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sexta-feira, 15 de outubro de 2021

DIA DO PROFESSOR

 

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

O dia 5 de outubro foi proclamado pela UNESCO como Dia Mundial dos Professores em 1994,[1] para celebrar a aprovação, em 5 de outubro de 1966, a Recomendação da UNESCO / OIT sobre o Estatuto dos Professores, em cooperação com OIT, numa conferência intergovernamental especial convocada pela UNESCO e realizada em Paris.[2]

No dia 5 de outubro celebra-se também a adoção, pela Conferência Geral da UNESCO, em 1997, da Recomendação da UNESCO sobre o Estatuto do Pessoal Docente do Ensino Superior.[3]

Em alguns países há um dia especial para os professores. Em alguns deles é feriado enquanto em outros são realizadas apenas comemorações em dias úteis.

Brasil

Discurso do Presidente Getúlio Vargas em cerimônia para professores em dezembro de 1943.

Antonieta de Barros, primeira mulher negra eleita no Brasil e criadora da primeira lei que instituiu o dia do professor no Brasil.

No Brasil, o Dia do Professor é comemorado em 15 de outubro.

No dia 15 de outubro de 1827, Dom Pedro I, Imperador do Brasil sancionou a lei que criou o Ensino Elementar no Brasil, estabelecendo que "todas as cidades, vilas e lugarejos tivessem suas escolas de primeiras letras".[4]

A jornalista, professora e política brasileira Antonieta de Barros, a primeira negra brasileira a assumir um mandato popular, foi deputada estadual em duas legislaturas de Santa Catarina. Antonieta, que foi pioneira e inspiração para o movimento negro, além de ter contribuído no parlamento, na imprensa e no magistério, foi uma ativa defensora da emancipação feminina, de uma educação de qualidade para todos e pelo reconhecimento da cultura negra, em especial no sul do Brasil. Em sua segunda passagem pelo parlamento, criou a Lei Nº 145, de 12 de outubro de 1948, que instituiu o dia do professor e o feriado escolar em 15 de outubro. Apesar de ter âmbito estadual, essa foi primeira lei que associa a data ao dia do professor.[5]

A data se torna oficial nacionalmente como feriado escolar pelo Decreto Federal 52.682, de 14 de outubro de 1963. O Decreto definia a essência e razão do feriado: "Para comemorar condignamente o Dia do Professor, os estabelecimentos de ensino farão promover solenidades, em que se enalteça a função do mestre na sociedade moderna, fazendo participar os alunos e as famílias".[6]

Índia

5 de setembro é o Dia do Professor na Índia. É o dia de nascimento do ex-presidente e professor indiano Dr. Sarvapalli Radhakrishnan. Quando o Dr. Radhakrishnan tornou-se o presidente da Índia em 1962, alguns de seus alunos e amigos se aproximaram dele e lhe pediram para permitir que eles comemorassem seu aniversário no dia 5 de setembro. Em resposta, o Dr. Radhakrishnan disse, "Ao invés de comemorar o meu aniversário separadamente, eu ficaria mais orgulhoso se o dia 5 de setembro fosse marcado como o Dia do Professor."

Ele não é um feriado na Índia. É considerado um "dia comemorativo", onde professores e estudantes vão para as escolas como de costume, mas as atividades habituais e de classe são substituídas por atividades de celebração, agradecimentos e recordações. Em algumas escolas neste dia, a responsabilidade de ensinar é deixada por conta dos alunos das séries mais avançadas como uma avaliação por seus professores.

Tradicionalmente, as pessoas na Índia têm tido grande respeito e estima pelos professores. Um antigo ditado indiano (geralmente ensinado para as crianças), coloca o professor em terceiro lugar: "Maata, Pitha, Guru, Daivam", significando a mãe, o pai e o professor é Deus. Há um outro ditado na forma de uma parelha de versos (doha), que diz, "Guru Govind doou khare kake lagon paai? Balihari guru aap ki Govind deeo batai," significando "Eu estou em dificuldade de saber quem saudar primeiro: o professor ou o Deus. Eu escolherei o professor porque ele é um instrumento da sabedoria de meu Deus". Ainda, um ponto central na escritura Hindu mostra "Guru Bramha, Guru Vishnu, Guru devo Maheshwaraha - Gurusakshath parabramha tasmai shree gurve namaha", que se traduz como "O professor é a santíssima trindade. O professor é a manifestação do próprio senhor".

Malásia

16 de maio é o Dia do Professor (malaio: Hari Guru) na Malásia.

Turquia

O Dia do Professor (em turco: Öğretmenler Günü) é comemorado em 24 de novembro na Turquia. O dia 24 de novembro foi dedicado aos professores por Kemal Atatürk. Atatürk achou e declarou que aquela nova geração seria criada por professores. (turco: "Öğretmenler yeni nesil sizin eseriniz olacaktır." - M. Kemal Atatürk)

O Dia do Professor comemorado em dias úteis

Albânia

Na Albânia, o Dia do Professor é um feriado não oficial em 7 de março, um dia antes do Dia das Mães (8 de março).

