Seguidores

sábado, 1 de outubro de 2016

RELAÇÃO DE LIVROS À VENDA (PROFESSOR PEREIRA - CAJAZEIRAS/PB).


O MAIOR ACERVO DE LIVROS À VENDA SOBRE OS TEMAS NORDESTE E CANGAÇO.
GARANTIA DE QUALIDADE E ENTREGA DO MATERIAL.

Clique no link abaixo e escolha os seus livros

http://sednemmendes.blogspot.com.br/2015/08/relacao-de-livros-venda-professor.html 

http://meumundojosemendespereira.blogspot.com.br

http://blogdomendesemendes.blogspot.com

BOQUEIRÃO CAI PARA 6,3% DA CAPACIDADE TOTAL E RACIONAMENTO AUMENTA EM CAJAZEIRAS


A barragem tem capacidade para acumular 255 milhões de metros cúbicos de água.

O Açude que abastece a cidade de Cajazeiras, Engenheiro Ávidos (Boqueirão) está com apenas 6,3% da sua capacidade.

A população de Cajazeiras enfrenta o forte racionamento de água, que é distribuída por meio de manobras quando abre para um setor da cidade deixa outro sem abastecimento.

A barragem tem capacidade para acumular 255 milhões de metros cúbicos de água. No início do mês o açude que estava pouco mais de 16 milhões de metros cúbicos, atualmente, segundo dados da Aesa está com 15.977 mil metros cúbicos.

Por outro lado tem aumentado as reclamações em relação à falta de água nos bairros da cidade. Segundo alguns moradores, o número de dias sem água está aumentando e fazendo com que as caixas sequem. Quando isso acontece os moradores recorrem a vizinhos, compram a água mineral, e a ordem é economizar.

O problema do aumento no número de dias sem água em alguns bairros também acontece quando ocorrem vazamentos na rede de distribuição que têm sido constantes, que além de prejudicar a distribuição de água vem contribuindo para o desperdício.

A rede de distribuição tem mais de quatro décadas de existência e não aguenta mais a pressão do ar e da água. A Cagepa contratou uma empresa apenas para fazer os consertos da rede, que estava apresenta vazamentos. Quem também sofre com essa situação é a infraestrutura da cidade.

O governador Ricardo Coutinho (PSB) anunciou na última segunda-feira (19), que no final do mês deverá estar em Cajazeiras para inaugurar a adutora Lagoa do Arroz, para a Zona Norte, o que iria melhorar consideravelmente o abastecimento não apenas dessa área, mas de toda a cidade que continuaria sendo abastecido por Boqueirão, entretanto o seu funcionamento, segundo as informações do gerente de Regional da Cagepa, Cleidismar Alexandre (Neném), vai depender da autorização da ANA, pois a á água existente no Açude de Boqueirão é suficiente para abastecer a população de Cajazeiras até a chegada do inverno no início do próximo ano.

No mês de agosto, Boqueirão perdeu com evaporação e o abastecimento da água da cidade de Cajazeiras 1 milhão 128 mil metros cúbicos de água. Se nos próximos quatro meses perder esse mesmo volume, isso representará a 4 milhões 512 mil metros cúbicos, chegando janeiro com 12.283 mil metros cúbicos de água.

DIÁRIO DO SERTÃO com Gazeta do Alto Piranhas

https://mail.google.com/mail/u/0/#inbox/1577e0b71ec9d1ff

Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

http://blogdomendesemendes.blogspot.com

OS DOIS LADOS DO CANGAÇO: O PITORESCO E O AGRESSIVO.

Material do acervo do pesquisador do cangaço Raul Meneleu Mascarenhas

"Regressando do assalto em Água Branca, Lampião entrou de surpresa em Nazaré. Era a primeira vez que o fazia desde a sua saída para Alagoas em outubro de 1919. Estava confiante no acordo de paz que propusera aos nazarenos através de "Sinhô" Pereira. De qualquer modo, os moradores do povoado estavam temerosos por se acharem desprovidos de armas e munições caso os bandoleiros quisessem efetuar vingança; todos sabiam o quanto Lampião era rancoroso e extremamente vingativo.

Mas os bandoleiros não molestaram a ninguém, pois vinham bastante eufóricos pelos resultados obtidos no roubo de Água Branca. E neste ponto incidia o aspecto constrangedor e também comprometedor daquela visita. 


