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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2022

LIVROS DO ESCRITOR JOSÉ BEZERRA LIMA IRMÃO.

   Por José Bezerra Lima Irmão

Diletos amigos estudiosos da saga do Cangaço.

Nos onze anos que passei pesquisando para escrever “Lampião – a Raposa das Caatingas” (que já está na 4ª edição), colhi muitas informações sobre a rica história do Nordeste. Concebi então a ideia de produzir uma trilogia que denominei NORDESTE – A TERRA DO ESPINHO.

Completando a trilogia, depois da “Raposa das Caatingas”, acabo de publicar duas obras: “Fatos Assombrosos da Recente História do Nordeste” e “Capítulos da História do Nordeste”.

Na segunda obra – Fatos Assombrosos da Recente História do Nordeste –, sistematizei, na ordem temporal dos fatos, as arrepiantes lutas de famílias, envolvendo Montes, Feitosas e Carcarás, da zona dos Inhamuns; Melos e Mourões, das faldas da Serra da Ibiapaba; Brilhantes e Limões, de Patu e Camucá; Dantas, Cavalcanti, Nóbregas e Batistas, da Serra do Teixeira; Pereiras e Carvalhos, do médio Pajeú; Arrudas e Paulinos, do Vale do Cariri; Souza Ferraz e Novaes, de Floresta do Navio; Pereiras, Barbosas, Lúcios e Marques, os sanhudos de Arapiraca; Peixotos e Maltas, de Mata Grande; Omenas e Calheiros, de Maceió.

Reservei um capítulo para narrar a saga de Delmiro Gouveia, o coronel empreendedor, e seu enigmático assassinato.

Narro as proezas cruentas dos Mendes, de Palmeira dos Índios, e de Elísio Maia, o último coronel de Alagoas.

A obra contempla ainda outros episódios tenebrosos ocorridos em Alagoas, incluindo a morte do Beato Franciscano, a Chacina de Tapera, o misterioso assassinato de Paulo César Farias e a Chacina da Gruta, tendo como principal vítima a deputada Ceci Cunha.

Narra as dolorosas pendengas entre pessedistas e udenistas em Itabaiana, no agreste sergipano; as façanhas dos pistoleiros Floro Novaes, Valderedo, Chapéu de Couro e Pititó; a rocambolesca crônica de Floro Calheiros, o “Ricardo Alagoano”, misto de comerciante, agiota, pecuarista e agenciador de pistoleiros.

......................

Completo a trilogia com Capítulos da História do Nordeste, em que busco resgatar fatos que a história oficial não conta ou conta pela metade. O livro conta a história do Nordeste desde o “descobrimento” do Brasil; a conquista da terra pelo colonizador português; o Quilombo dos Palmares.

Faz um relato minucioso e profundo dos episódios ocorridos durante as duas Invasões Holandesas, praticamente dia a dia, mês a mês.

Trata dos movimentos nativistas: a Revolta dos Beckman; a Guerra dos Mascates; os Motins do Maneta; a Revolta dos Alfaiates; a Conspiração dos Suassunas.

Descreve em alentados capítulos a Revolução Pernambucana de 1817; as Guerras da Independência, que culminaram com o episódio do 2 de Julho, quando o Brasil de fato se tornou independente; a Confederação do Equador; a Revolução Praieira; o Ronco da Abelha; a Revolta dos Quebra-Quilos; a Sabinada; a Balaiada; a Revolta de Princesa (do coronel Zé Pereira),

Tem capítulo sobre o Padre Cícero, Antônio Conselheiro e a Guerra de Canudos, o episódio da Pedra Bonita (Pedra do Reino), Caldeirão do Beato José Lourenço, o Massacre de Pau de Colher.

A Intentona Comunista. A Sedição de Porto Calvo.

As Revoltas Tenentistas.

Quem tiver interesse nesses trabalhos, por favor peça ao Professor Pereira – ZAP (83)9911-8286. Eu gosto de escrever, mas não sei vender meus livros. Se pudesse dava todos de graça aos amigos...

Vejam aí as capas dos três livros:


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LIVRO

Por José Mendes Pereira

  

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LIVRO DO ESCRITOR GUILHERME MACHADO

   Por José Mendes Pereira


Recentemente o escritor e pesquisador do cangaço Guilherme Machado lançou o seu trabalho sobre o mundo dos cangaceiros com o título "LAMPIÃO E SEUS PRINCIPAIS ALIADOS". 

O livro está recheado com mais de 50 biografias de cangaceiros que atuaram juntamente com o capitão Lampião. 

