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sábado, 28 de novembro de 2015

“O FIM DE VIRGULINO LAMPIÃO” O que disseram os JORNAIS SERGIPANOS


O livro “O FIM DE VIRGULINO LAMPIÃO” O que disseram os JORNAIS SERGIPANOS custa:
30,00 reais, com frete incluso.

Como adquiri-lo:
Antonio Corrêa Sobrinho
Agência: 4775-9
Conta corrente do Banco do Brasil:
N°. 13.780-4

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FILMES SOBRE CANGAÇO

Por Antonio Sobrinho Corrêa

Do ranking da Associação Brasileira de Críticos de Cinema (ABRACCINE), recém-divulgado, dos cem melhores filmes brasileiros de todos os tempos, selecionados de um universo de mais de 350 produções, fazem parte integrantes destas duas produções relacionadas diretamente ao cangaço: 


"O Cangaceiro" (1953), de Lima Barreto (64ª posição) e "Baile Perfumado" (1997), de Paulo Caldas e Lírio Ferreira (76ª posição).


Como todos sabem, em BAILE PERFUMADO estão contidas as únicas imagens em movimento de Lampião, de sua Maria e de alguns dos seus comparsas, em performance de batalhas, de afazeres e de cotidianos, na caatinga sertaneja, conseguidas pelo libanês Benjamim Boto. O que me leva a indagar, se, no fundo, no fundo, este filme foi escolhido para compor o Ranking dos Cem Melhores de Todos os Tempos, por terem encontrado nele qualidade suficiente em si mesmo ou pelas históricas, significantes e exclusivas cenas dos cangaceiros capturadas pelo esperto e corajoso turco, de quem exatamente este filme retrata, ou por ambos os motivos.

Fonte: facebook

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JOSÉ GOMES, O CABELEIRA

Livro de Franklin Távora

Nascido na freguesia de Glória do Goitá, pertencente na época a Vitória de Santo Antão, em 1751, José Gomes é considerado por muitos pesquisadores como o primeiro grande cangaceiro, apesar deste termo não ter sido usado na época.

Ao lado do pai, Eugênio Gomes, ele assombrou Pernambuco com assaltos e mortes. Em 1773, os dois e outro delinquente, de nome Teodósio, resolvem atacar o Recife. A ação, no dia 1º de setembro, resulta nas mortes de um passante e de um soldado, além do roubo de um armazém.


Foi finalmente preso em 1786 quando tentava se esconder em um canavial de Paudalho. Condenado à forca, sua execução ocorreu no dia 28 de março do mesmo ano, no Largo das Cinco Pontas.

Em carta enviada ao ministro do Ultramar português, Martinho de Melo e Castro, pelo governador de Pernambuco, José César de Menezes, consta que "os criminosos confessaram quatro mortes, ainda que são infamados de muito mais; que o seu castigo sirva de exemplo".


A história de José Gomes foi contada num livro escrito por Franklin Távora, precursor do romance regionalista brasileiro, lançado em 1876.

"Quando se fala em cangaço. Lembra logo Lampião, Como falar em forró Lembra logo Gonzagão. Foi Cabeleira o primeiro Chamado de cangaceiro Nas paragens do Sertão. Seu nome era José Gomes Nasceu lá em Pernambuco, Bem no século dezoito, Filho de um mameluco, Um bandido desordeiro, Que se torna cangaceiro Famoso bom no trabuco Trecho do cordel O bandido Cabeleira e o amor de Luisinha (Zé Antonio)".


Fora-da-lei, sujeito malvado, em homenagem a José Gomes, o Cabeleira de verdade, um bandido do século XVIII que ficou famosos no Recife depois de seu enforcamento, e que mereceu um romance de Franklin Távora e um poema de João Cabral:

"Os canaviais do Engenho Novo / se limitavam com os do Poço / (por isso, com histórias herdadas / posso ambientar esta história). / Sem lembrar que o carnaval é mar, / "Cabeleira" aí vem se abrigar." "Por que prenderam o "Cabeleira" ", em Poemas pernambucanos, de João Cabral de Melo Neto.

