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quinta-feira, 9 de novembro de 2023

BILHETES DE FERAS MILITARES COMO CAPITÃO LAMPIÃO, CORONEL RODOLFO FERNANDES E CORONEL ANTÔNIO GURGEL DO AMALA.

 Por José Mendes Pereira - Aqui bilhetes de feras patenteadas.


O perverso e sanguinário Capitão Lampião, manda bilhete para o coronel e prefeito da cidade de Mossoró Rodolfo Fernandes de Oliveira, solicitando uma quantia em dinheiro de 400 contos de réis para não invadir a cidade.


O coronel Antônio Gurgel do Amaral que estava com refém do grupo de cangaceiros do capitão Lampião, manda bilhete para o coronel e prefeito de Mossoró Rodolfo Fernandes, pedindo que atenda o seu pedido, mas o coronel Rodolfo Fernandes nega a sua solicitação.


O coronel Rodolfo Fernandes responde o bilhete do capitão Lampião, dizendo que não seria possível atender ao seu pedido, vez que o Banco do Brasil da cidade de Mossoró estava fechado e não tinha como solucionar a sua solicitação.
 

O capitão Lampião ainda com bilhete solicitando quantia em dinheiro.



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quarta-feira, 8 de novembro de 2023

VAI FAZER FESTA E PRETENDE CONTRATAR POETAS E VIOLEIROS PARA ANIMAREM A SUA SOLENIDADE?

 Por José Mendes Pereira


Vai fazer festa em sua residência, em escola, na fazenda, no seu sítio..., e precisa de poetas e violeiros para animarem o seu evento, procura com urgência o poeta José Ribamar, que ele tem muitos amigos que além dele, são bons poetas e violeiros. 

Aqui o seu endereço eletrônico:

ribamarpoeta@outlook.com

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VIRGÍNIO FORTUNATO DA SILVA O MODERNO.

Por Guilherme Velame Wenzinger

Virgínio Fortunato, o "Moderno", aos 23 anos de idade. Juazeiro do Norte(CE), 1926. Entraria para o cangaço no fim deste ano.

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𝐀 𝐐𝐔𝐄𝐌 𝐒𝐄 𝐏𝐄𝐑𝐒𝐄𝐆𝐔𝐄 𝐌𝐀𝐒 𝐍𝐀̃𝐎 𝐒𝐄 𝐀𝐁𝐀𝐓𝐄

Lampião e seu bando no Diário de Noticias, 4 de Junho de 1931. Foto da reportagem foi tirada na Faz. Jaramataia, Gararu(SE), Agosto de 1929. 

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𝑶𝑺 𝑬𝑹𝑹𝑶𝑺 𝑫𝑶𝑺 𝑱𝑶𝑹𝑵𝑨𝑰𝑺

Por Guilherme Velame Wenzinger

Quando pesquisamos jornais da época em busca de notícias sobre o cangaço é extremamente comum o erro de identificação dos personagens citados. Obviamente não eram propositais, tendo em vista que as informações antigamente eram mais escassas e difíceis de conseguir, justamente por isso não podemos tomar como verdade absoluta aquilo que lemos. ⠀⠀⠀

Trago aqui três identificações totalmente equivocadas de jornais: O cangaceiro Massilon Benevides identificado erroneamente como Volta Seca. O cangaceiro Mergulhão identificado erroneamente como Corisco. O jagunço Zé Pedro identificado erroneamente também como Corisco.

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𝐕𝐈𝐓𝐎𝐑 𝐃𝐎 𝐄𝐒𝐏𝐈𝐑𝐈𝐓𝐎 𝐒𝐀𝐍𝐓𝐎.

Acervo Digital: Guilherme Velame.

Repórter do jornal "A Noite" e pioneiro ao percorrer o Nordeste atrás de cangaceiros e volantes, em busca daquilo que compunha o fenômeno do cangaço. Autor de uma das mais completas e brilhantes reportagens da época, referência para o estudo até hoje. Suas matérias no jornal "A Noite" continha fotografias e depoimentos inéditos daqueles que estavam na linha de frente da perseguição aos bandoleiros.

A foto de Vitor do Espirito Santo, que para mim era inédita, foi postada no "Diário de Notícias", em 06 de Janeiro de 1931. A legenda diz: "O jornalista Victor do Espirito Santo, enviado especial dos Diários Associados, nas caatingas de Canna Brava, no sertão sergipano";

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A HISTÓRIA DO CALDEIRÃO DO BEATO JOSÉ LOURENÇO – PARTE 01

Por Pedrinho Sanharol (Prof. Antonio Morais)

· Para não tornar a leitura muito longa, dividimos toda história em 04 partes.

