Segundo
o escritor e historiador Raimundo Nonato em uma tarde, Jesuíno Brilhante
hospedou-se em uma casa. O dono da residência não se encontrava no lar. Um
bandido, de nome Montezuma procurou se aproveitar da ausência do
homem e começou a perseguir a dona da casa. Jesuíno revoltado com o desrespeito
do bandido resolveu matá-lo.
Outra vez assassinou um escravo de nome José, porque ele tentou
violentar uma mulher.
Jesuíno Brilhante foi um cangaceiro que assassinou algumas
pessoas, mas seus crimes tinham motivos, porque a sua finalidade era combater a
injustiça social, as violências contra as mulheres, a falta de respeito com a
população mais humildes. Usou a sua estratégia defendendo os pobres.
Se você quiser conhecer mais um pouco o escritor Raimundo Nonato clique neste link:
Angico se constitui no calcanhar de Aquiles do cangaço lampiônico. A construção
do mito e seus asseclas desmoronam de forma vertiginosa Se Desejam o término do
cangaço com o episódio de Angico, considero uma aberração, final trágico e
desabonador da saga de homens assassinos, porém, valentes e destemidos.
A história dos cangaceiros deve ser vista de vários ângulos.
A descrição concebida pelos escritores, jornalistas, pesquisadores deixam
Gengis Kan, Napoleão, Júlio César (O imperador), Al Capone, Billys the Kid,
Kelly (e seu bando), Hitler e muitos outros, fichinha frente aos
cangaceiros.
O cangaceiro Candeeiro me fez o seguinte relato, em sua residência na vila de
Guanumbi, no município de Buíque, Estado de Pernambuco:
“Na noite anterior ao ocorrido, ou seja, 27 de julho de 1938, Lampião reuniu
seus homens e assim falou: “- Amanhã cedinho vou viajar. Vou embora
para Minas ou Goiás. “Quem quiser ficar, fica, quem quiser ir comigo se
prepare.”
Encontre-o com Francisco Pereira Lima através deste e-mail: franpelima@bol.com.br
Continua o chefe cangaceiro: “- Não posso mais ficar por aqui, pois,
vou começar a matar até meus amigos; voltar para Pernambuco, não volto,
pois, lá só tenho inimigos e a matança vai continuar. Assim o melhor é
terra nova, onde ninguém me conhece”. A conversa foi encerrada e todos foram
dormir pensando na decisão e na hora de ficar ou seguir o comandante. Tenho
este depoimento gravado, com testemunhas na hora da gravação.
De última hora é colocado um parente que dizem, ser parente de Lampião e de
nome José. Foi arranjada máquina de costura para confeccionar roupa para o
rapaz. Não é descrito como o mesmo lá chegou, e muito menos após o tiroteio do
dia seguinte, qual teria sido seu destino. Até parece com história de Dom
Sebastião, Rei de Portugal. O belo e valente monarca foi lutar no norte da
África e após a renhida luta, ninguém encontra o Rei. Caracteriza-se que Dom
Sebastião havia se “encantado”. Não se fala em morte em ambos os
momentos.
Os cachorros pela primeira vez estavam sonolentos e teriam perdido o faro.
Dormiam nas pernas dos seus donos. Junto aos cachorros deveriam estar às
sentinelas que devem ter esquecido as suas responsabilidades junto ao grupo.
Falha lamentosa.
Naquela manhã chovia na área. Comprove esta afirmação no livro de João Bezerra,
onde solicita aos seus comandados que: “- Tenham cuidado em pisar no chão para
não fazer barulho com as folhas secas”. Parece-nos que a chuva não atingia as
folhas, enquanto o restante do chão corria água.
https://www.youtube.com/watch?v=Lta5J5q8O0g
A coragem da volante (grupo de militares) era tamanha que o comandante permitiu
o uso de cachaça para quem desejasse criar coragem. Esta declaração me foi
prestada por um membro da volante que ainda está vivo.
