Por Nas Pegadas da História
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domingo, 11 de fevereiro de 2024
O FAMOSO ENCONTRO DE LAMPIÃO COM O CORONEL JOÃO SÁ #CANGAÇO
SOUZA LUZ.
Por Relembrando Mossoró
EM 10 DE
FEVEREIRO DE 1927 – Nascimento de José Maria de Souza Luz, conhecido por
Souza Luz, nasceu no município de Areia Branca-RN; filho de Raimundo Rubira da
Luz e Joaquina Soares de Souza Luz. Ele deixou viúva dona Neide Fernandes de
Oliveira Luz e desse enlace nasceu os filhos: José Maria de Souza Luz Filho e
Joseneide de Oliveira Luz.
Este
radialista abrilhantou muito à radiofonia mossoroense, possuía uma voz
belíssima, sendo que ele pertencia a velha guarda do rádio local. Ele foi o
primeiro radialista a usar os microfones da Rádio Tapuyo de Mossoró, onde mais
tarde foi diretor da mesma. Seu Souza Luz também passou uma temporada na Rádio
Difusora de Mossoró, onde foi comentarista político. Também exerceu sua
profissão na Rádio Poti de Natal-RN. Ele apresentava o programa “Prato do Dia”,
que era redigido pelo jornalista e radialista Jaime Hipólito Dantas, grande
tempo da era do rádio mossoroense.
Uma grande
tristeza abalou as emissoras de rádios quando este grande profissional deixou o
mundo dos vivos no dia 21 de agosto de 1992, aonde já vinha muito enfermo. Seu
corpo foi velado em sua residência que ficava na Rua Almeida Castro, N° 151,
centro de Mossoró, ali próximo à Praça da Redenção. Neste dia compareceu uma
legião de amigos para dar o último adeus. Fez-se também presente a então
Prefeita Rosalba Ciarlini Rosado e outras autoridades locais. Depois seu corpo
foi sepultado por parentes e amigos no Cemitério São Sebastião. Mais tarde, a
Câmara Municipal de Mossoró, através do Vereador Diassis Vieira denominou uma
rua da cidade, localizado no bairro Abolição III, com o nome de José Maria de
Souza Luz.
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JOÃO BEZERRA DA SILVA
Por Antonio Ferreira
JOÃO BEZERRA : sendo entrevistado em 30 de julho de 1938, ainda tem gente q diz q VIRGULINO não morreu na grota .
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O CADÁVER DE ZÉ BAIANO | CNL | 708
Por O Cangaço na Literatura
FOTOS RARAS DE ZÉ BAIANO
JOÃO BEZERRA : sendo entrevistado em 30 de julho de 1938, ainda tem gente q diz q VIRGULINO não morreu na grota .
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sábado, 10 de fevereiro de 2024
PRESO POR 12 ANOS, ONDE ANDA LINDOMAR CASTILHO?
/ paulolopesradialista
Instagram Francamente Falando:
/ francamentefalandoO TÚMULO DA MÃE DE TEIXEIRINHA,A TRISTE HISTÓRIA DA MÚSICA CORAÇÃO DE LUTO.
Por Lendas do Asfalto.
ENTREVISTA COM LUIZ RUFINO FILHO DE ZÉ RUFINO O TERROR DOS CANGACEIROS
Por Histórias da Vida Real.
PERGUNTAS E RESPOSTAS CANGAÇO - CANAL CANGAÇO EM FOCO
Por Cangaço em Foco
Mais um perguntas e
respostas do Cangaço em Foco.
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PADRE ALENCAR PEIXOTO E O ENCONTRO COM LAMPIÃO.
Por Beto Rueda
A
religiosidade e o banditismo no sertão nordestino sempre tiveram uma estreita
relação. O sentimento religioso do sertanejo era especialmente voltado para a
penitência e muitas vezes, ao fanatismo. A ligação entre padres e cangaceiros
sempre foi muito forte, despertando em ambos respeitos, admiração e ódio.
Joaquim de
Alencar Peixoto nasceu na cidade do Crato, Ceará, em 26 de abril de 1871.
