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domingo, 26 de junho de 2022

LAMPIÃO NO RN, MEDO TERROR E SANGUE - PARTE IV - MOSSORÓ FICA EM ALERTA COM ATAQUES EM APODI.

 Por José de Paiva Rebouças


O dia 12 de junho, parece ter sido de angústia para Lampião. Já tinha tido dois confrontes inesperados e, àquela altura, lhe passava pela cabeça preocupação com a volante paraibana, comandada pelo tenente João Costa. Teve informação de que a tropa havia seguido o rumo de Mossoró.

Decidiram não invadir Gavião. Não valia a pena o confronto.  Seguiram outro caminho. Invadiram as fazendas Campos e Traíras. Passaram em sítios Arção. Arção de Baixo, Grossos e Cachoeira e pararam para descansar na fazenda Apanha Peixe. Os agricultores Doca Ponciano e Lindolfo Canela foram presos como guias.

Por volta do meio dia, chegaram à fazenda Santana. Espancaram o proprietário Manoel Valentim e o vaqueiro Euclides Pedro e usaram a casa grande como coito.

http://blogdomendesemendes.blogspot.com/2015/08/massilon-leite.html

Desde os ataques de Massilon a Apodi, o presidente da Intendência Municipal de Mossoró, coronel Rodolfo Fernandes, criou uma comissão destinada a angariar recursos para armas e munição. Apesar de importante, a cidade só tinha 22 praças na força pública.

Prefeito Rodolfo Fernandes de Mossoró em 1927.

Rodolfo precisava do apoio da população e do comércio, pois suas ameaças de rompimento com o governador Jose Augusto tinham diminuído o apoio da capital.

José Augusto Bezerra de Medeiros

Por volta do meio-dia de 12 de junho, convocou reunião no salão da intendência com presença de diversas autoridade e lideranças. Entre os temas, a preocupação com o aparato bélico. O rifles enviados pelo governador, além de poucos, eram velhos. Alguns sequer funcionavam.

O bancário Jaime Guedes, presidente da comissão angariadora, apresentou relatório. Apurou 23 contos de réis, com os quais foram adquiridos em Fortaleza (CE) cerca de 50 armas, entre fuzis e rifles, e quase nove mil munições.

O coronel relatou sobre as últimas notícias recebidas do itinerário dos cangaceiros pelo Oeste. Soube que já estavam em Santana rumo à Mossoró.

Continuarei amanhã.

Fonte - Revista Brava Gente  do Jornal de fato.com

Página 19

Mês Junho de 2022.

Digitado e Ilustrado por José Mendes Pereira - administrador deste blog.

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sábado, 25 de junho de 2022

LIVRO

     Por José Mendes Pereira

Você leitor, e eu, vamos participar do casamento de José Ferreira da Silva (Santos) com a dona Maria Sulena da Purificação (Maria Lopes) pais dos irmãos Virgolino Ferreira da Silva, Antonio Ferreira da Silva, Levino Ferreira da Silva e Ezequiel Ferreira Silva.

Vamos chegar devagarinho! Pés às alturas, como se nós estivéssemos flutuando em um picadeiro de circo, silêncio total, sem pigarrearmos em momento algum, para vermos o que irá acontecer durante esta união familiar. Não se preocupe, os irmãos Ferreiras não estão aqui entre nós, eles ainda irão nascer, primeiro Antonio Ferreira, depois Levino Ferreira, depois Virgolino Ferreira e por último (dos homens) Ezequiel Ferreira da Silva.

O casamento destes famosos e futuros pais de 4 cangaceiros você irá adquirir toda história no livro: "Lampião a Raposa das Caatingas", do escritor e pesquisador do cangaço José Bezerra Lima Irmão - a partir da página 70.

Esta maravilhosa obra você irá encontrá-la através deste e-mail: franpelima@bol.com.br, com Francisco Pereira Lima, o professor Pereira, lá de Cajazeiras no Estado da Paraíba.

A maior obra já escrita até hoje sobre cangaço, e sobre a família Ferreira, do afamado Lampião.

http://blogdomendesemendes.blogspot.com.br/.../lampiao...

