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sexta-feira, 30 de setembro de 2016

LAMPIÃO E A FOTOGRAFIA


A vaidade era uma das características mais marcantes de Lampião, seu chapéu adornado de estrelas, o lenço vermelho sempre no pescoço, os punhais À mostra e o bornal - bolsa adornada com motivos florais. fizeram de sua figura algo indissociável do seu nome e as imagens em preto e branco o ajudaram a tornar-se um mito. Ele também é um dos personagens do início do século passado do qual mais se percebe a existência de uma documentação fotográfica a respeito, especialmente se levarmos em conta a sua vida nômade e a pobreza da região em que vivia.

Lampião parece ter sido um dos primeiros a tomar consciência da fotografia como forma de divulgação, posando sempre com porte de vencedor e encabeçando o bando. A maioria das fotos da época são anônimas, há muito os créditos, elas se tornaram de domínio público e suas origens se  mesclam ao folclore próprio da lenda, excetuando-se as atribuídas ao fotógrafo e cinegrafista Benjamin Abraão Botto, imigrante libanês que mais tarde inspiraria o roteiro do filme "Baile Perfumado". 

Ele frequentou frequentou com grande intimidade o ambiente do coito - esconderijo no qual os cangaceiros se atocaiavam - tendo sido o único a realizar um filme sobre o bando.

Paulo Gastão

"Ele foi o homem que deu as condições para que hoje se conheça o que foi o comportamento dos cangaceiro no coito", explica Paulo Gastão.

A forna cono Lampião usava a mídia a seu favor também impressionou a acadêmica da Sorbonne Élise Gruspan, que recentemente destacou-se ganhando o prêmio de melhor tese, concedido pelo jornal "Le Monde" e pela imprensa universitária Francesa.

Ela declarou espantada pelo requinte cinematográfico das fotografias, citando em especial a celebre exposição das cabeças cortadas.

Fonte: Gazeta do Oeste
Cidade: Mossoró Rio Grande do Norte
Data: 20 de janeiro de 2002
Ano: ?
Número: ?

Este jornal foi a mim presenteado pelo pesquisador do cangaço e sócio da SBEC - Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço Francisco das Nascimento (Chagas Nascimento)

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O ENTREVERO FINAL DE VIRGOLINO LAMPIÃO

Por Eleuda Carvalho – editoria do Vida & Arte

Após décadas de sedição e rebeldia, com armas defasadas e perseguido mais por cobiçosos de sua riqueza que pelos crimes que cometeu, capitão Virgolino é morto na madrugada de 28 de julho de 1938, pela volante comandada por João Bezerra. Maria Bonita, o capitão e outros nove são metralhados e suas cabeças cortadas viraram atração de feira. O sertão tinha mudado e o tempo do cangaço nômade passou. Mas deixou rastros.

Uma furna de onça, lajedo sem saída onde chispava a malacacheta entre touceiras de facheiro. Esconderijo de lacraus e outros bichos de peçonha que rastejam. Há dois dias ali fizera pouso o grupo de cangaceiros que acompanhava Lampião. Um pouco abaixo da abertura da grota, Zé Sereno e os seus armaram acampamento, para receber as ordens do compadre chefe. O lugarejo pertencia à Fazenda Angico, situada com ferro e sinal na margem sergipana do rio São Francisco poucas léguas adiante, do lado alagoano, o Diabo Louro Corisco e seu povo aguardavam condução para ir ter com o líder, que combinara encontro para sexta-feira, dia 29 de julho. Seria o momento de abandonar o cangaço?

O presidente Getúlio Vargas acenava com anistia aos que depusessem armas, mas as volantes do tenente Bezerra festejavam ouro e grudavam no encalço, tramando traição. Na madrugada de quinta, o ofício de Nossa Senhora foi secundado por uma rajada de balas, Lampião nem teve tempo de fazer pontaria, caindo de cara na poeira com um buraco na goela, fatal.

