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terça-feira, 23 de maio de 2023

VINGANÇA NO SERTÃO - A SAGA DE CHICO PEREIRA.

Por Cangaçologia

https://www.youtube.com/watch?v=YJjXv4QSb6c&ab_channel=Canga%C3%A7ologia

A impressionante história de Francisco Dantas Pereira "Chico Pereira", um jovem sertanejo que após ter o pai assassinado e ver o seu desejo de justiça ignorado pelas autoridades, resolve fazer justiça com as próprias mãos e após se envolver em questões com poderosos da região de Sousa e participar do ataque do bando de Lampião à referida cidade, vê-se obrigado a ingressar definitivamente no bando cangaceiro, iniciando-se assim sua dolorosa e trágica história dentro do cangaço que só terminaria com sua morte anos depois no estado do Rio Grande do Norte.


A história completa sobre esse fato vocês conhecerão no decorrer desse vídeo. Assistam e ao final deixem seus comentários, críticas e sugestões. INSCREVAM-SE no canal e ATIVEM O SINO para receber todas as nossas atualizações e publicações. Forte abraço! Atenciosamente: Geraldo Antônio de S. Júnior - Criador e administrador dos canais Cangaçologia, Cangaçologia Shorts e Arquivo Nordeste. Seja membro deste canal e ganhe benefícios:
 A impressionante história de Francisco Dantas Pereira "Chico Pereira", um jovem sertanejo que após ter o pai assassinado e ver o seu desejo de justiça ignorado pelas autoridades, resolve fazer justiça com as próprias mãos e após se envolver em questões com poderosos da região de Sousa e participar do ataque do bando de Lampião à referida cidade, vê-se obrigado a ingressar definitivamente no bando cangaceiro, iniciando-se assim sua dolorosa e trágica história dentro do cangaço que só terminaria com sua morte anos depois no estado do Rio Grande do Norte.

A história completa sobre esse fato vocês conhecerão no decorrer desse vídeo. Assistam e ao final deixem seus comentários, críticas e sugestões. INSCREVAM-SE no canal e ATIVEM O SINO para receber todas as nossas atualizações e publicações. Forte abraço! Atenciosamente: Geraldo Antônio de S. Júnior - Criador e administrador dos canais Cangaçologia, Cangaçologia Shorts e Arquivo Nordeste. Seja membro deste canal e ganhe benefícios:
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PRAÇA DA CONVIVÊNCIA

 Por Geraldo Maia

Está situada na Avenida Rio Branco, no corredor cultural de Mossoró, Rio Grande do Norte. A área onde se encontra inserida recebeu a denominação de Largo Manuel Duarte. 

O homenageado foi um dos heróis da resistência mossoroense ao bando de Lampião. Exímio atirador, foi o provável autor dos disparos que alvejaram dois cangaceiros: Colchete e Jararaca, onde o primeiro foi morto no local e o outro foi gravemente ferido, porém, foi morto por polícias, três dias depois de preso Com 6.611,27 m² de área total construída, a Praça da Convivência oferecer espaço para eventos, cultura e lazer para o convívio social da população. Foi inaugurada em 21 de setembro de 2007.

http://website.informer.com/visit?domain=blogdogemaia.com&pageviewId=desktop-302e363634303135303020313638343837373930382031343834303131383838

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CANGACEIROS ABATIDOS

 Por Helton Araújo

Da esquerda para direita : Suspeita, Fortaleza, Limoeiro e Medalha. No caixão Félix Alves.

Em Setembro de 1935, um grupo de civis liderados por Antônio de Amélia, deram cabo de quatro cangaceiros que seguiam ordens de Lampião.

Foram mortos nas terras da fazenda Aroeirinha na região de Mata Grande em Alagoas, os cangaceiros : Suspeita ( que liderava o grupo no momento ) , Limoeiro ( que era primo de Dadá ), Fortaleza ( não é o mesmo da famosa foto na fazenda Jaramataia) e Medalha. Nessa ocasião morreu no confronto entre civis e cangaceiros, vitimado por uma bala perdida o Sr. Félix Alves, proprietário da fazenda e pai de Alfredo, um dos civis que esteve presente na luta.