Por volta de 1890, chega a Juazeiro atraído pelos milagres ali ocorridos no ano anterior e pela fama de santidade do Padre Cícero, um paraibano de nome José Lourenço da Silva. De princípio, fixa-se na cidade e vai trabalhar como agricultor pelos sítios. Aos poucos vai se inserindo, de maneira marcante, na vida religiosa e se transforma em renomado beato.

Ao correr do tempo passa a ser admirado por sua capacidade de trabalho e inteligência. Observado pelo Padre Cícero é aconselhado a arrendar terras na região onde pudesse trabalhar por conta própria. Seguindo o conselho recebido, José Lourenço aluga um sítio, pertencente a João de Brito numa localidade chamada Baixa Dantas na cidade do Crato.

Na nova paragem fez grandes plantações de macaxeira, feijão, cana de açúcar e inúmeras fruteiras. Em virtude de sua fama de caridoso e acolhedor de pobres, logo seu sítio recebe grande quantidade de fanáticos que lá foram morar em busca de trabalho e religiosidade. Uma ou duas vezes por mês, José Lourenço, juntamente com seus moradores, ia a Juazeiro assistir missas e visitar o Padre Cícero.

Em uma de suas idas, recebeu do reverendo um boi Zebu, chamado Mansinho, para ser criado na Baixa Dantas. O animal foi cuidado com todo zelo e carinho pelos fanáticos, mormente por se tratar de uma doação feita pelo “Santo Padim Cícero”, como gostavam de se referir ao sacerdote. Aos poucos, a estima dedicada ao Boi Mansinho foi se transformando em adoração. Os chifres eram adornados com flores e fitas; sua urina transformada em remédio milagroso e as pontas das unhas em amuletos.

Monsenhor Joviniano Barreto, pároco de Juazeiro, denunciava às autoridades eclesiásticas da região que na Baixa Danta os fanáticos estavam se desviando da ortodoxia da Igreja Católica, e se praticando o fetichismo em total heresia aos cultos da Santa Igreja.

Dr. Floro Bartolomeu atendendo os anseios do Monsenhor e evitar críticas da imprensa, pôs fim no totemismo ao prender o Beato José Lourenço e mandar sacrificar o Boi Santo na presença de muitos fanáticos.

Em 1926, João de Brito, cedendo às pressões, desfaz o acordo de arredamento do sítio Baixa Danta forçando o Beato José Lourenço ocupar uma propriedade do Padre Cícero conhecida como Caldeirão dos Jesuítas também localizada na cidade do Crato. Exatamente como antes procedera, o Beato José Lourenço juntamente com 300 famílias fez grandes plantações de algodão, imensos canaviais, construiu dois açudes, ergueu uma capela e várias casas no novo assentamento.

Tudo que era produzido pertencia a todos inexistindo um dono exclusivo. Em 1934, com a morte do Padre Cícero, muitos os sertanejos desamparados de um líder foram ter guarida nas terras do Caldeirão. Se havia falta de emprego no Cariri, nas terras do Beato, ao contrário, todo mundo trabalhava e mais ainda: o que era plantado ou criado pertencia à coletividade inexistindo a figura do patrão. (Continua na Parte 02)

Fotos - Capitão José Bezerra e José Lourenço.

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terça-feira, 7 de novembro de 2023

MADRUGADA DE ANGICO

Por Conrado Matos


Virgulino, capitão nordestino
Seu maior temor e desatino,
Tenente Bezerra e Zé Rufino
Os caçadores do seu destino.
A volante nunca desistia
Bem chegava, Lampião partia
Um Capitão astuto de maestria
O Coiteiro era aquele que mentia.
Mas, certo dia foi o Coiteiro
que deu pista onde Lampião vivia
E na madrugada de Angico a Volante
abriu fogo, enquanto Lampião dormia.
Conrado Matos - Psicanalista, Poeta,

Escritor e Compositor. 

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"O ESTADO DE SÃO PAULO" - 7 DE MARÇO DE 1996 QUANDO DADÁ CONVERSOU COM ROSEMBERG CARIRY

 Por Helena Salem (Transcrição de Antonio Correia Sobrinho)

O status inconteste de Dadá, de verdadeira cangaceira, associado à sua forte ascensão e influência sobre o esposo Corisco, faz desta mulher, penso eu, mais do que imaginamos, mais do que uma simples cangaceira. Dadá foi a líder intelectual do grupo de bandoleiros comandado pelo seu marido. 
 
