Dois militares volantes em campanha.
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terça-feira, 24 de outubro de 2023
DOIS MILITARES VOLANTES EM CAMPANHA.
CRUZADA CONTRA LAMPIÃO
Essa foto foi
publicada no jornal "A Esquerda" em 1931 e foi encontrada em 2014
pelo pesquisador Robério Santos, de forma inédita, a original tirada por
Joãozinho Retratista. É uma das fotos mais fantásticas do cangaço,
principalmente por trazer Corisco e Lampião juntos, além de Luiz Pedro, Volta
Seca, Ângelo Roque, Mariano, Calais, Ezequiel e Arvoredo, reunindo em uma só
foto alguns dos nomes mais famosos de todo período Lampiônico. Ela foi vista
pela primeira vez em 2014 e recentemente a encontrei publicada neste jornal.
https://www.facebook.com/guilherme.velame
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MENSAGEM PARA UMA ANIVERSARIANTE.
Por José Di Rosa Maria
Nessa linda primavera
Da jovem Lígia
Morais,
O mundo amanheceu
rindo
Cheio de amor e paz!
Feliz aniversário,
gente boa!
https://www.facebook.com/jose.ribamar.3939
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PARA SER MÃE...
Por José G. Diniz
Para ser mãe do seu
filho
O pai escolheu a
virgem Maria
Cristo morreu para
nos salvar
Ressuscitou ao
terceiro dia
O senhor nos
representa
O homem comum inventa
Deus é poderoso e
cria.
https://www.facebook.com/josegomesd
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O AMOR QUE EU TENHO
DESPERTAR DE UM SONHO
segunda-feira, 23 de outubro de 2023
IRMÃ APARECIDA
Por Lindomarcos Faustino
EM 23 DE
OUTUBRO DE 2010 – O Colégio Sagrado Coração de Maria lamentava a perda da
sua referência maior: “Irmã Maria da Conceição Aparecida”, que faleceu aos 86
anos de idade, após complicações de uma cirurgia intestinal, realizada no
Hospital da Congregação das Irmãs Franciscanas Hospitaleiras da Imaculada
Conceição, em Salvador-BA. Depois seu corpo foi transladado para o município de
Mossoró, onde foi velado nas dependências do Colégio Sagrado Coração de Maria,
lugar em que residia há mais de 40 anos e, logo após, foi sepultada no
Cemitério São Sebastião, em Mossoró.
A Irmã
Aparecida era natural de uma tradicional família mossoroense, nascida no dia 13
de junho de 1924, foi batizada por Letícia Rodrigues Duarte; filha de seu
Francisco Duarte Ferreira e Francisca Rodrigues Duarte (primeira mulher a
dirigir um automóvel em Mossoró). Ela residiu durante toda sua infância e
adolescência na Fazenda Barrinha dos Duartes, BR-304, a 12km da cidade de
Mossoró. Herdou de sua mãe a vocação para ser professora, se formou em
Pedagogia, Geografia, História, Sociologia e Secretariado Escolar.
Seus estudos
ocorreram nos seguintes grupos escolares: Grupo Escolar 30 de Setembro
(1931-1938), em Mossoró; Colégio Patrocínio de São José, em Aracaju-SE
(1958-1960); Licenciatura Curta de Geografia Geral e do Brasil, pela Faculdade
Regional de Alagoas; Licenciatura Curta de História Geral e do Brasil, pela
Fundação Universitária de Sergipe. Ela tinha vários cursos: Datilografia, pela
Escola Prat de Mossoró (1942); Curso de Problemas de Comunicação, pela Faculdade
de Educação de Mossoró (1974); Curso de Difusão Universitária, pelo Centro
Latino Americano Parapsicologia, em Mossoró (1974); Curso de Psicologia
Aplicada às Relações Públicas e Humanas, em Mossoró (1975); Curso Intensivo de
Espanhol, em Mossoró (1977); Curso de Secretária, no Colégio Central de
Salvador-BA (1961); além de outros. Fez alguns estágios: Colégio Patrocínio de
São José, Aracaju-SE (1960); Colégio São José, em Salvador-BA (1961) e no
Colégio Central de Salvador (1960).
