Por Robério Santos.
Foto rara de Lampião morto. Conseguem ver o corpo sem cabeça?
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
Por Robério Santos.
Foto rara de Lampião morto. Conseguem ver o corpo sem cabeça?
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Por José Di Rosa Maria
Ontem dia 21-05-2025, vivi um de glória acompanhado da senhora poetisa e ex-professora Magaly Holanda, que me levou para conhecer seus adoráveis pais e irmãos no Sítio Caroba, Severiano Melo-RN. Depois me levou para conhecer a Cordelteca que contempla seu nome, também o Instituto Meu Sertão, criação sua apoiada pelos habitantes do distrito de Santo Antônio - Severiano Melo-RN, acho pouco e me apresentou aos estudantes, professores e autoridades da cidade, durante os preparativos de grande feira de ciências da Escola Estadual de Severiano Melo-RN.
Não me pergunte como
estou
Basta olhar nos meus
olhos
E eles dirão o que
você quer saber...
Não me pergunte se já
passou
Ponha a mão no meu
coração
E batendo forte ele
vai te dizer...
Que eu não te esqueci
E quase enlouqueci
Pensando em você...
Que eu me perdi
Que eu quase morri
Esperando por você...
Deixe de rodeios
E me dê logo um
abraço
Basta um beijo
Para acabar o
embaraço
E vê se entende:
O nosso amor não é
passado.
Diz que me ama
E eu jogo tudo pro
espaço
Te levo pra cama
E te amo até o
cansaço...
Me dê você de
presente
No dia dos namorados.
Não pergunte se eu
quero voltar
Só me estenda sua mão
E eu falo tudo num
beijo...
Não ligue se acaso eu
chorar
É de alegria, no meu
coração
Esse dia nunca foi
tão perfeito.
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Por Histórias do Brasil
O Ten. Manoel Neto, foi um valente combatente contra o Cangaço, fez parte da Volante Nazarena de Pernambuco, enfrentou Lampião e seu bando desde o início, nos maiores combates do Cangaço, teve muitas perdas de parentes e soldados, foi atingido algumas vezes por tiros cangaceiros e passou muitos anos em perseguição à Lampião pelas caatingas nordestinas enfrentando as mais diversas e duras provações de força e resistência.
Sua Volante era conhecida pela determinação e valentia, cega às vezes, pois muitas vezes dispensava a estratégia e partia destemidamente para o confronto frente a frente com os cangaceiros.
Tinha uma rixa pessoal com Lampião, suas perseguições priorizavam os bandos em que Lampião estava e certa vez lhe propuseram envenenar as águas dos poços, “pias” e lugares onde Lampião se abastecia de água para matá-lo envenenado, proposta que recusou veementemente, afirmando que aquilo seria uma covardia e não haveria honra, nem mérito naquele tipo de assassinato, pois Lampião também sabia dos lugares em que ele e sua tropa bebiam água e nunca as envenenou e assim preferia enfrentar Lampião de “homem para homem”.
O Ten. Manoel Neto se
afastou da campanha contra o cangaço por volta do ano de 1933 para seguir
carreira militar, chegando ao posto de Coronel. Lampião morreu em 1938, pela
volante de João Bezerra de Alagoas. João Filho de Paula Pessoa, Fortaleza/Ce.
21/02/2020.
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Esse era respeitado, se armou contra a coluna Prestes, formou seu exército, e chamou o rei do cangaço e seu bando para lhe dá o título de capitão e combater os revoltosos, ele tinha uma visão de combater.
Faleceu no Rio de janeiro, e não estava presente na chegada do chefe Mor a Juazeiro.
Rua do Cabeça, n. 10 – Ed. Marquês de Abrantes, sala 812 - 8o Andar – São Pedro –
Salvador/BA – Tel. (71) 33215081 - CEP. 4060-230 -000
Edital No 01/2025- Submissão de artigos científicos, ensaios e resenhas para o
periódico Cangaço em Revista Vol. 3, 2025.
