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quinta-feira, 8 de maio de 2014

Sabino Gomes O ataque a Cajazeiras

Por: Francisco Frassales Cartaxo

O ataque a Cajazeiras,(PB) comandado por Sabino Gomes (foto), no dia 28 de setembro de 1926, teve enorme repercussão na imprensa, pela ousadia da investida contra uma cidade importante para os padrões da época: servida por estrada de ferro, polo agroindustrial algodoeiro, comercio expressivo, sede de bispado, centro cultural e de ensino reconhecido no Nordeste e outros fatores. A vida e a trajetória de Sabino Gomes permanecem nebulosas, muito embora tenha sido ele um destacado subchefe de grupo ligado a Lampião presente no noticiário da imprensa na década de 1920, auge o banditismo nordestino.

Talvez tenha partido da imprensa do Ceará, a primeira informação acerca daquela agressão a Cajazeiras. Digo talvez porque ainda não tive condições de realizar pesquisa mais ampla nos jornais da época. Mas é certo que o diário “O Nordeste”, órgão da diocese de Fortaleza, por exemplo, noticiou o fato logo no dia seguinte, ainda que com dados precários, sujeitos à correção, como se pode ler na matéria sob o título de “A próspera cidade de Cajazeiras, na Paraíba, é atacada pelo grupo de Sabino Gomes”, veiculada no dia 29 de setembro, a partir de informe telegráfico recebido de Lavras da Mangabeira:

O cangaceiro Sabino Gomes

"A cidade de Cajazeiras foi surpreendida, ontem, por um ataque de 38 cangaceiros, chefiados por Sabino Gomes, resistindo até às 22 horas, quando os bandidos, dando-se por vencidos, retiraram-se, tomando a direção do Cariri. Houve três mortes e duas casas incendiadas. Na Estrada de Ferro conseguimos colher os pormenores que se seguem enviados pelo telegrafista da estação da via férrea Ceará/Paraíba, ali existente”.

Ontem às 14 horas o bando do terrível Sabino Gomes, comparsa de Lampião, passou em Baixa Grande, a duas léguas daqui, em viagem para esta cidade, tendo ali assassinado pai e filho, Raimundo Casimiro e Francisco Casimiro, por não terem os mesmos a importância que os facínoras exigiram. 


Às 17 horas alcançaram a residência dos doutores Coelho Sobrinho e José Almeida, estando presente o doutor Abdiel, os quais, para garantia e honra das suas famílias deram joias e dinheiro que somaram a mais de três contos de réis, incluindo o anel do engenheiro de um deles. Na mesma rua mataram o soldado Domingos Monteiro, o alfaiate Eliezer Alexandre e Cícero Corneteiro. Os prejuízos dos roubos e incêndios são superiores a 50 contos de réis. Na entrada do comercio mataram os bandidos uma criança de dez anos. Assaltaram depois a residência do coronel Sobreira, o qual, não se sujeitando à quantia exigida foi atacado à bala, reagindo, havendo forte tiroteio. Os bandidos não conseguiram entrar no comercio, devido à forte resistência da população”.

No dia seguinte, 30 de setembro, “O Nordeste” comenta que “A população defendeu galhardamente o comércio, resistindo e repelindo a ação dos bandoleiros que recuaram, conduzindo três companheiros feridos. Os doutores Coelho Sobrinho, Abdiel Ferreira e José Almeida foram as primeiras pessoas atacadas, sendo o segundo roubado em um anel de engenheiro no valor de oitocentos mil réis”.

No correr do mês de outubro de 1926, vários números daquele jornal continuaram a repercutir a ação dos bandoleiros, sempre ressaltando a audácia do ataque a Cajazeiras e a eficácia da resistência civil à investida dos homens de Sabino Gomes. 
Os cangaceiros e Cajazeiras sitiada

Os cangaceiros e Cajazeiras sitiada

Por Nadja Claudino


28 de setembro de 1926, um menino de oito anos de idade se esconde debaixo da cama dos pais. Ele e outras crianças estão acuadas a espera do ataque do bando de cangaceiros liderados por Sabino Gomes (sub-chefe do bando de Lampião, o temível e famoso Rei do Cangaço). A cidade de Cajazeiras está em suspense à espera dos homens selvagens que viriam do mato, prometendo todo o tipo de destruição, caso não fossem obedecidas as suas exigências.


O sol quente, o calor abafado são alguns dos elementos menos perceptíveis nessa tarde de medo e ansiedade. Os homens testavam as armas, procuravam pontos estratégicos para a defesa da cidade. Na igreja, o bispo defendia sua fé, rezando, pedindo aos céus intervenção para que Nossa Senhora da Piedade protegesse a cidade, os homens, e mesmo os cangaceiros – que fossem eles embora com a graça de Deus. Os cangaceiros nas cercanias da cidade esperavam o melhor momento para atacar; o povo esperava o ataque. A cidade estava sofrendo com a espera angustiada.

