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segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Já oficializada a data do Cariri Cangaço 2013


Por: Manoel Severo
Manoel Severo e Napoleão Tavares Neves

Caros amigos, 
já temos a data do Evento Cariri Cangaço, 
17 A 22 DE SETEMBRO - Cariri Cangaço 2013.
 Agora é só se programar.
 CONTAMOS COM TODOS VOCÊS. 
Veja mais em: www.cariricangaco.com

Grande abraço

Manoel Severo

http://blogdomendesemendes.blogspot.com

Luiz Gonzaga - Eterno Rei do Baião

Por: Marcos Barreto de Melo
Dona Helena, Luiz, Rosa e Dona Marieta (sogra de Gonzaga)

A identidade de Luiz Gonzaga com o Nordeste e, principalmente, com a terra que o viu nascer, o torna indubitavelmente o maior símbolo do sertão. Luiz Gonzaga é a expressão mais viva e autêntica do homem sertanejo, de sua vida e de seus costumes. A sua obra é um patrimônio que transcende as fronteiras de Exu, no sertão de Pernambuco, para atingir toda uma Nação, além de constituir-se num documento histórico de significado inconteste, no momento em que registra os sentimentos e a alma dessa gente simples e sofrida da terra nordestina. Luiz Gonzaga é o sertão em corpo e alma. Como já disse o renomado mestre e folclorista Luis da Câmara Cascudo, "Luiz Gonzaga é um documento da cultura popular. Autoridade da lembrança e idoneidade da convivência. A paisagem pernambucana, águas, matos, caminhos, silêncio, gente viva e morta. Tempos idos às povoações sentimentais voltam a viver, cantar e sofrer quando ele põe os dedos no teclado da sanfona de feitiço e de recordação". Luiz é uma bandeira do sertão nordestino que tremula no Brasil inteiro, no momento em que ele faz gemer os 120 baixos de sua sanfona branca. Uma sanfona mágica, de esperanças e recordações.

Luiz Gonzaga é a imagem do retirante nordestino, que foge da terra seca e exaurida pelo sol causticante da caatinga, deixando para sempre o seu tão pobre e querido torrão natal. Do retirante que vende tudo o que tem que joga a família em um pau-de-arara e parte rumo ao Sul na busca ilusória de melhores dias. Luiz é o sertanejo que planta, replanta e não perde as esperanças de um bom Inverno. É o nortista forte e valente, mas que, chegada a hora de partir, esquece a sua rudeza nativa e se deixa levar pela emoção. É o caboclo que chora, quando se sente condenado a deixar o seu pedaço de chão.

Luiz Gonzaga é o vaqueiro das caatingas do Nordeste, de chapéu de couro, gibão e perneiras, destemido e forte como uma aroeira, que anda no coice da boiada e corre no carrasco, no marmeleiro fechado ou entre espinhos de mandacaru no encalço de uma rês desgarrada. É o vaqueiro que laça, derruba e domina uma rês enfezada. É o vaqueiro afamado e bom de campo que arranca aplausos da multidão nas festas de vaquejada quando, ligeiro como um corisco, derruba o boi mandingueiro e cobre a pista de poeira. Que acorda antes do sol e sai para o campo ainda de madrugada, que almoça farinha com rapadura, que bebe da água represada nas lagoas e que toma cachaça no chocalho. Luiz Gonzaga é o vaqueiro que, no cansaço da luta, descansa à sombra de uma barriguda e que, no fim do dia, junta o gado, sacode o pó do marmeleiro e vai para junto do seu bem.

Luiz Gonzaga é o caboclo da roça, homem simples e trabalhador, que acredita no canto agourento da acauã chamando a seca, no canto triste do vim-vim e na profecia do pássaro carão, que quando solta o seu canto é sinal de muita chuva no sertão. É o caboclo esquecido, de mãos grossas e calejadas e que traz o rosto marcado pela vida árdua do campo. É o roceiro que faz experiências com as pedras de sal, que espera ansioso pela barra do sol no dia de Natal e que só se convence da seca quando vê passar sem chover o dia de São José, o santo de sua devoção.

Luiz Gonzaga é o sertanejo de fé, que reza por uma chuva e pede a Deus pra não ter seca, que faz promessa ao Padim Ciço pra se curar de uma doença e que vai para as missões pedir uma bênção a frei Damião. É o caboclo que nasceu na caatinga e que dali não quer sair, porque para ele não existe lugar melhor. É ali que está enterrado o seu umbigo e é neste mesmo chão que ele quer morrer. Ser enterrado à sombra de um velho umbuzeiro, vestido de vaqueiro e com uma cruz de madeira amarrada com cipó, no meio da caatinga onde tanto aboiou e onde, infelizmente, o seu grito de aboio ficará para sempre esquecido.