Condição esta que ela, nas inúmeras entrevistas dadas à imprensa ao longo de seus anos de vida pós-cangaço, conseguiu embora deixasse aqui e ali transparecer, não tornar claro esta sua real posição dentro do grupo, o que vejo como amplamente justificável, uma vez que todo cangaceiro sobrevivente usou de mecanismos de defesa, como, não dizer completamente de seus atos delituosos, para mitigar as suas responsabilidades. 
 
No caso de Dadá, também, quem sabe, para não tirar do seu amado o holofote maior da história.  Antonio Correia
_________________________________________________
 
Sérgia da Silva Chagas, a Dadá, nasceu em 25 de abril de 1914, no interior de Pernambuco, e morreu em 7 de fevereiro de 1994, de câncer. O filho Silvio conta que, na noite de sua morte, chamou uma psicóloga do hospital em que estava internada em Salvador, pediu um batom e um pente para se arrumar “bem bonita”, porque tinha sido convidada para ir a uma festa com Jesus e não podia chegar feia”. Uma hora depois, morreu.
 
Vaidosa, corajosa, Dadá – que teve uma perna amputada em consequência dos ferimentos à bala no momento de sua prisão (ela saiu atirando com as duas mãos) junto a Corisco (ele morreu na mesma noite), em 1940 – foi depois anistiada e se casou de novo, com o empreiteiro Alcides chaves. Refez a vida, porém, não teve mais filhos. E continuou sendo, sempre, a mulher forte que se impôs frente a Corisco, conquistou o respeito e a amizade de Lampião, a admiração de todo o cangaço e até de José Rufino, o matador de cangaceiros, para quem ela era “brava como um homem”. 
 
Elogio maior, naquele ambiente tão machista, era quase impossível.
 
Entre 1989 e 1990, o diretor Rosemberg Cariri gravou em vídeo uma longa entrevista com Dadá. Seguem alguns trechos dessa entrevista inédita, na qual a ex-cangaceira fala, entre outros pontos, de seu amor por Corisco, da Coluna Prestes e de como era a vida das mulheres no cangaço.
 
Comunismo: “ouvia falar muito. De noite ficava todo mundo lá sentado e Lampião dizia: ‘Rapaz, se eu pudesse sair disso, se viesse aí um doido, uma revolução que abatesse esses miseráveis todos. Nós passava pra frente deles. Ah! Luiz Carlos Prestes. 
 
Nós encontrava com este homem, nós abre o mundo e vamos embora’. Eles falavam muito nisso, mas nunca apareceu nenhum. 
 
Quando aparecia, era pra matar. Mataram, mataram, aleijaram, acabou, pronto. Agora, tem muito cangaceiro aí bem de vida, os que se entregaram. São funcionários, os filhos são formados, vivem muito bem.”
 
Mulheres: “Era uma convivência maravilhosa. Todo mundo tinha seu marido. Um amor danado. Uma costurava, outra ajeitava um vestidinho, uma coisa. Uma vida bacana. Com Lampião ali, ninguém dava um nome, ninguém se "inxeria" com coisa nenhuma. Agora, se ela saísse fora da linha, o chumbo comia, matavam, como aconteceu com Cristina e Lídia.”
 
 
Maria Bonita (mulher de Lampião): “Era terrível, orgulhosa, metida. Era assim pequenina, toda redondinha, bem-feitinhas as pernas, mas pisava assim. Quer ver? Olhe no retrato, ela tem os pés pra frente. 
 
Orgulhosa, metida à besta, barulhenta. Só vivia com encrenca com um e com outro. Mas ninguém ligava, não. Era assim, bonitinha, alvinha, agora bacana era só ela, e queria ser mais.”
 
A relação com Corisco: “Eu tinha uma boa vida com Corisco. Era um homem bom. Nunca chegou um dia de falar comigo aborrecido. Quando ele queria dizer ‘não’, dia ‘não sei, você é que sabe’. Mas se ele dissesse ‘faça’, era o ‘sim’. Eu falava alto, eu xingava, vá pros inferno. 
 
Aí ele ficava com aquilo: ‘Fale baixo, num grita. Dadá, mulher pra ser uma mulher completa tem de ter modo até no pisar’ (...) Ele ficava dando risada, virava a cara assim pra num dar ousadia. E dizia: ‘Uma mulher é como uma flor, se a pessoa encosta nela, machuca.’ Ele dizia tanta coisa bonita pra mim, pra ver se me conformava. Mas eu era malcriada com ele.”
 
