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sexta-feira, 6 de dezembro de 2024

BARRA NOVA...

 Por Helton Araújo


Cangaceiro Barra Nova, morto em 1937 pela volante de Zé Rufino. Barra Nova costumava cozinhar para o bando e morreu fazendo isto, após emboscada bem sucedida pela volante.

Vale lembrar, que Lampião foi avisado por informantes da aproximação da volante do perigoso Zé Rufino, mas optou por ficar, pois a comida já estava pronta.

Infelizmente para o lado dos cangaceiros, Virgolino perdia naquele dia um experiente e fiel cangaceiro.

Gostou das informações? Aproveite e assista nosso último vídeo postado aqui no canal sobre FRASES MARCANTES DE PERSONAGENS DO CANGAÇO. Segue o link abaixo para os interessados.

https://youtu.be/_0bAA_t3aag?si=ojachayDpcWzNTjo

https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste/?multi_permalinks=2604378163104445%2C2603659649842963&notif_id=1733407079479628&notif_t=group_highlights&ref=notif

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AUSENTAR-SE POR UM TEMPO!

 Por Rangel Alves da Costa

TENHO publicado pouco e logo, logo ninguém verá nenhuma foto ou escrito meu aqui no Face. Vou me reservar a meus projetos e planos, de forma silenciosa e na distância de muitos, ou quase todos. Ou todos...

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GLÓRIA MENEZES, ANIVERSARIANTE DO DIA.

Por Mauro Senhorini

 90 Anos de Glória Menezes!! Vamos dar os parabéns a ela!!

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“A HUMILDADE FAZ MAIS HISTÓRIAS DO QUE A ARROGÂNCIA"

 Por José Mendes Pereira

Dr. Jerônimo Dix-huit Rosado Maia

Existem pessoas que são importantes e não só importantes, como importantíssimas, que não fazem nada para ninguém e nem por ninguém. Mas existem pessoas que na vida social, mesmo sendo muito importantes, são humildes, educadas, prestativas, e não se negam ajudar as pessoas sem olhar a quem.
Quando o Dr. Dix-Huit Rosado era Senador da República, certa feita, "BAIA" que foi candidato por algumas vezes a vereador de Mossoró, chegando a suplente, e eu, fomos até à Fazenda Barrinha, de propriedade de Dona Chiquinha Duarte, sendo que ela era tia do "BAIA".
O transporte que nos levava era um jeep 51, e não muito acabado, mas com certos problemas. Ao retornarmos da Fazenda, bem próximo à ponte do rio Angicos, infelizmente o jeep quebrou, deixando-nos sem condições de consertá-lo.
E ali, ficamos aguardando alguém conhecido que pudesse vir à Mossoró, e levar um mecânico para tentar consertá-lo.
O mais interessante é que na BR, vinha um enorme carro preto, de luxo, em direção à Mossoró, e até aparentava carro oficial. E ao observar que o jeep estava quebrado, porque nós havíamos colocado o triângulo em uma certa distância, isto para chamar a atenção de quem vinha na BR, o condutor do veículo diminuiu a velocidade do seu carro, e lentamente, foi o parando, até que o levou ao acostamento, e em seguida, desceu, e veio em nossa direção. Mas nós não esperávamos que quem vinha dirigindo aquele carro, era o ex-prefeito de Mossoró, o ex-médico Dr. Jerônimo Dix-huit Rosado Maia, que no momento era senador da República, e de grande influência política em todo Estado do Rio Grande do Norte, e principalmente em Mossoró.
Vamos fugir um pouquinho da nossa história, mas logo voltaremos.
Este último nome (Maia), Dr. Jerônimo Dix-huit Rosado não mais usava, porque quando o Dr. Tarcísio Maia foi nomeado a governador do Rio Grande do Norte, Dix-huit Rosado o apoiou, e o acordo foi feito que, ao término do seu mandato, Tarcísio Maia o apoiaria para governador do Estado. Mas, em vez de colocá-lo no governo do Rio Grande do Norte, Dr.Tarcísio Maia apoiou o Dr. Lavoisier Maia para substitui-lo. Mas não ficou só aí, e assim que o governo do Dr. Lavoisier Maia terminou, Dr. Dix-huit Rosado não foi apoiado por nenhum dos dois, levaram o nome de José Agripino Maia às urnas, sendo este filho do Tarcísio Maia, tendo sido eleito pelo o povo, com uma grande maioria de votos válidos. E a partir daí, surgiu a grande rixa entre os primos (Maias), fazendo com que Dr. Dix-huit Rosado evitasse de qualquer forma, usar em documentos o sobre nome (Maia).
Voltamos à nossa história.
Assim que o senador Dix-huit Rosado desceu do carrão, perguntou-nos:
- O que está acontecendo, o carro quebrou?
- Quebrou sim senhor! – respondeu-lhe o "BAIA".
- Vamos rebocá-lo até Mossoró – Disse ele já perguntando se tinha cordas para o reboque.
- Tenho Dr. Dix-huit, mas não é necessário. Nós vamos aguardar um conhecido, e mandaremos o recado para o meu mecânico vir com o seu carro para rebocá-lo. – Disse-lhe o "BAIA".
- Mas por quê? Eu não posso ser o homem que possa rebocá-lo?
- Doutor Dix-huit Rosado, não se preocupe. Não quero lhe dar um trabalhão deste.
- Vamos levá-lo agora! Pega a corda para amarrá-lo no meu carro.
- Mas é muito incômodo para o senhor, Doutor..., um senador rebocando um jeep.
- No Congresso Nacional eu sou Senador, mas aqui na estrada, eu sou um motorista como qualquer outro. - Disse ele.
- Amarramos a corda em ambos, ocupamos o jeep, e ele partiu até a antiga loja "Almeida Aires", para que o jeep fosse reparado. E lá, ele ainda disse ao proprietário, que mandasse as despesas para sua residência, e que me parece que neste tempo, ele residia no Palace Hotel de Mossoró, mesmo estando no Congresso Nacional.
Com este acontecimento, deduzi que: "A humildade faz mais histórias do que a arrogância".
Minhas Simples Histórias 

