Seguidores

domingo, 26 de março de 2017

DIA 29 O CANGAÇO INVADE- CRUZ DAS ALMAS, BAHIA... PARTICIPEM... DIVULGUEM PALESTRA DO ESCRITOR JOÃO DE SOUSA LIMA.


https://www.facebook.com/photo.php?fbid=648964581972186&set=gm.620109378198010&type=3&theater

http://blogdomendesemendes.blogspot.com

MUSEU DO SERTÃO DA FAZENDA RANCHO VERDE - 25 DE MARÇO DE 2017

Por José Romero de Araújo Cardoso

1. Apresentação do cantor, compositor, escritor e poeta Dudé Vaiana no Museu do Sertão da Fazenda Rancho Verde.


2. Turmas dos Cursos de Licenciatura em Geografia e Bacharelado em Turismo do Campus Central da UERN.


3. Entrega pelo Prof. Dr. Benedito Vasconcelos Mendes do Certificado de Amiga do Museu do Sertão da Fazenda Rancho Verde à geógrafa, artista plástica e escritora Franci Dantas.


4. A geógrafa, artista plástica e escritora Franci Dantas entregando ao Prof. Dr. Benedito Vasconcelos Mendes exemplar de seu segundo trabalho literário, intitulado PELOS MEANDROS DA MEMÓRIA.


5. Palestra do Prof. Dr. Benedito Vasconcelos Mendes sobre a Civilização da Seca.


6. Prof. José Romero Araújo Cardoso e o Prof. Chagas Silva após o primeiro ter recebido das mãos da geógrafa, artista plástica e escritora Franci Dantas exemplar do livro PELOS MEANDROS DA MEMÓRIA.


7. Prof. Chagas Silva mostrando aos presentes o quadro denominado Nordeste Encantado, pintado pela geógrafa, artista plástica e escritora Franci Dantas e doada ao Museu do Sertão da Fazenda Rancho Verde.

Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

http://blogdomendesemendes.blogspot.com

LAMPIÃO PRATICOU CRIME E CAUSOU PÂNICO EM SÃO CAETANO DO NAVIO, NO MUNICÍPIO DE FLORES - PE

* Por: Antônio Neto

Em um dia de domingo do mês de maio de 1925, por volta das dez horas da manhã, mais ou menos, Lampião, na chefia de um bando de cangaceiros, atacou de surpresa o povoado de São Caetano do Navio. Nesse assalto, os fora da lei, roubaram, saquearam, mataram e sangraram moradores daquele vilarejo.

Em depoimentos à justiça, as testemunhas disseram que o grupo era composto por quatorze bandoleiros, todos armados de rifles e de fuzis máuser, cartucheiras e punhais à cinta. Além de Virgolino Ferreira, chefe do bando, outros indivíduos participaram daquele ato criminoso, entre eles, Antônio Ferreira, Levino Ferreira, Heleno, conhecido por Moreno, Luiz Pedro, Félix Caboge, Jurema de Medeiros, Chumbinho, Chá preto, Maçarico, Antônio Sabiá, Baraúna e, ainda, outros que não foram identificados. Os asseclas entraram naquela povoação sorrateiramente pelos fundos da residência de Mathias Theodoro, onde tomaram a sua casa de assalto e parte do grupo chefiado por Levino Ferreira, irmão de Lampião, adentrou à feira e deu início a um grande tiroteio, do qual resultou nas mortes de Emiliano Martins, José Theotônio e Ângelo de Tal. A população daquele lugarejo pavorosa e em pânico correu desesperada fugindo do perigo e embrenharam-se na caatinga.




A testemunha Manoel Fernandes de lima em seu depoimento declarou ter visto “Sabiá”, com requinte de crueldade, sangrar barbaramente Emiliano Martins e José Theotônio, cortando as orelhas das vítimas e, por fim, lambendo calmamente o seu grande punhal ensanguentado, antes de embainhá-lo.

Os bandoleiros não contentes com as três mortes praticadas por eles, naquela povoação, nem com os prejuízos causados aos feirantes e tampouco com o pânico instalado na população daquele lugar, assaltaram e saquearam mercadorias no pequeno comércio de São Caetano.

