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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2021

MANUEL DE SOUSA NETO - MANÉ NETO, EM JATI-CE.

Por Luíz Bento

Declarações prestadas pelo antigo Sargento e atual Cel. Manuel Neto ao meu informante "Antônio Lucena Cabral" em janeiro de 1971 em visita a Cidade de JATI - Ce.

É oportuno salientar que se trata de um dos raros oficiais da PM Pernambucana que realmente perseguiram e combateram "Lampião", ao contrário, por exemplo Teófanes Torres, que chegou a vender munição do próprio Governo ao referido bandoleiro, conforme está comprovadamente pelo Escritor " Rodrigues de Carvalho ", no seu importante livro " Serrote Preto ". Sociedade Editora e Gráfica Ltda., Rio 1961, pp. 293/6.

LUÍS BENTO

JATI 23/02/2021/.

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CASA DA CULTURA DE SERRA TALHADA - PERNAMBUCO.

Por Geraldo Júnior
https://www.youtube.com/watch?v=r5frDi_hLjU&feature=share&fbclid=IwAR306_s2RGOAPbR8mnuTF0sULy4Xgwo1mRwXRalhr72whU5s7ljQYvjaFXk&ab_channel=Canga%C3%A7ologia

Cangaçologia

Seja membro deste canal e ganhe benefícios: https://www.youtube.com/channel/UCDyq...

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CABAÇAS E CABACEIROS

 Clerisvaldo B. Chagas, 25 de fevereiro de 2021

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 2.477

Foi bom saber que o modernismo, não conseguiu extinguir por completo o plantio e uso da cabaça, fruto do cabaceiro. Até mais da metade do século passado, os sertões nordestinos usavam com bastante espontaneidade esse fruto plantado que nasce e se estira em ramas, igualmente à melancia. Feita a limpeza interior, a cabaça é utilizada para inúmeras tarefas domésticas. São elas de todos os tamanhos. Serve para transportar água dos barreiros para casa e também utilizadas como cantil nas longas viagens sertanejas. Mantém a água sempre fria em qualquer temperatura ambiental. Quando pequena, serve para guardar pólvora para espingarda tipo “soca-tempero”. São bastante usadas como boias amarradas à cintura de quem estar aprendendo a nadar.

Safra da cabaças (crédito: pinterest).

A cabaça foi muito utilizada em forma de cuia pelos mendigos. E ainda em forma de cuia, utensílio usado nos barreiros para apanhar água. Foi bastante útil no passado como medida no comércio de farinha. “Uma cuia, duas cuias... De farinha. No Rio Grande do Sul a cabaça é chamada de Porongo, utilizado para cuia de chá mate. A industrialização e a popularidade do plástico, tornaram mais fáceis de se obter utensílios domésticos e consequentemente o desestímulo ao plantio do cabaceiro.

Em Alagoas temos a cidade de Coité do Noia e, coité é uma cuia da cabaça. Em Santana do Ipanema, temos na zona rural o sítio Cabaceiro, provavelmente antigo produtor de cuias e cabaças. O nome cabaça também era usado no masculino, mas infelizmente a criatividade humana o associou a virgindade feminina. “Arrancar o cabaço”, linguagem chula que significa tirar a virgindade, romper o hímen.

Documentos tricentenário sobre terras no sertão alagoano, registram o “riacho dos Cabaços”, no alto Sertão, como marco de sesmaria.

Foi gratificante para o sertanejo a exibição em vídeo de uma grande safra de cabaças no estado de Goiás. Destino: cuia de chimarrão.

Não temos informações, todavia, de alguma cultura na zona rural de Santana do Ipanema, hoje.  Aliás, o tempo muda, o produto escasseia, mas o sítio Cabaceiro continua testemunhando as etapas inexoráveis da história.


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O COMBATE DAS BAIXAS...!

Por Fabiano Ferraz

"Nas Baixas, os tiros procuravam os corpos, numa guerra fratricida de sertanejo contra sertanejo, desfecho lamentável de uma triste cadeia de acontecimentos" (Manoel de Souza Ferraz - Manoel Flor)

Pesquisa de Campo nas Baixas. Janeiro de 2021.