Vinte anos de reinado, Virgolino desafiando o governo, coroando-se senhor do sertão. Esse sertão de pedra sangrada, cenário dos caçadores de índios nos primeiros tempos, feudo de clãs sanguinários e vingativo para quem o mundo era seu curral, caatinga áspera onde os mais duros aprendiam a beber dos cipós, a devorar espinhos.


Nos anos de formação, o jovem Ferreira caolho andou sob as ordens do Sinhô Pereira, chefe guerreiro dos cariris velhos, que o adestrou na tática eficiente do ataque súbito e da retirada ligeira, por dentro do velame garranchento que era preciso conhecer como a própria mão. Nem os valentões solitários do passado, tão pouco os posteriores anti-heróis da modernidade, acoitados na favela: Lampião foi o rito de passagem, enredado entre o futuro e o passado, no olho do furacão.

Louco por cinema, o sheik interpretado por Rodolfo Valentino numa fita de hollywood inspirou as cartucheiras enfeitadas de moedas, encastoada de metais, arte mourisca. Admirador de guerreiros antepassados, quebrou o chapéu de couro ao modo de Napoleão Bonaparte, imperador da Europa. E nele incrustou seis sinais de Salomão, insígnias do catolicismo caboclo ao qual era devotado. Gostava de jazz e inventou o xaxado, combinação do chiado da chinela com a ponta do rifle riscada no chão, num improviso ligeiro como repente. Um dia, no deserto arenoso do Raso da Catarina, permitiu a estada do libanês Benjamim Abraão, que se apresentou com dois salvo-condutos: Uma carta do Padre Cícero Romano e uma engenhoca de filmar.

Informação: (observar que nesse período padre Cícero já repousava em seu túmulo desde 1934, mas talvez a carta tenha sido feita muito antes do padre morrer, já que o futuro cineasta não tinha condições de procurar Lampião, vez que estava cuidando da fragilidade do padre. Esta é a minha opinião). E o bando fez pose, simulou combates, vestiu a armadura encourada e os apetrechos caprichosos para fixar-se no acetato.

Nos primeiros tempos, com apoio dos barões catingueiros, a vida parecia um filme. Eles centauros, homens e cavalos cheirando a madeira do oriente, Maria Déa dirigindo o exotismo futurista de um ford bigode em estrada carroçal. Em preto e branco, ver-se a baiana baixinha e de quadris largos, que usava uma pistola Mauser de 11 tiros e botas de couro de bode sobre meias de seda, a quem depois o povo apelidou Bonita. Naquela madrugada de Angico, contam, estava na boca da tenda a pentear os cabelos quando uma bala certeira destruiu-lhe o abdômen. Foi degolada ainda viva e usava calcinhas vermelhas, segundo a curiosidade satisfeita dos seus matadores. Enedina teve o crânio esfacelado, bocados atingindo a menina Sila que fugia um pouco adiante.

Zé Sereno consegue escapar com alguns do seu grupo, reunindo-os depois para contabilizar ferimentos. Há algum tempo, muitos sonhavam com as terras férteis do Jalapão, nas lonjuras de  |Goiás, onde pudessem viver outra vida, com outra identidade menos afamadas.

A mulher de Zé Sereno, Sila, com apenas 15 anos, seguiu o companheiro na fuga que terminou na cadeia. Muitos anos depois, outro que escapou, Candeeiro, era um pacato vigia de escola primária.

Sila viúva, apurava o o talento para a costura aprendido no mato, formando-se num curso técnico na cidade de São Paulo. Onde criou os filhos e escreveu suas memórias.

Corisco e Dadá não se entregaram. Penaram mais de dois anos de fuga desenfreada, caçados como feras. Sérgia da Silva Chagas brigava como um homem, diziam os homens como elogio. Cristino Gomes da Silva era terrível como o raio que o batizou com fogo. Zé Rufino e seu bando de soldados mataram Corisco e capturaram Dadá, uma perna destroçada por metralha. Ela sobreviveu.

Fonte: Jornal O Povo - Fortaleza-CE
Data: Domingo - 26 de julho de 1998
Digitado e ilustrado por José Mendes Pereira
Desculpem-me alguma falha de digitação, pois tenho sério problema na visão.