Manuel Flor relembrou aquele dia: "Dançaram muito a 'Mulher Rendeira', acompanhada do xaxado, que pela primeira vez presenciei, bem ritmado, em perfeita harmonia com a música. Tenho dúvidas se essa modalidade de dança foi criação do grupo de Lampião ou de Sebastião Pereira porque os principais dançarinos eram Baliza, Vereda, Mão-de-Grelha e outros veteranos de Sebastião. 

A dança foi realizada à tarde, sob uma quixabeira que à época existia no centro do povoado e a cuja sombra se realizava a feira. Foi um espetáculo que nos empolgou ver todos aqueles homens, chapéu de couro na cabeça, dançando e cantando: 

"Olé mulé rendêra 
Olê, muié rendá
Tu mí insina a faze renda 
Qui eu ti insino a namorá 
Olé mulé rendêra 
Olê, muié rendá 
Choro por mim não fica
Só si eu não vê chorá 
As piquena vai no bolso 
As maió vai no borná" 

Em Pernambuco, uma das primeiras pessoas a sofrer perseguição de Lampião, logo após o seu regresso de Alagoas, foi Clementino de Carvalho, abastado proprietário rural (era dono da fazenda Lagamar, situada às margens do Pajeú, entre Floresta e a vila de Santa Maria), Clementino compareceu à feira de Nazaré e o bando o aguardou nas imediações. Quando ele retornou  a trilha que o levaria de volta à fazenda, os bandoleiros investiram em sua direção; Clementino conseguiu safar-se graças à sua boa montaria, retrocedendo para o povoado em desabalada carreira. 

Os cangaceiros, no entanto, não estavam dispostos a perder sua valiosa presa e permaneceram à espera por longas horas nos arredores. A população do povoado ofereceu a Clementino Carvalho integral apoio, no sentido de evitar os vexames que o fazendeiro poderia sofrer nas mãos dos bandidos.

Soube-se depois que Virgulino pretendia sequestrá-lo em troca de vultoso resgate; foi Lampião o primeiro cangaceiro a empregar o sequestro como meio de obter resgate em dinheiro — essa modalidade de crime era desconhecida no sertão pernambucano. 

Passaram-se vinte e quatro horas sem que Clementino pudesse regressar a Lagamar. Logo que a sua família foi informada do que acontecia em Nazaré, foi buscá-lo com uma escolta de vinte homens bem armados. Os cangaceiros chegaram a provocar a força de socorro, disparando suas armas; alguns dos mais audaciosos membros do grupo de Clementino fizeram menção de persegui-los mas foram impedidos pelo fazendeiro que não desejava mais violência. 

Em pouco tempo aconteceu a segunda tentativa de sequestro envolvendo outro rico fazendeiro dos Carvalhos, Florentino, dono da fazenda Entresserra, o qual foi submetido a cerco em sua propriedade. Apesar do forte tiroteio que marcou esse episódio, Virgulino teve mais uma vez frustradas suas intenções. Assim, os fazendeiros da região tiveram oportunidade de observar os dois lados do cangaço: o pitoresco e o agressivo."*

 * do livro O Canto do Acauã - Marilourdes Ferraz
O acauã é uma ave pertencente à ordem dos Falconiformes, da família Falconidae. É conhecida pelo seu canto característico e por se alimentar de serpentes.

http://meneleu.blogspot.com.br/2016/10/os-dois-lados-do-cangaco-o-pitoresco-e.html

http://blogdomendesemendes.blogspot.com

OS FILHOS DE MARTINHO DE SOUZA...

Volante composta pelos filhos e primos de Martinho 

Em 10 de março de 1934, o subgrupo do cangaceiro Zé Baiano, em terras sergipanas, assassinou o fazendeiro Martinho de Sousa Freire, O vaqueiro Joãozinho de Vítor e o pai deste. Com o assassinato do velho Martinho, seu sobrinho Antonio Conrado foi até o Governador do Estado, o Dr. Eronides de Carvalho, seu amigo, e comunicou-lhe o crime cometido pelos bandidos contra seu tio, pedindo-lhe para incluir os filhos do finado no combate ao Bando de Lampião. Aceito o pedido, foi criada uma Força Volante, composta de 10 homens, sendo 05 deles filhos do morto: Felinto, José, Filomeno, Pedro e Alcino, e mais 05 primos deles, todos dispostos a tudo.

Essa volante deu vários combates com os cangaceiros e, em um deles, auxiliando a volante do Tenente Zé Rufino, mataram o cangaceiro Zepelin.

