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domingo, 1 de setembro de 2024

DOIS PRESENTAÇOS QUE ACABO DE RECEBER E QUE FORAM A MIM ENVIADOS PELOS AMIGOS PAULO BRITTO, BENNER BRITTO E ANE RANZAN...

... respectivamente filho, neto e nora do célebre tenente João Bezerra da Silva, que foi o comandante da Tropa policial volante alagoana que "carimbou o passaporte" de Lampião, Maria Bonita, nove cangaceiros e tendo por consequência a mort3 de um soldado pertencente a força. Fato ocorrido na manhã de 28 de julho de 1938 na Grota do Angico que na época pertencia ao município sergipano de Porto da Folha.
O primeiro livro (Esquerda) trata-se da quarta edição do já aclamado clássico "COMO DEI CABO DE LAMPIÃO" de autoria do Tenente João Bezerra, onde ele descreve sua biografia civil e militar e os acontecimentos que envolveram o fim do rei do cangaço e o esfacelamento do bando cangaceiro liderado por Virgolino Ferreira da Silva o vulgo Lampião.
O segundo é o recém-lançado livro "CORONEL JOÃO BEZERRA: O COMANDANTE DA VOLANTE QUE MATOU LAMPIÃO" escrito por Paulo Brito e Benner Brito, filho e neto do Tenente João Bezerra. A obra, acrescida de fatos novos em relação ao primeiro e supracitado livro, apresenta fatos novos e antigos a respeito da vida pessoal e da vida militar do personagem, além de histórias e particularidades conhecidas até então apenas no ambiente familiar e por pessoas próximas à família. Resumindo: um livro de extrema e fundamental importância para aqueles que desejam conhecer a história do cangaço e seus personagens de forma clara, simples e parcial, cujo único compromisso é com a verdade e a imparcialidade perante aos fatos históricos.
Para finalizar eu quero agradecer ao amigo Paulo Britto, Benner Britto e a amiga Ane Ranzan pelo envio dos livros para mim e desejar muito sucesso de vendas e de críticas ao novo lançamento, que ao meu ver, já nasce sendo um grande sucesso e um clássico da literatura cangaceira, que tanto esmiuçamos e vasculhamos. Além de lembrar que é para mim uma honra imensa poder receber tais obras diretamente das mãos da família desse importante e notável personagem da história e da literatura cangaceira.
Muito obrigado!
Quem desejar adquirir a obra basta entrar em contato com o Professor Pereira: franpelima@bol.com.br ou (83) 9 9911-8286.
Atenciosamente: Geraldo Antônio de Souza Júnior - Criador e administrador do canal Cangaçologia.

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MISSÃO VELHA, 160 ANOS DE EMANCIPAÇÃO...DE BRAVURA E HISTÓRIA...

Hoje(11 de julho) a Câmara de vereadores de Missão Velha completa e comemora a passagem dos seus 159 anos de criação. Instalada que foi por força da lei provincial 1.120/1864, juntamente com o desmembramento oficial de Missão Velha da então vila/cidade de Barbalha. Conquistando assim a nossa terra, sua devida "emancipação" em ato documental datado do dia 8 de novembro de 1864. Sendo que tal documento, no que tange à instalado da Câmara só veio ser efetivado um ano depois, ou seja, no dia 14 de julho de 1865 pela pena do presidente da então província do Ceara dr. Lafaiete Rodrigues. Tendo, inclusive, como o seu primeiro presidente legislativo o professor, cronista, historiador e intelectual o Sr. Bernadino Gomes de Araújo. Como se conclui, não tem como não soar estranho para não dizer contraditório a Câmara de MV ter 160 anos de existência e o município "querer comemorar" apenas 93. Deveríamos sim está comemorando os 160 de sua emancipação cívico-política. E não apenas 93 da sua decretação enquanto 'comarca' apenas. Não tem cabimento Juazeiro com 113 anos e MV ser mais nova que ele. Que disparate.
Fora tudo isso ao meu juízo, o único equívoco perceptível reside no fato do dia oficial está sendo 11 de julho( correspondente à criação da Comarca, evento ocorrido em 1931). Nada contra as comemorações relativas aos 93 anos de criação da comarca. Porém, como de praxe, é notório que na grande maioria dos municípios brasileiros "o dia oficial do município" diz respeito, enquanto marco de contagem, a data da sua emancipação política. Portanto, teríamos a comemorar 159 anos. Afinal de contas, a data de criação da Comarca não deve ser mais importante do que a da sua Emancipação. Isso se chama desconstrução histórica e não serve a nossa terra como marco temporal.