Ao longo da
vida exerceu as seguintes atividades docentes: Colégio Imaculada Conceição, em
Penedo-AL (1945-1955); Colégio Patrocínio de São José, em Aracaju-SE
(1956-1958); Colégio Nossa Senhora das Graças, em Propriá-SE (1959-1960);
Colégio Sagrado Coração de Jesus, em Estância-SE (1961-1962); Hospital da
Sagrada Família, em Salvador-BA (1966); Diretora do Colégio Sagrado Coração de
Maria, em Mossoró (1979-1983); Professora no Colégio Sagrado Coração de Maria,
em Mossoró (1967-1987).
Sua vocação
religiosa foi despertada ainda como aluna do referido Colégio, do qual esteve à
frente por um período de 44 anos. Irmã Aparecida ingressou na congregação aos
19 anos de idade, no convento de Salvador-BA, no dia 10 de janeiro de 1944.
Após três anos de experiência, ela finalmente fez os votos, tornando-se irmã
franciscana. Ele se destacou também pelo trabalho junto ao movimento de Mãe
Rainha, na Diocese de Santa Luzia, pois foi ela quem trouxe o apostolado da Mãe
Rainha para o município de Mossoró e o Terço dos Homens. Ela prestou serviços
nos municípios de Penedo-AL, Aracaju-SE, Própria-SE, Estância e Salvador-BA,
depois retornou a sua terra natal, em 1967, ficando no Colégio Sagrado Coração
de Maria, onde ficou até sua morte, onde exercia a função de conselheira geral.
Em sua
homenagem existe uma praça com seu nome, situada no bairro Bela Vista, pela Lei
Nº 3.762 de 30 de dezembro de 2019, proposta da vereadora Maria Izabel Araújo
Montenegro.
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OS TREMENDÕES
Melhor banda musical de Mossoró.
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LAMPIÃO, O CANGACEIRO DO SERTÃO
Por Itamar Nunes
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ANTÔNIA DE GATO
Antônia
Pereira da Silva, conhecida como Antônia de Gato, índia da tribo Pankararé, foi
a primeira companheira do cangaceiro Santilio Barros, vulgo Gato.
Edição Arquivo
Digital Helton Araújo.
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HISTÓRIA CULTURA E CURIOSIDADE NO MUNDO
Por Isabel Binhares Lopes
Era o ano de
390 a.C, quando Roma passava por uma situação muito grave, pois fora invadida
pelos gauleses, comandados por Breno, um bárbaro sanguinário. A cidade tinha
sido saqueada e os romanos se refugiaram no Capitólio, um templo sagrado,
localizado numa colina do mesmo nome. Para lá, eles levaram ouro e outras
riquezas, tentando salvá-las do impiedoso invasor. Era o último baluarte de sua
resistência.
No Capitólio
tinha uma criação de gansos, animais considerados sagrados. Uma noite, os
gauleses resolveram atacar a fortaleza, pois era o último refúgio romano, de
onde os sitiados ofereciam feroz resistência contra o invasor. Na calada da
noite, começaram a escalar a muralha, quando foram surpreendidos pelo grasnar
dos gansos, despertando os guardas romanos, que os repeliram com muita
valentia.
Como é do
conhecimento geral, o ganso, quando se depara com um intruso, além de grasnar,
ele o ataca com certeiras bicadas. Assim, os gansos passaram à história como os
salvadores do Capitólio romano.
Mas a invasão não
parou por aí. Diante da situação, os romanos resolveram capitular e pagar um
volumoso resgate em ouro, exigência do general Breno. Contam os historiadores
que foi estipulada uma quantia, representada por um exorbitante peso em ouro.
