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quarta-feira, 23 de setembro de 2026

HISTÓRIA BOA PARA FAZER UMA LEITURA.

 Por Emanuelle - Crimes & Notícias

Ele perdeu o filho de forma brutal. Horas depois, deixou o local onde João havia sido morto, trocou o próprio carro por uma pistola e voltou para procurar o homem responsável pela morte dele.
Era 1º de maio de 2019, em Almirante Tamandaré, na Região Metropolitana de Curitiba, quando João Pedro Bento da Silva, de 22 anos, foi morto a facadas depois de uma discussão envolvendo futebol.
João participava de uma confraternização quando se desentendeu com Lincon Martins Rodrigues e Bruno Giovani Pinto. A discussão saiu do controle e terminou com João sendo atacado diversas vezes com uma faca.
Lincon foi apontado como um dos responsáveis pelo assassinato.
Quando Florisvaldo da Silva, pai de João, soube que o filho havia sido morto, foi até o local. Ele queria entender o que tinha acontecido e acabou ficando frente a frente com Lincon.
Florisvaldo perguntou por que ele havia matado João. Segundo o próprio pai, Lincon negou inicialmente, mas depois teria admitido que era responsável pelo crime e ainda o provocado, perguntando o que ele faria.
Florisvaldo foi embora.
Mas não voltou para casa.
Ele seguiu para Curitiba e tomou uma decisão que mudaria completamente o rumo daquela história: trocou o próprio carro por uma pistola calibre 9 mm e ainda entregou dinheiro na negociação.
Depois, voltou à procura de Lincon.
Horas mais tarde, os dois ficaram novamente frente a frente.
Florisvaldo sacou a arma e efetuou um único disparo na cabeça de Lincon. O rapaz foi socorrido em estado gravíssimo e levado de helicóptero para um hospital, mas não resistiu. Lincon morreu dois dias depois.
Florisvaldo não tentou fugir nem esconder o que tinha feito.
Ele se entregou à polícia, confessou o assassinato e deixou claro que havia matado Lincon para vingar a morte do filho.
Ainda abalado, Florisvaldo falou sobre João em uma entrevista e contou que não conseguia esquecer a maneira como o filho havia sido morto.
“Eles rasgaram meu filho igual um cachorro”, afirmou, chorando.
Na época, ele também declarou que não se arrependia de ter matado Lincon e que estava disposto a responder pelo crime.
Florisvaldo ficou preso por cerca de 40 dias e depois passou a responder ao processo em liberdade. A polícia havia entendido que ele agiu tomado por forte emoção diante da morte do filho.
Mas Lincon não era o único homem apontado como envolvido na morte de João.
Bruno Giovani Pinto também foi acusado de participação no assassinato. Em março de 2026, quase sete anos depois da morte de João, Bruno foi julgado e condenado a 14 anos de prisão pelo crime.
Florisvaldo acompanhou o julgamento do homem acusado de ter participado da morte do seu filho.
E, naquele momento, ainda faltava uma última parte dessa história.
Em 9 de abril de 2026, Florisvaldo finalmente foi levado a júri popular em Almirante Tamandaré para responder pela morte de Lincon.
Ele havia confessado o disparo. Não negava que tinha comprado a arma, procurado Lincon e atirado nele.
Mas, depois de sete anos respondendo pelo crime, o resultado surpreendeu: os jurados decidiram absolver Florisvaldo.
João Pedro morreu aos 22 anos depois de ser atacado a facadas.
Dois dias depois, Lincon que o matou, também morreu.
E o pai que, horas depois de perder o filho, decidiu procurar o homem responsável pela morte, comprou uma arma, efetuou o disparo e confessou o assassinato, acabou absolvido pelo Tribunal do Júri sete anos depois.

https://www.facebook.com/photo/?fbid=122223634214838039&set=a.122210704028838039

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que: Perdoar é devolver ao outro o direito de ser bem feliz.

