Por MD Rakibul Islam Noyen
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Por História em Foco.
O grande
general liderou as legiões do Tutmósis III em 16 campanhas e batalhas, onde
venceu todas.
Quando
envelheceu, a rainha do rei Tutmósis III
contruiu um grande palácio para ele ao lado do palácio real. O general bem
sucedido em suas batalhas morreu aos 60 anos.
Sua múmia, uma
das mais bem conservadas do mundo, está em exposição no Museu das Cataratas do
Niágara.
Tutmósis III
foi o sexto faraó da XVIII dinastia egípcia, da época do Império Novo.
Tutmósis III
notabilizou- se pela sua atividade militar. Foi um dos mais importantes faraós
do Antigo Egito, tendo sido apelidado de " Napoleão do Egito " por
James Henry Breasted( arqueólogo e historiador).
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Clerisvaldo B. Chagas, 3 de outubro de 2023
Escritor símbolo do sertão Alagoano
Crônica: 2.971
Continuamos observando as coisas do nosso estado e do mundo em que vivemos. À semelhança da pipoca Boni, do povoado Bonifácio, de Palmeira dos Índios, também consumimos ovos – embalados em caixinhas de 18 unidades e tudo de acordo com a legislação – do povoado Laranjal de Arapiraca. Esse mercado de proteínas abastece Santana do Ipanema e concorre com a distribuição de ovos diariamente vindos das granjas de São Bento do Una, Pernambuco. Mas a diferença é que essa embalagem diferenciada, pertence ao empreendimento em terras alagoanas. São os povoados e os sítios rurais em destaques. Em Santana do Ipanema, já chegamos a produzir 30.000 ovos/dia, mas vivemos em outro mundo político, diferente do Agreste.
Bom também é citar fonte para comprovação do que se fala: Luna L. Nunes Avícola LTDA., está escrito no rótulo. Além do empreendimento que beneficia o meu consumo, tomei conhecimento de nome de mais um povoado do estado, Laranjal. Assim os povoados vão ministrando lições empreendedoras e se inserindo na era do desenvolvimento e da auto suficiência alimentar, consequentemente aparecendo; E por falar em povoado de Arapiraca, foi do sítio Poção do mesmo município que veio a família Chagas, para o município de Santana do Ipanema, sítio Pedra da Lagoa, final do Século XIX. O ovo é rico em vitamina A, vitamina E, carotenoides, fortalece o sistema imunológico, melhoram as funções das células, ajudando na prevenção contra o câncer.
A crise da carne no Brasil, deu oportunidades para que o ovo surgisse como o grande matador da fome brasileira. Infelizmente, já no final da crise, os preços das rações subiram e inflacionaram também o produto dos galináceos. Agora os preços voltaram a baixar. O Brasil é o 70 produtor de ovos do mundo e, São Paulo o maior produtor do Brasil. Os especialistas dizem das maravilhas de se comer ovos todos os dias. O nosso país exporta milhares de toneladas de ovos. E o ovo não poderia ficar de fora de exportação do País que alimenta o mundo. E por coincidência, neste momento passa o carro do ovo alardeando na rua, mas são ovos vindos de Pernambuco e não do povoado Laranjal de Arapiraca. Ovo é agro, ovo é pop. Vamos de ovo!
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Por Francimary Oliveira.
A história de
Lampião e Maria Bonita é bem conhecida, o que poucos sabem é que Maria já era
casada quando conheceu o rei do cangaço. Mesmo assim ela se apaixonou por
Lampião e deixou tudo para trás para viver com ele. Maria Bonita foi a primeira
mulher a entrar no cangaço. Os dois juntos tiveram uma filha: Expedita, que não
foi criada por eles, mas sim por um vaqueiro, em quem o casal confiava. Lampião
e Maria Bonita a visitavam esporadicamente e Expedita, que ainda é viva, conta
que tem uma pequena lembrança dos pais.
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Por Luís Bento
Pelo Santo
Papa, o padre Cícero Romão Batista é convocado ao Vaticano para prestar
esclarecimento do suposto milagre da beata Maria Madale do Espírito Santos,
beata Maria de Araújo.
Em 10 de
setembro do ano de 1898 o, padre juntamente a uma comitiva, todos á cavalos,
estiveram no distrito Macapá hoje Jati-CE. A comitiva acompanhou o sacerdote
até Vila Bela atual Serra Talhada-PE, onde o padre seguiu viagem de trem até a
capital pernambucana Recife. A missão do padre era chegar ao Vaticano, assim o
fez. Embarcou em um navio e seguiu viagem.
