Por Educativa TV.
Exibição: 25.07.19
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Por Cangaçologia
LAMPIÃO NO RIO GRANDE DO NORTE. Nesta segunda parte do documentário apresentarei as notações que foram escritas no diário do coronel Antônio Gurgel nos dias 14 e 15 de junho de 1927, durante o período em que esteve refém de Virgolino Ferreira da Silva "Lampião" e de seu bando. Um relato surpreendente sobre a retirada (Fuga) do bando cangaceiro da cidade de Mossoró/RN, a tensão dos prisioneiros, a peleja dos mensageiros para entregar os valores dos resgates exigidos e a chegada triunfal de Lampião e de seu bando na cidade de Limoeiro do Norte no estado do Ceará. Uma extraordinária epopeia. Não percam. Convido a todos para se inscreverem no canal e ativar o sino para receber todas as nossas publicações e atualizações. Forte abraço... Cabroeira! Geraldo Antônio de Souza Júnior - Criador e administrador do canal.
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Por Aderbal Nogueira
Por Na Rota do Cangaço
Um subgrupo do bando de Lampião, o rei do cangaço, composto por 4 cangaceiros e 3 cangaceiras, liderado por Azulão, assolou as regiões de Mairi, Várzea do Poço, Miguel Calmon, Várzea da Roça, Serrolândia, Jacobina, em setembro e outubro de 1933.
Porque
os Cangaceiros cortaram a orelha de Zé do Papel? Saiba como clicando no link
Por Cangaçologia
https://www.youtube.com/watch?v=ijW4Es5GflI&ab_channel=Canga%C3%A7ologiaLAMPIÃO NO RIO GRANDE DO NORTE. ANOTAÇÕES DOS DIAS 12 E 13 DE JUNHO DE 1927.
Por Aderbal Nogueira
Por Cangaçologia
https://www.youtube.com/watch?v=qMZhqyvzUb0&ab_channel=Canga%C3%A7ologiaUM DOCUMENTÁRIO ESPETACULAR QUE TRATA... ... a respeito da passagem de Lampião e seus seguidores pela antiga Serrinha do Catimbau a época dos acontecimentos pertencente ao município pernambucano de Garanhuns e atualmente anexada a Paranatama/PE. Foi nesse local que no dia 20 de julho de 1935, Maria Bonita foi baleada nas nádegas, obrigando Lampião e seus homens a se retirarem às pressas da localidade. O escritor e pesquisador Junior Almeida (Paranatama/PE) através de uma pesquisa profunda coletou informações preciosas, salvou e registrou a história com precisão e riqueza de detalhes. No documentário "O ATAQUE DE LAMPIÃO À SERRINHA DO CATIMBAU", que será apresentado em partes, devido a complexidade histórica, vocês conhecerão os crimes (Morte, saques e estupros) e os locais visitados pelos cangaceiros e ouvirão depoimentos de familiares e de uma testemunha ocular dos acontecimentos. Se você ainda não é inscrito no nosso canal aproveite para se inscrever e ativar o sino para receber todas as nossas atualizações. OBSERVAÇÃO: A segunda casa que aparece na filmagem e que pertenceu à dona Branca e Chiquinho Basílio, está localizada no SÍTIO QUEIMADA DO ANDRÉ (PARANATAMA/PE) e não no SÍTIO AZEVÉM, conforme informado. Na segunda parte do documentário faremos a devida correção. Peço desculpas. Grato. Geraldo Antônio de Souza Júnior
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Em alguns de
seus campos, a história pode se parecer bastante com uma investigação. Desde
1970, o historiador Frederico Pernambucano de Mello tentava arranjar meios de
averiguar uma informação que tinha chegado até ele – a de que Antônio Honorato
da Silva, o Honoratinho, não era o verdadeiro responsável por matar o
cangaceiro Lampião durante um tiroteio em 1938. O autor do disparo fatal,
segundo testemunhas, teria sido um outro guarda-costa do aspirante Francisco
Ferreira da Silva, que teria ficado oculto. Então, a partir de 1978, Frederico
começou a tentar entrevistar um companheiro dele, Sebastião Vieira Sandes, o
Santo, que se recusava a falar sobre o assunto.