Local que ocorreu um dos mais duros combates dos Nazarenos contra Lampião e seu bando, tendo o embate iniciado por volta das treze horas, prolongando-se até às vinte horas. Fato ocorrido no dia 14 de novembro de 1924.

Na primeira foto, estamos no exato local dos escombros da casa que ficava do lado direito, da visão dos Nazarenos, que se encontravam por trás das cercas (2a foto).

OBS:

Comentário, abaixo, da Dra. Marilourdes Ferraz, filha do bravo nazareno, Cel. Manoel Flôr.

...

"..Foi um dos momentos mais emocionantes da minha vida. Ali revivi, nitidamente, as palavras de Manoel Flor. Reconheci os locais: o serrote conquistado por Antônio Ferreira e homens do bando de Lampião, retomado por Manoel Flor e seu tio Manoel Jurubeba, as ruínas das duas casas...a grande dor pela morte dos nazarenos Inocêncio Nogueira e Olímpio Jurubeba.."

...

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CANGACEIRO

 Por Jean Lima

Se aprume

Aquarela

@jeanlimadg

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CORONEL ÂNGELO DA GIA

 Por Moustafá Veras

Coronel Ângelo da Gia, dono da Fazenda Poço do Ferro, sediada na cidade de Floresta-PE, e um dos mais emblemáticos coiteiros de Lampião. A referida fazenda foi palco de um assassinato cometido pelo lugar tenente de Lampião, o cangaceiro Luiz Pedro. Na ocasião foi vitimado Antonio Ferreira, irmão de Virgulino. 

Segundo se sabe, é que o rifle foi disparado de forma acidental por Luiz Pedro, ferindo mortalmente Antonio. Esse fato teria sido o motivo da dita promessa que o homicida teria feito ao chefe. Na sua fala o lugar tenente teria dito que no dia que o seu capitão morresse, ele morreria junto, fato que se consumou no dia 28/07/1938, porém, com um pequeno detalhe: 

Na nossa opinião e na opinião de vários colegas pesquisadores, Luiz Pedro não foi ao encontro de Lampião para morrer junto como ele, cumprindo assim a sua promessa. A intenção era pegar os bornais do chefe, pois o mesmo sabia que neles tinham quantias consideráveis de dinheiro. 

Chegamos a essa conclusão, a partir de relatos de volantes que participaram do combate, e afirmaram que Luiz Pedro foi abatido pelo volante Antonio Jacó (Mané Velho), quando ia voltando de onde o seu chefe estava, demonstrando assim, que não tinha tanto desapego assim pela vida, e que a sua promessa teria sido uma forma de manter-se vivo.

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O JOVEM LAURO, MEU FÃ MIRIM....OBRIGADO PELO CARINHO LAURO....

 Por João de Sousa Lima

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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2021

CHEGANDO EM SERRA TALHADA - PERNAMBUCO... ... A CAPITAL DO CANGAÇO E DO XAXADO.

 Por Geraldo júnior

https://www.youtube.com/watch?v=vgJm9uTUQk0&fbclid=IwAR1XYKBy_VSdr0L1euvWypgm-MYxgyUhzKVSF9pg6vbwEmRSueueOjMhano&ab_channel=Canga%C3%A7ologia

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LIVROS DO RUBENS ANTONIO

 

Adquira logo através deste gmail abaixo para não ficar sem ele. 

rubensantonio@gmail.com

Livros sobre Cangaço são arrebatados pelos leitores e 

colecionadores.

https://www.facebook.com/

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O JOÃO LOPES É DA NOSSA TERRA MOSSORÓ

 Por José Mendes Pereira


https://www.youtube.com/watch?v=_OfXk5C9Mu4

https://www.youtube.com/watch?v=eXIvaa6MuoU

https://www.youtube.com/watch?v=vZEHc7Ir310

https://www.youtube.com/watch?v=oz_oFVg-aJY

Você que é nordestino, do Rio Grande do Norte, e principalmente de Mossoró, e que mora aí no Rio de Janeiro, não se esqueça de participar dos shows deste grande artista e nosso conterrâneo o João Mossoró de corpo e alma. Era componente do Trio Mossoró que fez muito sucesso em décadas passadas.

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BARTOLOMEU, Floro * dep. fed. CE 1921-1926.