Eu já recebi o meu e não só recebi, como já o li. Além das biografias, tem fotos de cangaceiros que eu nem imaginava que existiam. São 150 páginas. Excelente narração. Conheça a boa narração que fez o autor. 

Pesquisador Geraldo Júnior

Prefaciado pelo pesquisador do cangaço Geraldo Antônio de Souza Júnior. Tem também a participação do pesquisador Robério Santos escritor e jornalista. Duas feras no que diz respeito aos estudos cangaceiros.

Jornalista Robério Santos

Não deixa de adquiri-lo. Faça o seu pedido com urgência, porque, você sabe muito bem, livros escritos sobre cangaços, são arrebatados pelos leitores e pelos colecionadores. Então cuida logo de adquirir o seu! 

Pesquisador Guilherme Machado

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LIVRO DO ESCRITOR JOÃO DE SOUSA LIMA

     Por Volta Seca

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O REI SEM A SUA COROA!

 Por Guilherme Velame Wenzinger

Virgulino em registro pouco divulgado, sem o seu chapéu e aparentando certa magreza.

 https://www.facebook.com/groups/179428208932798/user/100002359271733

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27/07/1938 - 1 DIA ANTES DA MORTE DE LAMPIÃO.

Por Guilherme Velame Wenzinger

Alguns jornais Pernambucanos já davam como certa a morte/captura do Rei do Cangaço, um dia antes da morte do famoso cangaceiro fora publicada notícia sobre mais uma ação do bandoleiro, que havia matado o fazendeiro João Gomes. Na matéria consta a fotografia deste citado fazendeiro morto e também de um grupo de civis que se organizaram em Garanhuns para se defenderem de um possível ataque de Lampião, organizado pelo capitão Miguel Calmon.

https://www.facebook.com/groups/179428208932798/user/100002359271733

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NOVA ORDEM DO CANGAÇO

 Por Raul Meneleu Mascarenhas


A partir do ano de 1929, passou a acontecer uma das mudanças mais radicais no modo do famoso cangaceiro portar-se perante seus inimigos, vindo a tornar-se muito mais perigoso ainda. Mulheres passaram a integrar seu bando e ele passou a dividi-lo em grupos e subgrupos. Que estratégia incrível para os padrões ‘cangaceirísticos’ daquela sua época. Ninguém ainda tinha feito isso. Eram uma espécie de clãs familiares e autônomos sob a direção de homens de sua inteira confiança. Era a Nova Ordem do Cangaço que se apresentava. Chamava menos atenção e seus inimigos não tinham a menor ideia onde ele se encontrava, pois o bando dividido, a população os via em muitos lugares e as autoridades ficavam sem saber onde centrar fogo, com números maiores de contingente.

Essa estratégia, ou por querer ou por necessidade e imposição do destino, fez que Lampião, perseguido sem descanso pelas Forças Volantes de Pernambuco, tivesse que fugir e refugiar-se na Bahia com cinco companheiros que lhe restavam e maltrapilhos e famintos ali chegaram para a recomposição mais espetacular de sua vida. Era o ‘Fênix’ que retornava mais forte e das cinzas ressurgia sua têmpera de ‘cabra macho’ que não temia ninguém .
Arte de Mário Cravo Júnior

Lampião veio a entender por conta da situação em que seus inimigos contavam com armas melhores e poderosas, que deveria mudar de estratégia. Em sua mente de guerreiro privilegiado e líder, compreendeu que já não tinha condições de dirigir um número considerável de cangaceiros. Além disso o  sertão ficava aos poucos modernizado, com estradas, vias férreas e pipocava o progresso. Sua vida e de seus cabras agora dependiam mais da ‘inteligence’ que de seus músculos, coragem e pontaria pois deixava aos poucos de ser um território virgem e impenetrável. O Governo estava agora em toda a parte com suas construções de progresso e sua ‘gana’ de exterminar o banditismo naquela região.

