A prisão do cangaceiro Zé Belem. O jornal A Gazeta(SC) divulgou em 14 de Agosto de 1936 a prisão do cangaceiro do bando de Lampião, Zé Belem ou Zé de Belem, que se entregou na cidade de Paripiranga(BA). Em cima o recorte do jornal e abaixo a foto do cangaceiro já entregue na cidade citada. Segundo o cordel de onde foi retirada a fotografia, Zé Belem se entregou por estar com problemas nos pulmões. Fotografia tirada por Bernardino Barbosa.
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domingo, 16 de junho de 2024
A PRISÃO DO CANGACEIRO ZÉ DE BELEM OU ZÉ BELEM
LUÍS PADRE - PRIMO LEGÍTIMO E AMIGO INSEPARÁVEL DE SINHÔ PEREIRA
Luís Pereira
da Silva, ou simplesmente Luís Padre, esse homem ao lado de seu primo Sebastião
Pereira e Silva, foram grandes nomes nas questões entre os clãs Pereira e
Carvalho.
Luís Padre
após deixar o sertão pernambucano, abandonando o cangaço foi viver no sudeste
do país.
Em Goiás
apresentava-se com o nome de José Araújo e Silva ou Zeca Piauí. Faleceu em 06
de abril de 1965, em decorrência de uma operação mal sucedida de vesícula, aos
74 anos de idade.
Foto: Via
Genealogia Pernambucana, Famílias Sertanejas.
Fonte: Sérgio
Elias Wanderley.
https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste/?multi_permalinks=2456299974578932%2C2456283144580615%2C2456073221268274%2C2455515047990758%2C2454895218052741¬if_id=1718367908835822¬if_t=group_highlights&ref=notif
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AMIGOS DO CANGAÇO
Por Caçula Aguiar
BEM! O MEU EXEMPLAR JÁ CHEGOU E JÁ VOU COMEÇAR A "DEVORAR".
Por Geraldo Júnior
A obra que foi
escrita em parceria pelos escritores e pesquisadores Bismarck Martins de
Oliveira e José Otávio Maia de Vasconcelos, apresenta a história de um dos mais
influentes personagens dos primórdios do cangaço lampiônico e que auxiliou
Virgolino e seus irmãos Antônio e Livino Ferreira durante os primeiros
confrontos contra seus primeiros inimigos e esteve presente em momentos
decisivos e importantes que envolveram os irmãos Ferreira durante suas
primeiras questões, antes de entrarem de "cabeça" no mundo do
cangaço.
Se vocês
quiserem adquirir um desses livros, basta entrar em contato com o nosso
estimado amigo e "armeiro" Professor Pereira através do WhatsApp (83)
9 9911-8286. Garantia de qualidade e entrega rápida.
Meu
agradecimento ao Professor Pereira que, como todas as vezes, fez chegar em
minhas mãos mais um formidável lançamento que envolve a temática cangaceira.
Atenciosamente:
Geraldo
Antônio De Souza Júnior
https://www.facebook.com/franciscopereira.lima.904
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LANÇAMENTO!
Por Francisco Pereira Lima
Lançamento
do livro Chico Pereira: De Sousa ao Seridó.
Quem
desejar adquirir entrar em contato comigo professor Pereira pelo WhatsApp 83 9
9911 8286
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𝑨 𝑺𝑼𝑺𝑺𝑼𝑨𝑹𝑨𝑵𝑨
Jaozin Jaaozinn
sábado, 15 de junho de 2024
NECO DE PAUTÍLIA
Arquivo Helton Araújo
Abaixo segue a
fotografia de um personagem muito conhecido da historiografia do cangaço,
porém, temos por vezes a lembrança de sua imagem já idoso. Me refiro a Manoel
Cavalcante de Souza, o popular ex-volante Neco de Pautília, homem esse que
deixou ótimos relatos sobre o cangaço de modo geral.
Veja como era
Neco de Pautília quando jovem. Conheciam essa foto?
Foto: Acervo
familia Cavalcante de Souza
Fonte: Livro
"Lembrar e Escrever, Não é só Querer" Manoel Cavalcante de Souza -
Neco de Pautília.
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MAIS UM REGISTRO FOTOGRÁFICO POUCO CONHECIDO.
Acervo do Helton Araújo
A ex-cangaceira Dadá,
vivendo na estrada da Liberdade, no bairro do Barbalho, em Salvador na Bahia.
Imagem: Estado da
Bahia
Data: 09/04/1946
Créditos: Rubens
Antônio
Livro: Cangaço na
Bahia, Cavalos do Cão.
https://www.facebook.com/groups/893614680982844/?multi_permalinks=2220400724970893%2C2219136618430637%2C2219844468359852¬if_id=1718301107921236¬if_t=group_activity&ref=notif
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INACINHA DE GATO, LINDA E ENCRENQUEIRA!!! CANGACEIRA.
sexta-feira, 14 de junho de 2024
"ERA BOM"
Por Raimundo Lucas
GRANDES POETAS!