Este jornal foi presenteado a mim pelo pesquisador do cangaço e membro da SBEC - Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço Francisco das Chagas do Nascimento (Chagas Nascimento)

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ASCRIM/PRESIDENCIA – PARABENS NATALÍCIO - OFÍCIO Nº 264/2016 –


MOSSORÓ(RN) 28.09.2016(QUARTA-FEIRA)

PREZADO ESCRITOR MOSSOROENSE,
JOSÉ ROMERO CARDOSO,

    NA PASSAGEM DO SEU NATALÍCIO, EMBORA NOSSOS SINOS DE BOAS AVENTURANÇAS,TENHAM TOCADO UM POUCO ATRASADOS, CONTUDO OS SONS DOS NOSSOS FORTÍSSIMOS VOTOS DE PAZ, SAÚDE, FELICIDADE E AMOR, INTEGROU O NASCENTE DESTE SEU DIA TÃO ESPECIAL,  DATA QUE ALMEJAMOS REPITAM-SE POR MUITOS E MUTÍSSIMOS ANOS JUNTO AOS TEUS FAMILIARES E AMIGOS.

       TODA A FAMÍLIA ASCRIMIANA SINTONIZA PELOS BONS AUGÚRIOS DA TUA EXISTÊNCIA, PARABENIZANDO PELO TEU ANIVERSÁRIO.

FRANCISCO JOSÉ DA SILVA NETO
-PRESIDENTE DA ASCRIM-

MILTON MARQUES MEDEIROS
-VICE PRESIDENTE DA ASCRIM-

 C/CÓPIA PARA TODOS ASSOCIADOS E POTENCIAIS CANDIDATOS A ASSOCIADOS DA ASCRIM

Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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EVERALDO DANTAS DA NÓBREGA.

Por: Verneck Abrantes

Everaldo Dantas da Nóbrega foi o mais jovem a trabalhar na agência do Banco do Brasil de Pombal. Poeta, escritor (advogado), fez grandes amizades em Pombal que penduram aos dias de hoje e, merecedor, recebeu o título de Cidadão Pombalense. 


Na foto (em um momento de carnaval), com as colegas Fátima Dantas, de saudosa memória e Maria Das Graças Queiroga Gomes.

Verneck Abrantes

Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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REGISTRO DE VIRGOLINO FERREIRA DA SILVA O LAMPIÃO


RITA GOMES FILHA, OFICIAL DO REGISTRO CIVIL DO 6° CARTÓRIO DE TAVAPIRANGA MUNICÍPIO E COMARCA DE SERRA TALHADA DO ESTADO DE PERNAMBUCO, EM VIRTUDE DA LEI, ETC.

CERTIDÃO

Certifico que a pedido verbal de pessoa interessada que no livro nº 2, as folhas 8 e v, que aos doze dias do mês de Agosto de mil e novecentos neste terceiro Distrito do Município de Villa Bella Estado de Pernambuco compareceo em meu Cartorio José Ferreira dos Santos, e perante às testemunhas abaixo assignadas e nomeadas declarou. Que no dia sete de julho de mil oitocentos e noventa e sete nasceo uma criança do sexo masculino filho legítimo delle declarante e Maria Sulena da Purificação. 

Avós paternos Antonio Ferreira de Barros e Maria Francisca da Chagas e maternos, digo maternos Manoel Pedro Lopes e Jacosa Vieira da Soledade e que foi baptizado com o nome de Virgolino sendo padrinhos Manoel Pedro Lopes e Marai José da Soledade.

E para constar lavrei o presente termo e vai assignado pelas testemunhas do declarante por não saber escrever Manoel Pedro Lopes.

Eu, José Honorio de Moura Escrivão escrevera José Ferreira dos Santos. Manoel Pedro Lopes. Antonio Francisco de Souza. José Bernadino de Souza. José Honorio de Moura.

O referido é verdade e dou fé.
Tavapiranga, 23 de Abril de 1981
Rita Gomes Filha a escrivã. 