Élise Grunspan Jasmin em seu livro ‘Lampião, Senhor do Sertão’, veio a tecer um comentário de pé de página onde o chama de ‘O Guerreiro Sedentário’ justamente por substituir seus ataques violentos, embora vez em quando o fizesse, por essa nova ordem familiar tornando-se menos nômades. Em suas notas, Élise Grunspan Jasmin aponta para António Silvino que tentara “resistir a construção da estrada de ferro pela companhia Great Western no sertão da Paraíba. Em 1906, ele perseguia os engenheiros ingleses encarregados de executar os trabalhos, ameaçava os operários, cortava os fios telegráficos, deteriorava as vias já instaladas e extorquia os passageiros do trem. Constatando a ineficácia de sua empresa, enviou uma carta aos diretores da Great Western por meio de Francisco de Sá, um de seus empregados, dizendo que permitiria a construção da estrada de ferro mediante uma indenização de 30 contos de réis. Ver, a esse respeito.
Virgulino Lampião
Sempre que tinha oportunidade. Lampião ameaçava ou assassinava os operários que trabalhavam nos canteiros. Em 1929. fez interromper a construção de uma estrada que devia ir de Juazeiro a Santana da Glória, CE, e que devia passar por seu refúgio predileto, o Raso da Catarina. Em outubro desse mesmo ano, constatando que sua ameaça não tinha sido levada em consideração, matou um dos operários. Em 1930, perto de Patamuté. BA. atacou um grupo de operários e matou um deles. Em 1932. no sitio Carro Quebrado, entre Chorrochó e Barro Vermelho, na Bahia. Lampião executou nove operários.

No Estado de Sergipe. em fevereiro de 1934, atacou operários e paralisou a construção da estrada. As autoridades governamentais nunca levaram em conta as ameaças de Lampião, e a partir de 1930 intensificaram os projetos de abertura do sertão ao "progresso". No dia 9 de junho de 1935, por ocasião de uma reunião organizada em Águas Vermelhas, na fronteira de Pernambuco. Carlos de Lima Cavalcanti, governador desse Estado, e Osman Loureiro, governador de Alagoas propuseram um plano de construção de estradas e vias férreas nas zonas do sertão afetadas pelo cangaço. 

Elas deviam cortar sistematicamente em diversos eixos as regiões mais freqüentadas por Lampião e facilitar o transporte das Forças Volantes por caminhão, enquanto os cangaceiros se deslocavam quase sempre a pé. Os canais e as vias fluviais também deveriam ser controlados, pois permitiam o envio de armas aos cangaceiros. Lampião sabia que as conquistas tecnológicas com as quais as Forças Volantes tinham sido municiadas e a penetração das vias de comunicação através do sertão poderiam anunciar seu fim próximo e pôr em perigo sua autoridade na região (Informações extraídas das obras de Frederico Pernambucano de Mello, op. rir., 1985, e Quengo: !Amplio?, 1993).

Raul Meneleu Mascarenhas
Blog Caiçara do Rio dos Ventos

http://cariricangaco.blogspot.com/2014/11/nova-ordem-do-cangaco-por-raul-meneleu.html

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CASA ONDE LAMPIÃO FICOU HOSPEDADO EM JUAZEIRO DO NORTE NO ANO DE 1926.

Por Juazeiro do Norte de Antigamente.

Casa onde Lampião ficou hospedado em Juazeiro do Norte-CE, no ano de 1926. Rua da Boa Vista que fica entre as ruas Dr. Diniz e Rua São Luiz e lá ao fundo a Rua São Paulo.

Na ocasião Lampião atendendo a um chamado do Dr. Floro Bartolomeu, com o propósito de se unir aos grupos Patrióticos que combateriam a "Coluna Prestes" e com isso o cangaceiro receberia a patente de capitão do exército patriótico. Padre Cícero ao saber da vinda não foi muito simpático com esse convite, más mesmo assim recebeu o cangaceiro desde que ele viesse sozinho, sem os cabras que lhe os acompanhavam. E Assim foi feito, só que não foi preciso o confronto pois a coluna prestes já tinha passado bem distante da cidade.

Lembrando que esta casa (sobrado) pertencia na época ao poeta popular João Mendes de Oliveira. (Foto de domínio público).

https://www.facebook.com/415651605295540/photos/a.415655735295127/1283243015203057/

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O CURIOSO DIA EM QUE PADRE CÍCERO ENCONTROU LAMPIÃO — QUE FOI ENGANADO

 Por Lira Neto

Frente a frente pela primeira e única vez, o episódio rendeu uma peculiar narrativa.

Ali estavam, frente a frente, pela primeira e única vez, os dois maiores mitos de toda a história nordestina. Uma terceira figura era indiretamente responsável pelo singular encontro: Luis Carlos Prestes, o comandante da Coluna Prestes, movimento militar guerrilheiro que desde o ano anterior serpenteava pelo interior do país, enfrentando as tropas do presidente Artur Bernardes.