Por José Di Rosa Maria
UMA MÃO QUE TOCA NO OMBRO
LAMPIÃO, REI DO CANGAÇO·
Por Edmílson Martins - Maio/2020
Eu tinha onze
dias de idade, quando Lampião foi morto, junto com parte do seu bando, em 28 de
julho de 1938, em Sergipe, pela polícia. Dizem que alguém ligado a ele o traiu,
levando a polícia à grota onde os cangaceiros dormiam.
Durante minha
infância e adolescência, ouvi muitas histórias sobre as aventuras de Lampião e
seu bando no sertão nordestino. Era apontado como um personagem polêmico. Havia
histórias contra e a favor acerca do chamado Rei do Cangaço, uma espécie de
guerrilheiro do sertão.
Uns contavam
que Lampião, por ter sofrido injustiças, junto com sua família, tornara-se
rebelde e justiceiro. O pai teria sido assassinado por poderoso dono de terras.
E diziam ser ele generoso para com os pobres e cruel para com os ricos, por uma
espécie de vingança.
E havia alguns
testemunhos. O meu avô contava que um dia ia pela estrada a cavalo, quando
encontrou o bando de Lampião. Alguns cabras tentaram tomar o cavalo dele. Ele
então se dirigiu ao Rei do Cangaço e pediu para não levarem o cavalo, porque
era o único meio de transporte que tinha e que era pobre e precisava daquele
animal. Então Lampião mandou que os cabras lhe devolvessem o cavalo.
O meu pai
também contava que um dia o bando chegou à nossa casa. Lampião, dirigindo-se a
ele, disse que só queria comida para sua gente, descansar e um guia que
indicasse os caminhos com destino a Pernambuco. Contou o meu pai que, depois do
almoço, ele agradeceu e partiu com seus cabras, guiados por um homem,
conhecedor das estradas do sertão.
Mas havia
outros que contavam ser Lampião um bandido violento e perigoso, que praticava
crueldades por onde passava. Havia até pessoas que diziam ter participado da
Força policial que perseguia o bando.
Eu, como a
criançada do meu tempo, ficava com a imagem do Lampião herói, injustiçado e
justiceiro. E ficava entusiasmado com as histórias contadas sobre ele,
principalmente aquelas histórias que narravam as suas ações exigentes em
relação aos poderosos proprietários de terra. Falavam do dinheiro que exigia
dos fazendeiros e que eles tinham que dar.
Eu tinha
simpatia por ele, talvez, por viver num ambiente de injustiças sociais,
problemas parecidos com os que tinha sofrido Lampião, conforme narravam. Eu
vivia no campo, com minha família, como ele viveu, e passava fome em meio a
grandes plantações, como na música do Geraldo Vandré “Pra não dizer que não
falei de flores”.
Diziam que os
pais dele tinham sido perseguidos e mortos por poderoso latifundiário, por
causa de terras que possuíam. Que ele e o irmão, não vendo saída, entraram para
o cangaço, que já existia naquela época.
O meu pai
enfrentara o mesmo problema. Tinha uma pequena propriedade no meio de um grande
latifúndio. “Era a parte que lhe cabia naquele latifúndio”, como diz o poema de
João Cabral de Melo Neto “Morte e vida Severina”.
Ele comprara
essa gleba de terra a duras penas, mas o latifundiário estava sempre querendo
tomá-la, como fazia com outros pequenos proprietários, que não reagiam.
Mas meu pai
reagia. Para defender sua propriedade, ele reclamava, gritava contra a invasão.
Mas o latifundiário não parava de invadir. Até que um dia, o meu pai tomou uma
decisão: mandou dizer ao invasor que iria derrubar as cercas colocadas. O
portador foi meu irmão Joaquim, que disse ao fazendeiro: - Não tente impedir,
porque o meu pai está disposto a tudo. E o meu pai foi derrubar as cercas,
armado de foice, machado e um fuzil. Só não houve confronto porque o fazendeiro
lá não apareceu. Mas as cercas foram derrubadas.
Por pouco não
aconteceu uma situação parecida com a da família de Lampião. Esses confrontos,
por causa da ganância dos poderosos donos de terra, sempre aconteciam no sertão
nordestino. E geralmente havia mortes.
As histórias
narradas sobre a vida de Lampião e suas aventuras pelo sertão, por causa das
injustiças que teria sofrido, juntamente com sua família, me fascinavam. Ele
representava a rebeldia, o protesto contra as injustiças e desigualdades
sociais reinantes no Nordeste.
Lampião entrou
para a História como uma figura polêmica: amado por uns e odiado por outros. E
hoje, existem, sobre ele, publicações para todos os gostos. Há várias
interpretações e avaliações sobre as aventuras do rei do cangaço.