Esta cópia da Certidão de Nascimento de Virgolino Ferreira da Silva o afamado, sanguinário e capitão Lampião, a mim foi doada pelo pesquisador do cangaço e sócio da SBEC - Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço Francisco das Chagas do Nascimento (Chagas Nascimento).

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PEDRO MOTTA POPOFF


Até o divulgador da cultura sertaneja o Pedro Motta Popoff é leitor do livro do escritor de Brasília Luiz Serra "O SERTÃO ANÁRQUICO DE LAMPIÃO".

Sobre o escritor

Licenciado em Letras e Literatura Brasileira pela Universidade de Brasília (UnB), pós-graduado em Linguagem Psicopedagógica na Educação pela Cândido Mendes do Rio de Janeiro, professor do Instituto de Português Aplicado do Distrito Federal e assessor de revisão de textos em órgão da Força Aérea Brasileira (Cenipa), do Ministério da Defesa, Luiz Serra é militar da reserva. Como colaborador, escreveu artigos para o jornal Correio Braziliense.

Para adquiri-lo entre em contato através destes endereços:

Serviço – “O Sertão Anárquico de Lampião” de Luiz Serra, Outubro Edições, 385 páginas, Brasil, 2016.

O livro está sendo comercializado em diversos pontos de Brasília, e na Paraíba, com o professor Francisco Pereira Lima através deste e-mail: 
franpelima@bol.com.br

Já os envios para outros Estados, está sendo coordenado por Manoela e Janaína,pelo e-mail: anarquicolampiao@gmail.com.

Coordenação literária: Assessoria de imprensa: Leidiane Silveira – (61) 98212-9563 leidisilveira@gmail.com.

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quinta-feira, 29 de setembro de 2016

O QUE FOI O “ASSALTO AO TREM PAGADOR”, NA INGLATERRA?


Foi um dos crimes mais audaciosos da história, quando, sem disparar um tiro, um bando assaltou um trem que levava depósitos bancários da Escócia para Londres. Na ação, ocorrida em 8 de agosto de 1963, no condado inglês de Buckinghamshire, a quadrilha embolsou 2.631.784 libras esterlinas, o equivalente hoje a mais de 9,2 milhões de reais! Mas a festa acabou cedo. Por causa de uma série de vacilos, apenas 5 dos 16 membros da gangue escaparam da polícia – o resto foi parar na cadeia, incluindo o folclórico Ronald Biggs, que virou “celebridade” ao se refugiar no Brasil. 

Ronald Biggs

Biggs escapou da prisão subornando os guardas e passou anos foragido, até que, em 1970, veio para o Rio. Aqui ele se casou com uma brasileira, com quem teve um filho famoso: Michael Biggs, o Mike, da Turma do Balão Mágico, banda infantil da década de 1980. O filho pop é que livrou o pai da cana: pela lei do Brasil, qualquer estrangeiro que tenha um filho com um brasileiro não pode ser extraditado. Biggs se entregou às autoridades britânicas em 2001. Com 79 anos, deve ser liberado por “motivos de compaixão” em fevereiro deste ano. E o velho ladrão de trens já disse que quer passar seus últimos dias com a família no Brasil. As companhias ferroviárias que se cuidem!

CRIME (QUASE) PERFEITO

Espetacular, ação descarrilou por causa de vacilos bobos.

Pouco depois da meia-noite, após receber a confirmação de um informante de que o trem com a bolada estava a caminho, a gangue deixa o esconderijo – a fazenda Leatherslade, a cerca de 40 quilômetros do local da ação – em dois Land Rovers e um caminhão do Exército roubado.

O sinaleiro de Leighton Buzzard, cobrindo o sinal verde e usando baterias para acender a luz amarela (que avisa de parada no ponto seguinte). No sinaleiro de Sears Crossing, local da ação, eles aplicam o mesmo método, mas, desta vez, deixando aceso o sinal vermelho, para parar o trem.


Após cortar a linha do telefone de emergência próximo ao segundo sinaleiro, o grupo toma suas posições. O líder da quadrilha fica distante, em um terreno elevado, para avisar da passagem do trem aos demais integrantes via rádio portátil (walkie-talkie).