Luiz Gonzaga é o morador de pé-de-serra, que trabalha de sol a sol durante toda a semana, mas que não abre mão de um samba de latada com o chão de barro batido e a luz mortiça do candeeiro, onde triângulo, zabumba e uma sanfona de oito baixos comandam a alegria. Um forrozinho onde a cabroeira brinca, dança e se diverte, enquanto a poeira sobe e o tocador, animado, vai castigando a sua concertina.

É o caboclo reimoso, esperto, brincalhão e prosista, com muitas estórias engraçadas para nos contar, com aquela maneira que lhe é particular.

Luiz Gonzaga é o caminho que nos traz de volta aos pés-de-serra do sertão nordestino através de xotes, baiões e toadas que tão bem retratam a nossa terra. Luiz é a energia que mantém viva em cada retirante a lembrança do seu longínquo sertão e a esperança derradeira de um dia ainda voltar para ele.

Luiz Gonzaga é tudo aquilo que emana do sertão. É a expressão de uma terra pobre e sofrida, ora seca e triste, ora verde e alegre. De uma terra esquecida e castigada, mas infinitamente bonita pela pureza de sua gente.

Luiz Gonzaga é a Asa Branca que volta correndo para o sertão quando ouve o ronco das primeiras trovoadas; é o cheiro gostoso da terra molhada; é o juazeiro com o seu eterno verde esperança; a peitica que, na copa do umbuzeiro, canta alegre com a chegada do inverno; é o riacho que corre vorazmente, arrastando árvores com as águas da primeira chuva; é o açude que sangra após anos de seca; é um fole velho gemendo numa palhoça, alegrando o São João na roça; é a rama verde da gitirana que, quando nasce, faz renascer o sertão.

Luiz Gonzaga é o filho de Januário que nasceu em Exu, em pleno sertão pernambucano, nas terras dos Alencar, e que aprendeu com o pai a puxada da sanfona. Luiz é aquele moleque que fugiu de casa em 1930, para tornar-se, um dia, o grande e insuperável Rei do Baião. Luiz Gonzaga é o sanfoneiro do Riacho da Brígida, de rosto redondo e riso largo, que deixou o sertão do Araripe para ser o dono de um reinado que não tem fim, posto que, o seu canto é eterno.

Marcos Barreto de Melo

http://www.revivendomusicas.com.br/reportagens.asp?id=78

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Livros sobre "Cangaço"

1938 - Angico

Autor: Paulo Medeiros Gastão


Lampião de "A a Z"


Os livros 1938 - Angico e Lampião de A a Z podem ser
adquiridos através
deste e-mail:
paulomgastao@hotmail.com
Diretamente com o autor (não está a venda em livrarias).
Preço por exemplar:
R$ 20,00 (vinte reais+ frete).

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Reunião no Cariri difine a data do Cariri Cangaço 2013 !

 Sousa Neto, Bosco André, Manoel Severo, Dona Cláudia e Dr. Pedro Luís

Aconteceu neste último final de semana um conjunto de encontro entre parceiros realizadores e Conselheiros do Cariri Cangaço na região do Cariri cearense. Estiveram presentes os municípios de Crato, Missão Velha, Aurora e Barro, através dos senhores: Dr. Pedro Luis Camelo, Promotor de Justiça da Comarca de Crato e Conselheiro do Cariri Cangaço, João Bosco André, Memorialista de Missão Velha e também Conselheiro; George Camelo, secretário de cultura de Missão Velha; José Cícero, secretário de cultura de Aurora e Conselheiro e ainda Sousa Neto, secretário de cultura de Barro.

Secretário George Camelo à mesa com Manoel Severo, José Cícero, Sousa Neto e Bosco André, Membros do Conselho Cariri Cangaço.

O encontro aconteceu na sede da Secretaria de Cultura de Missão Velha; portal de entrada do Cariri; quando ficou definido entre outras coisas, a data definitiva do Cariri Cangaço 2013:


As principais novidades; os resultados da visita do Conselho Cariri Cangaço em Missão Velha e muito mais, você fica sabendo aqui no www.cariricangaco.com e em nossa página no facebook.
  

Conselho Consultivo Cariri Cangaço

http://cariricangaco.blogspot.com
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Jornal "Tribuna do Ceará" em 18 de Fevereiro de 1981

Por: Antonio Vicelmo

Entrevista com Vicente Cordeiro

Clique para ampliar. A margem esquerda contem um falha que certamente ocorreu no ato da digitalização (ausencia de tres letras) com jeito e paciencia dá pra ler e entender.





Oh! Manoel Severo, este brilhante reporter e fotógrafo não pode sermais um ilustre espectador ele nos deve uma palestra sobre este e outros encontros, bote seus meninos em persiga, intime o homi para o Cariri cangaço 2013.

Fontes:

www.cnfcp.gov.br
http://lampiaoaceso.blogspot.com.br
http://blogdomendesemendes.blogspot.com


Gulherme, Mariano e Zanotti em 2013 !

João de Sousa e Guilherme Machado

Amigo Severo, fiquei deslumbrado! 
Conte comigo para o Cariri Cangaço 2013. Por aqui vou costurando com os novos gestores, para ver as possibilidades junto ao órgão público, assim que puder mande o formato e a estrutura...