Vale lembrar, que Félix Alves e familiares, além de Antônio de Amélia, eram tidos pelas forças volantes como coiteiros de Lampião, pressionados pelas autoridades, se viram obrigados a executar os cangaceiros.

https://www.facebook.com/photo/?fbid=260157423161300&set=gm.2198724120336520&idorvanity=179428208932798

https://youtu.be/naaviLZ3hcM

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A ÚLTIMA CANGACEIRA.

Por Denilson Menezes 

Dulce Menezes dos Santos, foi a última cangaceira do bando de Lampião a morrer. Morreu no dia 12 de Dezembro de 2022 hoje 23 de Maio de 2023, completaria 100 anos de idade, Dulce Menezes dos Santos, a última cangaceira entre homens e mulheres a morrer que se tem notícias.

https://www.facebook.com/photo/?fbid=6852631018104033&set=gm.2199187906956808&idorvanity=179428208932798

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E.M. # 07 – "OLHA O GELÉ!!!"

Por Relembrando Mossoró

Nos velhos tempos do Alto da Conceição, após o banho da tarde, sentava na calçada, ali na Avenida Alberto Maranhão, bem perto da Igreja Matriz, esperando a passagem de Seu Luiz do Gelé. Era um senhor alto e magro, de chapéu, com seu tabuleiro na cabeça e carregando no ombro aquela pequena estrutura de madeira. Quando eu estava com umas “pratinhas” no bolso, acenava, ele parava. Servia generosa fatia do doce geleia de coco, em um quadradinho de papel, e na tarde empoeirada, junto com o vento Nordeste, ele seguia rumo ao “Saco”, (atual bairro Belo Horizonte) anunciando: "Oi o gelé!..... gelé..." Velhos tempos e belos dias.

https://www.facebook.com/photo/?fbid=10210896366001157&set=gm.6050720598344653&idorvanity=768856323197800

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O CABRA PATATIVA

 Por Guilherme Velame Wenzinger

O cabra "Patativa". De nome Antônio Pedro, natural de Bebedouro-(BA), jovem, adentrou para o cangaço já em seus últimos suspiros, teve como companheira a cangaceira Josefa Maria de Jesus, acompanhou Corisco e Labareda. Estava acompanhando Corisco no combate da Lagoa da Serra, em Sergipe, em outubro de 1939, junto ao chefe e, Dadá, Roxinho, Guerreiro, Gitirana, Caixa de Fósforo, Rio Branco e mais 2 ou 3 cabras (segundo livro "Dadá e Corisco" - Antônio Amaury.) Reaparece em 30 de março de 1940 quando entrega-se junto com Ângelo Roque, o Labareda, e os outros companheiros. Cumpriu pena e regenerou-se, vindo a falecer já na 3ª a idade.

Fontes: Dadá e Corisco - Antônio Amaury.

Cangaceiros e Jagunços - Renato Luís Bandeira.

Cangaceiros de Lampião de A a Z - Bismarck Martins de Oliveira.

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MANIÇOBA/BEBEDOURO

 Clerisvaldo B. Chagas, 23 de maio de 2023

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 2.888

CLERISVALDO E DONA JOANINHA, NO BEBEDOURO (FOTO: SÉRGIO CAMPOS).

Vez em quando damos uma passada pelos bairros que formam um só, Maniçoba/Bebedouro. Lugar onde o casario se confunde ao longo da margem esquerda do rio Ipanema. Muitas rochas e árvores frondosas fazem de ambos os bairros, um belo jardim que vai sendo descoberto para chácaras da classe média que procura descanso. Na Maniçoba, o rio Ipanema recebe as águas de um riachinho que se forma em tempo de inverno, vindo da região do Residencial Brisa da Serra, parte norte da cidade e saída para o povoado São Félix. O riachinho não tem título e por isso o chamamos de “riacho Sem Nome”. Mais adiante, no Bebedouro encontra-se a estreita foz do riacho do bode, após as últimas casas do perímetro urbano. Hoje transformada em escoadouro do açude formado pelo riacho, porém, sem sangramento há muito tempo, é seca e coberta de mato.

Imortalizamos o lugar com o livro documentário ainda inédito, “Santana: Reino do Couro e da Sola”. Tendo como ponto central do documentário os curtumes daquela região que alimentava artesãos do couro, a rede de sapateiros autônomos e as fabriquetas de calçados da cidade. Muitos outros fatos, porém, ali acontecidos são narrados e vindos a lume para conhecimento dessa e das futuras gerações da terrinha. Curtumes são lugares onde o couro dos animais são transformados em couro curtido e/ou em sola. Nos tempos mais recentes nesses lugares que ostentam o primeiro documento sobre Santana do Ipanema, destacava-se a líder comunitária conhecida como “Dona Joaninha”, mulher combativa pela sua comunidade e terror dos políticos santanenses.