 Por Kleiton de Souza Morais

Floro Bartolomeu da Costa nasceu em Salvador no dia 17 de agosto de 1876. Seu irmão Antônio Batista dos Anjos foi professor da Faculdade de Medicina da Bahia. 

Formando-se também médico, clinicou durante algum tempo pelos sertões baianos, mas em 1908, acompanhado do conde francês Aldolfovan Den Brule, especialista em mineralogia, viajou ao então povoado de Juazeiro, no sertão do Ceará, local onde, segundo se ouvia falar, existiriam preciosas minas. Logo acercou-se de pessoas influentes do local, entre elas o padre Cícero Romão Batista, do qual se tornou o orientador político em que o padre depositava inteira confiança. Com o crescimento da influência do padre Cícero na região, em 1911 Juazeiro foi elevada à categoria de cidade, e o próprio padre Cícero, apoiado por Floro Bartolomeu e pelo presidente do estado Nogueira Acióli, foi eleito prefeito do novo município. 

Em 1912, com a eleição de Franco Rabelo para presidente do Ceará (1912-1914), a oligarquia aciolina deixou o comando do estado. Rabelo procurou então enfraquecer o poder dos chefes municipais. Em reação, Floro Bartolomeu, juntamente com grupos oligárquicos de oposição, capitaneou uma revolta a partir de Juazeiro para derrubar Franco Rabelo que ficou conhecida como a “Sedição de Juazeiro”. Comandando um exército de sertanejos devotos do padre Cícero, depois de evitar a invasão de Juazeiro pelas tropas rabelistas, marchou sobre a capital e conseguiu depor o presidente do estado em 1914. Declarando-se presidente da Câmara Estadual, Floro Bartolomeu aumentou sua força política no estado, só diminuída com a ascensão do novo chefe do Executivo, o presidente Benjamin Barroso (1914-1916), ao qual fez sistemática oposição. Permaneceu no Congresso Estadual cearense até 1920. 

Em 1921 eleito deputado federal. Reeleito em 1924, quando da passagem da Coluna Prestes pelo Ceará foi designado pelo governo federal para combatê-la. Por ter evitado a invasão de Juazeiro pela Coluna, recebeu honras de general. Faleceu no Rio de Janeiro, então Distrito Federal, em 1926. 

Kleiton de Sousa Moraes FONTES: GUIMARÃES, H. Deputados (p.244-245)

http://cpdoc.fgv.br/sites/default/files/verbetes/primeira-republica/BARTOLOMEU,%20Floro.pdf

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O JORNALISTA HUMBERTO MESQUITA FALA HOJE NO CANAL DO YOUTUBE (Aderbal Nogueira)

 Por Aderbal Nogueira

O jornalista Humberto Mesquita vai falar no nosso canal do YouTube sobre o grande encontro: Sila, Dadá, Criança, Marinheiro, Zé Sereno, Zé Rufino, Adriano... o qual Mesquita foi um dos responsáveis no ano de 1969. 

Os amigos vão saber os bastidores dessa empreitada, as dificuldades, o medo e o receio dos remanescentes em participar e até de, simplesmente, conversar sobre o tema Cangaço. 

Imperdível esse bate papo com Humberto Mesquita que foi feito diretamente da França via internet. 

O vídeo será postando hoje a noite.

https://www.facebook.com/photo?fbid=10225502927906720&set=gm.1588251964717075

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MARIA BONITA DO CAPITÃO

 Por Itamar Nunes Art

https://www.facebook.com/photo?fbid=3716733075008161&set=gm.1002225203581989

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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2021

JOÃO VICTOR ARAÚJO

 Por José Mendes Pereira

Meu neto especial João Victor Araújo com pouco mais de 18 anos. 


Felicidade, meu neto João victor Araújo!