Por volta das 3 e meia da madruga, o comboio para no local do bote. Os criminosos entram na locomotiva e rendem o maquinista, que leva uma paulada na cabeça de um dos ladrões. Em seguida, são rendidos os funcionários do correio que estavam no vagão com os malotes de dinheiro.


Um bandido destrava o encaixe de um vagão, de modo a separar a locomotiva e três vagões, incluindo o que levava a grana, do resto do comboio. Os ladrões então obrigam o maquinista a conduzir o trem até a ponte Bridego, onde outros comparsas aguardavam com os veículos.

A gangue descarrega a grana fazendo uma “corrente humana” do vagão com os malotes até os veículos. Pouco depois das 4 da manhã, após já ter carregado 120 sacos de dinheiro, o grupo deixa o local e volta para o esconderijo.


O “trem da alegria”, contudo, vira a maior roubada. Pressionados pela ação da polícia, os caras fogem às pressas do esconderijo, deixando impressões digitais por todo lado. Por causa desse e de outros vacilos, boa parte da quadrilha logo estava na cadeia.

FORA DOS TRILHOS

Confira as mancadas que causaram a prisão de boa parte da gangue.

BRINCANDO DE BANDIDO

A quadrilha ficou à vontade no esconderijo. Jogaram cartas, beberam e até brincaram de Banco Imobiliário – a Scotland Yard encontrou impressões digitais nas peças do jogo – sem se preocupar com os rastros que poderiam deixar pelo local.

LADRÃO QUE ROUBA DE LADRÃO…

A gangue pagou uma grana preta para um cúmplice fazer a “limpeza” da casa, eliminando qualquer vestígio dos assaltantes. Só que o cara foi mais esperto: após os bandidos saírem, levou a grana e deixou a casa exatamente como estava. Ele nunca foi capturado pela polícia.

CAMINHÃO VACILÃO

A polícia chegou até o esconderijo por causa da denúncia de um fazendeiro vizinho. Dias antes do assalto, ele havia estranhado a presença de um caminhão do Exército por ali. Ao escutar a notícia do roubo pelo rádio, sacou logo do que se tratava.

NEGOCIADOR DE ARAQUE

O líder do grupo chamou uma pessoa próxima a ele para agir como falso comprador da fazenda que serviria de esconderijo. Parece piada, mas, além de usar seu verdadeiro nome, essa pessoa contratou uma firma de advocacia para intermediar as negociações. Essa foi a grande pista que levou à prisão do chefe.

http://mundoestranho.abril.com.br/historia/o-que-foi-o-assalto-ao-trem-pagador-na-inglaterra/

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ANIVERSÁRIO TRADICIONAL ASSEMBLEIA UNIVERSITÁRIA MARCA OS 48 ANOS DA UERN


A Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) comemora 48 anos nesta quarta-feira, 28 de setembro, e promove a tradicional Assembleia Universitária, às 19h, no Teatro Municipal Dix-huit Rosado.

Durante a solenidade, presidida pelo Magnífico Reitor, Pedro Fernandes Ribeiro Neto, serão outorgadas honrarias a professores, técnicos e personalidades com relevantes serviços prestados à Instituição e ao município de Mossoró.

O aniversário de 48 anos marca ainda o início das comemorações em torno dos 30 anos de estadualização da UERN. Um selo personalizado, em homenagem ao marco histórico, foi lançado nesta terça-feira (27) pelos Correios.

Ainda em alusão aos 30 anos de Estadualização, um ponto significativo da Assembleia será a entrega da Medalha da Abolição 2016 aos vereadores da Legislatura de 1983/1988, que aprovaram a lei que possibilitou a transferência da UERN para o Estado. Até então, a Universidade era municipal, custeada pelas mensalidades pagas pelos alunos e por verbas federais.

Momento de assinatura da Estadualização da URRN, pelo governador Radir Pereira, em 8 de janeiro de 1987.

Criada em 28 de setembro de 1968, pela Lei Municipal nº 20/68, a UERN nasceu com o nome de Universidade Regional do Rio Grande do Norte - URRN, vinculada à Fundação Universidade Regional do Rio Grande do Norte - FURRN.