Tive a imensa honra de trabalhar com Dona Joaninha na “Associação Guardiões do Rio Ipanema – AGRIPA.  A última vez que estive na sua casa, foi com alguns guardiões de folga que aproveitaram para pegar umas cervejas nas imediações. Dona Joaninha “deu um rela” na turma e mandou pegar cerveja gelada em um lugar próximo, dizendo: “Vocês estão na minha casa e a obrigação é minha, ora, ora, ora... Estava doente, mas não se entregava e pouco se referia aos seus problemas pessoais. Poucos meses ou semanas após esse encontro, Deus precisou daquela mulher sábia e guerreira para aconselhar alguns rebeldes na porta do Céu. Uma lacuna difícil de ser preenchida na Maniçoba/Bebedouro e em Santana do Ipanema.

http://clerisvaldobchagas.blogspot.com/2023/05/manicobabebedouro-clerisvaldo-b.html

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segunda-feira, 22 de maio de 2023

LIVRO

   Por José Mendes Pereira

 

Conheça José Leite de Santana, o ex-cangaceiro do capitão Lampião, com alcunha "Jararaca" que foi assassinado em Mossoró.  O livro foi escrito pelo historiador e pesquisador do cangaço Geraldo Maia do Nascimento. 

Para adquirir esta esta excelente obra, basta entrar em contato com o autor através deste gmail abaixo.


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LIVRO

   Por José Mendes Pereira


Você está procurando um excelente trabalho sobre o capitão Lampião, vai de Frederico Pernambucano de Melo. 

Veja se o encontrará com o professor Pereira através deste endereço:

franpelima@bol.com.br

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LIVRO

 


Veja se o professor Pereira o tem. Solicite informação através deste e-mail: franpelima@bol.com.br

https://www.facebook.com/photo/?fbid=5910592699044606&set=gm.1969929040018064&idorvanity=893614680982844

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LIVRO

  


 São quase 400 páginas, com fatos novos, inclusive uma certidão do casamento da cangaceira Dulce, com o também, cangaceiro, Criança. Uma iconografia muito rica, que vale a pena ter em uma biblioteca. A excelente obra pode ser adquirida diretamente com o autor, através do email: 

archimedes-marques@bol.com.br

Sobre a sua obra, vejamos o que diz o autor, em poucas palavras:

Neste segundo volume passeamos sobre a estada, a passagem, a vida das cangaceiras naqueles inóspitos tempos, suas dores e seus amores nas guerras do cangaço e também após esse tempo para aquelas sobreviventes. 

A história de Carira, seus arruaceiros, seus bandoleiros, seus pistoleiros, os cangaceiros e policiais que por ali atuaram, também é minuciada e melhor estudada com a participação inequívoca de historiadores locais de renome que remontam esse tempo.

Laranjeiras, a histórica e linda Laranjeiras dos amores e horrores, não poderia ficar de fora, pois além de tudo, há a grande possibilidade de Lampião ali ter pisado, até mais de uma vez, para tratamento do seu olho junto ao médico Dr. Antônio Militão de Bragança. Nesse sentido a história, a ficção e as suposições se misturam para melhor compreensão do leitor.

Boas novidades também são apresentadas neste volume, uma com referência ao “desaparecido” Luiz Marinho, cunhado de Lampião, então casado com a sua irmã Virtuosa, outra referente ao casamento de um casal de cangaceiros ainda na constância desse fenômeno ocorrido em Porto da Folha, com a prova documental e, em especial o extraordinário fato novo relacionado a Maria Bonita em Propriá na sua segunda visita àquela cidade para tratamento médico. Fotos inéditas também estão apostas neste volume, que acredito será bem aceito pelos pesquisadores do cangaço.

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=829473713921271&set=gm.805346109674335&type=3&theater&ifg=1

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MANIFESTAÇÕES SOCIOCULTURAIS INSPIRADAS NO CANGAÇO POTIGUAR

 Por Dr. Epitácio de Andrade Filho

O cangaço é uma forma de banditismo social típica, um fenômeno ocorrido no Nordeste brasileiro no final do século XIX e XX e, que teve sua gênese em questões sociais e também fundiárias, caracterizando-se por atitudes e acontecimentos violentos de grupos ou mesmo de indivíduos isolados.

