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domingo, 23 de julho de 2017

VIAGEM CULTURAL

Por Benedito Vasconcelos Mendes

Primeira etapa- Turismo religioso: Nossa primeira parada foi na cidade de Santa Cruz-RN, para visitar a maior imagem religiosa do mundo, Santa Rita de Cássia, com 56 metros de altura, projetada pelo famoso escultor Alexandre Azedo  de Lacerda (arquiteto e professor da Universidade Federal da Paraíba). 

A segunda parada foi em Juazeiro do Norte-CE, para visitar a estátua do Padre Cícero, com 25 metros de altura, feita pelo escultor pernambucano Armando Lacerda (pai do famoso escultor e arquiteto, Alexandre Azevedo de Lacerda). Em Juazeiro visitamos também, o Museu do Horto (Casarão do Padre Cícero). 

Nossa terceira visita foi ao Crato-CE, onde conhecemos as novas edificações do Monumento de Nossa Senhora de Fátima, com 52 metros. Nossa comitiva de viagem está composta por minha pessoa (Benedito Vasconcelos Mendes), Susana Goretti Lima Leite, Elisângela Leite Duarte e José Altevir Duarte.Publicado em 23 de jul de 2017.

Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano Benedito Vasconcelos Mendes

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JORNADAS DE FORMAÇÃO EM EDUCAÇÃO PATRIMONIAL


Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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O CANGAÇO NO CEMITÉRIO | O CANGAÇO NA LITERATURA #58

https://www.youtube.com/watch?v=4ymyuUYc0xA

Publicado em 23 de jul de 2017
Sabiam que o cemitério de sua cidade pode trazer muitos segredos? Pois bem, acompanhem a recapitulação deste episódio de 2014. Vamos assistir?
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3 MILHÕES DE ACESSOS

Por José Mendes Pereira

O nosso blog " Blog do Mendes e Mendes"  ontem à noite, atingiu um total de 3 milhões de acessos, prova que ele continua no caminho certo. Lógico que eu tenho a minha parcela de contribuição, apenas  por organizá-lo, mas devemos agradecer a quem produz bons textos sobre cangaço, e são enviados pelos escritores, pesquisadores, historiadores, estudantes mais ligados ao assunto, e também enviados por pessoas que estão começando Estudar o "Cangaço".

Os países que mais acessam o nosso blog são: 

1 - Brasil;
2 - Estados Unidos;
3 - Alemanha;
4 - Portugal;
5 - Rússia.
6 - China;
7 - Malásia;
8 - França;
9 - Reino Unido;
10 - Índia.

Os Estados Unidos continuam em 2º lugar de  acessos ao nosso blog.

Ao lado esquerdo do nosso blog existia um globinho que ficava girando e marcava o número de acessos de todos os países, exceto aqueles países que ainda mantém os seus regimes duros, e que não permitem internet ou outra coisa semelhante às suas nações, mas, infelizmente, não sei, possivelmente, poderá ter sido excluído por empresa que administra blogs, e que o globinho talvez não fazia parte da sua responsabilidade administrativa, acho eu, e realmente, alguns meses passados, eu recebi um comunicado que alguns itens do blog iriam ser excluídos. A estatística do blog só apresenta os dez países que mais acessam. Mas o globinho apresentava todos, com algumas exceção. 

Um blog só continua sendo acessado se forem postados bons materiais, e isso o http://blogdomendesemendes.blogspot.com tem de sobra, porque os colaboradores são de primeira categoria.

Agradecemos a todos os colabores e aos amigos leitores. Muito obrigado!

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POMBAL COMEMOROU 155 ANOS DE CIDADE NA SEXTA-FEIRA (21)

Por Marcelino Neto

A cidade de Pombal comemorou no dia 21 deste mês de julho, 155 anos. Historicamente uma das mais antigas do Estado, trazendo ainda em seu calendário três datas importantes:

04 de maio de 1772 - elevação do Arraial à categoria de Vila, com a denominação de Vila de Pombal, na mesma data também ocorre sua emancipação política.

