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segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

ROSALINDA CANGACEIRA.

 Por José Mendes Pereira

Imagem adquirida na sua página - https://www.facebook.com/search/top?q=antonio%20neilton%20medeiros

Rasalinda Cangaceira, gostei tanto de você vestida representando  Maria Bonita, findei postando a sua foto em nosso blog. Não devemos deixar a rainha do cangaço Maria Bonita morrer para sempre. Ela tem que está presente em todos os movimentos femininos. 

Vejam amigos os seus amigos na sua página:

Um agradecimento especial aos meus novos fãs em ascensão!
Enzo Aguiar, Antônio Henrique, João Batista Pereira Duarte, Joelma Maria, Adenildo Maciel, Fabio Barros, Marcelo Antonio, Arnor Dantas, Daniel Dilan, André Feitosa, Antonio Da Cruz, Jose Bispo da Costa, Sebastião Santo, Çarşambalı Adem, José Aparecido Neves, Raghu Ram, Macedo Cruz Macêdo, Gilmar Ferreira Rocha, Jesse James Silva Lima, Thiago Seba Jorge, Wellison Barbosa, Alexandre Oliveira, Ivair Gabriel De Brito Brito, Francisco Filho, Neilton Viana Da Silva, Sidnei Hildebrando, José Antônio, Jesse Phernands, Jonata Santos, Gledson Baiano, Ademilton Matos, José Airton, Junor Oliveira Junor, Dijan Lima, Rodrigues Flavio, Edimilso Jesus, Antonio De Oliveira, سیداحمد فرجپوراصل, Jose Roberto Medeiros, Carlos Roberto, Francisco Gomes Batista Gomes, Pedro Galvan, Leandro Kln, Dejair Henrrique Santos, Osvaldo Lopes, Kinho Silva, Carlos Cavalheiro, José Maria Moraes, Roberto Laurentino, Fabio Barbosa

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ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Quando estiver no trânsito, cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, não deixa ele te pedir desculpas, desculpa-o antes, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional, você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo em um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein?

https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. 

Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho.

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O ATAQUE DE MASSILON A APODI.

Por Antonio Neilton Medeiros

O ataque de Massilon à cidade de Apodi não foi um ato isolado nem desprovido de sentido. À época, Massilon vivia sob a proteção de Décio Holanda, aliado ao sogro Tilon Gurgel, ambos inimigos declarados de Francisco Pinto, intendente do município. Nesse cenário de disputas políticas e vinganças pessoais, tudo indica que o ataque ocorreu a mando de Décio Holanda, com a missão de atingir diretamente o chefe político local.

O que ainda intriga é o fato de Francisco Pinto não ter sido executado. Algumas hipóteses tentam explicar o desfecho: a compra da própria vida, a intervenção de um padre, a intenção de apenas humilhar e desmoralizar o intendente ou, ainda, o exagero dos jornais da época. A ideia de pagamento parece frágil, pois nada impediria Massilon de ficar com o dinheiro e cumprir a ordem. Já a intervenção religiosa soa mais plausível, considerando o respeito que muitos cangaceiros demonstravam pelos padres.

Também é possível que o objetivo do ataque nunca tenha sido a morte, mas a humilhação pública. Naquele tempo, desmoralizar um intendente significava enfraquecer sua autoridade e sua honra. Quanto ao suposto plano de execução, não se pode descartar o sensacionalismo da imprensa, sempre ávida por narrativas mais violentas para vender jornais.

Entre ordens, versões e silêncios, o ataque de Massilon a Apodi permanece como um episódio marcado mais pelas perguntas do que pelas certezas.

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CAFÉ DO MANÉ CAPÉ.

 Por José Mendes Pereira

www.guiarestauranteseleto.com.br

O café ou bar do Mané Capé funcionava na esquina da Rua Alfredo Fernandes com a Rua José de Alencar, mesmo no centro da cidade de Mossoró, onde hoje funciona as Lojas Riachuelo.

Noutros tempos, os pequenos bares e cafés eram pontos certos para conversas fiadas, quando muitos levavam as suas fofocas para distribuírem com outros, que também faziam partes das galhofas contra alguém, e geralmente, as conversas eram em torno  dos mais variados assuntos, principalmente sobre homens traídos, homens metidos a afeminados, ou até mesmo de moças faladas em relação à sua virgindade.

Algumas fofocas eram de grandes importâncias, e muitos fofoqueiros não queriam presenciar aqueles comentários, temendo uma chamada na delegacia, para provar o que ele  ouvira, ou ele mesmo era o principal dono da fofoca.

Outras fofocas eram apenas calúnias que as pessoas não acreditavam, mas ficavam na dúvida e se perguntando: - Será que é verdade o que me falaram sobre fulano ou sicrano?

paduacampos.com.br

Com o avanço da cidade os cafés e bares foram perdendo um pouco os fregueses, devido os mais sofisticados restaurantes e shopping que foram aparecendo. Hoje quase não se ver gente que costumava frequentar esses antigos ambientes em Mossoró, e acredito que em todas as cidades brasileiras, este movimento de pessoas em bares, diminuiu muito.