Originalmente publicado na Inglaterra em 1969, com tradução no brasil em 1973, “Bandidos”, do historiador britânico Eric Hobsbawn, delimitou um novo campo de estudo na história: o banditismo social.

Essa forma de protesto anterior à tomada de consciência dos métodos de propaganda e agitação política se estabeleceu em diversas partes do mundo.

Reportando-se aos cangaceiros brasileiros, Hobsbawn afirmou que seus feitos espetaculares deram origem a mitos e lendas. Nesse sentido, cita Lampião que chegou a ser mundialmente conhecido graças às canções, histórias e filmes que inspirou.

Sócio fundador da Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço (SBEC), o professor Severino Vicente justifica a publicação de seu livro “Folclore e Cultura Popular nas Práticas Pedagógicas”, ocorrida em 2010, como forma de atualizar os conhecimentos dessas áreas frente ao mundo globalizado e assim, salvaguardar nosso pertencimento neste importante campo de reconhecimento sociocultural. No capítulo “Cultura, Espetáculo e Mídia”, o folclorista define espetáculo como tudo que chama a atenção, atrai, prende o olhar, impressiona vivamente, ostentoso, muita vida, um show. São coisas dos tempos modernos. O escritor faz referência ao evento “Mossoró Cidade Junina” (Onde está inserido o espetáculo “Chuva de Bala”, que encena no palco real dos acontecimentos a resistência dos mossoroenses ao bando de Lampião em 1927) para exemplificar o novo momento das festas populares.

Após esta breve introdução sobre a interface cangaço/cultura, passar-se-á às epopeias dos chefes de bando cangaceiro no Rio Grande do Norte que inspiraram manifestações socioculturais.

Em solos potiguares, pelo menos 4 grandes líderes cangaceiros protagonizaram façanhas, sagas, marchas e tragédias.

Jesuíno Brilhante, conhecido como “Robin Hood do Sertão”, atuou na grande seca de 1877, “saqueando comboios de víveres para distribuí-los com retirantes flagelados”, sendo este um dos cenários do filme “Jesuíno Brilhante, o Cangaceiro”(1972), de William Cobbett, o primeiro longa-metragem rodado integralmente no Rio Grande do Norte. Sob influência do neorrealismo italiano, a obra foi produzida com poucos recursos e contou com ator-atriz âncora nos papéis principais, entre elas, Vanja Orico (Musa do ciclo do cangaço no cinema nacional) e atores amadores, recrutados nas locações, (no semiárido). A direção de fotografia ficou a cargo do cineasta Carlos Tourinho.

Numa iniciativa ousada e inovadora para diversificar os equipamentos de turismo histórico-cultural no município, foi construído o pórtico “Patu-Terra de Jesuíno Brilhante”.

A Morte de Jesuíno Brilhante, ocorrida no ano de 1879, em São José de Brejo do Cruz/PB foi tema de documentário, produzido em 2004 e editado em 2005.

A atuação no cangaço de Chico Pereira deu inspiração ao padre Pereira Nóbrega para publicar em 1961 a célebre obra “Vingança Não”, prefaciada por Raquel de Queirós.

Chico Pereira foi barbaramente assassinado em Currais Novos e no local da morte familiares ergueram um memorial alusivo a seu martírio.

A marcha de Lampião que culminou com a expulsão imposta pela resistência dos mossoroenses em 13 de junho de 1927 tem motivado a realização anual do espetáculo teatral “Chuva de Bala no País de Mossoró”. Sem dúvidas, a maior manifestação sociocultural inspirada pelo cangaço no Rio Grande do Norte.

Com menor notoriedade, porém não menos relevante historicamente, o enfrentamento ao bando do cangaceiro Antônio Silvino na invasão à zona rural de Ouro Branco (em 1901, pertencente a Caicó) ficou imortalizado na tela “Cangaço no Seridó” e no livro “O Fogo da Pedreira- Saga de Antônio Silvino em Caicó, lançado pelo escritor Orlando Rodrigues em 2001.

Livros, pinturas, filmes, monumentos, memoriais e espetáculos teatrais são manifestações socioculturais inspiradas no cangaço potiguar que têm fomentado o turismo e o desenvolvimento sustentável do Estado do Rio Grande do Norte.