Lampião (à esqu.) Padre Cícero (à dir.) - Wikimedia Commons

Quando a marcha da coluna rumou para o Nordeste, o governo federal não teve dúvidas: convocou os chefes políticos locais para formarem exércitos próprios e assim combater os rebeldes. No livro O General  Góes Depõe, da  década  de 1950, o próprio general Góes Monteiro, chefe de estado-maior das operações contra a Coluna Prestes, assume que partiu dele a ideia de convocar jagunços e cangaceiros para fazer frente ao avanço de Prestes. 

No Ceará, coube ao deputado Floro Bartolomeu, médico e aliado político do Padre Cícero, fazer o convite oficial ao bando de Lampião para se engajar no “Batalhão Patriótico”. Em fevereiro de 1926, Cícero ainda tentou uma solução pacífica. Assim, enviou ao bando uma carta em que incitava a depor armas.

Em troca, prometeu abrigo em Juazeiro do Norte, onde seriam submetidos a um tratamento justo. De acordo com o relato de Lourenço Moreira Lima, secretário da Coluna Revolucionária, a mensagem foi recebida.

“Tivemos a oportunidade de ler essa carta escrita com uma grande ingenuidade, mas da qual ressaltava o desejo íntimo e sincero do padre no sentido de conseguir fazer a paz”, escreveu Moreira Lima em seu diário de campanha, publicado em 1934.

O pedido, como se sabe, foi ignorado. Quando Lampião chegou no dia 4 de março à cidade de Juazeiro do Norte, atendendo ao chamado de Floro, este não se encontrava mais por lá. Doente, o deputado federal viajara para o Rio de Janeiro, onde acabaria morrendo.

Padre Cícero se viu então com um problema nas mãos: recepcionar o bandido e seus cabras na cidade e mais ainda, cumprir o que havia sido combinado entre Lampião e o deputado, com a devida aprovação do governo federal: o cangaceiro deveria receber dinheiro, armas e a patente de capitão do “Batalhão Patriótrico”.

Lampião e outros 49 cangaceiros ocuparam uma casa próxima à fazenda de Floro, nas imediações da cidade, e, em seguida, alojaram-se em Juazeiro do Norte, no sobrado onde residia João Mendes de Oliveira, conhecido poeta da região.

Foi lá que o Padre Cícero encontrou o bando. Os bandidos, ajoelhados, teriam escutado padre tentar convencer seu líder de largar o cangaço logo após voltasse da campanha contra Prestes. Mandou-se então chamar o único funcionário federal disponível na cidade, o agrônomo Pedro de Albuquerque Uchoa, para redigir um documento que, supostamente, garantiria salvo-conduto ao bando pelos sertões.

O papel, como Lampião viria a descobrir tão logo saiu da cidade, não tinha qualquer valor legal, o que não o impediu de assinar, daí por diante, “Capitão Vírgulino”, um título que não existia.  Ciente da desfeita, o cangaceiro não se preocupou mais em dar combate à Coluna Prestes.

Já obtivera dinheiro e armas em número suficiente para seguir seu caminho de bandoleiro. Mais tarde, Uchoa justificou seu papel no episódio: diante de Lampião, assinaria qualquer coisa. “Até a destituição de presidente da República”, disse.

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BULHÕES

Por Aderbal Nogueira 


Silvio Bulhões filho de Corisco e Dada explica a origem de seu nome e sua entrega a padre Bulhões. Interessante é a narrativa de Silvio, ele fala como se tivesse participando ativamente de tudo. Também a participação do Cel. Lucena no ocorrido da entrega de Silvio.

https://www.youtube.com/watch?v=PvxsaLxFtAk

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terça-feira, 8 de fevereiro de 2022

MEU, SEU, DELE, DELA, NOSSO ESTADUAL

 Por José Mendes Pereira


Por que "O Estadual" e não "A Estadual"? Simplesmente porque esta escola já foi "Colégio Estadual de Mossoró", esta é a razão de todos chamarem de "O Estadual".

Será que existem pessoas adultas ou bem adultas de Mossoró que ainda não conhecem o Estadual? É quase certeza que não. Quem aqui nasceu sabe muito bem chegar na maior Escola pública de Mossoró. E quem aqui nasceu e nela estudou conheceu e conhece todas as dependências dela, e até teve, muito embora pequeno e passageiro, um romance amoroso nas suas dependências, nos seus corredores, na cantina, na área de lazer, no auditório do teatro, na quadra de esporte, na rampa e que tenha sido em qualquer uma delas, enfim, "O Estadual" sempre foi e será um guardador de segredos que viu nas sua dependências casais de alunos e até mesmo professores se amando.