Desde sua criação, pelo menos duas fases compõem a história da UERN - a primeira diz respeito à sua instituição jurídica, a segunda, à verticalização de seus cursos. Três eventos marcam essa primeira fase: a criação, em 1968; a estadualização, em 1987; e o reconhecimento como universidade, em 1993, pelo MEC.

PROGRAMAÇÃO


HOMENAGEADOS

Título de Doutor Honoris Causa
Jerônimo Vingt Rosado Maia (in Memoriam)
Título de Professor Honoris Causa
Profa. Dra. Maria dos Remédios Fontes Silva
Título de Professor Emérito
Profa. Esp. Maria Hélderi de Queiroz Diógenes Negreiros
Diploma do Mérito Administrativo
TNS Me. Francisco Fábio Mesquita Oliveira


Medalha da Abolição - Vereadores da Legislatura de 1983/1988
Antonio Fernandes Duarte
Antônio José de Almeida Sobrinho

Davi Lima de Santana (In Memoriam)

Edmilson Lucena Barreto (In Memoriam)

Expedito Mariano de Azevedo (In Memoriam)
Francisca Gurgel de Brito da Silva
Francisco Cornélio Evaristo Nogueira
Francisco Silmar da Silveira Borges
Geraldo Alves de Oliveira
Gilmar Lopes
Herbert de Oliveira Mota
Janúncio Soares da Silveira
Jessé Luiz da Rocha (In Memoriam)
Joalba Vale
José Bernardes da Silva
José Lázaro de Paiva
Mateus Justino Carreiro (In Memoriam)
Paulo Caetano Davi
Raimunda Nogueira do Couto (In Memoriam)
Raimundo Milton da Silveira
Reginaldo Regi Campelo Bezerra Paz (In Memoriam)

por: Iuska Kaliany Freire de Oliveira em 28/09/2016 10:35:32


Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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ZÉ RUFINO – O MATADOR DE CANGACEIROS.

Por Geraldo Júnior

José Osório de Farias o “Zé Rufino” pernambucano da cidade de Belmonte, que um dia viu-se forçado a trocar a sua inseparável sanfona pelo Fuzil. Não sabia Zé Rufino que seria exatamente a utilização desse segundo instrumento que o colocaria para sempre nas páginas da história do cangaço nordestino como o maior matador de cangaceiros de todos os tempos.

Um pacato sertanejo que após ter sido convidado a ingressar no cangaço pelo próprio Lampião resolveu ingressar nas Forças de Repressão (Volantes) ao banditismo como forma de proteção.

a uma possível retaliação devido à recusa do convite, para a infelicidade de muitos cangaceiros, inclusive do próprio Rei do cangaço.

Entre todos os perseguidores de cangaceiros, Zé Rufino foi o que matou o maior número, entre os mortos podemos citar Barra Nova II, Pai Velho, Pavão, Mariano, Zeppelin, Azulão II, Canjica, Zabelê II, Maria Dórea “Eudora” (Maria de Azulão), Corisco, entre outros.

O nome de Zé Rufino tirou o sono de muitos cangaceiros e bandidos comuns pelos sertões do Nordeste na época em que o cangaço era predominante e porque não dizer, imperante...

... nas quebradas do Sertão.
Geraldo Antônio de Souza Júnior (Administrador do Grupo)

SEU ACERVO

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INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DO RN É IMPEDIDO PELO IPHAN DE REALIZAR OBRAS PARA MELHOR ACONDICIONAR O SEU ACERVO


Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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A JOSÉ ROMERO

Por Valberto Barbosa de Sena
José Romero de Araújo Cardoso

JOSÉ ROMERO, JESUS LHE ABENÇOE 
COM PLENITUDE NOS DIAS VINDOUROS 
FAÇA QUE CHEGUEM A VOCÊ OS LOUROS 
DE HONRA AO MÉRITO. ESSA CANÇÃO SE ENTOE 
TODAS AS OBRAS PELAS QUAIS SE DOE 
SÓ EM PENSÁ-LAS AS TRANSFORME EM OUROS 
SEJAS A FONTE DE IMORREDOUROS 
BELOS VOCÁBULOS E O MUNDO OS ECOE... 
DEUS NOS PERMITA SERMOS "TODO E PARTE" 
DA TUA VIDA, DA ESCRITA E ARTE 
COMO ELEMENTOS PARA O TEU SUPORTE 
SEJAMOS TODOS OS MAIORES BENS 
À TUA PENA, PELO DOM QUE TENS 
PARA A HISTÓRIA SER CONTADA E FORTE... 

