Por Valdir José Nogueira
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quinta-feira, 13 de março de 2025
DOM GABRIEL MARCHESI
NO INTERIOR DO CASARÃO QUE FICA LOCALIZADO NA CIDADE PERNAMBUCANA DE SÃO JOSÉ DO BELMONTE NO ESTADO DE PERNAMBUCO, QUE NO PASSADO PERTENCEU AO CORONEL LUIZ GONZAGA GOMES FERRAZ, ASSASSINADO POR LAMPIÃO E BANDO NO DIA 22 DE OUTUBRO DO ANO DE 1922.
Por Geraldo Júnior
UMA RARIDADE FOTOGRÁFICA ONDE APARECEM OS EX-CANGACEIROS CRIANÇA (TERCEIRO) E SILA, COMPANHEIRA DO EX-CANGACEIRO ZÉ SERENO.
quarta-feira, 12 de março de 2025
CEL. ISAÍAS ARRUDA RECEBEU 60 CONTOS DE RÉIS DE LAMPIÃO, DEPOIS TRAIU O CAPITÃO.
Resenha do Cangaço - Lemuel Rodrigues
Em mais um programa da Rota Mística do Cangaço, chegamos a segunda etapa de nossa viagem. Estamos em Missão Velha no Ceará, onde conheceremos a história do Cel. Isaías Arruda, o homem que vendeu armas para Lampião invadir Mossoró e emboçou 60 contos de réis na negociação.
https://blogdomendesemendes.blogspot.com/
CEL. ISAÍAS ARRUDA RECEBEU 60 CONTOS DE RÉIS DE LAMPIÃO, DEPOIS TRAIU O CAPITÃO.
Em mais um programa da Rota Mística do Cangaço, chegamos a segunda etapa de nossa viagem. Estamos em Missão Velha no Ceará, onde conheceremos a história do Cel. Isaías Arruda, o homem que vendeu armas para Lampião invadir Mossoró e emboçou 60 contos de réis na negociação.
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MARIA BONITA
Por Fotografias Históricas Nordeste Do Brasil
Maria Bonita, mulher do cangaceiro Lampião, posa para o fotógrafo libanês Benjamin Abrahão junto aos seus dois cães, Guarani e Ligeiro, sertão nordestino em 1936. Imagem Colorizada Digitalmente.
EM POÇO REDONDO, AQUELAS RENDEIRAS E TANTAS SAUDADES...
Rangel Alves da Costa
Onde tá Dona Clotilde? Tá ali... Onde tá Dona Conceição de Laura? Foi ali... As calçadas esperam, os bilros esperam, as almofadas esperam, mas já não ouço suas vozes, não vejo suas mãos passeando por cima da marcação no papelão, já não ouço o som dos bilros transformando em arte cada passo e cada encontro. Já não vejo a linha se entrincheirando entre as flores e os espinhos. Já não vejo o enchimento da almofada sorrindo bela beleza surgida. Onde está Dona Cenira? Ainda está ali... Onde está Dona Araci? Foi ali... Tardes saudosas de um sertão bucólico e cativante, relembranças de banquinhos nas calçadas e brisa boa soprando entre as doces palavras. O menino brincando de bola, mas com cuidado, pois Dona Mariá estava ali. O cavalo apressado diminuindo o galope, pois Tia Mãezinha estava ali. As velhas almofadas envelheceram ainda mais e hoje choram suas saudades. As tardes fagueiras já não cantam mais as doces canções no tilintar dos bilros. Na memória, restando apenas os espinhos. E como dói cada ponta aguda da medonha saudade. Como dói ser aquele Poço Redondo. Ser aquele Poço Redondo e não ser mais. Nunca mais...
terça-feira, 11 de março de 2025
UM MUNDO FEMININO...
Por Hélio Xaxá
CANGACEIRO MERGULHÃO.
Por Histórias do Brasil
Antônio Juvenal da Silva. Entrou para o bando de Lampião no início do ano de 1926.
- Participou
do fogo das Caraíbas entre as cidades de Betânia e Floresta(PE), fevereiro de
1926.
- Participou
do ataque à vila de Nazaré, fevereiro de 1926.
- Esteve em
Juazeiro do Norte, março de 1926.
- Participou
do tiroteio na fazenda Abóboras, município de Vila Bela(PE), julho de 1926.
- Esteve no
ataque à fazenda Serra Vermelha, município de Vila Bela(PE), agosto de 1926.
- Participou
da chacina à famíla Gilo, na fazenda Tapera, município de Floresta(PE), agosto
de 1926.