China

O Dia do Professor foi primeiramente instituído na Universidade Central Nacional em 1931. Foi adotado pelo governo central de Taiwan em 1932 e em 1939 o dia foi transferido para 28 de setembro, que é o dia do aniversário de Confúcio. Foi extinto pelo governo da República Popular da China em 1951 e restabelecido em 1985 sendo que o dia foi novamente mudado para 10 de setembro. Atualmente mais e mais pessoas estão fazendo esforços para retornar o Dia do Professor para o dia de nascimento de Confúcio.

República Tcheca

Na República Tcheca, o Dia do Professor (Den učitelů) é um feriado não oficial, comemorado em 28 de março, aniversário de Jan Ámos Komenský (Comenius). As crianças levam flores para seus professores. Representantes do governo utilizam este dia para demonstrar agradecimento a esta profissão e premiar os melhores professores.

Irã

O Dia do Professor no Irã é comemorado em 2 de maio (Ordi, behesht 12, no calendário iraniano).

América Latina

O Dia Internacional do Professor na América Latina é 11 de setembro, em memória ao dia da morte de Domingo Faustino Sarmiento, um político argentino e pedagogo respeitado. Esta data foi estabelecida na Conferência Interamericana sobre Educação de 1943, no Panamá.

Muitos países latino-americanos, porém, têm uma data separada para comemorar o Dia do Professor de acordo com acontecimentos de sua própria história. No Brasil, o Dia do Professor é 15 de outubro. No México, em setembro de 1917, o Congresso Federal decretou o dia 15 de maio como Dia do Professor (Día del Maestro). No Peru, o Dia do Professor é comemorado em 6 de julho.

Polônia

Na Polônia o Dia do Professor (Dzień Nauczyciela), ou Dia da Educação Nacional (Dzień Edukacji Narodowej) é 14 de outubro. Nesse dia a Komisja Edukacji Narodowej (Comissão de Educação Nacional) foi criada em 1773.

Rússia

Na Rússia o Dia do Professor é 5 de outubro. Antes de 1994, esse dia era comemorado no primeiro domingo de outubro.

Singapura

Em Singapura, o Dia do Professor é um feriado oficial escolar, comemorado em 1 de setembro. As comemorações são geralmente realizadas no dia anterior, quando os estudantes têm metade do dia livre.

Eslováquia

Na Eslováquia, o Dia do Professor (Deň učiteľov) é um feriado não oficial, comemorado em 28 de março, aniversário de Jan Ámos Komenský (Comenius).

Coreia do Sul

Na Coreia do Sul o Dia do Professor (스승의 날) é 15 de maio. Nesse dia, os professores são geralmente presenteados com cravos por seus alunos e ambos desfrutam de um dia escolar mais curto. Ex-estudantes prestam seus respeitos aos seus antigos professores visitando-os e oferecendo-lhes presentes. Atualmente muitas escolas por todo o país suspendem suas aulas para comemorarem esta data.

Taiwan

Na República da China (Taiwan) é comemorado em 28 de setembro. O dia presta homenagem às virtudes, às dificuldades dos professores e também as suas contribuições não apenas em relação aos seus próprios alunos, mas também para com toda a sociedade. As pessoas geralmente aproveitam o dia para expressar sua gratidão aos seus professores, tais como lhes fazendo uma visita ou enviando-lhes um cartão. Esta data foi escolhida por comemorar o nascimento de Confúcio, que se acredita ter sido o modelo de mestre e educador da antiga China.

Em 1939, o Ministério da Educação estabeleceu que o feriado nacional seria em 27 de agosto, atribuído ao dia de nascimento de Confúcio. Em 1952, o governo o mudou para setembro, alegando ser esta a data correta pelo Calendário gregoriano.

O festival comemorativo acontece nos templos de Confúcio espalhados por toda a ilha, conhecido como a "Grande Cerimônia Dedicada a Confúcio" (祭孔大典). A cerimônia acontece às seis horas da manhã com batida de tambores. 54 músicos vestindo roupões com cintos azuis, 36 (ou 64) dançarinos vestidos de amarelo com cintos verdes. Eles são conduzidos pelo chefe descendente de Confúcio (atualmente Kung Te-cheng) e acompanhado por oficiais do cerimonial. Três animais -- a vaca, a cabra, e o porco -- são sacrificados. A pelagem retirada desses animais sacrificados é chamada de Cabelos da Sabedoria.

Além disso, institutos locais de educação e órgãos civis oferecem prêmios a determinados professores por suas influências excelentes e positivas.