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! 

Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. 

Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 
"O site acima diz que este rapaz condenado a morrer não morrei, mas foi baleado por este ignorante".

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você, sempre me ver lembrando isso. Mas é para o seu bem. 

http://jmpminhasimpleshistorias.blogspot.com

http://sednemmendes.blogspot.com

http://blogdomendesemendes.blogspot.com



 

LIVRO "LAMPIÃO A RAPOSA DAS CAATINGAS"

 Por José Bezerra Lima Irmão

Depois de onze anos de pesquisas e mais de trinta viagens por sete Estados do Nordeste, entrego afinal aos meus amigos e estudiosos do fenômeno do cangaço o resultado desta árdua porém prazerosa tarefa: Lampião – a Raposa das Caatingas.

Lamento que meu dileto amigo Alcino Costa não se encontre mais entre nós para ver e avaliar este livro, ele que foi meu maior incentivador, meu companheiro de inesquecíveis e aventurosas andanças pelas caatingas de Poço Redondo e Canindé.

O autor José Bezerra Lima Irmão

Este livro – 740 páginas – tem como fio condutor a vida do cangaceiro Lampião, o maior guerrilheiro das Américas.

Analisa as causas históricas, políticas, sociais e econômicas do cangaceirismo no Nordeste brasileiro, numa época em que cangaceiro era a profissão da moda.

Os fatos são narrados na sequência natural do tempo, muitas vezes dia a dia, semana a semana, mês a mês.

Destaca os principais precursores de Lampião.
Conta a infância e juventude de um típico garoto do sertão chamado Virgulino, filho de almocreve, que as circunstâncias do tempo e do meio empurraram para o cangaço.

Lampião iniciou sua vida de cangaceiro por motivos de vingança, mas com o tempo se tornou um cangaceiro profissional – raposa matreira que durante quase vinte anos, por méritos próprios ou por incompetência dos governos, percorreu as veredas poeirentas das caatingas do Nordeste, ludibriando caçadores de sete Estados.
O autor aceita e agradece suas críticas, correções, comentários e sugestões:

(71)9240-6736 - 9938-7760 - 8603-6799 

Pedidos via internet:

Peça através destes e-mails:

franpelima@bol.com.br

Mastrângelo (Mazinho), baseado em Aracaju:
Tel.:  (79)9878-5445 - (79)8814-8345

Clique no link abaixo para você acompanhar tantas outras informações sobre o livro.
http://araposadascaatingas.blogspot.com.br

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Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! 

Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

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Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

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Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

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CULINÁRIA CANGACEIRA

Por Abdias Filho


Um dos pratos preferidos do Rei do Cangaço e sua Rainha era o arroz com carne de charque ou carne seca, de bode ou de gado bovino. Cada subgrupo tinha seu próprio cozinheiro.

Na foto restaurada está o cangaceiro Barra Nova, que cuidava do boião no bando de Lampião.

Incrível, mas as mulheres não eram exploradas em funções domésticas. Cozinhar, lavar roupa, buscar água e lenha na sociedade de onde elas vieram era "coisa de muié", no cangaço eram desempenhadas por homens.

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Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

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Cuidado! 

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É melhor vivo medroso do que  morto valente.

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TERREIRO RICO.

Por Abdias Filho

Os bandos de cangaceiros se aproximavam de casas e fazendas de coiteiros por dentro do mato. A certa distância o chefe enviava um mensageiro para avisar ao coiteiro da presença do grupo.


Geralmente dizia apenas: "Fulano está por perto". E dizia as ordens do chefe: Preparar comida, às vezes ir na feira fazer compras. O coiteiro cuidava logo de matar um bode ou dois e algumas galinhas. De manhã cedo não podia faltar o cuscus, leite e coalhada.
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Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! 

Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

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Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

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"O site acima diz que este rapaz condenado a morrer não morrei, mas foi baleado por este ignorante".

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