Por O Caçador de Histórias
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quarta-feira, 3 de abril de 2024
RELÍQUIAS DO CANGAÇO EM CALUMBI-PE
A EX-CANGACEIRA DADÁ AO CENTRO.
A amiga Indaiá, Dadá e Helenito Barreto Pinto (acredito que então prefeito) na sepultura de Corisco antes da exumação. Miguel Calmon-BA. Década de 70. Acervo: Indaiá.
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A TARDE É QUENTE
Clerisvaldo B. Chagas, 3 de abril de 2024
Escritor Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica: 3030
Os trovões passaram hoje à tardinha por Santana do Ipanema. Negócio invocado. Às três e meia eu havia tirado uma foto do céu muito bonito: fundo azul e mancha branca soberba, completando o desenho Divino. Acabara de sair do Posto de Saúde São José, onde fora tomar vacina contra a Influenza. Mas ao chegar a casa, o céu transmudou-se para desmentir a foto (abaixo). Formaram-se, então, nuvens de chuvas escuras, mas não tão escuras assim. E eu, naquele velho costume sertanejo de interpretar os céus: afirmei que ela não viria para a cidade e, se viesse seria para trazer apenas um sereno. Sim, o tempo escureceu, o calor se acentuou, o vento foi modesto e os trovões ensaiaram seus arroubos. Desliguei tomadas, fiquei sem Internet, mas não passou disse, como eu previra.
Um sereno mesmo, apenas. A água foi despejar em lugar mais distante, enquanto os trovões ameaçavam como quem dizia: “Não foi agora, mas logo voltaremos”. E cadê a Internet querer retornar! Melhor mexer nos meus romances inéditos do “Ciclo do Cangaço” e deixá-los no ponto de publicação quando chegar a hora. E novamente fui consultar o calendário que nos mostra ainda no início do outono. E de fato, pode começar o período chuvoso tradicional que para nós é de outono/inverno. Assim a fotografia de estio não saiu por mentirosa. E agora, minhas amigas e amigos, vamos vivendo esses tempos esquisitos que começaram com a epidemia e não mais ousam retornar ao que era. E para que aguardar a gripe que já matou milhões por esse mundo velho de meu Deus!
Mostrei a marco do braço da vacina da infância na época do Grupo Escolar Padre Francisco Correia. A mesmo vacina contra a gripe espanhola que na época era aplicada com bico de pena de escrever arranhando a pele, deixando a marca para contarmos a história cerca de setenta anos depois. Continuamos, desde os tempos do grupo, acreditando na Ciência, na inteligência humana e usufruindo da evolução científica. Uma vacina de pena de escrever, de pistola, de agulha... E brevemente não invasiva. Mas a expiação na terra não terminará tão cedo.
Só resta ver o tempo e acreditar.
TENENTE ZÉ LUCENA MATOU O PAI DE LAMPIÃO A VINGANÇA FEROZ DO REI DO CANGAÇO.
Por História da Vida Real.
Veja a História Tenente Zé Lucena Matou o Pai de Lampião na maior covardia veja A VINGANÇA FEROZ DO REI DO CANGAÇO, Lampião tentou dar cabo de Lucena várias vezes, mas este Fugiu para Maceió Alagoas. E de Alagoas o Tenente nunca mais colocou o pé em um sitio siquer, só andava rodeado de seguranças, foi prefeito de Maceió, em eleições duvidosas, este é o Tenente Lucena, que Lampião botou pra correr. #historiasdavidareal #historiasdelampião Contato: artehoraciomoura@gmail.com
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TOCANDO EM FRENTE
Por José Mendes Pereira
João Batista de Almeida Lopes, ou simplesmente João Mossoró, começou a sua carreira artística no ano de 1958, quando fundou, com seus irmãos Oséas Carlos André Almeida Lopes, o Carlos André e Hermelinda de Almeida Lopes Lopes o Trio Mossoró. Dois anos depois, o trio foi apadrinhado por João do Vale, e, por ele, foi levado para a gravadora Copacabana. Ao todo, o trio gravou uma série de doze LPs. João Mossoró reside na cidade Maravilhos - no Rio de janeiro e continua fazendo shows.
terça-feira, 2 de abril de 2024
VOCÊ JÁ OUVIU FALAR NO CANGACEIRO PONTARIA?
Por Helton Araújo
Ricardo Rocha era natural de Alagoas e segundo o livro de Bismarck Martins de Oliveira, Cangaceiros de Lampião de A a Z, ele teria entrado para o cangaço no ano de 1925. Recebendo o vulgo de Pontaria, ficando conhecido também por Ricardo Pontaria e Zé Velho.