A vida no cangaço: “As mulheres não cozinhavam. Só se ela quisesse. Ela lavava tudo, botava tempero e entregava para eles cozinharem. Quando tava pronto, tava pronto. Aí vinha Lampião e eu dividir, porque Lampião tinha o povo dele e eu o meu. Maria não ia pegar em nada disso. Era bacana. Cada dia um cozinhava, outro lavava a panela, negócio tudo organizado. Não tinha de ‘não faço’. 
 
Chamava, era seu dia, tinha de fazer. Tudo limpinho, ajeitado, acabava de comer a gente dividia, mas mulher não ia para a beira do fogo. (...) Os cangaceiros eram muito amorosos, tinham tato carinho que eram capaz até de se esquecer das armas. Como teve muitos que morreram num descuido, entretido lá com mulher.”
 
Dadá, Corisco e Benjamim
 
A morte de Lampião: “Corisco ficou louco. Ele não era de chorar nem de falar, ficava calado. Mas ele parecia um maluco. Eu disse ‘deixa pra lá, Corisco’, mas ele falava ‘eu vingo’. Era quinta-feira e ele disse: ‘Se fosse os homens que tivessem morrido, não era nada demais, porque nós vivemo esperando isso. Mas uma mulher não se mata. Porque nem cem cabeças paga a de Maria.’ Aí foi quando ele fez aquele salseiro; eu quase nem consigo contar isso.”

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PARABENIZANDO...

 

Gostaria de usar esse espaço para parabenizar nosso querido mestre e confrade VALDIR JOSÉ NOGUEIRA DE MOURA, que foi eleito com expressiva votação, o mais novo membro da cadeira N° 22, da Academia Brasileira de Estudos do Sertão Nordestino - ABRAES. Nosso digníssimo e querido confrade Valdir @Valdir José Nogueira merece nossos aplausos de felicitações em reconhecimento a sua eterna dedicação a história sertaneja.

(Palavras do historiador e confrade Luiz Ferraz).

Prezados confrades estou bastante contente pelo meu ingresso na ABRAES, espero poder de certa forma contribuir com esta tão importante confraria. Agradeço aos confrades e confreiras o apoio e carinhosa acolhida.

Caloroso abraço!

Valdir Nogueira.

 https://www.facebook.com/

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ASCRIM/ACADEM PRESIDENCIA – JUSTIFICATIVA DE NÃO CONFIRMAÇÃO AO CONVITE PARA “LANÇAMENTO DO LIVRO ALFABETO ECOLÓGICO”,ANRL Convida: Lançamento do livro "Alfabeto Ecológico", de Diógenes da Cunha Lima e Roberto Lima.

 

MOSSORÓ-RN, 06 de NOVEMBRO de 2023.  - OFÍCIO. Nº 035/2023. 

                                          ENVIADO A PEDIDOS


REVERENCIAL: “ALFABETO ECOLÓGICO“, UM LIVRO QUE TRAÇA O PERFIL AMBIVALENTE ECOLÓGICO, TEMÁTICA DA TRILOGIA LITERÁRIA DOS AUTORES, SIMBIÓTICO ECOPOEMAMUSICAL, NO MÍNÍMO INÉDITO, EMOLDURADO NA  TEMPERANÇA ILUSTRATIVA DA FERVOROSA ARTISTA PLÁSTICA AMANDA CARRERAS SIMÕES !”

AINDA NÃO LEMOS O SUPRAMENCIONADO LIVRO, MAS TEMOS CERTEZA É DE FARTURA, UM LIVRO QUE MERECE FUTURO DESTAQUE NA NOSSA BIBLIOTECA !

 ‘

RECEBES ESTE EXPEDIENTE PORQUE A ASCRIM O(A)VALORIZA E RESPEITA, PELO ALTO NÍVEL DE QUEM TEM O PRESTÍGIO DE SER ASSIM CONSIDERADO(a)!         

       

 É PRAXE DESTA PRESIDÊNCIA, QUANDO OFICIALMENTE CONVIDADO/COMUNICADO (VIA EPISTOLAR OU ELETRÔNICA), TEMPESTIVAMENTE(3 DIAS CORRIDOS), DIGNAR-SE RESPONDER, EM TEMPO HÁBIL, ÀS ECLÉTICAS MENSAGENS  DO(A)S EXCELENTÍSSIMO(A)S PRESIDENTE(A)S E ENTUSIASTAS DE ENTIDADES CULTURAIS/LITERÁRIAS, EXEMPLO QUE NOTABILIZA O VIÉS DE UM(A) DIRIGENTE INTELECTUAL CORRESPONDER A ESSE ECLETISMO, PORQUE SABE A DIFERENÇA ENTRE O LIAME DA PARTILHA E DO PRESTÍGIO QUE ASCENDE E CRESCE, NO INTERCÂMBIO DOS QUE RESPEITAM OS ABNEGADOS DEFENSORES DA CULTURA MOSSOROENSE.  