Os gauleses trouxeram suas balanças, devidamente manipuladas. Quando os romanos
reclamaram, o general atirou sua espada sobre a pilha do ouro, exclamando: vae
victis! vae victis! Ou seja, Ai dos vencidos! A gravura acima é uma
representação da cena, famosa ao longo da História. Mas os gauleses não
chegaram a levar o ouro para suas terras, pois acabaram sendo vencidos pelo
exército romano.
Séculos mais
tarde, precisamente em 52 a.C. , os romanos deram o troco, com a conquista da
Gália, pelo general Júlio César que, com o cerco da fortaleza de Alésia,
derrotaram os gauleses, anexando um imenso território ao seu império. Essa
conquista contou com um repórter especial, o próprio Júlio César, com seu
livro, De Bello Gallico (A Guerra da Gália), relatando em detalhes todas as
etapas da campanha. Inclusive, trouxe acorrentado para Roma o chefe gaulês,
Vercigetorix, depois condenado à morte pelos romanos, que agora também podiam
dizer: vae victis.
A Gália à
época correspondia aos atuais países europeus: França, parte da Bélgica e Alemanha
e norte da Itália.
Zona de Guerra
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domingo, 22 de outubro de 2023
𝐺𝐼𝑇𝐼𝑅𝐴𝑁𝐴
Fotografia dos cangaceiros (da esquerda para a direita) Gitirana {ou Jitirana} e Jandáia, registrada no final da década de 1930, possivelmente.
Antônio José
dos Santos, nasceu em 1914, viveu na região de Pão de Açúcar/AL, e, por
questões de vingar a morte do pai, entrou no mundo das armas, em 1937.
Segundo os
jornais, José ingressou no bando de Corisco, por convite de Cristino. Ademais,
no noticiário O Globo, relata que Antônio tinha um certo "fascínio"
pelas histórias sobre Lampião e o famoso Diabo Loiro, motivo este de sua
entrada no cangaço.
Gitirana
esteve no Massacre da Família de Domingos Ventura, em 1938, onde morreram,
assassinados, cerca de 7 membros.
Além de ser
apontado por ser um grande combatente, seus companheiros relatam que Gitirana
era um ótimo compositor, fazia versos e cantava muito bem.
𝐸𝑁𝑇𝑅𝐸𝐺𝐴
Se entrega no
dia 7 de agosto de 1940, juntamente com sua companheira Maria de Jesus, e o
filho do casal. Em interrogatório, Gitirana relata o local onde escondeu seus
pertences, bem como o fuzil mauser 1908, sua pistola automática e grande
quantidade de munição.
Antônio José
morreu de tuberculose poucos anos depois.
𝑪𝑼𝑹𝑰𝑶𝑺𝑰𝑫𝑨𝑫𝑬
No ano de
1938, espalha-se a notícia de que Cristina, mulher de Português, estava de caso
com o cangaceiro cantor. O marido da cangaceira, cheio pelo ódio, pede a
permissão de Lampião para que matasse os dois.
Segundo Dadá,
Gitirana implora para a mesma que não deixe que o matasse, em que, numa
conversa rápida, Corisco fala a Português sobre Antônio, já que era o animador
do grupo, em questão das músicas, e, perdendo ele, o bando ficaria triste.
Atendendo ao
pedido, o cangaceiro traído poupa Gitirana e mata a sua companheira, em forma
de se vingar do ocorrido.
𝐹𝑂𝑁𝑇𝐸:
𝑱𝒐𝒓𝒏𝒂𝒍
𝑶
𝑮𝒍𝒐𝒃𝒐,
𝒍𝒊𝒗𝒓𝒐
𝑪𝒂𝒏𝒈𝒂𝒄𝒆𝒊𝒓𝒐𝒔
𝒅𝒆
𝑨
𝒂
𝒁-
𝑩𝒊𝒔𝒎𝒂𝒓𝒄𝒌
𝑴𝒂𝒓𝒕𝒊𝒏𝒔
𝒅𝒆
𝑶𝒍𝒊𝒗𝒆𝒊𝒓𝒂.