Parabéns Missão Velha...nosso belo e bravo solo sagrado de Nossa Senhora da luz e São José. Viva a nossa história.
© Prof. José Cícero.

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LUIZ GONZAGA E O RIO GRANDE DO NORTE

Por Kydelmir Dantas

Uma ideia surgida há 15 anos acaba de se tornar realidade. O professor e historiador Kydelmir Dantas lançou no final do ano passado, na capital potiguar, durante a II edição da Feira de Livros e Quadrinhos, o título "Luiz Gonzaga e o Rio Grande do Norte", no ano do centenário de nascimento do "Rei do Baião", data celebrada em todo o país com uma série de atividades.


"Esse é o resultado de uma pesquisa de pelo menos 10 anos, que a realidade surgiu a partir de uma palestra na Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern), semente plantada em 1997 e que foi se desenvolvendo até transformar-se neste livro", conta Kydelmir Dantas.
Para concretizar o desejo de eternizar em uma obra a relação do compositor pernambucano com o Rio Grande do Norte, o historiador recorreu desde acervos pessoais a arquivos do Museu Fonográfico Luiz Gonzaga, em Campina Grande, Paraíba. "As pesquisas foram realizadas na bibliografia Gonzaguiana, com mais de 30 livros no meu acervo, e nos acervos de Raibrito, Lei de Câmara em Natal, e em viagens pelo interior do Nordeste", complementa.

No livro, Kydelmir Dantas aborda a afinidade das músicas do "Rei do Baião" com o RN, encontrada em canções como Asa Branca, 13 de dezembro, A volta da Asa Branca e ABC do Sertão. "Essa relação com o nosso Estado também é mostrada através das canções de compositores potiguares: Celso da Silveira (Renascença), Chico Elion (Ranchinho de Paia), Frei Marcelino (Meu Padim), Henrique Brito (Queixumes), Jandhuy Finizola (Jesus Sertanejo) e Severino Ramos (Ovo de Codorna). Sem deixar de citar os intérpretes do RN", destaca.

Para o escritor, o livro não representa apenas uma homenagem a Luiz Gonzaga, mas sim um documento que revela um capítulo da história do compositor popular. "Está além dessa homenagem. É um capítulo da história dele, sua ligação com nosso Estado potiguar", enfatiza. Apesar de não considerar seu livro apenas uma homenagem ao centenário de nascimento de Luiz Gonzaga, Kydelmir Dantas avalia como muito positivas as atividades que estão sendo promovidas em alusão à data. 

"A meu ver, nenhum artista brasileiro foi tão homenageado no seu centenário quanto o 'Gênio da Música Popular Nordestina' e um dos maiores nomes da Música Popular Brasileira, Luiz Gonzaga, que levou o Nordeste pro mundo, através do 'Baião' bem que merece todas as homenagens. Um bom exemplo deste reconhecimento é o filme 'Gonzaga: de pai pra filho'. Mais do que um filme é uma história de vidas paralelas e unidas pelos laços de sangue e da música. E, após a gravação da 'Marcha da Petrobras', em 1959, talvez seja esta a primeira vez que a empresa apoia algo tão consistente em torno do "Rei do Baião". De parabéns estamos todo(a)s os seguidores e os fãs de Gonzaguinha e Gonzagão, por tão bela homenagem", conclui. 

