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sexta-feira, 6 de novembro de 2026

O DIA EM QUE JURUBEBA FEZ LAMPIÃO CORRER.

 Por Bolsão em Desqtaque


Lampião não era homem de recuar. Em fevereiro de 1926, no sertão de Pernambuco, o Rei do Cangaço chegou em Nazaré do Pico com corneta, tiro e a certeza de que ia queimar o povoado.

Saiu de lá sem alparcata no pé do irmão e sem coragem de voltar.

Tudo começou no dia 17, na Fazenda Genipapo. Antônio Gomes Jurubeba estava em casa quando o primo Fortunato do Pico chegou numa burra, apressado: os revoltosos da Coluna Prestes tinham atacado Betânia. O pior rumor veio em seguida. A coluna vinha com o bando de Lampião.

O povoado esvaziou. Mulher correu com criança pela caatinga. Jurubeba, para chamar os nazarenos de volta, disparou o rifle para o alto e gritou. O efeito foi o contrário: acharam que Lampião já estava queimando Nazaré.

A Coluna Prestes passou e não atacou o povoado. Lampião, não. Achou o Genipapo abandonado e botou fogo. Quarenta e oito cabeças de gado. Bode, porco, galinha. Até um papagaio de estimação. Só poupou o oratório, que tirou da casa e deixou debaixo de uma quixabeira. Depois queimou as casas dos genros de Jurubeba: Abel Thomaz, Alexandre Xandú e Zeca Lopes.

João Gomes de Lira, filho de Jurubeba, tinha 13 anos. Ouviu a tia Inês dizer: “Lampião queimou o Genipapo. Vai-se os anéis e ficam os dedos.”

Na noite seguinte, Lampião dormiu na Fazenda Ipueira, preparando o ataque. Na madrugada de 20 de fevereiro, a fina flor dos nazarenos já estava reunida para morrer no chão de casa. Lampião chegou cedinho, corneta no ar, tiro para todo lado.

O primeiro disparo em defesa saiu de Lero Conrado, na calçada de Antônio Freire. No meio do fogo, Odilon Flôr perguntou com quem estavam brigando: Coluna Prestes ou Lampião. A resposta animou ainda mais: era o bando dele.

David Jurubeba, dos fundos das casas, gritava que pensava estar brigando com homem e estava perdendo tempo com “um ladrão de bode de Zé Saturnino”. Antônio Ferreira, irmão de Lampião, rodeava a casa de Gomes Jurubeba: “Velho Gomes, agora você vai tomar leite no inferno.”

Não tomou. Euclides Flôr e Odilon Flôr comandavam a retaguarda. Chegou reforço: João Domingos, Manoel Jurubeba, David, Pedro Gomes de Lira, Hercílio e Manoel Gomes. A resistência virou fortaleza. Lampião tocou a corneta para recuar.

Os cangaceiros saíram correndo em plena caatinga. Antônio Ferreira correu tanto que perdeu as alpercatas de couro.

De raiva, Lampião ainda queimou fazendas no caminho e subiu a Serra do Pico, de onde enxergou a força daquele povo. Nunca mais ousou entrar em Nazaré do Pico.

Não foi bala de volante. Foi povo da terra, com Jurubeba no meio, que fez o cangaço dar carreira.

Fonte: Luiz Ferraz Filho, “O Dia que Nazaré Colocou Lampião para Correr” (partes 1 e 2), blog Cariri Cangaço, fev. 2020. Relato baseado em João Gomes de Lira, Memórias de Um Soldado de Volante

Foto da esquerda para direita:

Odilon Flôr, Euclides Flôr, Manoel Jurubeba e Pedro Thomaz

https://www.facebook.com/jose.mendes.pereira.52603

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que: Perdoar é devolver ao outro o direito de ser feliz.

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 
"O site acima diz que este rapaz condenado a morrer não morrei, mas foi baleado por este ignorante".

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você, sempre me ver lembrando isso. Mas é para o seu bem. 

http://jmpminhasimpleshistorias.blogspot.com

http://sednemmendes.blogspot.com


VAI FAZER FESTA EM SUA CASA E PRECISA DE REPENTISTAS, PROCURA O POETA JOSÉ DI ROSA MARIA.

 Por José Mendes Pereira

Se você está procurando pelo poeta José Di Rosa Maria para tocar em eventos (como casamentos, aniversários ou festas de debutante), apresento-lhe aqui as formas para localizá-lo ou o seu contato:

Procure diretamente no Facebook e YouTube em sua página José Di Rosa Maria. Muitos violeiros e artistas regionais utilizam essas plataformas para divulgar a agenda de shows e disponibilizar o WhatsApp para contratação na biografia.