Tailândia

16 de janeiro foi adotado como o Dia do Professor na Tailândia por uma resolução do governo em 21 de novembro de 1956. O primeiro Dia do Professor aconteceu em 1957.

Estados Unidos

Nos Estados Unidos, o Dia do Professor é um feriado não oficial na terça-feira da primeira semana de maio.

A Associação de Educação Nacional (National Education Association) descreve o Dia Nacional do Professor como "um dia para homenagear os professores e reconhecer todas as contribuições duradouras que eles realizam em nossas vidas".

A Associação apresenta uma história do Dia Nacional do Professor: A origem do Dia do Professor não é precisa. Por volta de 1944 um professor de Arkansas Mattye Whyte Woodridge começou a se corresponder com líderes políticos e educacionais sobre a necessidade de se ter um dia nacional para homenagear os professores. Woodbridge escreveu para Eleanor Roosevelt que em 1953 convenceu o Congresso dos Estados Unidos a proclamar o Dia Nacional do Professor.

A Associação juntamente com seus estados afiliados Kansas e Indiana e Dodge City (Kansas) pressionaram o Congresso para criar um dia nacional para os professores. O Congresso declarou 7 de março de 1980, como o Dia Nacional do professor apenas para aquele ano.

A Associação de Educação Nacional e seus afiliados continuaram a comemorar o Dia do Professor na primeira terça-feira de março até 1985, quando a Associação Nacional de Pais e Professores estipulou a Semana de Avaliação do Professor na primeira semana de maio. A Assembleia Representativa da Associação de Educação Nacional então votou para que se fizesse na terça-feira daquela semana o Dia Nacional do Professor.

A partir de 7 de setembro de 1976, foi adotado o Dia do Professor em 11 de setembro no estado de Massachusetts.

Vietnã

No Vietnã, o Ngày nhà giáo Việt Nam (Dia do Educador Vietnamita) cai em 20 de novembro. Naquele dia, os estudantes têm o dia livre, mas se espera que eles visitem seus atuais e antigos professores em suas casas e lhes levem flores para demonstrar sua consideração.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_do_professor

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RELEMBRANDO - LUTO: NESTA 3ª, TRIUNFO PERDE O JUIZ E PESQUISADOR DO CANGAÇO ASSIS TIMÓTEO

Por Giovanni Sá 

Faleceu nesta terça-feira (5), por voltas da 10h30, o juiz de Direito Francisco de Assis Timóteo Rodrigues, em sua residência na cidade de Triunfo, Sertão do Pajeú. Dr. Assis, como era mais conhecido, trabalhou por muitos anos na comarca de São José do Belmonte e era muito querido pelos colegas de profissão. Mas não era apenas no Direito que Timóteo costumava atuar. Ele também foi um pesquisador da história do Cangaço e morava na Casa Grande das Almas, uma chácara localizada há 2 quilômetros de Triunfo, onde mantinha um museu com várias relíquias de época. Há dois anos Timóteo lutava contra um câncer no fígado.

“O Pajeú e Pernambuco perdeu um grande homem que se destacou pela sua honradez. Era um juiz que sempre agiu com isenção e lamentamos muito a sua partida”, lamentou advogado Jaílson Araújo, conselheiro estadual da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). O sepultamento de Assis Timóteo, que tinha 70 anos, será nesta quarta-feira (6) às 8 horas, no Sítio Almas.

https://faroldenoticias.com.br/luto-nesta-3a-triunfo-perde-o-juiz-e-pesquisador-do-cangaco-assis-timoteo/

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RELEMBRANDO - ADEUS A ALCINO ALVES COSTA! - 17/06/1940 À 01/11/2012

Por João da Mata Costa
Alcino Alves Costa

Na véspera do dia de finados, dia de Todos os Santos, faleceu um grande estudioso do cangaço e da cultura sertaneja. Alcino Alves Costa – sobrinho do cangaceiro- poeta Manoel Marques da Sila, o Zabelê- , nasceu em Poço Redondo – SE, e ai viveu intensamente a sua história como ativo protagonista e guardião de sua história contada numa dezena de livros.

Filho de Ermerindo Alves da Costa e de Emeliana Marques da Costa, Alcino foi um politico que amava sua terra e costumes. Foi prefeito por três vezes do município de Poço Branco, deixou a politica para se dedicar ao estudo do cangaço e das ricas tradições culturais de sua terra natal amada. Grande contador de causos, um caipira como gosta de ser chamado, é referencia obrigatória em se tradando de cangaço. Mesmo sendo um profundo conhecedor da saga lampionica, não tinha a presunção daqueles que se consideram dono da verdade. Gostava de dizer, essa é a minha versão. O seu primeiro livro sobre o cangaço, já em terceira edição, teve o prefácio da professora antropóloga Luitgarde Barros, que escreve: “este livro não é de ficção”, pelo contrário, o livro tem como objetivo a desmistificação de alguns detalhes envolvendo um dos fenômenos social mais estudado do Brasil, o cangaço.

