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sexta-feira, 4 de março de 2016

DADOS SOBRE O FUNDADOR DA CIDADE DE MOSSORÓ ANTONIO DE SOUZA MACHADO


Antonio de Souza Machado era natural do Arcebispado de Braga, do Reino de Portugal, foram seus pais: João Vieira de Souza Menezes e Da. Violante Maria Machado, naturais daquele Arcebispado. Ainda moço, veio para o Brasil, fixando residência na Ribeira do Jaguaribe, da Capitania do Ceará.

Ponte ferroviária sobre o Rio Mossoró. Lugar onde Lampião e seu bando cruzaram o rio em direção a Mossoró.

Na Freguesia de Russas, casou-se com Da. Rosa Fernandes, natural dessa Freguesia, filha legítima do português Domingos Fernandes, natural de Braga e de Da. Jerônima da Silva, natural do Rio Grande do Norte, Residindo Antonio de Souza Machado, no Vale de Mata Fresca, foi nomeado Sargento-mór, Comandante dessas paragens pelo Governo da Capitania do Ceará Grande.

Igreja de São Vicente em Mossoró que serviu de proteção para os resistentes contra o bando de cangaceiros Lampião,

Homem operoso e muito empreendedor estendeu-se pela Ribeira do Apodi, da Capitania do Rio Grande do Norte e situou fazendas de gado em “Grosso”, “Santa Luzia”, “Panela do Amaro”, etc. Em 1760 fixou residência em Grossos, edificando uma casa de taipa coberta de telha, vindo esta da Bahia.

Memorial da Praça da Resistência, em Mossoró - RN

Segundo a tradição, invernava o Sargento-mór em “Santa Luzia”, de cuja fazenda rebanhava os gados para Grossos, a fim de fazer charqueada na Ilha das Oficinas, e exportar para as Capitanias de Pernambuco e Bahia.

Teatro Municipal Dix-huit Rosado Maia

Abastado, chegado à religião, no ano de 1772 requereu licença ao Visitador dos Sertões do Norte, Padre Inácio de Araújo Gondim, para edificar uma Capela em sua Fazenda “Santa Luzia” dedicada a Santa desse nome.

Igreja de Santa Luzia em Mossoró fundada pela esposa do fundador da cidade de Mossoró Rosa Fernandes

Feito o Patrimônio de uma légua de terra em quadro, no Sítio “Canto do Junco”, por Domingos Fernandes e sua mulher Da. Jerônima da Silva, sogros do Sargento-mór Souza Machado, e concedida à licença requerida, edificou este a dita Capela em sua referida Fazenda Santa Luzia, nesse mesmo ano de 1772. Com a edificação dessa Capela, a Fazenda de criar o Sargento-mór Souza Machado transformou-se depois, em um arraial, pois não só este, como outros habitantes da Ribeira de Mossoró, bem como os adventícios que para ali afluíam, edificaram casas, umas cobertas de telha, outras de palha de carnaúba. Em princípio do Século XIX, Millet de Saint Adolphe que andou por essas paragens, no seu Dicionário Geographico do Brasil, publicado em 1845, classifica Santa Luzia de povoação e Ayres do Casal, na sua Cronografia Brasílica publicada em 1817, classifica-se de Arraial.

Diocese de Santa Luzia

Foi o Sargento-mór Souza Machado, por muitos anos, até a data de seu falecimento, procurador e fabriqueiro da capela por ele edificado, prestando suas contas aos padres do Apodi.

Antiga Estação de Trem de Mossoró

Isto se prova com o primitivo Livro de Tombo existente na Igreja de Mossoró. Juntamente com os seus filhos Domingos Fernandes de Souza e Felix Antonio de Souza, requereu e obteve o Sargento-mór Antonio de Souza Machado, no ano de 1788, do Governo da Capitania do Rio Grande do Norte, uma sesmaria de terras no Riacho do Juazeiro (hoje Riacho Grande), pegando dos cabeços da Serra de Mossoró até encontrar com terras de seu sítio Santa Luzia, contendo a mesma sesmaria três léguas, etc.

