá tivesse sido apenas mais um dos inúmeros coitos dos cangaceiros. Nessa fazenda o Rei do Cangaço perdeu seu irmão Antônio Ferreira. Dirigimo-nos para Poço do Ferro, sendo guiado por Marcos de Carmelita, porém sem conhecermos ninguém da localidade, assim como parentes que ainda residem por lá.
Quando avistamos a pequena placa com o nome da fazenda, paramos em uma cancela, abrimos e seguimos a estreita estrada. Mais à frente encontramos um casebre onde reside o senhor João David da Silva, sua esposa Maria das Graças e os filhos Joaquim e Graziela. O João David nos recepcionou, serviu água e nos levou ao lugar onde foi enterrado o Antônio Ferreira.


Uma pequena formação de pedras e uma cruz marca o local da sepultura.
 Marcos de Carmelita, João de Sousa Lima e Josué sendo recebidos pelos descendentes de Ângelo da Gia

Fizemos algumas fotos e fomos até a casa grande da fazenda, onde estavam  neta, bisnetos e trinetos de Ângelo Gomes de Lima, o Ângelo da Gia. Na casa grande fomos recebidos por Washington Gomes de Lima, bisneto do coronel. Um fato interessante é que disseram que não seriamos bem recebidos pela família e confesso que de todos esses anos de pesquisas e entrevistas, nunca tive uma receptividade tão calorosa como a que recebemos da família.

Travamos um diálogo em uma festiva roda de conversas, tendo por depoentes a neta do coronel e matriarca da família, a senhora Eunice Gomes  Lima e suas filhas Ruth Gomes Lima Laranjeira e Maria do Socorro Gomes Lima Cordeiro e ainda, do trineto João Vítor Gomes Lima. As histórias foram muitas mais sempre voltávamos ao episódio principal: a morte de Antônio Ferreira e a perseguição sofrida pela família e imposta pelas volantes policiais.
  
 Ângelo da Gia e a Caravana Cariri Cangaço na casa grande da fazenda... 

Uma das informações importantes nos forneceu Washington que contou que dois dias depois da morte de Antônio, uma volante chegou na fazenda Poço do ferro, descobriu o túmulo do cangaceiro morto, desenterrou-o e cortou a cabeça e colocou em uma estaca da porteira do curral do casarão do coronel. Quando a polícia saiu o coronel mandou enterrar a cabeça no antigo cemitério da família. Antônio Ferreira tem, portanto dois túmulos, sendo um para o corpo e outro pra cabeça.

Virgulino e Antônio Ferrreira

Em janeiro de 1927, Antônio Ferreira, Jurema e mais alguns cangaceiros estavam jogando baralho na fazenda Poço do Ferro, enquanto Luiz Pedro descansava em uma rede. Antonio pediu pra ficar um pouco na rede pois Luiz já fazia tempo que estava deitado. Quando Luiz Pedro tentou levantar da rede apoiando a coronha do mosquetão no chão, apoiou com força e na batida a arma disparou atingindo mortalmente Antônio. Lampião estava na Serra Negra e quando foi avisado correu pra saber da verdadeira história. O próprio coronel Ângelo da Gia contou que a morte havia sido de “SUCESSO” (termo que servia para designar  um acidente). O cangaceiro Jararaca queria matar Luiz Pedro e os outros que estavam no lugar, Lampião não aceitou e por isso discutiram e Jararaca deixou a companhia de Lampião e seguiu outro rumo.
  
 Locais onde foi morto Antônio Ferreira e porteira onde sua cabeça foi exposta... 

Fala-se que foi ai o juramento que Luiz Pedro fez dizendo que seguiria Lampião até sua morte. Se verdade ou não a promessa, eles morreram juntos na fria manhã do dia 28 de julho de 1938. Na fazenda Poço do Ferro ainda restam as velhas pedras escuras que circundam covas das pessoas de várias gerações da família e duas dessa simbolizam a passagem do cangaço em suas terras.

No final da conversa nos convidaram para um farto almoço regado a galinha cabidela, bode assado, arroz e feijão de corda. Porém o que mais me marcou nessa visita foram os sorrisos dos membros da família, que mesmo tendo sofrido os abusos e as injustiças de uma época tão marcada pela violência, não perderam suas essências de sertanejos valorosos e, sabem como poucos, receber calorosamente, aos que buscam os filetes de suas memórias históricas... Dona Eunice, Washington, Ruth, Maria Socorro e João Vítor, Deus proteja sempre vocês.