Lampião e sua corja sitiou aquela vila, até 15 horas desse mesmo dia. Ali roubaram animais e partiram cavalgando tranquilamente com destino ignorado.

É mister que se diga – não havia ali, naquele momento, destacamento de polícia e, sim, apenas Manoel Theotônio de Souza, praça da Força Pública e comissário de policia daquela localidade, que nada pôde fazer, embora tenha havido um forte tiroteio entre os cangaceiros e alguns paisanas ali residentes. O comissário ao ver seu irmão cair morto, cuidou logo de fugir, conseguindo escapar das garras de Lampião.

Quatro fatos, no mínimo curiosos, chamaram a minha atenção no referido processo. 1º – a data da ocorrência não ter sido registrada[2] nos autos; 2º – a autuação da polícia só ter acontecido em 3 de dezembro de 1927, quase três anos, após o ato delituoso; 3º – a Portaria da Delegacia de Polícia de Flores, não fez menção aos nomes de todos os assaltantes, nomeando, apenas, Virgolino Ferreira da Silva, vulgo Lampião e seu grupo; 4º – as testemunhas e o praça da Força Pública, na função de comissário de polícia de São Caetano, Manoel Theotônio de Souza, terem declarado a participação de Antônio Ferreira e Levino Ferreira, irmãos de Lampião naquele brutal ato criminoso. Todavia, não se sabe a razão, pela qual, o promotor público de Flores não incluiu esses nomes em sua denúncia, embora tenham sido citados no processo pelos depoentes.

Concluo afirmando que este artigo foi escrito de conformidade os autos do processo-crime em questão, portanto, à luz da lei.

*Antonio Neto é pesquisador, biógrafo, dicionarista, escritor e poeta. Membro da Academia Serra-Talhadense de Letras, da Academia Recifense de Letras e da UBE.

[2] O fato criminoso se deu em um dia de domingo de maio de 1925. Então, poderá ter sido em: 3, 10,17,24 ou 31 de maio/925.

[3] Memorial da Justiça de Pernambuco. Pasta – Flores. Crime. Lampião. CX. 369.

http://caderno1.com.br/lampiao-praticou-crime-e-causou-pan…/

https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste/permalink/620306644844950/

blogdomendesemendes.blogspot.com.br

ASCRIM/PRESIDÊNCIA – C O N V I T E ESPECIAL - OF.Nº 047/2017, MOSSORÓ-RN, 25.03.2017.



SE AINDA NÃO CONFIRMOU SUA PRESENÇA, SOLICITAMOS A GENTILEZA DE FAZE-LO, AGORA. SUA PRESENÇA É  IMPORTANTÍSSIMA PARA OS "ATOS SOLENES DA ASCRIM", FATO QUE NOS DEIXARÁ MUITÍSSIMO HONRADOS.

SAUDAÇÕES ASCRIMIANAS

FRANCISCO JOSÉ DA SILVA NETO 
- PRESIDENTE DA ASCRIM -

P.S.: PARA OUVIR A MÚSICA (INTERPRETADA POR GORETTI ALVES-DIRETORA DE ASSUNTOS ARTÍSTICOS DA ASCRIM) CLIQUE 2 VEZES SOBRE O ÍCONE DO ALTO FALANTE QUE APARECE QUASE ABAIXO E DO LADO DIREITO DO CONVITE.

Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

http://blogodmendesemendes.blogspot.com

A CASA DE VENTO

*Rangel Alves da Costa

Pelos quadrantes o vento vem soprando. Vento norte, vento sul, tanto faz. Se não se apresenta como ventania ou outro sopro mais voraz e devastador, quase sempre chega e passa quase sem despertar atenção. Contudo, no seu íntimo, oculto na sua fome, o vendaval, o redemoinho, a destruição.

Há no vento um perigoso silêncio. Há na sua face uma imperceptível e voraz ameaça. Que ninguém se sinta protegido quando de sua fúria ou de sua sanha de arrebatamento. As folhas que apenas balançam, os coqueirais que apenas murmurejam, os outonos que viajam em seus braços, nada reflete com exatidão sua silenciosa ira.