Ivan Bichara

O menino embaixo da cama se chamava Ivan Bichara Sobreira, que muitos anos depois escreveu um livro intitulado "Carcará", romance que conta essa história acontecida em Cajazeiras, Alto Sertão da Paraíba, em uma distante tarde do mês de setembro de 1926. O romance mostra uma Cajazeiras orgulhosa da sua história, por ser uma das maiores cidades do sertão, rota de ligação da Paraíba com o Ceará, cidade símbolo da educação. Terra de famílias tradicionais como os Rolim, Albuquerque, Sobreira, Bichara. É essa cidade e são essas famílias que estão sendo ameaçadas por um grupo de cangaceiros, personagens que tanto atemorizavam a região sertaneja da década de 20 até meados de 1940, quando a morte de Corisco baniu o último dos cangaceiros.

Podemos pensar no pavor que acometia todas essas famílias, preocupadas com o destino dos seus homens e suas mulheres, caso caíssem no poder dos cangaceiros. A perversidade dos cangaceiros era altamente propagada. Os estupros de mulheres casadas e até de moças virgens, a castração dos homens, a mutilação da língua dos traidores que falavam demais, os bailes que os cangaceiros promoviam depois da vitória, fazendo as mulheres mais respeitadas da sociedade dançarem nuas na frente dos filhos e dos maridos. Verdade ou invenção eram essas as histórias que corriam de cidade em cidade.

E por conta disso os homens que protegiam Cajazeiras estavam em uma guerra de vida ou morte, de glória ou de humilhação. Ivan Bichara, traduziu esses acontecimentos que marcaram tão profundamente sua infância por meio da literatura. O moço Ivan como muitos rapazes do seu tempo sai de Cajazeiras para terminar seus estudos e se forma na Faculdade de Direito do Recife.

Volta à Paraíba e começa uma carreira política promissora, sendo eleito em 1946 para a Assembléia Legislativa, em 1955 se elege deputado federal e, em 1975, é escolhido pela Assembléia Legislativa governador. Ivan Bichara integrou um time seleto de políticos escritores da Paraíba, a exemplo de Ernani Satyro, José Américo de Almeida, Ronaldo Cunha Lima, dentre outros, que assumiram o governo do estado e deram importante contribuição às letras paraibanas.

O romance Carcará toma Cajazeiras como representativa de muitas cidades do interior do nordeste que foram atacadas por bando de cangaceiros. A verdade é que as cidades do interior eram desguarnecidas, os meios de comunicação eram incipientes e não conseguiam tirar do isolamento os lugarejos mais distantes. Esse era um dos fatores por que a maioria das cidades capitulava frente às investidas dos cangaceiros.

Mossoró, no Rio Grande do Norte, no ano de 1927, expulsou os cangaceiros da cidade, sendo também uma das primeiras cidades a desafiar o Rei do Cangaço. Esse passado de lutas até hoje é preservado pela população mossoroense, usada como discurso histórico, político e cultural. São museus, memoriais, livros, discursos que formulam a identidade de um povo valente, que não aceitou os invasores. Em Cajazeiras, a expulsão dos cangaceiros não foi explorada dessa maneira, foi silenciada, esquecida e tem no livro de Ivan Bichara uma significativa fonte de pesquisa.

O livro traz personagens representativos do universo sertanejo. São rapazes que na época desejam migrar para os grandes centros e assim poderem dar continuidade aos seus estudos, moças casadoiras, poderosos locais como coronéis, políticos, delegados e também a gente do povo, feirantes, cantadores de viola, que se movimentam e nos prendem nas teias do enredo. O livro de Ivan Bichara é inspirado em um fato real, que ele soube narrar com enorme expressão literária, ligando seus personagens à vida de um Nordeste arcaico, recôndito, lugar de acontecimentos inusitados. O ataque dos cangaceiros, a ansiedade, o medo das perversidades, tudo isso envolve o leitor do Carcará, fazendo com que ele também se angustie, tome amizade pelos personagens, se importe com sua vida e com o seu destino nas mãos dos cangaceiros.

Ivan Bichara integra a vida com a literatura, fazendo a vida pulsar em cada parágrafo. A ansiedade do menino deu subsídios para, juntamente com a técnica literária do homem escritor, gerarem um livro que mesmo empoeirado e esquecido nas estantes das bibliotecas públicas nos remete a um passado que merece ser lembrado.


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COLUNA DO AGENOR Ao JORNAL O ANACOLUTO DE CUBATÃO.


