Por Rubens Antonio
Interessados contactar:
Bruna Mota Pamponet
brunamotagestao@gmail.com
https://www.facebook.com/photo/?fbid=5122466177793635&set=gm.1167455040391041
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
Por Rubens Antonio
Interessados contactar:
Bruna Mota Pamponet
brunamotagestao@gmail.com
https://www.facebook.com/photo/?fbid=5122466177793635&set=gm.1167455040391041
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
A chamada Guerra de Canudos, revolução de Canudos ou insurreição de Canudos, foi o confronto entre um movimento popular de fundo sócio-religioso e o Exército da República, que durou de 1896 a 1897, na então comunidade de Canudos, no interior do estado da Bahia, no Brasil.
O episódio foi fruto de uma série de fatores como a grave crise econômica e social em que encontrava a região à época, historicamente caracterizada pela presença de latifúndios improdutivos, situação essa agravada pela ocorrência de secas cíclicas, de desemprego crônico; pela crença numa salvação milagrosa que pouparia os humildes habitantes do sertão dos flagelos do clima e da exclusão econômica e social.
Inicialmente, em Canudos, os sertanejos não contestavam o regime republicano recém-adotado no país; houve apenas mobilizações esporádicas contra a municipalização da cobrança de impostos. A imprensa, o clero e os latifundiários da região incomodaram-se com uma nova cidade independente e com a constante migração de pessoas e valores para aquele novo local passaram a acusá-los disso, ganhando, desse modo, o apoio da opinião pública do país para justificar a guerra movida contra o arraial de Canudos e os seus habitantes.
Aos poucos, construiu-se em torno de Antônio Conselheiro e seus adeptos uma imagem equivocada de que todos eram "perigosos monarquistas" a serviço de potências estrangeiras, querendo restaurar no país o regime imperial, devido, entre outros ao fato de o Exército Brasileiro sair derrotado em três expedições, incluindo uma comandada pelo Coronel Antônio Moreira César, também conhecido como "corta-cabeças" pela fama de ter mandado executar mais de cem pessoas na repressão à Revolução Federalista em Santa Catarina, expedição que contou com mais de mil homens.
A derrota das tropas do Exército nas primeiras expedições contra o povoado apavorou o país, e deu legitimidade para a perpetração deste massacre que culminou com a morte de mais de seis mil sertanejos. Todas as casas foram queimadas e destruídas.
Canudos era uma pequena aldeia que surgiu durante o século 18 às margens do rio Vaza-Barris. Com a chegada de Antônio Conselheiro em 1893 passou a crescer vertiginosamente, em poucos anos chegando a contar por volta de 25 000 habitantes. Antônio Conselheiro rebatizou o local de Belo Monte, apesar de estar situado num vale, entre colinas.
A situação na região, à época, era muito precária devido às secas, à fome, à pobreza e à violência social. Esse quadro, somado à elevada religiosidade dos sertanejos, deflagrou uma série de distúrbios sociais, os quais, diante da incapacidade dos poderes constituídos em debelá-los, conduziram a um conflito de maiores proporções.
A figura de Antônio Conselheiro
Antônio Vicente Mendes Maciel, apelidado de "Antônio Conselheiro", nascido em Quixeramobim (CE) a 13 de março de 1830, de tradicional família que vivia nos sertões entre Quixeramobim e Boa Viagem, fora comerciante, professor e advogado prático nos sertões de Ipu e Sobral.
Após a sua esposa tê-lo abandonado em favor de um sargento da força pública, passou a vagar pelos sertões em uma andança de vinte e cinco anos. Chegou a Canudos em 1893, tornando-se líder do arraial e atraindo milhares de pessoas. Acreditava que era um enviado de Deus para acabar com as diferenças sociais e com a cobrança de tributos.