Protege-se do vento somente pela certeza de que não se está no seu caminho ou confrontando sua força. Somente evitando sua fúria é que será possível permanecer sem qualquer esvoaçamento. A proteção, contudo, não diz respeito a meios materiais que evitem os seus avanços.

Como a brisa leve pode levar pelos ares o ser em sua fragilidade espiritual, igualmente o vento em qualquer outra situação onde a pessoa não esteja devidamente protegida de corpo e alma. Não precisa colocar um muro adiante de si aquele que dentro de si mesmo já está protegido contra qualquer sanha do vento ou da ventania.

Ilusão imaginar que a vida na terra se dá na proteção de muralhas, fortalezas, muros impenetráveis. Utopia imaginar que se habita em moradias tão absolutamente seguras que nada poderá abalar ou destruir suas estruturas. Ora, tudo não passa de casa de vento.

Por mais sólidas que sejam as estruturas, por mais que sejam impenetráveis os portões e as portas, por mais que seja impossível alcançar os interiores e dependências, nada disso impede que os redemoinhos da existência a tudo destruam. Ora, tudo não passa de casa de vidro.


O ser humano, a pessoa humana, não passa de uma casa de vento. Sim, é cálice frágil, é asa de borboleta, é folha de outono, é uma poeira ao espaço, mas principalmente é vento. E vento este cuja força sempre está na dependência e predisposição da força humana. Quanto maior a fragilidade na pessoa maior será o poder de transformação do vento em ventania, em vendaval, em redemoinho.

Enquanto casa de vento, o ser humano pode abrir suas portas sem que sinta ameaçado por redemoinhos. Não há fúria de vento que não passe além e deixe intacto aquele que se reforçou intimamente de tal modo que jamais estará de corpo aberto para os acasos. Mesmo casa de vento, a pessoa estará imune aos vendavais toda vez que se encontrar mais preparado que a fúria mais repentina.

Na casa de vento tudo pode ser levado, destruído, estraçalhado, menos a própria pessoa. Livros, estantes, louças, roupas, toalhas, quadros, móveis, tudo pode ser levado pelos ares como uma folha qualquer, mas não a pessoa que já estava suficientemente protegida de sua tempestuosa fúria.

Por que o sábio foi o único a permanecer no alto da montanha depois que a ventania passou estraçalhando tudo? Por que o homem sensato continua se embalando na sua cadeira enquanto o redemoinho fazia sua festa de destruição? Por que o vendaval arranca plantas e árvores de suas raízes e é como se não tocasse naquele que calmamente repousa debaixo de um sombreado de um pé de pau que foi levado?

Simplesmente por que a casa de vento estava mais forte que a ventania, que o vendaval, que o redemoinho. Simplesmente por que a casa de vento estava mais protegida ante qualquer fúria da vida ou da natureza. Uma casa impenetrável e indestrutível pela própria tenacidade humana. E não uma casa aonde a brisa chegue e de porta a outra não deixe mais nada em pé.

Escritor
blograngel-sertao.blogspot.com

http://blogdomendesemendes.blogspot.com


sábado, 25 de março de 2017

SERRA GRANDE DESVENDADA... LANÇAMENTO POR LOURO TELES


Serra Grande, pedaço de chão encravado no sertão pernambucano de Virgulino Ferreira, serra enigmática com seus mais de 900 metros de altitude situada entre os municípios de Calumbi, Flores e Serra Talhada, no famoso Vale do Pajeú. Serra Grande, palco do maior combate que o cangaço de Lampião protagonizou ao longo de seus 20 anos de reinado.

O pesquisador Lourinaldo Teles, unindo seu talento nato de farejador das caatingas a um senso de determinação impressionante nos traz sua primeira Obra, com um olhar totalmente diferenciado sobre esse que sem dúvidas trata-se de um dos episódios mais importantes desta saga nordestina. Calumbi; seu berço e terra natal entra para a historiografia do cangaço como o cenário da maior batalha de todos os tempos, envolvendo cangaceiros e volantes. 

