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sábado, 1 de outubro de 2011

GECC visita comando da Policia Militar

Presidente do GECC, Ângelo Osmiro, em visita ao Comando da Policia Militar do Ceará

Segundo o doador a arma foi entregue pelo próprio Lampião ao seu parente Otíio Diógenes que serviu como guia do bando naquela oportunidade. A arma foi dada por Lampião ao Sr. Otílio como forma de gratidão pelo serviço prestado como guia. Segundo ainda depoimento do Sr. Otílio Diógenes ao seu sobrinho-neto Dr. Osmar, Lampião teria dito ainda que a arma, ele (Lampião) havia tomado em combate da polícia do Ceará. O fato se verificou na Fazenda Prado/Palhano, nas proximidades da serra da Micaela no município de Jaguaribe, sertão do Ceará.
No último dia 28 de setembro de 2011, estivemos em nome do GECC (Grupo de Estudos do Cangaço do Ceará) na companhia do Coronel Gutemberg Liberato e do Dr. Osmar Diógenes no Comando da Polícia Militar do Ceará, onde fomos recebidos pelo Subcomandante Geral da Corporação Coronel Jarbas Araújo dos Santos (fotos) no intuito de fazer a doação para o Memorial da Polícia Militar do Ceará de uma arma que um tio-avô do Dr. Osmar recebeu de Lampião quando o bando do rei do cangaço retornava do malogrado ataque a Mossoró no Rio Grande do Norte em 1927.


Ângelo Osmiro Barreto
Presidente do GECC
Membro da SBEC
Consleheiro do Cariri Cangaço


SANTA TEREZA

Foto original

Teresa Martin nasceu em Alençon, França, em 02 de janeiro de 1873. Dois dias mais tarde foi batizada na Igreja de Notre-Dame, recebendo os nomes de Maria Francisca Teresa. Seus pais foram Luis Martin e Celia Guérin, ambos veneráveis na atualidade. Após a morte de sua mãe, em 28 de agosto de 1887, Teresa mudou-se com toda a sua família para Lisieux.

No final de 1879 recebeu pela primeira vez o sacramento da penitência. No dia de Pentecostes de 1883, recebeu a graça especial de ser curada de uma grave enfermidade pela intercessão de Nossa Senhora das vitórias ( A Virgem do Sorriso). Educada pelas Beneditinas de Lisieux, recebeu a primeira comunhão no dia 08 de maio de 1884, depois de uma intensa preparação, culminada pela graça da íntima comunhão com Cristo. Algumas semanas mais tarde, em 14 de junho do mesmo ano, recebeu a Confirmação.

Seu desejo era abraçar a vida contemplativa, como suas irmãs Paulina e Maria, no Carmelo de Lisieux, porém sua tenra idade a impedia. Durante uma viagem a Itália, depois de visitar a Santa Casa de Loreto e os lugares da Cidade Eterna, em 20 de novembro de 1887, na audiência concedida pelo Papa Leão XIII  aos peregrinos da diocese de Lisieux, pediu ao Papa, com audácia filial, autorização para poder entrar no Carmelo aos 15 anos.

Em 09 de abril de 1888 ingressou no Carmelo de Lisieux. Recebeu o hábito em 10 de janeiro do ano seguinte e fez sua profissão religiosa em 08 de setembro de 1890, festa da Natividade da Virgem Maria.

No Carmelo começou o caminho da perfeição traçado pela Madre Fundadora, Teresa de Jesus, com autêntico fervor e fidelidade, cumprindo os diferentes ofícios que lhe foram confiados (foi também mestra de noviças). Iluminada pela palavra de Deus, e provada especialmente pela enfermidade de seu querido pai, Luis Martin, que faleceu em 29 de julho de 1894, iniciou o caminho para a santidade, inspirada na leitura do Evangelho e pondo o amor no centro de tudo. Teresa nos deixou em seus manuscritos autobiográficos (História de uma alma)  não só as lembranças de sua infância e adolescência, mas também o retrato de sua alma e a descrição de suas experiências mais íntimas. Descreve e comunica a suas noviças, confiadas aos seus cuidados, o caminho da infância espiritual; recebe como dom especial a tarefa de acompanhar com a oração e sacrifício os irmãos missionários ( o Padre Roulland, missionário na China, e o Padre Belliére). Aprofunda-se cada vez mais no mistério da Igreja e sente crescer sua vocação apostólica e missionária para levar consigo os demais, movida pelo amor de Cristo, seu único Esposo.