Oriundo de tradicionais famílias do sertão cearense e pernambucano – Alencar e
Peixoto. Seus pais foram Felismino de Alencar Peixoto e Hortulana de Alencar
Peixoto. Seus avós paternos, Teodósio Marques de Abreu Peixoto (pernambucano) e
Joaquina Xavier de Jesus (de Missão Velha, Ceará); os maternos foram Francisco
Leão da França Alencar e Maria Leopoldina do Monte (de Exu, Pernambuco).
Iniciou os
seus estudos primários com os professores Raymundo Duarte de Moura e Manoel da
Penha de Carvalho Brito. No Colégio Venerável Ibiapina aprendeu português,
francês, latim e grego com o padre Joaquim José Teles Marrocos.
Cursou os Seminários
de São José do Crato a 17 de Março de 1891, Fortaleza, 1893, e no Estado da
Paraíba em 1895. Ordenou-se padre em 1897.
Foi nomeado
pároco das cidades de Saboeiros e Arneiroz, Ceará, em 1898. Exerceu importantes
funções.
De volta a sua
terra natal, fundou o "Ginásio Cratense", em 1903, e mais tarde o
"Sul do Ceará".
Em 15 de
agosto de 1907 mudou-se para Juazeiro do Norte, substituiu na capela de Nossa
Senhora das Dores, o padre Agio Maia.
Em 1909 fundou
o primeiro jornal juazeirense que tinha o título de “O Rebate”. As publicações
davam-se aos domingos até o dia 03 de setembro de 1911, data de seu último
exemplar.
Pelo forte e
combativo envolvimento político não obteve permissão para confessar e foi
suspenso de todas as ordens da igreja. A partir de então se inseriu na luta em
prol da independência de Juazeiro e a criação do município, o que aconteceu em
22 de julho de 1911. Depois da vitória em Juazeiro, por divergências com o
padre Cícero, deixou a cidade.
Foi pároco de
Belmonte, Pernambuco, no período de 02 de janeiro de 1917 a 23 de novembro de
1919. Foi nomeado como Pároco Encomendado de Granito, Pernambuco, em 16 de
dezembro de 1919.
Em setembro de
1926 Lampião entra em Granito acompanhado por mais de cem homens. A população
em pânico procura a casa paroquial como refúgio. Padre Peixoto procura Lampião
e chama o chefe dos cangaceiros para uma conversa. Depois do diálogo, os
invasores vão embora da cidade em paz, inclusive pagando as contas das bodegas.
O
comportamento crítico do padre Peixoto em relação às ações do padre Cícero e,
distante das brigas enciumadas de intelectuais e do poder financeiro, fez com
que ele se afastasse, como se fugindo de algo, morando pelo resto da vida em
lugares diferentes; Sabe-se que esteve morando num lugar chamado Sena
Madureira, no Acre, na Amazônia, em Mangas, Minas Gerais e em Rubiataba, Goiás.
Com o tempo
adquiriu problemas renais dos quais se queixava muito. Em 1950 quando visitou
Juazeiro do Norte era um homem pobre, velho e quase cego. Desiludido e por
poucos reconhecido.
O padre
Peixoto permaneceu lúcido até a madrugada de 24 de fevereiro de 1957 quando
faleceu em Rubiataba, Goiás, aos 85 anos e dez meses. Atestada a causa mortis
como “bronco pneumonia derivada de diversas causas”. Foi sepultado no Cemitério
Público da mesma cidade.
Sacerdote,
intelectual, político, grande orador, jornalista, poliglota, escritor de textos
em prosa e poesia, escritor de livros dentre os quais: “Juazeiro do Cariri” e
“À Margem de um Livro”. Destemido e polemista exaltado, fez história.
Mais uma
figura importante que cruzou o caminho do Rei do Cangaço.
REFERÊNCIAS:
JUNIOR, José
Peixoto. Padre Peixoto - intelectual, político, sacerdote. Goiânia: Kelps,
2007.
CAVALCANTE,
Francisco José Pereira. Padres do interior II - os padres da paróquia de nossa
senhora do bom conselho de Granito. Petrolina: Diocese de Petrolina, 2010.