Fonte: Dicionário do Nordeste, Fred Navarro, Estação Liberdade, São Paulo, 2004

http://www.onordeste.com/onordeste/enciclopediaNordeste/index.php?titulo=O+Cabeleira,+resumo+do+livro&ltr=o&id_perso=2413

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O SEGUNDO CASAMENTO DA CANGACEIRA " DADÁ ".

Dadá e seu segundo esposo Alcides - acervo do Volta Seca

Após deixar o cangaço por volta de 1940, e, com uma perna amputada (em face de um tiro sofrido da volante do Tenente Zé Rufino), a cangaceira DADÁ, ex-companheira de Corisco, passou pouco tempo na prisão e, após, fez vida nova, casando-se com ALCIDES, um pintor/pedreiro, não vindo a constituir filhos, desse novo enlace.

Esta foto pertence ao acervo do Adauto Silva
E esta pertence ao acervo do Guilherme Velame

Fonte: facebook

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PORTUGUÊS CABRA DE LAMPIÃO


Francelino José Nunes era o cangaceiro apelidado de Português, acompanhante do bando de Corisco, tinha consigo força física e perversidade. 


Chegou a comandar um sub grupo, foi traído por sua companheira de nome Cristina a qual depois foi friamente assassinada pelo fato. 

Português e sua linda Quitéria

"Adendo - http://blogdomendesemendes.blogspot.com

Quando Francelino José Nunes o cangaceiro Português perdeu a Cristina, levou para sua companhia a exuberante Quitéria para viver ao seu lado, e esta era muito mais bonita do que a Cristina".

Português após a morte de Lampião se entrega as autoridades passado tempo é morto na cadeia.

Fonte: facebook
Página: ‎Pedro R. Melo‎ CANGACEIROS

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O CANGACEIRO CANDEEIRO


O CANGACEIRO CANDEEIRO EM FOTO HISTÓRICA, POIS DEPOIS QUE TINHA DEIXADO O CANGAÇO, NUNCA MAIS TINHA SE VESTIDO, ASSIM, OU USADO ARMAS...

Fonte: facebook

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sexta-feira, 27 de novembro de 2015

A DISPENSA DE CÍCERO BEZERRA

Por Norman Lopes Araújo
Coronel José Pereira e seu estado maior

A Travessia – Zona Rural de Manaíra, distante 12 quilômetros da Sede – ainda tem rastros e marcas dos cangaceiros. Conta-se que Lampião e seu bando costumavam passar por essas bandas, o caminho mais próximo até chegar à antiga Misericórdia, hoje, cidade de Itaporanga, nas cercanias do Vale do Rio Piancó.

Com o fim da Guerra de Princesa, Lampião se aboletara próximo ao Povoado de Patos de Irerê e resolveu tirar algum proveito do pouco que restara do maior conflito armado do século, a chamada Revolta de Princesa.

Cícero Bezerra da Travessia, considerado homem forte do grupo de Zé Pereira, recebeu a mando de Lampião um bilhete no mínimo desaforado: diga a Cícero que mande alimentos, armas e dinheiro. Cícero abandonou o prato de leite e cuscuz e convidou o emissário a acompanhá-lo:

– Estás vendo essa dispensa cheia de alimentos, e esse montão de dinheiro e armas? Tudo é meu e dou a quem eu quero. Agora volte e diga ao capitão que só os entrego a ele, pessoalmente. 

A notícia se espalhou nos arredores e algumas horas depois, 250 homens amigos de Cícero e remanescentes das trincheiras “perrepistas” vieram ao aguardo do Rei do Cangaço. Cícero morreu muitos anos depois sem ver a cara do malfeitor.

Norman Lopes Araujo
Princesa Isabel - Pb

OBS: (Contada por Odom Bezerra, filho de Cícero à reportagem Folha de Princesa) sob minha editoria de notícias.

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A VIDA DE JESUS (FILHO DE TOTONHA E BASTIÃO)

Por Rangel Alves da Costa*

Jesus dos Santos, eis o seu singelo nome de batismo. Era para ser maior, mas no cartório o pai do menino ouviu que tanto fazia filho de pobre ter nome completo ou não, com a junção do sobrenome do pai e da mãe, vez que a pobreza não precisa de muita pronúncia nem de muita escrita em documento. Jesus já estava bom demais para ser conhecido e chamado, e acrescentaria dos Santos apenas para que os pais tivessem a ilusão completa, foi o que afirmou o de gravatinha borboleta.