Acreditava ainda que a "República" (então recém-implantada no país) era a materialização do reino do "Anti-Cristo" na Terra, uma vez que o governo laico seria uma profanação da autoridade da Igreja Católica para legitimar os governantes. A cobrança de impostos efetuada de forma violenta, a celebração do casamento civil, a separação entre Igreja e Estado eram provas cabais da proximidade do "fim do mundo".
A escravidão havia acabado poucos anos antes no país, e pelas estradas e sertões, grupos de ex-escravos vagavam, excluídos do acesso à terra e com reduzidas oportunidades de trabalho. Assim como os caboclos sertanejos, essa gente paupérrima agrupou-se em torno do discurso do peregrino "Bom Jesus" (outro apelido de Conselheiro), que sobrevivia de esmolas, e viajava pelo Sertão.
O governo da República, recém-instalado, queria dinheiro para materializar seus planos, e só se fazia presente pela cobrança de impostos. Para Conselheiro e para a maioria das pessoas que viviam nesta área, o mundo estava próximo do fim. Com estas ideias em mente, Conselheiro reunia em torno de si um grande número de seguidores que acreditavam que ele realmente poderia libertá-los da situação de extrema pobreza ou garantir-lhes a salvação eterna na outra vida.
https://www.sohistoria.com.br/ef2/canudos/
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
Kinko Pelegrine
Por TV MARIA BONITA
Sempre quando olhava e olho essa foto do Padre Cícero morto no seu caixao, ficava e fico imaginando quem eram essas pessoas ao redor.
Hoje consegui identificar a pessoa que está ao lado do Padre olhando para seu rosto. Trata-se do Senhor José Bezerra, fazendeiro em Juazeiro, pai do ex-governador do Ceará Adauto Bezerra.
Veja Aqui
https://www.youtube.com/watch?app=desktop&feature=youtu.be&v=WZzayhSn1KE&ab_channel=TVMARIABONITA
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
Por Geraldo Júnior
Mas até na hora da morte Lampião teve "sorte", porque se tem sido pego com vida por seus inimigos, principalmente pelos Nazarenos, que tinham dívidas de sangue a serem cobradas, teria sofrido todo tipo de suplício, antes de ser finalmente eliminado. A vingança teria sido cobrada lentamente, sem pressa e sem hora para acabar.
Mas quis o destino que o célebre cangaceiro fosse eliminado em instantes e sem dar um único tiro sequer. Escapando assim mais uma vez das mãos de seus tão temidos inimigos.
Geraldo Antônio de Souza Júnior
135550571_1783878311776057_6118647694601691929_o
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
Por Beto Rueda
Os Coronéis do sertão, quase sempre grandes proprietários de terras, exerciam enorme poder de influência sobre a sua região. Controlavam a política, a economia, os cargos públicos e até a igreja.
Em áreas do interior do Nordeste, surgiram verdadeiras "nações de coronéis" com forças militares próprias que representou uma relação de desigualdade social, a impossilibidade dos cidadãos realizarem seus direitos e a precariedade ou inexistência de serviços assistenciais do Estado.
O reconhecimento da sua autoridade era medido pela quantidade de pessoas que trabalhavam para eles.
Alguns tornaram-se referências históricas, veja por Estados:
Pernambuco:
Francisco Heráclito do Rêgo, Romão Pereira Filgueira Sampaio, Francisco Filgueira Sampaio(Chico Romão), Antônio Angelino, Febrônio de Souza, Manoel Caribé( Né Caribé), Epaminondas Gomes, João Barracão, Francisco Martins de Albuquerque Filho(Chico Martins), Ângelo Gomes de Lima(Anjo da Jia), Zezé Abílio, Júlio Brasileiro, Antônio Serafim de Souza Ferraz(Antônio Boiadeiro), José Medeiros de Siqueira Campos, Manoel Inácio, Antônio Cavalcante, Francisco de França(Chico de França), Constantino Rodrigues LIns, Luiz Gonzaga Gomes Ferraz, Antônio Clementino de |Carvalho(Antônio Quelé), Andrelino Pereira da Silva, Antônio Pereira, Antônio Alvesde Fonseca Barros, Cornélio Aurélio Soares Lima.