.𝐶𝐴𝑁𝐺𝐴𝐶̧𝑂
𝐵𝑅𝐴𝑆𝐼𝐿𝐸𝐼𝑅𝑂.
JESUS NÃO VEIO NOS ENSINAR A SERMOS HONRADOS...,
Logo porque, a
honra é uma consequência da obediência.
Ele veio nos
instruir a permanecer firmes no propósito, mesmo quando formos traídos.
A traição de
Judas não alterou o plano de Deus em Jesus e nós como filhos do Altíssimo
devemos permanecer gerando vida, dando frutos e crescendo em amor, graça e
misericórdia, mesmo quando somos feridos.
Permaneça
fazendo o bem, buscando a paz no dia mal, com o mesmo entusiasmo do dia do bom.
Assim você
gera testemunho e atrai as bençãos do Senhor para sua vida.
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" PÓS CANGAÇO "
Por Helton Araújo
Ladislau
Reis de Souza, popularmente conhecido como Tenente Santinho.
Tão
cruel e perigoso quanto qualquer cangaceiro.
Quem
conhece as histórias do Tenente " Santinho ?
Créditos
: RUBENS ANTÔNIO
EDIÇÃO
ARQUIVO DIGITAL HELTON ARAÚJO
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sábado, 21 de outubro de 2023
MARTHA MENEZES
Por José Mendes Pereira
DESTINOS DIFERENTES - A FAMÍLIA DE LAMPIÃO EM JUAZEIRO DO NORTE, CE
Por: Leandro Cardoso
Na segunda vez, demandaram à cidade alagoana de Mata Grande, ocasião em que morreram os genitores de Lampião, José Ferreira (vítima da volante de José Lucena Maranhão) e Dona Maria (vítima de um ataque cardíaco).
Em 1922, o jovem cangaceiro Virgulino Ferreira da Silva, já definitivamente com o pé fincado no cangaço, assume a chefia do bando do célebre Sinhô Pereira, que deixava o Nordeste em fuga para Goiás.
A família Ferreira, sem possibilidade de retornar para Vila Bela, procura abrigo em Juazeiro do Norte. Com a morte dos pais, João Ferreira (o único dos irmãos que não entrou para o cangaço), assume a chefia da família. Após conversa com o Padre Cícero, recebe permissão para se estabelecer em Juazeiro com as irmãs, cunhados, primos (os Paulo) e sobrinhos.
Na passagem de Lampião por Juazeiro do Norte, em 1926, foram tiradas várias fotografias da família. Na célebre foto da família reunida (que é vista acima), vemos na extrema esquerda sentado, Antônio Ferreira e na extrema direita, Lampião; a segunda sentada da direita para a esquerda é Dona Mocinha (tendo seu marido, Pedro Queiroz, atrás de si); ao lado direito de Pedro está João Ferreira; do lado esquerdo de João está Ezequiel (que depois entraria para o cangaço com o vulgo de Pente Fino); e, finalmente, o segundo da direita para a esquerda, em pé, é Virgínio (seria o futuro cangaceiro Moderno, chefe de grupo), casado com uma irmã de Lampião, que logo morreria de parto em Juazeiro.
Na ocasião da foto, Dona Mocinha (Maria Ferreira de Queiroz) estava recém-casada com Pedro e, nas várias ocasiões em que a entrevistei, ela sempre externou a enorme benevolência do Padre Cícero, e que todos da família se sentiam seguros em Juazeiro. Dona Mocinha, hoje com 96 anos, única remanescente viva dos irmãos e irmãs de Lampião, mora em São Paulo e foi diversas vezes entrevistada por mim. Contou-me que aprendeu a dançar com Virgulino tocando “harmônica” no terreiro da fazenda “Passagem das Pedras”, em Vila Bela, e que o irmão vivia na casa da avó, Dona Jacosa Lopes. Refere-se aos irmãos sempre com muito carinho, dizendo que o mais fechado era Antônio e o mais brincalhão era Livino Ferreira. E, em todas as vezes que conversamos, sempre externou a excelente acolhida que a família teve em Juazeiro, e gratidão de todos ao Padre Cícero. Tanto é que seu primogênito é afilhado do Padre Cícero.