Fotos:

1 - Livro: "Lampião a Raposa das Caatingas";

2 - José Ferreira da Silva e Maria Sulena da Purificação os pais de Lampião;

3 - O autor do livro José Bezerra Lima Irmão.

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LIVRO

     

Recebi hoje do Francisco Pereira Lima (Professor Pereira) lá da cidade de Cajazeiras no Estado da Paraíba uma excelente obra com o título "PAJEÚ EM CHAMAS O CANGAÇO E OS PEREIRAS - Conversando com o Sinhô Pereira" de autoria do escritor Helvécio Neves Feitosa. Obrigado grande professor Pereira, estarei sempre a sua disposição.


O livro de sua autoria “Pajeú em Chamas: o Cangaço e os Pereiras”. A solenidade de lançamento aconteceu no Auditório da Escola Estadual de Educação profissional Joaquim Filomeno Noronha e contou com a participação de centenas de pessoas que ao final do evento adquiriram a publicação autografada. Na mesma ocasião, também foi lançado o livro “Sertões do Nordeste I”, obra de autoria do cratense Heitor Feitosa Macêdo, que é familiar de Helvécio Neves e tem profundas raízes com a família Feitosa de Parambu.

PAJEÚ EM CHAMAS 

Com 608 páginas, o trabalho literário conta a saga da família Pereira, cita importantes episódios da história do cangaço nordestino, desde as suas origens mais remotas, desvendando a vida de um mito deste mesmo cangaço, Sinhô Pereira e faz a genealogia de sua família a partir do seu avô, Crispim Pereira de Araújo ou Ioiô Maroto, primo e amigo do temível Sinhô Pereira.

A partir de uma encrenca surgida entre os Pereiras com uma outra família, os Carvalhos, foi então que o Pajeú entrou em chamas. Gerações sucessivas das duas famílias foram crescendo e pegando em armas.

Pajeú em Chamas: O Cangaço e os Pereiras põe a roda da história social do Nordeste brasileiro em movimento sobre homens rudes e valentes em meio às asperezas da caatinga, impondo uma justiça a seus modos, nos séculos XIX e XX.

Helvécio Neves Feitosa, autor dessa grande obra, nascido nos Inhamuns no Ceará, é médico, professor universitário e Doutor em Bioética pela Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (Portugal), além de poeta, escritor e folclorista. É bisneto de Antônio Cassiano Pereira da Silva, prefeito de São José do Belmonte em 1893 e dono da fazenda Baixio.

Sertões do Nordeste I

É o primeiro volume de uma série que trata dos Sertões do Nordeste. Procura analisar fatos relacionados à sociedade alocada no espaço em que se desenvolveu o ciclo econômico do gado, a partir de novas fontes, na maioria, inéditas.

Não se trata da monumentalização da história de matutos e sertanejos, mas da utilização de uma ótica sustentada em elementos esclarecedores capaz de descontrair algumas das versões oficiais acerca de determinados episódios perpassados nos rincões nordestinos.
Tentando se afastar do maniqueísmo e do preconceito para com o regional, o autor inicia seus estudos a partir de dois desses sertões, os Inhmauns e os Cariris Novos, no estado do Ceará, sendo que, ao longo de nove artigos, reunidos à feição de uma miscelânea, desenvolve importantes temas, tentando esclarecer alguns pontos intrincados da história dessa gente interiorana.

É ressaltado a importância da visão do sertão pelo sertanejo, sem a superficialidade e generalidade com que esta parte do território vem sendo freqüentemente interpretada pelos olhares alheios, tanto de suas próprias capitais quanto dos grandes centros econômicos do País.

Após a apresentação das obras literárias, a palavra foi facultada aos presentes, em seguida, houve a sessão de autógrafos dos autores.

Quem interessar adquirir esta obra é só entrar em contato com o professor Pereira através deste e-mail: franpelima@bol.com.br
Tudo é muito rápido, e ele entregará em qualquer parte do Brasil.