Alagoas:
Joaquim Antônio de Siqueira Torres, Paulo Jacinto Tenório, Delmiro Augusto da Cruz Gouveia, José Rodrigues de Lima Firmo, Manoel Rodrigues, Joaquim Rezende, Ulisses Luna, João Gomes Malta de Sá, José de Aquino Ribeiro, Elísio Maia.
Paraíba:
Jaime Pinto Ramalho, José Bruneto ramalho, Felizardo Leite, Augusto santa Cruz Oliveira(Sinhozinho do Areal), Aristides Ferreira da Cruz, Marçal Diniz, José Pereira Lima(Zé Pereira de Princesa).
Ceará:
Francisco Fernandes Vieira, Antônio Rósco Jamacaru, Isaías Arruda, Antônio Joaquim de Santana, José Belém de figueiredo, Cândido Ribeiro Campos, Raimundo Bento de Souza Baleco, Antõnio Mendes Bezerra, Pedro Silvino de Alencar, Joaquim Alves Rocha, Raimundo Cardoso dos Santos, Antônio Pereira Pinto, João Raimundo Macedo(Joca do Brejão), Mousinho Cardoso, José Inácio.
Rio Grande do Norte:
Salviano Batista, Pedro Ferreira das Neves(Pedro Velho), Ezequiel de Araújo Fernandes, José Bernardo de Medeiros, Tomás de Araújo Pereira(o Neto), Caetano Dantas Correia, Felinto Elísio de Oliveira Azevedo, Francisco Gurgel, José Bezerra de Menezes.
Sergipe:
Sebastião Gaspar de Almeida Boto, Florentino Borba de Almeida, Bento de Melo Pereira, Gonçalo Faro de Rollemberg, José da Trindade Prado, José Inácio de Accióli Prado, Pedro Leopoldo de Araújo Nabuco,Otoniel Dórea, José Ribeiro da Jacoca, Napoleão Emídio, Antônio Ferreira de Carvalho(Antônio Caixeiro), Chico Porfírio, Hercílio Brito.
Bahia:
Clementino Matos, Horácio de Matos, Antônio Landulfo da Rocha Medrado, Felisberto Augusto de Sá, Francisco Augusto de sá, Manoel Fabrício de Oliveira, Militão Rodrigues Coelho,Anfilófio Castelo Branco, Aureliano de Brito Gondim, Franklin Lins de Albuquerque, Abílio Rodrigues de Araújo, João Sá, Saturnino Nilo, João Maria de Carvalho, Petronilo de Alcântara Reis, João Dantas dos Reis Portátil, Cícero Dantas Martins.
REFERÊNCIAS:
MORAES, Walfrido. Jagunços e heróis. São Paulo: Civilização Brasileira, 1963.
COSTA, Alcino Alves. Lampião além da versão: mentiras e mistérios de angico. Cajazeiras: Real Gráfica, 2011.
IRMÃO, José Bezerra Lima. Lampião a raposa das caatingas. Salvador: JM Gráfica, 2014.
https://www.facebook.com/groups/508711929732768
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
Amizade entre Candeeiro e Vinte e Cinco. Corisco bebia muito? As armas das mulheres e como era Dadá.
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
Na terça-feira, 22 de maio de 1877, um visitante inesperado tocou a campainha do apartamento de Victor Hugo, 21 rua de Clichy em Paris. Quando o então mais famoso escritor da França abriu a porta, a surpresa foi imensa a ficar frente a frente com o Imperador do Brasil, Dom Pedro II.
Mesmo sendo um republicano convicto, Victor Hugo gostou tanto do encontro que passou alguns dias depois no Grand Hotel, na Praça da Ópera, e deixou para o monarca uma foto com essa comovente homenagem : “Para aquele que tem Marco Aurélio como antepassado”. Essas anedotas, junto a muitas outras, estão no livro agradável e bem documentado de Maurício Torres Assunção, “A historia do Brasil nas ruas de Paris”. Nos 174 endereços listados, o turista brasileiro vai encontrar novos motivos para gostar de Paris, bem como novos centros de interesses para definir seus itinerários.