Estação das Artes de Mossoró

Diante dos documentos publicados na questão de limites, quer pelo lado do Ceará, que pelo lado do Rio Grande do Norte, prova-se que o velho Sargento-mór em tempo algum disputou a margem esquerda do Apodi para a Capitania do Ceará. Sendo ele o morador (em Grossos) em 1772 e requerendo licença para edificar a Capela em Santa Luzia, diz residir na Freguesia de N.S. da Conceição e de S. João batista, das várzeas do Apodi.

Museu municipal de Mossoró

Foi o Sargento-mór Antonio de Souza Machado, na margem esquerda do Apodi, grande proprietário de terras, de escravos, de gados, etc., e para a época, um homem importante.

Museu do Sertão de Mossoró - Particular - Benedito Vasconcelos Mendes  proprietário

Pelos documentos encontrados nos arquivos públicos e tradição correta, foi ainda ele não só o edificador da Capela primitiva de S. Luzia, como também o fundador da Povoação do mesmo nome, hoje a importante Cidade de Mossoró. Faleceu em idade avançada, em Sítio Grossos, no ano de 1797, ignorando nós, onde fora sepultado o seu cadáver, se na Capela de Mata Fresca, ou na S. Luzia, por ele edificado.

Museu do Sertão de Mossoró conta a história do nordeste com mais de 1.500 peças no acervo - https://www.youtube.com/watch?v=v3O_pfImfL4

Em 1801, a viúva do Sargento-mór Antonio de Souza Machado, Da. Rosa Fernandes doou à S. Luzia um pedaço de terra dentro do perímetro da Povoação, tendo por limites os seguintes pontos: ao Nascente o Córrego da Calheira e ao poente as terras do defunto José da Costa de Oliveira Barca, que em Mossoró usava o nome de Manoel Ferreira. Assim declara a escritura de doação registrada no citado Livro da Igreja de Mossoró.

Museu do Sertão resgata a história de vida do interior do nordeste - https://www.youtube.com/watch?v=eSdhmrbWLNk

De seu consórcio teve o Sargento-mór Souza Machado os seguintes filhos: Domingos Fernandes de Souza, Comandante Felix Antonio de Souza Machado, Luiz Fernandes de Souza, Manoel de Souza Machado, José de Souza Machado, Da. Antônia de Souza Machado, casada que foi com o Tenente Coronel Francisco Ferreira Souto, Da. Maria de Souza da Conceição, casada com o Sargento-mór Manoel José Rodrigues Braga, e Da. Violante de Souza Machado casada com Alexandre da Costa Pereira.

Fonte: facebook
Página: Lindomarcos Faustino
Grupo: Relembrando Mossoró
Ilustrado por: José Mendes Pereira

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CONVITE


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LAMPIÃO E CORISCO

Por  Clerisvaldo B. Chagas, 27 de agosto de 2013 - Crônica Nº 1075

Para quem gosta de história de cangaceiros, apresentamos abaixo, matéria publicada na “Folha da Manhã”, jornal sergipano no tempo do cangaço. Dez dias após a morte de Lampião, era estampada no referido jornal:

“Diz-se que, morto Virgulino, o rei do cangaço, tem em Corisco um legítimo sucessor. Entretanto, somente a impressão exterior é que transfere para a atual eventualidade o prestígio de uma majestade que Corisco há muito adquirira por merecimento próprio.

Lampião, sem dúvida, o maior destruidor de riquezas e de vidas que já viveu no Brasil, criou fama à sombra de perversidades e vandalismos sem limite, Era uma alma esfíngica, um ser incompreendido, que guardava uma surpresa em cada gesto.

Suas atitudes não tinham a execução lógica de um caráter fixado na psicologia, pois a sua conduta era um mundo de fugas e fintas para os observadores mais íntimos. Era aliás, a chave do seu terrível prestígio.

Corisco é mais humano. Tem um caráter definido. Sem nenhum sentimento de bondade, age, porém, como homem lógico. É uma verdadeira máquina de precisão. Lampião ameaçava sempre, mas nem sempre executava a ameaça.

Corisco não diz o que pretende fazer. Faz. E, quando age, vai direto ao objetivo. Será fácil adivinhar-se uma atitude de Corisco, ao passo que era impossível saber o que Lampião faria até mesmo na hora do fato. Mas, na técnica de atacar, Lampião ficava muito a distância de seu antigo subordinado.