27 de Julho de 1698 - No sertão das Piranhas, lugar conhecido como Povoação do Piancó, Teodósio de Oliveira Lêdo fundou o Arraial de Nossa Senhora do Bom Sucesso do Piancó (Pombal).

E 21 de Julho de 1862 - a Vila de Pombal é elevada à categoria de cidade.

Enaltecida por ter sido berço e porta de entrada para a civilização sertaneja, ainda é referendada por muitos pelos ilustres filhos, entre eles, o economista Celso Monteiro Furtado.

O momento histórico não será esquecido pela atual gestão municipal e uma programação para marcar a data efeméride está sendo elaborada.

Reuniões já foram feitas para avaliar o que poderá ser possível realizar este ano dentro do previsto no orçamento.

Shows envolvendo artistas da terra, atividades esportivas, religiosas e culturais deverão fazer parte da realização.

A programação, logo que for definida, estará sendo divulgada através das rádios e redes sociais.

Pombal nos últimos anos vinha registrando seu momento de expansão a partir de políticas públicas calcadas  nos diversos campos, entre eles, econômico e social assumindo a condição de cidade em desenvolvimento.

Deste modo, na sequência cronológica de suas datas: Arraial, Vila e Cidade representa um marco e referência na história da Paraíba.

Marcelino Neto 

Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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sábado, 22 de julho de 2017

MORTE DE CASTELO BRANCO: MISTÉRIO QUE DURA MEIO SÉCULO

Material do acervo do historiógrafo e pesquisador do cangaço Rostand Medeiros

Autor – Thiago Paiva
Jornal O POVO – Fortaleza-CE


Em 18 de julho de 1967, dois aviões se tocaram no céu e deixaram no ar um rastro de mistério que perdura há 50 anos. Foi numa terça-feira de tempo bom, visibilidade praticamente ilimitada e nebulosidade insignificante. Retornando de Quixadá para Fortaleza, a bordo de um bimotor Piper Aztec e acompanhado de outros três passageiros, além do piloto e copiloto, estava o ex-presidente Humberto de Alencar Castelo Branco, único cearense a ter cumprido um mandato presidencial (1964-1967).

Bimotor Piper Aztec, similar ao avião em que morreu Castelo Branco – Fonte – https://br.pinterest.com/pin/570972058984992062/

O primeiro governante da ditadura militar (1964-1985) tinha perfil considerado “moderado” entre os altos escalões das Forças Armadas. Em seu discurso de posse, em 15 de abril de 1964, o cearense falava de “eleições em 1965”. Quando do acidente, havia deixado o poder em um momento de ascensão do grupo chamado “linha dura”, cuja liderança foi também exercida por seu sucessor, Arthur da Costa e Silva. Era a primeira vez que Castelo visitava o Ceará desde sua saída da presidência. Na noite anterior, havia visitado a escritora Rachel de Queiroz, sua amiga.

Marechal Humberto de Alencar Castelo Branco (trajes civis) junto a oficiais generais do Exército Brasileiro – Fonte – http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/a-democracia-ultrajada/277962

Na viagem de volta, depois de aproximadamente 40 minutos de voo, ocorreu o incidente que dividiria os brasileiros. De um lado, aqueles que acreditavam (e ainda acreditam) em conspiração seguida de assassinato. Do outro, os que creem em fatalidade.

Vários fatores e imprevistos ocorridos, como atrasos de passageiros e alterações no horário da viagem, tornam improvável que o choque tenha sido intencional. Porém, a falta de transparência na condução das investigações e perguntas até hoje sem respostas alimentam especulações de crime com motivação política. Unanimidade, o caso se tornou uma das maiores tragédias da aviação cearense e é a mais controversa morte de um ex-presidente brasileiro.