Em 09 de junho de 1895, na festa da Santíssima Trindade, ofereceu-se como vítima ao Amor misericordioso de Deus. Nesta época escreve o primeiro manuscrito autobiográfico que entregou a Madre Inês no dia de seu onomástico, em 21 de janeiro de 1896.

Alguns meses mais tarde, em 03 de abril, durante a noite de quinta para sexta-feira santa, teve uma hemoptise, primeira manifestação da enfermidade que a levaria à morte, e ela a acolheu como uma misteriosa visita do Esposo Divino. Então, entrou em uma prova de fé que duraria até o final de usa vida, e dela oferece um testemunho emotivo em seus escritos. Durante o mês de setembro conclui o manuscrito B, que ilustra de maneira impressionante o grau de santidade ao qual havia chegado, especialmente pela descoberta de sua vocação no coração da Igreja.

Enquanto piora sua saúde e continua o tempo de prova, no mês de junho começa o manuscrito C, dedicado a Madre Maria de Gonzaga; entretanto, novas graças a levam a amadurecer plenamente na perfeição e descobre novas luzes para a difusão da mensagem na Igreja, para o bem das almas que seguirão seu caminho. Em 08 de junho é transferida para a enfermaria, onde outras religiosas recolhem suas palavras quando suas dores e provações se tornam mais intensas e enquanto suporta com paciência até a chegada de sua morte, acontecida na tarde de 30 de setembro de 1897. "Eu não morro, entro na vida", havia escrito a seu irmão espiritual, o missionário P. Mauricio Belliére. Suas últimas palavras, "Meus Deus, eu vos amo" , selaram uma vida que se extinguiu da terra aos 24 anos, para entrar, segundo seu desejo, em uma nova fase de presença apostólica em favor das almas, da comunhão dos Santos, para derramar uma "chuva de rosas" sobre o mundo (chuva de favores e benefícios, especialmente para amar mais a Deus). Foi canonizada por Pio XI em 17 de maio de 1925, o mesmo Papa em 14 de dezembro de 1927, a proclamou Padroeira Universal das Missões, junto com São Francisco Xavier. Sua doutrina e seu exemplo de santidade tem sido recebidos com grande entusiasmo por todas as categorias de fiéis deste século.

Por ocasião do Centenário de sua morte, o Papa João Paulo II a declarou Doutora da Igreja, pela solidez de sua sabedoria espiritual inspirada no Evangelho, e pela acolhida em todo o mundo de sua mensagem espiritual, difundida através da tradução de suas obras em mais de cinqüenta línguas diversas. A cerimônia da Declaração ocorreu em 19 de outubro de 1997, precisamente no Domingo em que se celebra o Dia Mundial das Missões. 


Ivanildo Silveira e Kiko Monteiro Homenageiam João de Sousa Lima



Ivanildo Silveira e Kiko Monteiro,


administradores dos respectivos orgãos de divulgação pela internet, Lampião: Grande Rei do Cangaço (Comunidade do ORKUT) e Lampião Aceso, homenagearam alguns escritores e pesquisadores com uma placa de reconhecimento pelas pesquisas e pelos trabalhos publicados.
Em particular, fiquei muito honrado pelo reconhecimento e pela placa, o que dignifica meu trabalho e me enche de ânimos para continuar na luta, em busca das histórias do meu povo nordestino.


A Placa de Reconhecimento, o que muito me Honra.

Postado por: João de Sousa Lima



sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Túmulos dos cangaceiros:

Jararaca e Asa Branca

O túmulo de Jararaca à frente, e por trás o de Asa Branca 

Este é o túmulo de Jararaca.

Lembrando ao leitor que o cangaceiro Jararaca foi baleado no dia 13 de Junho de 1927, em Mossoró, e dias depois foi covardemente executado pelos policiais na época. O Jararaca era Pernambucano, lá de Buíque, terra de Manoel Dantas Loyola, o cangaceiro Candeeiro.