Guilherme Machado
Serrinha - Bahia


Grande Pesquisador, idealizador, coordenador e amigo Severo, desejamos tudo de Melhor. Estamos aguardando chegar o Grande Evento Cultural e Histórico, do Nordeste e hoje do Brasil, que mostra e ensina as condições Sociais do homem do nordeste, o nosso Cariri Cangaço 2013.
 Muito Bom, precisamos de muitos gestores e realizadores como você. Abraços, e até breve.

Comendador Mariano e Dra Maria Amélia


Companheiro e amigo Severo, bom ter noticias tão boas no início do ano. Conte comigo no que for preciso para divulgar o Cariri Cangaço 2013 aqui no SUL.
Grande abraço, saúde e harmonia em 2013.
 
Luiz Zanotti
Campo Largo - PR


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domingo, 27 de janeiro de 2013

A outra face do cangaço


Autor: Antonio Vilela de Souza


PARA AQUISIÇÃO DO EXCELENTE LIVRO:

R$ 20,00 (Vinte reais)
Frete a consultar.
102 páginas,
Fotos inéditas
Via e-mail:
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CABRA DE LAMPIÃO É SECRETÁRIO DE CULTURA

Por: Ivanildo Alves da Silveira

Em entrevista coletiva realizada na tarde de sexta (28/12/12), na Câmara Municipal de Serra Talhada/PE (CMST), o prefeito eleito Luciano Duque (PT) anunciou os nomes que irão compor o time de secretariados, após bastante suspense. Conheça agora quem vai assumir as pastas e analise o currículo de cada um.

Planejamento e Gestão – Saulo de Tárcio Duarte de Lima – Foi o autor do anteprojeto que criou a Lei Orgânica de Serra Talhada e até do atual
Regimento Interno da Câmara de Vereadores. Saulo de Tarcio também é militante do municipalismo e trabalha como consultor da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) e da Confederação Federal dos Municípios. É advogado tributarista, atuava como consultor no Governo Carlos Evandro.

Secretário de Cultura

– Anildomá de Souza- Duque cumpre mais uma promessa de campanha criando a Secretaria de Cultura, antiga reivindicação do movimento cultural serratalhadense. “Domá”, como é mais conhecido, é ativista cultural desde  os anos 70 e fundador da Fundação  Cultural Cabras de Lampião (FCCL – MUSEU DO CANGAÇO). Foi diretor de Cultura de Serra Talhada (93/96) e assessor de Cultura da Fundação de Patrimônio Histórico de Pernambuco (Fundarpe).

Esta comunidade parabeniza o escritor e pesquisador do cangaço, Anildomá Willians de Sousa, por mais essa conquista... A garra de Anildomá, bem como, com o auxílio de sua esposa Cleonice/filhos, trarão grande desenvolvimento na Cultura de Serra Talhada/PE, especialmente, no Estudo e divulgação do cangaço, haja vista, ser essa sua especialidade... ( Criação do Museu do Cangaço, grupo de Xaxado, Festival de músicas do cangaço..., além de outros grandes eventos já criados ).

Abraço  a todos, e, especialmente para ANILDOMÁ   E  CLEONICE.

IVANILDO ALVES  SILVEIRA
Colecionador  do cangaço
Membro da SBEC e do CARIRI-CANGAÇO
NATAL/RN


http://www.orkut.com/Main#CommMsgs?cmm=624939&tid=5829087781197500604

CABEÇAS CORTADAS - SENSACIONAL FOTO

Por: Ivanildo Alves Silveira

Subgrupo de Lampião eliminado enquanto dançava em uma fazenda, em Porto da Folha/SE. São eles: Manuel Moreno, sua esposa Áurea e Gorgulho, metralhados pela volante baiana do Sargento Odilon Flor, a 23 de junho de 1937, na Fazenda Poço da Volta em Porto da Folha, Sergipe, durante as festas de São João.

Essa foto chama muito atenção de todos, ante a violência que a mesma encerra... Chega-se a perceber, os detalhes fisionômicos dos personagens, após a morte violenta... era assim que agiam as volantes... Praticavam violências, tal quais os cangaceiros...


Fonte: Guerreiros do Sol,
Frederico Pernambucano de Mello.

Abraço  a todos

Ivanildo Alves  da  silveira
Colecionador do cangaço
Membro da SBEC e do Cariri-Cangaço
Natal / RN 

http://www.orkut.com/Main#CommMsgs?cmm=624939&tid=5833717163237101756&na=2&npn=1&nid=

sábado, 26 de janeiro de 2013

"Mané Moreno e a folia de reis"

Por: Cabo Francisco

Mané Moreno era um cangaceiro feio, esquisito, preguiçoso, problemático e perverso ao extremo, que além de difícil convivência, este trazia consigo uma grande bagagem de ignorância e teimosia. Muitos diziam que ele vivia com Áurea quieto e meio isolado do resto do bando.