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Necrópole de São Gens
com a Pedra do Sino, Celorico da Beira – Portugal.
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Acervo do Beto Rueda
Sargento Leonelino Rocha, Policia Militar da Bahia.
Texto e pesquisa por Fagner Oliveira
Há muitos
anos, em 1924, no deserto do Egito, o renomado arqueólogo britânico James
Quibell teve a incrível sorte de fazer uma descoberta que abalou o mundo da
arqueologia. Uma escada que leva ao túmulo sul do Faraó Djoser, localizado em
Saqqara, revelou-se uma peça-chave para entender a história dessa antiga
civilização.
Essa escada
tem cerca de 4.800 anos de idade, o que a torna uma das estruturas mais antigas
já encontradas no Egito. Feita de pedra calcária, ela possui aproximadamente 28
metros de comprimento e é constituída por degraus largos e sólidos. Essa
construção é notável não apenas por sua idade, mas também por seu propósito.
A escada
conduz ao túmulo sul do Faraó Djoser, uma figura histórica importante do Egito
Antigo. Djoser governou durante a Terceira Dinastia do Antigo Império Egípcio,
por volta de 2680 a.C. a 2640 a.C. Ele é conhecido por sua contribuição
significativa para a arquitetura funerária, tendo encomendado a construção da
famosa Pirâmide de Djoser, também chamada de Pirâmide de degraus. Essa pirâmide
representa uma transição na arquitetura egípcia, marcando o início da era das
pirâmides.
A descoberta da escada não apenas lança luz sobre a engenhosidade e a habilidade dos construtores do Egito Antigo, mas também oferece informações valiosas sobre o culto aos faraós e as crenças religiosas da época. É uma verdadeira janela para o passado que nos ajuda a compreender a riqueza da história e cultura egípcias. Esta descoberta arqueológica, realizada por James Quibell em 1924, continua a ser uma fonte de fascínio e admiração para os estudiosos e entusiastas da história antiga em todo o mundo
Para mais
curiosidades e histórias incríveis é só me seguir.
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Por José Mendes Pereira.
Pensando bem,
é verdade o que afirma o escritor Rostand Medeiros, que muitas histórias sobre o
cangaço são motivos de piadas, mesmo por depoentes que tentaram enfeitar o que
aconteceu no movimento social dos cangaceiros, e principalmente, no dia que os
cangaceiros foram chacinados.
As respostas
do cangaceiro Balão, ao repórter da "Revista Realidade", em novembro de 1973, foram
mais do que fantasiadas, muito embora, existem outras que têm fundamentos.
Existem informações, que quem armava Lampião, era o tenente João Bezerra da Silva, mas na minha humilde opinião, não há fundamento, uma razão é que: qual é o inimigo que arma o seu próprio adversário para depois arriscar a vida? Só em vídeo game, quando muitos morrem e depois voltam a viver novamente para darem inícios aos ataques.
O coiteiro Mané Félix, pessoa de alta confiança do rei do cangaço capitão Lampião, disse coisa com coisa, e eu acredito que ele deu uma deslizadinha, não tão pequeninha, quando afirma que Luiz Pedro meteu uma palmadinha meio forte nas nádegas de Maria Bonita, e o capitão Lampião que assistia de camarote não disse nada.
Leia:
"Nessa
tarde - dizia o coiteiro Mané Félix ao reporte da "Revista Realidade" - por
sinal, depois de "caçoar" com Luiz Pedro, deixando de fazê-lo somente
no momento em que se dirigia para o riacho, o bandoleiro que estava sentado
sobre uma pedra, deu-lhe uma palmada mais ou menos forte nas nádegas (de Maria
Bonita), fazendo-a correr na direção do pequeno córrego, enquanto Lampião que a
tudo assistia, sorriu como se nada tivesse acontecido".
Quando se respeita alguém, não há brincadeiras. O respeito de todos os cangaceiros com Maria Bonita e com Lampião, era preservado. Lampião era na verdade um empresário, pois se contratava alguém, tinha a sua empresa, muito embora, para ele, do bem, e para nós, do mal.
Qual é o patrão que se mistura com os seus funcionários? Nenhum! Do contrário, perderá o respeito e não saberá mais como contornar.
Por que era que no acampamento o capitão Lampião se isolava dos seus comandados, armando a sua central administrativa um pouco longe dos asseclas? Justamente para que eles o respeitassem. Se ele vivesse misturado com os cangaceiros, salvo uma reunião, chegaria o dia em que perderia por total o seu respeito.