Este  foi o Senhor  ORESTO  BARBOSA,  tinha apelido de  MARANCÓ. Era natural do  ESTADO  da   BAHIA, e  foi  SOLDADO de  LAMPIÃO. Morava na  COTA 400, bairro  da  cidade  de  Cubatão-SP. Ajudou a construir  a Via Anchieta,  e foi  aposentado  do  DER, agora  ja  falecido.

Sugiro  às autoridades do  Conselho de  Cultura de  Cubatão, que  DECLARE   como  Patrimônio Cultural,  e   que as  suas FOTOS sejam  catalogadas  e arquivadas no  MUSEU  de  CUBATÃO,  ou  na  Secretaria  de  Cultura.

Agenor Antonio de Camargo,
Lider Comunitario a 35 anos e Membro Conselheiro da Agenda  21.
Rua 20 nº 91- Cota  200 - Cubatão-SP.
RG.  7.111.931-sp.,  == Cel.: 9771-0394.

Fonte:
http://anacolutocubatao.blog.uol.com.br/arch2011-08-01_2011-08-31.html
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quarta-feira, 7 de maio de 2014

PAULO AFONSO E A RUA DA FRENTE.

Por João de Sousa Lima

AFONSO E A RUA DA FRENTE.

Sou aficionado por nossas histórias. A história de nossa cidade,do poderio hidroelétrico através da geração de energia, do Rio São Francisco, da cachoeira de Paulo Afonso, dos personagens populares, políticos e folclóricos de nossa comunidade.

Coleciono tudo que se refere à história do nosso município, porém o que mais me fascina é ver, compreender, descobrir, analisar nossa história através da fotografia. Um dos meus passatempos preferidos é vasculhar acervos, procurar velhos baús, correr atrás de fotos antigas que liguem nossas histórias passadas com nosso entendimento presente.

Cheguei a Paulo Afonso em janeiro de 1970 e a primeira casa que morei foi na “Rua da Frente”, próximo a oficina de Rui das Molas, lá foi o primeiro emprego de minha irmã Bernadete. Depois nos mudamos pra outra casa mais acima. Lembro do posto de combustível que tinha ali, a estrada da Baixa Funda onde meu irmão passava todo dia pra ir ensinar no CIEPA. Lembro o sino da igreja matriz tocando, convocando os fieis para as missas, lembro meu pai Raimundo Piancó aguando a rua com um carro pipa, os soldados do exército tirando serviço na guarida da vila dos cabos e sargentos. Ficava admirado com os soldados marchando, correndo (anos depois servi naquela companhia, mais precisamente em 1983, soldado Sousa Lima, número 145, 2º pelotão de fuzileiros da 1ª Companhia de Infantaria)...   ... Mais o que mais me marcou naquele tempo foram as aulas na Escola Casa da Criança I.

A Casa da Criança deixou entre outras coisas as lembranças dos vários amigos e das professoras dona Clarice (a professora mais sorridente, atenciosa e feliz que vi na vida), Natalice e dona Amanda Jatobá.

Av. Getulio Vargas - acervo João de Sousa Lima

A Rua da Frente foi um nome que ficou eternizado em minha memória, tanto por suas lembranças quanto por seu nome forte. Tão forte que seu nome oficial chamado Rua Getúlio Vargas, quase não faz parte de meu linguajar quando tenho que me referir a ela.

Recentemente o confrade e escritor Gecildo Queiroz escreveu um livro intitulado “A Rua Da Frente: Memórias de Um Tempo Que Nunca Morre”, onde narra suas reminiscências.    

O que quase ninguém sabe é que a Rua da Frente já teve outro nome e isso descobri recentemente. Vamos aos fatos:

Guaritas de acesso as obras da CHESf - acervo João de Sousa Lima

Apaixonado por fotos que relembre minha cidade, sempre pesquiso em revistas, sebos, bibliotecas e sites sobre Paulo Afonso. Um dos sites que sempre procuro é o Mercado Livre e eis que realizando uma dessas buscas encontrei uma fotografia de uma britadeira com o título: “Fotografia de Zé Miron”. Todos da cidade conhecem ou já ouviu falar em Zé Miron, até por que o nome dele virou sinônimo de quem realiza fotos em família, festas, casamentos, aniversários. Todos falam: Bate a foto ai Zé Miron!

"Rua Da Frente" - acervo João de Sousa Lima

De imediato comprei a foto. Alguns dias depois a recebo em casa. Analisei a foto onde dois senhores estão próximos da britadeira , na tentativa de ver se reconhecia alguém. Quando observei o verso da foto fiquei surpreso com um carimbo com as legendas:

“FOTO SÃO JOSÉ
JOSÉ MIRON SIQUEIRA
RUA GONÇALVES MATHEUS, Nº 70
PAULO AFONSO – “BAHIA”

Rua Gonçalves Matheus? Nunca havia ouvido ninguém citar essa rua em Paulo Afonso. Procurei meu amigo Assis Siqueira, filho de Zé Miron, pra ver se ele saberia onde era essa rua. Surpresa foi quando ele disse:

- É a Rua da Frente.