O café do Mané Capé era um desses que no meio daquela gente, surgiam vários assuntos, mas que ele não era o responsável pela fofoca, apenas as ouvia, pois o seu maior interesse era vender o seu peixe, como por exemplo: cafés, bolos, pães, coxinhas, refrigerantes, cervejas, conhaques, e principalmente, a mais solicitada de todas em um bar, a pinga (cachaça). 

Não tenho informação se o Mané c Capé ainda permanece entre nós. Sei que ele residia ali, na Ilha de Santa Luzia em Mossoró.

Minhas Simples Histórias

Se você não gostou da minha historinha não diga a ninguém, deixa-me pegar outro.

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DEDICADO AO MANO RAIMUNDO FELICIANO, QUE DEUS O LEVOU NA MADRUGADA DE 21 DE FEVEREIRO DE 2019 - O DIA EM QUE NÓS FOMOS DESPEDIDOS DA CASA DE MENORES MÁRIO NEGÓCIO - PARTE IV

 Por José Mendes Pereira

Saudoso Raimundo Feliciano

Meu amigo e irmão Raimundo Feliciano:

Ainda recordo como se fosse hoje numa manhã ensombrada pelas nuvens sem previsões de chuvas, o dia em que a nossa diretora dona Caboclinha nos chamou em sua diretoria, e nos comunicou que aquela boa vida que nós tínhamos antes, naquela Casa de Menores Mário Negócio, havia chegado o fim, pois nós não tínhamos mais direito de continuarmos como internos daquela instituição, alegando-nos a nossa maioridade, por ser uma escola que abrigava alunos até que completasse 18 anos.

O mês era novembro, o dia, se não me foge a memória, 26, mas o ano não tem como fugir da minha memória, foi em 1970, e neste mesmo ano, havíamos terminado os nossos sofrimentos no TG - Tiro de Guerra em Mossoró. Mas digo sofrimentos no bom sentido, porque quem passa pelo TG, ficará preparado para enfrentar a vida como ela é.

Aquela notícia de imediato era como se a gente tivesse sido atingido por uma perversa punhalada. O que era bom antes, agora seria difícil para procurarmos um lugar seguro, onde nós pudéssemos conviver em família. Os que ali ficaram não sabiam bem se o nosso amanhã iria nos dar alimentos ao redor de outros, que talvez substituíssem as nossas amizades de antes.

Lembro-me que a nossa convivência naquela casa seria até quarta-feira que se aproximava. Você com seu jeito engraçado, apoderado daquele violão do Chico Pompilo, que com ele fazíamos as nossas serenatas, pôs-se a cantar uma música de Roberto Carlos, a qual estava sendo a mais tocada nas emissoras de rádio. "Não vou ficar".

https://www.youtube.com/watch?v=E-b-dVu-HZo&fbclid=IwAR0jhiGQ5LfgG9U9RtO2C7qvA1fW8M3xNB7upO8pA5HPUKaNx8FW7p_p4Z0

Após a nossa saída de lá você tomou rumo aos seus familiares, e como sempre foi responsável, trabalhou durante muitos anos com a família Negreiros, a qual tinha toda confiança e respeito à sua pessoa, e pelo seu profissionalismo, só a deixando, quando os Negreiros mais velhos partiram para a eternidade.

Assim como eu você também foi um que passou pela Editora Comercial S/A. Sei que foi por pouco tempo, porque a sua profissão não era manusear aquele quebra-cabeças, de juntar letras por letras, para formar palavras ou conteúdos inteiros.

Eu não quis voltar para os meus familiares porque de lá eu já tinha vindo, e a solução foi me alojar no Sindicado da Lavoura de Mossoró, hospedagem adquirida pelo meu pai, Pedro Nél Pereira, que era um dos membros da diretoria daquela instituição sindical.

A primeira noite em que dormi lá senti-me como se fosse um sujeito rejeitado por Deus, pela sociedade, pelos amigos, sem pai, sem mãe e irmãos ao meu lado. Deitei-me e fiquei a olhar o teto, imaginando o teto que eu havia deixado para trás, seguro, com alimentação na hora certa, roupas e calçados se eu precisasse, acompanhado de uma porção de amigos. Eu ali sentia uma solidão que só eu sabia. Em alguns momentos, levantei-me, fui até à porta e fiquei observando os transeuntes, que àquelas horas, ainda passavam para suas casas.

Eu, em segredo, pelas rótulas da porta da frente, observava aquele movimento bastante restrito de pessoas que se deslocavam, e de repente, vinha um senhor ocupando toda a Rua Almirante Barroso, e em suas mãos, um objeto. Vi de imediato que era um bêbado que conduzia um cabresto, talvez para recolher um dos seus animais.

As horas já se passavam, mas eu não tinha a mínima ideia, o que os relógios da humanidade marcavam naquele momento. 