Louro Teles como é mais conhecido o autor, veio ao longo dos anos aprimorando sua capacidade de investigar. Inúmeras entrevistas, checagens, confrontos de informações, vasta documentação, visitas iminentemente técnicas ao cenário de “guerra” unido a uma pesquisa criteriosa à bibliografia sobre o tema, nos permitem agora receber essa obra realmente valiosa sobre Serra Grande, inclusive com o passo a passo da estratégia dos cangaceiros liderados por Virgulino Ferreira da Silva, que impuseram uma derrota impressionante às forças volantes.

Louro Teles nos leva e desvenda Serra Grande...

Os números são impressionantes até para aqueles que são afeitos ao estudo do fenômeno: 10 mortos, 14 feridos, quase 300 militares numa sanha desesperada em busca de dar fim a Virgulino com seus mais de 115 cangaceiros; foram cerca de 3 mil tiros em quase 10 horas de combate naquele longínquo 26 de novembro de 1926.

O combate de Serra Grande vem situar-se entre duas das mais polêmicas passagens da saga do filho de seu Zé Ferreira, vulgo Lampião, a saber; em Março do mesmo ano o rei dos cangaceiros visita Juazeiro do Norte para se integrar às forças dos Batalhões Patrióticos e receber fardamento e armas na Meca de padre Cícero Romão Batista e logo em seguida ao combate que ocorreu em novembro, escreveria a ousada carta ao governador de Pernambuco, Júlio de Melo, sugerindo a divisão do território pernambucano entre os dois.

Manoel Severo e Louro Teles

Outra polêmica acaba nos conduzindo ao grande combate; o que teria realmente acontecido em relação à morte do irmão do cangaceiro mais famoso da história? Antonio Ferreira; irmão de Virgulino e seu braço direito; teria tido sua vida ceifada a partir de um “sucesso” envolvendo Luiz Pedro na fazenda Poço do Ferro, de Ângelo da Gia, em meados de 1926 ou início de 1927, mas existem pesquisadores que defendem a hipótese que a morte estaria diretamente ligada a ferimentos recebidos pelo cangaceiro no sangrento combate de Serra Grande, onde está a verdade?

Louro Teles ainda nos traz outro foco na presente obra: A ligação de Lampião com Calumbi. Desde os tempos em que a família Ferreira dedicava-se ao oficio de almocreve. O autor nos apresenta a amizade do rei do cangaço com moradores do lugar, os coiteiros, os amigos, os inimigos, um surpreendente romance e até um suposto filho do rei cego com uma menina chamada Tatu. Estupro, a briga de Lampião com o primeiro prefeito, o processo movido pelo delegado da cidade e a invasão de Calumbi por Lampião e 50 cangaceiros, fazem da obra, o mais autêntico registro da passagem de Virgulino Ferreira no antigo distrito de Flores: Calumbi.

Louro Teles, João de Sousa Lima, Manoel Severo e Afrânio Gomes

“A maior batalha de Lampião: Serra Grande e a Invasão de Calumbi” é uma dessas obras imprescindíveis não só para os amantes da temática, mas e principalmente para os pesquisadores, pelo conjunto responsável de informações e pela riqueza de detalhes que envolve um dos episódios mais comentados dos vinte anos de reinado de Lampião.

A leitura se torna fácil e extremamente atraente, a linguagem utilizada por Louro Teles nos envolve e nos transporta no tempo e ao lugar. Em determinadas passagens podemos até crer que a qualquer momento seremos surpreendidos pelos cabras de Virgulino ou mesmo por homens de Quelé ou Mané Neto por entre a caatinga e o relevo de Serra Grande.

Uma obra que veio para ficar, dentre as centenas que já podem ser encontradas na bibliografia cangaceira, na verdade todos estamos de parabéns: O autor Louro Teles, a cidade de Calumbi, a história do cangaço e principalmente os leitores. Boa leitura em breve... 