Parabéns, José Romero por mais essa data...!

Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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ADUERN DIZ QUE PROFESSORES DA UERN PODEM FICAR SEM PAGAMENTO DO MÊS DE SETEMBRO

https://www.youtube.com/watch?v=TQ2S6lcmsjg

Em vídeo publicado na página oficial da Associação dos Docentes da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Aduern), o presidente da entidade, Lemuel Rodrigues, informou que os professores da universidade e outros servidores do estado poderão ficar sem o pagamento do mês de setembro e do 13º salário.

“Recebemos informações vindas do Fórum dos Servidores Estaduais de que os professores e professoras da UERN, assim como os demais servidores públicos, podem ficar sem o pagamento do mês de Setembro e do 13º salário”, disse Lemuel.

A diretoria da Aduern reforçou o chamamento para que todos os professores e professoras da UERN participem da Assembleia Geral dos Servidores Estaduais.

O movimento será realizado nesta quinta-feira, 29, na Praça Cívica, em Natal, e vai reunir centenas de trabalhadores da esfera estadual e também federal.

A Assembleia vai ser o primeiro espaço onde será discutida a possibilidade de uma greve geral no RN, o que faz com que a presença maciça da categoria seja ainda mais importante. O Fórum dos Servidores Estaduais irá discutir a proposta de paralisação nos dias 06 e 07 de outubro, e a possibilidade de outra Assembleia Geral com possível indicativo de greve para o final de outubro.

Após a assembleia, os trabalhadores e trabalhadoras seguem em marcha em um ato público que irá até a Prefeitura do Natal, onde os servidores se unem aos funcionários públicos municipais que também estarão com suas atividades paralisadas em um dia de protesto e defesa de direitos.

A atividade vai debater sobre os atrasos salariais, o anúncio do Governo de que fará demissões de servidores, o PLP 257 e a PEC 241 e a importância da construção de uma Greve Geral unificada por todos os segmentos da classe trabalhadora.

Assista aqui o vídeo do presidente da Aduern Lemuel Rodrigues.


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VÍDEO. O ATAQUE DE LAMPIÃO A MOSSORÓ-RN...!

https://www.youtube.com/watch?v=tsrmELsNdxc

Reportagem especial durante os 80 anos de resistência de Mossoró ao bando de Lampião mostrando o fato histórico e a repercussão do feito para história e cultura da cidade.. A passagem no alto da igreja que exibe as marcas de bala do ataque do bando de lampião e história do santo cangaceiro Jararaca chamam atenção. Publicado em 15 de jan de 2013

Por: Eugênio Bezerra.

Publicado em 15 de jan de 2013
Reportagem especial que fiz durante os 80 anos de resitência de Mossoró ao bando de Lampião mostrando o fato histórico e a repercussão do feito para história e cultura da cidade. Uma viagem bem bacana. A passagem no alto da igreja que exibe as marcas de bala do ataque do bando de lampião e história do santo cangaceiro Jararaca me chamam atenção. Foi exibida na TV Ponta Negra, afiliada do SBT no RN.
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ADMIRAR LAMPIÃO PELA SUA LIDERANÇA


Nunca admirei Lampião pelos seus crimes e sim pelo poder que tinha sua liderança, liderança essa que era capaz de convencer um grupo de pessoas a serem fieis e lutarem ao seu lado até a morte.