João de Sousa Lima, Historiador e escritor
Membro da ALPA- Academia de Letras de Paulo Afonso
Membro da SBEC- Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço
Conselheiro Cariri Cangaço

E de 25 a 28 de Julho
Cariri Cangaço Piranhas 2015


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CONFIRMAÇÃO DA PRESENÇA DO DR ANTONIO FERNANDO SÁ NO CARIRI CANGAÇO PIRANHAS 2015!


ANTONIO FERNANDO SÁ, graduado em História pelo Centro de Ensino Unificado de Brasília (CEUB), Mestrado e Doutorado em História pela Universidade de Brasília, professor associado do Departamento de História e dos Programas de Pós-Graduação em Letras e História da Universidade Federal de Sergipe (UFS). Foi professor visitante na Universidade Nacional de Missiones (Argentina) e, atualmente, é líder do Grupo de Pesquisa História Popular do Nordeste (CNPq/UFS) é a nossa mais nova CONFIRMAÇÃO para o CARIRI CANGAÇO PIRANHAS 2015! A seleção está quase formada, aguardem Programação em Breve. Cariri Cangaço Piranhas você não perde por esperar! 

Manoel Severo Barbosa

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CONFIRMAÇÃO DA PRESENÇA DO PESQUISADOR JOSÉ CÍCERO NO CARIRI CANGAÇO PIRANHAS 2015


Do cariri do Ceará, da querida Aurora vem a nossa mais nova CONFIRMAÇÃO para Piranhas 2015: Pesquisador, escritor, poeta e secretário de cultura de Aurora, Conselheiro Cariri Cangaço José Cícero Silva! Não percam, CARIRI CANGAÇO PIRANHAS 2015. Programação em breve.

Manoel Severo Barbosa

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IMPORTANTES LIVROS

Por Kydelmir Dantas

Para que a História da morte de Jararaca seja escrita de forma correta, ver o livro "Nas Garras de Lampião: Diário do Coronel Gurgel. BRITO, Raimundo Soares de & GURGEL, Antonio. Coleção Mossoroense. 2ª edição. 2006. Evitará suposições.


Para saber o número exato dos cangaceiros do bando de Lampião, naquele 13 de junho de 1927, ver o livro: Lampião e o Rio Grade do Norte: A História da Grande Jornada. DANTAS, Sérgio Augusto de Souza. Natal: Editora Cartgraf, 2005.


Leia também este excelente livro sobre o cangaceiro Jararaca escritor por Marcílio Lima Falcão.


Entre em contato com o professor Pereira através deste e-mail: 

franpelima@bol.com.br
Kydelmir Dantas
Mossoró-RN

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AMIGOS DO FACE, DA ALPA, COLEGAS ESCRITORES:


OS CUSTOS GRÁFICOS ELEVADOS, O APOIO FINANCEIRO CULTURAL PRATICAMENTE INEXISTENTE FAZ COM QUE AUTORES DE LIVROS EM PAULO AFONSO FIQUEM SE HUMILHANDO, CORRENDO ATRÁS DESSE APOIO COMO SE PEDISSEM UMA ESMOLA PELO AMOR DE DEUS. E MUITOS TALENTOS DESISTEM PELO CAMINHO... INFELIZMENTE...

Ainda assim, a GALCOM Comunicações tem se empenhado na produção de livros de minha autoria e incentivado outras pessoas a também divulgarem seus trabalhos, porque prefere acreditar em mensagens como esta de Castro Alves :

“Oh! Bendito o que semeia
Livros à mão cheia
E manda o povo pensar!
O livro, caindo n'alma
É germe – que faz a palma,
É chuva – que faz o mar!”

E essa ideia de escrever livros “para o povo pensar” começou já faz um bom tempo, quando, ainda em 1995, publiquei, em parceria com Sávio Mascarenhas, o livro Paulo Afonso – De pouso de boiadas a redenção do Nordeste. Era o começo de uma luta que continua intensa: a busca do resgate da história e da memória de Paulo Afonso.

1ª Igreja Presbiteriana de Paulo Afonso - 62 anos de história nas margens do rio São Francisco. Produzido em 2011 e totalmente custeado pelo autor.

A partir de 2004, intensificamos ainda mais essa pesquisa e o incentivo e apoio para que o nascimento de outras publicações, de minha autoria e de outros escritores e memorialistas de Paulo Afonso.