Um homem simples apaixonado pela vida e pelas mulheres. A paixão pelo cangaço e Sergipe, só perdia para elas. Casou muitas vezes e deixou muitas viúvas. Além dos livros que conseguiu publicar, deixou outros inéditos. No inicio de 2012 estivemos visitando o Alcino em sua casa em Poço Redondo. Ele se queixava de gota e andava com dificuldade, mesmo assim nos atendeu e tivemos uma bela proza coletiva onde bebíamos a largos goles tanta sabedoria feita de um longo e laborioso viver cantando e glosando as coisas do cinzento sergipano, palco da morte de Lampião na grota de Angicos. Na ocasião da nossa visita ele me autografou vários livros de sua autoria. “Lampião além da versão – mentiras e mistérios de Angico” ( 3ª edição 2011) , “O Sertão de Lampião” ( 2ª edição 2008); e “Poço Redondo, a saga de um povo” ( 2009).

No prefácio ao livro lampião Além da Versão, ele repte: Estimado João da Mata, nas paginas deste livro a história de Lampião além da versão. Do amigo e autor Alcino Costa 25/01/2012.

Na dedicatória ao livro O sertão de Lampião “, ele escreve: Na história brasileira a saga de Lampião tem lugar de destaque e o nosso sertão “O sertão de Lampião” o seu principal e social cenário.

Alcino Alves Costa viveu toda a sua vida num dos principais cenários, palco da saga de Lampião. Ouvindo pessoas e pesquisando os lugares e refúgios onde foram travadas as batalhas ele pode reunir muitas histórias e versões contadas dos embates entre coroneis, volantes, coiteiros e beatos.

Pode não ser a versão verdadeira, mas é uma versão que precisa ser ouvida e lida. Seus livros ficam e são imprescindíveis para quem estuda o cangaço e os costumes e cultura dos nordestinos.

O autor ainda escreveu um livro que ele considerava o seu melhor trabalho. “Maria do Sertão”, seu primeiro romance ficional. ficcional. História e Lendas do Sertão, entre outros livros escritos por Alcino Costa, enriquece a etnografia nordestina.

Vai em paz meu querido amigo
Saudades
João da Mata Costa

http://substantivoplural.com.br/adeus-a-alcino-alves-costa-17061940-a-01112012/

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RELEMBRANDO - O ADEUS A SABINO BASSETTI !

 Por Júnior Almeida


NOTA DE PESAR

É com muita tristeza e consternação que o Conselho Alcino Alves Costa, do Cariri Cangaço, informa o falecimento do pesquisador e escritor José Sabino Bassetti na manha deste sábado, dia 12 de dezembro de 2020 na cidade de Salto, São Paulo, em decorrência de um câncer. Bassetti tinha 79 anos e era membro permanente de nosso Cariri Cangaço. Nossos mais sinceros sentimentos de pesames à toda família enlutada e aos inúmeros amigos do inesquecível Sabino Bassetti.


Segue Nota de nosso Conselheiro Cariri Cangaço, Junior Almeida, em nome de todos nós que fazemos o Cariri Cangaço:

"Faleceu em Salto, São Paulo, José Sabino Bassetti, de 79 anos, após perder a inglória luta contra o câncer. Um dos nomes de peso na pesquisa do cangaço, já doente, Bassetti pediu à família que "após sua viagem derradeira, seu corpo fosse cremado e que seus filhos plantassem uma muda árvore, onde seria depositada as suas cinzas".
José Sabino Bassetti nasceu em Piracicaba, São Paulo em 14 de abril de 1941. Cursou o primeiro grau completo e pelo Senai – Serviço Nacional da Indústria – fez curso de desenho mecânico. Trabalhava como representante comercial. Sabino nos contou que quando tinha 10 anos, fazia apenas 13 e anos que Lampião havia morrido em Angicos e, ainda falava-se muito sobre isso. Com 12 anos foi pela primeira vez à biblioteca e leu “Lampião”, de Ranulfo Prata, despertando assim, seu interesse pelo tema.
Mais tarde, já como pesquisador, Sabino Bassetti conheceu os ex-cangaceiros Criança, Zé Sereno, Candeeiro, Marinheiro e Sila, e também os ex-volantes Elias Marques, Antônio Vieira e Antônio Jacó. Mesmo sem raízes nordestinas, assim como Antônio Amaury C. Araújo, nascido em Campinas, também em São Paulo, Bassetti é um dos grandes nomes da pesquisa no cangaço no Brasil. Também é membro da Academia Saltense de Letras, em sua cadeira número 23 e fundador com mais 26 membros da ABLAC – Academia Brasileira de Letras e Artes do Cangaço, onde tem como patrono o escritor Euclides da Cunha.
Bassetti tem os seguintes livros de temática cangaceira publicados: Lampião. Sua Morte Passada a Limpo, de 2011, aonde o autor revela, com riqueza de detalhes, a trama e os acontecimentos na última semana de Lampião, que culminaram com sua morte, e parte do bando, e Lampião. O Cangaço e Seus Segredos, de 2015, obra que procura mostrar, além de como o cangaço acontecia, o comportamento daqueles que participavam, tanto do lado dos bandidos, das volantes, e coiteiros.