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ANTÔNIO ROSA O PERIGOSO IRMÃO ADOTIVO DE LAMPIÃO

 Por Cangaço Eterno

https://www.youtube.com/watch?v=rFQid3rUhHs&ab_channel=Canga%C3%A7oEterno

Conheça um pouco mais sobre o cangaceiro Antônio Rosa irmão adotivo de Lampião.

https://www.youtube.com/watch?fbclid=IwAR2SLkubft3BbA4YYgryulbyva61IffinnS2yO30uySlFLFrE3eR7sJifAE&v=rFQid3rUhHs&feature=youtu.be&ab_channel=Canga%C3%A7oEterno

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LIVROS DO ESCRITOR JOSÉ BEZERRA LIMA IRMÃO

 


 



Adquira-os através deste e-amil: 

franpelima@bol.com.br

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O INFORTUNADO AMOR SERESTEIRO - CONTOS DO CANGAÇO - CANGACEIRO LAMPIÃO

Por Contos do Cangaço

https://www.youtube.com/watch?fbclid=IwAR2EUwvtpQAHnO8foGoohTMIkp8QG-1gnI9dj3G-vpfjc0bc9ELnMvtqDYo&v=-V8orieSn74&feature=youtu.be&ab_channel=ContosdoCanga%C3%A7o

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CANGACEIRAS APRISIONADAS

 Por Manchete de 18 de maio de 1935, no jornal “Diário de Noticias” BA.

As cangaceiras Anna à esquerda e Otilia à direita.

A presença de cangaceiras aprisionadas foi uma das marcas do momento. Anna Maria da Conceição, nascida em Jeremoabo, era companheira do cangaceiro "Jurema". Caminhava com Jurema, Juremeira, Beija-Flor e Nevoeiro, quando a volante do sargento Vicente caiu sobre o subgrupo. Foi alvejada com dois tiros de fuzil, que lhe atingiram os braços, sendo capturada.

A outra é a cangaceira Otilia Teixeira Lima, de Poços, e era companheira de "Mariano Laurindo Granja", antes da Rosinha. Adentrou o Cangaço em 1931, depondo que constituíam o bando, naquele momento em que adentrou, Lampeão, Mariano, Zé Bahiano, Pó Corante, Gato, Bananeira, Volta Secca, Maçarico, Cajueiro, Balisa, Cabo Velho, Nevoeiro, Luis Pedro, Virgínio, Suspeita e Medalha, além de Maria Bonita e algumas mulheres que não indicou os nomes.

Deslocava-se, em 1935, junto com Mariano, Criança, Pai Velho e Pau Ferro, quando o subgrupo foi cercado pela volante do sargento Rufino. Cerrada brigada, foi cercada, não conseguindo Mariano romper o seu cerco para libertá-la. Acabou entregando-se.

Este material está no blog Lampião Aceso do pesquisador Kiko Monteiro, que o adquiriu no blog Cangaço na Bahia, administrado pelo professor, escritor e pesquisador do cangaço Rubens Antonio. 

Já eu o adquiri no Lampião Aceso.

http://lampiaoaceso.blogspot.com/search/label/Ana%20de%20Jurema

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PARQUE DE VAQUJADA/CENTRO BÍBLICO

Clerisvaldo B. Chagas, 24 de fevereiro de 2021

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 2.476

No momento em que a Igreja também dá uma pausa nas suas atividades, devido a Pandemia que assola o mundo, passamos defronte ao Centro Bíblico de Santana do Ipanema, notando uma solidão de deserto nas ruas do entorno. Situado no Bairro Camoxinga, mais ou menos por trás do Estádio Arnon de Melo, o lugar, ainda sem habitações, não passava de uma pista de corrida de mourão com o nome de Parque Bela Vista pertencente ao Dr. Dalmário Nepomuceno Gaia. Alguns o chamavam de Parque de Vaquejada, onde a pega de boi na pista divertia o povo. Vendida depois, aquela área de terra passou a ser loteada e atualmente representa uma área residencial bastante concorrida. Foi ali erguido o Centro Bíblico, um lugar de estudos e ações católicas que atingiu o ápice tendo à frente os saudosos senhores José Vieira e José Nogueira, o primeiro, também fundador do Sindicato Rural.

Parte exterior do edifício católico (Foto: B. Chagas)

Sob o comando do padre José Augusto, então, dirigente da Paróquia de São Cristóvão, o movimento bíblico tornou-se uma imensa força católica no município com movimentos produtivos e animados que atraíam multidões. Ali surgiram compositores que revolucionaram com novos cânticos para a Igreja. Após anos a fio de crescimento e vigor, o pároco José Augusto foi comandar outra paróquia na capital alagoana. Os líderes bíblicos citados acima, faleceram, o movimento arrefeceu e, o restante não sabemos contar de certo. Lugar bastante agradável, o Centro Bíblico físico continua de pé e como referência para a região onde se acha implantado.