Sempre discutia e brigava com seus comparsas por qualquer motivo fútil; emprestava dinheiro ou algum objeto dos outros e não os devolvia, apesar de tudo, ainda não era um cabra de confiança, pois os cangaceiros mais antigos do bando, diziam que ele já os havia abandonado, fugindo por várias vezes em meio a violentos combates com as volantes nas caatingas. 

Enfim, que além de covarde era também um "porcão", pois não era muito chegado a um banho, transpirava muito e a sua higiene bucal deixava a desejar. Era um ser obcecado por perfumes e que ao borrifá-los pelo corpo e nas roupas encharcadas de suor, esta mistura de odores lhe dava uma fragrância enigmática.


Até mesmo o próprio Lampião não gostava dele, e só o aceitava no bando por consideração aos seus parentes, os valentes cangaceiros Zé Sereno, Zé Baiano e os irmãos Antônio e Cirilo de Ingrácias.

Mané Moreno a esquerda, seguido de Zé Sereno e Zé Baiano

Um dia de quarta feira, da semana que antecedia o natal, sua mulher e companheira Áurea pediu para que ele a levasse para ver seus pais. Atendendo ao pedido de sua amada, ele partiu levando-a na garupa do seu cavalo. Eram umas 17:00h. Quando chegaram próximo à casa de Áurea, o cangaceiro notou que havia muita movimentação de gente. Então cismado, ele parou o cavalo no alto do morro, e mandou que Áurea fosse até lá para ver o que estava acontecendo. E assim foi feito. Daí então, logo Áurea regressou e lhe informou que seu pai, o velho Zé Nicárcio estava recebendo em sua casa uma "folia de reis", e que era para o cangaceiro respeitar a bandeira do divino, e aguardar um bocadinho, até que todos partissem, e que depois eles chegassem com cuidado. 

O casal Zé Nicárcio e dona Josefa odiavam Mané Moreno, pelo fato deste ter obrigado sua filha a segui-lo naquela vida de criminalidade.

Mané Moreno soltou bufões de raiva, babava e rangia os dentes de ódio, e por fim falou: “Eu vô descê inté lá e dispois di iscurraçá aquelis fios duma égua, vô dar uma coça nu seu pai”.

Áurea tentou detê-lo, mas o cangaceiro irado, a derrubou com um empurrão. Depois montou no seu cavalo e partiu a galope, mas ainda escutou quando sua mulher gritou: "-Cuidado qui u santu rei vai lhe castigá!"

Áurea mal fechou a boca,  um enxame de abelhas africanas que surgiu do nada, atacou Mané Moreno, fazendo seu cavalo mudar de rumo e se embrenhar no meio das caatingas em disparada por uma outra direção oposta.

Nisso Áurea foi até a casa de seus pais e tomando um banho, jantou um pirão feito com caldo de galinha caipira, e gozando dos afagos de seus entes queridos, adormeceu. Quando a lua alva estava alta no céu, todos acordaram com o latido dos cães. Áurea acendeu uma lamparina e abriu a janela para ver o que era, e constatou debaixo do pé de jaca, um homem seminu com as roupas todas ensanguentadas e rasgadas, além de vários taios pelo corpo, que se encontrava todo inchado pelas picadas dos insetos.

Áurea foi até ao cangaceiro, que estropiado só podia se comunicar por gestos, devido ao inchaço nas amídalas provenientes do "castigo" recebido por sua heresia.

No outro dia, deitado em uma rede, depois de já recuperado, enquanto Áurea arrancava-lhes os inúmeros espinhos de seus pés, ele contou que além das picadas das abelhas, caiu do cavalo, enroscou o pé no estribo e foi arrastado caatinga adentro. E sua sorte foi que seu cavalo topou mais adiante algumas éguas no cio, e parou para rufiar as fêmeas, foi assim que ele conseguiu se soltar e safar-se do castigo.

Por incrível que pareça, o facínora jurou para sua amada que jamais em sua vida iria agir contra uma folia de reis.

No ano seguinte ele e a sua amada Áurea foram surpreendidos e mortos, enquanto dançavam em um baile naquela região, por uma das muitas volantes que os perseguiam.

Enviado pelo Cabo Francisco.

http://blogdomendesemednes.blogspot.com

Logo, logo encontraremos filhos e netos do cangaceiro Volta Seca

Por: José Mendes Pereira

O que filha e neta do cangaceiro Volta Seca enviaram para o nosso blog.


Neta de Volta Seca disse: 

- Sou neta dele, meus tios aí na foto.

Neta de Volta Seca disse: 

- Sou neta dele, minha irmã mais nova super parecida com esse bebê que está no colo do meu avó... Lindos vovó linda como sempre.

Filha de Volta Seca disse: 

Olá! Eu sou a filha Rose Meire, achei interessante o seu blog, breve mandarei uma foto de todos os filhos restantes e netos de Volta Seca.