O pesquisador deixou um livro, que seria o seu terceiro, no prelo, faltando pouco para ser publicado, o que não foi feito por conta de sua doença. Sabino deixa enlutados a viúva Aparecida, seus três filhos seus netos e centenas de leitores, admiradores e amigos.Que Deus receba Sabino em Sua Morada e que conforte toda a família nesse momento de tristeza e dor "

Júnior Almeida,
pesquisador e escritor
Conselheiro Cariri Cangaço.

https://cariricangaco.blogspot.com/2020/12/o-adeus-sabino-bassetti.html

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O CRISTO

 Clerisvaldo B. Chagas, 13/14 de outubro de 2021

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 2.597

É melhor um Cristo feio do que Cristo nenhum. Há 90 anos, com a implantação do Cristo Redentor do Rio de Janeiro, a inspiração percorreu todos os municípios do Brasil. Muitos procuraram imitar o marco maior colocando imagens nos montes das suas respectivas cidades. Quando não dava, apenas um cruzeiro de madeira já era o suficiente. Essa moda de cunho cristão nunca deixou de crescer. Algumas imagens do Mestre foram ficando famosas além do estado de origem, outras ficaram apenas dentro do seu território e outras, ainda, não conseguiram fama além do próprio município. Muitas são bem feitas, porém, outras, valem apenas pela boa vontade de escultores esforçados e pela fé dos visitantes. São estátuas (imagens) erguidas pelo poder público ou por algum dedicado cristão querendo servir.

Em Alagoas mesmo, nas bandas do Sertão, pelo menos conhecemos três dessas imagens que passam temporadas em evidência, temporadas de esquecimento. Ficam sujeitas à intempéries e aos vândalos que perambulam por todos os lugares. As de maiores destaques são a de Palmeira dos Índios, no Agreste e a de de Pão de Açúcar na região do São Francisco. Em Palmeira dos Índios a imagem estar situada numa das serras que circundam a cidade de nome Goiti, daí a denominação popular: “Cristo do Goiti”, isto é, da serra do Goiti. Em Pão de Açúcar, a estátua fica num pequeno monte à beira do rio São Francisco, na periferia da cidade. O “Cristo de Pão de Açúcar”, o “Morro do Cristo”. Dizem que o local de banho é favorável aos ataques de Piranhas aos banhistas. A imagem está voltada em direção a jusante, isto é, à foz do “Velho Chico”.

Mas Santana do Ipanema também possui a imagem do Cristo de braços abertos. Fica no serrote do Gonçalinho, também chamado de serra do Cristo e serra das Micro Ondas, uma das elevações mirantes da cidade. Um pouco abaixo do topo, situado sobre uma pedra fixa, a imagem deve ter sido ali implantada na década de trinta. Passaram-se muitos e muitos anos no anonimato, até por não ser tão grande assim, foi redescoberta por um prefeito que a iluminou, chamando atenção para a obra de autor desconhecido. De qualquer maneira é um convite explícito para se conhecer o serrote que vai tendo as suas faldas a barlavento urbanizadas por um bairro novo chamado Santo Antônio. A estátua completa seus 90 anos igual ao Cristo Redentor.

Vamos subir o serrote?!!!

SERROTE DO CRISTO EM SANTANA DO IPANEMA (FOTO: PREFEITURA).


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quinta-feira, 14 de outubro de 2021

LIVRO

 Por José Mendes Pereira

Você que gosta de ler o tema cangaço procura com urgência os bons livros da escritora Luitgarde Oliveira Cavalcanti Barros, adquirindo com o professor Pereira, através destes endereços:

franpelima@bol.com.br ou pelo Whatsapp 83 9 9811 8286. 

É uma escritora de nome e renome no que diz respeito ao estudo cangaceiro.

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PEÇA LOGO ESTES TRÊS LIVROS

   Por José Mendes Pereira 

A primeira obra é "LAMPIÃO A RAPOSA DAS CAATINGAS" que já está na 5ª. edição, e aborda o fenômeno do cangaço e a vida do maior guerrilheiro das Américas. Um homem que não temeu às autoridades policiais  e muito menos aqueles que lutavam contra a sua pessoa, na intenção de desmoralizá-lo nas suas empreitadas vingativas, e eliminá-lo do solo nordestino. Realmente foi feito o extermínio do homem mais corajoso e mais admirado do Nordeste do Brasil, na madrugada de 28 de julho de 1938, na Grota do Angico, no Estado de Sergipe, mas não em combate, e sim, através de uma emboscada muito bem organizada pelo alagoano tenente João Bezerra da Silva. 