Na história sangrenta de Corisco não se registra um assalto frustrado. Ele estuda o terreno, pesquisa, prepara-se com requintes de cuidados, mas quando investe é para vencer sempre.

Não se aventura a um assalto duvidoso, ao passo que Lampião muitas vezes teve que fugir diante de uma resistência inesperada.

Esse homem diabólico ainda vive no sertão, onde sua fama só é menor do que a de Virgulino pela repercussão das barbaridades do rei do cangaço. As forças que combatem o banditismo reconhecem a superioridade técnica de Corisco e compreendem ser ele um bandido mais “duro” do que Lampião.

Morto o “terror do sertão”, resta às autoridades a caça ao bandido louro. Manuel Neto, Luiz Mariano e João Bezerra, a trindade de ferro que luta pelo extermínio do cangaço no Nordeste sabem que encontrarão em Corisco um inimigo se não mais perigoso, pelo menos mais valente e mais difícil de abater. Vai começar, agora, a caçada ao bandoleiro de olhos verdes. Não faltarão aos seus perseguidores a tenacidade e a coragem necessária para enfrentar todos os riscos dessa luta de morte a que os sertões nordestinos assistirão”.

http://alagoasnanet.com.br/blogs-e-colunas/clerisvaldo-b-chagas/lampiao-e-corisco/

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O cantor João Mossoró fará show amanhã (SÁBADO) 05 de março de 2016, no Rio de Janeiro


O cantor João Mossoró fará show amanhã, (Sábado), dia 05 de março de 2016,  no"Mercadão Cadeg.
Uma festa portuguesa,  no "Cantinho das Concertinas".



Será uma festa bastante animada, quando o artista cantará as mais lindas canções.

Você que é nordestino e mora no Rio de Janeiro, prestigie o artista, participando do seu show.

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O RASTEJADOR DA VOLANTE I E II

https://www.youtube.com/watch?v=T4B6VszMvGY
https://www.youtube.com/watch?v=FY4B6rarTnQ

Fonte: facebook
Página: Voltaseca Volta

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EXISTIRAM DIVERSOS GRUPOS DE CANGACEIROS NO NORDESTE BRASILEIRO?


Existiram diversos bandos de cangaceiros, Porém, o mais conhecido e temido da época foi o comandado por Lampião (Virgulino Ferreira da Silva), também conhecido pelo apelido de “Rei do Cangaço”. O bando de Lampião atuou pelo sertão nordestino durante as décadas de 1920 e 1930. Morreu numa emboscada armada por uma volante, junto com a mulher Maria Bonita e outros cangaceiros, em 29 de julho de 1938. Tiveram suas cabeças decepadas e expostas em locais públicos, pois o governo queria assustar e desestimular esta prática na região.


Depois do fim do bando de Lampião, os outros grupos de cangaceiros, já enfraquecidos, foram se desarticulando até terminarem de vez ,no final da década de 1930.


http://www.suapesquisa.com/historiadobrasil/cangaco.htm

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LAMPIÃO EM PINHÃO - SERGIPE 1929

Por José Mendes Pereira

Incrível! Afirmam alguns pesquisadores que não existem fotos de Lampião e Corisco tiradas juntos, isto é em uma mesma foto. Mas aparece os dois nesta foto. Será que não houve um pouco de reconhecimento do 5º cangaceiro, quando afirmam ser o cangaceiro Corisco? Mas o que estou falando é apenas minha opinião, sem comprometer o que afirmou alguém nesta foto. 

Fonte da imagem: https://www.facebook.com/

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CARIRI CANGAÇO FLORESTA 2016...


26 a 28 de Maio - Floresta do Navio e Nazaré do Pico - IMPERDÍVEL.

Vamos conhecer passo a passo quem já confirmou presença !!!
Não fique fora dessa grande Festa da Alma Nordestina.
Archimedes Marques, Luiz Antônio, Ana Lucia Souza, Manoel Severo Barbosa, Alcides e Gerlane Carneiro Cavalcanti, Abreu Mendes, Cristina Couto, Oleone Coelho Fontes, Renato Luís Bandeira, Cristina Amaral, Rostand Medeiros, José Bezerra Lima Irmão, Maria Amélia De Souza Araújo, Raul Goiana Novaes Menezes, Valmir Pereira, Aninha Ferraz, Betinho Nominiano, Patrícia Brasil Rodrigues, Urbano Silva, Antonio Edson Lima, Heitor F. Macêdo, Aline Melo, Feitosa Lailson, Andrea Hunka, Ana Gleide Souza Leal...