A área em torno do antigo Parque de Vaquejada, foi valorizada pelas ruas planas, terrenos enxutos e pavimentação em paralelepípedos, mas a existência do Centro, deu atestado final à localidade. Formou-se na área uma pequena elite do poderoso bairro. Entretanto, apesar de bem localizada para moradias, as queixas mais comuns daquela região, é crucial. A chegada da água nas torneiras ainda é um grande problema, notadamente durante o verão.

Dizem que era mais fácil derrubar o boi na faixa, no tempo do Parque Bela Vista, de que chegar água todo dia no lugar onde o gado berrava.

Nem com as rezas poderosas do Centro Bíblico.

http://clerisvaldobchagas.blogspot.com/2021/02/parquede-vaqujadacentro-biblico.html

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PEDRO DO CORDEL

 Por Arnaldo Riberio

É hoje! 19H30

Opinião Regional

Com o ator, cantor e palestrante

Pedro Popoff

Te espero lá!

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MISSA DO VAQUEIRO - EM FLORESTA DO NAVIO(PE) - TOTONHO DO MARMELEIRO REPRESENTA O SÍMBOLO DO VAQUEIRO NORDESTINO.

 Por Verluce Ferraz

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A DEVOÇÃO DE MARIA BONITA

Por Vanessa Campos

A rainha do cangaço, a exemplo de Lampião e do bando, costumava rezar o terço ao amanhecer e ao anoitecer. Quando foi degolada em Angico, Sergipe, os soldados encontraram junto ao corpo, uma medalha de São Jorge, o seu santo protetor Nos anos 30, São Jorge era famoso no Brasil. Ele é considerado o santo dos marginalizados. 

Veja essa história em www.mulheresdocangaco.com.br.

https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste

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AS ROTAS PARA SE CHEGAR À GROTA DO ANGICO-SE..!

 Por Volta Seca

Local da morte de Lampião e mais 10 cangaceiros, além do soldado Adrião. Para se chegar á Grota, temos vária alternativas.

1º) Pega-se um barco em Piranhas-AL, e,desce pelo Rio São Francisco, até chegar ao restaurante Angico. Em seguida, caminha-se numa trilha na caatinga, em torno de 800 metros..(veja, esquema)

2º) Outra opção é ir pela cidade de Poço Redondo-SE, ou seja, por cima da Grota, sendo a maioria dos trechos de declive... (Percurso mais longo, em torno de 1200 metros);

3º) Idem, igual a opção nº 1, porém o barco aporta, desta feita, em um outro restaurante, mais adiante, denominado Ecopark ..., seguindo-se uma trilha na caatinga em torno de 1100 metros, até a Grota..

Na FOTO, ABAIXO, (tirada do lado alagoano), Vê-se, o Rio, o restaurante, e trilha indicada pela seta no Restaurante Angico, que foi a trilha que a polícia volante do Tem. João Bezerra fez para dar cabo à Lampião.

Foto: Cortesia Antonio Amaury C. Araujo, com as indicações feita por Voltaseca Volta para esclarecer o tópico,,,,abs.

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NOTA DE PESAR!

Por Jorge Luiz

Venho informar a todos o falecimento de Jackeline Medeiros, partiu na tarde de ontem, 23/02 devido a um Câncer.

Convidamos aos amigos é familiares a se fazerem presente no seu velório, logo mais as 9h - 10h no Centro de Velório SBC, em frente ao Cemitério São Sebastião.

Que Jackeline descanse em paz sobre a luz de Jesus Cristo e no acalento dos seus familiares que já se foram.

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terça-feira, 23 de fevereiro de 2021

LAMPIÃO – O TIRO FATAL DISPARADO POR SANDES – O GALEGUINHO

Por João Costa

Amanhece na Grota Angico em 28 de julho de 1938; a chuva havia sessado, as orações matinais concluídas, o café da manhã servido enquanto alguns cangaceiros ainda dormem – a aurora encontra o capitão Virgulino Ferreira já de pé, saboreando café de punhal na cintura, fuzil ao lado à disposição.