Seu vulgo
aponta para um cangaceiro habilidoso no manuseio de armas e de excelência em
sua mira, daí o famoso "Pontaria".
Segundo
Bismarck, Ricardo Pontaria teria saído do cangaço por volta de 1927 e voltado
na década de 30 já em território baiano. O experiente Pontaria foi morto em
fevereiro de 1938 no estado de Alagoas, pela volante sob comando do então Cabo
Aniceto Rodrigues.
Pontaria
depois de morto foi decapitado e teve sua cabeça exposta, nessa emboscada foi
morto também o cangaceiro Cícero Garrinchinha, vulgo Catingueira, que era
companheiro de Aristéia.
Para saber
essa história completa clique no link que está logo ai abaixo e assista nosso
último vídeo postado no canal Cangaço Eterno no YouTube.
https://youtu.be/KTO03LCGnNI?si=pGa46NU9Jpcvb0QT
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DICA DE LIVRO.
Por Robério Santos
CLARA
Por Hélio Xaxá
SERÁ?
Arquivo Jaozin Jaaozinn
𝐴𝑀𝐼𝐺𝑂𝑆,
Certamente, a
imagem presente nessa publicação, talvez seja inédita nas fotografias
referentes ao tema cangaço.
Este,
registrado e compartilhado no O Jornal/RJ, do ano de 1932, é nada mais e nada
menos que o coiteiro Zé Borrego, algoz do cangaceiro Açúcar (ou Assucar).
Com o auxílio
da reportagem deste jornal e com a publicação do Sr. João Costa, presente no
Blog do Mendes, pude comparar os fatos presentes e apontar que este senhor seja
o matador do cangaceiro Tiburtino.
Entretanto, é
melhor relembrarmos, de forma resumida, como foi esse episódio que este
bandoleiro estava presente. Em 30 de novembro de 1932, na Fazenda Burdão,
próximo de Jeremoabo/BA, travou-se um feroz combate da força do Tenente
Santinho (com a presença do Cabo Odilon Flor) contra o subgrupo do cangaceiro
Moderno.
Segundo a
história, o grupo liderado por Virgínio tinha acabado de assaltar algumas fazendas
próximas das regiões de Jeremoabo, e depois vieram a descansar debaixo de um
umbuzeiro. A volante comandada por Ladislau (o Tenente Santinho), com o auxílio
do rastejador da tropa, acabam por encontrar o local que o bando estava
acampado, e resolveram preparar uma tocaia, porém, foram descobertos, onde
desencadeou um forte tiroteio.
Quase todos do
grupo de Moderno conseguiram sair ilesos, tirando Tiburtino Vieira Feitosa –
pertencente à tribo Pankararé –, onde é alvejado por diversas vezes, mas consegue
fugir ainda com vida do tiroteio. Santinho acaba por colocar a sua tropa para
vasculhar toda a mata na procura do facínora.
Açúcar seguiu
até a casa do coiteiro Zé Borrego, onde pediu para que o ajudasse a cuidar das
feridas, indicando até mesmo quais produtos medicinais deveriam ser aplicados.
Depois do procedimento, o cangaceiro adormeceu; e foi nessa hora que Borrego o
mata.
𝑀𝐴𝑆
𝑃𝑂𝑅
𝑄𝑈𝐸̂?
Antes mesmo do
combate, Santinho passa com sua força na casa deste fazendeiro (talvez por já
pressentir que ajudava Lampião e outros) onde maltrata a sua família e o ameaça
de morte, ainda dando um aviso de que "qualquer coisa que voar, rastejar
ou andar pela sua propriedade deverá ser informado a mim”.
Aproveitando
da boa hora de sua grande visita, além de ser "perdoado" de suas
ligações com cangaceiros, Zé Borrego acaba matando e cortando a cabeça do
bandido, e fora ao encontro de Santinho, entregando a prova de sua feitoria,
onde, depois desta, sua família foge da fazenda enquanto Zé segue como um
"contratado" da força volante de Ladislau, conseguindo assim fugir da
cadeia.
Já com essa
foto, podemos adicioná-la com as outras duas raras da cabeça do malfeitor,
completando ainda mais a história por trás de sua morte.
Não sabemos
por qual motivo, mas a força militar alegava que Assucar foi abatido em forte
confronto, enquanto os jornais sustentavam a informação de que fora Zé Borrego
o seu matador.