Prefácio da Obra por:
Manoel Severo Barbosa, Curador do Cariri Cangaço
Diretor da SBEC – Sócio do GECC, GPEC e GFEC
  

GRANDE LANÇAMENTO
Dia 01 de Abril de 2017
Câmara Municipal de Calumbi
16 horas

http://cariricangaco.blogspot.com.br/2017/03/serra-grande-desvendada-lancamento.html

http://blogdomendesemendes.blogspot.com

MUSEU DO SERTÃO DA FAZENDA RANCHO VERDE - 25 DE MARÇO DE 2017


1. Prof. Dr. Benedito Vasconcelos Mendes e o Prof. Msc. José Romero Araújo Cardoso recebendo livro intitulado PELOS MEANDROS DA MEMÓRIA, segundo trabalho literário de autoria da geógrafa, artista plástica e escritora Franci Dantas.


2. Prof. Dr. Benedito Vasconcelos Mendes entregando ao Prof. Msc. José Romero Araújo Cardoso o diploma de Sócio Correspondente da Academia Apodiense de Letras, cuja proposição foi feita pelo grande sábio do semiárido, mantenedor e Diretor-Presidente do Museu do Sertão da Fazenda Rancho Verde.


3. Entrega de quadro ao Museu do Sertão pela geógrafa, artista plástica e escritora Franci Dantas. Em destaque o Prof. Francisco das Chagas Silva, Franci Dantas, Prof. Benedito Vasconcelos Mendes e o Prof. José Romero Araújo Cardoso.

4. Prof. Msc. José Romero Araújo Cardoso 



Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

http://blogodmendesemendes.blogspot.com

OS CHEFES DOS GRANDES CANGACEIROS - MODERNO (PARTE 6)

Por Geziel Moura

O cangaceiro Virgínio Fortunato da Silva, vulgo Moderno, configurou-se o único chefe de subgrupo, proveniente da família do capitão Virgolino, pois ele se casou em 1926, com a irmã mais velha daquele, Angélica Ferreira.Os biógrafos de Virgínio apontam que o casamento dele com a irmã de Lampião, não demorou muito tempo, pois a esposa veio a falecer, tornando-o viúvo, porém nunca se afastou do Clã dos Ferreiras.


A literatura aponta que Moderno, nasceu no Estado do Rio Grande do Norte, e seu contato com a família de Lampião, ocorreu em Juazeiro (CE), local em que os irmãos e irmãs do Rei do Cangaço, viviam sob a proteção do Padre Cícero Romão Batista, o que pode responder ao fato de Lampião, não ter operado muito naquela região, e o respeito e consideração que ele tinha com o sacerdote do Juazeiro.


A entrada de Moderno no cangaço, ocorreu juntamente, com o irmão mais moço de Virgolino, Ezequiel Ferreira, o Ponto Fino. Entretanto, a dupla de recrutas do cangaço, não seguiram diretamente para o grupo de Lampião, pois este, não aceitava que eles adentrasse a vida do crime. Assim, a estreia de ambos, foram no grupo do Cangaceiro Manuel Marcelino (Bom de Veras), que atuava com seus irmãos, João Marcelino (João Vinte e Dois) e Lua Branca no Cariri Cearense. Após a morte de Bom de Veras é que Lampião resolveu buscar os dois e a partir daí passaram a compor o seu bando de cangaceiros.


Moderno esteve em diversos combates, dentre eles, na invasão ao município de Piranhas (AL) juntamente com o grupo de Corisco e Gato e que culminou na morte deste, estava presente, ainda na tentativa de invasão à Mossoró e foi um dos poucos a seguir com Lampião, para a Bahia em 1928.


Após a morte de Ezequiel Ponto Fino, em 1931, o chefe cangaceiro se aproximou mais ainda do cunhado, que desde 1929, era chefe de subgrupo. Nessa direção, o escritor e pesquisador Alcino Alves da Costa nos conta que Virgínio não tinha área específica de atuação, sempre orbitava próximo a Lampião, mas fazia grandes caminhadas com seus cabras, nos sertões de Pernambuco e Alagoas.