- Esteve do
combate da Serra Grande, próximo à Vila Bela(PE), novembro de 1926.
- Foi ferido
no combate com a volante do sargento Arlindo Rocha, no Ceará, abril de 1927.
- Participou
da invasão ao Rio Grande do Norte e da cidade de Mossoró, junho de 1927.
- Esteve em
Limoeiro do Norte(CE) depois do ataque frustado a Mossoró. Foi fotografado com
o bando.
- No dia 27 de
março de 1928, executou com um tiro de misericórdia o valente companheiro
Sabino Gomes, mortalmente ferido em combate, no fogo da fazenda Piçarra.
- Foi um dos
cinco cangaceiros que atravessaram o Rio São Francisco com Lampião em direção à
Bahia, agosto de 1928.
- Participou
do primeiro tiroteio em solo baiano, contra a volante comandada pelo tenente
Manoel Neto, nas proximidades do município de Santo Antônio da Glória. Agosto
de 1928.
- Juntamente
com Lampião, Ezequiel, Moderno, Luiz Pedro, Mariano, Corisco e Arvoredo,
"visitou" as vilas de Tucano e Ribeira do Pombal, dezembro de 1928.
- Fez parte do
grupo no embate com a polícia baiana na fazenda Curralinho, entre as vilas de
Massaracá e Buracos. Dezembro de 1928.
- Foi morto no
dia 07 de janeiro de 1929 no fogo com a volante baiana comandada pelo tenente
Odonel Francisco da Silva, no arraial de Abóbora, município de Jaguarari(BA).
FONTE:
DANTAS, Sérgio
Augusto de Souza. Lampião e o Rio Grande do Norte: a história da grande
jornada. 2. ed. Cajazeiras: Real, 2014.
OLIVEIRA,
Bismarck Martins de. cangaceiros de Lampião de A a Z. 2. ed. João Pessoa: Mídia
Gráfica e Editora, 2020.
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CASARÃO
Clerisvaldo B. Chagas, 10 de março de 2025
Escritor Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica: 3.204
O casarão histórico do padre mais famoso que já apareceu por essas bandas, fora Francisco Correia – um dos fundadores da cidade e milagreiro – era muito interessante, peculiar e a nem um outro casarão da cidade se assemelhava. Fora construído no alto da ravina que forma a foz do riacho Camoxinga, Não temos nenhuma informação oral ou escrita de quem o construiu. Teria sido o próprio padre Bulhões, quando chegara da sua terra Entre Montes ou teria sido comprado no início? Ninguém sabe informar. O que sabemos é que, margeando o riacho no alto da ravina, havia e ainda há uma mureta muito bem-feita de proteção contra o fenômeno das terras caídas e das próprias enchentes violentas do citado riacho. Vale salientar que as terras do desaguadouro, são finas e fácil desagregação.
Nos últimos anos como casarão quase ocioso, funcionava apenas um compartimento, logo vizinho à rua, onde funcionava uma Marcenaria, com certeza, cedida ou alugada por seus herdeiros ao conhecido Negão, mano de outro personagem tão conhecido em Santana: José dos Santos, dono do Restaurante Xokant’s. Na certa, Negão recebeu ordens de despejo e o que vimos, após, foi o casarão sendo demolido aos poucos como se fosse para aumentar a dor do povo santanense. E de fato, o casarão histórico, desapareceu, sumiu, se encantou. No seu lugar ficou apenas um enorme vazio como um espaço escrito de caderno apagado por feroz borracha de duas cores. Nem era mais atração um buraco de onde fora arrancada botija, nem um frondoso pé de tamarinas e nem mesmo as muretas que permaneceram intactas.
Daí em diante, o amplo terreno foi mercado de artesanato, estacionamento, parada de circos e outras coisas mais. O único registro que se conhece, é o livro 230, Iconográfico aos 230 Anos de Santana do Ipanema. Não surgiu uma única pessoa que viveu no casarão ou com ele conviveu que quisesse escrever algumas linhas sobre o saudoso Cônego Bulhões. Da mesma maneira aconteceu com a vida da repartição DNER – Departamento Nacional de Estradas e Rodagens – que morreu melancolicamente, tendo sua belíssima história em Santana do Ipanema e regiões sertanejas, apenas virado uma página em branco, amarelada ou invisível às novas gerações.
O CAPITÃO LAMPIÃO VAI CHEGAR!
Por José Mendes Pereira - FICTÍCIO - (Crônica 06)