O escritor João de Sousa Lima à esquerda, e
o cangaceiro Candeiro à direita

Surgiu um pequeno boato que cabe dentro de um dedal, que o túmulo do cangaceiro Jararaca estava se lascando, assim diziam; mas nada de anormal, apenas foi quebrada uma placa de cerâmica, cuja, se ver.  

José leite de Santana - o cangaceiro Jararaca

Já o cangaceiro Colchete, que foi morto no confronto com os combatentes de Mossoró, foi enterrado neste mesmo cemitério, mas não se sabe aonde é o local de sua sepultura, e até onde eu sei não se tem foto deste facínora.  

  O cangaceiro Asa Branca

O cangaceiro Asa Branca, o Antonio Luiz Tavares que era o seu verdadeiro nome, era  filho de Antonio Luiz e de dona Maria da Conceição. Ele natural de Cajazeiras do Rio do Peixe, no Estado da Paraíba.
  Nasceu no dia 10 de Janeiro de 1902 e faleceu de problemas cardíacos em Mossoró, no dia 02 de Novembro de 1981, sendo que os seus restos mortais repousam também aqui, no Cemitério São Sebastião em Mossoró. 
Ele faleceu de morte natural, e foi um dos que participou da tentativa de assalto a Mossoró. 

Um evento que veio para ficar.

Por: Antônio Vilela
 
Antônio Vilela

O Cariri Cangaço é o maior evento do gênero no Brasil e que cada dia se solidifica. Este evento cada vez mais marca a minha vida através dos ensinos dos grandes mestres;
 
 
Antonio Amaury,
 
 
Alcino Costa,
 
 
Paulo Gastão,
 
 
Honório Medeiros,
 
 
Múcio Prócopio e muitos outros.
 
Em particular o Cariri Cangaço marca cada vez mais a minha vida como pesquisador e escritor, aprendo com o calado
 
 
Tomás Cisne e com o "tagarela" Paulo Gastão, meu mestre.

Destaco pontos importantes desde grande evento; cada vez  que participo aprendo grandes lições para minha vida profissional; a sapiência do amado décano de Poço Redondo Alcino Costa,a elegancia e tranquilidade de
 
 
Geraldo Ferraz,
 
 
a competência do novo Benjamin Boto: Aderbal Nogueira, o charme de "Don João",
 
 
 os enfeitos da cangaceirinha Nely, que anda mais enfeitada do que "Santa Cruz de Beira de Estrada", o carinho que tenho por
 
 
Rubinho Lima,
 
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Kiko Monteiro com o seu Lampião Aceso. Enfim, toda esta moravilhosa família Cariri Cangaço.

O segundo ponto que destaco é a nossa confraria, ou melhor a irmandade existente entre nós através do material do amigo
 
 
Seraine, sempre ofertando seu acervo para todos, e dos abraços sinceros e fraternais que damos e recebemos. Quando estou com vocês esqueço até das minhas amadas Maria e do meu Garanhuns. Não posso deixar de citar o carinho que recebemos das cidades anfitriãs: Crato, Juazeiro, Barbalba, Missão Velha, Aurora, Barro e Porteiras.
Finalmente,não posso deixar de citar a competência e dedicação dos amigos irmaõs
 
 
Manoel Severo e Danielle Esmeraldo.
 
Em Síntese, o terceiro Cariri Cangaço deixou muita saudade e espero com muita ansiedade o quarto Cariri Cangaço 2012. Parabéns Severo, Danielle, cidades anfitriãs e toda equipe Cariri Cangaço 2011.

 
Antonio Vilela de Souza
Pesquisador e escritor
Conselheiro do Cariri Cangaço
Membro da SBEC
 
Publicado no Blog Cariri Cangaço
 


ROUBAM DE TODO JEITO

Por: José Mendes Pereira
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Na década de 40,  para quem não dispunha de recursos, as dificuldades eram assustadoras, onde a maioria dos moradores de sítios, vivia trabalhando com exclusividade para o seu patrão, no intuito de adquirir o pão de cada dia, como diz o sertanejo.  

 Meu pai faleceu no dia 10 de maio de 2011 aos 89 anos e 25 dias.