Era para ser Jesus da Cruz Santos, mas ficou apenas Jesus dos Santos por força das conveniências cartoriais e das explicações dadas pelo de cabelo passado à brilhantina. Assim o menino foi registrado. E talvez o destino, através daquelas linhas tortas que tanto se fala, acabaria colocando o Jesus numa estrada de sofrimento que sempre fazia lembrar os desertos percorridos, as incompreensões e as tentações na solidão sofridas por outro cristão de mesmo nome.

Jesus veio mundo em meio a mais absoluta pobreza. Seus pais, Sebastião e Antônia, devidamente apelidados de Bastião e Totonha, mesmo ainda jovens, pareciam dois velhos e alquebrados pelas desditas do tempo. Ela, mulher de tudo e nada fazer, pois não se negando a nenhum ofício que lhe chegasse como trabalho de ganha-pão. Mas sem nenhuma trouxa de roupa pra lavar nem um punhado de barro pra fazer panela, ou mesmo qualquer outra coisa pra debulhar ou limpar, seus dias se resumiam no desalento e desesperança. E numa tristeza danada pela sina do marido.

Aquela sina não era somente do marido Bastião, mas de todo homem que vivesse naquela região. Com mais de ano sem chuva, sem cair um pingo d’água sequer que desce esperança de molhação a terra, tudo se transformava num sofrimento sem fim. E sem chuva não havia nada que sustentasse a vida, que permitisse um tiquinho de qualquer coisa no prato de cada dia. Sem chuva não havia trabalho nem contação de moeda para o dia da feira. E, para piorar, a falta de água pra beber, o bicho de caça sumindo, a planta pendendo por cima da terra seca, aquele mundão de vida definhando sem ninguém poder fazer qualquer coisa. Somente a flor de mandacaru se exibia imponente, mas ninguém come flor de mandacaru. Dizem que ela se transforma espinho na boca de quem ousar mastigá-la.


Assim era a vida Bastião, de Alfredino, de Leocádio, de Biribeira e tantos outros que possuíam casebres de cipó, barro e ripa pelos arredores. Um monte de gente na desvalia de tudo, desde o acordar ao anoitecer olhando a cor da barra e fingindo a esperança para não chorar. Pastagens já com queimor na feição de deserto, ossada de bicho por todo lugar, tanques e barreiros com lama rachada, petrificada, uma tristeza danada tomando conta de tudo. Craibeira sem florescer, catingueira esmorecendo, xiquexique afinando. Sem pássaro para cantar, o pio agourento reinava nas noites negras.

E foi num cenário assim que nasceu Jesus. E Totonha, a mãe, ainda se recorda como se deu: no meio da noite, com o gás do candeeiro acabando, então a dor de parir assustou. Gemeu, sufocou o primeiro grito. Chega, chega homem de Deus, chega que já vai nascer. Quando o marido se embrenhou pelas veredas atrás da velha parteira era tarde demais, pois Jesus já havia nascido na cama de capim. Ai meu Jesus amado, meu menino nasceu. E assim o nome foi logo escolhido. E o destino também.

A infância de Jesus foi totalmente diferente daquela vivenciada por outros meninos da região. Ao invés de brincar, sempre preferia subir numa pedra grande de onde ficava mirando a secura do mundo ao redor. Não se sabe o que lhe vinha à mente, mas certamente muito além dos devaneios da criancice. Desde essa idade que a visão de seu mundo começou a lhe pinicar por dentro. Tudo lhe doía. Aquele sofrimento do povo, aquele suor de escravo, aquela vida de miséria sem fim, aquela mesmice de fome, sede e abandono, tudo lhe corroía por dentro. Mesmo sem escola ou professora debaixo de pé de pau, aprendeu na escrita do mundo a compreensão sobre tudo. E já rapaz feito tomou uma decisão.