Nossa resposta:

Nós que vivemos nesta luta de organizar a história do cangaço, ficamos muito felizes em recebermos informações de filhos ou netos de cangaceiros.

Não deixe de nos presentear com informações sobre seu pai ou mãe que era filha do cangaceiro Volta Seca.

Informe-nos onde você mora, qual cidade, Estado e o verdadeiro nome do seu pai ou mãe que é filho(a) do cangaceiro Asa Branca.

Entre sempre em contato conosco. Os cangaceirólogos ficarão honrados com  informações sobre filhos ou netos de cangaceiros, mas depende de informações de familiares.

Acreditamos que vocês não irão demorá com estas informações. A cultura precisa de vocês.

E-mails para contatos:

josemendesp58@gmail.com
josemendesp58@hotmail.com

Link dos comentários enviados ao nosso blog sobre filha e neta:

http://blogdomendesemendes.blogspot.com.br/2012/07/o-deleite-de-volta-seca.html?showComment=1358519851468#c7095159376344272499


http://blogdomendesemendes.blogspot.com

Cangaço : A Verdadeira História !

Por: Manoel Severo
Manoel Severo, Aderbal Nogueira e Jonasluis de Icapuí

Hoje foi dada a largada a um dos mais audaciosos Projetos da Televisão Brasileira com relação a este fenômeno apaixonante que é o Cangaço.

Estivemos participando por toda manhã desta quinta-feira; eu, Aderbal Nogueira e o Diretor da FGFTv Jonasluis da Silva, de Icapuí de uma importante reunião de trabalho na sede da Faculdade Integrada da Grande Fortaleza - FGF. O encontro marcou o ponta pé definitivo para a realização de um dos mais ousados projetos da televisão brasileira, ligado à temática do Cangaço.

Ficou definido a estratégia e os passos iniciais da produção da Série para Tv de: CANGAÇO: A VERDADEIRA HISTÓRIA. O projeto se dará a partir de 24 capítulos e sem dúvidas se configurará em mais um épico que marcará nossa televisão e deixará um legado inestimável para as próximas gerações de estudiosos, pesquisadores e o público que é apaixonado pela história do Nordeste e principalmente do Cangaço.

À frente do Projeto, o competente e surpreendente Jonasluis da Silva,de Icapui; um homem incomum, inquieto, realizador, responsável por inúmeras obras, dentre elas a "Sedição de Juazeiro" que inclusive teremos a apresentação na íntegra no Cariri Cangaço 2013. 

São muitas as novidades, que passo a passo vamos trazendo para todos os amigos que acompanham o cariricangaco.com Aguardem !

Manoel Severo
Cariri Cangaço

http:cariricangaço.blogspot.com

Comunicado

Por: José Mendes Pereira
Este pássaro simboliza sabedoria - oconsumidorconsciente.blogspot.com.br

Amigos leitores e colaboradores:
O nosso blog estava com problemas.

Faça uma visitinha aos blogs:

Cariri Cangaço 
http://cariricangaço.blogspot.com

Lampião Aceso
http://lampiaoaceso.blogspot.com

Cangaço na Bahia
http://cangaconabahia.blogspot.com

Ser tão sertão
http://blograngel-sertao.blogspot.com

Blog do Honório de Medeiros 
http://honoriodemedeiros.blogspot.com

Blog do Clerisvaldo B. Chagas 
http://clerisvaldobchagas.blogspot.com

Blog do Dr. Archimedes Marques
http://www.cangacoemfoco.jex.com

Blog de Rostand Medeiros
http://tokdehistoria.wordpress.com

Blog do Guilherme Machado
http://portaldocangaco.blogspot.com.br

Blog do Dr. Lima
http://blogdodrlima.blogspot.com.br

Blog do professor Edicarlos Rocha
http://petroleorn.blogspot.com.br

LUIZ GONZAGA E O RIO GRANDE DO NORTE



À venda nos seguintes locais  

Mossoró - RN:
Praça da Convivência - Corredor cultural - Centro
CAFÉ E ARTESANATO

Natal - RN:
LIVRARIA NOBEL - Avenida Senador Salgado Filho, 1782. fone: (0xx) - 84 - 3613-2007


Campina Grande - PB:
Vila do Artesão
FURLÃO ARTE EM COURO - Biagio Grisi
si
R$ 35,00
OBS: Para encomendas externas, há o acréscimo da taxa dos correios.


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quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

O Maior Livreiro do cangaço do Brasil, também estará no Cariri Cangaço 2013.

Professor Pereira e Fátima Cruz

Caro amigo Severo,

Ótimo, estamos às ordens para o que for necessário. Estávamos ansiosos por notícias sobre o Cariri Cangaço 2013. Essa marca tem qualidade. Sempre afirmo com convicção, o estudo, a pesquisa e divulgação do tema cangaço tem um marco divisório: 
ANTES E DEPOIS DO CARIRI CANGAÇO.