Ao mesmo tempo, subindo riacho seco de Angico, na linha avançada da Volante de tenente João Bezerra está o aspirante Ferreira; militar obstinado e linha-dura; um pouco atrás, o delator Pedro de Cândido e o soldado Sebastião Vieira Sandes, ou Santo – os únicos na numerosa volante que conheciam pessoalmente Lampião.

E um detalhe desconhecido por muitos: Cândido segue Sandes pari passu amarrado ao próprio Sandes.

Cândido, por ser coiteiro da máxima confiabilidade de Virgulino e Sandes por ter sido cangaceiro que gozara da confiança do casal Virgulino-Maria Bonita, tratado intimamente por “Galeguinho”, artesão em couro que dividia com o capitão horas intermináveis no manejo de uma máquina Singer, mas agora soldado volante e atirador de escol.

“Ocupada a posição, a um sinal do aspirante, Pedro de Cândido se aproxima da borda do penhasco e recua de repente, branco como papel: avistara Lampião logo abaixo, em frente de uma pedra pontuda”.

O até então, “Rei do Cangaço está a menos de oito metros de distância, em pé, inteiramente equipado, salvo pelo chapéu e pela cartucheira de ombro”, narra Frederico Pernambucano de Melo, em seu livro “Apagando Lampião”.

E segue narrando em detalhes:

“o coiteiro Pedro de Cândido olha para Santo; por meio de gestos e de movimentos de boca, Santo confirma a identificação para o aspirante (Ferreira) que, em resposta, “olha para Santo e molega o dedo indicador na direção de Pedro”; era a senha para que este também fosse eliminado".

Os demais soldados da volante que subiam o riacho estavam distante e o cerco planejado pelo tenente Bezerra e Ferreira ainda não se concretizara.

Mas na guerra as oportunidades surgem, não dá tempo para “arrodeios” nem vacilações, especialmente quando se trata de emboscada, do fator surpresa e da dimensão do inimigo.

Em cima da grota o aspirante Ferreira, o militar responsável pelo manejo da famosa metralhadora Bergman já está bem posicionado, mas ele também sabe que metralhadoras são pesadas e não apropriadas para tiro de ponto e uma rajada poderia “botar a caçada a perder”.

O historiador narra que o aspirante Ferreira abdicou de apertar o gatilho. Em vez disso, faz gestos para que Sandes se aproximasse. Mas por que Sandes?

Porque era o franco-atirador da volante, habilidoso no manejo do fuzil Mauser alemão modelo 1908, calibre 7mm, cano extralongo, balas novíssimas, ano 1932 e, claro, conhecia pessoalmente Virgulino.

Sandes toma posição de tiro.

Lá embaixo, Lampião leva à boca sua caneca com café, e é nesse exato o instante do disparo fatal, de cima para baixo.

Pou!

O ex-amigo, ex-coiteiro, ex-cangaceiro, carinhosamente chamado por Maria Bonita, de Galeguinho, e agora soldado de volante, Sebastião Vieira Sande – o soldado Santo, põe um ponto final na longa trajetória do bandoleiro mais famoso do Brasil.

- “Foi uma queda desconjuntada do corpo; queda de quem cai para não levantar mais”, relatou Sandes muitos anos depois a Frederico Pernambucano.

“Foi um tiro solitário, certeiro e a uma distância menos de 8 metros”, acrescentou.

Nos segundos seguintes o inferno desabou sobre a Grota de Angico. Agora, chovia balas sobre os cangaceiros – que tiveram poucas chances de organizar um contra-ataque, restando a debandada geral debaixo de nuvens de fumaça da munição detonada e não da névoa do amanhecer.

Após o tiro fatal em Lampião, o soldado Sandes se desamarra de Cândido e faz um gesto inesperado.

- Foge, desgraçado!

Mesmo tendo recebido ordens do aspirante Ferreira para matar o coiteiro ali mesmo, Pedro de Cândido ganha um sopro de vida.

Mas os admiradores do cangaço podem ficar com outra versão dos acontecimentos – a do sargento Antônio Honorato da Silva, o Noratinho.