Se você não gostou da minha historinha não diga a ninguém, deixe-me pegar outro.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2024

SUPOSTO BATISTÉRIO DE MARIA BONITA

 Por AdautobsSilva

Sem querer causar polêmicas, mas já causando, recebi este batistério, grafado embaixo quer seria de Maria Bonita … Teria a Maria de Déa, nascida em 17 de janeiro de 1910?

Deixo esta provocação de final de ano aos pesquisadores.

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“PAJEÚ EM CHAMAS: O CANGAÇO E OS PEREIRAS”


Recebi hoje do Francisco Pereira Lima (Professor Pereira) lá da cidade de Cajazeiras no Estado da Paraíba uma excelente obra com o título "PAJEÚ EM CHAMAS O CANGAÇO E OS PEREIRAS - Conversando com o Sinhô Pereira" de autoria do escritor Helvécio Neves Feitosa. Obrigado grande professor Pereira, estarei sempre a sua disposição.


O livro de sua autoria “Pajeú em Chamas: o Cangaço e os Pereiras”. A solenidade de lançamento aconteceu no Auditório da Escola Estadual de Educação profissional Joaquim Filomeno Noronha e contou com a participação de centenas de pessoas que ao final do evento adquiriram a publicação autografada. Na mesma ocasião, também foi lançado o livro “Sertões do Nordeste I”, obra de autoria do cratense Heitor Feitosa Macêdo, que é familiar de Helvécio Neves e tem profundas raízes com a família Feitosa de Parambu.

PAJEÚ EM CHAMAS 

Com 608 páginas, o trabalho literário conta a saga da família Pereira, cita importantes episódios da história do cangaço nordestino, desde as suas origens mais remotas, desvendando a vida de um mito deste mesmo cangaço, Sinhô Pereira e faz a genealogia de sua família a partir do seu avô, Crispim Pereira de Araújo ou Ioiô Maroto, primo e amigo do temível Sinhô Pereira.