O Segundo livro da trilogia do escritor e pesquisador do cangaço é: "FATOS ASSOMBROSOS DA RECENTE HISTÓRIA DO NORDESTE" com 332 páginas, e um grande acervo de fotos relacionado ao assunto. E para aqueles que gosta de ler e ver fotos em uma leitura irá se sentir realizado com todas as fotos.


O terceiro livro da trilogia também do escritor José Bezerra Lima Irmão é: "CAPÍTULOS DA HISTÓRIA DO NORDESTE" resgata fatos sobre os quais a história oficial silencia ou lhes dá uma versão edulcorada ou distorcida: o "desenvolvimento" do Brasil, o desumano progresso de colonização feito a ferro e fogo, Guerra dos Marcates, Cabanada, Balaiada, Revolução Praieira, Ronco da Abelha, Revolta dos Quebra-Quilos, Sabinada, Revolta de Princesa, as barbáries da Serra do Rodeador e da Pedra do Reino, Guerras de Canudos, Caldeirão e Pau-de-Colher, dando ênfase especial à saga de Zumbi dos Palmares, Invasões Holandesas, Revolução Pernambucana de 1817, Confederação do Equador e Guerras da Independência, incluindo o 2 de Julho, quando o Brasil se tornou de fato independente... São assuntos que dão gostos a gente lê-los.  

Adquira-os com o professor Pereira através deste e-mail: 

franpelima@bol.com.br

ou com o autor através deste g-mail: 

josebezerralima369@gmail.com

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" LIVRO GUARDIÕES DA POESIA"

  Por Cícero Aguiar Ferreira

Ontem (antes de ontem) dia 08/10/21, no Cine Teatro Professor Júlio Macedo Costa, foi lançado o livro de poesias "GUARDIÕES DA POESIA", uma obra com a participação de vários poetas de diversos recantos do Brasil. 



Este projeto nasceu através de um grupo de poetas no watzap "Poemas e Poesias" comandado pela poetisa Sônia Regina De Barros Aleixo (Umãs, Salgueiro-PE) e o poeta Medeiros (Cuité-PB), em meados de 2019. Tem o prefácio do poeta e apologista da cultura popular Rubem Veras e orelha do grande e inesquecível poeta "Pedro Bandeira". Poetas participantes: Marcos Gomes de Sousa (Brejo Santo-CE); Sônia Regina (Umãs, Salgueiro-PE); Agliberto Bezerra (Mauriti-CE); Alan Silva (Brejo Santo-CE); Ari Mendes (Extrema-MG); Bernardino Bezerra (Ibiara-PB) "In memoriam"; Cicero Aguiar Ferreira (São José do Belmonte-PE); Cicero André (Abaira-CE); Gilvan Grangeiro (Andradina-SP); Jorge Furtado (Fortaleza-CE); Juarez Nunes (Ouricuri-PE); Lucinha Saraiva (Aurora-CE); Marcone Santos (Tabira-PE); Medeiros (Cuité-PB); Neném Escobar (Brejo Santo-CE); Paulo Gondim (Monte Horebe-PB); Pedro Ernesto (Barro-CE); Rivaldo de Aguiar Pereira (Salgueiro-PE) e Silvano Lyra (Olinda-PE). Esse trabalho de poesias em diversos estilos, já vem com um carimbo importante, que é a união dos amantes da poesia, para que desta forma, se mantenha viva a nossa verdadeira cultura.





Agradecer a Secretaria de Cultura, Turismo e Eventos de Brejo Santo-CE, pelo acolhimento e apoio, obrigado secretário David Júnior, estendendo os agradecimentos a todos os demais membros da equipe da secretaria.

Agradecer a Deus, a minha esposa Nilda Pereira Alencar, minha filha Ana Maria Pereira, a meus irmãos Antonio Ferreira, Maria Aguiar, Francisco Aguiar Aguiar, Claudiano Aguiar, aos meus sobrinhos Lucas Aguiar, Luan Aguiar, Larissa, Davi e Maria Vitória, enfim, a todos os meus familiares, principalmente aos poetas participantes deste trabalho, como também a todos os membros do Grupo de Poetas do Sertão Central capitaneado pelo poeta Josenilson Da Silva, que tenho a honra de fazer parte, agradecer também a minha ex colega de trabalho e amiga Clecia Silva pela força que me deu na época que eu estava fazendo esse trabalho, grato.

Cicero Aguiar Ferreira

09/10/21

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LIVRO DO HONÓRIO DE MEDEIROS.