Fonte: Jornal O Mossoroense - Redação
O Título Já está à venda na LIVRARIA NOBEL
Avenida Senador Salgado Filho, 1782 - Lagoa Nova  - Natal - RN
CEP - 59022-000
fone: (0xx) - 84 - 3613-2007
Parceiros potiguares

com verbetes:
Celso da Silveira, Chico Elion, Henrique Brito, Elino Julão, Frei Marcelino, Jandhuy Finizola e Severino Ramos.
Parceiros e intérpretes potiguares

com verbetes:
Ademilde Fonseca, As Potiguaras, Carlos Zens, Coral da Petrobras Mossoró, Khrystal, Marina Elali, Meirinhos, Mirabô Dantas, Nenem do Baião, Orquestra Sinfônica da UFRN, Orquestra Sanfônica de Mossoró, Paulo Tito, Roberto do Acordeon, Terezinha de Jesus, Trio Irakitan, Trio Mossoró, VINA e Zé Lima.

http://cariricangaco.blogspot.com/2013/01/luiz-gonzaga-e-o-rio-grande-do-norte.html

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CANGAÇO: A CASA DE ROSINHA E ADELAIDE

 Por Fatos na História

https://www.youtube.com/watch?v=bmDMFnGwQHA

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PROGRAMA NAÇÃO NORDESTINA

 Por Conrado Matos

O PROGRAMA NAÇÃO NORDESTINA, deste domingo, 01 de setembro de 2024, das 08 às 10 horas, fará uma grande homenagem aos 105 do cantor e compositor Jackson do Pandeiro e também a cantora alagoana e sergipana de alma, Clemilda, uma imortal do Forró Sergipano. Clemilda era esposa de Gerson Filho, que foi entre os 8 maiores sanfoneiros do Brasil. Onde tem a voz de Clemilda, tem a sanfona de Gerson Filho. O programa vai ser um grande show. NÃO PERCAM.

MEU CONVITE ESPECIAL: Anote aí na sua agenda para esta manhã, às 08 horas deste domingo, 01 de setembro de 2024, o Programa NAÇÃO NORDESTINA. Você pode optar para assistir a live do programa através do Facebook do radialista, jornalista e pesquisador de cultura nordestina, Paulo Corrêa. Ou você pode ouvir através do aplicativo Radiosnet, sintonizando Rádio Aperipê FM 106.1, do Estado de Sergipe.

Aproveite para saborear cultura e conhecimento logo cedo no seu café da manhã. Não percam. Vamos juntos.

Programa NAÇÃO NORDESTINA, 17 anos de audiência, em Sergipe, Nordeste, Brasil e no Mundo. VENCEDOR DO TROFÉU SANFONA DE OURO 2024.

Programa NAÇÃO NORDESTINA. Apresentação: Paulo Corrêa. Produção Cultural: Kalina Elizabete. Na técnica de som: Renato Freitas.

Conrado Matos - Sócio Honorário do Programa NAÇÃO NORDESTINA, Rádio Aperipê FM 106.1, do Estado de Sergipe. Psicanalista, Poeta, Escritor e Compositor sergipano, nascido no Povoado Poção, Canhoba, Sergipe. Residente em Salvador há 42 anos.

https://www.facebook.com/indaia.santos.716

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O CASO DAMIÃO XIMENES E A DESTEMIDA LÍDIA

 Por Epitácio de Andrade Filho


O Caso Damião Ximenes e a Destemida Lídia – Relato da 1ª Condenação Brasileira numa Corte Internacional No dia 04 de outubro de 1999, o paciente Damião Ximenes foi encontrado morto em circunstâncias estranhas, na “Casa de Saúde Guararapes”, em Sobral, interior do Ceará.

Lídia na corte da Costa Rica (1)

Familiares prestaram queixa na delegacia e foi instaurado inquérito. A pedido da Assembleia Legislativa do Estado, a médica Lídia Dias acompanhou os familiares e procedimentos investigatórios.

Lídia Dias Costa tem graduação em medicina(1993) pela Universidade Federal do Ceará; especialização em psiquiatria pela Secretaria Estadual de Saúde do Ceará(1996) e em Gestão de Serviços de Saúde pela UNICAMP/OPAS/MS(2008); mestrado em Saúde Pública(2009)pela UECE.

Damião Ximenes

É médica concursada da ESF, desde novembro de 2006. Atuou na gestão da Atenção Básica de Fortaleza, no período de 2005 a 2012.

Desde janeiro de 2013, está vinculada a Unidades Básicas de Saúde e à RAPS.