O apoio para isso é quase inexistente, pequeníssimo, da iniciativa privada e do poder público e se depende sempre da boa vontade e do humor de quem ajuda um pouco...

Ainda assim, a GALCOM Comunicações publicou, de minha autoria:

Em 2011 – 1ª Igreja Presbiteriana de Paulo Afonso – 62 anos de história (248 pág. Tiragem: 400 exemplares – Editora Poligraf – Maceió/AL – totalmente patrocinado pelo autor e Galcom Comunicações);

ANGIQUINHO - 100 anos de História. Escrito em parceria com João de Sousa Lima. Totalmente custeado pelos autores.

Em 2013 – ANGIQUINHO – 100 anos de História – escrito em parceria com João de Souza Lima. (168 pág. Tiragem:1000 exemplares – Editora Gráfica da Bahia – totalmente custeado pelos autores)

De Forquilha a Paulo Afonso - Histórias e Memórias de Pioneiros. Um resgate histórico de Paulo Afonso. Anos de pesquisas. Custo de publicação muito alto, mais de 60% custeado pelo autor. — com Carlos Daniel Nunes Carneiro.

Em 2014 – De Forquilha a Paulo Afonso – Histórias e Memórias de Pioneiros –(456 pág. Tiragem:1000 exemplares, impresso em papel couchê com mais de 200 fotos. Custo superior a R$28 mil reais, dos quais o autor cobriu mais de 60%. Restante, apoio da Sec. de Cultura da Prefeitura, Suprave e Dr. Rolin)

A GALCOM também produziu várias revistas históricas e os livros:

Em 2007 - A Música e Eu, de Turpim Nóbrega, (impressão custeada pela família);


As ricas memórias de Turpim Nóbrega, de saudosa memória, são a história da música em Paulo Afonso. A Música e Eu, produzido pela GALCOM Comunicações em 2007, foi custeado pelo autor e família.

Em 2010 – Paulo Afonso – nós fizemos essa história (3ª edição), de Euclides Batista Filho (impressão apoiada pela Sec. de Cultura da Prefeitura)

Em 2015 – Pelas Estradas da Vida, do professor Ivus Leal (O custo da impressão foi da Galcom Comunicações com apoio da Suprave).

Euclides Batista Filho, que nos deixou recentemente, (no domingo de carnaval/2015) sempre foi um pesquisador e defensor das histórias dos pioneiros de Paulo Afonso. Esta terceira edição do seu livro - Paulo Afonso - nós fizemos essa história - foi produzida pela GALCOM Comunicações e patrocinada pela Sec. de Cultura da Prefeitura de Paulo Afonso.

Dentro desta proposta de resgate da história e da memória de Paulo Afonso e região, já estão em fase de construção, pesquisa, elaboração de textos, dois projetos de livros de minha autoria. 

Um, é o resgate da história do ensino em Paulo Afonso, na Chesf, desde a construção da Usina Piloto (1945) até o fechamento do Colepa (2000).

Outro é a história da Chesf e sua importância para o desenvolvimento do Nordeste.

O último "filho" da GALCOM Comunicações é esta coletânea de crônicas e causos do Prof. Ivus Leal, publicadas no jornal Folha Sertaneja em 11 anos de sua vida e na imprensa local/regional. Produção de Fevereiro/2015, foi custeado pela GALCOM com apoio da Suprave.

Para eles, previstos para este ano de 2015 e para o ano de 2016, estou buscando o apoio, inclusive da própria Chesf, ainda sem resposta.

Sabemos que todos os outros escritores como João de Sousa Lima, Luiz Ruben, Gecildo Queiroz, Rubinho Lima, Roberto Ricardo, Edson Barreto e muitos outros também passam pela ansiedade da dificuldade de apoio para a publicação dos seus livros, infelizmente...

Paulo Afonso - de pouso de boiadas a redenção do Nordeste. Publicado em 1995 com o patrocínio da Câmara Municipal de Paulo Afonso (gestão vereador Marcondes Francisco da Silva). Foi totalmente distribuído pela CMPA. Esgotado.

As dificuldades encontradas em 1995, parece que aumentaram e continuamos teimosos porque a venda dos livros, no nosso caso, de tiragens pequenas e caras, nem sempre paga o custo, desde os longos anos de pesquisa até a impressão na gráfica...

Mas, seguimos na luta porque acreditamos que os que moram nesta região e os pesquisadores de todo o mundo precisam conhecer estas histórias de todos nós.

Prof. Antônio Galdino

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