Apesar de
algumas narrações negativas sobre Lampião, o que predominou na minha geração
foi à imagem do herói, do homem corajoso, em busca de justiça, que enfrentava
os poderosos e era generoso para com os pobres.
#crônica
#literatura
#história
#sertão
Obs.: esta
crônica está publicada no meu livro CONVERSAS DE PAPEL. publicado pela Aquarius
Produções Culturais
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quinta-feira, 13 de junho de 2024
NOTA DE PESAR!
Por Relembrando Mossoró
O Relembrando
Mossoró vem com muita tristeza comunicar a partida repentina da nossa estimada
amiga MARIA DA CONCEIÇÃO SILVA, uma grande seguidora do nosso grupo e
admiradora do meu trabalho, vai deixar saudades amiga, nossos sentimentos aos
familiares e amigos, vá em paz amiga e até outro encontro!
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𝑬𝑵𝑻𝑹𝑬𝑮𝑨𝑺
Acervo do Jaozin Jaaozinn
Fotografia
completa da entrega dos cangaceiros (da esquerda para a direita) Diferente e
Cajazeira, em 23 dezembro de 1938, na região de Paripiranga/BA.
Segundo
consta, tinham se entregado para o Coronel e coiteiro João Maria, de Serra
Negra/BA, onde este avisa para o seu irmão Coronel Liberato de Mattos, enviando
uma escolta para conduzi-los até a referida cidade. Ambos os homens foram
comandados pelo último dos cangaceiros Engrácias (Zé Sereno).
José Francisco
do Nascimento, conhecido como Cajazeira ou Zé de Julião, era o esposo da
cangaceira Enedina, a mesma que morreu na Grota do Ângico, em 28 de julho do
mesmo ano; e Manoel Nascimento, popularmente conhecido como Diferente, era
antes membro do grupo de Zé Baiano, depois que esse sucumbiu, veio a ser integrante
do sub-grupo de Zé Sereno. Manoel foi dado muitas vezes como um dos onze mortos
em Ângico, entretanto, pelo o que podemos ver, conseguiu escapar e se entregar
com o quase futuro político de Poço Redondo.
Conheciam?
Fale nos comentários e compartilhe!
𝐹𝑂𝑁𝑇𝐸:
𝐽𝑜𝑟𝑛𝑎𝑙
𝐴
𝑇𝑎𝑟𝑑𝑒/𝐵𝐴
- 1938.
.𝑪𝑨𝑵𝑮𝑨𝑪̧𝑶
𝑩𝑹𝑨𝑺𝑰𝑳𝑬𝑰𝑹𝑶.
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O CANTO DO ACAUÃ
Adquira este livro com a autora Marilourdes Ferraz.
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Marilourdesferraz
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𝑨 𝑹𝑬𝑺𝑰𝑺𝑻𝑬̂𝑵𝑪𝑰𝑨
Registro
completo de um dos grupos de defensores da cidade de Mossoró/RN, sendo estes da
Linha Férrea; 13 de junho de 1927.
.
Há exatos 97
anos, no dia 13 de junho de 1927, Virgolino acompanhado dos bandos de Massilon
(ou Macilon) e Sabino das Abóboras, tentam invadir a grande cidade de Mossoró,
onde são rapidamente repelidos pelos moradores.
Financiados
pelos coronéis Benedito Saldanha e Isaías Arruda, além também de, somados,
darem cerca de 50 bandoleiros, pensavam que seria fácil tomar o local. Grande
erro! Pela informação dada pelo motorista Gatinho, os habitantes logo se
armaram e defenderam com garra e determinação a sua terra.
13 de junho é
comemorado o dia do santo casamenteiro, Santo Antônio, e este acaba fazendo o
matrimônio de Colchete com a morte, sendo a bala de Manoel Duarte como a
aliança de sangue do facínora. E o seu companheiro de guerra, Jararaca, acaba
também atingido pelo mossoroense, que fora capturado depois da retirada dos
arruaceiros.
Nos dias de
hoje, é sempre lembrado essa enorme vitória da força cívica militar sobre os
bandos, com corajosos resistentes que se encontravam desde em sacas de algodão
até nas torres da paróquia Santa Luzia; como dizem: “até os santos atiravam de
dentro da igreja”. A população recorda do fato através da peça Chuva de Balas
no País de Mossoró, que sempre ocorre no dia e mês da frustrada invasão dos
bandoleiros a cidade potiguar.
E com isso, a
localidade acaba entrando para a história junto com outras que se armaram e
confrontaram duramente Lampião e seu grupo.
Viva Santo
Antônio e viva os defensores de Mossoró!
. 𝐶𝐴𝑁𝐺𝐴𝐶̧𝑂 𝐵𝑅𝐴𝑆𝐼𝐿𝐸𝐼𝑅𝑂.
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