𝑭𝑶𝑵𝑻𝑬𝑺:
𝑶
𝑱𝒐𝒓𝒏𝒂𝒍/𝑹𝑱
- 1932; 𝑱𝒐𝒂̃𝒐 𝑪𝒐𝒔𝒕𝒂;
𝑩𝒍𝒐𝒈
𝒅𝒐
𝑴𝒆𝒏𝒅𝒆𝒔;
𝑳𝒊𝒗𝒓𝒐
𝑭𝒐𝒓𝒄̧𝒂𝒔
𝑽𝒐𝒍𝒂𝒏𝒕𝒆𝒔
- 𝑩𝒊𝒔𝒎𝒂𝒓𝒄𝒌
𝑴𝒂𝒓𝒕𝒊𝒏𝒔.
.𝐂𝐀𝐍𝐆𝐀𝐂̧𝐎
𝐁𝐑𝐀𝐒𝐈𝐋𝐄𝐈𝐑𝐎.
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"PODE CRER"
Por Raimundo Lucas
PROCURANDO...
Por José Mendes Pereira
Amigos leitores e pesquisadores do movimento cangaceiro, por onde anda o nosso amigo e pesquisador do cangaço Sávio Siqueira, que nunca mais o vi nas redes sociais?
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FLORO BARTOLOMEU...O QUE DIZER DELE ? !
Por Manoel Severo
O CANGACEIRO BEM-TE-VI
Por Rogério Arlanch Filho
A história do cangaço sempre foi um assunto que me fascinou, não por me aprazer imagens de violência e morte, mas pelo conjunto de razões que levaram ao surgimento do cangaço, e todo aquele misto de heroísmo e covardia que o movimento deixou como parte da "cultura" nordestina.
Curiosamente, a primeira sessão de cinema que assisti, aos 6 anos de idade, foi
justamente o filme de Lima Barreta: O Cangaceiro.
Por isso tudo, após ter assistido todos os filmes referentes ao tema, consultar
muitas fontes, e ver muitos vídeos disponíveis no youtube, as narrativas que vi
sobre a morte de Lídia, executada por Zé Baiano, tudo o que consegui saber
sobre o destino de Bem-te-vi (se é que mesmo essa versão merece crédito), é que
o cangaceiro, pivô da morte da dita, mais bela das cangaceiras, após Zé Baiano
ouvir o relato de Coqueiro, fugiu do acampamento, certamente temeroso da
vingança do companheiro de Lídia.
Nunca mais se soube a respeito dos passos daquele cangaceiro após aquele
acontecimento? Sendo ele de origem da mesma cidade, onde nascera Lídia (se é
que foram amigos de infância, como dizem algumas fontes), nenhum de seus
possíveis parentes deu qualquer informação sobre seus passos, fosse logo após o
acontecimento, ou muitos anos depois, quando através de relatos, muita coisa se
descobriu sobre os cangaceiros remanescente ao massacre de Angico?
Confesso que esse enigma me inquieta, pois certamente, Bem-te-vi teria muito a
relatar sobre a morte, e as circunstâncias de Lídia.
Parabéns pelo trabalho que faz.
Obrigado por qualquer informação
Rogério Arlanch Filho - Brotas - SP
Enviado por e-mail
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segunda-feira, 1 de abril de 2024
DESCANSE EM PAZ, MEU TIO SEBASTIÃO CLEMENTE(TIÃO QUELÉ).
DEPOIS
DE DEZESSETE ANOS
VOLTEI
AO MEU SERTÃO
COM
A MORTE DO MEU TIO
DOEU
O MEU CORAÇÃO
E
SEUS AMIGOS DESOLADO*
VENDO
VOCÊ ALI DEITADO
DENTRO
DAQUELE CAIXÃO
XXXXXX
HOJE
COM CERTEZA AÍ NO CÉU
VOCÊ
TERÁ MUITA ALEGRIA
AO
ENCONTRAR TIO ANTÔNIO
TIO
ZÉ QUELÉ E TIA MARIA
E
O MEU PAI CHICO QUELÉ
VAI
PEDIR PRA SÃO JOSÉ
ORGANIZAR
UMA CANTORIA.
XXXXXX
NA
HORA DA SUA MORTE VOCÊ DIZIA
NÃO
QUERO CHORO NEM VELA
EU
QUERO É ZÉLIA ALI SENTADA
NO
BANCO DAQUELA CAPELA
E
ESSA CENA QUEM ASSISTIR
ERA
CAPAZ DE NÃO RESISTIR
UMA
CENA FORTE IGUAL AQUELA.