   Por João de Sousa Lima

Recebendo o amigo e professor, conselheiro do Cariri Cangaço, Honório de Medeiros... com seu novo livro pronto pra iniciar a leitura.

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LIVROS DO JOÃO DE SOUSA LIMA

 

Livros do cangaço na região de Paulo Afonso...75-988074138

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LIVROS PAJEÚ EM CHAMAS – O CANGAÇO E OS PEREIRAS (CONVERSANDO COM SINHÔ PEREIRA).

  Por Geraldo Júnior


Finalmente terminei de ler e posso afirmar que se trata de um trabalho de referência sobre a história da tradicional família “PEREIRA” e a sua ligação com o cangaço nordestino.

Resta-me apenas agradecer mais uma vez ao Professor Helvécio e parabenizá-lo por magnífico trabalho, que na verdade é um presente de valor inestimável para as futuras gerações, ao que se refere ao estudo, pesquisa e conhecimento histórico.

ADENDO - http://blogdomendesemendes.blogspot.com

Hervécio Neves Feitosa

Eu também já o li e aconselho aos amigos amantes do tema "Cangaço", que procurem lê-lo, é um excelente trabalho do escritor Hervécio Neves Feitosa.

Quem desejar adquirir o Livro PAJEÚ EM CHAMAS – O CANGAÇO E OS PEREIRAS (CONVERSANDO COM SINHÔ PEREIRA), basta entrar em contato com o Professor Francisco Pereira Lima através do e-mailfranpelima@bol.com.br
Geraldo Antônio de Souza Júnior (Administrador do Grupo)

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ESCREVER UM LIVRO NÃO É TAREFA FÁCIL

 Por Aderbal Nogueira

Escrever um livro não é tarefa fácil, principalmente para alguém que não tem familiaridade com a escrita. Minha praia é outra, é o vídeo, e escrever só por escrever não faz o menor sentido. Estou em falta comigo mesmo e com o amigo Paulo Gastão que me cobrava sempre "escreva um livro, cabra, tá com medo de que" rrsss coisas de Paulo. 

Medo talvez de não saber colocar no papel tantas coisas vividas, vistas, ouvidas e principalmente sentidas. Agora que resolvi finalmente finalizar esse livro "diário" estou literalmente viajando no tempo e relembrando coisas até já esquecidas. Será apenas um escrito de memórias, não terá fontes bibliográficas e contará 'apenasmente' as experiências vividas e o que ouvi dos remanescentes do tempo do cangaço, sertanejos, coiteiros, volantes e Cangaceiros. Não esperem muito, mas tenham certeza que vivi fortes emoções.

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A IMPORTÂNCIA DO CHAPÉU

 Por João de Sousa Lima

https://youtu.be/uTPXh679p34

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O TIRO NO PÉ NOS GRANDES ENCONTROS CARIRI CANGAÇO

 Por Manoel Severo

Frondosa e ainda existente, a árvore do tipo “pau-ferro”, localizada bem às margens da lendária Lagoa do Vieira, a pouca distância da Pedra do Reino, testemunhou o combate travado no dia 23 de março de 1924, com uma volante comandada pelo major da polícia de Pernambuco Theophanes Ferraz, onde o cangaceiro Lampião foi seriamente atingido no pé e morta sua montaria, tombando o animal sobre sua perna. Tendo se livrado do peso do animal morto e mesmo ferido, o cangaceiro consegue reagir à altura da situação. Na gruta conhecida como Casa de Pedra, na Serra do Catolé município de São José do Belmonte, Lampião se refugiou e iniciou sua recuperação.

Interessante apontar que da Casa de Pedra onde se refugiou Lampião, tem-se uma magnífica visão do vale onde fica a famosa área histórica conhecida como Pedra do Reino, retratada no romance de Ariano Suassuna – O Romance d’A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta. A Lagoa do Vieira também é citada nesse famoso romance através de uma explicação dada pelo personagem Luís do Triângulo:

“Naquele momento, chegávamos a uma Lagoa rasa, situada à direita da estrada, Luís do Triângulo explicou: - Essa é a Lagoa do Vieira! Os Vieiras eram parentes do Rei João Ferreira e estiveram, também, metidos na “Guerra do Reino”! Diziam eles que esta Lagoa era encantada e que, aqui, Dom Sebastião tinha uma mina de ouro para os pobres!”. A famosa notícia do tiro no pé de Lampião ensejou inúmeros escritos jornalísticos e literários. O cronista José Carvalho, carioca da gema, sob o título “Lampião, o tiro no pé” publicou no “Correio da Manhã (RJ)” no ano de 1932, edição 11386, pág. 17:

“Lampião, um dia, numa refrega com a polícia levou uma bala no pé. E com ele sangrando correu a presença de um médico que sabia estacionar perto do lugar em que achava em fuga. Enquanto o médico examinava o ferimento, Virgulino agita-se impaciente, com esse preventimento instintivo que caracteriza e protege certos criminosos.