COMENDA LIDIA DIAS COSTA

Com apoio de Lídia, a contadora Irene Ximenes Lopes Miranda redigiu de próprio punho denúncia pública sobre o caso do irmão, que foi peticionada na comissão de justiça e direitos humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA). Durante a tramitação do processo, ficou comprovado que Damião morreu sob tortura, que lhe causou traumatismo craniano, o que veio a justificar a 1ª sentença condenatória do Estado brasileiro numa corte internacional. O veredicto foi proferido em agosto de 2006, há 18 anos.

Irene Ximenes

No dia 18 de maio de 2017, a Câmara Municipal de Caicó, em reconhecimento à solidariedade e ao trabalho de assessoria voluntária prestada a militantes da luta antimanicomial perseguidos e processados, concedeu à destemida médica psiquiatra Lídia Dias Costa a “Comenda Santana dos Diferentes.”

Enviado pelo o autor.

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SUBINDO A SERRA

 Clerisvaldo B. Chagas, 30 de agosto de 2024

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 3.097. 

MAQUETA DA IMAGEM DE SENHORA SANTANA (FOTO: DIVULGAÇÃO PREFEITURA).

Em Santana do Ipanema, no relevo do entorno da cidade, surge um monte residual isolado, por nome de serra Aguda. Tem a forma de sela, vegetação de caatinga e se encontra a cerca de 6 Km do Centro da urbe. As terras pertenciam ao senhor Marinho Rodrigues e, posteriormente, ao seu filho Dr. Clodolfo Rodrigues de Melo, terras também onde estão situados hoje o chamado conjunto habitacional Marinho e o Hospital que leva o nome do saudoso doutor. Pois é ali, no topo da serra Aguda onde estar sendo construída a maior estátua sacra do mundo. De muitos lugares da cidade, já se avista o esqueleto da construção que será preenchido com a imagem da padroeira Senhora Santana. Não temos, porém, a altitude correta da serra.

Levando-se em consideração que a Matriz da Senhora Santana tem 35 metros de torre e é o mais belo templo do sertão alagoano, calcule a serra em cerca de 400 metros com a estátua da santa com mais de cinquenta! Além disso por ali passará o corredor de junção entre a AL-120 e a BR-316, exaltando o  quarteto turístico perto um dos outros: A estátua sacra mais alta do mundo, a tradicional Igrejinha das Tocaias, a Reserva Ecológica Tocaia e a Represa Isnaldo Bulhões no riacho João Gomes, afluente do rio Ipanema. Um quarteto turístico e religioso para matar a sede de qualquer turista do mundo. A região alta do Hospital sofrerá um impacto que será impressionante para o progresso de Santana, pois será o caminho das novas rodovias.

Na periferia do Bairro Floresta, hoje chamado Bairro Paulo Ferreira, é onde fica a teimosa serra Aguda. É desgastada ao meio da sela, pela erosão pluvial, mas daí a se dividir em duas ainda levará muitos ventos, enxurradas e amplitude térmica assim como de Cadeia de Montanha passou a residual. De qualquer maneira, a belíssima imagem de Senhora Santana, brilhará por uma porção de tempo no topo da serra, irradiando suas milagrosas bênçãos aos quatro Pontos Extremos do Município e, nas ondas divinas, para todas as partes do Planeta. Bem, se você quer conhecer as obras que estão aceleradas, siga até o Bairro Floresta, passe pela frente do hospital do SUS e indague adiante como se chega até lá. Um pulo!



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sábado, 31 de agosto de 2024

ANTÔNIO SILVINO EM PILAR

Por Beto Rueda

Em certa ocasião o cangaceiro Antônio Silvino, homem inteligente e vivaz, entrou no vilarejo do Pilar, Paraíba, de maneira curiosa.

Graças a um plano estudado, foi marchando à vanguarda do grupo formado em coluna de dois, dirigindo-se ao quartel e recebido em grande estilo com formatura e continência.

Após passar em revista os quatro soldados que compunham o destacamento, pediu as chaves ao carcereiro e abriu as portas das celas colocando em liberdade os oito presos que ali cumpriam pena, mandado-os embora.

Só então os policiais de verdade notaram que aquela não se tratava uma força volante. O pavor sem limites tomou conta daqueles que tinham como obrigação cuidar da população desprotegida. Sem sofrer violência, todos os militares foram colocados nas cela, inclusive o comandante.