A partir de uma encrenca surgida entre os Pereiras com uma outra família, os Carvalhos, foi então que o Pajeú entrou em chamas. Gerações sucessivas das duas famílias foram crescendo e pegando em armas.

Pajeú em Chamas: O Cangaço e os Pereiras põe a roda da história social do Nordeste brasileiro em movimento sobre homens rudes e valentes em meio às asperezas da caatinga, impondo uma justiça a seus modos, nos séculos XIX e XX.

Helvécio Neves Feitosa, autor dessa grande obra, nascido nos Inhamuns no Ceará, é médico, professor universitário e Doutor em Bioética pela Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (Portugal), além de poeta, escritor e folclorista. É bisneto de Antônio Cassiano Pereira da Silva, prefeito de São José do Belmonte em 1893 e dono da fazenda Baixio.

Sertões do Nordeste I

É o primeiro volume de uma série que trata dos Sertões do Nordeste. Procura analisar fatos relacionados à sociedade alocada no espaço em que se desenvolveu o ciclo econômico do gado, a partir de novas fontes, na maioria, inéditas.

Não se trata da monumentalização da história de matutos e sertanejos, mas da utilização de uma ótica sustentada em elementos esclarecedores capaz de descontrair algumas das versões oficiais acerca de determinados episódios perpassados nos rincões nordestinos.
Tentando se afastar do maniqueísmo e do preconceito para com o regional, o autor inicia seus estudos a partir de dois desses sertões, os Inhmauns e os Cariris Novos, no estado do Ceará, sendo que, ao longo de nove artigos, reunidos à feição de uma miscelânea, desenvolve importantes temas, tentando esclarecer alguns pontos intrincados da história dessa gente interiorana.

É ressaltado a importância da visão do sertão pelo sertanejo, sem a superficialidade e generalidade com que esta parte do território vem sendo freqüentemente interpretada pelos olhares alheios, tanto de suas próprias capitais quanto dos grandes centros econômicos do País.

Após a apresentação das obras literárias, a palavra foi facultada aos presentes, em seguida, houve a sessão de autógrafos dos autores.

Quem interessar adquirir esta obra é só entrar em contato com o professor Pereira através deste e-mail: franpelima@bol.com.br
Tudo é muito rápido, e ele entregará em qualquer parte do Brasil.

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FAMÍLIA PEREIRA DO PAJEÚ DAS FLORES.

 Por Jorge Remígio



Os parentes recepcionando Sebastião Pereira da Silva (Sinhô Pereira) cinquenta anos depois de deixar a sua Vila Bela (Serra Talhada-Pe) largando o cangaço e indo morar na região Centro Oeste do Brasil. Sinhô Pereira foi chefe do cangaceiro Lampião e dos seus irmãos, Antônio Ferreira e Livino Ferreira. 

À direita da foto, José Cassiano Pereira, meu tio avô, irmão da minha avó, Ana Pereira de Sá. 

Foto extraída do livro O Patriarca, do nobre parente Venício Feitosa Neves.


Adquira este livro com o professor Pereira lá de Cajazeiras no Estado da Paraíba, através deste e-mail: 

franpelima@bol.com.br

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FIM DO CANGAÇO: AS ENTREGAS

Excelente livro disponível.

Professor Pereira.

WhatsApp 83 9 9911 8286


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quarta-feira, 4 de dezembro de 2024

GRUPO DO CANGACEIRO VIRGÍNIO FORTUNATO.

 Por Foto do Passado

Virgínio Fortunato, cunhado de Lampião, posa sorridente junto aos "cabras" e mulheres de seu bando para as lentes de Benjamin Abrahão, 1936.

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NOTA DE PESAR !

Por Relembrando Mossoró

O Relembrando Mossoró vem comunicar o falecimento do empresário Rafael do Monte Negreiros, dono da AGROTEC em Mossoró.

Rafael morreu na tarde desta terça feira em sua casa, vítima de um infarto fulminante. SAMU ainda foi acionado, mas o mesmo já estava em óbito. Ainda não temos informações sobre velório.

Aos familiares nossos votos de pesar!