Fonte do Texto: Carira, do autor João Hélio de Almeida.

Lampião, Cangaço e Nordeste
Facebook

http://cariricangaco.blogspot.com.br/2016/09/os-filhos-de-martinho-de-souza-por.html

http://blogdomendesemendes.blogspot.com

O FENÔMENO LAMPIÃO


O fenômeno Lampião, o mais famoso cangaceiro,do nordeste, continua a ser estudado e o que dele se sabe ainda não é tudo. 

...Frederico Pernambucano de Melo

Frederico Pernambucano de Melo, diretor  da Fundação Joaquim Nabuco, de Recife, traça um dos peris mais detalhados do cangaceiro. 

Professor Diatahy Bezerra de Menezes - http://blog.opovo.com.br/

O sociólogo  Eduardo Diatahy Bezerra de Menezes constata que Lampião desperta maior interesse, ainda hoje, do que outros mitos mais recentes... Ele Mostra que figura tão contraditória só pode ser entendida se situada em seu tempo e no ethos cultural da ordem social sertaneja  onde a plebe rural, dominada, só dispunha de dois caminhos para insubordinar-se: o bando de cangaceiro ou o séquito de um beato.

Daniel Lins - g1.globo.com

O sociólogo Daniel Lins descreve os últimos momentos do guerreiro e sua companheira Maria Bonita trucidados por policiais em Angico. "Foi o fim de uma epopeia marcada pela tragédia que terminará com a lenda do ser invisível, enfeitiçado.


Entretanto, se vivo ele era tanto maquinaria de acontecimentos quanto maquinaria de guerra, morto ele tornar-se-à um ser histórico. O escândalo da morte é, antes de tudo, o da epiderme que não aguenta mais, do coração que para e dos pedaços de organismo que estouram triturados pelas balas. "Em Triunfo, será lançada a pedra fudamental do Parque Histórico do Cangaço, que terá uma estátua de 32 metros em homenagem a Lampião. 


Até um concurso para escolha da garota Maria Bonita e do sósia do rei do cangaço está programado. Lampião é um pretexto para se estudar a verdadeira história da denominação no Nordeste brasileiro. 

Fonte: Jornal "O Povo"
Cidade: Mossoró Rio Grande do Norte
Data: 08 de julho de 1997
Ano: ?
Número: ?

Este jornal foi a mim presenteado pelo pesquisador do cangaço e sócio da SBEC - Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço Francisco das Nascimento (Chagas Nascimento).

http://blogdomendesemendes.blogspot.com

AVALIAÇÃO - HOMENAGEADOS E AUTORIDADES FALAM SOBRE 48 ANOS DA UERN


A Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) comemorou ontem 48 anos com mais uma Assembleia Universitária. Na ocasião diversas autoridades estiveram presentes e foi prestada uma homenagem aos vereadores da legislatura 1983/89 que aprovaram em regime de urgência a autorização para que a universidade pudesse ser estadualizada.

O ex-vereador Almeida Sobrinho destacou a importância do reconhecimento. “Na época todos os 21 vereadores apoiaram a estadualização. Na época não tivemos o reconhecimento”, lembrou. Em nome dos vereadores daquela legislatura quem falou foi Paulo Davi que na época conciliava o mandato e a atuação como professor universitário e vivenciou os dois lados da luta. “A Câmara Municipal sempre acompanhou o processo em defesa de uma solução”, declarou.

A secretária estadual de educação Cláudia Santa Rosa destacou a importância da UERN para o Rio Grande do Norte. “É um momento de muita alegria para o Estado do Rio Grande do Norte contar com uma universidade consolidade. Todos estão de parabéns em contar com uma universidade que cada vez mais se fortalece”, frisou.

O vereador Lahyre Rosado Neto esteve na solenidade representando a Câmara Municipal e também para receber o título de doutor honoris causa ofertado ao avô dele, o ex-deputado Vingt Rosado.

O parlamentar destacou a dedicação do ex-deputado, falecido em 1995, à UERN. “A ligação da minha família com a UERN é muito grande. A gente sempre teve um amor muito grande e quem conhece a história da universidade reconhece a luta de doutor Vingt. É uma satisfação receber essa homenagem em nome dele”, frisou. O vice-reitor Aldo Gondim lembrou que o evento marcou também o início dos festejos pelos 30 anos da estadualziação da UERN. “É um momento ímpar. Chegamos aos 48 anos brilhantemente. Estamos comemorando esse aniversário e iniciando os festejos de 30 anos da estadualização”, lembrou.



Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

http://blogdomendesemendes.blogspot.com


LIVRO "LAMPIÃO A RAPOSA DAS CAATINGAS"


PARA ADQUIRI-LO VEJA OS ENDEREÇOS ABAIXO:

(71)9240-6736 - 9938-7760 - 8603-6799 

Pedidos via internet:
Mastrângelo (Mazinho), baseado em Aracaju:
Tel.:  (79)9878-5445 - (79)8814-8345

Clique no link abaixo para você acompanhar tantas outras informações sobre o livro.
http://araposadascaatingas.blogspot.com.br

http://blogdomendesemendes.blogspot.com

COM A PRESENÇA DE GRANDE PÚBLICO, FESTA DO ROSÁRIO É ABERTA EM POMBAL

Por Marcelino Neto

A edição 2016 da Festa de Nossa Senhora do Rosário de Pombal foi aberta na noite desta quinta-feira (29).

A cerimônia marcada por procissão, hasteamento de bandeira e atividade litúrgica contou com a presença de grande público.

Os celebrantes da noite foram os padres Ernaldo José de Sousa, José Trajano e Aulucélio Batista (estagiário).

Apesar de um ano atípico em virtude das eleições, crise hídrica e greve dos bancários, a expectativa é que a festividade repita o sucesso de anos anteriores motivada pela tradição fortalecida na fé e devoção à santa do rosário.

É um momento que exige bastante empenho e muita atenção por se tratar de um festejo que a cada ano se renova com a presença de maior número de pessoas.

Abordando o tema: “Nossa casa comum, sob o olhar misericordioso de Maria", será encerrada no próximo dia 09 de outubro com destaque para a sua parte religiosa e social.


Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

http://blogdomendesemendes.blogspot.com

SECA ESPIRITUAL

(*) Rinaldo Barros

Estava eu posto em sossego quando um amigo telefona, comentando sobre a confusão posta nestas eleições municipais; com 35 partidos políticos registrados. Sem dúvida, uma crise da Democracia brasileira.

Compartilho com o leitor minha opinião: acho toda crise uma benção, porque nos indica que temos que abandonar o cadáver de nossas desilusões e trocá-lo pela inquietante lufada de ar do imponderável.

Em verdade, preocupa-me bastante a crise generalizada da ausência (seca) de ideias e de projetos políticos.

Ensinou-nos o saudoso Arcebispo honorário de Natal, Dom Nivaldo Monte, que a verdadeira fome não é de alimentos físicos, mas grave mesmo é a fome espiritual. A seca espiritual.

Ou seja, a pior miséria não é a material, mas a de conhecimento, a do espírito.

É preciso atentar bem para o fato de que, no Rio Grande do Norte, como de resto em todo o país, existem muitos candidatos; mas impera a escassez de projetos de desenvolvimento para a nossa sociedade. Como se fossem candidatos de si mesmos. É o tal do fulanismo.

Nessa pobreza espiritual generalizada, ao eleitorado resta a alternativa de escolher entre nomes de pessoas, sem saber ao certo o que cada candidatura significa.

Perdoem-me a franqueza, mas há realmente pouco sinal de vida inteligente no planeta da política brasileira.

Quem são os candidatos, em termos de ideias, ideologias ou projetos?

Defendem quais bandeiras de luta? O que pensam sobre o Mercosul? 

Quais deveriam ser as prioridades do PPA do RN? E do Plano Diretor de Natal? O que pensam sobre a Lei de Inovação Tecnológica? E quanto à Lei do Bem? O que pensam sobre o uso da propriedade urbana? Qual o percentual de imóveis sem regularização fundiária? Como enfrentarão o caos no trânsito? Como tratar o gerenciamento da água? Como despoluir nossos rios? E a violência urbana? Já leram o Estatuto da Cidade (Lei 10.257/2001)? O que fazer para evitar a evasão escolar? E a proposta de reforma do Ensino Médio? Qual a opinião do candidato (a)?

Que soluções propõem? Quais são os projetos que irão desenvolver, caso sejam eleitos?

Uma eleição para milhares de Prefeitos e Vereadores deveria representar um momento-chave para a manutenção do equilíbrio socioeconômico e para que, a contento e com clareza, via debate de ideias, pudéssemos participar do processo de escolha.