- Mais como? Sempre ouvimos falar que a Rua da Frente foi o primeiro nome dessa rua!

- Gonçalves  Matheus foi um engenheiro que veio trabalhar na Chesf e foi ele quem projetou a Rua da Frente, por isso a homenagem em nome dele!

Procurei mais informações sobre quem era Gonçalves Matheus e recorri ao conhecimento de Fernando Motta, escritor, engenheiro e ex-funcionário da Chesf. Motta falou:

- Gonçalves foi um auxiliar de Edmundo Ferrando de Seixas, que era administrador das obras da Usina Piloto em Forquilha.

Ambos eram funcionários da Divisão de Águas do Ministério da Agricultura e responsável pela construção da Usina Piloto. 

Todavia nunca soube que Matheus era engenheiro. Ele também ajudava Edmundo no controle da parte financeira.

Aprendi ali mais um pouco da história de nossa cidade.

Que os livros, as páginas de nossa historiografia registrem mais esse capitulo.
    
Através de uma simples mais tão importante fotografia um pouco mais de conhecimento, registros de uma época, fonte de informação para novas gerações, descoberta marcante através da arte de um fotografo que deixou seu nome gravado como um dos mais importantes profissionais das imagens de nossa cidade.
      
A Rua Da Frente marcou profundamente minha trajetória de vida e eu jamais imaginaria que ela um dia tinha sido RUA: GONÇALVES MATHEUS.

Paulo Afonso, 14 de março de 2014.

Enviado pelo o historiador, escritor e pesquisador do cangaço João de Sousa Lima

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Só enquanto não vem cangaço - Sensacional!


Os nossos olhos gostam de ver. A árvore tipo cadeira. Como a natureza nos traz surpresas!

OK eu percebo quando algumas pessoas relatam algumas fotos (embora eu nunca posto nada vale a pena evitar os olhos imo) Mas, falando sério, você vai tentar me derrubar essa foto? SÉRIO? Apenas ao contrário da página sangrenta se uma foto a perturba assim! Mas é uma árvore, não fita de sexo de Kim Kardasian ou um massacre motosserra, simplesmente uma árvore!

É tão além de mim, é sinceramente ridículo, eu acho que é mais irritante é o conceito que a própria opinião pessoal é de tal valor alto e poderoso que deve, sem dúvida, ter precedência sobre todas as outras. 

Fonte: facebook

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Jerônimo Dix-huit Rosado Maia e sua esposa Naide Rosado

Revista produzida para a comemoração - https://www.blogger.com/blogger.g?blogID=1718124674750994237#editor/target=post;postID=860425012935282782

Jerônimo Dix-huit Rosado Maia foi o político que mais amou a sua terra. Quando Prefeito de Mossoró fez o que prometeu  aos seus eleitores. Era chamado o homem de mil obras. A população de Mossoró não o chamava assim, mas ele gostava que o chamassem de "Velho Alcaide" - significa "Velho feio e rabugento". Já uma das suas filhas chamada Naide Maria o chamava de Serra Grande, por ele ser muito alto. Já Dix-huit Rosado a chamava de Serrinha.

Dix-huit Rosado era um homem do povo. Foi Deputado Estadual duas vezes. Deputado Federal outras duas vezes. Senador e três vezes prefeito de Mossoró, e Ministro do "INCRA".

Frases do ex-prefeito de Mossoró Jerônimo Dix-huit Rosado Maia: 

"O que sinto por Mossoró não é amor, não é paixão. É obsessão"
"Quem não faz um pouco mais por sua terra, não fará nada pela terra de ninguém".

Fonte: Jornal De Fato
Revista: 100 anos de Dix-huit Rosado

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O Andarilho das Caatingas, João de Sousa Lima

Por: Manoel Severo

Nos acostumamos a partir do inesquecível Caipira de Poço Redondo; Alcino Alves Costa, patrono de nosso Conselho Consultivo do Cariri Cangaço; a chamar estes valorosas homens e mulheres que dedicam suas vidas à pesquisa e aprofundamento do tema cangaço de "Vaqueiros da História". Quantas e quantas vezes no meio de uma sensacional prosa lá vinha o velho Alcino citando os tais vaqueiros da história.

Sílvio Bulhões, Neli Conceição e João de Sousa Lima

Hoje rastreamos um desses vaqueiros da história, um cabra da peste, cheio de coragem e determinação, com faro para o novo, um verdadeiro desbravador das caatingas. Pesquisador e escritor renomado, membro da Academia de Letras de Paulo Afonso, Sócio da SBEC e GECC, além de Conselheiro Cariri Cangaço, falo do pernambucano João de Sousa Lima.