    DESTA FORMA, AGRADECENDO AOS ESCRITORES DIÓGENES DA CUNHA LIMA E ROBERTO LIMA, ILUSTRÍSSIMOS ACADÊMICOS DA ANLR, PELO ESPECIAL CONVITE, DESTACA-SE ATRIBUIR MESMO VALOR DE PARTILHA. DIZENDO QUE POR FALHA EM NOSSO COMPUTADOR – DEIXAMOS DE CONFIRMAR NOSSA PRESENÇA – O QUE TERIA SIDO UMA GRANDE HONRA COMUNICAR NOS FARÍAMOS REPRESENTAR OFICIALMENTE AO

“““LANÇAMENTO DO LIVRO AUTORAL DOS ACADÊMICOS DA ANLR DIÓGENES DA CUNHA LIMA E ROBERTO LIMA”””

ACONTECEU EM: 06(SEGUNDA-FEIRA) DE NOVEMBRO DE 2023

HORA: 17HS

LOCAL: AUDITÓRIO DA ESCOLA DE MÚSICA DA UFRN – CAMPUS UNIVERSITÁRIO NATAL-RN, LOCALIZADO NA RUA CEL. JOÃO MEDEIROS, LAGOA NOVA, CEP 59077-000 NATAL(RN).

CONTATOS: ACADÊMICA LEIDE CAMARA/SECRETÁRIA (84) 9 9982 2438  

APRESENTAÇÃO MUSICAL “CORAL OS SERAFINS”

AMOSTRA DAS MÚSICAS DO LIVRO, SOB A REGÊNCIA DA PROFA. CATARINA SHIN.

      

PORTANTO, REPASSO A NOTÍCIA DA JUSTIFICATIVA DE AUSÊNCIA DO ALVO CONVITE(ANEXO) DE IGUAL MODO, POR CÓPIA,  AS EXCELENTÍSSIMAS AUTORIDADES GOVERNAMENTAIS,  ACADÊMICOS DA ASCRIM E POTENCIAIS CANDIDATOS A ACADEMICOS DA ASCRIM E ACADEM, ILUSTRES PRESIDENTES DE ENTIDADES CULTURAIS E DIRIGENTES DE INSTITUIÇÕES RELIGIOSAS, GOVERNAMENTAIS, PÚBLICAS, PRIVADAS E MAÇÔNICAS,  JORNALISTAS E COMUNICADORES, POR SER DO INTERESSE, CLARO, DOS MESMOS, TOMAREM CONHECIMENTO E DIGNAREM-SE, DO SEU MISTER, CONFIRMAR SUAS PRESENÇAS, JUNTAMENTE COM AS EXCELENTÍSSIMAS FAMÍLIAS CONSORTES.    

    NESTA SINTONIA, UM CONVITE PARA PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS CULTURAIS E A CONFIRMAÇÃO, INTERCAMBIADOS ENTRE PARTICIPANTES E ENTIDADES SINGULARES, MERECE E FUNCIONA COMO UM “FEEDER”, EVIDENTE, REPASSADO A TODOS OS ACADÊMICOS E INTEGRANTES DE SEUS CORPOS ADMINISTRATIVOS/SOCIAIS, PELO SEU PRÓPRIO DIRIGENTE, CUJO ESSE FEEDBACK ALIMENTA, NATURALMENTE O FERVOR E A CONSIDERAÇÃO EM QUE SINGRAM OS INTELECTUAIS E SERVIDORES   DESSAS PLÊIADES.  

      CONVOCANDO OS ACADÊMICOS DA ASCRIM E ACADEM PARA FUTUROS MAGNOS EVENTOS DESSE NAIPE, COMUNICO, AOS QUE COMPARECEREM E SE IDENTIFICAREM COMO TAIS NA SESSÃO SOLENE SUPRAMENCIONADA, DEVEM DIGNAR-SE CUMPRIR, NO QUE FOR POSSÍVEL, O RIGOR OBRIGATÓRIO ESTATUTÁRIO DE USO DO UNIFORME OFICIAL (VESTE TALAR), CONSOANTE NORMA ESTATUTÁRIA, ATRIBUTO DIGNITÁRIO DO DECORO INTELECTUAL E ORGULHO DA MORAL QUE ASSIM OS IDENTIFICA, ENTRE OS PARES, EM ATIVIDADES CULTURAIS DESSA GRANDEZA.  