Quero lhe parabenizar pela coragem, dedicação e força de vontade em divulgar a nossa História, como um todo e  especialmente do Cangaço.

O Cariri Cangaço é hoje um evento de renome internacional, cresceu com qualidade e competência. Por onde ando neste Brasil, quando falamos de Cangaço, a referência é esse evento.

Os amigos que me compram livros, do Brasil inteiro,  querem saber como participar. Não adiantei nada. Precisamos conversar sobre isso. Só sei de uma coisa, vai ser um sucesso de frequência.No último Cariri Cangaço a frequência foi bem maior do que o estimado por você. Pois só Porteiras, Barro e Aurora tinha 2.500 pessoas.

 Professor Pereira entre Kydelmir Dantas e Honório de Medeiros

No último sábado, dia 19/01 participei do lançamento do livro "Lampião em Alagoas" dos autores Clerisvaldo B. Chagas e Marcello Fausto, este último participou do Cariri Cangaço 2009, no Crato e Juazeiro,  com o deputado Inácio Loiola e Jairo e tem uma grande admiração por você. Eles autografaram um exemplar do livro para você. Está comigo, postarei hoje, nos Correios, no seu endereço de Fortaleza. Por gentileza, divulgue. Pois sendo divulgado no Cariri Cangaço, Lampião aceso e Lampião, o Grande Rei do Cangaço(Ivanildo), o Brasil inteiro toma conhecimento.

Abraços e agradeço a sua força. 
Professor Pereira e Fátima Cruz

Cajazeiras - PB

NOTA CARIRI CANGAÇO: Não é mais necessário dizer, toda a comunidade que pesquisa o cangaço e as coisas do nordeste, sabe que em se tratando de publicações , só há um nome: Professor Pereira. A dica é entrar em contato com esse espetacular amigo e pedir seu catálogo especial, o único do Brasil e aí é só escolher. Preço justo, qualidade e segurança, não perca tempo, não espere o Cariri Cangaço 2013 paraconhecer o grande trabalho do Professor Pereira, aí vai a dica, entre em contato com ele:
franpelima@bol.com.br  


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Luiz Gonzaga – O menino cantador

LUIZ GONZAGA – ASA BRANCA – O MENINO CANTADOR – História em quadrinhos selecionada pelo Prêmio Funarte Centenário de Luiz Gonzaga 2012 conta a história da infância e juventude do Rei do Baião.


Em 2012, comemora-se o Centenário de Luiz Gonzaga, um dos maiores músicos brasileiros. O Rei do Baião completaria 100 anos no dia 13 de dezembro e, por conta da efeméride, vêm acontecendo diversas homenagens e comemorações, entre elas, o lançamento da história em quadrinhos Luiz Gonzaga – Asa Branca – O Menino Cantador, com roteiro de Maurício Barros de Castro e arte de Wesley Rodrigues. Maurício é jornalista e historiador, vencedor do Prêmio Abril de Jornalismo 2011, na categoria Cultura, pela reportagem “O Verde que Virou História”, sobre o sociólogo Gilberto Freyre, publicada na Revista National Geographic-Brasil. Já Wesley é quadrinista e ilustrador, diretor de animação do premiado O Ogro (2011) e de Pinga com Sakê (2009).

A HQ Luiz Gonzaga – Asa Branca – O Menino Cantador é uma iniciativa inédita, que pretende aproximar a vida e obra de Luiz Gonzaga do público jovem, apresentando um pouco da história e da cultura do Nordeste por meio da vida do músico, que, entre suas aventuras e errâncias, inclui a descoberta do xote, do baião e do forró, a saga dos retirantes nordestinos, o sonho de vencer na cidade grande como cantor e a conquista do tão almejado sucesso. A obra conta ainda com breves citações Gilberto Gil, Caetano Ve- loso, Dominguinhos, Fagner e Alceu Valença sobre a importância da música de Gonzaga em suas vidas.

Contemplada pelo Prêmio Funarte Centenário de Luiz Gonzaga 2012, a HQ integra uma série de projetos especiais desenvolvidos pelos editores Christiano Menezes e Chico de Assis, sócios do estúdio de design Retina78.

Enviado pelo escritor, poeta e pesquisador do cangaço: 
Kydelmir Dantas

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Uma terrível desgraça aconteceu com Mané Véio

Por: Alcino Alves Costa

Uma terrível desgraça aconteceu com Mané Véio. Dominado por um ciúme doentio mata a sua esposa Cidália. Processado, o descendente dos Jacó teve que mudar de Estado. O seu destino foi Alagoas. No dia 26 de novembro de 1936 chegou a Maceió. Imediatamente foi posto a disposição do 2º Batalhão aquartelado em Santana do Ipanema, no Alto Sertão Alagoano e engajado na volante do tenente João Bezerra da Silva.            

Documentou Mané Véio, de seu próprio punho, que antes de Angico ele participou de um combate, acontecido no dia 2 de fevereiro de 1938, na fazenda Riacho Preto, município de Mata Grande, nas Alagoas, oportunidade em que morreram três cangaceiros, porém ele não cita nomes.