A maioria dos partidos sequer formula programas de governo e, se for publicado algum documento semelhante, a maioria do eleitorado, provavelmente, não tomará conhecimento; até porque não será dessa forma que as alianças serão seladas. São outros os instrumentos para costurá-las. Tudo depende da capacidade do candidato, na arte de se manter dentro do jogo.

Quem sabe compreender o que não é dito pelo que é dito, quem consegue questionar o "não poder" como sendo "não querer" e que dispõe de condições para (re) contextualizar situações acaba por romper inúmeras das "cascas" com as quais a realidade se reveste; também consegue desmontar a dissimulação e distinguir os amigos dos inimigos. Ou não. Pois a traição também é uma possibilidade.

A traição, a mentira, a inveja, a vaidade, a arrogância, o rancor e a trapaça são armas sempre presentes.

Pensando positivamente, relembro também do escritor peruano Mario Vargas Llosa, o qual nos ensina que:

"O futebol é o ideal de uma sociedade perfeita: poucas regras, claras, simples, que garantem a liberdade e a igualdade dentro do campo, com a garantia do espaço para a competência individual".

Ao contrário, constata-se que nossa sociedade está longe de exibir a singela virtude futebolística referida por Llosa. Aqui no patropi, o fim da escravidão e do Império, e o surgimento da igualdade jurídica republicana e das relações do trabalho livre assalariado, ainda não superaram alguns vícios aristocráticos dos tempos coloniais.

Somos (ainda) uma República sem povo. A República e a cidadania estão num porvir incerto.

Tanto é assim que essa ausência de ideias atinge também a grande maioria dos financiadores de campanhas. Com honrosas exceções, o empresariado considera o envolvimento com o social como ação filantrópica. Grande parte desse importante segmento ainda não compreendeu que a empresa tem corresponsabilidade pelas questões sociais, econômicas e políticas.

Cada líder empresarial deveria exercer uma gestão ética, pensando no bem comum, não o imediato, que se associa com filantropia, mas no desenvolvimento sustentável do país.

E, como consequência, os financiadores deveriam exigir dos "seus candidatos" a apresentação de projetos viáveis, com os quais pretendem exercer o mandato. Apoiariam o político como uma aposta em ideias viáveis.

Se assim ocorresse, a grana ganharia até certa dignidade, seria um voto de confiança.

Resumo da ópera: todos têm o direito de se propor como alternativa para o eleitorado. Todavia, para legitimar-se, deveriam apresentar projetos concretos viáveis; como pretendem gerir os destinos de nossa gente.

o fosse a seca espiritual, vencesse o melhor e o mais competente!
Como acontece dentro do campo de futebol.

(*) Rinaldo Barros é professor – rb@opiniaopolitica.com

Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

http://blogdomendesemendes.blogspot.com

CARU E O DRONE


(Antes de tudo quero aqui deixar bem claro a minha admiração e amizade por este amigo de nome verdadeiro " Valmir ".

Caru é uma figura que mora na cidade de Pombal no alto sertão paraibano. Caru é conhecido como uma figura caricata e brincalhona o que fica evidente por seu senso de humor inocente. Ele adora o futebol amador de sua cidade, também torce pelo profissional, vende suas flanelinhas de carro em carro, trabalha como guardador de carros em noites de festas num clube da cidade, e é amigo popular de todo mundo inclusive das crianças que vos amam. Sua família está sempre a lhe apoiar. Numa bela noite de verão. Caru o nosso personagem estava a assistir um comício, quando de repente surge nos céus de Pombal um objeto não identificado, as pessoas erguem suas cabeças, fazem fotos, acenam, enquanto isto o matemático Caru ver toda a cena em silêncio, e não aguentando mais aquela agitação, Caru pula da calçada como uma tigre feroz em busca de sua presa e solta essa perola: " Eita povim besta , não estão vendo que isso é um disco voador ! " , e continua sua narrativa dizendo que são os ETs que estão mantendo contato com Pombal para ver quem está desperdiçando a água da cidade. O nosso amigo Caru,prevendo um grande racionamento de água na cidade, já começa a montar uma pequena empresa, onde venderá água reaproveitável em pequenas garrafinhas descartáveis que se agregará as suas flanelinhas na esperança de um dia poder dar um polimento num " Drone " .Desmistificando o mito que aquilo seria um disco voador.,


Droner

Valmir de Chico de Ernesto ou nêgo Caru


Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

http://blogdomendesemendes.blogspot.com

PAULO DE S. MATEUS EX-COITEIRO DE LAMPIÃO

Por Raul Meneleu Mascarenhas

ESSE É O SR. João Paulo de S. Mateus - Ex-Coiteiro de Lampião. PRECISAMOS de maiores informações sobre ele. Essa fotografia está em um grande quadro no Museu de São Cristóvão e a Curadoria do Museu não tem detalhes sobre ele. 