   

NA OPORTUNIDADE, PARABENIZAMOS OS ACADÊMICOS DA ANLR DIÓGENES DA CUNHA LIMA E ROBERTO LIMA PELO LANÇAMENTO DO RICO LIVRO AUTORAL “ALFABETO ECOLÓGICO” !


SAUDAÇÕES ASCRIMIANAS,

FRANCISCO JOSÉ DA SILVA NETO 

-PRESIDENTE EXECUTIVO DA ASCRIM ACADEM- 

 

MARIA GORETTI ALVES DE ARAÚJO 

-PRESIDENTA EXECUTIVA INTERINA DA ASCRIM- 

P.S.: 1. CONSIDERANDO A ESSÊNCIA DA HUMANIDADE INTELECTUAL, INSERIDA NA REPRESENTATIVIDADE DE TODOS SEGMENTOS SOCIAIS ABAIXO RELACIONADOS, ENCAMINHA-SE ESTA CÓPIA ORIGINAL, EM CARÁTER PESSOAL DIRETO AOS  INSIGNES DIGNITÁRIOS: 

 

P.S.-2): EVENTUALMENTE – EM RESPOSTA À TRANSMISSÃO DE CONVITE - RECEPCIONAMOS MENSAGENS QUE NOS SÃO ENVIADAS PELOS SIGNATÁRIOS DOS EMAILs DESTINATÁRIOS, AS QUAIS ENVIAMOS PARA OS PATROCINADORES DOS EVENTOS, ATRAVÉS DO NOSSO MALOTE DIGITAL OFICIAL DA ASCRIM-MADA .  

P.S.-3): ESTA É UMA CÓPIA ORIGINAL, ENCAMINHADA, OFICIALMENTE, EM CARÁTER PESSOAL DIRETO PARA O(A)S:   

  EXCELENTÍSSIMO(A)S PRESIDENTES, DIRIGENTES E AUTORIDADES DE ENTIDADES GOVERNAMENTAIS, JURÍDICAS, MAÇONICAS E MILITARES.  

REVERENDÍSSIMO(A)S PRESIDENTES, DIRIGENTES E AUTORIDADES DE ENTIDADES RELIGIOSAS.  

MAGNÍFICOS REITORES E AUTORIDADES DE UNIVERSIDADES.  

EXCELENTÍSSIMO(A)S PRESIDENTES DE ENTIDADES E INSTITUIÇÕES PÚBLICAS E PRIVADAS.  

EXCELENTÍSSIMO(A)S PRESIDENTES DE ENTIDADES CULTURAIS E INSTITUIÇÕES CONGENERES.  

ILUSTRÍSSIMO(A)S DIRIGENTES DE INSTITUIÇÕES FILANTRÓPICAS, EDUCACIONAIS E DE CIDADANIA.  

ILUSTRÍSSIMO(A)S JORNALISTAS E COMUNICADORES.  

ACADÊMICO(A)S DA ASCRIM.  

POTENCIAIS CANDIDATO(A)S A ACADÊMICO(A)S DA ASCRIM.                    

 


De: Academia Norte Riograndense de Letras <academianrl@gmail.com>
Enviado: sexta-feira, 3 de novembro de 2023 09:22
Assunto: ANRL Convida: Lançamento do livro "Alfabeto Ecológico", de Diógenes da Cunha Lima e Roberto Lima.
 
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 Acadêmica Leide Câmara 
Secretária
(84) 9 9982 2438

Enviado pela ASCRIM

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JOÃO DE SOUSA LIMA PESQUISADOR, PROFUNDO CONHECEDOR DAS HISTÓRIAS DO CANGAÇO.

 Por José Mendes Pereira

No futuro muitos vão reconhecer seu nome como um dos que deixaram um importante legado para as gerações futuras.

Assistam os vídeos de João no canal Aderbal Nogueira Cangaço no YouTube, vocês vão se surpreender.

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O SOLDADO MAIS VELHO DO BRASIL

 Por Marcos do Pampa

O Cabo Anísio Manoel de Souza (gaúcho de São Gabriel), em 1935 com 113 anos ainda servia a Pátria, recusando ir para casa, negando a aposentadoria, quando diziam vá descansar ele respondia: Terei tempo para isso depois.

É considerado o Soldado mais velho que ficou na ativa no exército Brasileiro.

Lutou na Revolução Farroupilha e na Guerra do Paraguai.