Desenho do Lockheed TF-33A, prefixo 4325 da FAB, que abalroou o avião de Castello Branco – Fonte – http://culturaaeronautica.blogspot.com.br/2009/09/o-estranho-acidente-que-matou-o.html

A queda

Enquanto se aproximava do aeroporto, já sobrevoando o bairro Mondubim, o avião cedido pelo Governo do Ceará foi subitamente colhido por um jato TF-33A, da Força Aérea Brasileira (FAB). O caça compunha esquadrilha de quatro aeronaves e bateu “com precisão cirúrgica” com a ponta da asa esquerda no leme de direção e quilha do piper, arrancando parte da cauda da aeronave civil.

Do choque até o solo, a queda em giros de parafuso chato foi acompanhada por uma agonia que durou aproximadamente 1 minuto e 30 segundos. Desfecho mortal para o ex-presidente, a educadora Alba Frota, o major Manuel Nepomuceno, o irmão do marechal — Cândido Castelo Branco, e o comandante Celso Tinoco Chagas. Somente o copiloto Emílio Celso Chagas, filho do piloto, sobreviveu.

Manchete do jornal Folha de São Paulo em 20 de julho de 1967 – Fonte – http://www.desastresaereos.net/ac_br_1967.htm

Enquanto isso, o caça retornou ao aeroporto, onde pousou normalmente, sem os tip-tanques, que ficavam nas pontas das asas da aeronave. Um dos equipamentos foi arrancado na colisão e o outro automaticamente ejetado, para evitar o desequilíbrio do TF-33A.

Em seguida, vieram as investigações e conclusões duvidosas que atravessaram meio século sem que ninguém fosse responsabilizado pelo episódio. As apurações da Aeronáutica e órgão correlatos apontam para acidente. Testemunhos de familiares e amigos das vítimas também. Mas as teorias da conspiração ainda pairam sobre aquilo que não foi dito e sobre o que ainda permanece oculto, sob a guarda dos militares.

O Aztec PP-ETT parcialmente restaurado e sem a deriva, preservado em Fortaleza Foto: culturaaeronautica.blogspot.com.br – Fonte – http://www.desastresaereos.net/ac_br_1967.htm

Fatos que alimentam teoria da conspiração

A tripulação do piper alertou à torre de controle quando estava a dez minutos da área de pouso. Desceriam na pista 13. Minutos depois, torre autorizou passagem dos jatos da FAB sobre a pista 31, informando que não havia “tráfego conhecido ou à vista que interferisse com a passagem solicitada”.

Em 20 de junho de 2004, O POVO mostrou, com base na Carta de Tráfego dos Aeródromos Pinto Martins e do Alto da Balança e Publicação de informação Aeronáutica, que os jatos deveriam virar à direita. Em 21 de junho de 2004, O POVO publicou entrevista com Emílio Celso de Moura, copiloto e único sobrevivente do acidente, após as revelações. Ele culpou à FAB e ao Controle do Tráfego pelo acidente. Antes, no O POVO de 18 de julho de 1997, ele havia dito que não invadiu a área dos jatos, mas tinha descartado a possibilidade de atentado, justificando que ocorreram pequenos atrasos que influenciaram nos horários de voo.

Morte de Castelo Branco noticiada no Diário de Natal.

Manuel Cunha, do O POVO, fotografou Castelo Branco sendo socorrido. O filme foi recolhido pelos militares e jamais devolvido.

Indícios que corroboram tese de acidente

Na ida a Quixadá, Castelo usou um trole (pequeno carro que anda sobre a linha férrea), mas ficou com dores na coluna e alguém deu a ideia de solicitar o avião do Estado. A viagem aérea, portanto, não era planejada.

A saída do voo de Quixadá atrasou cerca de 30 minutos. Eventual atendado poderia ser atrapalhado pela mudança de cronograma.

Castelo Branco (de terno escuro) no Rio Grande do Norte, tendo a sua direita o então governador potiguar Monsenhor Walfredo Gurgel.

Em 1997, o copiloto confirmou que voava em condições visuais e que somente os jatos poderiam tê-los avistado. E queixou-se da torre não ter os alertado da presença dos caças, mas declarou que nada havia a ser esclarecido.