Lampião está no rol de líderes que tinham um magnetismo próprio, carisma contagiante entre as massas, ou seja, nasceu pra comandar, e temos como exemplo; Hitler Ho Chi Minn, Antonio Conselheiro, Mariguella, Stalin e Mao Tse Tung, que conseguiram com suas lideranças, convencer pessoas a lutar e morrer por um ideal.


Lampião foi único também no que se diz respeito ao ideal cangaço, ele realmente elevou a vida cangaceira como status social, tanto financeiramente, como estética prova maior são suas indumentárias, com enfeites que chegavam ao carnavalesco, seus anéis, brincos, punhais, banhados a ouro ou prata, tudo mesmo pra chamar a atenção e se exibir, tal qual um grande imperador romano, que exibe seu poder e sua riqueza. Líderes lendários como ele aparecem uma vez por século.

Fonte: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=339509496392068&set=gm.1323424201004028&type=3&theater

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GRUPO VINA PELOS CAMINHOS DA MPB III

Por Kydelmir Dantas (*)
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Uma perda irreparável MAURÍCIO DE OLIVEIRA

Mentor intelectual dos Shows do VINA, roteirista e organizador da seleção musical; Engenheiro Agrônomo, formado na Escola Superior de Agricultura de Mossoró – ESAM, atual Universidade Federal Rural do Semi-Árido – UFERSA; Doutor em Solos e Nutrição de Plantas pela Universidade Federal de Viçosa (MG); Professor no curso de graduação em Agronomia e do Mestrado em Fitotecnia da ESAM, no Mestrado em Meio Ambiente e Desenvolvimento do PRODEMA, coordenado em Mossoró pela UERN, além de professor visitante em cursos de especialização de outras Universidades Brasileiras. Casado com a ex-aluna e Agrônoma Marieta Cosme de Oliveira, têm uma filha – Hílem Estefânia de Oliveira. Encantou-se no dia 08 de janeiro de 2006.

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Marieta Lima e Maurício de Oliveira

O poeta Antônio Francisco, conceituou Maurício no poema “A RESPOSTA”, cordel nº 1 do jornal Plural, dizendo:

Nosso rio ficou sem a espada
Do mais bravo e ferrenho lutador.
Se arrastando aos pés de Mossoró,
Procurando outro grande defensor.
Com o mesmo espírito de Maurício,
Sem bravata, honesto e sonhador.
A HOMENAGEM, O RETORNO, A UNIÃO

No ano de 2006, o IV FestUern, fez-lhe uma justa homenagem, dando nome ao Troféu (Maurício de Oliveira) e apresentou o documentário “Um Rio de Emoções Chamado Maurício”, produzido por professores e alunos do curso de Comunicação Social, à frente Kildare Gomes e Jucieldo, com depoimentos de amigos, artistas, gente da cultura e companheiros da música e da convivência, em relatos emocionantes, sobre o homem, o professor e o artista.

No mesmo poema “A Resposta” o Patativa de Mossoró disse:

E o VINA ficou sem o verão
E a voz da cigarra mais valente.
Procurando no livro da saudade,
Uma réstia do sol de antigamente.
E um pequeno milagre nas estrelas,
Pra voltar a ser VINA novamente.

Na sequência da apresentação do documentário, no dia 20 de julho de 2008 no Teatro Municipal, o Grupo Vivência N’Arte cantou e reencontrou o seu público, pela primeira vez sem a presença física de Maurício. Um retorno já esperado, porém, tenso de início e crescendo na recepção do público e na emoção de seus componentes. Pareceu-nos que ‘ele’ lá estava, dando forças aos companheiros de shows e palcos, de amizades e brincadeiras, de trabalho e seriedade. O que vimos, do meio pro final, é que o VINA iluminou-se, uniu-se. Com isto, deu seu primeiro passo para a celebração dos 15 Anos com o próximo espetáculo, “Em Cantos & Encontros” (Os Sonhos Não Envelhecem).

Antônio Kydelmir Dantas de Oliveira. Paraibano de Nova Floresta. Engenheiro Agrônomo. Funcionário da PETROBRAS S. A. Sócio da SBEC, do ICOP e Conselheiro do Cariri Cangaço.


Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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