CRUZ, Maria do
Rosário Lustosa da. Padre Joaquim de Alencar Peixoto: o baluarte da emancipação
política de Juazeiro. Fortaleza: IMEPH, 2012.
BARRETO,
Ângelo Osmiro. Misto de guerra e paz. Lampião Aceso, 02 nov. 2009. Disponível
em:<http://lampiaoaceso.blogspot.com/…/padres-e-cangaceiros.htm…>.
Acesso em: 25 mar.2020.
SEVERO,
Manoel. Padre Cícero e Virgulino. Cariri Cangaço, dez.2015. Disponível em:<http://xn--cariricangao-udb.blogspot.com/…/padre-cicero-e-virgulin…
https://www.facebook.com/groups/179428208932798
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sexta-feira, 9 de fevereiro de 2024
QUEM SÃO?
Por Antonio Ferreira
CANGACEIRO VELOCIDADE II
Por Guilherme Velame Wenzinger
José Porfírio
dos Santos, o Velocidade II, 19 anos. Era do bando de Corisco e se entregou no
fim de 1939. Já preso revelou o paradeiro do ex-chefe. Disse em entrevista que
foi recrutado na região de Bebedouro(BA) e havia tomado parte de apenas 3
combates.
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LIVRO
Por Helcimar Barbosa Palhano.
Em março está
chegando nas ruas. Você conhece Lampião, Maria Bonita, Corisco e Dada. Mas
conhece Salustiana? Susserana? Azulão? Arrebenta Cavalo? Quebra-queixo? E o
Coroné Agripino? Coroné Pedro Valente? Coroné Amâncio? Pois é... uma nova
versão do Cangaço pós Lampião. Uma ficção de dar nó na cabeça de quem já conhece
o cangaço e uma leitura a mexer com o imaginário de quem não conhece. Se você
me perguntar de onde eu tirei tanta estória só posso recorrer a Ariano
Suassuna:
" Não
sei, só sei que foi assim".
Aguardem... em
março o livro tá na rua.
https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste/
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AS 9 CABEÇAS DOS CANGACEIROS MORTOS EM ANGICO, foram enterradas aonde ?
Por Cangaço em Foco
https://www.youtube.com/watch?v=xSWISGKjh4o&ab_channel=CANGA%C3%87OEMFOCOhttps://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste/
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SARCÓFAGO ABERTO REVELA BISAVÓ LOIRA DO FARAÓ TUTANCÂMON
A nova
descoberta surpreendeu os pesquisadores que tentam desvendar a reais
características físicas dessas pessoas que viveram a milhares de anos.
Recentemente, uma equipe de arqueólogos fez uma descoberta fascinante sobre a
linhagem de um dos faraós mais notáveis do antigo Egito. A bisavó do faraó
Tutancâmon era uma nobre chamada Tjuyu e tinha os cabelos loiros. A nova descoberta
surpreendeu os pesquisadores que ainda tentam desvendar a reais características
físicas dessas pessoas que viveram a milhares de anos.
De acordo com
os arqueólogos, Tjuyu morreu por volta do ano de 1375 a.C. e sua tumba só foi
descoberta em 1905. Desde então, raras vezes seu sarcófago foi aberto. Os
restos mortais da parente do menino rei estão preservados no Museu do Cairo, no
Egito. Agora, uma equipe de TV britânica registrou imagens da reabertura do
sarcófago e surpreendentemente, a múmia apresentava cabelos loiros muito bem
preservados e vários objetos em ouro.
Mas o que
explica a coloração aloirada de suas madeixas? Tradicionalmente, antigos
egípcios eram retratados com cabelos escuros. Segundo a egiptologista Salima
Ikram, as aparências podem enganar.
A especialista
diz que não há como ter 100% de certeza de que se trata do cabelo original de
Tjuyu. Mesmo que as mechas sejam mesmo dela, elas podem ter sido clareadas por
natrão, composto de sódio usado para mumificação. Outras partes da múmia também
estavam bem preservadas, como seus pés, que ainda calçavam sandálias. A
egiptóloga garante que novas análises serão realizadas para assim definir, se a
múmia real era loira.