Após a passagem, a esquadrilha fez curva à esquerda para também pousar na pista 13, que possuía tráfego pelo sul destinado às aeronaves de caça, e norte para os demais aviões. A manobra, conforme o Cenipa, foi correta, tendo o piper invadido a área dos jatos. (Em 2004, com base na Carta de Tráfego, O POVO mostrou que ocorreu o contrário).

O jato Lockheed TF-33A, prefixo 4325 da FAB, também foi restaurado e preservado – Foto: Escuta Aérea Fortaleza – Fonte – http://www.desastresaereos.net/ac_br_1967.htm

O piloto que colidiu no piper era o primeiro-tenente Alfredo Malan D’Angrogne, hoje coronel aviador, filho do general Alfredo Malan, grande amigo de Castelo. Conhecia o piloto Celso, que morreu na mesa em que seria operado. Ele também foi entrevistado pelo O POVO. Disse que o acidente o “chocou muito” e refutou a possibilidade de choque intencional. “Existem maneiras menos complicadas de derrubar um avião que se chocar contra ele”.


História. Aeronáutica não disponibilizou material sobre queda de avião
Com base na lei nº 12.527/2011, a chamada Lei de Acesso à Informação ou Lei da Transparência, no último dia 22 de março, O POVO requereu ao Ministério da Defesa (MD) todos os documentos relacionados à investigação do acidente aéreo. Foram solicitadas fotografias, laudos periciais, resultado de inquérito, investigações adicionais, conteúdo de depoimentos colhidos e conclusões de órgãos correlatos, como o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa).


No mesmo dia, a demanda foi direcionada pelo MD ao Comando da Aeronáutica (Comaer), apontado como órgão detentor das informações. Em 11 de abril, a solicitação foi respondida. Os militares encaminharam ao O POVO apenas um relatório, de dez páginas, com selo de “Reservado”, feito à época pela Inspetoria Geral da Aeronáutica.

O documento é o mesmo encaminhado ao procurador da República Alessander Sales, em agosto de 2004. Após a publicação de uma série de matérias do O POVO, em junho daquele ano, apontando a possibilidade de ter havido falha de comunicação por parte da torre de controle, o procurador resolveu verificar e tornar públicas as causas do acidente.


Alessander, assim como O POVO, solicitou cópias do inquérito militar que apurou as causas da colisão entre o caça TF-33 e o piper PP-ETT, além do detalhamento do relatório final sobre o acidente. Mas o documento enviado não contém informações relevantes e não responsabiliza ninguém pela colisão. O relatório é apontado como única peça existente sobre a investigação, realizada há 50 anos.

No dia seguinte, 12 de abril, O POVO encaminhou recurso ao Chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, almirante de Esquadra Ademir Sobrinho, alegando que as informações estavam incompletas e eram insuficientes.

A reportagem questionou onde foram parar os depoimentos de testemunhas ouvidas na fase do inquérito (pilotos e até jornalista afirmam que foram ouvidos), bem como o rolo de filme de um dos nossos fotógrafos à época, Manuel Cunha. A equipe do O POVO foi a primeira a chegar ao local do acidente.

Castelo Branco ao volante do seu carro no Rio em 1967.

É de Cunha o registro em que o então soldado Francisco Uchôa Cavalcante aparece carregando nas costas o corpo de Cândido Castelo Branco, irmão do ex-presidente, também morto no acidente. Na ocasião, Cunha também fotografou o momento em que o próprio Castelo era carregado, mas foi obrigado, pelos militares, a entregar o filme. As fotografias estavam divididas em dois rolos. Involuntariamente, Cunha entregou justamente aquele que continha as fotos do ex-presidente.

O material foi recolhido pela Aeronáutica como parte da investigação e jamais foi devolvido. Além disso, o relatório não revela quem eram os demais pilotos que compunham a esquadrilha da qual o caça fazia parte, se houve falha de algum funcionário da torre de controle, quem era o controlador, na ocasião, ou se alguém foi punido.