Mas o doutor queria puxar pela língua do bandido, prelibando, sem dúvida, o gozo de uma entrevista aos jornais. A impaciência de Virgulino aumenta. Não quer conversa.

- Seu dotô, acabe com isto!

- Se é preciso cortar o diabo deste pé, corte logo! Me despache que a poliça não deve tardá por aqui!

Mas o médico ia, calculadamente prolongando o exame e a conversa.

E a outra rogativa inquieta do ferido, obtemperou:

- Ora, deixe de pressa!

- A polícia não vem agora por aqui. Você tem muitos amigos?

E Virgulino:

- Eu me admiro um doutor formado como o senhor dizer uma coisa destas!

E concluiu; conciso, alto, vibrante:

- Bandido não tem amigo!

Para entendermos esse episódio que poderia ter mudado a historia do Cangaço, Manoel Severo, Curador do Cariri Cangaço recebe os pesquisadores Clênio Novaes de São José de Belmonte e Geraldo Ferraz de Recife para mais um AO VIVO sensacional no Canal do YouTube do Cariri Cangaço, neste quarta, 13 de outubro as 19h30.

https://cariricangaco.blogspot.com/2021/10/o-tiro-no-pe-nos-grandes-encontros.html

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EXISTE AMIGO?

 Por José Mendes Pereira

https://esbrasil.com.br/dia-do-amigo-voluntario/

Pois bem... Quem é que nunca teve um amigo no trabalho, por exemplo, que fazia tudo por você, que para a própria defesa ou promoção, simplesmente, um dia  jogou tudo para o alto, principalmente a “amizade” em seu próprio benefício?

Então vamos lá, alguns anos já se passaram o que eu vou contar:

Certa feita, na loja "Logus informática" em Mossoró, do amigo Lula, lá eu me encontrei com duas pessoas (não revelarei os seus nomes), que tinham os seus nomes registratos em placas de ouro e pregadas por percevejos no meio dos sábios. 

https://www.youtube.com/watch?v=GCzPfTLkQV0

Uma dela, era professor, geógrafo e pesquisador do cangaço, e além do mais, tinha alguns livros publicados de vários temas. Eu a conhecia apenas de vista e livros. Grande figura que aqui chegou de outro Estado do nordeste brasileiro e ficou no meio dos sábios, posteriormente tornando sapiente no meio outros. 

https://www.cifraclub.com.br/blog/melhores-musicas-eduardo-costa/

A outra pessoa era um poeta de primeira categoria, e eu o conheci naqueledia, antes somente de vista e viola a tiracolo, mas nunca tive conversa com ele, aliás, com nenhum dos dois famosos e talentosos homens, e foi a partir dali que eu fiquei tendo contato com o professor, e que sempre me chamava para participar de algumas reuniões culturais em sua residência ou em outros lugares. 

Ali, já fora da loja as conversas entre eles rolaram muito, mas eu apenas apreciava o diálogo de ambos. Em um momento o professor/geógrafo/pesquisador do cangaço e escritor perguntou ao poeta:

- Como anda a sua saúde?

E ele:

- Minha saúde está muito ruim. Eu estou muito doente. E mesmo tomando os medicamentos passados pelo o esculápio, não estou esperando vitória. Sinto que a cada dia que passa, menos saúde eu tenho. Uns dizem que eu devo desistir do médico que me acompanha e  consultar outro, enquanto que alguns alegam a minha idade. E assim vou vivendo e morrendo. 

- Tem recebido ajuda de alguém para o tratamento?

- Jamais. Depois que eu adoeci, todos os meus amigos me abondonaram. Antes a minha humilde casinha vivia cheia de amigos. Lá, nós cantávamos, nós versificávamos, nó fazíamos rimas e assim por diante. Mas hoje, depois que eu adoeci, não me aparece um amigo se quer, na minha casa, pelo menos para me visitar. Quer saber quanto amigos vocêtem? Fique doente que talvez, ´um único dedo servirá para descobrir se você tem amigos.

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EU PODERIA TER MATADO ZÉ RUFINO

 Por Aderbal Nogueira

https://www.youtube.com/watch?v=8EHSjN7Pxh0&ab_channel=AderbalNogueira-Canga%C3%A7o

4º e último vídeo do Sr. João Maurício, filho de Manuel Maurício dos Santos, o Barra Nova: - Barra Nova morto com 9 tiros por causa de um chapéu, - Se eu quisesse, poderia ter matado Zé Rufino, - A angústia da vida sofrida, - A lembrança de uma surra. Para melhor compreensão assista aos vídeos 1, 2 e 3 sobre Barra Nova aqui no canal. Link desse vídeo: https://youtu.be/8EHSjN7Pxh0

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