 João de Sousa Lima no Museu do Tingui em Água Branca

Na última semana deste mês de Abril, Joãozinho arrumou o matulão, poliu as esporas e os arreios e mais uma vez se mandou no "oco do mundo"; para rever amigos, matar saudades, recontar histórias. Hoje republicamos alguns momentos dessas andanças do amigo João, com fonte em seu espetacular blog: www.joaodesousalima.com

Na Fazenda Crauná no Tingui

Primeiro João nos apresenta o Museu do Tingui : "O povoado Tingui, em Água Branca, Alagoas, ganhou um novo espaço de visitação e de promoção dos arquivos históricos e culturais da região, todo o acervo foi reunido por Paulo Soares de Oliveira e disponibilizado para visitação e pesquisa em sua própria residência. O Museu Casa Lúcio Braga tem um grande acervo dos ofícios da região. O espaço é merecedor de visitações e apoios, tanto pela quantidade e qualidade das peças, quanto pelo atendimento e simpatia do seu curador, Paulo Soares."

A passagem por Maceió não poderia deixar de lado uma visita marcante : "Dia 29 de abril de 2014, eu Josué Santana e Neli fizemos uma visita ao cangaceiro Vinte e Cinco (José Alves de Matos).José Alves encontra-se em recuperação de saúde.Sempre muito  educado não ligou muito para as observações de falar pouco e conversou com todos, agradeceu alguns presentes recebidos e falou da alegria de conhecer Neli, que é filha do casal dos cangaceiros Moreno e Durvinha.A família de José Alves é bastante educada e carinhosa e tivemos alguns minutos juntos em torno do último guerreiro do cangaço. SAÚDE E PAZ MEU AMIGO E QUE SUA RECUPERAÇÃO VENHA MUITO EM BREVE."

Neli, Vinte e Cinco e João de Sousa Lima


Dali mais uma visita inesquecível; fala João: "Eu, Nely e Josué fomos visitar o professor Sílvio Bulhões, em Maceió, Alagoas. Sílvio é filho de Dadá e Corisco. No momento registramos o encontro de dois filhos de cangaceiros pois a Nely é filha de Moreno e Durvinha. Sílvio nos atendeu educadamente e além de contar suas belas histórias sobre a memória dos pais, mostrou-nos um rico acervo com peças do cangaço e muitas fotografias, inclusive a bolsa de plástico e a caixa de madeira onde vieram as cinzas da cremação de Corisco. foi uma tarde e uma prosa memorável. obrigado Sílvio pela oportunidade. grande abraço e felicidades.

Bem, poderia passar aqui mais algumas horas ou inúmeras postagens falando de João de Sousa Lima, mas esse, dispensa comentários e apresentações, valeu João ! Vamos em frente ! Parabens por tudo que faz e o faz com paixão.

Manoel Severo
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terça-feira, 6 de maio de 2014

Sérgia Ribeiro da Silva - a cangaceira Dadá

Dadá na fazenda beleza, município de Pão de Açúcar, no Estado de Alagoas, ano de 1936.

Sérgia Ribeiro da Silva, Dadá, (Belém do São Francisco - Pernambuco) - 25 de abril de 1915 "Salvador - Bahia, fevereiro de 1994), foi uma cangaceira - única mulher a pegar em armas no bando de Lampião. 

Sílvio Bulhões é filho dos cangaceiros Corisco e Dadá.

Nasceu em Belém do São Francisco, onde viveu seus primeiros anos de vida e teve algum contato com índios. A família muda-se para a Bahia onde, aos treze anos, é raptada por Corisco (Cristino Gomes da Silva Cleto) - o "Diabo Loiro", de quem seria prima. Cabocla bonita, esbelta, conheceu o homem da sua vida de forma violenta, em meio a caatinga árida por onde vivia errante o bando de cangaceiros. 

Wikipedia

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Ferimentos sofridos por "Lampião "

Por Ivanildo Alves Silveira
Dr. Ivanildo Alves Silveira, João de Sousa e Alcino Alves Costa

A descrição a seguir, encontra-se inserida no livro "Quem foi Lampião" pg. 151, do renomado pesquisador/escritor, Frederico Pernambucano de Mello.


1921 - Ferimento a bala no ombro e na virilha, ambos transfixante, com tratamento conduzido por médico (doutor Mota), tendo a ocorrência se dado no município de Conceição do Piancó/Paraíba.

1924 - Ferimento a bala no dorso do pé direito, transfixante, com tratamento conduzido por dois médicos (doutores José Cordeiro e Severiano Diniz), a ocorrência se deu na Serra do Catolé, município de Belmonte, PE.