Se Dom Pedro I só ficou uma vez em Paris, depois da sua abdicação, convidado de palácio em palácio pelo Rei Louis Philippe – mas preferindo se hospedar num palacete na rua de Courcelles, Dom Pedro II era apaixonado pela cidade. Marcou com a sua presencia todos os monumentos parisienses, especialmente nos bairros localizados entre o Louvre, a Opera e os Champs Elysées. Atrás de novidades técnicas ou científicas, frequentou o Institut De France, o Jardin des Plantes e o Jardin d’Acclimatation, visitou os esgotos e financiou o Institut Pasteur.
Para o viajante, a mais emocionante lembrança será talvez de caminhar pelo Parc Monceau onde ele gostava de andar, doente e sozinho, nos últimos dias do seu triste exílio. Por ironia da historia, os grandes inimigos do Império, os positivistas, estão também enraizados em Paris onde o movimento de “Amor, Ordem e Progresso” nasceu. No número 5 da rua Cayenne, no Marais, fica a Capela da Humanidade num prédio onde teria morada Clotide de Vaux de Ficquelmont, a musa do Auguste Comte!
O mais parisiense dos brasileiros foi sem dúvida Santos Dumont, o “pequeno Santôs” como era carinhosamente chamado. Nos 22 anos que passou em Paris, são 39 lugares selecionados no livro de Maurício Torres, desde o Jardin d’Acclimation ou o Campo de Jogo de Bagatelle de onde saíram as suas aeronaves, até o Café de la Paix, a Grande Cascade ou o Maxim’s onde ele gostava jantar. Numerosas placas comemoram suas façanhas, o seu primeiro recorde histórico (em Bagatelle), o segundo (em Saint Cloud), o seu impressionante acidente (na avenida Presidente Kennedy) ou seu segundo domicilio nos Campos Elíseos 114, na frente do qual pousava com seu pequeno balão “Baladeuse” ou, depois, com seu aviãozinho “Demoiselle”.
O pais que quase adotou a Marseillaise como hino oficial ainda marcou muitos lugares em Paris, nos passos de Villa-Lobos (Restaurante Le Boeuf sur le Toit, Salle Pleyel ou Maison de l’Amérique Latine), do Lucio Costa ( Maison du Brésil ou sede da UNESCO), ou do Oscar Niemeyer que afirmou suas ligações políticas desenhando a sede do Partido Comunista francês bem como a (antiga) sede do diário l’Humanité em Saint-Denis.
Com fatos inéditos ou poucos conhecidos, o livro do Maurício revela com muito humor essas relações excepcionais entre Paris e alguns dos mais famosos Brasileiros. Para o visitante, os seus legados arquitecturais, científicos, sociais ou culturais, celebrados em placas, monumentos e nomes de ruas, podem assim fazer de uma estadia na Cidade Luz uma viagem pela historia do Brasil.
Jean-Philippe Pérol
A História do Brasil nas Ruas de Paris, de Maurício Torres Assunção. Editora Casa da Palavra.
O Parque Monceau, onde passeava o Dom Pedro exiladohttps://leblogdoperol.com/2015/09/09/a-historia-do-brasil-nas-ruas-de-paris/
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
Antes de Maria Bonita se tornar famosa como a mulher de Lampião, o rei do cangaço, uma outra mulher já fazia história no interior da bahia, bem no início do século vinte. Era Anésia Cauaçu. Foi a primeira mulher no sertão baiano de Jequié a usar calças compridas. Foi a primeira mulher a montar de frente, já que naquele período as mulheres montavam de lado numa cela chamada cilhão. Era uma mulher branca que lutava capoeira naquela época.