Epitácio de Andrade Filho
Severino Vicente - Cultura, Espetáculo e Mídia (2)

Lampião - mapa do cangaço no RN

Mossoró - Chuva de Bala

Retirante no filme Jesuíno Brilhante

Carlos Tourinho

Pórtico Patu Terra de Jesuíno Brilhante

O lugar da Morte de Jesuíno Brilhante - São José

Currais Novos Chico Pereira 2014

Vingança não

Cangaço no seridó

Enviado pelo o autor.

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PARABÉNS PARA ELA!

 Por Veridiano Dias Clemente


Parabéns prá minha Nêga

Essa linda " Nêga Lú "

A linda Miss de Caruaru

Hoje é o grande dia dela

Boa mãe ,esposa e companheira

Foi na Sulanca na feira

E comprou sua blusa amarela

De seu esposo :

Jornalista, Poeta e Cordelista

VERÍ


https://www.facebook.com/100004164580514/posts/pfbid04ve5SoYVvfsNB5JEXosMR8gobmt9Bst7o7znBAzJAM6QBPnXw7WzgQoZJw9867N8l/?comment_id=1418359645588887

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SECA VERDE

 Clerisvaldo B. Chagas, 22 de maio de 2023

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 2.888

Já foi tema de antigos vestibulares: “seca verde”, “quadrilátero Ferrífero”, recôncavo baiano”, “êxodo rural” e muitos outros. E nesse momento em que a mídia fala em seca verde em regiões de Sergipe e Alagoas, novamente voltamos a falar na Natureza.  Sábado passado foi o dia todo nublado no Sertão de Alagoas, frieza e, aqui, acolá, sereno de chuva. O domingo amanheceu nublado, chuveirinho e frieza, deixando a interrogação costumeira na região: Será o começo do inverno? Os pássaros mesmo assim, amanheceram o dia cantando. Logo cedo, aqui no perímetro urbano, a rolinha cantou forte no Bairro São José, como sinal de caminhos abertos e dia feliz. Depois os pardais vieram para fiação da rua enfrentaram frieza e umidade.

DIA FRIO E MELANCÓLICO (FOTO: B. CHAGAS).

Mas o que é mesmo “seca verde”? É o fenômeno em que a vegetação está completamente verde, mas as águas das chuvas não foram suficientes para o desenvolvimento completo da lavoura. Os produtos do campo não conseguem chegar à época da colheita. E se chegam, nada ou quase nada se aproveita. Daí a preocupação do agricultor também com a chuva. Vai dar para sustentar todo o ciclo das plantações? E se vai dar, será que ainda vai sobrar água nos barreiros, nos açudes, nas lagoas... Para a travessia pós inverno? Mesmo por essa época, já começa uma certa inquietação pelos caminhões-pipa para abastecimento urbano e rural. E o sertão nordestino vai vivendo na incerteza entre Deus e os homens. A diferença da seca verde para a seca total é apenas o verde ou o cinza crestado dos vegetais. Pouca água ou água nenhuma, não ameniza o desespero contra a fome.

Conhecimento sobre a “seca verde” é bom... Melhor ainda são as ações preventivas e efetivas em defesa da produção e o pecado da gula na fartura de mesa campesina.

Enquanto, isso, nessa manhã de domingo em que a crônica se veste para a segunda-feira, o sereno de chuva é constante neste dia nublado, frio e triste. A beleza, todavia, da presença divina em cada uma das facetas do tempo renova esperança, fé e crença no Senhor dos Mundos.

E se a seca é verde, azul, cinza ou cor de rosa... Muito mais colorida é a misericórdia que desce e que mescla todos os climas da Terra.

Já é noite e a chuvada lenta do dia inteiro, penetra pela noite.

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domingo, 21 de maio de 2023

PENSO E NÃO EXISTO

Por Conrado Matos



Se me perguntar

Não sei de mim

Não sei nem o nada

do nada que sou

Ando sem tudo

faltando resposta

Penso e não existo

Cada esquina paro,

penso, olho e sigo

Invento e reinvento

Não sei onde chego

Sempre faltando,

vago nem cheio

Assim vou vivendo,

desconstruindo no

fazer do refazendo.