A Seleção está sendo montada, amanhã tem muito mais !!!!


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PARABÉNS MULHER: SÍMBOLO DE AMOR, SENSIBILIDADE E FORÇA.


A prefeitura de Paulo Afonso, através das secretarias de Desenvolvimento Social e Cultura convidam V. Sa. para participarem da Abertura da I Exposição Março Mulher: A Emancipação das Mulheres Serão Obras Delas Próprias.

Durante todo Mês de Março Haverá a Exposição no Espaço Cultural Raso da Catarina, sendo sua abertura oficial no dia 07 de Março de 2016, às 19h, no Espaço Cultural Raso da Catarina.

A Exposição terá material das Mulheres Assistidas pelos  CRM, CRAS, CREAS, Estação Juventude.

Serão Expostos Pinturas em Telas, Panos de Prato, Bonecas de Pano, Garrafas Decoradas, Abajur de Palha de Coco...  

Contamos com sua presença.


http://joaodesousalima.blogspot.com.br/2016/03/parabens-mulher-simbolo-de-amor.html

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A MUSA DO CANGAÇO - PARTE I E II

https://www.youtube.com/watch?v=YDPJYidXn6Q&feature=youtu.be - Parte I

Veremos, em duas partes, a ex-cangaceira Dadá, companheira, esposa, de Corisco, dona Sérgia, dando entrevistas.

https://www.youtube.com/watch?v=w1t4q4FGE3o&feature=youtu.be - Parte II

Ela nos leva para os idos tempos do cangaço, como do atrofiamento nos membros superiores do companheiro... Vejam e escutem o que nos diz dona Sérgia Ribeiro da Silva.

Bons estudos!!!
Numa produção de J. U. Dias
Pesquisa, edição e direção José Umberto.

Fonte: facebook
Página: Sálvio Siqueira
Grupo: Amo meu Nordeste

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GRANDE ENCONTRO COM OS NAZARENOS


Grande encontro com os nazarenos, na sequência: 

Senhor Ulisses Flor "filho do capitão Euclides Flor", meu amigo Jonathan (visitante), Manoel Severo (cariri cangaço), Capitão Lampião, Dr. Euclides Flor (advogado, filho de Ulisses Flor), Hildebrando Flor (neto do valente Hildebrando Flor), Fernando (filho de Ulisses Flor), e a senhora Nancy, esposa de Hildebrando Flor.

Nazaré do Pico, distrito de Floresta PE, maio de 2015.


Fonte: facebook
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FOTO INÉDITA DO CANGACEIRO VOLTA SECA


FOTO INÉDITA do cangaceiro VOLTA SECA, ainda meninote, preso na penitenciária de Salvador concedendo uma entrevista a um matutino local....Vê-se, ainda, a figura de um cachorro pelo qual ele tinha muita estimação.

Fonte da foto: Jornal da Bahia ..ano (?)

Fonte: facebook
Página: Voltaseca Volta‎

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quinta-feira, 3 de março de 2016

MUSEU DO CANGAÇO...SERRA TALHADA.PE


SUA ESCOLA NO MUSEU: Está redondamente enganado quem ainda pensa que todo museu é um espaço onde se guarda ou acumula velharias, ou mesmo um local que o passado fica isolado no tempo, servindo apenas de ambiente para saudosistas.

O MUSEU do CANGAÇO - na Vila Ferroviária - rema contra a maré e transforma toda ambientação em um espaço de Cultura Viva, com aulas de danças e interação entre o acervo, os guias e o visitante.

Assim, surge o Projeto MINHA ESCOLA NO MUSEU, que consiste em: *Visita monitorada de turmas de Escolas e Universidades acompanhadas por guias conhecedores da história do Cangaço e da Capital do Xaxado.