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
Por Kydelmir Dantas
Patrícia também é responsável pela publicação da Revista TERTÚLIA e seu projeto literário concorreu ao Prêmio Jabuti 2020, ficando entre os 5 primeiros classificados no Brasil.
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
Durante as entregas alguns foram responsáveis pela chave do cadeado das cadeias e também ajudaram a achar outros cangaceiros que ainda não haviam se entregado.
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
Para compor sua equipe de governo, como Secretário Executivo de Cultura de Brejo Santo.
Que possamos buscar, através da Cultura, desenvolvimento e progresso para o nosso povo!
O Brejo é Isso!
https://www.facebook.com/photo/?fbid=3714232912001407&set=a.274216766003056
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
Do acervo da Verluce Ferraz
Por Cangaçologia
https://www.youtube.com/watch?v=BIm4KYgGgc8&feature=share&fbclid=IwAR30-ITnyn8fZW6iGEMuqLbMdM2fnb_lVyudoPE1RriEyDLpBGAR6FrxH6I&ab_channel=Canga%C3%A7ologiaVamos começar o ano de 2021 trazendo uma sensacional entrevista com Thiago Pereira de Sousa Soares, bisneto dos coronéis Zé Pereira de Princesa (Paraíba) e de Cornélio Soares, de Serra Talhada (Pernambuco), onde são abordados vários assuntos referentes a permanência de Lampião na região de Princesa. Filmagem realizada no dia 23 de setembro de 2020. À TODOS... UM FELIZ ANO NOVO... FELIZ 2021. Assistam e ao final deixem seus comentários, críticas e sugestões. INSCREVAM-SE no canal e ATIVEM O SINO para receber todas as nossas atualizações.
Forte abraço... Cabroeira!
Atenciosamente: Geraldo Antônio de Souza Júnior - Criador e administrador do canal.
https://www.youtube.com/watch?v=BIm4KYgGgc8&feature=share&fbclid=IwAR30-ITnyn8fZW6iGEMuqLbMdM2fnb_lVyudoPE1RriEyDLpBGAR6FrxH6I&ab_channel=Canga%C3%A7ologia
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
O amigo Neném de Rita, como era mais conhecido Elízio dos Nascimento, faleceu em Poço Redondo, no sertão sergipano, neste primeiro dia de 2021. Um dos quatro filhos de José Francisco do Nascimento (Zé de Julião) e Rita Saturnino dos Santos, irmão, portanto, de Anita, José do Nascimento (Juca) e Elício, mas também de outros que seu famoso pai teve com outras companheiras, a exemplo de Alexandre (Nilo), Maria José (Dedé), Carlos (Carlinhos), Zilma, Ângela e Julião, (filhos de Estela) Venúncio e Alaíde (filhos de Dona Êta), Marilu (filha de Dona Guimar da Ponta da Serra), e Inácio (filho da alagoana Nelice).
Conforme dito, Neném era meu amigo e conterrâneo, e meu interlocutor em instantes de proseados na casa de sua irmã Anita, com quem morava. Quando mais jovem, com mais saúde, sempre gostava de dar umas voltinhas pela cidade, apreciando muito ficar na esquina da Praça da Matriz, em pé na calçada de minha avó Marieta. Ali se reunia muita rapaziada sertaneja, então Neném ficava só apreciando o converseiro, e sempre sorrindo ante as palavras surgidas.
Jamais esquecerei o seu jeito terno de ser, um eterno menino num homem feito. Aos poucos foi perdendo a visão, reconhecendo as pessoas apenas pelas palavras, mas com a memória continuando em plena vivacidade. Seu problema de demência ou algo parecido, jamais impediu de se manter sempre sorridente e cumprimentando quem chegava com aquela voz arrastada e cativante. Era assim que eu o encontrava.