Procura também na Associações de Violeiros e Repentistas: Caso ele atue na sua região, tentar o contato por meio de casas de cultura locais, associações de poetas, repentistas ou sindicatos de artistas costuma ser um caminho muito rápido para conseguir o telefone de profissionais da viola.

Ou ainda através das emissoras, que elas mantém contatos com estes profissionais da viola, vez que frequentemente participam de programas de rádio voltados à cultura regional e ao sertanejo raiz. Ligar para as emissoras de rádio da sua região pode ajudar, pois os locutores costumam ter o contato direto desses artistas. Ou ainda através do google.

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que: Perdoar é devolver ao outro o direito de ser feliz.

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 
"O site acima diz que este rapaz condenado a morrer não morrei, mas foi baleado por este ignorante".

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

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SEU LEODORO FOI À CASA DO COMPADRE GALDINO, PARA JUNTOS, RELEMBRAREM VELHAS HISTÓRIAS SOBRE ONÇAS.

 Por José Mendes Pereira

Meu Personagem seu Leodoro Gusmão, amigo e compadre do seu Galdino, vizinhos de propriedades.  Imagem criada por Adelmo Leite de Oliveira através de "Inteligência Artificial".

Mesmo com dúvidas, se verdade ou não, seu Leodoro Gusmão era um apreciador das histórias sobre onças, todas contadas pelo seu compadre Galdino. Dúvidas, tinham muitas, mas não podia dizer a ele que, “aquelas suas histórias eram cabeludas”. Não senhor! Sabia muito bem que, nas viagens que sempre fez com ele, procurando os seus animais de curral, os dois juntos, nunca viram uma onça sequer. 

Meu Personagem seu Galdino Borba(gato) Mend(onça). imagem criada por Adelmo Leite de Oliveira através de "Inteligência Artificial".

Mas seu Galdino garantia que aquela região era infestada de onças perigosas, e de várias cores.  E algumas delas, ele calculava um peso de 20 arroubas mais ou menos. O tamanho seria de 2,30 a 2,50. Para que desmentir o seu compadre e de longos anos? De forma alguma faria isso.

https://www.atlasvirtual.com.br/pantheraoncaaugusta.htm

Seu Leodoro trouxe do berço, uma educação para homem nenhum botar defeito. Nunca fora crítico, e não tinha coragem de decepcionar ninguém, muito menos um amigo e compadre de fé. Uma verdade ou uma mentira a mais que ele contava, não seria por isso que iria duvidar, somente para decepcionar o compadre. Sim senhor! Isto não estava no seu humilde e leigo dicionário matuto.

https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Catedral_de_Santa_Luzia.JPG

Foi numa quarta-feira de cinzas, em uma manhã nublada, que se tornaram compadres, lá na Catedral de Santa Luzia. O vigário que oficializou o batizado do filho do seu Leodoro, foi o famoso, querido e respeitado em Mossoró, o Padre Huberto Bruening, que durante a recepção, vez por outra, chamava a atenção dos padrinhos, que abençoassem sempre de coração as suas famílias, conservassem as amizades, e dispensassem alguns problemas que surgissem entre eles, porque a vida é cheia de atropelos.

http://www.diocesedemossoro.com/2014/03/diocese-celebra-os-100-anos-de.html

Assim que o batizado terminou seu Galdino foi incumbido por seu Leodoro para cuidar da formação do seu afilhado que havia apadrinhado. E de imediato, olhando para ele, disse-lhe:

- Aí, está teu filho, meu compadre Galdino! Cuida dele. Ser padrinho de uma criança é tomar todos os cuidados, e se responsabilizar por ela, principalmente da sua formação.

- Sim senhor! Fez seu Galdino cheio de timidez.

Seu Galdino ficou meio admirado com aquele chamar de atenção do seu Leodoro. O contador de histórias de onças, permaneceu como se estivesse hipnotizado. Nada falou, para não contrariar o seu Leodoro. E ali, permaneceu se perguntando: “Será que meu compadre sabe dos meus desejos pela Gertrudes, sua esposa?

Seu Galdino e seu Leodoro juntos conversando.

Seu Galdino nunca havia feito o que muitos homens fazem, mudar de mulher. Tinha aquele desejo irresistível pela mulher do agora compadre, mas nunca tocara nela nem com uma flor de jasmim, porque, a dona Gertrudes não era qualquer uma que se entrega facilmente aos desejos de um homem. E jamais, ela teve pensamentos ridículos com ele, e nem com homem nenhum, somente estava para o seu marido e mais ninguém.