A Escola Estadual Jerônimo Rosado está localizada em Mossoró no bairro Santo Antonio, à Rua Ferreira Itajubá S/N, e foi fundada no ano de 1959, por Dinarte de Medeiros Mariz, que governou o Rio Grande do Norte entre 1956 e 1961.

Nas últimas seis décadas esta repartição já educou uma grande parte do povo mossoroense, inclusive pessoas de outras cidades que se matriculam nela, e é conhecida em toda região por "O Estadual", sendo de tradição. É a maior escola pública de Mossoró, com pouco mais de 20 salas de aula, e todas são grandes, com auditório, quadra de esporte, e duas rampas para ter acesso às classes.

As alunas eram as pétalas que desabrochavam em suas flores para florirem aquela escola, e que sempre foram as personalidades que não deviam faltar naquelas dependências. Um olhar e um riso apaixonado de cada uma delas dentro daquele ambiente educacional fazia a escola continuar educando e formando com muito prazer, obrigado!

Quem viveu o Estadual sabe muito bem como era divertido estudar nele, e com certeza, orgulhou-se ou orgulha-se muito, por estudar em uma das mais tradicionais escolas de Mossoró, com bons mestres e responsáveis funcionários.

Aquelas estudantes que vestiam as suas fardas do magistério eram e ainda são muito bem lembradas em qualquer lugar de Mossoró, porque a cor do uniforme embelezava mais ainda a estudante.

MUTTI SE TORNA CUNHADO DE MARIA BONITA.

 Por Cangaçologia

https://www.youtube.com/watch?v=Ne7dgFtwFD0&ab_channel=Canga%C3%A7ologia

Poucas pessoas sabem, mas o ex-comandante volante baiano, Mutti, teve um relacionamento com Antônia Gomes de Oliveira, irmão de Maria Bonita e dessa relação tiveram um filho que seguiu a carreira militar, assim como o pai e se tornou aviador.

Nessa parte do seu depoimento ele conta como conheceu a jovem Antônia Gomes, irmã de Maria Bonita e toda a trama envolvendo o relacionamento do casal.

Assistam e ao final deixem seus comentários, críticas e sugestões. INSCREVAM-SE no canal e ATIVEM O SINO para receber todas as nossas atualizações e publicações. Forte abraço! Atenciosamente:

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TAPA NA CARA

*Rangel Alves da Costa

Assim é demais. Quer que eu explique ou quer que eu desenhe? Mas sei que não adianta. Certas pessoas fogem do óbvio, do acerto mais evidente, daquilo que nem seria preciso dizer que é assim que deve ser.

Só mesmo dando bofetada na cara. Só mesmo apontando o dedo e dizendo na cara: “Porra, não tá vendo que isso tá errado, então por que continua fazendo essa merda?”. Ou então levantar a voz e raivosamente asseverar: “Você nasceu torto pra fazer tudo errado, ou não tem a mínima noção do certo ou errado para continuar fazendo assim?”.

Certas palavras são como verdadeiros tapas na cara. Mas muita gente merece tomar tapa, bofetão, tabefe, sopapo. E sem a certeza da serventia em mirar nas fuças e tentar ensinar na força, na violência, no desespero de mostrar o óbvio.

“Acho certo isso que anda fazendo? Será que somente você não vê esse abismo que está procurando? E depois, e depois reclamar de que? Você já viu companhia ruim levar a lugar que preste? Você já percebeu o valor moral que tem suas novas amizades e o que elas, que já têm nada a perder, querem que você faça?”.

Mas nem sempre adianta. Certamente que a ira, o ódio e o embrutecimento, somente mostraram suas garras após inúmeros diálogos pacientes, depois de muitas conversas amigáveis tentando contornar a situação sem maiores dissabores. Mas nem sempre adianta.

“Porra, quantas vezes eu já disse a você que não tá certo o que anda fazendo? Quer morrer, quer matar, quer afundar de vez? O que tem dentro dessa cabeça que não consegue pensar o melhor pra si mesmo? Será que sua mente só tem serventia para o que não presta, para continuar fazendo o que certamente vai acabar com sua vida?”.

O erro humano é comum. Todo mundo erra. Mas o normal na vida humana é que o erro não seja repetido, não seja reiterado conscientemente. E mais: a pessoa deve fazer tudo para não seguir pelos caminhos do erro, para não seguir pelos atalhos desconhecidos e labirintos medonhos.

 

Mas tem gente que parece buscar os caminhos errados, as veredas da perdição. A qual destino levará o caminho das drogas, das ilicitudes, das violências, das más companhias, da reincidência em erros e mais erros? Somente ao caminho da derrocada.