Além do ser humano maravilhoso traduzido em sua existência, pertenceu a uma família das mais importantes de toda a região sertaneja, e que ainda continua na justa nobreza de reconhecimento. Gente de Zé de Julião, de Rita, de Anita e, desse modo, vindo de uma linhagem familiar de tradicional pujança e profunda e verdadeira raiz.
Mas hoje, neste 1º de janeiro de 2021, o amigo se despede da vida terrena. Saudade já sentida, amigo Neném. Muita saudade!
https://www.facebook.com/photo?fbid=3888728851146898&set=a.476409229045561
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
Por Manoel Belarmino
Faleceu, infelizmente, há poucos minutos, neste dia 1° de janeiro, aqui em Poço Redondo, o senhor Elizio do Nascimento(Neném), filho de Rita Saturnino e Zé de Julião (o cangaceiro Cajazeira).
Neném é um dos 13 filhos do ex-cangaceiro, construtor e político poço-redondense Zé de Julião.
Quem conhece a história de Poço Redondo sabe a importância das famílias Santurnino e Nascimento na formação do povo poço-redondense.
Meus sinceros sentimentos aos familiares e a todos os poço-redondenses.
https://www.facebook.com/photo?fbid=3806885916000033&set=a.608577935830863
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
Por Joseane Pereira
O óbito do imperador enterrado junto a um pacote com terra do Brasil, teve repercussões significativas entre os brasileiros.
No ano de 1891, D. Pedro II vivia seu melancólico exílio na Europa. Expulso do Brasil em 1889, após o advento da República, ele e sua família se refugiaram na França e no Império Austro-Húngaro. O banimento da Família Imperial só seria suspenso em 1920, quase trinta anos após sua morte.
Os dias finais do ex-Imperador foram marcados por tristeza e saudosismo. Vivendo modestamente no hotel Bedford em Paris, ajudado por seu amigo Conde de Alves Machado, ele registrava em diários seu desejo de retornar ao Brasil. Sua esposa, Teresa Cristina, morrera logo após chegar à Europa devido a problemas respiratórios, e ele vivia cercado de alguns monarquistas fiéis e do restante de sua família.
Nos últimos anos, D. Pedro envelhecera rapidamente, estando à beira da morte em diversas ocasiões. Após fazer um longo passeio pelo Rio Sena em um dia de inverno, ele contraiu um resfriado que evoluiu para uma pneumonia grave, levando à sua morte em 5 de dezembro de 1891 – três dias após seu aniversário de 66 anos.
Nas 72 horas entre aniversário e morte, uma procissão ininterrupta de pessoas foi visitar o ex-imperador. Suas últimas palavras foram: "Deus que me conceda esses últimos desejos, paz e prosperidade ao Brasil”.
Impacto em solo brasileiro
Durante a preparação do corpo para o velório, um pacote lacrado foi encontrado em seus aposentos, junto à seguinte mensagem do imperador: "É terra de meu país. Desejo que seja posta no meu caixão, se eu morrer fora de minha pátria”. O pacote continha terra de todas as províncias brasileiras.
Pedro II em seu leito de morte / Crédito: Wikimedia Commons
Um livro foi colocado sob sua cabeça no leito de morte, simbolizando que sua mente descansava sobre o conhecimento. O governo Francês realizou um funeral de Estado, e diversos membros da monarquia Europeia compareceram à cerimônia, assim como representantes de governos americanos e de países como Turquia, China e Pérsia e membros da Academia de Belas Artes.
Nenhuma manifestação oficial foi realizada na República brasileira. Contudo, segundo o historiador José Murilo de Carvalho, o povo brasileiro não ficou indiferente ao seu falecimento: "repercussão no Brasil foi também imensa, apesar dos esforços do governo para a abafar. Houve manifestações de pesar em todo o país: comércio fechado, bandeiras a meio pau, toques de finados, tarjas pretas nas roupas, ofícios religiosos", afirma ele em seu livro “D. Pedro II: ser ou não ser”.