Sobre Angico, Mané Véio se coloca como proeminente personagem daquele notável acontecimento da vida nordestina e brasileira. Os seus registros dão conta que a força militar era composta de quarenta homens, sendo vinte pertencentes à volante do aspirante Francisco Ferreira de Melo, dezenove soldados e contratados e um civil que era o bagageiro do tenente, estes sob as ordens de João Bezerra. Lampião estava em Angico, segundo as suas afirmativas, com 55 homens e ainda esperando Corisco, com mais 9 asseclas.

O moço da Bahia atesta que foi ele o responsável pelas coordenadas que culminaram com o cerco e o jamais esperado resultado daquela inesquecível empreitada. Mané Véio, pleno de convicção, afirma ter sido ele quem orientou João Bezerra no instante final do ataque dizendo-lhe que dividisse os quarenta homens em grupos de cinco e todos investissem sobre o riacho e o coito de uma só vez. No dizer do baiano, assim foi feito e o lendário combate demorou aproximadamente trinta minutos. E o resultado todos conhece. Em Angico morreram Lampião, Maria Bonita, Enedina, mais oito cangaceiros, e o próprio cangaço.

Diz à história que após tirar a vida de Luís Pedro, Mané Véio decepou as suas mãos, na pressa de se apossar dos anéis que enfeitavam os dedos do famoso assecla. Enriquecido com o saque e não querendo perder todo aquele cabedal: dinheiro, jóias, ouro e outros objetos, o valentão da Santa Brígida deixou à volante e arribou no mundo. Não podia retornar para a Bahia, o seu sertão e nem a sua tão amada Santa Brígida. Ali havia praticado um bárbaro crime. Num instante de completa insanidade, e acometido de extremado ciúme, assassinou a sua esposa Cidália. O processo era sério e grave. Se caísse nas mãos da justiça iria ser condenado.

Seguiu um novo caminho. Coragem tinha de sobra para enfrentar qualquer desafio. E lá se foi o matador de cangaceiro para o distante e desconhecido Estado de Goiás; mas, esse capítulo fica para a próxima postagem, aguardem...
Vamos voltar a contar a incrível história de Mané Véio, o grande protagonista do cerco de Angico. Agora em Goiás deixa de ser Manoel para se tornar Euclides Marques da Silva, o nome de um irmão falecido na Bahia. Fixa residência na cidade de Goiania. Torna-se joalheiro. Casa-se com uma bela moça chamada Maria Bosco da Silva e com ela procura recomeçar a sua nova vida. Nascem dois filhos. Uma menina, chamada Jovina, e um garotinho batizado com o nome  de Jacob. Anos depois o casal muda-se para São Paulo. Vão morar no Bairro da Liberdade. O seu meio de vida, a sua subsistência, continua sendo o comércio de jóias e ouro.

O ciúme era uma constante, uma chaga cruenta na vida deste ex-soldado de volante. Aliado a tão medonho, doloroso e maléfico sentimento, o gênio extremamente violento do antigo “contratado” jogou no abismo a convivência, o sossego e a paz existente entre o baiano do Raso da Catarina e sua nova e também desafortunada esposa. Aquela vida harmoniosa do princípio, quando os dois em parceria comerciavam jóias e ouro juntos, havia chegado ao fim. E Maria começou a ser espancada pelo perverso marido.

Não suportando aquela triste e medonha situação, temerosa e apavorada com as torturas e brutalidades do companheiro, a goiana pediu o divórcio, não tinha como continuar vivendo debaixo de tanto sofrimento. O advogado contratado por Maria Bosco chamava-se Othoniel Brandão. Ele iria cuidar do desquite. Ao tomar conhecimento da decisão da esposa, o homem da Santa Brígida se revoltou, chegando a tentar enforcá-la, o que não aconteceu em virtude da intervenção imediata dos vizinhos. Após este grave incidente Maria prestou queixa na polícia. Mesmo assim, dias depois, o marido abandonado tentou a reconciliação, alegando que amava a sua companheira e mãe de seus filhos.

Irredutível, Maria Bosco não aceitou a pretensão do marido. O que queria, o que lhe interessava era ficar ao lado do filho e da filha, e longe, muito longe, do pai deles. Sem alternativas, Mané Véio, mesmo a contra gosto, terminou por concordar com a separação e a divisão amigável dos bens. Na 2ª Vara da Família e das Sucessões a vitória da vítima foi total. Além da pensão para ela e os filhos, ainda aconteceu à partilha e divisão dos pertences de ambos e os filhos ficaram sob a tutela de dona Maria.