A qual destino levará a estrada da traição, da falsidade, da mentira, do egoísmo, da insensatez, da vilania, da conspiração contra tudo e todos? A qual destino levará o percurso da maldade no coração, do preconceito e da discriminação, da violência pela violência, da vingança, do embrutecimento da alma e do coração?

E chamar mais uma vez e dizer: “Saiba de uma coisa. Pessoas felizes fazem os outros felizes. A conquista do outro se dá pelo caráter, pela honradez, pelo respeito que cada um merece receber. Ou você muda de atitude ou essa maldita redoma vai acabar lhe isolando do mundo. Redoma sim, pois precisa sair desse mundo fechado e imprestável que vive e deixar que a janela do sol da manhã se abra perante seu mundo. Ou procura mudar ou já será tarde demais até para pena do que possa lhe acontecer.

Porém, como dito, nem sempre adianta. Quanto mais a pessoa fala, diz, explica, desenha, mais o outro se faz de cego, de desentendimento, nenhuma valia dando ao que ouviu. E novamente vai abrir a porta e seguir em direção às mesmas sarjetas de sempre. Ou praticar os mesmos absurdos de sempre.

Absurdos tais como aplaudir o governo genocida de um verme asqueroso que se diz governante. Cegar para a realidade e dizer que é jardim o lamaçal que sustenta esse governo. Fanatizar a nojeira, a podridão e o imprestável, levantando bandeira contra o destino de todos.

Com gente assim, quando já ultrapassados todos os limites, somente com tapa na cara, com taca de couro cru pelo lombo, com ponta de ferrão. Não adianta dizer mais que está errado. Então bofetada no que não presta. Ademais não se trata de violência, e sim a salvação da humanidade de um mal maior.

Escritor
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DINHEIRO PASSEIA NO CAMPO

Clerisvaldo B. Chagas, 7 de fevereiro de 2022

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 2.654

Indagamos à pessoa abalizada quais os três sítios rurais economicamente à frente dos outros, no município de Santana do Ipanema. De certa forma a resposta foi surpreendente.  E se você conhece a nossa área rural, imagine quais seriam. Pois bem, Camoxinga dos Teodósio, São Félix e Areias Brancas. Entendemos que o consultor quis dizer: a região do povoado São Félix e a região do povoado Areias. Cada uma dessas regiões abrange mais de 15 sítios circunvizinhos. Veja, o sítio Camoxinga dos Teodósio faz parte da região serrana do município. Isso, por si só já mostra clima diferenciado e fertilidade de solo. Faz parte da estrada de terra Santana – Águas Belas (por dentro; atalho).  O asfalto que chegou até o sítio Barroso, é roteiro para o sítio Camoxinga que, de qualquer maneira, em parte já foi beneficiado.

PARCIAL DE AREIAS BRANCAS (FOTO YOUTUBE/EDSON SANTOS).

A região do povoado São Félix também está encravada em região serrana. O tradicional povoado comanda o comércio entre os sítios e a cidade. Recentemente o sítio Óleo, seu vizinho, progrediu muito, virou povoado e concorre com o tradicional São Félix. Dois povoados para uma região de serras e grotas que trabalha com o milho, o feijão e a criação de gado. Este povoado representa outro ramal Santana – Águas Belas que se encontra com o primeiro mais à frente. Registra12 km dali até o centro de Santana do Ipanema, em estrada de terra. Antes chamado Quixabeira Amargosa, São Félix precisa de ligação asfáltica para Santana e diretamente para Areias Brancas. Mesmo assim, veja que está entre os três mais. Em busca do seu destino, o mais comum em Santana, é seguir pelo Bairro São Vicente.

Assim como São Félix, o povoado Areias Brancas (Areia Branca não existe) está localizado a 12 km de Santana do Ipanema, porém no rumo da capital cortado, pela BR-316. Foi isso que fez a diferença. Transporte à toda hora tanto para Maceió quanto para Santana e Alto Sertão. Tem um comércio ainda insipiente, porém básico. Filho da zona rural, se expandiu e atualmente recebe inúmeros benefícios como Igreja, padroeiro, água, luz, calçamento, biblioteca pública... Além de vários empreendimentos particulares. Vive da agricultura e do criatório e possui bastante força política.

Pois, entendendo nosso amigo informante e conhecedor profundo da área rural de Santana do Ipanema, estão aí os três do topo da economia rural do nosso município, segundo o secretário de Desenvolvimento Rural, Jorge Santana.