*Assistirão a um curta/documentário de livre escolha
*Apreciarão um espetáculo de Danças Populares.
AGENDE sua visita, pois estamos prontos para receber.
Contato: MUSEU do CANGAÇO - Vila Ferroviária S/Nº
Tel.: (87) 3831 3860 – 99938.3179 (Simony)
E-mail: museudocagacoserratalhada@gmail.com
Site: www.cabrasdelampiao.com

Fonte: facebook
 Grupo: Lampião, Cangaço e Nordeste

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O RAPOSA DAS CAATINGAS E O PESQUISADOR MIRIM PEDRO POPOFF CONTINUAM FAZENDO SUCESSO

Pedro Popoff - Foto do acervo de Carla Motta

O livro "Lampião a Raposa das Caatingas" escrito pelo pesquisador José Bezerra Lima Irmão está sendo lido pelo mais novo pesquisador do cangaço e de Luiz Gonzaga Pedro Motta Popoff. 
  

Tanto o livro "Lampião a Raposa das Caatingas" como o pesquisador mirim "Pedro Popoff", continuam fazendo sucesso, e é que o Pedro Popoff ainda está com 9 anos, mas sabe tudo sobre cangaço e o rei do baião. 


O Raposa das Caatingas já está na 3ª. Para você adquiri-lo, basta entrar em contato com o autor, ou com o professor Pereira lá de Cajazeiras no estado da Paraíba.


Se você ainda não comprou este fantástico trabalho do escritor José Bezerra Lima Irmão adquira-o agora. Saiu a 3ª Edição. Lembre-se que quando lançam livros sobre cangaço os colecionadores arrebatam logo para suas estantes. Seja mais um conhecedor das histórias sobre cangaço, para ter firmeza em determinadas reuniões quando o assunto é "cangaço".

São 736 páginas.
29 centímetros de tamanho.
19,5 de largura.
4 centímetros de altura.
Foram 11 anos de pesquisas feitas pelo autor

É o maior livro escrito até hoje sobre "Cangaço". Fala desde a juventude  e namoro dos pais de Lampião. Quem comprou, sabe muito bem a razão do "Sucesso a nível nacional do Raposa das Caatingas"
que já está na 3ª. edição.

O autor aceita e agradece suas críticas, correções, comentários e sugestões:

(71)9240-6736 - 9938-7760 - 8603-6799

Pedidos via internet:
Mastrângelo (Mazinho), baseado em Aracaju:

Tel.:  (79)9878-5445 - (79)8814-8345

Clique no link abaixo para você acompanhar tantas outras informações sobre o livro.

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MARAVILHA – O BLOG TOK DE HISTÓRIA CHEGOU A 2 MILHÕES DE VISITANTES E SAIU NA REVISTA BZZZ


UMA DAS POSTAGENS DO TOK DE HISTÓRIA SERVIU PARA A REALIZAÇÃO DE UMA ÓTIMA MATÉRIA SOBRE A II GUERRA NO RN

Rostand Medeiros

Aos amigos que visitam o blog TOK DE HISTÓRIA, eu gostaria de informar que essa semana realmente está sendo bem especial.

Primeiramente por havermos alcançado a marca de 2 milhões de visitantes e depois pela grata surpresa de descobrir que uma das nossas postagens sobre o tema Segunda Guerra Mundial no Rio Grande do Norte, serviu para a jornalista Marina Gadelha escrever um ótimo texto sobre o sargento Thomas Browning, que morreu em solo potiguar durante o conflito e cujos restos mortais repousam até hoje no antigo Cemitério do Alecrim.
  

Para ver esta postagem no TOK DE HISTÓRIA, clique aqui –http://tokdehistoria.com.br/2012/11/17/4341/

Esta reportagem se encontra na edição de número 32 da Bzzz e possui quatro páginas. Sobre a Bzzz posso comentar que no seu terceiro ano de existência ela cumpre um papel maravilhoso, pois já contemplou seus leitores com inúmeras e ótimas reportagens sobre a história potiguar. É um trabalho muito positivo, que vem sendo arduamente realizado pela jornalista Eliana Lima, editora da revista.

Não sei se eu posso utilizar este termo, mas eu me sinto um colaborador da Bzzz. Pois, na medida do possível, quando solicitado pelos seus jornalistas, eu tento ajudar as reportagens de cunho histórico.

Outra coisa muito legal nesta reportagem da Marina Gadelha foi a participação do pesquisador Lenine Pinto, a quem só tenho o mais alto grau de respeito e palavras elogiosas pelos seus trabalhos sobre a Segunda Guerra em nossa região.