Ao Jornal Diário de Pernambuco de 2 de agosto de 1938, Noratinho deu a sua versão numa narrativa elaborada. Disse ele:

“Vi Lampião se erguer, apresentando na face a expressão de um enorme pavor. Levei o fuzil ao rosto. Mirei bem. A mulher do bandoleiro, nesse instante, estendeu os braços pedindo clemência. Fiz fogo e o chefe dos cangaceiros baqueou. Acompanhei sua queda com dois tiros”.

O sargento Honorato nunca vira antes Lampião nem de longe nem de perto. Pano rápido.

Acesse: blogdojoaocosta.com.br @joaososuacosta

Fonte: Apagando o Lampião – Vida e morte do Reio do Cangaço, de Frederico Pernambucano do Mello.

Foto1. Sandes (acervo de Frederico P. de Mello) 2. Pedro de Cândido no destaque, de volta a Angico.

https://www.facebook.com/groups/508711929732768/user/100003883872368

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VAMOS PRESTIGIAR O TRABALHO DO JOSÉ MÁRCIO DA SILVA,

 Por Jose Irari


Lançamento de Livro. 

Novo inquilino chegando. 

Este promete matéria boa. 

Já adquiri o meu através do amigo Adriano Carvalho. 

Vamos prestigiar.

https://www.facebook.com/josemendespereira.mendes.5/posts/3478689062242253?notif_id=1614116563865099&notif_t=wall&ref=notif

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ONDE JUDAS PERDEU AS BOTAS

Clerisvaldo B, Chagas, 23 de fevereiro de 2021

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 2.475

Visitando a região de Coruripe e Piaçabuçu, fomos nos deliciando com a mudança de cenário. Ficou para trás o nosso Sertão de rios secos, serrotes e mandacarus. Surgiram diante de nós o rio São Francisco, praias encantadoras e coqueirais dominando o mundo. Culinária deferente e recepção fraterna, vão aumentando o desejo de esticar o passeio por mais uma quinzena. Não gostaríamos de arranjar uma briga, tal o alto número de homens nas ruas conduzindo longos facões de arrasto. No Sertão só quem anda assim, com essa liberdade armada é o carreiro, condutor de carro de boi. Mas, no trecho em que estávamos, amigos e amigas, a sobrevivência dos nativos está diretamente ligada ao coco-da-baía. O facão é ferramenta de trabalho no alto dos coqueirais.

Ligados na paisagem, no povo e nos costumes, apreciávamos o movimento de pessoas sob os esguios coqueiros praianos, quando uma senhora passou comentando com outra sobre a carestia do lugar: “Aqui, minha ‘fia’, foi onde Judas perdeu as botas!”. “Eita, meu Deus! – pensamos – se foi ali, que o Judas perdeu as botas, imaginem, então, o que ele deve ter perdido em Santana do Ipanema, a Capital da Carestia!”. E essa carestia em Santana já era apontada desde a década de 20, tornou-se tradição e continua apavorando a dona-de-casa que procura a feira livre em busca de hortifrutigranjeiros. A falta de produção da terra, acostumada com outros cultivares, permite à morte na faca cega das senhoras santanenses que procuram fazer milagres na compra desses produtos importados de Pernambuco e Sergipe.

Infelizmente uma Central de Abastecimento anunciada pelo, então, prefeito Nenoí Pinto, não chegou a ser concretizada. Daí para cá, ninguém mais ousou retirar a pedra de cima do assunto. Além dos preços absurdos, são comentadas também a qualidade dos produtos que em muitos casos se supõe que o destino seria o lixo. A cidade e região precisam de algo semelhante a uma CEASA para derrubar os preços agressivos e a qualidade murcha das ofertas de restolhos. Não importa de onde parta a iniciativa, governamental ou privada, seria um largo passo na devolução das botas do Judas, das roupas e das pragas dessa tradição abusiva que engole o consumidor santanense. 

Xô! Xô! Xô! Ideias cansadas, obsoletas, medievais. Não queremos vender graxa para as botas do Judas!

FEIRA LIVRE NA CHUVA DE SANTANA (FOTO: B. CHAGAS/ARQUIVO).

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O DESEMBESTO DAS VOLANTES - CONTOS DO CANGAÇO - CANGACEIRO LAMPIÃO

 https://youtu.be/4z6lcFwt7lk

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JOSÉ ROBERTO FOI UM CANTOR FAMOSO DO BRASIL. FALECEU AINDA NOVO.

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