Rememora com muita satisfação dos familiares de João Mendes de Oliveira, de quem se tornaram amigos. Dona Mocinha casou em Juazeiro com Pedro Queiroz e só deixou a Meca nordestina quando a polícia pernambucana intimou seu marido em Vila Bela, e o prendeu arbitrariamente. Então, Dona Mocinha (e parte da família), teve que deixar Juazeiro em 1927 para residir em Serra Talhada.
Para finalizar, deixo minhas homenagens à Dona Mocinha, que hoje, quase centenária e lúcida, é um repositório vivo da história recente do Brasil e de Juazeiro do Norte, uma vez que foi expectadora de camarote de um dos períodos mais interessantes e polêmicos da nossa história recente, além de ser testemunha inconteste do desprendimento e da bondade incondicionais do Padre Cícero Romão Batista.
O autor é médico, cordelista, escritor, residente em Teresina, PI – Foto
A PRISÃO DOS MISSIONÁRIOS AMERICANOS POR LAMPIÃO
Beto
Klöckner Rueda
No dia 29 de
novembro de 1930 Lampião estava descansando na casa grande da fazenda Riacho
Verde do amigo José Malta, ao lado de Mata Grande, Alagoas. Trouxeram a sua
presença alguns sujeitos branquelos de fala enrolada que foram aprisionados
pelos cangaceiros a meia légua da cidade. Eram missionários americanos, havia
também uma mulher. O líder era o missionário Virgil Frank Smith, estavam
acompanhados do professor de matemática Maurício Wanderley. Lampião perguntou
ao missionário como era o seu nome e o que fazia. Como o americano não se
expressava bem em português, o professor Maurício explicou: - O nome dele é
Virgílio capitão. É um religioso americano e está ensinando o caminho certo ao
povo.
- Então somos
colegas, disse Lampião. Porque eu também estou corrigindo os erros dessa gente.
Diga a ele o que é que eu faço com mulher de vestido curto e cabelo cortado...
e diga também que eu quero onze contos para soltá-los.
Os
missionários entregaram tudo o que tinham, cédulas e umas moedas. Lampião
devolveu as moedas: -Toma isso que eu não sou cego para aceitar moedas de
vintem. Tratem de arranjar o resto do dinheiro.
Os
missionários não tinham mais dinheiro, mas quem disse que estavam preocupados?
Diziam-se felizes por terem a oportunidade de pregar o evangelho para aquelas
criaturas, que também eram filhos de Deus. Começaram a ler trechos da bíblia em
voz alta e cantar hinos de louvor. Lampião impacientou-se: - Meninos, soltem
esses cabras e mandem embora que eu não aguento mais essa "zuada"!!
Para rezar precisa gritar tanto? Será que eles pensam que Deus é surdo???
REFERÊNCIA:
IRMÃO, José
Bezerra Lima. Lampião, a raposa das caatingas. Salvador: JM Gráfica e Editora,
2014. 369p.
https://www.facebook.com/
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PIMENTA NOS OLHOS DOS OUTROS É COLÍRIO.
Por José Mendes Pereira
Foi o caso do patriarca José Ferreira da Silva, homem íntegro, paciente, honesto, e não queria ver nenhum escândalo dentro da sua família, e nem desavenças com os seus vizinhos, principalmente causados pelos seus filhos, findou no que findou. Se desde o início José Ferreira da Silva tivesse endurecido o pescoço, como se diz, contra qualquer um dos seus vizinhos que tentasse lhe desrespeitar, juntamente com seus filhos, tinha evitado tamanha confusão, porque o inimigo, no caso o Zé Saturnino, teria temido, e a confusão perderia forças para seguir, morrendo ali mesmo. E como José Ferreira não apoiava os filhos, Zé Saturnino já sabia que um a menos na confusão não participaria, no caso José Ferreira, esperava vencê-los de qualquer jeito.