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LIVRO

  Por Sálvio Siqueira


No dia 3 de setembro de 2016 será lançado, em Serra Talhada - Pe, mais uma obra prima da literatura sertaneja, intitulado 'O PATRIARCA', o livro nos traz a notória história do cidadão "Crispim Pereira de Araújo", que na história ficou conhecido como "Ioiô Maroto", contada pela 'pena' do ilustre amigo venicio feitosa neves

Crispim Pereira de Araújo (Ioiô Maroto) 

Sendo parente de Sinhô Pereira, chefe de grupo cangaceiro e comandante dos irmãos Ferreira, conta-nos o livro, a história que "Ioiô Maroto" foi vítima de invejas e fuxico. Após sua casa ter sido invadida por uma volante comandada pelo tenente Peregrino Montenegro, da força cearense.

Sinhô Pereira

Sinhô Pereira deixa o cangaço, não sem antes fazer um pedido para o novo chefe do bando, Virgolino Ferreira da Silva o Lampião e o mesmo cumpre o prometido.


Além da excelente narração escrita pelo autor, teremos o prazer e satisfação de vislumbrar rica e inédita iconografia.

Não deixem de ter em sua coleção particular, mais essa obra prima literária.

https://www.facebook.com/groups/545584095605711/675945445902908/?notif_t=group_activity&notif_id=1471274094349578

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LIVRO

  

Saiu a 2ª tiragem da Biografia de Maria Bonita....para adquirir: 75-988074138

https://www.facebook.com/groups/1893861520873829

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APAGANDO O LAMPIÃO VIDA E MORTE DO REI DO CANGAÇO

 

Veja se o professor Pereira ainda o tem. 

franpelima@bol.com.br

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O CANGACEIRO SARACURA.

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SÓ COMO ARQUIVO NO NOSSO BLOG.

 

https://www.youtube.com/watch?v=J59lH0RO-Kw&ab_channel=PlanetaMist%C3%A9rio

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LAMPIÃO NO RN, MEDO TERROR E SANGUE - PARTE III - MOSSORÓ ERA O DESTINO

 Por José de Paiva Rebouças


Depois do confronto, os cangaceiros decidiram passar longe de Vila de Vitória. Lampião estava contrariado com a resistência e se dirigia a Massilon.

Massilon Leite, capitão Lampião e Sabino Gomes. - http://honoriodemedeiros.blogspot.com/2011/06/massilon-conhece-lampiao.html

Retornaram com os assaltos na fazenda Lajes, onde fizeram reféns o rendeiro João Bevenuto e seu irmão Emídio. 

Agropecuarista Francisco Germano da Silveira, sequestrado na Fazenda Poço de Pedras. - http://josemendespereirapotiguar.blogspot.com/2016/10/sequestro-de-um-potiguar-pelo-bando-de.html

Conquistaram o sítio São Bento e Poço de Pedras, de propriedade de Francisco Germano da Silveira, preso por dez contos de réis.

Capitão Marcelino Vieira - https://tokdehistoria.com.br/tag/marcelino-vieira/

Atacaram a fazenda Caricé, do capitão Marcelino Vieira, que tinha se evadido com a família. Na fazenda Morada Nova, surpreenderam o proprietário Antônio Januário de Aquino.

Casa da Fazenda Morada Nova, zona rural de Pau dos Ferros – RN – Foto – Rostand Medeiros.- https://tokdehistoria.com.br/tag/pau-dos-ferros/

Preocupado com as filhas adolescentes Raimunda, Arcanja e Maria, expressou aflição. Foi atendido, mas teve que disponibilizar dinheiro e comida para a cabroeira.

Casa de Antônio Januário, tomada por Lampião como parada no Alto Oeste - https://tokdehistoria.com.br/tag/lampiao-no-rio-grande-do-norte/

Em terras do município de Martins, saquearam o sítio Ponta da Serra. O agricultor Francisco Dias foi pego de guia e obrigado a conduzir a tropa até a fazenda Morcego de Manoel Raulino de Queiroz, que foi espancado junto com a esposa. Um filho conseguiu fugir e foi baleado, mas escapou por sorte.