1926 - Ferimento a bala na omoplata, leve, com tratamento caseiro, tendo a ocorrência se dado em Itacuruba, no município de Floresta, PE.

1930 - Ferimento a bala, no quadril, leve, com tratamento caseiro, tendo a ocorrência se dado em Pinhão, na época distrito de Itabaiana, SE.

Fonte: Depoimentos de ex-cangaceiros e amigos, conforme indicação bibliográfica, mais dados colhidos da caderneta de apontamentos de Benjamin Abrahão, item g.1. (obra citada).

Cópia de foto original encontrada no embornal de Lampião, após sua morte. A aludida foto, está arquivada no instituto histórico e geográfico de Maceió, e, certamente, foi feita pelo árabe Benjamin Abrahão nos idos de 1936/1937.

Obs.: as "legendas, foram por nós acrescentadas, para ilustrar, os "ferimentos a bala", sofridos pelo rei do cangaço, em mais de 200 combates ocorridos com a polícia.

Um abraço a todos.
Ivanildo Alves Silveira
Colecionador do cangaço
Membro da SBEC
Natal/RN

FONTE: Lampião Aceso
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MUSEU DO TINGUI.

Por João de Sousa Lima
Paulo, Nely, João Lima, Josué e Aldiro

O povoado Tingui, em Água Branca, Alagoas, ganhou um novo espaço de visitação e de promoção dos arquivos históricos e culturais da região.

todo o acervo foi reunido por Paulo Soares de Oliveira e disponibilizado para visitação e pesquisa em sua própria residência. 

O Museu Casa Lúcio Braga tem um grande acervo dos ofícios da região.

O espaço é merecedor de visitações e apoios, tanto pela quantidade e qualidade das peças, quanto pelo atendimento e simpatia do seu curador, Paulo Soares.













João de Sousa Lima é escritor e pesquisador do cangaço.

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É Hoje! Noite GECC Cariri Cangaço


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Livro "Lampião a Raposa das Caatingas"


Depois de onze anos de pesquisas e mais de trinta viagens por sete Estados do Nordeste, entrego afinal aos meus amigos e estudiosos do fenômeno do cangaço o resultado desta árdua porém prazerosa tarefa: Lampião – a Raposa das Caatingas.

Lamento que meu dileto amigo Alcino Costa não se encontre mais entre nós para ver e avaliar este livro, ele que foi meu maior incentivador, meu companheiro de inesquecíveis e aventurosas andanças pelas caatingas de Poço Redondo e Canindé.

O autor José Bezerra Lima Irmão

Este livro – 740 páginas – tem como fio condutor a vida do cangaceiro Lampião, o maior guerrilheiro das Américas.

Analisa as causas históricas, políticas, sociais e econômicas do cangaceirismo no Nordeste brasileiro, numa época em que cangaceiro era a profissão da moda.

Os fatos são narrados na sequência natural do tempo, muitas vezes dia a dia, semana a semana, mês a mês.

Destaca os principais precursores de Lampião.
Conta a infância e juventude de um típico garoto do sertão chamado Virgulino, filho de almocreve, que as circunstâncias do tempo e do meio empurraram para o cangaço.

Lampião iniciou sua vida de cangaceiro por motivos de vingança, mas com o tempo se tornou um cangaceiro profissional – raposa matreira que durante quase vinte anos, por méritos próprios ou por incompetência dos governos, percorreu as veredas poeirentas das caatingas do Nordeste, ludibriando caçadores de sete Estados.

O autor aceita e agradece suas críticas, correções, comentários e sugestões:
 josebezerra@terra.com.br
(71)9240-6736 - 9938-7760 - 8603-6799

 Pedidos via internet:
Mastrângelo (Mazinho), baseado em Aracaju:
Tel.:  (79)9878-5445 - (79)8814-8345
E-mail:   lampiaoaraposadascaatingas@gmail.com

Clique no link abaixo para você acompanhar tantas outras informações sobre o livro.

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A atuação do bando de Lampião estendeu-se por Alagoas, Ceará, Bahia, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe.


Não custa tecer algumas considerações sobre o fenômeno do cangaço no Nordeste brasileiro. 

Os cangaceiros faziam do assassinato um ritual macabro. O longo punhal, de até 80 centímetros de comprimento, era enfiado com um golpe certeiro na base da clavícula – a popular “saboneteira” – da vítima. A lâmina pontiaguda cortava a carne, seccionava artérias, perfurava o pulmão, trespassava o coração e, ao ser retirada, produzia um esguicho espetaculoso de sangue. Era um policial ou um delator a menos na caatinga – e um morto a mais na contabilidade do cangaço. Quando não matavam, faziam questão de ferir, de mutilar, de deixar cicatrizes visíveis, para que as marcas da violência servissem de exemplo. Desenhavam a faca feridas profundas em forma de cruz na testa de homens, desfiguravam o rosto de mulheres com ferro quente de marcar o gado. 