EUCLIDES CUSTÓDIO VULGO CACHEADO.
Acervo do Helton Araújo
Euclides
Custódio, vulgo Cacheado, esse cangaceiro apesar de pouco falado, era
extremamente perigoso, após a morte do cangaceiro Gato, Cacheado passou a
executar para Lampião algumas das missões mais cruéis designadas pelo rei do
cangaço. Assim como Santilio Barros, o Gato, Cacheado agia de modo sádico e
cruel.
Na foto
podemos ver Euclides Custódio, o Cacheado, detido na casa de detenção de
Salvador no ano de 1944.
Obs :
Importante não confundir esse Cacheado com outros da história. Esse é o mesmo
que aparece nas fotos e filmagens de Benjamin Abrahão no ano de 1936.
Créditos :
Jornalista Joel Silveira ( in memoriam ), Blog Lampião Aceso e Ivanildo
Silveira.
Edição :
Arquivo Digital Helton Araújo
Conheciam esse
personagem da historiografia do cangaço ?
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𝐕𝐎𝐋𝐓𝐀 𝐒𝐄𝐂𝐀 𝐅𝐎𝐆𝐄 𝐃𝐀 𝐏𝐄𝐍𝐈𝐓𝐄𝐍𝐂𝐈𝐀́𝐑𝐈𝐀 𝐄 𝐏𝐑𝐎𝐌𝐎𝐕𝐄 𝐀𝐒𝐒𝐀𝐋𝐓𝐎 𝐄𝐌 𝐂𝐀𝐓𝐔(𝐁𝐀)
Acervo de Guilherme Velame Wenzinger
𝖭𝗈
𝗂𝗇𝗂́𝖼𝗂𝗈
𝖽𝖾
𝟣𝟫𝟦𝟦
𝗈
𝖾𝗑-𝖼𝖺𝗇𝗀𝖺𝖼𝖾𝗂𝗋𝗈
𝖵𝗈𝗅𝗍𝖺
𝖲𝖾𝖼𝖺,
𝗃𝗎𝗇𝗍𝗈
𝖼𝗈𝗆
𝖬𝖺𝗇𝗈𝖾𝗅
𝖯𝗈𝗋𝖿𝗂́𝗋𝗂𝗈,
𝖿𝗈𝗀𝖾
𝖽𝖺
𝗉𝖾𝗇𝗂𝗍𝖾𝗇𝖼𝗂𝖺́𝗋𝗂𝖺
𝖽𝖾
𝖲𝖺𝗅𝗏𝖺𝖽𝗈𝗋.
𝖭𝗈
𝖿𝗂𝗆
𝖽𝖾
𝖥𝖾𝗏𝖾𝗋𝖾𝗂𝗋𝗈,
𝗃𝗈𝗋𝗇𝖺𝗂𝗌𝗌
𝗇𝗈𝗍𝗂𝖼𝗂𝖺𝗏𝖺𝗆
𝗊𝗎𝖾
𝖺
𝖽𝗎𝗉𝗅𝖺
𝖺𝖼𝗈𝗆𝗉𝖺𝗇𝗁𝖺𝖽𝖺
𝖽𝖾
𝗆𝖺𝗂𝗌
𝗎𝗆
𝖻𝖺𝗇𝖽𝗈𝗅𝖾𝗂𝗋𝗈
𝗉𝗋𝖺𝗍𝗂𝖼𝗈𝗎
𝖽𝗂𝗏𝖾𝗋𝗌𝗈s 𝖺𝗌𝗌𝖺𝗅𝗍𝗈𝗌
𝖾𝗆
𝖢𝖺𝗍𝗎(𝖡𝖠),
𝖼𝗂𝖽𝖺𝖽𝖾
𝖽𝗂𝗌𝗍𝖺𝗇𝗍𝖾
𝖼𝖾𝗋𝖼𝖺
𝖽𝖾
𝟣𝟢𝟢𝗄𝗆
𝖽𝖺
𝖼𝖺𝗉𝗂𝗍𝖺𝗅.