URL: https://revistas.uneb.br/index.php/cangacoemrevista
A Universidade do Estado da Bahia - UNEB, através do Centro de Estudos
Euclydes da Cunha - CEEC, torna público o edital para publicação de artigos
científicos, ensaios e resenhas para o periódico Cangaço em Revista, Vol. 3, 2025.
O periódico Cangaço em Revista é uma publicação temática do Centro de
Estudos Euclydes da Cunha – CEEC/UNEB, que trata do assunto específico e
acontecimentos correlatos no semiárido nordestino. A revista pretende, sobretudo,
revisitar o tema com o objetivo de rever e reexaminar tais tramas, criando dessa
maneira maiores de possibilidades de enfoques sobre essas ocorrências do nosso
passado histórico.
Entendemos como “Cangaço” o banditismo histórico praticado por grupos
nômades armados nos sertões do nordeste brasileiro entre o final século 19 e as
primeiras quatro décadas do 20, que, apesar do aspecto marginal de sua dinâmica
guerreira, contava com o apoio logístico e material de distintos setores da sociedade
sertaneja, além de manter um intenso diálogo socioeconômico e cultural, através de
relações e trocas com autoridades, coiteiros, comerciantes e prestadores de serviços
diversos.
Compreendemos também que esse fenômeno está contido como decorrência da
sua materialidade histórica, no âmbito do universo simbólico sertanejo e, por isso,
compartilha com esta cultura o mesmo sistema de valores, costumes e práticas, como,
por exemplo, uma religiosidade fortemente ligada ao catolicismo popular, seus
sincretismos e idiossincrasias.
Por fim, consideramos que as implicações do fenômeno não se resumem à sua
dimensão político-econômica, mas que se faz presente em muitos outros aspectos da
experiência social, como em questões ligadas à identidade nacional, regional, de
gênero e raça, no campo da estética, do direito, da ética, da moral e, portanto, das
mentalidades e dos costumes.
Assim, o volume 3 do periódico Cangaço em Revista, objeto dessa chamada,
terá como principal objetivo refletir sobre o fenômeno do cangaço em todos esses
dimensionamentos. A publicação é aberta a contribuições inéditas que estejam de
acordo com a linha editorial adotada, sendo o conteúdo de tais trabalhos de inteira
responsabilidade de seus autores.
O Cangaço em Revista considera para publicação trabalhos originais que sejam
classificados em uma das seguintes modalidades: resultado de pesquisa sob forma de
artigos, entrevistas e resenhas sobre publicações e filmes que versem sobre o
fenômeno social do cangaço como descrito no corpo deste edital.
1. CONDIÇÕES PARA SUBMISSÃO:
1.1. Os trabalhos submetidos deverão estar dispostos nas normas descritas no corpo
desse edital, também disponíveis na seção “Submissões” da página do periódico
“Cangaço em Revista” no Portal de Periódicos da UNEB:
https://www.revistas.uneb.br/index.php/cangacoemrevista/about/submissions.
1.2. Admite-se coautoria de, no máximo, 03 autores em cada artigo.
1.3. Cada autor(a) ou coautor(a) pode ter apenas um texto aprovado por volume.
1.4. Os trabalhos devem ser submetidos em português.
1.5. O arquivo submetido deve estar em formato Microsoft Word (.doc ou .docx).
1.6. Os artigos científicos e ensaios devem ter, no mínimo, 30 mil caracteres sem
espaço e, no máximo, 60 mil caracteres sem espaço.
1.7. As resenhas devem ter, no mínimo, 10 mil caracteres sem espaço e, no máximo,
20 mil caracteres sem espaço.
1.8. A entrevistas devem ter, no mínimo, 45 mil caracteres com espaço e, no máximo,
85 mil caracteres com espaço.
1.9. Os títulos em geral devem ter, no máximo, 100 caracteres sem espaço.
1.10. A formatação da submissão, incluindo notas, citações e referências bibliográficas
devem estar de acordo com as normas da ABNT vigentes no ano da publicação deste
edital.