Exatos 70 anos após a morte do principal líder do cangaço, Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião, a aura de heroísmo que durante algum tempo tentou-se atribuir aos cangaceiros cede terreno para uma interpretação menos idealizada do fenômeno. 
Cangaceiros e traficantes 

Foram os cangaceiros que introduziram o seqüestro em larga escala no Brasil. Faziam reféns em troca de dinheiro para financiar novos crimes. Caso não recebessem o resgate, torturavam e matavam as vítimas, a tiro ou punhaladas. A extorsão era outra fonte de renda. Mandavam cartas, nas quais exigiam quantias astronômicas para não invadir cidades, atear fogo em casas e derramar sangue inocente. Ofereciam salvo-condutos, com os quais garantiam proteção a quem lhes desse abrigo e cobertura, os chamados coiteiros. Sempre foram implacáveis com quem atravessava seu caminho: estupravam, castravam, aterrorizavam. Corrompiam oficiais militares e autoridades civis, de quem recebiam armas e munição. Um arsenal bélico sempre mais moderno e com maior poder de fogo que aquele utilizado pelas tropas que os combatiam. 

Virgulino Ferreira da Silva, o "Lampião", reinou na caatinga entre 1920 e 1938. A origem do cangaço, porém, perde-se no tempo. Muito antes dele, desde o século 18, já existiam bandos armados agindo no sertão, particularmente na área onde vingou o ciclo do gado no Nordeste, território onde campeava a violência, a lei dos coronéis, a miséria e a seca. A palavra cangaço, segundo a maioria dos autores, derivou de “canga”, peça de madeira colocada sobre o pescoço dos bois de carga. Assim como o gado, os bandoleiros carregavam os pertences nos ombros. 

Lampião sempre afirmou que entrou na vida de bandido para vingar o assassinato do pai. José Ferreira, condutor de animais de carga e pequeno fazendeiro em Serra Talhada (PE), foi morto em 1920 pelo sargento de polícia José Lucena, após uma série de hostilidades entre a família Ferreira e o vizinho José Saturnino. No sertão daquele tempo, a vingança e a honra ofendida caminhavam lado a lado. Fazer justiça com as próprias mãos era considerado legítimo e a ausência de vingança era entendida como sintoma de frouxidão moral. “Na minha terra,/ o cangaceiro é leal e valente:/ jura que vai matar e mata”, diz o poema “Terra Bárbara”, do cearense Jáder de Carvalho (1901-1985). 

Mas o maior trunfo de Lampião foi o de cultivar uma grande rede de coiteiros. Isso garantiu a longevidade de sua carreira e a extensão de seu domínio. A atuação de seu bando estendeu-se por Alagoas, Ceará, Bahia, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe. Lampião chegou a comandar um exército nômade de mais de 100 homens, quase sempre distribuídos em subgrupos, o que dava mobilidade e dificultava a ação da polícia. Em 1926, em tom de desafio e zombaria, chegou a enviar uma carta ao governador de Pernambuco, Júlio de Melo, propondo a divisão do estado em duas partes. Júlio de Melo que se contentasse com uma. Lampião, autoproclamado “Governador do Sertão”, mandaria na outra. 

Como é comum à história da maioria dos criminosos, uma morte trágica e violenta marcou o fim dos dias de Virgulino. Traído por um de seus coiteiros de confiança, Pedro de Cândida, que foi torturado pela polícia para denunciar o paradeiro do bando, Lampião acabou surpreendido em seu esconderijo na Grota do Angico, Sergipe, em 28 de julho de 1938. Depois de uma batalha de apenas 15 minutos contra as tropas do tenente José Bezerra, 11 cangaceiros tombaram no campo de batalha. Todos eles tiveram os corpos degolados pela polícia, inclusive Lampião e Maria Bonita. Durante mais de 30 anos, as cabeças dos dois permaneceram insepultas. Em 1969, elas ainda estavam no museu Nina Rodrigues, na Bahia, quando foram finalmente enterradas, a pedido de familiares do casal mais mitológico – e temido – do cangaço.


Source:

https://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20120920182246AAiP6do

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Programação - X Encontro Nordestino de Xaxado


X ENCONTRO NORDESTINO DE XAXADO
Dias 05, 06, 07 e 08 de junho de 2014
Na Estação do Forró – Serra Talhada – PE – Brasil

DIA 05.06.2014 - QUINTA FEIRA

20 HS:
ü  Abertura.
ü  Grupo Fênix – João Pessoa – PB
ü  Grupo Gilvan Santos – Serra Talhada – PE
ü  Grupo Dinâmico Cultural – João Pessoa – PB
ü  Grupo de Tradições Folclóricas Moenda – Areia – PB
ü  Bandoleiros de Solidão – Solidão – PE
ü  Grupo de Xaxado Parnamirim – Parnamirim  – RN
ü  Show com Assisão.