Sobre como era Maria Bonita fisicamente, o coiteiro Mané Félix acertou, descreveu para o repórter, a fiel e corajosa companheira de Virgulino Ferreira da Silva, assim à vontade como uma: "mulher baixinha, toda redondinha, uma carinha bonita, e com dois olhos pretos e grandes, morena clara, cabelos negros e lisos, quadris relativamente largos, cintura fina, tendo os braços e pernas roliços e muito bem feitos". Muito "prosista e conversadeira" - disse ele ao entrevistador - brincava bastante com alguns dos bandoleiros, e pelos quais era respeitada, apesar de muitos deles, levarem essa brincadeira mais além, como Luiz Pedro, por ela chamado de “Caititu”, e que gozava da maior confiança e intimidade da mesma, e do próprio Lampião, seu compadre.
Eu acredito na honestidade de Maria Bonita.
Essas informações, para mim, são meio "pruéticas", como dizia o humorista coronel Ludugero. Mas isso é a minha opinião, que poderá nem ter nenhum sentido, e nem ficarei chateado se algum dos amigos discordar. Cada um tem a sua visão, e sou apenas um estudante do cangaço sem rumo e sem muito conhecimento sobre o tema.
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Por Doizinho Quental
Por Doizinho Quental
Depois da sangrenta batalha de Serrote Preto PE, diversos bandoleiros arribaram do bando de Lampião, não suportando os truculentos embates.
Dentre os que fugiram estão: Beija-Flor , Gavião e Zabelê, presos em Boa Vista do Cabrobó, as margens do rio São Francisco, Quixabeira e Capuxu, capturados em Rio Branco (Arcoverde).
Facilitando as perseguições
Somente em 1932, no governo de Getúlio Vargas, os governadores resolveram construir estradas para facilitar a perseguição dos bandoleiros.
As volantes, até então, perseguiam os cangaceiros, como o valente vaqueiro do sertão, nas quebradas. Como é sabido, os cangaceiros conheciam estas regiões como a palma da mão. Com exceção de alguns mestres das caatingas, como: Manuel Neto, Arlindo Rocha, Odilon Flor e alguns outros nascidos e criados no sertão, os demais participantes das volantes achavam a empreitada bastante difícil. Portanto, foi de uma utilidade imensa a construção da Rodovia Central de Pernambuco, BR – 232 antigamente, BR-25, construída no ano de 1932, de Caruaru a Salgueiro, mas, por esse tempo, Lampião já havia ido dançar mulher rendeira na Bahia.
www.kantabrasil.com.br/Lampiao.../Lampião%20e%20outras%20Históri...
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Recontada por: Joaquim Nóbrega
A lenda do cigarro, como toda lenda, é contada em várias versões. De acordo com o escritor Leonardo Mota em seu livro "No tempo de Lampião", que foi publicado originalmente em 1930, a estória se dá quando o mesmo esteve na casa de correção da capital Pernambucana, e conversou com vários cangaceiros que ali se encontravam encarcerados.
O autor os perguntou se eles lembravam de algum episódio engraçado envolvendo o grande Lampião. O cangaceiro Canção que lá se encontrava, junto a mais um punhado de outros facínoras, lembrou-se de um episódio e o contou da seguinte forma:
"A coisa
mais engraçada que eu tive de assistir passou-se numa fazenda do município de
Princesa, na Paraíba. O velho dono da casa tremia que era ver uma vara verde,
Lampião botou ele debaixo de confissão, riscando o punhal nas costelas e ele
acabou descobrindo o rumo da volante do tenente Mané Binisso.
Virgulino
queria dar uma surra de relho, mas era tanto choro de muié e menino, que o
jeito foi se perdoar. Mais com pouca, Lampião tirou do bolso um maço de cigarro
e ofereceu:
- Pita?
O velho ficou
calado, fez que não tinha ouvido e Lampião tornou a perguntar, desta vez
gritando no pé do ouvido dele:
-Pitaaaaaaaaaa?
Ai todo
tremendo, o velho disse:
-Pito, mas
vamincê querendo eu largo o viço."
É isso aí. Um grande abraço a todos.
Joaquim Nóbrega - Fortaleza/CE
Fonte:
http://lampiaoaceso.blogspot.com
http://www.jarlescavalcanti.com
Por: Alfredo Bonessi