A partir de 1931 quando a entrada de mulheres no bando, foi franqueada por Lampião, Virgínio trouxe para sua companhia a baiana Durvalina, que ficou conhecida como Durvinha, esta união durou até a morte dele em outubro de 1936, pela volante pernambucana do cabo Pedro Alves, na Fazenda Enjeitado, região de Ibimirim (PE).

https://www.facebook.com/groups/1617000688612436/?fref=ts

http://blogdomendesemendes.blogspot.com

"UM CONTO DE NATAL" É MAIS UMA OBRA PRIMA DA LITERATURA UNIVERSAL ADAPTADA PARA CORDEL

Por Prof. Stélio Torquato Lima
Prof. Stélio Torquato Lima e o filho Davi

"Um Conto de Natal" é mais uma Obra Prima da Literatura Universal adaptada para cordel, publicado pela Cordelaria Flor da Serra. Essa é mais uma adaptação primorosa do poeta Stélio Torquato Lima, com ilustração de Cayman Moreira e compõe a caixa 02 da Coleção Obras Primas em Cordel. O folheto Um Conto de Natal tem 52 páginas e 201 estrofes de sete versos.

Um Conto de Natal, publicado em 1843, é um dos “Livros de Natal” de Dickens, junto com obras como O Grilo da Lareira (1845) e A Batalha da Vida (1846). Escrita em menos de um mês com fim de pagar dívidas, a narrativa teve sucesso imediato, vendendo mais de seis mil cópias em apenas uma semana. 

Já bastante popular, a obra se tornou ainda mais conhecida através do desenho animado criado por Walt Disney, em 1983. A propósito, Ebenezer Scrooge, personagem central da obra original de Dickens, serviu como inspiração para Carl Barks, ilustrador dos estúdios Disney, criar, em 1947, o Tio Patinhas, que, em inglês, tem o nome de Uncle Scrooge. 

Entre as versões da obra para o cinema, destacam-se o filme homônimo de 1999, com Patrick Stewart no papel de Ebenezer Scrooge, e Os Fantasmas de Scrooge, de 2009, dirigido por Robert Zemeckis, com Jim Carrey no papel principal.

O autor, Charles John Huffam Dickens nasceu em 1812, em Portsmouth, Inglaterra, onde também veio a morrer, em 1870. Educado pela mãe, que lhe ensinava diariamente inglês e latim, Dickens passava boa parte de seu tempo lendo obras como Tom Jones (de Henry Fielding), Robinson Crusoé (de Daniel Defoe), Dom Quixote (de Cervantes) e os contos de As Mil e uma Noites. Após a prisão do pai por dívidas, a família se mudou para o bairro popular de Camden Town, em Londres, onde ocupavam quartos baratos. Além disso, Dickens, então com doze anos, passou a trabalhar. 

Depois de algum tempo em um escritório de advocacia, começou a trabalhar como jornalista. Começou a publicar pequenos trabalhos para jornais, até que, em 1836, a publicação de As Aventuras do Sr. Pickwick afirmou seu nome como escritor. Em decorrência do sucesso da obra, publicou um ano depois Oliver Twist, obra em que, pela primeira vez, tratava dos males sociais da era vitoriana e da sociedade industrial. A partir de então, suas obras tornaram-se extremamente populares. Principais Obras: As Aventuras do Sr. Pickwick (1836), Oliver Twist (1837), A Loja de Antiguidades (1840), Um Conto de Natal (1843), David Copperfield (1849), Tempos Difíceis (1854) e Grandes Esperanças (1860).

Agora leia as estrofes inicias do cordel de Stélio Torquato e, para ler a obra completa, faça seu pedido para Cordelaria Flor da Serra pelo E-mail cordelariaflordaserra@gmail.com ou pelo WhatsApp (085) 999569091.


Falta um dia pro Natal,
E, com muita intensidade,
A neve cai sobre Londres,
Embranquecendo a cidade.
Sob a névoa densa e fria,
O campanário sumia
Em sua totalidade.

Os homens que consertavam
Um encanamento quebrado
Precisaram acender
Um lampião ao seu lado.
Foi necessário fazer
Para o corpo se aquecer
No ambiente tão gelado.

Logo um grupo de mendigos
Achegou-se ao lampião.
Totalmente congelados,
Procuravam salvação
Naquela chama azulada
Exposta ali, na calçada,
Na qual tinham habitação.