Já sobre o TOK DE HISTÓRIA ter chegado a 2 milhões de visitantes, é para mim surpreendente, pois é algo que jamais imaginei alcançar. Até mesmo em razão do formato que dou a maioria das postagens publicadas, com muitos dos textos sendo apresentados de forma extremamente longa, com muitas fotos e informações.

Dizem que “blog deve ser uma ferramenta que apresente textos curtos, de rápido entendimento e no máximo com uma foto”.

Eu realmente nunca me importei com isso, pois escrever sobre alguns temas da nossa história fica meio complicado de colocar em dois parágrafos. Ou vai ver que a minha capacidade de síntese é limitada.

Bem, mas isso não importa!

O que importa é agradecer de coração aos leitores do nosso TOK DE HISTÓRIA pelas visitas, opiniões, críticas, sugestões e torcida.

Um forte abraço e muito obrigado!


Capa da edição de número 32 da Bzzz, que está nas bancas.

Extraído d blog Tok de História do historiógrafo e pesquisador do cangaço Rostand Medeiros

http://tokdehistoria.com.br/2016/03/03/maravilha-o-blog-tok-de-historia-chegou-a-2-milhoes-de-visitantes-e-na-revista-bzzz-uma-de-suas-postagens-serviu-para-a-realizacao-de-uma-otima-materia-sobre-a-ii-guerra-no-rn/

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O ROUBO DAS JOIAS DA BARONESA DE ÁGUA BRANCA-AL


O ROUBO das jóias da Baronesa de Água Branca-AL por LAMPIÃO e seu bando, em 1922.

Essa foi uma das primeiras ações criminosas do bando que teve grande repercussão na mídia nordestina.

Acima, vemos a Baronesa com as joias originais que foram subtraídas, através do assalto, bem como, no detalhe, o famoso CRUCIFIXO, todo de ouro e pedras preciosas.


Também, as sete "voltas" de ouro, as quais MARIA BONITA fazia questão de usá-las.

Sabonete entregando joia à Maria Bonita

Existe, até, uma foto do cangaceiro Sabonete entregando-as à rainha do cangaço para se ornamentar.

Fonte: facebook
Página: Voltaseca Volta‎
Ilustração: José Mendes Pereira

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O CANGACEIRO ADOLFO MEIA-NOITE

Só como efeito de ilustração

Em 1877, quando Antonio Silvino tinha apenas 2 anos de idade, Adolfo Meia-Noite já dominava a região como cangaceiro. Ele com seus dois irmãos Manoel e Nobelino, por uma questão de honra, tiveram que se armar contra o desafeto conhecido como padre Quaresma (apelidado de padre, não se sabe por quê) - um comissário de polícia, subdelegado naquela época. A razão dessa animosidade: uma paixão amorosa.

Adolfo era o galã da vila, disputado pelas garotas da localidade e, por inveja, o subdelegado traiçoeiramente o prendeu na localidade Varas, enviando-o à Ingazeira.

Como não havia segurança nas cadeias daquela época, é colocado em um tronco. Quinze dias se passaram sem que seus familiares soubessem, porque o mesmo se achava incomunicável. Através de um conhecido foram informados que Adolfo tinha sido fichado como ladrão de cavalo e que, se não o libertassem, ele iria morrer. A essa altura Adolfo não sabia qual a razão de estar preso, até que o tenente responsável por sua prisão lhe disse:

- Você conhece Padre Quaresma?

- Sim, disse o preso.

- Pois ele mandou um presente.

Ele respondeu:

- Nada tenho a receber de um homem que me botou aqui sem eu merecer.

Então o tenente lhe deu vinte lapadas com uma vara de espichar couro. A partir daquele momento ele ficou sabendo por quem e por que estava preso. E veio o desejo de vingança que tanto prejuízo causou a si e à família.

A partir daí a vingança prevaleceu, sendo o comissário a primeira vítima e, em consequência, sua família se viu obrigada a se mudar.

Por mais de cinco anos Adolfo e seus cangaceiros dominaram o Pajeú. Não só por esse trio era formado o grupo; Oiticica - cangaceiro de destaque - que também era seu parente, tombou em combate contra os “Quicés” que moravam no sítio Tamanduá e foram testemunhas contra Adolfo, quando foi preso. Nesse combate os ‘Quicés’ perderam dois membros da família. Eram eles parentes de Praxedes José Romeu, muito valente.