Vamos laçar dinheiro, peão!

http://clerisvaldobchagas.blogspot.com/2022/02/dinheiro-passeia-no-campo-clerisvaldo-b.html

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CANGACEIRO JARARACA

 Por Aderbal Nogueira

https://www.youtube.com/watch?v=eaV-P5BeQr8&ab_channel=AderbalNogueira-Canga%C3%A7o

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FOI REDESCOBERTO PELO EXÉRCITO BRASILEIRO NO AMAPÁ, UM AVIÃO AMERICANO B-26 PERDIDO NA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL

Na última semana membros do Exército Brasileiro redescobriram o local da queda de um avião de bombardeiro americano B-26 Marauder, que caiu em 1945 no Amapá. Essa aeronave já havia sido encontrada por indígenas da região do Oiapoque em 1946 e os militares mortos foram recolhidos por soldados americanos. Os corpos dos cinco tripulantes estão enterrados nos Estados Unidos.

Autor – Rostand Medeiros – INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DO RIO GRANDE DO NORTE – IHGRN

Revisão – German Zaunseder.

Fonte – O Viajante – Facebook.

Na última semana um grupo de militares do Exército Brasileiro, pertencentes ao 34° Batalhão de Infantaria de Selva, com auxílio de três indígenas que moram na região, reencontraram uma velha aeronave no meio da sela no Amapá. Consta através da página do Facebook “O Viajante”, que os militares sabiam da existência da aeronave sinistrada e em 2012 e até tentaram chegar a ela nessa época, mas não conseguiram.

Martin B-26 Marauder.

Os destroços se encontram na região da Aldeia Santa Isabel, próxima ao Oiapoque, extremo norte do Amapá. Informações apontam que a área possui uma selva alagada e o grupo de militares, cujos nomes não foram revelados, era formado por um tenente, três sargentos, quatro cabos e três soldados, tendo levado três dias para chegar até os destroços. Consta que o local do acidente não foi divulgado, para evitar depredação do local. Uma atitude reconhecidamente muito positiva. 

Fonte – O Viajante – Facebook.

Os militares brasileiros fotografaram parte da cauda, de uma das asas, além dos restos de uma metralhadora Browning calibre .50, a mesma que até hoje é utilizada pelas Forças Armadas Brasileiras. Os militares e indígenas encontraram também nos destroços um dos dois motores radiais Pratt & Whitney Wasp R-2800.

Qual Avião?

Os destroços pertencem a um Martin B-26G Marauder, cujo número de registro na Força Aérea do Exército dos Estados Unidos (United States Army Air Force) era 44-68105, fazendo parte do 387º Grupo de Bombardeio (387Th Bomb Group). O desastre ocorreu, conforme mostram documentos da época, em 25 de janeiro de 1945, durante um voo de traslado desde os Estados Unidos ao front de guerra.

Relatório original da queda do B-26 do Amapá.

A rota dessas aeronaves passava pelo Caribe e, no caso especifico do 44-68105, ele pousou em Atkinson Field, na antiga colônia inglesa da Guiana (atual República Cooperativa da Guiana). Depois, como era normal para essas aeronaves, sua rota seguiria para Belém do Pará e depois para a Base de Parnamirim, em Natal, Rio grande do Norte. Na sequência esse avião deveria cruzar o Atlântico Sul em direção a África Ocidental e depois seguir para a linha de frente na Europa, ao qual havia sido designado. No caso desse avião seria Inglaterra. Existe a informação no relatório dos americanos que o B-26 44-68105 decolou de Atkinson Field pelas 07:18 horas da manhã (10:18 Zulu).

Fonte – O Viajante – Facebook.

Esse bombardeiro B-26 Marauder fazia parte de um grupo de dezenove aviões. Consta no relatório de perda dessa aeronave, do qual possuo uma cópia, que eles encontraram uma forte tempestade e a tripulação chegou a enviar uma última comunicação por rádio, em uma posição a meio caminho entre a Guiana Inglesa e Belém. Tempos depois, com o sumiço do B-26, a tripulação foi declarada morta.

Fonte – O Viajante – Facebook.

Um ano e meio após o acidente, em junho de 1946, indígenas trouxeram a informação de terem encontrado um avião na região do Oiapoque. A informação foi repassada para os militares da antiga estação do Exército dos Estados Unidos em Belém. A partir daí os militares americanos realizaram 565 horas de buscas por ar e terra do que sobrou da aeronave e os restos mortais dos tripulantes.

Fonte – O Viajante – Facebook.