Em seguida, invadiram  os sítios Ribeiro, Pintada, Garrota Morta e Corredor. O agricultor Manoel Barreto Leite cruzou o caminho dos cangaceiros e foi pego de refém por 50 contos de réis.

No sítio Buraco, espancaram e fizeram refém o fazendeiro Sebastião Ferreira de Freitas e Sebastião de Marcolino. No sítio Carnaubinha tomaram o cavalo de Manoel Ricarte e assaltaram Olínto Martins e Francisco Ferreira. De lá, cruzaram o sítio Cajueiro, maltratado os moradores, e mais à frente, prenderam como guias o tangedor de rebanho João de Doca e um companheiro.

Continuarei amanhã.

Fonte - Revista Brava Gente  do Jornal de fato.com 

Página 15

Mês Junho de 2022.

Digitado e Ilustrado por José Mendes Pereira - administrador deste blog.

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sexta-feira, 24 de junho de 2022

O BARBEIRO DA TAIPA

 Clerisvaldo B. Chagas, 24 de junho de 2022

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 2.722

A descoberta de nova variedade do “barbeiro”, chega numa ocasião de variadíssimas doenças no mundo. São doenças e mais doenças uma atrás da outra como se estivéssemos mesmo no fim dos tempos, o que não duvidamos de maneira alguma, pois tudo está diferente e mórbido no mundo após o arrastão do Covid 19 pelo planeta. Até mesmo o próprio barbeiro de duas pernas desapareceu para dá origem ao cabeleireiro. Ora, se nem os salões querem mais usar na fachada o nome de “Barbearia”, por que o inseto barbeiro iria continuar de uma maneira só? Mas isso faz pensar no tipo de habitação usada pela pobreza do Brasil inteiro que é a casa de taipa. A casa de taipa é feita com trançados de varas, sendo cobertos com bolos de barro jogados por cima.

Lembramos da gestão passada, municipal, em Santana do Ipanema, quando surgiu um programa da União para substituir todas as casas de taipa por casas de alvenaria. É que o barbeiro, inseto hematófago, costuma se esconder, em copas de palmeiras, ninhos de pássaros, cascas de pau, mas também nas frestas das casas de taipa, sem reboco. Nos seus ataques ao ser humano causa a chamada “doença de chagas” (homenagem ao seu descobridor) e que causa aumento de volume no coração. Mas, é somente viajar pelo país para constatar a proliferação de casas de taipa, no Sertão, no Agreste, no Litoral nordestino e em grande parte da região Amazônica, principalmente. Onde está o programa brasileiro, então, e a verba a ele destinada?

Quando fomos tomar vacina no Posto São José, em Santana do Ipanema, uma senhora estava se queixando que tinha o coração grande, logo interpelada pelo enfermeiro se era coisa do barbeiro. Foi confirmado pela mulher que estava já em tratamento.

Em dia de São João, notícias melhores poderiam alegrar mais a nossa gente, mas o próprio festejo ficou restrito a um lugar para dança o os chamados shows de famosos com dinheiro público, praga que domina o Brasil inteiro. Nem balão, nem fogueira, nem outras coisas que caracterizam essa festa junina.

Quer saber?

Esqueça tudo, tome umas quatro e venha dançar antes que proíbam também o fungado no cogote.

QUADRILHA (FOTO: DIVULGAÇÃO)

http://clerisvaldobchagas.blogspot.com/2022/06/o-barbeiro-da-taipa-clerisvaldo-b.html

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100 ANOS DO ASSALTO AO CASARÃO DA BARONESA DE AGUA BRANCA

 Por Luiz Ferraz Filho

Baronesa da Água Branca e seus filhos

Nesta quinta-feira (23), há exatos 100 anos, em 23/06/1922, o cangaceiro Virgolino Ferreira da Silva, o Lampião, entrava na vila de Água Branca (AL), assaltando e levando grande quantia de dinheiro do casarão da Baronesa de Água Branca, Sra. Joana Vieira Sandes. A mesma era viúva do barão Joaquim Antônio de Siqueira Torres, que teve de seu primeiro casamento o Cônego Torres, o padre que havia batizado o menino Virgulino quando estava na titularidade de vigário de Serra Talhada (PE). O titulo de baronato, no qual o coronel Joaquim recebeu do Imperador D. Pedro II, foi em razão do mesmo ter construído com recursos próprios a matriz da vila de Água Branca (AL), que lhe emprestou o nome do título nobiliarquico. 