No ano de 1941, do século passado, o meu pai Pedro Néo Pereira ainda vivia sobre as regras do meu avô, e logo que se casou,  foi  morar nas terras de 


Chico Duarte

Francisco Duarte, conhecido por Chico Duarte, o legítimo pai de



Manoel Duarte, o homem que no dia 13 de junho de 1927, conseguiu balear em Mossoró, o afamado e perigoso  cangaceiro Jararaca, no momento da tentativa de invasão à cidade, comandada por Lampião. 


Posteriormente Chico Duarte faleceu, e a sua enorme propriedade foi dividida com os herdeiros, sendo que o meu pai passou a ser morador de Manoel Duarte, mas permanecendo na mesma casa em que morava.

Os tempos foram se passando e com as suas economias, meu pai comprou uma parte da herança de Luiz Duarte, vulgarmente chamado Lili Duarte, irmão do matador do cangaceiro.

Nesta propriedade, o meu pai dedicou-se por completo à  agricultura, e uma criação de bodes, ovelhas, mais meia dúzia de gado.


Manoel Louredo um senhor que morava às margens do rio Mossoró, sentindo-se sem condições de dar de comer à sua numerosa família, pediu ao meu pai que o deixasse tirar lenha na sua propriedade, pois no momento as necessidades em sua casa eram de lástimas, e que tirando lenha, venderia pelas ruas de Mossoró, para comprar o necessário para sua família.

Meu pai, piedoso, e ciente do que havia passado em terras alheias, concedeu-lhe o pedido, mas lhe dizendo que cortasse só as árvores   mortas,  e as que estavam vivas não as derrubasse.

Pedidos feitos, pedidos cumpridos de ambas as partes.

Duas vezes por semana, mais ou menos, às seis horas da manhã, Manoel Louredo passava na residência do meu pai; tomava uma xícara de café, e se mandava para o mato. À tardinha ele estava de volta, com a carroça lotada de madeira seca.


Tomava mais um cafezinho e tangia o animal em busca de Mossoró. Essa atividade de Manoel Louredo durou mais de três meses, até que certa tarde ele foi flagrado levando cabras entre a lenha.

O que ele fazia?

A criação costumava ruminar nas imediações onde ele tirava a lenha. Ali, ele deu início a viciá-la com milho e pedaços de pão seco de padaria. Pegava um animal, o anestesiava, colocava sob a lenha, protegido por toros travessados, como se fosse um banco, para não prensar o animal. Na frente e na parte trazeira da carroça enchia com pequenos pedaços de lenha, para dar impressão que os toros eram diretos, isto é, de uma ponta a outra.


Certo dia, pegara uma cabra acompanhada de um cabrito. Anestesiou-a, e o pouco que sobrara na seringa, injetou no cabrito. Arrumou-os bem direitinho sobre o lastro da carroça, cuidadosamente colocou os toros por cima dos animais, e deu partida para ir embora.

Como do costume, passou na casa do meu pai; tomou um cafezinho, e quando se preparava para partir em direção a sua casa, o cabrito acordou do sono e tome berro entre a lenha.

- Mas o que significa isso, seu Manoel Louredo? – perguntou-lhe meu pai.

- Não sei! Não sei! – respondeu ele timidamente e já com as pernas tremendo.

Logo o meu pai esvaziou a carroça, e lá estava o roubo do seu Louredo. A cabra gozava de um enorme sono, e o cabrito estava se recuperando da anestesia. Apenas cambaleava entre a lenha.

- Interessante, seu Louredo! Eu tentando lhe ajudar. O senhor está roubando as minhas cabrinhas...,  o senhor retire a lenha de cima da carroça e a arrume aí,... os viventes o senhor os leve para sua casa.

- Mas não são meus, seu Pedro! - disse ele em tom de exclamação.

-E de quem são seu Louredo? – perguntou-lhe meu pai.

- São do senhor, seu Pedro!

- Eram meus, realmente..., mas a partir da hora em que o senhor os colocou sobre sua carroça, que eu não os havia lhe dado, já passaram a ser roubo. E aqui eu não costumo esconder roubo de ninguém. Nem meu se eu roubasse. O senhor vá embora e nunca mais ponha os seus pés na minha propriedade. Mas tem que levar o seu roubo.

Seu Louredo foi obrigado a levá-los, já que o meu pai não os queria mais em suas terras.