Aos registros feitos por todos que escreveram sobre o tema, mostram que as
relações entre o chefe cangaceiro e o militar aconteciam para um jogo de 31,
compra e venda de armas e munição, além de um bom trago de bebida
especial.
Sendo o coito a margem de um caminho, que liga a casa da fazenda ao Rio São
Francisco, logo mais abaixo, verificamos que as descrições, todas, todas são
falhas, pois na realidade não existia nenhuma segurança para com a permanência
do grupo.
As águas que correm no riacho do Tamanduá descem com muita velocidade até o
rio, desde que a serra forma um plano inclinado muito acentuado. Tempo de
inverno, água no riacho, onde fixar a tolda e dormir?
Amoroso à esquerda e Canário à direita - http://blogdomendesemendes.blogspot.com/2015_01_03_archive.html
Cangaceiros acordados, inclusive o chefe, que manda o companheiro de nome
Amoroso ir buscar água logo abaixo do coito, no poço (formado na época das
chuvas) que fica a 200 metros para fazer o café. Amoroso é baleado
com um tiro de fuzil. Este momento não foi o suficiente para deixar os cangaceiros
em condição de luta?
O matador dos onze cangaceiros diz que feito o cerco tiveram que recuar. Ora,
difícil era chegar perto daquelas feras, quanto mais, ter a chance de ir e
voltar. Momento único desde o início do cangaço no século anterior.
O suicídio de Luiz Pedro é fantástico. É advertido ao cangaceiro que Lampião
estava morto e que ele fosse à luta. Ao chegar junto ao amigo, assim falou:
“- Compadre, eu lhe disse que lutaria com você até a morte”. No trajeto, o Pedro
perdeu a coragem que foi possuidora desde os tempos em que esteve no Rio Grande
do Norte, em 1927.
Bando de Lampião em Limoeiro do Norte-CE quando da tentativa de invasão à Mossoró-RN.
O conceito de cerco efetuado pela volante não determina a figura geométrica do
círculo. Acredito que definir como lua crescente é razoável. Teria que se
deixar uma válvula de escape e ela existiu. Os cangaceiros se evadiram em busca
da parte da alta da fazenda e, por incrível que pareça, não foram perseguidos.
A saída esteve sob comando do Ten. Bezerra. Que você acha disto?
Houve traição? Existe divergência. Um grupo diz que não. Outro diz que sim.
Quem traiu? Afirmam que o grande traidor foi o homem que se caracteriza como
seu matador, ou seja, João Bezerra. E o envenenamento? No coito o
cangaceiro Zé Sereno avisou:
“- Capitão, a tampa da garrafa tem um pequeno furo”. O chamamento da atenção
não foi levado em consideração. Por quê?
Se salva Sila. Personagem único que ficou para contar a história. Foi a
predestinada para fazer o relato em nome de todos os sobreviventes. Por quê? O
que na realidade aconteceu o que não podia existir divergências nos
relatos? Impossível. Se vamos a uma festa, ou a qualquer lugar, cada
um tem uma visão própria do ocorrido. Os primeiros escritores deixaram-se levar
na conversa. O resultado é o que aí está.
A polícia queria os cangaceiros ou o ouro e dinheiro que eles transportavam?
Por que a retirada dos anéis, cortando-se os pulsos e levando-se o conjunto,
mãos e anéis?
O governo da Bahia oferecia 50:000$000 (cinquenta contos de réis), a quem
entregasse Lampião vivo ou morto. Não se tem notícia do ganhador do prêmio
milionário. Por quê?
Quem nominou as cabeças errou gravemente. Muitos escritores colocam nos seus
relatos que metade das cabeças tem o mesmo nome. A partir do meio (fotos
das cabeças) para cima seja como Deus quiser. Encontraram um cangaceiro
que só aparece naquele momento chamado de Desconhecido? Até então não existe
nenhuma informação sobre este personagem? Por outro lado Amoroso foi baleado ou
morto, em primeiro lugar, e seu nome é totalmente esquecido. Como
explicar?