1.11. Cada submissão deve conter um resumo e palavras-chave em português e um
resumo e palavras-chave em inglês ou espanhol.
1.12. Cada versão do resumo deve conter no máximo 800 caracteres sem espaço,
incluindo objetivos, métodos e conclusão.
1.13. Após cada versão do resumo devem ser incluídas, no mínimo três e no máximo
cinco, palavras-chave nos seus respectivos idiomas.
1.14. As submissões devem atender ao universo temático proposto na introdução do
presente edital e os textos devem apresentar clareza, objetividade e coerência com o
tema proposto.
1.15. Todos os textos submetidos ao periódico Cangaço em Revista devem ser
inéditos, ou seja, não ter sido publicado parcial ou integralmente em nenhum outro
outro tipo de publicação impressa (livros, revistas, anais, etc) ou digital (livros, revistas,
sites, blogs, etc).
1.16. É de responsabilidade dos autores e autoras, a submissão de trabalhos com
revisão ortográfica de língua portuguesa, conforme as normas técnicas adotadas pela
revista. O não cumprimento deste item acarretará a recusa da submissão.
1.17. As figuras gráficas, tabelas ou fotografias devem estar em alta resolução (300
dpi), já estarem inseridas no corpo do texto e serem necessariamente numeradas,
tituladas e apresentar indicação das fontes de acordo com as regras da ABNT. Além
disso, as imagens também devem ser encaminhadas em uma pasta a parte do arquivo
da submissão, devidamente nomeadas e numeradas na ordem que aparecem no texto.
1.18. As submissões que não estiverem de acordo com as normas acima serão
devolvidas aos autores(as), antes mesmo de serem encaminhadas ao conselho
editorial e/ou aos pareceristas Ad hoc.
2. PROCESSO DE SELEÇÃO:
2.1. As colaborações serão submetidas, sem identificação dos autores(as), a dois
membros do conselho editorial do periódico Cangaço em Revistas e/ou pareceristas Ad
hoc. Não havendo consenso sobre a publicação do texto, um(a) terceiro(a) avaliador(a)
será escolhido(a) para o desempate.
2.2. Artigos aprovados com restrições serão encaminhados para a reformulação por
parte dos autores(as). Nestes casos, os editores se reservam o direito de recusar o
artigo, caso as alterações neles introduzidas não atendam às solicitações feitas pelos
avaliadores.
2.3. Os autores(as) devem ser comunicado do recebimento da suas colaborações no
prazo de até dez dias.
2.4. Os critérios de avaliação são:
- Coerência com a linha editorial proposta.
- Respeito às normas técnicas descritas no presente edital.
- Qualidade e originalidade do texto apresentado.
- Relevância da abordagem apresentada no texto para a atualidade das relações
sociais do semiárido brasileiro.
2.5. É prerrogativa dos editores do periódico, juntamente com seu conselho editorial e
pareceristas Ad hoc, decidir pela publicação ou não da submissão.
3. POLÍTICA ANTIPLÁGIO:
3.1. Com o intuito de prevenir infração de direitos autorais, os artigos recebidos são
analisados através da ferramenta CopySpider freeware.
3.2. Os manuscritos analisados que apresentarem altas taxas de similaridade na
redação dos segmentos introdução, discussão e resultados com conteúdo previamente
publicado em veículos de comunicação científica que possuam ISSN e ISBN, sem as
devidas citações e referências bibliográficas, serão rejeitados.
4. DECLARAÇÃO DE DIREITO AUTORAL
4.1. Autores(as) que publicam no periódico Cangaço em Revista concordam com o
seguinte termo de compromisso: “Assumindo a criação original do texto proposto,
declarando conceder ao periódico Cangaço em Revista o direito de primeira
publicação, licenciando-o sob a Creative Commons Attribution License, e permitindo
sua reprodução em indexadores de conteúdo, bibliotecas virtuais e similares. Em
contrapartida, dispõe de autorização da revista para assumir contratos adicionais para
distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada, bem como, permissão para
publicar e distribuí-lo em repositórios ou páginas pessoais após o processo editorial,
aumentando, com isso, seu impacto e citação”.