DIA 06.06.2014 - SEXTA FEIRA
09 HS.
ü  ENCONTRO DOS PONTOS DE CULTURA – CONEXÃO PE, NO MUSEU DO CANGAÇO.

16 HS.
ü  PALESTRA : “EMPREENDEDOR INDIVIDUAL – PASSO A PASSO PARA A FORMALIZAÇÃO”, PELO SEBRAE,  NA SALA MULTMÍDIA DO MUSEU DO CANGAÇO.

20 HS:
ü  Grupo Herdeiros do Xaxado – Serra Talhada – PE
ü  Grupo Luís Pedro – Triunfo – PE
ü  Grupo Dinâmico Cultural – João Pessoa – PB
ü  Grupo  Mulheres do Cangaço – SESC – João Pessoa - PB
ü  Grupo de Xaxado no Rastro de Lampião - Parnamirim – PE
ü  Grupo Parafolclórico Terra da Luz – Fortaleza  - CE
ü  Show com Seu Zé e a Cabroeira

DIA 07.06.2014 SÁBADO
20 HS:
ü  Mulheres do Cangaço – Sesc – João Pessoa – PB
ü  Grupo Renascer do Sertão – Jericó/Triunfo – PE
ü  Grupo de Xaxado Cabras de Lampião – Serra Talhada - PE
ü  Grupo Tenente Lucena – Sesc – João Pessoa – PB
ü  Tropa de Danças Regionais – Joca Claudino – PB
ü  Grupo Parafolclórico Terra Da Luz – Fortaleza – CE
ü  Grupo de Xaxado Parnamirim – Parnamirim - RN
ü  Show Com Henrique Brandão – Poesia E Xaxado

DIA 08.06.2014 -  DOMINGO
09 HS:
PASSEIO TURÍSTICO “NAS PEGADAS DE LAMPIÃO”:
ü  PEDRAS ONDE OCORREU O PRIMEIRO TIROTEIO ENTRE OS IRMÃOS FERREIRA E JOSÉ SATURNINO – PRIMEIRO INIMIGO DE LAMPIÃO.
ü  RUÍNAS DA ANTIGA CASA GRANDE DA FAZENDA PEDREIRA, DE JOSÉ SATURNINO.
ü  SÍTIO PASSAGEM DAS PEDRAS – ONDE NASCEU LAMPIÃO.

20 HS:
ü  Grupo Estrela de Couro – Passa e Fica – RN
ü  Associação Cultural Maria Bonita – Umarí – CE
ü  Grupo de Dança Xaxado – Parnamirim – RN
ü  Grupo Parafolclórico Terra da Luz – Fortaleza – CE
ü  Cia Soul Dance – Salgueiro – PE
ü  Grupo Estrelas do Cangaço – José da Penha – RN
ü  Grupo Pisada de Lampião – Poço Redondo – SE
ü  Show com Produto Nordestino.

NA PRAÇA DE ALIMENTAÇÃO DA FEIRA LIVRE

DIA 06.06.2014 - SEXTA FEIRA
09 HS:
Grupo Fênix – João Pessoa – PB
Grupo Dinâmico Cultural – João Pessoa – PB
Grupo Xaxado Parnamirim – Parnamirim  – RN

DIA 07.06.2014 - SÁBADO
09 HS:
Grupo Mulheres do Cangaço – João Pessoa – PB
Grupo Fênix – João Pessoa – PB
Grupo Terra da Luz  – Fortaleza – CE
Grupo Tenente Lucena do Sesc – João Pessoa/PB.

DURANTE PROGRAMAÇÃO  HAVERÁ:
FEIRA DE ARTESANATOS
FEIRA DE   LIVROS E CORDÉIS DO CANGAÇO
EXPOSIÇÃO DE ARTES PLÁSTICAS

PRODUÇÃO: FUNDAÇÃO CULTURAL CABRAS DE LAMPIÃO.
APOIO: SEBRAE / SESC-TRIUNFO / ARTEPE / SECRETARIA DE CULTURA E TURISMO / PREFEITURA MUNICIPAL DE SERRA TALHADA.
PATROCÍNIO: FUNCULTURA / FUNDARPE / SECRETARIA ESTADUAL DE CULTURA / GOVERNO DE PERNAMBUCO.

Enviado pelo poeta, escritor, pesquisador do cangaço e gonzagueana Kydelmir Dantas

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