Silvino guardou as chaves no bolso e foi passear sossegado, visitar o comércio e levar o que precisava. Naquele dia ele era o manda chuva, a maior autoridade do lugar.
REFERÊNCIA:
CARVALHO, Rodrigues de. Serrote Preto, Lampião e seus sequazes. Rio de Janeiro: Sociedade, 1961.

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ANGICO ESMIUÇADO

Por Aderbal Nogueira 

https://www.youtube.com/watch?v=tVMwH1G-HS0&t=639s

Quer ajudar nosso canal? Nossa chave Pix é o e-mail: narotadocangaco@gmail.com Esse vídeo havia sido postado em 3 partes. Hoje estou postando na íntegra para aqueles que ainda não assistiram e também para ver os comentários dos amigos, pois Angico é sempre motivo de bons debates. Nesse vídeo faço um Raio-X baseado em minhas pesquisas, o que não quer dizer que seja o que realmente aconteceu, mas é no que acredito. Saudações a todos e tamo junto pela história. Link desse vídeo:    • Cangaço - Angico esmiuçado  

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OS CANGACEIROS MARCELINOS - COMPLETO

 Por Cangaço em Foco

https://www.youtube.com/watch?v=dpuVpPmQz6k

Documentário produzido por Rafael Sousa - Barbalha/CE.

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𝑹𝑬𝑬𝑵𝑪𝑶𝑵𝑻𝑹𝑶

Do acervo do Jaozin Jaaozinn

Registro fotográfico do reencontro do ex-volante Adriano Ferreira de Andrade (utilizando um casaco marrom, no canto inferior direito), com os ex-cangaceiros (da esquerda para a direita) Criança, Marinheiro e Zé Sereno, em um almoço promovido por Maria Cristina da Matta Machado e Humberto Mesquita, no ano de 1968, em São Paulo.
Para quem vê o registro destes homens "mansos", de fala tranquila e já na meia idade, nunca pensaria que, há 32 anos atrás, eram ferrenhos inimigos, equipando-se com bornais, cartucheiras, punhais, cantis, jabiraca e chapéu, e o velho companheiro fuzil. Era briga de gato e rato nos carrascais do agreste nordestino.
Adriano, natural da Bahia, entrou na força volante em 1936, por causa de uma pisa que recebeu do famoso chefe de sub-grupo, o terrível Zé Sereno, pertencente a família Engrácia. Naquele momento, dedicou sua carreira no combate contra os cangaceiros, principalmente ao bando de Sereno, e só parou a sua campanha quando o último dos últimos caiu baleado no chão, o Corisco, em maio de 1940. O ex-policial estava presente na Grota do Angico, no dia 28 de julho, onde presenciou a morte do companheiro Adrião e dos 11 bandidos, na somatória do cachorro Guarany. Mesmo pela batalha ganha naquele momento, Adriano ficou frustrado por não ter conseguido aniquilar seu desafeto.
Agora nessa foto, encontram-se as duas feras – que por muito tempo trocaram tiros pelo sertão e dariam de tudo para uma maior aproximação, com o objetivo de matar seu inimigo – em pouquíssimos metros de distância, com um largo sorriso no rosto, além de apertos de mãos, relembrando aqueles episódios de sangue e pólvora.
𝐹𝑂𝑁𝑇𝐸𝑆: 𝑅𝑒𝑣𝑖𝑠𝑡𝑎 𝑅𝑒𝑎𝑙𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒/𝑅𝐽 - 1969; 𝐹𝑜𝑟𝑐̧𝑎𝑠 𝑉𝑜𝑙𝑎𝑛𝑡𝑒𝑠 𝑑𝑒 𝐴 𝑎 𝑍 - 𝐵𝑖𝑠𝑚𝑎𝑟𝑐𝑘 𝑀𝑎𝑟𝑡𝑖𝑛𝑠.

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sexta-feira, 30 de agosto de 2024

DURVINHA CANGACEIRA...

 Por Helton Araújo

Durvinha apontando sua arma em direção a câmera de Benjamin Abrahão, ao seu lado seu então companheiro, o afamado cangaceiro Virgínio Fortunato, vulgo Moderno.