Fonte: Prof. Beraldo Figueiredo

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LIVRO

 Por Odilon Nogueira

Lendo o belo livro 77.15.32 do escritor sergipano e amigo Robério Santos Robério Santos II É um pouco de luz na história dos currais humanos do governo (Campo de Concentração) no nordeste brasileiro. O sistema tentou esconder o submundo da nossa história, entretanto, alguns escritores, entre eles o pesquisador Robério Santos e a romancista Rachel de Queiroz, abrindo as cortinas desse período (entre 1844 a 1932). A obra é um romance que vai se entrelaçando com a história, protagonizada por aproximadamente 2 milhões de brasileiros, vítimas das intempéries da natureza e das políticas nefastas de governos.

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SENHORES

 Acervo do Joaozin Jaaaozinn

Fotografia rara dos Senhores (da esquerda para a direita) Tenente João Fernandes, Dr. Guedes Quintella (chefe da polícia de Alagoas) e o Tenente João Bezerra, 1934.

O Sr. Guedes informa sua opinião e reforça grupos militares para combater os bandoleiros das regiões da Bahia e Sergipe, bem como a "trindade maldita", o que o mesmo aponta para os grupos cangaceiros de Corisco, Lampião e Mariano.

Em reportagem, relata que forneceu armamento para povoados da região, ajudando, assim, a represália contra os cangaceiros e o grande apoio para os tenentes João Fernandes, Joaquim Grande e João Bezerra.

𝐹𝑂𝑁𝑇𝐸: 𝐴 𝑁𝑜𝑖𝑡𝑒 - 1934

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segunda-feira, 6 de novembro de 2023

SANTO SUSHI, O RESTAURANTE

Clerisvaldo B. Chagas, 6 de novembro de 2023

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica 2.992

Convidado para o reencontro de uma turma do Colégio Estadual, fui ver a prévia de perto. A turma não era minha, pois nunca fui aluno no Estadual, mas sim do mano Ivan Braga das Chagas, cujos componentes da época hoje estão na faixa entre 60 e 70 anos. Indaguei onde iria ser esse tão importante encontro e me apontaram o “Restaurante Santo Sushi”, no Bairro Domingos Acácio. Sobre o local foi dito sem que eu perguntasse: “Além do prato japonês, o restaurante oferece grande variedade da culinária sertaneja. Excelente atendimento, música ao vivo e banheiros higienizados de 30 em 30 minutos e com música vazadas para você não perder o lance. Um luxo com ótimos preços!”  Nesse caso me balancei para conhecer o ambiente, novo “point” da cidade. Segundo os convidados.

Toda a família marcou presença no “Restaurante Santo Sushi”. De fato, todas as maravilhas dos comentários eram verdade e assim ficamos por ali das 20 horas à meia-noite. Quatro horas de lazer em que nem víamos o tempo passar. Entre conversas das mais enxeridas, gargalhadas e música boa, a noite ia passando. Ainda tivemos o privilégio da presença do proprietário em nossa mesa: Cleber Chagas, que favava animado sobre o seu empreendimento. Contos orais da terra provocavam risos. E como surpresa da casa, chegou até nós a novidade de uma espécie de “drink” espumante chamado “Shot Santo Sushi”. A base de gengibre com pitada de Rum, que por mim foi eleito como a coroa da noite. Tudo isso na sexta, cujo encontro massivo seria no dia seguinte. Não demonstrei vontade em participar no sábado, mas desejei felicidades e êxitos aos 11 remanescentes da turma de 32 alunos, segundo me contaram.

A pessoa que bebeu e não bebe mais, sequer refrigerante, fica meio inibida no entorno dos que amam uma cervejinha gelada ou uma bebida quente daquela de revirar os olhos. Mas também tem a vantagem da sobriedade para apreciar o comportamento alheio e os detalhes do ambiente. Ninguém morre por apenas beber água.

O importante mesmo é que Santana do Ipanema ganhou um restaurante de alta qualidade, saindo da mesmice do Comércio e brilhando em direção às faldas do serrote do Cruzeiro!

Parabéns muitas vezes, senhor Cleber, por trazer um novo brilho

para a “Rainha do Sertão”.

REATAURANTE SANTO SUSHI (DIVULGAÇÃO)

http://clerisvaldobchagas.blogspot.com/2023/11/santo-sushi-o-restaurante-clerisvaldo-b.html

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MAJOR IZIDORO

Clerisvaldo B. Chagas, 6 de novembro de 2023

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 2.981

Como encerramos o roteiro das cidades sertaneja, pela AL220, em Jaramataia, vamos voltar pela mesma estrada para o acesso a Major Izidoro, em cuja via não entramos. Próximo a Batalha você encontra o acesso a Major que passa pela cidade e vai sair no outro ramal (BR-316). Portanto Major Izidoro está localizado em paisagens planas entre a BR-316 e a AL-220, ligadas pela AL-120 entre Cacimbinha e Batalha.  Fica a cidade de Major Izidoro a 191 quilômetros da capital, Maceió e a 182 metros de altitude. É pequena e bela, tão limpa quanto Penedo. O seu minúsculo comercio tem aspecto de capital e é muito fácil se apaixonar por ela. Antigo distrito de Sertãozinho, foi emancipado de Santana do Ipanema em 17 de setembro de 1949. A população izidorense quase chega a 18.000 habitantes.