𝖫𝗈𝗀𝗈
𝖽𝖾𝗉𝗈𝗂𝗌
𝖿𝗈𝗋𝖺
𝗋𝖾𝖼𝖺𝗉𝗍𝗎𝗋𝖺𝖽𝗈
𝖾
𝖾𝗆
𝖭𝗈𝗏𝖾𝗆𝖻𝗋𝗈
𝖽𝗈
𝗆𝖾𝗌𝗆𝗈
𝖺𝗇𝗈
𝖺𝗉𝖺𝗋𝖾𝖼𝖾
𝖾𝗆
𝗋𝖾𝗉𝗈𝗋𝗍𝖺𝗀𝖾𝗆
𝖽𝗈
𝗃𝗈𝗋𝗇𝖺𝗅
"𝖮
𝖢𝗋𝗎𝗓𝖾𝗂𝗋𝗈",
𝗌𝖾𝗇𝖽𝗈
𝖿𝗈𝗍𝗈𝗀𝗋𝖺𝖿𝖺𝖽𝗈
𝗃𝗎𝗇𝗍𝗈
𝖺
𝗈𝗎𝗍𝗋𝗈𝗌
𝖼𝖺𝗇𝗀𝖺𝖼𝖾𝗂𝗋𝗈𝗌
𝗉𝗋𝖾𝗌𝗈𝗌
𝖾𝗆
𝖲𝖺𝗅𝗏𝖺𝖽𝗈𝗋
𝗉𝗈𝗋
𝖩𝗈𝖾𝗅
𝖲𝗂𝗅𝗏𝖾𝗂𝗋𝖺.
𝖥𝗈𝗇𝗍𝖾:
𝖢𝗈𝗋𝗋𝖾𝗂𝗈
𝖽𝖺
𝖳𝖺𝗋𝖽𝖾.
𝟤𝟦
𝖽𝖾
𝖥𝖾𝗏𝖾𝗋𝖾𝗂𝗋𝗈
𝖽𝖾
𝟣𝟫𝟦𝟦.
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SEU ANTÔNIO DA PIÇARRA
Por Helton Araújo
Foto raríssima
de Antônio Teixeira Leite, popularmente conhecido como Antônio da Piçarra,
grande coiteiro de Lampião no Ceará. Tempos depois se tornaria mais um desafeto
do rei do cangaço.
Geralmente
somos acostumados a ver fotos de Antônio da Piçarra já com uma certa idade,
nesta, vemos Antônio bem jovem, com apenas 23 anos de idade, no ano de 1918.
Créditos :
Wilton da Piçarra ( Vilson da Piçarra ), neto de Antônio da Piçarra.
EDIÇÃO ARQUIVO
DIGITAL HELTON ARAÚJO
Você conhecia
essa foto de Antônio da Piçarra ainda jovem ?
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PEDRO DE CÂNDIDO, COITEIRO DE LAMPIÃO.
Esse homem foi
peça crucial para que as volantes conseguissem emboscar Lampião e seu bando na
grota do Angico, e assim dar cabo a vida do rei do cangaço em 28 de Julho de
1938.
Obs : Pedro de
Cândido foi torturado pela polícia para entregar o esconderijo de Lampião.
Qual sua
opinião sobre Pedro de Cândido ?
EDIÇÃO ARQUIVO
DIGITAL HELTON ARAÚJO
Foto/Fonte
Primária : Procuro informações, quem souber deixe nos comentários.
Deixo claro
que as fotos não me pertencem, apenas são frutos de pesquisas e passaram por edição
para entregar para vocês algo em melhor qualidade. Sendo assim, fazem parte dos
meus arquivos digitais.
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