Missas solenes foram realizadas por todo o país, enaltecendo D. Pedro II e o regime monárquico. Os brasileiros se tornaram ainda mais apegados à figura do Imperador, a quem consideravam o Pai do Povo, e uma nostalgia com relação ao seu reinado crescia cada vez mais.
Enquanto o povo acreditava que as crises políticas e econômicas que afetavam a República se davam por causa da deposição do Imperador, sentimentos de pesar se manifestavam inclusive entre republicanos, que consideravam Pedro II um modelo de governante, com méritos e realizações genuínas.
Saiba mais sobre D. Pedro II através das obras abaixo:
As barbas do Imperador, de Lilia Moritz Schwarcz
Link - https://amzn.to/36MbHC4
D. Pedro II – A história não contada: O último imperador do Novo Mundo revelado por cartas e documentos inéditos, de Paulo Rezzutti
Link - https://amzn.to/2CoTTie
Imperador cidadão: e a Construção do Brasil, de Roderick J. Barman
Link - https://amzn.to/33vl4UK
Vale lembrar que os preços e a quantidade disponível dos produtos condizem com os da data da publicação deste post. Além disso, assinantes Amazon Prime recebem os produtos com mais rapidez e frete grátis, e a revista Aventuras na História pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação pelos links nesta página.
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
Por Luiz Bento
Era 02 de março do ano de 1926, pacificamente " Lampião " e um numeroso grupo de Cangaceiros adentram no Distrito de Macapá atual JATI-Ce. Essa visita ficou marcado na memória dos macapaenses em virtude do comportamento de Lampião e seus comparsas com os filhos dessa terra.
Relação dos Cangaceiro que estiveram juntos a Lampião na visita a Macapá:
Antônio Ferreira, Luís Pedro, Sabino Gomes, seu Chico, Maçarico, Aragão, Jurema, Nevoeiro, Pinica-pau, Tenente, Mormaço, Cobra verde, Barra Nova, Bem-te-vi, Lasca bomba, Azulão, Gato Bravo, Beija-flor, Pai Velho, Andorinha, Moita Brava, Açucena, Cuscuz, Moreno, Três pancada, três coco, Chumbinho, pensamento, Juriti, Meia noite, Criança, Coqueiro, Sabiá, Chá preto, Maquinista, Cravo Roxo, Jararaca, Cabreiro, Vereda, Serra do mar, Lua branca, Vinte e dois, Colchete, Delicadeza, Figueira, Alvoredo, Cajueiro, Fortuna, Lasca pau e Mosquito.
FOTOS:
Antigo Macapá
Atual JATI
LAMPIÃO e Cangaceiros
Pesquisador
Luís Bento
JATI 01/01/2021.
https://www.facebook.com/groups/508711929732768
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
Por Historias De Cangaceiro
Vidio sobre o cangaceiro BARRA NOVA O cangaceiro Barra Nova foi um dos cabras que deixou poucos relatos sobre sua vida. Sabe-se que andava diretamente no grupo de Lampião. E que o seu verdadeiro nome era Manuel Maurício compre agora o Livro, Apagando Lampião https://amzn.to/2AVNaij
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
Bruno Barreto Matéria 31 de dezembro de 2020 Allyson Bezerra, Secretariado municipal
O prefeito eleito Allyson Bezerra (SD) está a poucas horas de tomar posse e ainda não anunciou quem serão os titulares da Secretaria Municipal de Administração e da Ouvidoria.
São as pastas que estão em aberto no secretariado do prefeito que assume o cargo amanhã.
Alguns nomes são cotados para assumir a pasta da administração; o servidor da UFERSA Felipe Rodrigues, o servidor da UERN Iata Anderson e a servidora da UFERSA Luana Lima. Esta última é a única integrante da equipe de transição que até agora não foi anunciada no secretariado.
Para a ouvidoria chegou se especular o nome do jornalista Emerson Linhares.
Clique no link e leia a seguir.
http://blogdobarreto.com.br/tag/allyson-bezerra/