Alguns vizinhos presentes queriam que o meu pai o levasse até a delegacia, em Mossoró. Mas ele os convenceu que cadeia não resolveria mal costume de ninguém. Quem tinha força para acabar de uma vez por toda esse ridículo costume, era o larápio, que criasse vergonha e não mexesse mais em nada de ninguém.

Seu Louredo morreu de velho quando morava nas imediações da Ilha de Santa Luzia, bem próximo ao centro da cidade de Mossoró. Nunca mais ninguém ouviu falar de outros furtos praticados pelo velho Louredo.

Minhas simples histórias

O cangaceiro Antonio Silvino

Antonio Silvino - de chapéu

O ex-cangaceiro  Antonio Silvino viveu  os seus últimos dias de vida, na casa da prima Teodulina, na cidade de Campina Grande/PB. Faleceu na manhã do dia 28 de julho de 1944. A causa da morte: "glomérulo nefrite crônica - Uremia" - conforme atestado firmado pelo Dr. Bezerra de Carvalho. Antonio Silvino deixou   oito filhos naturais.


OBS: A FOTO da casa de TEODULINA, exposta, logo acima, foi cortesia do escritor e pesquisador, Dr. Sérgio Augusto de Souza Dantas.


Antonio Silvino é o de cabeça branca, e está apoiado a um bastão

FOTO do monumento, no local da sepultura de ANTONIO SILVINO


Antonio Silvino está enterrado no cemitério Monte Santo, na cidade de Campina Grande/PB

Material adquirido no arquivo do Dr. Ivanildo Alves da Silveira


Se você quer saber mais sobre
Antonio Silvino, acesse este endereço:


MANOEL BENÍCIO - COLECIONADOR ORELHAS CANGACEIROS



Quando a tropa comandada por Raimundo Rangel vinha de São José dos Cordeiros para São João do Cariri, caiu numa emboscada no sítio “Caboclo”. Manoel Benício era Sargento. Meteu-se com indumentária de cangaceiros no meio dos bandoleiros, apresentando-se como sendo do bando. Quando se aninhou entre eles, deu início a uma luta de arma branca. Abateu sete “cabras”, que montavam a emboscada. Manoel Benício, Tenente em 1930, em Princesa, participou de muitos combates e deu fim a muita gente. Guardava orelhas dos cangaceiros que abateu,, em uma redoma de vidro, conservadas em álcool. Tipo franzino e malvado. Morreu aos 90 anos em João Pessoa, como coronel reformado.

Como diz o Kiko Monteiro - Pesquei no Orkut. 

Conselheiros(Volantes e Cangaceiros) do Cariri Cangaço

Conselho Consultivo – Cariri Cangaço- Biênio 2011 / 2013

A primeira reunião do Conselho Consultivo do CC aconteceu no Hotel Pasárgada na cidade do Crato na manhã do último dia 25 de setembro de 2011, logo após o ato de encerramento do III Cariri Cangaço.
Uma série de observações acerca do Cariri Cangaço deste ano foram elencadas pelo coletivo de conselheiros presentes no sentido de que se possa melhorar ainda mais os eventos futuros. Toda a discussão ficou registrada em Ata oficial do encontro, conforme o seu prisidente Manoel Severo.
Confira abaixo a relação completa( e acima fotos) dos integrantes do Conselho, suas cidades e seus respectivos estados. A Saber:
  • PRESIDENTE:
MANOEL SEVERO BARBOSA
  • VICE-PRESIDENTE:
DANIELLE ESMERALDO
  • MEMBROS EFETIVOS:
Antônio Vilela – Garanhuns - PE
Aderbal Simões Nogueira – Fortaleza - CE
Ângelo Osmiro Barreto – Fortaleza -CE
Alcino Alves Costa – Poço Redondo -SE
João Bosco André – Missão Velha - CE
Carlos Elydio Araújo - São Paulo - SP
Geraldo Ferraz - Recife - PE
Honório de Medeiros – Natal -RN
Ivanildo Silveira – Natal - RN
Jairo Luiz – Piranhas - AL
João de Sousa Lima – Paulo Afonso - BA
José Cícero – Aurora - CE
Juliana Ischiara – Quixadá - CE
Alessandro(Kiko) Monteiro – Lagarto - SE
Múcio Procópio – Natal - RN
Napoleão Tavares Neves – Barbalha - CE
Narciso Dias - João Pessoa - PB
Paulo Gastão – Mossoró - RN
Pedro Luiz Camelo– Crato - CE
Francisco Pereira – Cajazeiras – PB.
Renato Cassimiro – Juazeiro do Norte
Hugo Rodrigues – Barbalha
Rodrigo Sampaio - Barbalha