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O EX-CANGACEIRO MARINHEIRO

 Por Guilherme Velame Wenzinger

O ex-cangaceiro Marinheiro, irmão de Sila, entrou para o cangaço ainda muito jovem, aos 13 anos, em 1936, devido às perseguições que sua família sofria pela entrada da irmã no cangaço. Marinheiro sobreviveu ao cangaço, casou-se com a filha de um ex-volante e terminou seus dias em São Paulo.

Foto retirada de uma revista paulista da década de 60.

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NENÉM DO OURO E MARIA BONITA

 Por José Mendes Pereira


Esta foto me parece ser uma montagem.

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OS FAMOSOS CANGACEIROS DO SÉCULO XX.

 Por José Mendes Pereira

Os famosos cangaceiros do século XX: Juriti, Neném do Ouro, Luiz Pedro e Maria Bonita, além dos seus dois cachorros nomeado por Ligeiro e Guarany. Foto colorida por Sérgio Roberto.

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quinta-feira, 29 de agosto de 2024

OS FILHOS DE ANTÔNIO GOMES JURUBEBA E LUCIANA MARIA DA CONCEIÇÃO.

 Por Guilherme Velame Wenzinger

Os filhos de Antônio Gomes Jurubeba e Luciana Maria da Conceição foram homens que defenderam a honra do povoado de Nazaré(PE), pegando em armas contra Lampião e seus sequazes. São eles, da esquerda para a direita:

• Manoel Gomes de Lira (1908-1940)

• Pedro Gomes de Lira (1902-1989).

• João Gomes de Lira (1913-2011).

Máximo respeito a esses homens que trocaram a sua juventude em prol de defender a sua família e a sua localidade.

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CASAL DE EX-CANGEIROS DE VOLTA AO CARIRI EM 23 DE ABRIL DE 2008.

Por Luis Bento - Diretor de Cultura

Moreno e Duvinha

O casal de ex-cangaceiros, Moreno e Durvinha, em visita a cidade de Brejo Santo-CE, onde estiveram por dois dias com objetivo de rever familiares e receber homenagem de autoridades locais. Ao recordar sua vida de cangaceiro ao lado de Lampião, Moreno diz.

" Durante o tempo que fui cangaceiro, eu nunca dormi em casa, foi só no mato, feito bicho ".

No ano de 1938, antes mesmo da morte do chefe maior do cangaço lampião. O cangaceiro Moreno juntamente a sua companheira Durvinha e mais três comparsas, encontravam-se na região sul do cariri cearense, na região de: Macapá hoje Jati-CE, Brejo Santo. Essa missão do cangaceiro foi a mando de seu chefe lampião, era um acerto de conta com o fazendeiro Antônio Teixeira Leite, seu Tonho da Piçarra no município de Porteiras-CE. Motivo esse, a morte do Cangaceiro Sabino Gomes há dez anos passados, 27 de março de 1928. Várias tentativas aconteceram, todos em vão, o santo protetor de seu Tonho, falou mais alto. O cangaceiro Moreno desistiu da missão, seu tonho continuou vivo com sua invejável lucidez, memória e simpatia irradiante.

FOTO, fila debaixo esquerda P/direita.
primeiro circulado. Soldado Manoel Gomes da Rocha. segundo Sargento Pedro Carolino de Sousa. terceiro tenente Alfredo Dias da Cruz.

Nas andanças do cangaceiro a procura de localizar a fazenda Piçarra, aconteceu um encontro desagradável com Manoel Gomes da Rocha, Noia Gomes e Pedro Carolino de Sousa no sítio Oitis do distrito Macapá hoje Jati-CE. Após o acontecido, Noia Gomes e Pedro Carolino procuram o Q.G. na cidade de Juazeiro do Norte, incorporaram as fileiras na volante do tenente Alfredo Dias da Cruz e deram perseguição tenaz ao bando cangaceiro enquanto estive na região.

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𝑻𝑬𝑵𝑬𝑵𝑻𝑬 𝑪𝑨𝑪̧𝑼𝑳𝑨

Do acervo do Jaozin Jaaozinn

Raríssimo registro do tenente Alfredo Cavalcanti de Miranda, o conhecido tenente Caçula (ou Caçulo), nos anos em que comandava sua força volante na persiga dos cangaceiros; pertencente ao acervo do pesquisador e escritor Antônio Vilela.