A economia de Major Izidoro se baseia em serviços, agropecuária, principalmente nesta última, sendo famosa como “Terra do Leite” e seus laticínios que conquistaram o estado com deliciosos queijos e manteigas. E em se tratando de festa religiosa, os festejos ao padroeiro Santo Antônio de Pádua representa o auge da devoção, ocorrendo no dia 13 de junho. Mas o antigo distrito também tem histórias de Lampião. Uma delas foi quando o chefe cangaceiro mandou buscar dinheiro sob ameaça de invasão ao distrito. O episódio está compilado no livro “Lampião em Alagoas”, da nossa autoria. Inclusive, foi motivo de reflexão, tanto dos leitores, quanto fora por parte de Virgulino Ferreira.

É bastante agradável a rodovia AL-120 trecho Cacimbinhas – Major Izidoro, pelo relevo plano, vegetação baixa e campos semeados de gado leiteiro. Sensação enorme de bem-estar. Porém, tudo que foi falado acima ainda é muito pouco diante da grandeza intelectual do izidorense. A vantagem do visitante que pretende conhecer a Bacia Leiteira Alagoana, é que as suas componentes estão muito próximas um das outras, e que pode ser vista em grande parte numa viagem única.

Ainda hoje agradeço no meu coração os aplausos recebidos em Major Izidoro quando apresentamos a peça teatral “Irmão das Almas”, aproximadamente no ano de 1970. Foi uma euforia pelo êxito obtido pelo Teatro de Amadores Augusto Almeida.

Inclua major na sua Agenda.

MAJOR IZIDORO (FOTO: IBGE).

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POETAS E POESIAS

 Por TCM

De ontem, no Canal de Televisão; TCM, Mossoró/RN.

Com o professor João Maria, apresentador do Programa: Pedagogia da Gestão & Lígia Morais, declamadora de poesia.

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ROBERTO CARLOS

 Por Aderbal Nogueira

80 anos e cantando músicas boas "para alguns" não se mete em escândalos, emprega muita gente, ajuda tantas outras, se mantém na ativa enquanto outros se aposentaram faz tempo.

Um cara decente e na dele, um idoso que merece respeito pois é o que vamos querer se chegarmos a idade dele.

Prefiro músicas como O Progresso, Amigo, Divã, do que Só as Cachoras e tantas outras que depreciam as mulheres e o povo de modo geral.

Quem deve descongelar não é R C, quem deve descongelar é o preconceito.

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𝐶𝐴𝑉𝐴𝐿𝑂 𝐷𝑂 𝐶𝐴𝑃𝐼𝑇𝐴̃𝑂

Acervo do Joaozin - Jaanzin

Fotografia do Capitão Ozório Cordeiro da Silva, montado em um cavalo que pertenceu a Lampião e foi adquirido durante um combate no Raso da Catarina-BA, no ano de 1932. Era comum durante os combates as forças volantes ficarem com os espólios de guerra dos cangaceiros, até mesmo os animais.

𝐹𝑂𝑁𝑇𝐸: 𝐷𝑖𝑎́𝑟𝑖𝑜 𝑑𝑎 𝑁𝑜𝑖𝑡𝑒-1932.

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EX-CANGACEIRA DULCE MENEZES

 Por Mateus Brandão de Souza

Seus traços de moça bonita prenderam muitos olhares, retinas banhadas pelo colírio procedente da beleza daquela menina que nos seus verdes dias foi comprada pelo cangaceiro Criança e a pulso viveu as agruras do cangaço.

Dulce, uma sergipana linda, uma boneca que sobreviveu a periculosidade do movimento ao qual involuntariamente foi inserida.

Esteve em Angico no fatídico 28 de Julho de 1938, dia da chuva de balas sem revide, de lá saiu ilesa, para depois viver longevidade de dias, foi a última remanescente do cangaço lampiônico, morreu de morte natural em 10 de Dezembro de 2022 quando contava com 99 anos.

Foi talvez a mais bela das cangaceiras, foi ela Dulce de Criança, Dulce Menezes dos Santos.

(Foto de divulgação encontrada na internet)

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