Quando
visitava Alagoas, o historiador deixava sempre um recado, com esperança de uma
resposta. O máximo que recebeu, através de um parente de Sandes, foi uma recusa
educada e uma garantia de que, se um dia o ex-soldado aceitasse falar sobre o
assunto, o procuraria. Esse dia só veio 25 anos depois, quando Frederico já
quase não alimentava expectativas. A paciência, ainda mais na história, é muita
vezes recompensadora, e a conversa com Sandes gerou uma das principais
revelações do novo livro do autor, Apagando o Lampião: Vida e Morte do Rei do
Cangaço (Global), que vai ser apresentado na próxima segunda (26), com uma
palestra, às 15h, e o lançamento do livro, às 17h, na Academia Pernambucana de
Letras.
Uma das principais autoridades no cangaço no Brasil, Frederico é autor de títulos como Guerreiros do Sol e A Estética do Cangaço. Em Apagando o Lampião, o foco é na morte do principal líder do banditismo no Nordeste, que, na prática, começou a decretar o fim definitivo do cangaço na região. Mais do que analisar e narrar o assassinato de Virgulino Ferreira da Silva, o historiador traz novas hipóteses e dados, defendendo que foi outro o autor do disparo fatal que vitimou o companheiro de Maria Bonita.
Quando recebeu
uma ligação de São Paulo, em 2003, com um homem com voz grossa dizendo que se
chamava Sebastião Vieira Sandes, Frederico tinha a certeza que se tratava de um
trote feito por um amigo que conhecia a sua busca. Não era. “Ele dizia que
tinha um aneurisma inoperável, que ia para Alagoas se despedir de parte da sua
família e que estava finalmente disponível para falar. Fui encontrá-lo e gravei
com ele de 8 a 12 de dezembro”, conta o autor.
Na conversa,
Sandes confirmou que, quando tinha 22 anos, foi o responsável por desferir o
tiro que matou Lampião. Não assumiu a responsabilidade por ordem de seu
superior, que sabia dos amigos poderosos do cangaceiro e do risco de vinganças
e não queria um rapaz novo na mira de assassinos. O temor era real:
Honoratinho, que assumiu o feito e chegou a dar entrevistas anos depois sobre o
assunto, terminou assassinado em 1968 quando saía de casa.
Se a conversa
com Sandes aconteceu em 2003, porque o livro só é publicado agora? Frederico
explica: “Sou um historiador muito cauteloso. Tiro até o relógio para
trabalhar, porque não gosto da pressão do tempo. Tento investigar tudo. Para o
historiador, como para a polícia, a confissão não é tudo. Esperei para escrever
porque fui atrás de outros elementos – só concluí o livro quando pude
escrevê-lo com toda segurança”, afirma o autor.
Um dos
elementos foi uma perícia balística. Segundo o relato de Honoratinho, o tiro
que matou Lampião teria vindo de baixo para cima. No testemunho de Sandes,
colhido por Frederico, o disparo havia sido feito no sentido oposto,
descendente. Para comparar as versões, o historiador mandou as fotos do punhal
do cangaceiro, que foi atingido pelo tiro, para o perito Eduardo Makoto Sato,
da Polícia Federal. “Ele aplicou o escaner digital que eles têm e chegou à
conclusão que o tiro foi dado em sentido descendente entre 30 e 38 graus de
inclinação”, revela. A avaliação ajudava a comprovar o relato de Sandes.
Outros
elementos também foram investigados, ajudando Frederico a formar sua convicção
de que a narrativa do guarda-costa mais novo. O historiador conta que, desde a
publicação do livro, surgiram alguns textos que discordam da sua conclusão.
“Mas não houve uma confrontação direta dos dados, porque o estudo é muito
denso”, pondera. “O trabalho do historiador não difere muito do de um delegado
de polícia: se há algo incoerente, você não avança. Avancei porque não havia.
Se alguém quiser impugnar mais adiante, será preciso apresentar também fatos.”
INÍCIO E FIM
Apagando o
Lampião também traz outros avanços relevantes para quem estuda o cangaço.
Frederico aborda, por exemplo, o fato que teria levado Lampião a abraçar o
banditismo, também alvo de controvérsia. “Em 1970, eu gravei em Serra Talhada
com o indivíduo que era declarado por Lampião como seu maior inimigo, José
Saturnino. Eu tive que me cercar de pessoas conhecidas dele, porque ele já
havia mandado muitos pesquisadores voltarem. Ele me revelou que foi a partir do
seu primeiro conflito com Lampião e os irmãos que a aventura de Virgulino com o
cangaço começou. O irmão saiu baleado nas nádegas do encontro. Outros
pesquisadores apontam outros fatos inaugurais que levaram Lampião para esse
caminho, mas as versões não coincidem com o relato de Saturnino”, indica.