Quando ainda jovem, e nem conhecia seu Leodoro, seu Galdino tivera um namorico passageiro com a Gertrudes, mas sem nenhuma aproximação corporal, e   em um passeio na praia de Tibau, ali, pelas dunas, e numa delas, meio declinada, para saber se o Galdino teria interesse por ela de verdade, Gertrudes pediu a ele que pegasse para ela uma flor, que viçosamente, nascera entre as areias coloridas daquela duna. E seu Galdino partiu para apanhá-la. Mas, infelizmente, ao tentar segurá-la, ele caiu de barreira abaixo. Quando ela viu que o jovem paquerador iria se arrebentar ali mesmo, virou-se para o outro lado e gritou:

- Não precisa mais Galdino, eu já peguei uma aqui.

E logo, lá se vinha seu Galdino subindo a duna todo quebrado.

Mas nessa noite em reunião, depois de algumas histórias de onças contadas por seu Galdino, seu Leodoro pretendeu criar uma historinha para ele ouvir. E de repente, surgiu com a sua  história cabeluda.

- Eu sempre gosto de ouvir as suas histórias sobre onças compadre, porque tudo é possível. A que eu tenho para lhe contar não é sobre onças, mas muito interessante. A última vez que a Gertrudes, minha esposa, foi visitar os seus familiares lá nas Minas Gerais, fez um passeio nas águas de uma lagoa sobre o lombo de uma cobra sucuri, com mais de 20 metros de comprimentos, e da espessura de um tonel. 

https://www.cobras.blog.br/sucuri - IA.

- Ela ainda me adiantou que - continuava seu Leodoro - a sucuri já era treinada para este fim, servindo de prancha para os turistas que ali apareciam e queriam surfar sobre as águas da lagoa. O que ela me contou, fiquei de boca aberta, compadre! O início do passeio foi na beira da lagoa. A sucuri deu partida, isto com a Gertrudes em cima dela, em pé, de braços abertos, como se fosse uma sufista, ou a estátua do Cristo Redentor. E saiu rodeando a lagoa, isto com toda velocidade. E quando chegaram ao lugar de onde haviam saído, a sucuri deu um freio tão grande, mas foi tão grande, que a jogou longe da lagoa, saindo feito uma roda, passando sobre pedras, matos rasteiros, rodando sobre o solo, embolada como se fosse um tatu bola.

https://www.google.com/search?q=Imagem+de+tatu+bola&sca_esv=f967d21789f2a175&hl=pt-

- Meu Deus! – Fez seu Galdino.

E quando ela caiu na real, isto é, que há tempo que tinha saído de cima do lombo da sucuri, já estava no terreiro dos seus familiares, porque havia esbarrado em um rio que passava em frente à casa da família. E ao cair nele, a água corrente a levou até lá".

https://www.google.com/search?q=Casa+sertaneja+onde+passa+um+rio&sca_esv=f967d21789f2a175&hl=pt-BR&sxsrf=APpeQnvy4xVAg_Oos5ya39QccbeBIy3Q0w:1784068014836&source=hp&biw=1024&bih=607&ei=rrdWapLTLojK5OUP8tyssQw&ifsig=ABILxe8AAAAAalbFvunC0yLMbqG1lz1X8IXBq8ITa-

- Minha nossa Senhora! Que coisa, hein! – admirou-se seu Galdino.

Já satisfeito com o troco que havia dado ao seu Galdino, sobre uma história que ele contara ali mesmo, seu Leodoro disse:

- Eu já estou indo, compadre Galdino. Eu preciso ir ao campo. 

Despedindo-se, montou-se na égua e foi-se embora.

- Mas que compadrinho mentiroso! Que sucuri que nada! Nesses dias ela irá surfar em outra cobra, mas desta vez surfará é na minha anaconda. Dizia seu Galdino balançando a cabeça e se desmanchando em risos, pela grande mentira que o seu compadre Leodoro soltara naquele momento.

Minhas Simples Histórias.

Se você não gostou da minha historinha não diga a ninguém, deixe-me pegar outro.


ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

Muito chato para você me ver sempre chamando a sua atenção. Mas é para o seu bem.

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer.

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SUPOSTA COVA DO CANGACEIRO SABINO GOMES.

 Por Luiz Bento

Professor e Pesquisador Adriano Carvalho, Luís Bento Escritor e Pesquisador, Klécio Novaes Diretor de Turismo.

A suposta cova do cangaceiro Sabino, que durante décadas vem despertando a curiosidade e mexendo com imaginário popular. Todavia o coronel Manoel Pereira Lins, Né Pereira da Carnaúba, desconfiava que o grupo levou Sabino até os grotoēs do sitio Baião abaixo do distrito Macapá atual Jati-CE onde o cangaceiro havia sido enterrado.

Cangaceiro Sabino Gomes.
Dados informativo do coronel Né Pereira do Pageú possivelmente por possuir informações privilégiada do próprio Lampião em apontar o local da cova.
Página 51 do livro ( Cariri - Cangaço, Coiteiros e Adjacências).
Napoleão Tavares Neves,
Escritor e Pesquisador.
https://www.facebook.com/

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 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

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