casarão da Baronesa de Água Branca, Sra. Joana Vieira Sandes

Cerca de um ano após a morte dos pais, Lampião retornou para o sertão alagoano. Pertencente ao bando de Sinhô Pereira, o cangaceiro se juntou aos irmãos e companheiros da vida de crime e andou pela região em busca de dinheiro para manter armando seu bando. Para isso, mandou bilhetes aos principais fazendeiros da região, porém, em um desses bilhetes que chegou ao consentimento da baronesa, a mesma mandou uma resposta para o portador que tinha dinheiro, mais era pra comprar de bala para seus jagunços “arrancar a cabeça dos bandidos”. Sem se intimidar com a defesa que a jagunçada da baronesa poderia fazer, Lampião preparou uma artimanha colocando seus homens com roupas comuns para conduzir redes cheias de armamentos, servindo assim de isca para ludibriar a guarnição local que imaginava ser um comboio fúnebre, muito comum naqueles idos. 

Fuzis, punhais e cartucheiras eram carregados no lugar dos mortos. Ninguém desconfiou. Dirigiram-se esses à porta da delegacia de polícia local e, aos berros, um dos cabras de Lampião, disfarçado, gritou para o soldado de plantão: “Acuda, praça! Mande gente lá para as bandas do povoado da Várzea, que a cabroeira de Lampião está acabando com tudo ali; mataram estes daqui e ainda há mais gente morta aos montes".

O despreparado soldado chamou imediatamente o corneteiro, que tocou reunir. Foi o momento propício para a execução do plano de Lampião: as armas foram retiradas das redes e nisso todos os volantes acabaram rendidos pelos cangaceiros. Enquanto a polícia era rendida, outra parte do grupo já havia entrado na cidade e agia no saque ao casarão da Baronesa de Água Branca. Somente nesse assalto ao casarão sabe-se que o cangaceiro roubou a quantia de 20 contos, que a baronesa tinha escondido em um surrão de couro. Foi após esse assalto, que o cangaceiro se tornou conhecido pela imprensa da época, liderando ele um grupo próprio de bandoleiros. Depois disto, retornou Lampião ao Estado de Pernambuco, encontrando-se com Sinhô Pereira que decidiu deixar a vida criminosa, passando ele o comando do bando e a 'coroa de Rei do Cangaço' para Lampião.

Luiz Ferraz Filho, Pesquisador - 23 de junho de 2020 ; Serra Talhada PE

FONTE: Lampião, Seu Tempo e Seu Reinado (MACIEL, Padre Frederico Bezerra Maciel); Lampião, Memórias de Um Soldado de Volante (LIRA, João Gomes de Lira); O Canto do Acauã (FERRAZ, Marilourdes); De Virgulino a Lampião (AMAURY, Antônio - FERREIRA, Vera); O Espinho de Quipá, Lampião a História (AMAURY, Antônio - FERREIRA, Vera) ; Lampião em Paulo Afonso (SOUSA LIMA, João de) ; Lampião, Nem Herói, Nem Bandido, A História (SOUZA, Anildoma Williams de) ;Serra Talhada, 250 anos de História (LORENA, Luiz Conrado de)

https://cariricangaco.blogspot.com/2022/06/100-anos-do-assalto-ao-casarao-da.html

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O BARBEIRO DA TAIPA

Clerisvaldo B. Chagas, 24 de junho de 2022

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 2.722

A descoberta de nova variedade do “barbeiro”, chega numa ocasião de variadíssimas doenças no mundo. São doenças e mais doenças uma atrás da outra como se estivéssemos mesmo no fim dos tempos, o que não duvidamos de maneira alguma, pois tudo está diferente e mórbido no mundo após o arrastão do Covid 19 pelo planeta. Até mesmo o próprio barbeiro de duas pernas desapareceu para dá origem ao cabeleireiro. Ora, se nem os salões querem mais usar na fachada o nome de “Barbearia”, por que o inseto barbeiro iria continuar de uma maneira só? Mas isso faz pensar no tipo de habitação usada pela pobreza do Brasil inteiro que é a casa de taipa. A casa de taipa é feita com trançados de varas, sendo cobertos com bolos de barro jogados por cima.