Sob o comando de Praxedes cercaram a fazenda Volta e, por não encontrarem Adolfo, assassinaram o seu irmão Pacífico, que além de criança era retardado. Daí por diante o “granadeiro” falou.

Adolfo chegou a comandar dez cangaceiros. Não se registrou nenhuma Vila ou Cidade que ele não tivesse assaltado. Mas, ainda se vê no distrito de Jabitacá suas tradicionais trincheiras construídas de pedras soltas. As que mereceram mais atenção foram as da serra do Brejinho.

Sobre aos nomes dos seus cangaceiros pouco se sabe, a não ser o de “Manoel do gado”, antigo marchante; e Almeida, filho natural da serra da Colônia, assassino frio que matou um primo do sítio Extrema por uma simples rapadura.

Adolfo não estava presente e censurou essa atitude.

Era Almeida de inteira confiança do chefe. Num certo dia pediu para visitar a família e quando retornou vinha “peitado” para matar Adolfo. Mas, foi mal sucedido, ganhando a morte pela infidelidade.

Adolfo foi considerado a ovelha negra da família.

Outra versão sobre Adolfo Meia-Noite - “Era considerado um homem manso e romântico. Seu grande pecado foi a paixão que tinha pela prima, filha de um rico e poderoso fazendeiro daquelas ribeiras que, não achando ser o negro merecedor da donzela, mandou prendê-lo e açoitá-lo ao tronco colonial.

Quando foi liberado do castigo, seu pai, sabendo do ocorrido, recusou-lhe a bênção porque ele não havia lavado sua honra com o sangue do tio. Na mesma noite, Adolfo esgueirou-se para dentro da casa do tio e o matou, fugindo em seguida para o vale do Rio Pinheiro.

Como havia matado pessoa influente na região, virou foragido da justiça tendo que passar o resto de sua vida a fugir da polícia, levando consigo os irmãos Manuel e ‘Sinobileiro’.

Apesar de ter se tornado cangaceiro, Meia-Noite era tido como homem justo e pacífico. Isto ficou evidenciado num episódio em que ele e seu bando prenderam o negro Periquito, que levara consigo alguns bens do seu patrão.

O bando pressionava Periquito, querendo o dinheiro que este levava, quando Adolfo colocou-se contra aquela situação, dizendo aos companheiros:

- Vocês não vêem que se ele leva dinheiro, este não lhe pertence?

E dirigindo-se ao escravo pergunta:

- Levas dinheiro contigo?

- Sim, senhor - respondeu periquito.

- Levo 500 mil réis do Sr. Paulo Barbosa.

Ao ouvir esta resposta o bando se excita, mas o cangaceiro os repele:

- Vá embora. Se precisar de alguma quantia, irei tomá-la do seu senhor, e não de você, que não é dono, pois se eu o fizer, certamente seu amo não irá acreditar na sua estória, e irá castigá-lo."

Adolfo morreu na Paraíba, em confronto com a polícia. [O cangaceiro era neto do inglês Richard Breitt, traduzido logo pela gente da terra como Ricardo Brito, (embarcadiço, que chegando ao Recife, com 11 anos, no início do século XIX, internou-se pelo interior, no lugar Volta e não mais regressou. Ligou o seu destino ao de uma sertaneja, da família Siqueira Cavalcanti, conforme informações, e, segundo outras, a uma descendente do mameluco Amorim, que provinha dos índios da serra de Jabitacá. Richard Breitt depois de muitos anos foi convidado a regressar a sua terra, Londres, para receber grande fortuna, de herança que lhe pertencia. Por amor à família tudo renunciou. Chegou a ir até o porto da capital, mas lembrando os filhos, foi tirando os troços de volta já na hora da partida). Chegou à decadência devido a um dos seus netos - o temido Adolfo Rosa Meia-Noite (filho de sua filha Riqueta com Leandro) ter se tornado cangaceiro.]

Esse é da minha cidade: afogados da ingazeira..
Ivanildo Silveira - 31 de julho de 2009 
VALEU JOÃO:

MUITO BOA ESSA POSTAGEM FEITA POR VOCÊ, LOGO ACIMA.

Um abraço.
IVANILDO

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