Chama mais débil ainda
Aquecia o funcionário
Da loja Scrooge & Marley,
Porque o proprietário,
Sendo cruel e sovina,
Não ligava patavina
Pro sofrer do secretário.

Do depósito de carvão,
Só Scrooge a chave tinha.
Dessa forma, o lampião
Do empregado se mantinha
Gerando pouco calor
Pra aquele trabalhador
Dessa alma tão mesquinha.

E se Bob, o funcionário,
Requeresse mais carvão,
Logo o chefe ameaçava
Despedir o cidadão.
Bob, então, resignado,
Aguentava bem calado
A afronta do patrão.

De Scrooge, era uma marca
A terrível sovinice,
A qual era do tamanho
De sua grande rabugice.
Nunca uma esmola ele dava
E nunca os outros saudava,
Pois julgava uma tolice.

Só pensava ele em lucrar,
Sendo um inimigo do ócio.
Assim, quando, há sete anos,
Morreu Marley, o seu sócio,
Scrooge, em vez de chorar,
Foi para a loja fechar
Um lucrativo negócio.

Também não trocou a placa
Do seu empreendimento,
Mantendo o nome de Marley
Após seu falecimento.
Fez por sovinice pura,
Pra não gastar com a pintura.
Poupando, assim, o avarento.

Naquele dia, que era
A véspera de natal
De novo mostrava ele
A avareza habitual
E o gênio impiedoso,
Marca do chefe asqueroso,
Rabugento e tão boçal.


Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

http://blogodmendesemendes.blogspot.com

FILHA E NETOS DO CASAL CANGACEIRO LAMPIÃO E MARIA BONITA.

Por Geraldo Júnior

Nas imagens publicadas no Jornal "Diário da Noite" (RJ) no dia 18 de julho de 1957 vemos da esquerda para a direita:

Expedita Ferreira e Vera Ferreira (Esquerda) 

Gleuse Ferreira filha de Expedita Ferreira (Centro).
Dejair Ferreira filho de Expedita Ferreira (Direita).
Fica o registro.

Geraldo Antônio de Souza Júnior (Administrador do Grupo)

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=738711966292702&set=gm.1508141852532261&type=3&theater

http://blogdomendesemendes.blogspot.com

SOBRE OS GRUPOS DE PESQUISA E XXIII EGEORN


O XXIII EGEORN está sendo realizado por integrantes dos 2(dois) Grupos de Pesquisa do Curso.

GPEG - Grupo de Pesquisa em Educação Geográfica
(Líderes: Maria José e Josélia Carvalho)
Arte do Grupo: Otoniel Fernandes


GPUR - Grupo de Pesquisa em Estudos Urbanos e Regionais
(Líderes: Jionaldo Oliveira e Robson Filgueira)
Arte do Grupo: Acadêmico Paulo Igor
https://ssl.gstatic.com/ui/v1/icons/mail/images/cleardot.gif


Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

http://blogodmendesemendes.blogspot.com

EXTRA - MACACO HERÓI SALVA SEU AMIGO QUE FOI ELETROCUTADO EM UMA ESTAÇÃO NA ÍNDIA. IMAGENS EMOCIONANTES

Interessante este vídeo
https://www.youtube.com/watch?v=HZO9E4ZPT-U

MACACO HERÓI Salva Seu Amigo Que Foi Eletrocutado Em Uma Estação Na Índia. Imagens Emocionantes

Publicado em 22 de dez de 2014
Compartilhe no Facebook ► http://goo.gl/U1Ngi5 ◄
+ Informações sobre o vídeo: http://www.compartilhavel.com/macaco-...

Visite o site http://www.compartilhavel.com para ver mais histórias como essa.
COMPARTILHEM...
Junte-se a Nós!
Lista de Email(Garantia de Receber nossos posts) → http://www.compartilhavel.com/receba-...
No Facebook → https://www.facebook.com/compartilhav...
No Twitter → http://www.twitter.com/compartilhavel
No Google + → https://plus.google.com/+Compartilhavel

*Musica utilizada da biblioteca do Youtube
Categoria
Licença
Licença padrão do YouTube

http://blogdomendesemendes.blogspot.com