Precisamos do pessoal de POÇO REDONDO-SE pois ele era de lá. Esse será um dos quadros da exposição da SALA DO CANGAÇO que o CARIRI CANGAÇO está ajudando a reinaugurar.

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1071710466230054&set=a.1071709816230119.1073741861.100001733316569&type=3&theater

http://blogdomendesemendes.blogspot.com

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

LAMPIÃO E MOSSORÓ: A DERROTA QUE NÃO ENTROU PARA A HISTÓRIA


Os historiadores não costumam citar o episódio em Mossoró, quando não é ignorado por completo, os dados aparecem distorcidos – no algum de História em quadrinhos Lampião, o autor Klevisson cita a invasão à cidade “litorânea de Mossoró.

Há uma corrente que afirma que o episódio não teve grande relevância histórica, entretanto Palio Gastão esclarece que que a derrota em Mossoró constitui o fim de toda a primeira fase do cangaço e também o início de sua derrota.

“A partir da grande baixa em Mossoró, ele reformulou o seu grupo, passando a aceitar mulheres e mudou o seu eixo de atuação, partindo para a Bahia, Sergipe e Alagoas”, analisa.

Paulo Gastão

Para Gastão, o único indício remanescente do feito mossoroense é a existência da Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço – SBEC, a entidade, com sede na cidade, que congrega mais de 300 sócios (isto na época de 2002) espalhados pelo mundo, já tendo se tornado uma referência em termos de pesquisas do cangaço. “Já temos sócios na Espanha, França, Bélgica, Holanda, EUA e Canadá, e a cada ano cresce o número de pesquisadores premiados dentre os que se dedicam ao tema”, enaltece o pesquisador. 78 anos após a sua morte; Lampião prevalece como o bandido mais procurado do sertão, instigando os curiosos a se aventurarem pelos solos castigados da caatinga em busca de algum vestígio que os ajude a compor a grande colcha de retalhos do cangaço.

Fonte: Gazeta do Oeste
Cidade: Mossoró Rio Grande do Norte
Data: 20 de janeiro de 2002
Ano: ?
Número: ?

Este jornal foi a mim presenteado pelo pesquisador do cangaço e sócio da SBEC - Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço Francisco das Nascimento (Chagas Nascimento)

http://blogdomendesemendes.blogspot.com

UERN 48 ANOS HOMENAGENS E LUTA PELA AUTONOMIA FINANCEIRA MARCAM OS DISCURSOS NA ASSEMBLEIA UNIVERSITÁRIA


A Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) celebrou nesta quarta-feira, 28 de setembro, seu aniversário de 48 anos com a tradicional Assembleia Universitária, realizada no Teatro Municipal Dix-huit Rosado.

O Coral In Canto ACJUS – da Academia de Ciências Jurídicas e Sociais – foi a atração musical. Sob a regência do músico Gideão Lima, foram apresentados quatro números musicais. O Coral In Canto ACJUS também interpretou o Hino Nacional.


A solenidade foi marcada por discursos que enalteceram o papel e a importância da UERN, tendo em face toda a sua história de conquistas e lutas. Um dos momentos marcantes foi a entrega da medalha da Abolição aos vereadores da Legislatura de 1983/1988, que aprovaram a lei que possibilitou a transferência da UERN para o Estado.

Falando em nome dos homenageados, o professor e ex-vereador Paulo Caetano Davi relembrou a luta da sociedade pela estadualização: “Essa legislatura desde que assumiu, acompanhou a luta da Universidade. No momento que fomos convocados, aprovamos o projeto de forma unânime. Os vereadores de ontem e os de hoje têm uma responsabilidade grande com esta Universidade”, afirmou Paulo Davi.


O Reitor Pedro Fernandes iniciou seu discurso citando Paulo Freire: "É fundamental diminuir a distância entre o que se diz e o que se faz, de tal forma que, num dado momento, a tua fala seja a tua prática".