O livro também
revela ainda mais sobre a relação de Lampião com o estado e os poderosos. “A
razão, secreta até hoje, para a ida de Lampião para a Bahia, atravessando o São
Francisco, foi um acordo feito com a polícia pernambucana através de um primo
legítimo seu”, aponta Frederico. Chefe de polícia local, Eurico de Souza Leão
mandou pelo parente do cangaceiro o recado para que ele se rendesse ou
atravessasse a fronteira e não voltasse. Após uma derrota mais grave em
Mossoró, Lampião resolveu ganhar uma sobrevida no banditismo partindo para
Bahia em 1928, levando todo dinheiro e ouro que acumulou ao longo de anos.
Outro dado que
o livro – também recheado da poesia popular e da cantoria, fonte importante
sobre os eventos do período – atesta é o plano de Virgulino de partir para
Minas Gerais. O projeto, não realizado, havia surgido de um convite de Farnese
Dias Maciel, irmão do então governador do estado, que queria que o cangaceiro
combatesse a família Borges, sua inimiga. “Ao morrer, ele morre sonhando com Minas
Gerais”, conta Frederico.
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Por Aderbal Nogueira
O espólio de guerra, a morte do Soldado Adrião e do cangaceiro Elétrico, a fuga de Durval e a morte de Luís Pedro.
Por Aderbal Nogueira
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*Rangel Alves da Costa
Muitas vezes,
as loucuras e desesperanças do mundo lá fora não interessam muito. Possuem o
dom de afetar sim, de ferir toda a felicidade, mas a nossa paz interior é
tamanha que tanto faz as angústias e aflições do mundo lá fora.
Acordar e
levantar para ser feliz. Uma decisão do espírito, da alma, do mais profundo do
coração. Levantar para as canções da vida, para as poesias da existência, para
os sonetos e as valsas das grandes conquistas.
Corações aptos
a terem assim o seu dia, certamente não se importarão que a madrugada foi
chuvisquenta, que a manhã está molhada ou que o sol continue escondido detrás
dos montes. Tanto faz que as nuvens continuem encobrindo os caminhos
ensolarados do alvorecer.
Corações
resolvidos à felicidade não se importarão que os pássaros ainda não estejam
voejando pelo jardim, que as revoadas passarinheiras ainda não tenham sido
avistadas aos horizontes. Não há tristeza se a flor mais bela não esteja
brilhando sob a luz da manhã.
E assim por
que corações felizes chamam para si a felicidade, possuem o dom da
transformação, transmudam as cores e os sentidos da vida. Corações felizes não
se deixam afetar pelos pessimismos nem pelos ventos sombrios que sempre
insistem em atormentar.
Corações
felizes abrem a janela do quarto sem tocar os dedos e sentem quando as
borboletas chegam esvoaçantes pelos iluminados espaços. A janela está fechada,
mas o desejo de paz e de felicidade é tamanho que as borboletas chegam
emoldurando a doçura da alma.
Nada é impossível ao coração que deseja paz, que deseja felicidade, que deseja encontrar aquilo que mereça ter. Borboletas na janela são, assim, as asas coloridas das possibilidades, das grandes esperanças e dos desejos de realização.
As borboletas
na janela são como troféus depois de vencidos os labirintos escurecidos. Ora,
se a pessoa quer encontrar lama e podridão, certamente encontrará pelo seu
desejo. E também assim com as dores e os sofrimentos, com as desilusões e
enfermidades, com as feições mais negativas da vida.
Mas se a
pessoa assim não quiser, não chamar para si a dor e o sofrimento, certamente
encontrará janelas com borboletas, com buquês de flores, com bilhetes e
poesias, com o que de mais maravilhoso possa existir. E repente avistará
jardins pelo piso e pássaros voando no céu sob as telhas.
O desejo de
felicidade possui tamanho poder que nada se mostra com maior invencibilidade. O
querer, a sensação de poder, a certeza de conseguira, tudo como imbatível
escudo, como armas do bem esfacelando as maldades e os atrasos do mundo.
É preciso ter
a certeza que o escudo do coração é indestrutível perante a hipocrisia, a
falsidade, a inveja, a mentira, a iniquidade. Tal força interior é o que abre
janelas para a chegada de borboletas, para os jardins surgidos sob o piso
endurecido, para as revoadas que chegam e que seguem cantantes.
Um coração
alegre e festivo, imensamente abraçado à felicidade, que não mais entristece ao
olhar para as flores velhas e esbranquiçadas no jarro de plástico sobre a mesa.