Mesmo tendo aceitado o desquite, o antigo caçador de bandidos não se conformava com aquela separação. Agoniado, ameaçava assassinar a antiga companheira. A sua maior preocupação, o seu maior temor, era vê-la acompanhada de outro homem. Dominado pelo ciúme, costumava rondar a residência da ex-mulher, à Rua Pirapitingui, no prédio 97, apartamento 84, no Bairro da Liberdade. Assombrada com as ameaças, Maria Bosco procurou as autoridades policiais explicando a sua grave situação. Aconselhada pelos militares, comprou um revolver calibre 22, tirou porte de arma, e carregava a sua pequena arma em sua bolsa.

Os meses foram se passando. Aquela aflição continuava. O mês de julho de 1966 despontou. Chega o dia 13. É uma quarta-feira. Dona Maria,  acompanhada de sua filha Jovina Marques da Silva, sai do apartamento e vai até um açougue comprar carne. O filho caçula, Jacob, que sempre acompanhava a mãe, dessa vez não a acompanhou para jogar uma pelada com seus amiguinhos de infância. Na volta, após comprar a carne, um pistoleiro espreitava os passos de Maria. Era ele Josafá Marques da Silva, meio irmão de Mané Véio. Este bandido assim agia cumprindo ordem de seu mano que o incumbiu de assassinar a sua própria esposa.

Em um ponto da Rua Pirapitingui, Maria aparece ao lado da filha, uma linda mocinha de apenas 16 anos de idade. O assassino está de tocaia, a espera de suas vítimas. Pouco mais do meio dia mãe e filha surgem ao longo da rua. Caminham despreocupadas por uma calçada. O verdugo sorrateiramente se aproxima delas. Saca um revolver “S & W”, calibre “32”. Aciona o gatilho de sua homicida arma. Dois tiros atingem mortalmente dona Maria, uma ainda jovem mulher, com apenas 40 anos de idade. Um balaço perfurou o tórax e o outro se alojou um pouco abaixo do peito. Vendo a mãe baleada e cambaleante, Jovina se interpôs entre ela e o cruel assassino. Este sem compaixão e sem piedade, mesmo sabendo que ali estava uma menina-moça no verdor de sua florida existência, e além do  mais, sua sobrinha, uma vez que ela era filha de Mané Véio, não titubeou, atirou para matá-la. Este terceiro tiro também foi mortal. A bala atingiu o peito do lado direito da mocinha que cambaleou e caiu nos estertores da morte por cima do corpo de sua mãe.

Este duplo assassinato abalou São Paulo. No outro dia, 14 de julho de 1966, o jornal NOTÍCIAS POPULARES, estampava: “Cangaceiro contratou um bandido para exterminar a família em SP”. E em grandes letras: “PISTOLEIRO MATOU MÃE E FILHA!”. Na sexta-feira, dia 15, o jornal DIÁRIO DE NOTÍCIAS, estampava em grande manchete: “PISTOLEIRO CONFESSA: MATOU PORQUE TINHA PENA DO IRMÃO”. O “DIÁRIO DA NOITE”, também no mesmo dia 15 de julho, estampava: “MATOU A TIROS A CUNHADA E UMA SOBRINHA”. Josafá e Mané Véio foram presos e processados. No dia 25 de outubro de 1967, o responsável pelo assassinato da esposa e da filha foi para o banco dos réus – e foi severamente exemplado.

Alcino Alves Costa
O Decano, Caipira de Poço Redondo
Sócio da SBEC; Conselheiro Cariri Cangaço

NOTA CARIRI CANGAÇO: Agregando ainda mais valor aos dois capítulos da  Saga de Mané Véio, nos trazida pelo grande escritor Alcino Alves Costa, vamos recorrer ao confrade e Conselheiro Cariri Cangaço; Kiko Monteiro em seu espetaculaer "Lampião Aceso" .

Fala Kiko:
 

"Recebemos da leitora Marylu, uma importante informação via comentário para nossa matéria sobre Manoel Marques da Silva o célebre Mané Véio. Ela nos revelou que Euclides Marques da Silva, nome adotado por ele, faleceu aos 92 anos de idade -saciado de dias - na cidade de Pires do Rio - Goiás - em 09.01.2003 ao lado de sua terceira esposa -a goiana Nori Alves Marques da Silva. Hoje residente na capital - vide:


FONTE DA MATÉRIA: 
http://cariricangaco.blogspot.com/  (BLOG DO AMIGO SEVERO ).



Abraço a todos

IVANILDO ALVES SILVEIRA
Natal/RN

http://cariricangaco.blogspot.com

Luiz Gonzaga_O menino cantador

Por: Kydelmir Dantas

Atenção colegas Gonzaguianos...
Pesquisadores, colecionadores e fãs.

Dentre os livros que foram lançados em 2012, dentro do ano do centenário, além de inúmeros cordéis, pelo menos 3 deles foram em formato de histórias em quadrinhos.
Conheçam e busquem o que se segue:

Kydelmir Dantas

Petróleo Brasileiro S.A. / Exploração e Produção
Unidade Operacional  - Rio Grande do Norte, Ceará
Ativo de Produção Mossoró
Segurança - Meio Ambiente - Saúde / Célula de Meio Ambiente
Mossoró - RN

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