E a decisão tomada foi se despedir da família e rumar mundo afora. Não tencionava se distanciar muito não, mas apenas seguir pelas estradas pregando contra as injustiças, o abandono a que todos estavam relegados, a contínua submissão aos poderes e aos governantes, sem que nada fosse feito para afastar aquela situação de contínua miséria. Não temia ser chamado de louco ou de profeta do desvario, não se importava acaso não fosse ouvido. Mas tinha dentro de si esse compromisso tido como sagrado.

Foi nessas andanças que subiu no alto da pedra mais alta para pronunciar um sermão que mais tarde ficaria conhecido como O Sermão do Mandacaru, e que a cada passagem sempre começava assim: “Bem-aventurados os que do mandacaru possuem a flor como esperança e os espinhos como força de luta...”. E prosseguia com sentenças assim: “Por que quem padece debaixo do sol, se sacrifica para sobreviver, possui um motivo maior para viver que não somente esperar que a esmola lhe chegue como submissão...”.

Até que o seu sermão chegou aos ouvidos do Coronel Benizário Aroeira. E foi o fim de Jesus. Ou o começo de uma crença maior. Passou-se a reverenciar sua memória como verdadeira santidade.

Poeta e cronista
blograngel-sertao.blogspot.com

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FALECEU EM MOSSORÓ O RADIALISTA JÚLIO JOSÉ


A cidade de Mossoró no Rio Grande do Norte amanheceu mais triste, hoje, 27 de novembro de 2015, faleceu o radialista Júlio José, vítima de um infarto. Lamentável para a radiofonia mossoroense. 


O seu corpo está sendo velado no Centro de Velório "Sempre", em frente ao Tiro de Guerra. O sepultamento será amanhã, 28, às 9h, no Cemitério Novo. Júlio José apresentava diariamente o programa "Momento Esportivo", de 12h às 13h.


A Rádio Rural de Mossoró expressa sentimento de solidariedade à família enlutada e pede as orações de todos pelo descanso eterno de Júlio José.


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DIPLOMA DE HONRA AO MÉRITO

Professor Benedito Vasconcelos Mendes

Diploma de Honra ao Mérito, recebido pelo Prof. Benedito Vasconcelos Mendes da Academia Mossoroense de Letras-AMOL, na Sessão Solene realizada no Auditório da OAB, Em comemoração aos 27 anos de sua fundação. (Mossoró, 26-11-2015).

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LIVROS DO ESCRITOR GILMAR TEIXEIRA


Dia 27 de julho de 2015, na cidade de Piranhas, no Estado de Alagoas, no "CARIRI CANGAÇO PIRANHAS 2015", aconteceu o lançamento do mais novo livro do escritor e pesquisador do cangaço Gilmar Teixeira, com o título: "PIRANHAS NO TEMPO DO CANGAÇO". 

Para adquiri-lo entre em contato com o autor através deste e-mail: 

gilmar.ts@hotmail.com


SERVIÇO – Livro: Quem Matou Delmiro Gouveia?
Autor: Gilmar Teixeira
Edição do autor
152 págs.
Contato para aquisição

gilmar.ts@hotmail.com
Valor: R$ 30,00 + R$ 5,00 (Frete simples)
Total R$ 35,00

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GRUPO DE LAMPIÃO, FILMAGENS DE BENJAMIM ABRAÃO, 1936.


1 - Marreca
2 - Vila Nova
3 - Cacheado
4 - Juriti
5 - Sabonete
6 - Ponto Fino 2
7 - Lampião

Fonte: facebook
Página: Pedro R. Melo

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quinta-feira, 26 de novembro de 2015

O LIVRO LAMPIÃO A RAPOSA DAS CAATINGAS CONTINUA FAZENDO SUCESSO!


Se você ainda não comprou este fantástico trabalho do escritor José Bezerra Lima Irmão, adquira logo. Seja mais um conhecedor das histórias sobre cangaço, para ter firmeza nas reuniões se  o assunto for "cangaço". 

São 736 páginas.
29 centímetros de tamanho. 
19,5 de largura. 
4 centímetros de altura.
Foram 11 anos de pesquisas feitas pelo autor 

É o maior livro escrito até hoje sobre "Cangaço". Fala desde a juventude  e namoro dos pais de Lampião. Quem comprou, sabe muito bem a razão do "Sucesso a nível nacional do Raposa das Caatingas". 