Encontrando a Tripulação

Após encontrarem a aeronave durante as pesquisas realizadas em 1946, os militares descobriram que um corpo havia sido atirado (ou se atirou) para fora dos destroços e foi identificado como sendo o sargento Wesley W. Fulton, de Norfolk, Nebraska. O desastre foi tão intenso que um outro corpo não foi identificado em um primeiro momento. Apenas através de sua placa de identificação (Dog Tag), foi possível saber de quem eram os restos mortais.

Os cadáveres foram levados para a Base de Val de Cans, em Belém, e enterrados com honras militares no lote nº 2 do Exército dos Estados Unidos, provavelmente no Cemitério Nossa senhora da Soledade, um dos mais antigos e tradicionais da capital paraense.

Lápide onde estão enterrados os restos mortais dos tripulantes do B-26 Marauder 44-68105, recentemente redescoberto por membros do Exército Brasileiro – Fonte – https://pt.findagrave.com/memorial/3300083/theodore-thomas-handley

Somente no ano seguinte, 1947, os restos dos tripulantes do B-26 foram exumados e enviados primeiramente para o Post Cemetery, em Fort Buchanan, Porto Rico. Depois eles foram levados para os Estados Unidos e foram enterrados no dia 7 de maio de 1948 no Cemitério Nacional Zachory Taylor, em Louisville, no estado do Kentucky. A tripulação era composta pelo primeiro tenente Theodore T. Handley (piloto), o segundo tenente Raymond J. Carson (copiloto), o oficial de voo James E. Johnson Jr. (navegador), sargento Wesley W. Fulton (engenheiro de voo e atirador) e o cabo George M. Bodin (operador de radar e atirador).

O militar da foto é o oficial James E Johnson Jr., que pereceu nesse acidente – Fonte – https://www.honorstates.org/index.php?id=589284

O 387º Grupo de Bombardeio havia sido criado em 25 de novembro de 1942 e ativado em 1º de dezembro na Base de MacDill, em Tampa Bay, Flórida. Depois foi enviado para a Inglaterra, onde seus membros e suas aeronaves participaram de várias batalhas na Europa ocupada pelos nazistas. Ao final do conflito o 387º Grupo de Bombardeiro passou 21 meses em ação, executando 396 missões de combate, onde lançaram 16.280 toneladas de bombas contra alvos inimigos, estabelecendo no processo um excelente recorde de precisão de bombardeio. Quase 100 das aeronaves do grupo foram derrubadas ou danificadas. Infelizmente mais de 300 aviadores foram mortos ou dados como desaparecidos em ação e outros 217 ficaram feridos.

Relação original dos tripulantes da aeronave.

O B-26 Marauder reencontrado agora pelo Exército Brasileiro no Amapá, certamente seguia para recomplementação de unidades perdidas. Mas eles não chegaram lá!

B-26 na Segunda Guerra

A Companhia Glenn L. Martin, de Baltimore, Maryland, desenvolveu o B-26 em resposta a uma especificação emitida pela Força Aérea do Exército dos Estados Unidos em 25 de janeiro de 1939. Devido ao ritmo acelerado de desenvolvimento, o primeiro exemplo de produção do B-26 Marauder voou em 25 de novembro de 1940. As primeiras aeronaves Marauder voaram em missões de combate no Teatro de Operações do Pacífico, logo após a entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial.

Esse B-26 Marauder pertencia ao 387º Grupo de Bombardeiros, o mesmo do avião perdido nas selvas do Amapá – Fonte – NARA.

Entretanto, um crônico problema de mau funcionamento do motor e da hélice, uma inadequada preparação da tripulação e as características e exigentes maneiras de voar o B-26, levaram a uma alta taxa de acidentes em treinamento e logo a aeronave foi apelidada de “Widow Maker” (Fabricante de Viúvas). Sua reputação ficou marcadamente manchada, ao ponto da produção ter sido quase interrompida em várias ocasiões.

Entretanto, com os devidos reparos e apesar de toda a má-fama, o B-26 deu a volta por cima e se tornou um ótimo avião combate dos americanos durante a Segunda Guerra Mundial.

Agradecimentos aos amigos Edér José Barosh, de Altamira, Pará, e José Henrique de Almeida Braga, de Fortaleza, Ceará, pela informação sobre essa redescoberta.

https://tokdehistoria.com.br/2022/02/07/foi-redescoberto-pelo-exercito-brasileiro-no-amapa-um-aviao-americano-b-26-perdido-na-segunda-guerra-mundial/

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