Nossos sentimentos aos familiares e amigos.

https://www.facebook.com/photo/?fbid=924555959645447&set=gm.8608764279206926&idorvanity=768856323197800

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TITANIC 100 ANOS – A NOTÍCIA EM TERRAS POTIGUARES

 Por: Rostand Medeiros

Photo

Meus amigos e amigas, em meio a passagem pelos 100 anos do afundamento do navio de passageiros TITANIC, fato já tratado anteriormente em nosso blog TOK DE HISTÓRIA (Ver – http://tokdehistoria.wordpress.com/2012/03/27/titanic-100-anos/ ), trago a vocês neste novo material, uma ideia de como  aquela tragédia chegou nos dois principais jornais, das duas maiores cidades do Rio Grande do Norte. 


No caso foram os jornais “A República”, de Natal e “O Mossoroense”, da cidade de Mossoró. E são matérias bem interessantes.

RELATO DE UM PROFESSOR INGLÊS

Quem lê este blog já percebeu que normalmente eu não recorto,  a partir de uma foto JPEG, uma interessante notícia de um jornal antigo e publico sem comentar nada.


Eu sempre leio a notícia e faço considerações, escrevo opiniões, comentários, etc.

Mas a vida está tão corrida, que dessa vez vou publicar direto para vocês lerem duas histórias interessantes, que dão uma pequena mostra da repercussão daquele sinistro marítimo em todo o Mundo.
No caso do jornal “A Republica” trás o relato de um cidadão de nome “Bresley”.

Procurando no incrível site http://www.encyclopedia-titanica.org encontrei a informação que no barco salva vidas de número 10 havia um professor de 34 anos, passageiro de 2ª classe, embarcado no porto inglês de Southampton e chamado  Lawrence Beesley. Apesar da diferença de garfia no nome, acredito que é a mesma pessoa.

O professor Lawrence Beesley

Segundo o site sobre o navio este cidadão  concedeu várias entrevistas a jornais ingleses, americanos e canadenses e uma destas entrevistas foi traduzida e copiada pelo jornal natalense, ou já recopiada de outro jornal brasileiro.

Consta que Beesley  tinha o bilhete número 248698 e este lhe custou 13 Libras. Ele estava na sua sua cabine D-56, quando o acidente aconteceu, presenciou os fatos, salvou-se e depois narrou os acontecimentos.

Consta que ele escreveu um livro e chegou a participar como consultor de um dos filmes feitos sobre o naufrágio e faleceu em 14 de fevereiro de 1967, com a idade de 89 anos.

O relato que segue está como no original e segue sequenciado.


 



 UM NAVIO LUXUOSO

A próxima notícia foi publicada no principal jornaL da cidade de Mossoró.
Inicialmente é bastante interessante a explicação, no começo da matéria, do então diretor do jornal, João da Escossia, de como ele havia conseguido aquele relato.


Em linhas gerais a edição do dia 20 de maio de 1912 de “O Mossoroense” , mostra não um relato de um sobrevivente, mas o que havia de luxuoso no navio e mostra o fausto das cabines mais luxuosas.

Infelizmente um pequeno pedaço da no0tícia já estava destruído e o fotógrafo que clicou o0 antigo jornal, nesse caso eu mesmo, tremeu um pouco.

Peço desculpas, mas acho que é possível conhecer mais deste episódio centenários, que em linhas gerais é um macrocosmo de tudo que ocorre a humanidade.



 


Na tragédia do TITANIC não faltaram exemplos de excesso da soberba humana, da falta de humildade diante da natureza, da indiferença diante do desespero, de egoísmo, de covardia,  indisciplina, de terror diante da morte e até as diferenças de classe estiveram ali presentes na tragédia.

Mas também não faltaram exemplos de coragem, de cumprimento ao dever, de solidariedade, de compaixão, de estoicismo, de fidalguia, de devotamento ao próximo, de humanidade.

Talvez por isso e por muito mais, o Mundo todo relembra esta tragédia.
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Extraído do blog: Tok de História, do historiógrafo Rostand Medeiros

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