Entretanto, no dia 17 de abril, o pedido foi analisado e as informações prestadas anteriormente pelo órgão foram ratificadas. O Chefe do Estado-Maior reafirmou que “todos os documentos relativos ao acidente, disponíveis no Comando da Aeronáutica, foram encaminhados juntamente com a resposta formulada”. Não respondeu, porém, o que aconteceu com o restante do material.

https://tokdehistoria.com.br/2017/07/16/morte-de-castelo-branco-misterio-que-dura-meio-seculo/

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CÂMARA MUNICIPAL DE MOSSORÓ SESSÃO MAGNA - 90 ANOS DE RESISTÊNCIA AO BANDO DE LAMPIÃO ENTRE 23 PERSONALIDADES CULTURAIS.

Por Franci Dantas

Câmara Municipal de Mossoró Sessão Magna - 90 anos de resistência ao bando de Lampião entre 23 personalidades culturais, José Romero de Araújo Cardoso (professor - geógrafo - escritor e pesquisador) recebeu a medalha do mérito cultural Vingt-un Rosado. Proposta do vereador Rondinelli Carlos para a inclusão do nome do conceituado professor.





Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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NOVO LIVRO NA PRAÇA "O PATRIARCA: CRISPIM PEREIRA DE ARAÚJO, IOIÔ MAROTO".


O livro "O Patriarca: Crispim Pereira de Araújo, Ioiô Maroto" de Venício Feitosa Neves será lançado em no próximo dia 4 de setembro as 20h durante o Encontro da Família Pereira em Serra Talhada.

A obra traz um conteúdo bem fundamentado de Genealogia da família Pereira do Pajeú e parte da família Feitosa dos Inhamuns.

Mas vem também, recheado de informações de Cangaço, Coronelismo, História local dos municípios de Serra Talhada, São José do Belmonte, São Francisco, Bom Nome, entre outros) e a tão badalada rixa entre Pereira e Carvalho, no vale do Pajeú.

O livro tem 710 páginas. 
Você já pode adquirir este lançamento com o Professor Pereira ao preço de R$ 85,00 (com frete incluso) Contato: franpelima@bol.com.br 
fplima1956@gmail.com

http://lampiaoaceso.blogspot.com.br/2016/08/novo-livro-na-praca_31.html

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DUAS CHAPAS IRÃO CONCORRER À DIREÇÃO DA ADUERN - FOTOS



Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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V I A G E M C U L T U R A L SEGUNDA ETAPA CARIRI CANGAÇO EXU

Por Benedito Vasconcelos Mendes

Por ocasião do Cariri Cangaço Exu-2017, o Prof. Benedito Vasconcelos Mendes, em nome da SBEC- Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço entregou a Comenda 

Francisco Pereira de Lima (professor Pereira), Manoel Severo e Alcino Alves Costa

Alcino Alves Costa ao Curador do Cariri Cangaço, Manoel Severo Gurgel Barbosa, à Pesquisadora Juliana Pereira (Quixadá-CE) e ao Prof. Francisco Pereira Lima (Cajazeiras-PB). 

Juliana Pereira pesquisadora do cangaço

A referida comenda foi criada pela Diretoria da SBEC para marcar os 90 anos da resistência de Mossoró ao bando de Lampião, que invadiu a cidade no dia 13 de junho de 1927. 

A Comenda Alcino Alves Costa é a mais importante homenagem concedida pela SBEC, para homenagear estudiosos do tema cangaço e outros expoentes da cultura nordestina.

Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano Benedito Vasconcelos Mendes

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(EXPERIENCIA PARA MIJAR NAS CALÇAS)

Por Guilherme Machado

Depois de 50 anos me aparece este que foi um tormento em minha infância pobre e órfã de pai e mãe... Em 1968 eu já com 8 anos de idade, internado no colégio sobre Filantropia de ordem da Igreja Franciscana! Colégio Liceu de Artes e Oficios da Bahia sede na rua ladeira do Pelourinho aos fundos da antiga Faculdade de Medicina da Bahia... Estava eu e um outro companheiro da série matinal da oficina de marcenaria do colégio, quando entraram várias autoridades  na faculdade, dentre elas o professor Estácio de Lima, onde iam fazer uma última demostração da cabeça do Cangaceiro Lampião.