Se a volante possuía duas metralhadoras não ficava um pé de macambira para
contar a história. Por que conseguiram se salvar muitos cangaceiros? O cerco
não foi cerco. É piada.
Durval Rosa, irmão de Pedro de Cândido, em depoimento a mim prestado e
registrado em fita de vídeo, declara que na noite anterior ele desceu a serra e
foi levar um saco de balas, dividido em duas porções, em cima de um jumento.
“Era muito peso”, dizia o entrevistado. Para que tantas balas? Que desejaria o
capitão fazer com o material?
Pedro de Cândido que era coiteiro de Lampião, consaiderado como um dos traidores do capitão.
Existia a compra de armas e balas, porém, se quem servia de intermediário para
que farto material chegasse às mãos dos bandidos? Um militar que atuou na
volante que chegou a Angico foi curto e grosso. “-A
polícia!”
Minha intenção é fazer um artigo, porém, se nas páginas de um jornal coubesse
as informações, conclusões a que cheguei escreveria um livro. E mais, o livro
já estaria em fase de acabamento. Existindo alguma dúvida do leitor, lhe faço
um convite – vamos ao estado de Sergipe e lá você encontrará os elementos que
lhe darão o norte de toda a história. Não sou o dono da verdade, porém, não
quero lhe deixar enganado, nem tão pouco morrer na ignorância, na mentira. A
história do povo nordestino e dos cangaceiros é outra, não se iluda. Caso o
leitor não fique satisfeito, farei um outro artigo ainda mais contundente sobre
o episódio. Chega de tanto embuste.
Mossoró, 21 de
julho de 2008.
Paulo Medeiros
Gastão Digitado por José Mendes Pereira
Conta o escritor Ângelo Osmiro Barreto que em 1910, durante o período da Semana
Santa, o lendário Cassimiro Honório, um velho cangaceiro do alto sertão
pernambucano, da afamada região do Navio, promoveu um formidável cerco a um dos
seus inimigos José de Sousa.
Melânia era
filha de Cassimiro Honório havia sido roubada por José de Sousa. O pai da
moça, inconformado com a atitude do jovem sertanejo, arregimentou um grande
contingente de cangaceiros e retomou a filha do jovem apaixonado. O episódio
criou grande rivalidade entre os dois sertanejos, homens valentes e acostumados
às lutas, numa época em que as divergências eram resolvidas à bala. A justiça,
pouco ou nada fazia para resolver essas pendengas.
Durante um
grande cerco promovido por Cassimiro Honório a fazenda de José de Sousa que
durou sete dias, um fato interessante chamou a atenção de todos.
Dentre muitos
homens valentes de ambos os lados um iria se destacar pela sua atitude nobre.
José Rajado, sertanejo rude com sangue no olho como se diz até hoje naqueles
sertões, brigava entrincheirado ao lado dos comandados de Cassimiro Honório.
Passados três
dias de luta renhida José Rajado escutou um choro de criança vindo de dentro
da casa sitiada. O choro persistente chamou a atenção do cangaceiro.
Aquela criança
aos prantos só poderia estar com fome, pensou o cangaceiro naquele momento da
luta. Em ato repentino José Rajado levantou as mãos, e aos gritos, pediu para
que o tiroteio fosse suspenso.
Surpresos com
a atitude pouco comum do bravo sertanejo os contendores pararam os tiros, e o
silêncio tomou conta do lugar por alguns momentos. O cangaceiro José Rajado,
propôs aos sitiados que se prometessem não alvejá-lo, iria ao curral,
ordenharia umas cabras e levaria o leite para a criança que estava chorando com
fome.
José de Sousa
prometeu todas as garantias a José Rajado que confiando na palavra empenhada
do inimigo, foi ao curral, encheu um balde de leite e deixou-o em frente à
porta da casa sitiada. Retornou ao seu local de combate, e após estar novamente
seguro, o tiroteio recomeçou.
O cangaceiro
José Rajado, apesar de toda sua rudeza, acabara por praticar um ato da mais
alta nobreza.