Lembramos da gestão passada, municipal, em Santana do Ipanema, quando surgiu um programa da União para substituir todas as casas de taipa por casas de alvenaria. É que o barbeiro, inseto hematófago, costuma se esconder, em copas de palmeiras, ninhos de pássaros, cascas de pau, mas também nas frestas das casas de taipa, sem reboco. Nos seus ataques ao ser humano causa a chamada “doença de chagas” (homenagem ao seu descobridor) e que causa aumento de volume no coração. Mas, é somente viajar pelo país para constatar a proliferação de casas de taipa, no Sertão, no Agreste, no Litoral nordestino e em grande parte da região Amazônica, principalmente. Onde está o programa brasileiro, então, e a verba a ele destinada?

Quando fomos tomar vacina no Posto São José, em Santana do Ipanema, uma senhora estava se queixando que tinha o coração grande, logo interpelada pelo enfermeiro se era coisa do barbeiro. Foi confirmado pela mulher que estava já em tratamento.

Em dia de São João, notícias melhores poderiam alegrar mais a nossa gente, mas o próprio festejo ficou restrito a um lugar para dança o os chamados shows de famosos com dinheiro público, praga que domina o Brasil inteiro. Nem balão, nem fogueira, nem outras coisas que caracterizam essa festa junina.

Quer saber?

Esqueça tudo, tome umas quatro e venha dançar antes que proíbam também o fungado no cogote.

QUADRILHA (FOTO: DIVULGAÇÃO)

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" OS ALMOCREVES DO SERTÃO".

Por Sandro Lee

Simplício Teodoro foi um dos maiores almocrevista do sertão da Bahia. Responsável por trazer para todos os povoados da antiga Barra, e Santo Antônio da Glória, várias mercadorias como também as diversas e saborosas cachaças nordestinas. 

Simplício Teodoro teve também vários encontros com o rei do cangaço Lampião. Indo o próprio cangaceiro ao casamento de uma filha de Simplício, por nome de Joana Leite, que casou-se no povoado Salgadinho no ano de 1930. 

Dos pertences e fortuna do Senhor Simplício restaram apenas, uma botija de antigas moedas, e também uma velha balança, que me foi doada pela família do mesmo.

ROTA DO CANGAÇO... SANDRO LEE.

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LILI E A TRAIÇÃO AO CANGACEIRO MOITA BRAVA

 Por Nas Pegadas da História

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A HISTÓRIA DO CANGACEIRO MOITA BRAVA

 Por Na Rota do Cangaço

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A HISTÓRIA DO CANGACEIRO MOITA BRAVA

ESTE VIDEO FALA COM UM DOS CABRAS DE LAMPIÃO, OU MELHOR UM DOS CABRAS DE CORISCO, SE DESTACOU, NO MUNDO DO CANGAÇO, o cangaceiro moita brava chegou a rejeitar uma de suas pretendentes, teve como primeira esposa a cangaceira lili, que lhe fez corno com o cangaceiro Pó corante, em seguida casou com cangaceira Sebastiana, com quem viveu ate os seus 114 anos de idade. Esta é mais uma historia do cangaço, contada de forma criativa pelo canal Na Rota Do Cangaço. Assita tambem: Links: links: https://youtu.be/m4reljmx6e8 🔴Confira também: Entrevista com lampião https://youtu.be/m4reljmx6e8 🔴A vida intima das mulheres no cangaço https://www.youtube.com/watch?v=crkvnh #CangaceiroLampião #NaRotaDoCangaço #lampião #históriasdocangaço

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