Foto fonte Prof. Estácio de Lima. texto Guilherme Machado.

Cangaceiro Lampião para mim, era tudo novidade, eu um garoto de rua, que perambulava pela baixa dos sapateiros, vivendo ao lado de malandros prostitutas e trombadinhas. Nunca tinha ouvido falar em Cangaceiros.

Foi quado eu e o meu amigo Ednelson damos um jeito, de entrar na ente sala onde iam mostrar a tal cabeça de Lampião. Juro caros amigos, achei que iria ver a cabeça de um lampião de gás.

Foi quando vir pela primeira vez a cabeça de um homem sem o corpo. Comecei a mijar no macacão azul que era a farda do Colégio. E durante messes, não conseguia dormir sem saber o que era aquela cabeça mumificada de cor preto fosco sem olho e sem sangue e sem explicação.
Depois de um ano encontrei por intermédio de um professor o ex-cangaceiro Labareda foi quem me explicou o significado daquela cabeça sem o corpo.

Labareda grosso e sem paciência não nos deu muita liberdade, disse que não ia falar com capitão de areia de Salvador, se quiséssemos saber da verdade que nós fôssemos até Paripiranga. Anos depois, fui até Paripiranga e nada.

Hoje o que sei sobre o cangaço agradeço aos livros e muitos grupos de estudiosos do Cangaço.

https://www.facebook.com/groups/ocangaco/

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VIVA O JUMENTO!

Por José Gonçalves do Nascimento

Há notícias de que um prefeito do sertão acaba de negociar a venda de carne de jegue para os frigoríficos da China. A medida é apenas uma dentre tantas outras que vêm sendo cogitadas pelas autoridades do nordeste, no sentido de retirar de circulação nosso velho e pacato jumento.

O novo nicho de negócio vem sendo aplaudido como uma mão na roda. Já há até quem fale no surgimento, em pleno século XXI, de um novo ciclo econômico no nordeste: o ciclo do jegue. Algo talvez mais grandioso do que o ciclo do ouro, do couro, da borracha, do café, ou até mesmo da cana-de-açúcar. A ideia é unir o útil ao agradável: retirar o bichinho de circulação e ao mesmo tempo gerar lucro com seu abate, alimentando-se com sua carne os estômagos mandarins.

Os defensores desta e de outras políticas congêneres alegam que o jumento perdeu sua funcionalidade; que se tornou inviável alimentar um animal que já não produz; que o jegue tem trazido transtorno para o trânsito, onde são frequentes os acidentes envolvendo o animal. E que diante de tais fatos, a única saída é retirar o bicho de circulação.

Verdade é que quem transita pelas rodovias do nordeste talvez já nem se surpreenda com a enorme quantidade de jegues mortos por atropelamentos. Recentemente, numa viagem de pouco mais de uma centena de quilômetros por aquelas bandas, pude ver de perto inúmeros deles caídos na beira da pista, a maioria já em avançado estado de putrefação. Considerando que os acidentes com o animal acabam por envolver igualmente os humanos, ocasionando, também entre estes, expressivo número de vítimas, inclusive fatais.

E não é pra menos: solitário e desprotegido, outra coisa não resta ao manso animal senão perambular sem rumo, em busca de qualquer babugem que possa mitigar-lhe a fome. Seu destino é quase sempre a beira das estradas, onde, apesar do perigo, normalmente encontra algum pasto. Até acho que a beira da estrada foi a alternativa por ele encontrada para fugir do tédio e da solidão, já que estrada é lugar de movimento, de dinamismo, de correria. Afinal, a solidão não mata só os humanos; a solidão mata também os animais.