A cangaceira "Neném do Ouro" foi mulher do cangaceiro Luís
Pedro, cabra de Lampião. Neném carregava um medalhão de ouro no pescoço. Foi
por isso que ela era chamada de Neném do Ouro. Esse medalhão foi um presente do
seu marido. Seu nome verdadeiro, Perciliana, nascida na Bahia. Não foi uma
cangaceira de expressivo destaque, porém era muito amiga e admirada por Maria
Bonita. Para quem não sabe, Neném teve uma morte cruel.
A Volante, na Fazenda
de Algodãozinho, em 09 de novembro de 1936, no momento que os cangaceiros
descansavam pela noite, foram todos cercados pelos policiais do temido Sargento
Deluz, o mesmo que queimou o cangaceiro Juriti numa fogueira. Quando a
bandoleira Neném é baleada no meio do combate, o seu companheiro Luís Pedro
ainda tenta salvá-la, mas não consegue.
Os cangaceiros fogem e Neném é
assassinada e exposta de uma forma horrível. Depois de morta, os policiais
chegam a fazer sexo com seu cadáver. Relatos na história do cangaço vão mais
além e dizem que os policias colocaram até cachorros para fazerem sexo no
cadáver da cangaceira. Seu marido Luís Pedro acabou sendo morto em 28 de julho
de 1938 pela Volante, durante o assassinato de Lampião em Angico.
Volta
Seca entrou no cangaço ainda sendo uma criança, mas logo teve que se adaptar ao
regime de mortes em que o grupo de Lampião vivia. Veremos neste vídeo a
primeira vez que Volta Seca teve que cometer esse ato tão horrendo. https://youtu.be/qZJFY5TLJCU#cangaço#VoltaSeca
São famosos os engenhos chamados rapadureiros, isto é, os que fabricam rapadura. A tradição do fabrico é muito mais que centenária, vindo dos canaviais da zona da Mata nordestina. Mas são inúmeros os municípios sertanejos que também fabricam ou fabricaram rapadur; são em cidades sertanejas de altitude que têm facilidade no plantio da cana-de-açúcar. No sertão alagoano sempre foi famosa a cidade de Mata Grande, uma região serrana favorável. Não sabemos se os antigos engenhos ainda funcionam. Tive o prazer de conhecer um desses engenhos dentro da própria cidade de Mata Grande num alto de periferia. As rapaduras eram distribuídas para todo o sertão através de caçambas de madeira em lombo de burro. Mas, difícil era se falar em engenho rapadureiro em lugares de relevo diferente.
O QUE RESTOU DO ENGENHO (FOTO; JORGE SANTANA).
Pois o Secretário de Agricultura de Santana do Ipanema, agrônomo Jorge Santana, acaba de descobrir em suas andanças pelos sítios do município, destroços de um engenho de rapadura e sua história, que funcionou no sítio Icó, Região do sítio São Bartolomeu, no século passado. Icó significa erva venenosa da família das Caparidáceas ( Capparis ico) proibida como alimento aos equinos.
Pois bem, as rapaduras ali fabricadas eram distribuídas para as feiras livres e para quem as quisesse comprar. A matéria-prima, isto é, a cana-de-açúcar, que abastecia o engenho era proveniente do próprio sítio Icó e de outros sítios como Barriguda, São Bartolomeu e serrote dos Bois, seus vizinhos. É de não se acreditar numa coisa dessa: Engenho rapadureiro em plena região seca!
É bom salientar que a rapadura - muito usada pelos sertanejos normais e cangaceiros de Lampião - é grande fonte energética e rica em ferro. Há certo tempo a Alemanha estava comprando rapadura do Nordeste para usá-la contra anemia naquele país. Como é um alimento barato, foi preciso o interesse europeu para se reconhecer o valor do produto. O caso do sítio Icó, pode se estimulado ao renascimento criando-se assim, emprego e renda nos sítios apresentados acima. Isso também é motivo para surgimentos de santanenses pesquisadores do próprio município em diversas áreas do saber com Artes, Geografia, História, Religiosidade, Sociologia e Biologia...