Da Redação:

LEIA MAIS EM:

É chegada a hora de editar os anais do Cariri Cangaço. Por:Daniel Walker

Daniel Walker, por Dario Castro Alves

Acho que já está na hora de se pensar em editar os anais do Cariri Cangaço, pois a produção de conteúdo apresentada nos seminários tem crescido em quantidade e qualidade. A ideia de diversificar os temas sem sair do foco também tem se mostrado eficaz, pois assim abre-se um leque maior de produção literária e científica. Dentre tantos pontos positivos acho que o intercâmbio cultural que se processa entre os participantes deve ser destacado, porquanto isto tem contribuído satisfatoriamente para ampliação dos laços de amizade entre os participantes e difusão dos conhecimentos de cada um fora dos seus lugares de origem.

Como ponto negativo, saliento o seguinte: acho deselegante e antietico um colega apartear um conferencista publicamente para dizer que ele está errado com respeito a alguma informação citada, pois afinal de contas qualquer que seja a informação prestada ela é fruto de pesquisa de campo ou bibliográfica, e nada a impede de ser falsa ou verdadeira. Quem divulga uma informação errada nunca o faz de propósito, mas sempre certo de que a mesma é verdadeira.

Daniel Walker
Juazeiro do Norte


As volantes da Bahia presentes no Cariri do Brasil

Capitão Marins e o papel importante da Policia da Bahia

"As Estratégias do Governo da Bahia Contra a Ação do Banditismo no Sertão", com essa pérola de tema, o Capitão Ramundo Marins, destacado oficial da Polícia Militar da Bahia, abriu o terceiro dia de Cariri Cangaço, no SESC Juazeiro do Norte.

A Conferência abordou de forma didática e reveladora a ação e os caminhos traçados pela força pública baiana para combater o flagelo do cangaço, notadamente a partir de 1929, quando Virgulino Ferreira e mais quatro cabras, historicamente, atravessou o Velho Chico e se preparava para iniciar seu segundo reinado a partir de terras baianas. 

Capitão Raimundo Marins, que na edição 2010 do Cariri Cangaço, já havia participado como um dos moderadores do evendo, este ano de 2011, inaugurou sua participação como um dos mais destacados conferencistas; trazendo à luz dos debates, um tema muitas vezes esquecidos pela literatura especializada.

Manoel Severo e Capitão Marins
Professor Pereira e Fátima Cruz
Alcino Costa, Antõnio Amaury e Carlos Elydio
Família Geraldo Ferraz e Família Archimedes Marques
Alfredo Bonessi, Comendador Mariano e Afrânio

Para o pesquisador Aristides de Farias Brito, "a segurança e a riqueza da pesquisa do Capitão Marins nos chamam a atenção, foi uma palestra iniqualável e estão de parabens", já para o aluno do curso de artes da URCA, Josapha Paixão, "O que vi nesta manhã é praticamente o que não se vê nos livros, a ação da policia, que muitas vezes nos é passada como uma policia volante de corruptos e despreparados, parabens ao senhor Marins pela bela conferencia".

Assessoria de Imprensa e Marketing
Heldemar Garcia

http://cariricangaco.blogspot.com/

A Arte de Dario Castro Alves no Lançamento de Sedição...

O olhar ! Que coisa impressionante os
diferentes olhares...

 Na manhã do Lançamento da minisérie Sedição de Juazeiro, no SESC da Meca Nordestina, pudemos compartilhar várias compreensões sobre aquele episódio épico da história de nosso Nordeste,
Ceará e Cariri...

... e também compartilhar um olhar priveligiado de um grande artista: Dario Castro Alves

O universo das imagens nos trazem a
emoção do artista...na grande manhã do
Cariri Cangaço 2011


Parabéns Dario...