4.2. O conteúdo dos artigos é de estrita responsabilidade de seus autores, assumindo a
autoralidade de todo o texto fornecido para avaliação dos pareceristas e do conselho
editorial do periódico, e que possuem autorização para uso de conteúdo protegido por
direitos autorais reproduzidos em sua submissão.
5. POLÍTICA DE PRIVACIDADE
5.1. Os nomes e endereços informados nesta revista serão usados exclusivamente
para os serviços prestados por esta publicação, não sendo disponibilizados para outras
finalidades ou a terceiros.
6.0. ENCAMINHAMENTO DAS SUBMISSÕES:
As submissões podem ser enviadas para o periódico Cangaço em Revista através do
sistema do portal de periódicos da UNEB ou através do e-mail da revista.
6.1. Para enviar submissões através do portal de periódicos da UNEB, deve-se fazer
um cadastro através do link:
https://www.revistas.uneb.br/index.php/cangacoemrevista/user/register.
6.2. Após feito o cadastro, é preciso acessar o sistema, com o login e a senha
cadastrados, através do link:
https://www.revistas.uneb.br/index.php/cangacoemrevista/login.
6.3. Após acessar o sistema, dirija-se à aba Submissões e clique no link Fazer nova
submissão. A partir dai siga as instruções encontradas no próprio site e faça o upload
do seu texto.
6.4. No campo Comentários para o editor devem ser incluídos obrigatoriamente as
seguintes informações:
- Formação Acadêmica e Titulação dos(as) Autores(as)
- Instituições dos(as) Autores(as)
- Minibio dos(as) Autores(as)
- Número de Telefone dos(as) Autores(as)
6.5. Para enviar submissões através do e-mail do periódico Cangaço em Revista, deve-
se anexar os trabalhos em uma mensagem de e-mail com o seguinte assunto:
Chamada de (Artigo / Resenha / Entrevista) para a Cangaço em Revista, e envia-la
para: cangaemrevista@gmail.com.
6.6. No corpo do e-mail deve constar:
- Título do Trabalho
- Nome do(s)/da(s) Autor(es)/Autora(s)
- Formação Acadêmica e Titulação dos(as) Autores(as)
- Instituições dos(as) Autores(as)
- Minibio dos(as) Autores(as)
- Número de Telefone dos(as) Autores(as)
7. CRONOGRAMA:
7.1. Submissão dos trabalhos: De 22/05/2025 até 22/07/2025
7.2. Avaliação das submissões: Até 22/08/2025
7.3. Devolução das submissões para correção, se necessário: Até 05/09/2025
7.4. Submissão dos textos corrigidos: Até 15/09/2025
7.4. Publicação da Revista: 24 /11/2025
8.0. CONTATOS:
EDITORES: Prof. Manoel Neto - maneto@uneb.br
Lucas Souza Viana – lviana@uneb.br
ENDEREÇO ELETRÔNICO: cangaemrevista@gmail.com
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Por Fatos na História
Por Rostand Medeiros
Há 95 anos, em 18 de maio de
1930, faleceu o policial Joca do pará e até o governador e o presidente do
tribunal de justiça estiveram no seu enterro – O capitão João
Fernandes de Almeida, o conhecido Joca do Pará, faleceu nessa data de causas
naturais. No seu enterro o velho Cemitério do Alecrim lotou, com o povo de
Natal homenageando aquele que era conhecido como o “Guardião da Cidade”. Sua
respeitabilidade e honorabilidade eram reconhecidas e enaltecidas por todos e
até as mais altas autoridades da terra estiveram presentes, entre eles o
governador Juvenal Lamartine e o Dr. Dionísio Filgueira, então presidente do
Superior Tribunal de Justiça, atual Tribunal de Justiça. PERGUNTA – Qual foi
mesmo à última vez que o Governador do RN e o presidente do TJRN estiveram
juntos no enterro de algum policial? #pmrn
#tjrn
#historiadorn
#natalrn
#rn
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Por Aderbal Nogueira
Por Aderbal Nogueira
Clerisvaldo B. Chagas, 19 de maio de 2025
Escritor Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica: 3. 235
É natural que as pessoas tenham abandon
ado hábitos antigos e tenham se integrado aos tempos modernos, aqui no Sertão de Alagoas. Foram deixados de lado os remédios do mato, a procura de águas nas cacimbas de rios periódicos e a lavagem de roupas nos pilões de pedra. Motivos pela ordem: remédios de farmácia em abundância, água encanada do rio São Francisco e máquinas de lavar. Muitas outras coisas poderiam ser citadas, mas vamos parar por aqui com objetivo de falar sobre os pilões de pedras, um dos motivos do meu próximo livro sobre a zona rural. Pedra d’Água, Caldeirão, Caldeirão de pedra, são os nomes que se dão no Sertão às rochas, rochedos, lajes, lajeiros, lajedos, lajeado, que afloram e que adquirem, pela Natureza, várias formas que acumulam águas pluviais.