É obvio que estamos a falar de um animal em fim de carreira. Mas nem sempre foi assim. Houve um tempo em que o homem precisou do jumento e o jumento precisou do homem. Uma simbiose perfeita para uma época em que os efeitos da chamada “modernidade” ainda não se faziam sentir com tanta intensidade.

Quando o poder e a velocidade das máquinas ainda estavam por vir, e o facebook e o watsapp ainda não haviam despontado no horizonte da “civilização”, o jumento foi um dos principais colaboradores do homem, servindo-lhe de montaria e auxiliando-o no serviço da agricultura, que ia desde o preparo da terra até o transporte do produto.


O jumento marcou época, transpôs gerações, testemunhou o surgimento do que hoje chamaríamos de progresso. Com seu auxílio, plasmaram-se culturas, ergueram-se economias, forjaram-se histórias. Não há um campo, uma estrada, a construção que for, onde não tenha o jumento assentado suas patas e derramado sua energia.

Cantado em verso e prosa, o jegue está cercado de lendas. Uma delas reza que aquela cruz estampada nas costas do animal teria sido desenhada pelo xixi do menino Jesus quando foi levado para o Egito no lombo de um jumento, a fim de ser poupado da fúria de Herodes.

Duas experiências me marcaram de modo particular: uma foi quando, certa feita, vi um jumentinho com uma sela enorme que o cobria quase que inteiramente. Parecia uma tartaruga. Fazia horas que estava amarrado e pelo aspecto, percebi que se sentia incomodado com o peso daquele apetrecho a cobrir seu frágil dorso. Outra foi quando, ao me acercar de um jumento alto, acinzentado e meio metido a besta, tomei um coice no pé do abdômen que me laçou por alguns metros e me deixou desacordado por alguns minutos. O coice do jegue é algo simplesmente aterrador. E não há ninguém que viveu no campo que não tenha passado por tal experiência.

O homem usou e abusou do jumento enquanto este lhe foi útil. Depois que perdeu a serventia, tendo, de resto, se tornado um problema grave (como alegam), ao pobre animal restaram apenas o abate e o sacrifício. Entretanto, em lugar nenhum está dito que o jumento foi feito para ser útil ao homem. O jumento foi feito para viver e ser jumento, e apenas isto. Ademais, não parece razoável transferir para o animal a culpa pelos problemas que nós mesmos construímos.

Urge que se garanta ao jumento, agora e sempre, a cota que lhe cabe na comunidade dos viventes, mesmo que isto vá de encontro às conveniências dos ditos humanos.

jotagonçalves_66@yahoo.com.br


ADENDO - http://blogdomendesemendes.blogspot.com

Eu, José Mendes Pereira sou a favor desta ideia de abater jumentos. Se o prefeito (o texto do José Gonçalves não fala o seu nome) irá vender carne de jumento, é bem provável que a população desta espécie não irá se acabar nunca mais, ao contrário, irá haver crias e mais crias, porque quem inventou a matança, tem interesse de ganhar dinheiro com a carne do jumento, e para isso, cuidará do aumento da população. E será copiado por outros e outros possíveis criadores de jumentos, na intenção de ganharem dinheiro com a carne do nosso irmão, como chamou o rei do baião Luiz Gonzaga.


Mas cada um tem a sua opinião. Mas se pensarmos bem, será o tempo em que jumentos irão ser bem tratados sobre os olhos dos seus criadores, sem apanharem, sem trabalharem em carroças e cangalhas ferindo os seus lombos, com enormes bicheiras. Com uma condição. Vida boa, mas terá que morrer. Nós também iremos um dia morrer através do chuncho.

jotagonçalves_66@yahoo.com.br

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OU SEREMOS NÓS OS VENCEDORES, OU O NOSSO INIMIGO LAMPIÃO!

Por José Mendes Pereira

"Pode vim tôdo us sordados do nordeste do meu Brasí, que eu passarei tôdos na ponta do meu punhá!"


A frase e o título deste não estão na literatura lampiônica, são de minha autoria. É para que o leitor não os use como sendo da literatura lampiônica.

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