Que aula maravilhosa, alunos de escolas santanenses no sítio Icó aos pés dos mais velhos contadores da história do engenho e das rapaduras!
Um dos mais respeitados pesquisadores e escritores do movimento cangaço, o pesquisador potiguar Sérgio Augusto de Souza Dantas, fala um pouco sobre suas andanças e também sobre a vida do famoso Corisco, o Diabo Loiro.
Malas de
pessoas enviadas para campos de concentração em Gdańsk Polônia, no Museu da
Segunda Guerra Mundial. Cada mala é uma família, uma vida. Parece um monumento
ao maior crime da humanidade.
O
Odisseia Cangaço foi até Pinhão, no sertão sergipano, para contar sobre o
Combate da Lagoa da Serra. Combate marcante na história do cangaço, em que o
cangaceiro Corisco foi baleado pelo soldado João Torquato e ficou aleijado do
braço, impossibilitando de atirar.
A
prefeitura de Piranhas em Alagoas é um prédio simbólico para a história do
nordeste e do Brasil. As escadarias desse prédio, são um símbolo do fim, da
virada de página, de um dos momentos mais terríveis que o Nordeste viveu com o
cangaço.
No dia que
oficialmente é tido como a data-marco que assinala o fim do ciclo histórico do
Cangaço - todavia, o cangaceiro Cristino Gomes da Silva "Cleto", o
Corisco morreu na madrugada do dia 25 para 26 de maio de 1940 -, eis duas
importantes dicas de leitura: 1. Corisco.
A Sombra de Lampião, de autoria do
renomado escritor e pesquisador Sérgio Augusto de Souza Dantas, natalense que
tornou-se uma das mais respeitadas e acreditadas autoridades sobre o fenômeno
cíclico, multi-secular e histórico do Cangaço, na atualidade, e 2. Vida, paixão
e mortes de Corisco, o Diabo Louro, escrito pelo diretor de Cinema e TV,
roteirista, pesquisador e escritor Paulo Gil Soares, que também é o realizador
do filme seminal importantíssimo intitulado Memória do Cangaço, produzido em
1963 e lançado no ano seguinte, 1964.
Também neste dia o documentarista cearense Aderbal Nogueira, em seu canal no YouTube, postou
5 importantes vídeos-documentais sobre Corisco e os desdobramentos históricos
da personagem durante a Era histórica do reinado de Lampião nos sertões
nordestinos.
Ganhou destaque a excelente entrevista concedida pelo escritor e pesquisador
Sérgio Dantas (citado aqui) e que foi dividida em duas partes. O Dr. Sérgio
Dantas, conhecedor profundo do Cangaço e da vida de Corisco, deu-nos uma
verdadeira aula a respeito do assunto proposto.
O canal de Aderbal Nogueira, a meu ver, é o melhor neste
segmento de pesquisas históricas, e alia-se a outros igualmente importantes e
que prestam-se a realizar relevante serviço em prol do estudo sério e
sistemático do banditismo rural Cangaço, além de promover a Cultura de uma
região: o Nordeste.
Como presidente do GECAPE- Grupo de Estudos do Cangaço de Pernambuco, envio
meus parabéns a Aderbal Nogueira e a Sérgio Dantas, como também aproveito para
homenagear a todos os pesquisadores, historiadores, escritores e ciosos de uma
maneira geral (tanto desta quanto das gerações passadas), que dedicam-se ou
dedicaram-se a investigar aquela fase tão candente de nossa História, sobretudo
nos últimos 80 anos.
Cangaço
- Cerco a Corisco e Dadá na Fazenda Pacheco D. Isabel Ferreira foi testemunha
ocular do cerco à Fazenda Pacheco, pela volante de Zé Rufino, onde foram
feridos os cangaceiros Corisco e Dadá. Corisco faleceu logo depois, na
madrugada do dia 26 de maio de 1940.