Aqui no Sertão alagoano, no município santanense, temos até um povoado de denominação, Pedra d’Água dos Alexandre. E é interessante porque pertence a dois municípios: um lado da rua é Poço das Trincheiras, o outro lado, Santana do Ipanema. É terra da cangaceira Maria do Cangaceiro Pancada. Maria de Pancada como ficou conhecida. Pois bem, O nome Pedra d’Água vem justamente de algumas rochas da região que acumulava água das chuvas em suas formas. Em Santana existem vários pilões de pedra. Somente na região de Camoxinga dos Teodósio existem mais de cinco, porém, hoje estão esquecidos por causa da existência de água encanada. Se você não alcançou, que pena! Era um encanto as lavadeiras de roupa nos caldeirões de pedra. Simplesmente romântico.
Tirando a faina charmosa das lavadeiras nas rochas, o local é atrativo para pássaros e outros animais selvagens, e mesmo lugar de emboscada para caçadores, hoje ilegais. Suas formas de retenção da água pluvial tem uma ótima variação: rachaduras, cavidades simples, panelas, caldeirões, torneados profundos ou não e panelas em forma de parafuso. Ali vêm beber, o sapo, a raposa, o furão, o lobo-guará, a cobra, o cassaco e todos os selvagens do perímetro, durante, principalmente o período de estiagem prolongada. Durante o tempo mais frio do inverno, urubus e teiús costumam usar esses e outros lajeados para obrigatórios banhos de sol, como os humanos. Por isso e por mais ainda, é tão importante um lajeiro tipo caldeirão na propriedade quanto uma lagoa, um riacho, uma várzea.
LAJEADO COM ÁGUA (foto: PULSAR).
Por Júnior Almeida
Por Sérgio Roberto
Criador e criatura!
grande mestre Vitalino.
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Por Rostand Medeiros
Há 84 anos, em 16 de maio de 1941, em plena Segunda Guerra Mundial, era conseguida a concessão para o funcionamento da Rádio Educadora de Natal – REN, a 1ª emissora de rádio do Rio Grande do Norte.
A emissora foi fundada por Carlos Farache e iniciou suas transmissões em 30 de novembro de 1941, com o prefixo ZYB-5. O radialista Genar Wanderley foi quem primeiro ocupou o microfone, lendo um texto escrito por Luís da Câmara Cascudo na solenidade de inauguração. A história da REN tem continuidade com a Rádio Poti.
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Por Robério Santos
É verdade que quem cortou as cabeças na Fazenda Patos foi o Cangaceiro Velocidade? Então, por que o massacre é apenas atribuído a Corisco e não aos dois?
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Por Ong Engenho Velho
Apoio da ONG ENGENHO VELHO a produção do DOCUMENTÁRIO Os Marcelinos: Cangaço em Barbalha
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