Ora, não que sofrer, não quer se afligir. Quer o sol, quer a luz, quer o
horizonte. E então avista colibris beijando favos de mel sobre as flores de
plástico.
E então, qual
manhã desejada após o seu acordar? Mas deixe seu coração escolher. Ele pode
apenas querer chorar pelo que de mais triste e desalentador possa encontrar no
mundo lá fora, ou pode se decidir pela felicidade. Tal decisão sempre implica
na valorização que cada um dá a si mesmo e na paz merecida que chama para sua
vida.
Dependendo do íntimo desejo de cada um, a janela se abrirá ou não para a chegada das borboletas, e as flores de plástico se tornarão vivas e perfumadas, ou não. Borboletas e flores que são, perante o desejo de cada um, as felicidades da vida ou as angústias da alma.
Escritor
blograngel-sertao.blogspot.com
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Por Aderbal Nogueira
Sétima parte do vídeo documentário dos 80 anos da morte de Lampião - Combate de Angico.
Link desse vídeo:
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Por Cangaço na Literatura
Vamos começar a saga da Volante de Baltazar. Aguardem mais programas!
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Por O Cangaço na Literatura
https://www.youtube.com/watch?v=RgHbHeQxkOUSerá que encontramos
um cangaceiro vivo?
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Clerisvaldo B.
Chagas, 4 de fevereiro de 2022
Escritor
Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica: 2.654
Não tem
parelha: feijão “bage” roxa cozinhado em panela de barro. O Secretário do
Desenvolvimento Rural, Jorge Santana, acrescentou mais uma atração na Feira da
Agricultura Familiar que ocorre às sextas defronte à Secretaria de Agricultura,
no Bairro Monumento, em Santana do Ipanema. Junto à prefeita Christiane
Bulhões, estar sendo resgatada a tradição secular de produção artesanal e venda
de panelas de barro na Capital do Sertão. O produto estava desaparecido e
vinha, antes, do povoado de Poço das Trincheiras, Alto do Tamanduá, mas foi
descoberto quo no sítio vizinho e fronteiriço de Santana do Ipanema Baixa do
Tamanduá, também se produz panelas, similares e brinquedos de barro. E como nos
terrenos do sítio têm bastante matéria-prima, a prefeita e o secretário
resolveram resgatar o produto para o nosso comércio, incentivar a produção e
fazer gerar renda extra na comunidade.
A comunidade
Baixa do Tamanduá, está localizada à margem da BR-316 alguns metros próximos à
divisa com Poço das Trincheiras. Um dos primeiros documentos de Santana dá o
lugar com o nome de Lagoa do Mijo e seus moradores são quilombolas de origem do
povoado pocense Tapera do Jorge. Resgatar a tradição da comunidade é
importante, mas aqui deixamos duas sugestões ao secretário Jorge Santana: 1.
parceria com o SEBRAE para aperfeiçoamento das peças, visando agregar valorores
ao nosso artesanato de barro. 2. Se ainda não estiver registrada, registrar a
comunidade no órgão responsável como descendentes de escravos, pois isto daria
direitos a uma série de benefícios federais ao lugar, à semelhança dos
quilombolas de Poço das Trincheiras, tudo da mesma origem.
De qualquer
maneira é muito bom o retorno da panela de barro ao nosso comércio e vê-las à
venda na Feira da Agricultura Familiar. Ainda se usa na zona rural, panela de
barro, lenha e carvão para se fazer aquela comida que cheira à distância no
recipiente ímpar e sadio do barro. Achamos que a comunidade Baixio do Tamanduá,
vai ficar feliz e deixar muitos feirantes contentes com a novidade. Vendidas na
feira da Agricultura Familiar, muitas encomendas virão para a comunidade antes
dirigida pelo meu saudoso amigo Zeba, cuidadoso com seus amigos quilombolas.
Obrigado Jorge por ter se inspirado em nosso trabalho anterior como diz você.
Vamos agregar valores para àquela gente boa e humilde que também faz gente e
animais do barro, primeira massa usada pelo Grande Arquiteto do Universo.
Parabéns mais uma vez à prefeita Christiane Bulhões, a sua equipe de
sensibilidade e a Secretaria de Desenvolvimento Rural.
Estaremos perambulando na Feirinha sempre que o Senhor dos Mundos permitir.
http://clerisvaldobchagas.blogspot.com/2022/02/aspanelas-do-tamandua-clerisvaldob.html
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