#descobertasarqueológicas
#curiosidades
#historias
https://www.facebook.com/profile.php?id=61554696936023
PRISÃO DE CANGACEIROS
Helton Araújo
Em março de
1925 foram presos três cabras de Lampião, sendo eles da esquerda para direita,
José Ramos de Oliveira, vulgo Pau de Agasalhar Urubu, 25 anos, Manoel da Silva,
vulgo Manoel Preto, 35 anos e Antônio Clementino, vulgo Fato de Cobra, 22 anos.
Eles estavam recolhidos ao cárcere na cadeia de Rio Branco, atual Arco Verde no
estado de Pernambuco.
Fonte : Jornal
Pequeno do Recife ( 14/03/1925 )
Foto :
Octaviano Neves
Conheciam
esses cangaceiros? Estranho os vulgos de alguns né? Kkkk
Não esqueçam
do like e aproveitem para assistir nosso último vídeo postado sobre as
fotografias raras do cangaço parte 2, segeu o link abaixo
https://youtu.be/Ov9tSDVV5u8?si=18hWTb2w7qjCc440
https://www.facebook.com/groups/179428208932798/user/100075011314548
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CANGAÇO ETERNO...
Por Helton Araújo
Em 26 de maio de 1934, era morto por dois civis, o cangaceiro Hortêncio Gomes da Costa, vulgo Arvoredo. Seus algozes foram os jovens Cícero José Ferreira, conhecido como Xisto e João Biano da Silva, conhecido como João Biana ( o ).
ESSE TREM ! AH ESSE TREM !
Por Veridiano Dias Clemente.
quinta-feira, 8 de fevereiro de 2024
NÃO SOU DONO DA...
Por José G. Diniz
FAZENDO VERSIFICAÇÃO
Por Eliano Miguel Araújo
Eu só ando com Deus e
não sozinho
E com ele eu sou
muito obediente
Se tiver obstáculo na
minha frente
Deus desse pra abrir
o meu caminho
Ele coloca flor onde
tiver espinho
Abri a vereda e manda
eu passar
E meus planos começam
a brilhar
Porque foi o pai
eterno que mandou
E se foi meu Deus
quem me levantou
Não existe ninguém pra me derrubar
https://www.facebook.com/eliano.miguelaraujo
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PONTE – PONTE
Clerisvaldo B. Chagas, 8 de fevereiro de 2024
Escritor Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica: 3.011
Assim como o prefeito Firmino Falcão Filho, deixou seu nome bem alto em Santana do Ipanema, ao construir a ponte Cônego Bulhões sobre a foz do riacho Camoxinga, estamos precisando de novo pensador. A redenção da cidade foi sem dúvida a construção da Ponte General Batista Tubino sobre o rio Ipanema, na região do comércio, o que elevou o nome do prefeito que conseguiu a façanha com o, então, interventor estadual. Porém, a cidade se expandiu, o trânsito ficou caótico e a nova Santana do Século XXI, necessita de pelo menos duas grandes pontes para aliviar a mobilidade urbana. Uma ligando o Bairro São Jose, na Avenida Castelo Branco, ao Bairro Floresta, ao lugar Cajarana onde se encontram o Campus da UFAL e o Hospital Regional Clodolfo Rodrigues de Melo. Um atalho de uma volta de cerca de quatro ou cinco quilômetros que se tornaria trecho de apenas 800 metros.
Por outro lado, é gritante a falta de outra ponte sobre o rio Ipanema no trecho do antigo Minuíno, rodagem velha para Olho d’Água das Flores, da Rua São Paulo com o Conjunto Eduardo Rita, famoso e tradicional trajeto das olarias. Essa realidade continua desafiando prefeitos e mais prefeitos, aguardando o dirigente premiado que um dia realizará as obras citadas, talvez em 2069, como a cidade pode crescer sem estrutura básica de mobilização?