O Reitor fez uma prestação de contas de ações e projetos realizados pela UERN nos últimos três anos, ressaltou conquistas dos Campi, Pró-reitores e citou leis que amparam uma luta que vem sendo buscada pela comunidade - a Autonomia Financeira: “Neste ano, tivemos aprovada a lei estadual nº 10.048, de 26 de janeiro de 2016, que dispõe sobre o Plano Plurianual do Estado para os próximos quatro anos. Esta Lei permite um planejamento de médio prazo e no Programa Temático, Educação Superior e Tecnológica, define as metas para UERN. A realização de concurso público para docentes e técnicos, por exemplo, é descrita na meta 708. Ressalto a meta 102, que é implantar a autonomia financeira e patrimonial da FUERN até 2017”, afirmou.


Pedro Fernandes também citou o Plano Estadual de Educação (PNE), Lei Estadual Nº 10.049, de 27 de janeiro de 2016: “Precisamos destacar a dimensão 5, meta 4. Na estratégia 17 ressalta-se o importante papel do Conselho Estadual de Educação e na 18 destacam-se os aposentados de nossa Instituição. Bem como, merece todo destaque a dimensão 7, meta 1, estratégias 14 e 22. A primeira expressa a necessidade de ampliar e assegurar maior aporte de recursos destinados à manutenção dos cursos nas Instituições de Ensino Superior públicas, bem como à infraestrutura físicada UERN e do Instituto Kennedy. A estratégia 22, enfatiza a viabilização de mecanismos que garantam a autonomia financeira da Universidade do Estado do RN, com vistas à expansão e à otimização da capacidade instalada, da estrutura física e de recursos humanos, a partir do segundo ano de vigência do PEE”.

Para o Reitor, essa discussão não pode ser adiada: “Temos convicção que não podemos mais adiar a implantação da Autonomia Financeira, respaldada pelos Planos Estadual de Educação e Plurianual. Na prática, passaremos a receber, em forma de duodécimo, um repasse mensal do mantenedor, ou seja, Governo do Estado, para FUERN. Desse repasse, pagaríamos nossos compromissos nos três anexos, folha de pagamento, investimento e custeio... Essa luta é da UERN junto com os segmentos universitários (ADUERN, SINTAUERN e DCE), da sociedade civil, através de um constante diálogo com o Governo do Estado e a Assembleia Legislativa”, complementou Pedro Fernandes.


A defesa da UERN guiou os discursos do presidente da Associação dos Docentes (ADUERN), Prof. Lemuel Rodrigues, e do vice-presidente do Sindicato dos Técnicos Administrativos (SINTAUERN), TNS Fábio Bentes.

Dentre as autoridades presentes, a secretária estadual de Educação, Cláudia Santa Rosa, representou o governador Robinson Faria, a secretária municipal de Educação, Francisca Glaudionora da Silveira, representou o prefeito de Mossoró, Francisco José Júnior. Compareceram os ex-reitores Élder Heronildes e Maria das Neves Gurgel.

HOMENAGEADOS

Título de Doutor Honoris Causa
Jerônimo Vingt Rosado Maia (in Memoriam)
Título de Professor Honoris Causa
Profa. Dra. Maria dos Remédios Fontes Silva
Título de Professor Emérito
Profa. Esp. Maria Hélderi de Queiroz Diógenes Negreiros
Diploma do Mérito Administrativo
TNS Me. Francisco Fábio Mesquita Oliveira

Medalha da Abolição - Vereadores da Legislatura de 1983/1988
Antonio Fernandes Duarte
Antônio José de Almeida Sobrinho
Davi Lima de Santana (In Memoriam)
Edmilson Lucena Barreto (In Memoriam)
Expedito Mariano de Azevedo (In Memoriam)
Francisca Gurgel de Brito da Silva
Francisco Cornélio Evaristo Nogueira
Francisco Silmar da Silveira Borges
Geraldo Alves de Oliveira
Gilmar Lopes
Herbert de Oliveira Mota
Janúncio Soares da Silveira
Jessé Luiz da Rocha (In Memoriam)
Joalba Vale
José Bernardes da Silva
José Lázaro de Paiva
Mateus Justino Carreiro (In Memoriam)
Paulo Caetano Davi
Raimunda Nogueira do Couto (In Memoriam)
Raimundo Milton da Silveira
Reginaldo Regi Campelo Bezerra Paz (In Memoriam)


Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

http://blogdomendesemendes.blogspot.com