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sábado, 20 de maio de 2023

LAMPIÃO E SEU BANDO COMETERAM FATOS CHOCANTES EM PERNAMBUCO

Por Helton Silva de Araújo

https://www.youtube.com/watch?v=CQFx1NjVADU&ab_channel=Canga%C3%A7oEterno

Embasado na obra da escritora Marilourdes Ferraz " O Canto do Acauã, das Memórias do Cel. Manoel de Souza Ferraz ". Apresento os fatos chocantes e terríveis que Lampião e seu bando cometeram em 1925 no Estado de Pernambuco, em especial na cidade de Betânia.

Um rastro de sangue e muita dor ficou marcado no solo seco do sertão.

Se possível ajudem o canal como puder com qualquer valor. Segue abaixo o pix do canal.

Chave : 81971009857

Celular

Helton Silva de Araújo

https://www.facebook.com/groups/179428208932798/user/100075011314548/

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SORTEIO ! QUER GANHAR ESSE LIVRO ?

Para concorrer basta você seguir as seguintes regras :

Se inscrever em meu novo Canal o " HISTORICAMENTE FALANDO " ( segue o link abaixo 👇)

https://youtube.com/@HISTORICAMENTEFALANDO951

Seguir a página do Historicamente Falando no Instagram ( segue o link abaixo 👇)

https://instagram.com/historicamentefalando2023?igshid=NTc4MTIwNjQ2YQ==

E comentar " EU QUERO O LIVRO " em nosso último vídeo postado no canal Historicamente Falando. Que se trata sobre os KAMIKAZES ( segue o link abaixo 👇)

https://youtu.be/MNyuIYZcwfA

ESTAREMOS ATENTOS SE AS REGRAS FORAM CUMPRIDAS, A REGRA 1 E REGRA 3 SÃO FUNDAMENTAIS. O RESULTADO DO VENCEDOR ACONTECERÁ EM NOSSA PRÓXIMA LIVE NO DIA 26 DE MAIO ÀS 19:00, ONDE RECEBEREMOS OS CONVIDADOS ADERBAL NOGUEIRA E JOÃO DE SOUSA LIMA.

OBS : SE NÃO FOR UM INSCRITO DO CANGAÇO ETERNO TAMBÉM NÃO TERA DIRETO A CONCORRER.

LIVRO : LAMPIÃO E SEUS PRINCIPAIS ALIADOS

DE : GUILHERME MACHADO.

DESEJO BOA SORTE A TODOS, DÚVIDAS É SÓ PERGUNTAR NOS COMENTÁRIOS.

ATT : HELTON ARAÚJO

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CANGAÇO ETERNO

 Por Helton Araújo

Conhece o canal CANGAÇO ETERNO no YouTube? Ainda não, clica no link que está no texto abaixo 👇

Os quatro filhos de José Ferreira e Maria Lopes, que entraram para o cangaço.

Da prole de nove filhos do casal, sendo cinco homens e quatro mulheres, apenas João Ferreira não entrou para o cangaço.

Antônio Ferreira, vulgo " Esperança ", era o mais velho, sendo o mais frio e truculento entre os irmãos.

Levino Ferreira, vulgo " Vassoura ", o segundo filho mais velho do casal Ferreira, era o mais ousado e impulsivo entre os irmãos, sua coragem beirava a loucura !

Virgolino Ferreira, vulgo " Lampião ", o terceiro mais velho entre os nove irmãos, era desde criança dotado de grande inteligência, cresceu e parecia ter um dom nato para liderar e orquestrar ações de combate. Sabia perfeitamente quando usar a força ou quanto dialogar para conquistar seus ideais.

Ezequiel Ferreira, vulgo " Ponto Fino ", o mais jovem entre os irmãos homens e o último a entrar para o cangaço. Era o mais calmo, comparado aos irmãos, sem experiência, boa parte de seu percurso no cangaço foi sob proteção de seu irmão Lampião.

Por : @heltonaraujo9

Ainda não é um inscrito de nosso canal no Youtube? O link está logo aí abaixo 👇corre lá e dá essa moral !

https://youtube.com/@cangacoeterno

O que vocês acham dos irmãos Ferreira ?

#cangaço

#lampião

#sertaonordestino

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A AVENTURA SANGRENTA DO CANGAÇO

 Por Beto Rueda

Fatos & Fotos, 7/jan./1963, pp. 40-41.

Fonte:
AYMORÉ, Artur. O outro olho de Lampião: A imprensa e o cangaceiro. Piracicaba: Jacintha Editora, 2010.

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