Lembrei-me da matriz de Nosso Senhora da Conceição, e resolvi sair fora, para ter ideia que horas o relógio da Igreja assinalava. E vi que os enormes ponteiros marcavam 2 horas da manhã. Retornei à rede e fiquei imaginando o que seria de mim no dia seguinte, onde eu iria tomar o primeiro café do dia, almoçar, e posteriormente o jantar. Mas finalmente, minutos depois, eu adormeci, só acordando quando Maria da Paz a assistente do dentista do sindicado (Dr. João Falcão) chegou para dar início aos seus trabalhos rotineiros.

Vivi dias e noites difíceis, alimentando-me muito mal, e se eu almoçava (na Churrascaria do Batista, na Alberto Maranhão com o cruzamento da Almirante Barroso), às vezes eu não jantava, por falta de dinheiro; eu ainda não era gráfico profissional, e ganhava muito pouco. Foram dias, meses tentando me adaptar a nova vida que eu havia ganhado.

Neste período de sofrimento eu era aluno do Ginásio Municipal, e que muitas vezes, frequentei àquela escola sem jantar, mas nunca cheguei a nenhum dos meus amigos para contar o que estava se passando comigo. E para amenizar um pouco a falta de alimento em minha barriga, eu fumaça, fumaça, e feito isso, o que me maltratava no momento, havia desaparecido, só retornando as mesmas crises horas depois.

Quando o meu pai me visitava no meu local de trabalho especulava-me sobre o meu passadio, se eu estava comendo todos os dias, se eu jantava, tomava café..., se eu estava necessitando de roupas e calçados. Mas eu o deixava sossegado, em paz, sem aperreios, para que ele, minha mãe e meus irmãos dormissem as noites inteiras sossegados.

O meu pai nunca fora rico apenas era um homem que tinha um bom chiqueiro de caprinos, mais umas cabecinhas de bovinos. Ele sempre me dizia, que se eu estivesse necessitando de alguma coisa para tanger a vida ele venderia alguns bichos miúdos. Mas eu lhe dizia que eu estava muito bem, obrigado! Comia francamente, todos os dias.

Devido a minha situação difícil em alguns momentos pensei em retornar ao campo, voltar a viver àquela vida de camponês, trabalhando na agricultura, nos carnaubais, acordar três horas da madrugada para fazer empilhamentos das palhas das carnaubeiras, cuidando das criações, campeando o minúsculo rebanho de gado que o meu pai possuía, carregando água em ancoretas sobre o lombo de animais, ou sobre o meu próprio ombro.

Mas me veio o medo de passar por covarde, fraco, sem esperanças, desprovido de fé em Deus, e depois de imaginar tudo isto, decidi-me, tentar valia a pena, desistir do sofrimento não era uma boa opção. Que eu seguisse o caminho para ver aonde eu iria chegar, do jeito que Deus havia determinado para mim.

Para tomar intimidade com esta nova vida, levei muitos dias para me acostumar, e como sempre Deus está perto de nós, felizmente, um funcionário que trabalhava comigo na Editora Comercial, José Nogueira filho de Aldenor Nogueira resolveu ir morar em Natal, e a partir daí, fiquei assumindo o seu lugar, e passei a ganhar de igualdade com os outros profissionais.

Sofri muito, mas tudo que passei valeu a pena. Estudei e sou formado pela Universidade Regional do Rio Grande do Norte - FURRN, nos dias de hoje, UERN. Já estou aposentado pela Secretaria de Educação e tenho quatro filhos, todos, empregados, e tenho sete netos. Foi uma prova dada por Deus. Venci todos os obstáculos que um ser humano tem que enfrentar para contar a sua história. Hoje estou amparado pela divina graça do Deus todo poderoso.

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VIRGÍNIO FORTUNATO DA SILVA O CANGACEIRO MODERNO.

 Por José Mendes Pereira

Virgínio é o nº 2, e está ao lado de Lampião 

Virgínio Fortunato da Silva era alcunhado na "Empresa de Cangaceiros Lampiônica & Cia" por Moderno. Segundo alguns pesquisadores, ele havia nascido no Estado do Rio Grande do Norte, no ano de 1903, e foi assassinado aos 33 anos de idade, no ano de 1936. Há quem diga que o cangaceiro Moderno era da cidade de Alexandria. Mas esta afirmativa ainda não foi comprovada por muitos estudiosos do cangaço. Era conhecido como o "capador oficial" do bando de cangaceiros do seu cunhado Virgulino Ferreira da Silva - o Lampião.

Foi casado com Durvinha, e com ela teve dois filhos. Foi comandante de seu próprio grupo de cangaceiros, que tinha ramificação com a empresa de cangaceiros de Lampião. Integrado. Era companheiro da cangaceira Durvalina, e após sua morte, ela passou a viver com o cangaceiro Moreno, que antes era seu comandado. Durvinha faleceu no ano de 2008, e o seu companheiro Moreno faleceu em 2010. 

Minhas Simples Histórias

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