Caçula era pernambucano da região de Bom Conselho/PE. Nasceu em 30 de junho de 1897, filho de Manoel Cavalcanti de Miranda e Clarinda Amélia de Miranda. Juntamente com seus irmãos José Cavalcanti de Albuquerque, o sargento Novo, e o tenente Miranda (possivelmente o Sr. Odilon Cavalcanti Miranda), acaba ingressando na campanha contra o cangaceirismo nas regiões de Pernambuco, tendo destaque os seus confrontos nas regiões de Itaiba, Águas Belas e Buíque. Mesmo por suas atuações e combates rígidos contra os bandoleiros, Alfredo é pouco relatado na historiografia cangaceira. Fora do cangaço, acabou virando delegado em Bezerros/PE e prefeito de Bom Conselho/PE. Morreu aos 79 anos, no dia 26 de setembro de 1976.

Algo interessante, interligado ao tenente, é que ele é da mesma família que os Cavalcanti, Albuquerque e "c'uns pé" lá nos Maranhão. Caçula é parente de José Abílio de Albuquerque Ávila, o Zé Abílio, o mesmo que deu proteção para a família Ferreira após a morte de José Ferreira, em 1920, permanecendo dos anos de 1921 até 1924, na região de Bom Conselho. Por ser parente de Zé Abílio, Caçula tem também seus laços com José Lucena de Albuquerque Maranhão, o famoso tenente Zé Lucena, comandante da tropa que matou o pai de Lampião. Outro que Caçula tem um certo parentesco, é com o coronel Audálio Tenório de Albuquerque, de Águas Belas/PE. Fora este o poderoso que deu o apelido de "Nêga Pau" para Dadá, companheira de Corisco. O pai deste, o Sr. Francisco Martins de Albuquerque Filho, era também um conhecido protetor de Lampião nas regiões de Pernambuco.

Por ser um ferrenho militar que dedicou anos no combate contra o cangaceirismo e por ter parentes que acoitava-os, isso acabou atrapalhando alguma de suas missões. Quando Virgolino ia visitar seus irmãos em Bom Conselho/PE, Zezé Abílio mandava bilhetes para seu parente e amigo Alfredo Cavalcanti, pedindo que ele perseguisse Lampião em outras regiões, afim de que Caçula não encosta-se um dedo sequer no Rei do Cangaço. O tenente sabia muito bem que ele protegia o famoso cangaceiro, porém não podia fazer nada, afinal, José Abílio tinha um forte poder político.

Como podemos ver, o banditismo ligava quase todas as famílias do nordeste, não importando a "ele" se são Clãs de fortes tradições militares ou de tradições cangaceiras. Era bastante comum isso, de ter parentes que serviam nas forças policiais enquanto seus outros familiares alistavam-se nas hostes cangaceiras; podiam ser irmãos, primos, tios, sobrinhos... Ora um perseguia, ora um ajudava.

𝐹𝑂𝑁𝑇𝐸𝑆: 𝑂 𝐼𝑛𝑐𝑟𝑖́𝑣𝑒𝑙 𝑀𝑢𝑛𝑑𝑜 𝑑𝑜 𝐶𝑎𝑛𝑔𝑎𝑐̧𝑜, 𝑉𝑜𝑙𝑢𝑚𝑒 𝐼𝐼 - 𝐴𝑛𝑡𝑜𝑛𝑖𝑜 𝑉𝑖𝑙𝑒𝑙𝑎 𝑑𝑒 𝑆𝑜𝑢𝑧𝑎; 𝑆𝑖𝑡𝑒 𝐹𝑎𝑚𝑖𝑙𝑦 𝑆𝑒𝑎𝑟𝑐𝒉.

https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste/?multi_permalinks=2513583948850534&notif_id=1724957821980365&notif_t=feedback_reaction_generic&ref=notif

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ALCINO MORTE DE LAMPIÃO CONTRADIÇÕES

 Por Aderbal Nogueira

https://www.youtube.com/watch?v=8adpJKGXDc8

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BEM-TE-VI FUGIU PRA NÃO MORRER | CNL | 535

 Por O Cangaço na Literatura

https://www.youtube.com/watch?v=-owxJsEEej8


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