XXXXXX
AGORA
COM CERTEZA TIÃO
VOCÊ
DESCANSA EM PAZ
TODOS
NÓS AQUI NA TERRA
NÃO
TI ESQUECEREMOS JAMAIS
E
VOU DIZER SEM MISTÉRIO
QUE
LÁ NAQUELE CEMITÉRIO
O
SEU CORPO AGORA JAIZ
XXXXXX
PAU
DOS FERROS FICOU TRISTE
O
ENCANTO TODO CHOROU
NA
HORA DE SUA DESPEDIDA
MUITA
CHUVA DEUS MANDOU
E
SÃO SEBASTIÃO O SANTO
LHE
COBRIU COM O SEU MANTO
E
DIRETO PRA O CÉU TE LEVOU.
XXXXXX
ESSA
FOI MINHA HOMENAGEM
PELA
MORTE DO TIO QUERIDO
POR
TODOS OS SEUS FAMILIARES
TU
JAMAIS SERÁ ESQUECIDO
E
DONA ZÉLIA HOJE EM PRECE
A
JESUS CRISTO AGRADECE
OS
ANOS COM VOCÊ VIVIDO.
XXXXXX
ENCANTO.31/03/24.
AUTOR.GEORGE
KELÉ.
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REGISTRO DOS MELHORES MOMENTOS DA MINHA VIDA.
Por Assis Nascimento.
De ontem lá no Crato-Ce, registro dos melhores momentos da minha vida, quando estou junto da minha família "pequena".
HOJE 1º. DE ABRIL DE 2024 - FUGI ÀS PRESSAS DO PARQUE DE DIVERSÃO PARA NÃO SER MACHUCADO.
Por Jose Mendes Pereira Mendes
CELENE QUEIROZ SOBRE OS CANGACEIROS MARCELINOS - CANAL CANGAÇO EM FOCO
Por Cangaço em Foco.
O BOI NA UNEAL
Clerisvaldo B. Chagas, 1 de abril de 2024
Escritor Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica: 3. 029
Após sucessos de lançamentos do livro “O Boi, A Bota e a Batina; História Completa de Santana do Ipanema”, o BOI será lançado também na Universidade Alagoana, no Campus da UNEAL, em Santana do Ipanema. Sob a égide do confrade e professor Carlindo Lira – que também esteve no lançamento no Restaurante Sushi – o BOI promete berrar com fartura para os acadêmicos que querem mergulhar na história completa da “Rainha do Sertão” e consequentemente na história de todo o semiárido alagoano. Santana do Ipanema é a mãe de oito municípios que a ela pertenciam. Portanto, a curiosidade acadêmica é fundamental para debates, pesquisas e surgimento de novas janelas enriquecedoras do nosso acervo santanense e sertanejo.
Recebemos inúmeras felicitações pela qualidade da Obra trazida a lume à sociedade nordestina e brasileira. Agradecemos as diversas manifestações de carinho do povo alagoano e de outros estados para onde o BOI foi exportado, tendo como exemplo, Paraíba e Rio Grande do Norte. Pena que algumas pessoas do grupo fechado dos 100, tenham se distraído e faltado ao compromisso assumido com o grupo e com a gráfica. Mas o Boi, a Bota e a Batina, com os poucos livros que restam, procuram sair de águas escassas para águas mais profundas. Assim, no próximo dia 17 de abril, se assim o bom Deus nos permitir, estaremos no Bairro Lagoa do Junco, onde se encontra o majestoso edifício da UNEAL à margem da BR-316, saída para Maceió.
Aliás, o Bairro Lagoa do Junco que abriga inúmeras repartições públicas importantes, é descrito no livro acima sobre seu surgimento e expansão. Cada página da História de Santana é uma novidade, uma surpresa, mina de diamantes para os amigos do conhecimento e da cultura geral. Desde quando o rei de Portugal proibiu a criação de bovinos na zona da Mata canavieira, que o boi vagueia pelos sertões nordestinos e que nós continuamos a agradecer a Providência divina em virarmos todos vaqueiros diretos ou indiretos desse animal sagrado que tanto impulsionou a nossa Economia.
Boi Bumbá, Boi Mamão, Bumba Meu Boi... BOI NA UNEAL.
Viva o novo lançamento do Boi, a Bota e a Batina...
LANÇAMENTO NO RESTAURANTE SUSHI.
MULHER SUPERCOLA.
Autor: José Di Rosa Maria
ENCONTRARAM...
Arquivo Giih De Figueiredo