O autor aceita e agradece suas críticas, correções, comentários e sugestões:

(71)9240-6736 - 9938-7760 - 8603-6799 

Pedidos via internet:
Mastrângelo (Mazinho), baseado em Aracaju:

Tel.:  (79)9878-5445 - (79)8814-8345

Clique no link abaixo para você acompanhar tantas outras informações sobre o livro.
http://araposadascaatingas.blogspot.com.br

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A PRISÃO DO CANGACEIRO ANTONIO SILVINO

Esta foto de Manuel Baptista de Morais, o cangaceiro rifle de ouro Antonio Silvino, pertence ao acervo do escritor e pesquisador do cangaço Honório de Medeiros. -  http://honoriodemedeiros.blogspot.com.br/2013/11/o-misterio-acerca-da-amante-do.html

Leia algo sobre ele: - https://pt.wikipedia.org/wiki/Ant%C3%B4nio_Silvino

Antônio Silvino (ou Manoel Baptista de Morais, Ingazeira, 2 de novembro de 1875 — Campina Grande, 30 de julho de1944) foi um cangaceiro, filho de Francisco Batista de Morais e Balbina Pereira de Morais. Faleceu em Campina Grande, em casa de uma prima, no dia 30 de julho de 1944.

Apelidado de Batistinha ou Nezinho, inicia-se no cangaço em 1896, juntamente com o irmão Zeferino, após a morte do pai, o bandoleiro "Batistão do Pajeú".

Adota o nome de guerra de Antônio Silvino em homenagem a um tio, Silvino Aires Cavalcanti de Albuquerque, também bandoleiro. Por outros, é apelidado de o "Rifle de Ouro". Conforme a pesquisadora da Fundaj, Semira Adler Vainsencher, ele representou, um pouco antes de Lampião, o mais famoso chefe de cangaço, substituindo cangaceiros célebres tais como Jesuíno Brilhante, Adolfo Meia-Noite, Preto, Moita Brava, o tio - Silvino Aires - e o próprio pai.

Entre suas façanhas, arrancou trilhos, prendeu funcionários, e sequestrou engenheiros da Great Western, que implantava o sistema ferroviário na Paraíba.

Nesse estado, um dos seus maiores perseguidores, nos primeiros anos do Séc. XX, foi o alferes Joaquim Henriques de Araújo, que mais tarde viria a ser Comandante da Polícia Militar paraibana. Em Pernambuco, uma década depois, foi perseguido pelo alferes Teófanes Ferraz Torres, delegado do município de Taquaritinga, que finalmente o prendeu em 1914, no governo do general Dantas Barreto.

Tornando-se o prisioneiro número 1122, da cela 35, do Raio Leste da antiga Casa de Detenção do Recife, teve comportamento exemplar.

Em 1937, é libertado através de um indulto do presidente Getúlio Vargas.

http://meumundojosemendespereira.blogspot.com

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SARGENTO ZÉ SATURNINO


Naquele tempo, já com a ‘pendenga’ entre Zé Saturnino e seus ‘cabras’ contra os Ferreira em estado bastante avançado, acirrado mesmo, Saturnino deixa a fazenda Pedreira e vai refugiar-se em outras terras. 

Depois de ter passado grandes apertos na fazenda Pedreira, com os ataques de Virgolino, e perdido vários ‘cabras’, após a última investida do “Rei”, Zé toma a decisão de ir para a fazenda Jatobá, propriedade de um parente, Francisco Alves da Fonseca Barros, conhecido naquelas ribeiras por Chico Alves do Exu.


Os dias passam e nada do seu ‘problema’, Lampião, ser resolvido. No caso ser preso ou morto.

Ao contrário, as façanhas do cangaceiro tomam grandes rumos, aumentando, mais ainda, sua fama.

Saturnino precisa de um local e homens para proteção da sua vida, pois fora ‘jurado’ pelos Ferreira, e a ‘coisa tava apertando’.

Decide então sentar Praça na Briosa pernambucana, já que tinha amigos e família prestando serviços, ou seja, servindo a mesma entidade.