Não estamos mais na era do carro de boi, onde tudo era devagar com os mesmos prédios, com as mesmas ruas, com os mesmos pensamentos... Estamos virando a Índia, em matéria de trânsito urbano. Projetos arrojados e vitais iriam solucionar coisas do momento e que se renovarão quando chegar o novo caos.
O fluxo viário do Oeste santanense, isto é, todo o trânsito oriundo
do Alto Sertão, em busca do hospital, poderia evitar o centro da cidade, seguindo diretamente pelo Bairro São José – Alto da Cajarana, retornando pela mesma via sem causar nenhum constrangimento no gargalo da Ponte General Batista Tubino. Não foi à toa que a Ponte Cônego Bulhões (1948-50), fez do fraco Bairro Camoxinga, uma poderosa “cidade”; que a Ponte General Batista Tubino (1969) permitiu uma nova Santana, na margem direita do rio Ipanema, antes, completamente desabitada. Passagem molhada é apenas um par de muletas; Ponte, representa duas pernas sadias para longas caminhadas.
AVENIDA CASTELO BRANCO NO BAIRRO SÃO JOSÉ, DISPONÍVEL PARA UMA PONTE ATÉ O HOSPITAL (FOTO: B. CHAGAS)
FREI DAMIÃO, PRESENTE
Clerisvaldo B. Chagas, 6 de fevereiro de 2024
Escritor Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica: 3.009
Após a passagem do primeiro santo do Nordeste, padre Cícero Romão Batista, em 1930, a nação nordestina apegou-se ao segundo santo, Frei Damião, de Bozzano. Mas a dor veio do mesmo jeito em 1997, quando da passagem do Frei.
O Nordeste aguardava, mas não resistiu a dor do falecimento de Frei Damião de Bozzano. O Santo do Nordeste vinha doente, passando quase um mês internado no Hospital Português, do Recife, por grave problema de insuficiência respiratória. O Frei italiano nascera em 5.11.1898, em Bozzano e falecera aos 99 anos de idade, em 31.05.1997.
Com a morte de Frei Damião, o presidente da república, então, Fernando Collor de Mélo, decretou luto oficial por três dias. O féretro ficou à visitação pública, durante também três dias na Basílica de Nossa Senhora da Penha dos Frades Capuchinhos, em Recife.
O sepultamento ocorreu na capela dedicada à Nossa Senhora das Graças, no Bairro do Pina, na capital pernambucana.
Santana do Ipanema chorou a morte de Frei Damião e o homenageia com uma modesta pracinha que leva seu nome e sua imagem de corpo inteiro em redoma de vidro. O local fica na confluência das Ruas Manoel Medeiros de Aquino, Delmiro Gouveia e Maria Gaia no Bairro Camoxinga. Ultimamente não existe mais a redoma de vidro e a imagem está em pedestal mais baixo do que o original, ao alcance de todos.
Informações compiladas com alterações do livro O BOI, A BOTA E A BATINA; HISTÓRIA COMPLETA DE SANTANA DO IPANEMA que será lançado no próximo mês de março em Maceió e em Santana.
Mesmo invisíveis aos encarnados, os dois santos nordestinos não deixam de trabalhar pelos que apelam para suas intervenções sobre os males terrenos.
Em Canafístula Frei Damião, as romarias parecem sem fim, bem como as romarias à Pedra do Padre Cícero, na cidade sertaneja de Dois Riachos. E no Juazeiro do Norte, nem se fala, de multidões e multidões que chegam à cidade vindas de todas as partes de País.
A região de Alagoas é que, por certo, envia mais devotos aos principais eventos anuais ao Cariri.
Frei Damião continua servindo, padre Cícero nunca parou de servir.
IMAGEM DE FREI DAMIÃO (FOTO: MARLENE COSTA/LIVRO O BOI, A BOTA E A BATINA...)
VINÍCIUS DE MORAIS
Por Guilherme Machado
A Bênção ao Poeta maior Vinicius de Moraes... Em sua Homenagem a Praia de Itapoan, Salvador Bahia.
https://www.facebook.com/guilherme.machado.75992484502
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FOI MUITA BALA
Por Aderbal Nogueira


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