Chamando seus ‘cabras’, que desde muito faziam seus ‘mandados’, Zé Cipriano, Zé Guedes, Zé Gato e Zé Caboclo, entrando todos como soldados, isso ocorre no ano de 1926.


O comandante Theófanes Torres, nesse mesmo dia, promove Saturnino a Sargento. O modo, maneira, como se deu a promoção chama muito atenção, pois em questão de minutos, um soldado passa a cabo e, o de cabo a sargento...

Vejamos como se deu o acontecido:

“O major Teófanes mandou Zé Saturnino sentar-se atrás de uma mesa na sala do quartel de Vila Bela e dispôs os novos ‘soldados’ em sua frente, em duas filas. Quando tudo estava pronto, Teófanes ordenou:

- Levanta-te, soldado José Saturnino!

Zé Saturnino levantou-se e ficou em posição de sentido. Aí o major ordenou:

-Senta-te, cabo José Saturnino!

Zé Saturnino sentou-se, e os soldados lhe prestaram continência. Nova ordem do major:

- Levanta-te, sargento José Saturnino!

Zé Saturnino levantou-se, pondo-se de novo em posição de sentido. Os soldados prestaram continência. O major Teófanes deu um passo atrás e bradou:

- Descansar!...”

É... meus amigos... Em segundos, o paisana Zé Saturnino passa a ser sargento da PMPE, nas quebradas do Sertão...

Fonte “LAMPIÃO – A Raposa das Caatingas”. IRMÃO, José Bezerra Lima. 2ª edição, JM Gráfica & Editora LTDA. pg 216. Salvador – BA, 2014.
“LAMPIÃO – MEMÓRIAS DE UM SOLDADO DE VOLANTE”. LIRA, João Gomes. Pgs 335 a 337.
“LAMPIÃO E ZÉ SATURNINO”. SOBRINHO, José Alves. Pg 82 a 87.



Fonte: facebook
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O II CARIRI CANGAÇO (2010) REPETIU, COM MAIS ALGUNS CRÉDITOS, O SUCESSO E O BRILHANTISMO DO I CARIRI (2009)

Por Manoel Severo
Narciso Dias, Alcino Alves Costa, Juliana Pereira e Neli Conceição

O II Cariri Cangaço (2010) repetiu, com mais alguns créditos, o sucesso e o brilhantismo do I Cariri (2009) . Claro, não poderia deixar de ser, aconteceram alguns contratempos que não estavam dentro de seu sentimento, de seu desejo e de sua vontade, porém de importância tão mínima que nem de longe chegou a empanar a magnitude deste tão grandioso evento que teve em você o majestoso pé de juazeiro que em sua sombra amparou, protegeu e encheu de felicidade todos os que participaram deste instante de gala da cultura sertaneja, nordestina e brasileira.

Nós os vaqueiros da história estamos plenos de felicidade. Na sombra amiga deste juazeiro, ouvindo a asa branca cantar, nos reunimos, conversamos, brincamos, trocamos ideias e contamos casos e causos da vida sertaneja e do caminhar do homem das caatingas pelas terras do cariri e vários sertões de nosso imenso Brasil.

Tudo isto foi um privilégio e um presente que chegou até às nossas mãos à vontade e pela sensibilidade de Manoel Severo, você meu querido e estimado amigo, o meu abraço e o meu sincero agradecimento por tudo que você tem feito pela nossa fonte cultural. Jesus lhe abençoe! Beijos em você , o ouro do cariri." Recado do bom Caipira de Poço Redondo, Alcino Alves Costa em Setembro de 2010, saudades !!!

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MORTO LAMPIÃO - JORNAL A NOITE - 28 DE JULHO DE 1938

Por Geziel Moura‎ 



Fonte: facebook

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CORONEL ÂNGELO GOMES DE LIMA.

Coronel Ângelo Gomes de Lima

Coronel Ângelo Gomes de Lima. O Anjo da Gia. Um dos maiores protetores de Lampião no sertão Pernambucano. 

Antonio Ferreira da Silva irmão de Lampião

Antônio Ferreira da Silva, irmão do rei do cangaço, morreu de um disparo acidental da arma de Luiz Pedro na Fazenda Poço do Ferro, pertencente ao fazendeiro.

Fonte: facebook

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