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sexta-feira, 10 de abril de 2015

NOVO DOCUMENTÁRIO SOBRE LAMPIÃO NO RIO GRANDE DO NORTE



NOVO DOCUMENTÁRIO SOBRE LAMPIÃO NO RIO GRANDE DO NORTE

Jornal Tribuna do Norte – 10 de abril de 2015 – CADERNO VIVER…

Material adquirido no blog Tok de História do historiógrafo e pesquisador do cangaço Rostand Medeiros

http://tokdehistoria.com.br/2015/04/10/novo-documentario-sobre-lampiao-no-rio-grande-do-norte/

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A BELA E A FERA


A BELA E A FERA. 

Bem, O feio cangaceiro José Baiano levou uma "gaia". Certo? a mulher dele, a Lídia, por ele raptada, foi a mulher mais bela do cangaço. 

Não confunda. Esta é Lilyanne sobrinha da cangaceira Lídia

Clique neste link: 
http://blogdomendesemendes.blogspot.com.br/2015/04/parecem-ou-nao.html

Não existe fotografia dela, porém, em todos depoimentos dos cangaceiros e coiteiros que a conheceram, afirmam categoricamente que ela era de uma beleza estonteante. Lídia passou a ter um caso extraconjugal com o cangaceiro Bem-Te-Vi, na ausência de JB. O cangaceiro Besouro flagrou os dois em pleno coito. Chantageou Lídia, querendo fazer sexo com ela em troca do segredo e que não denunciaria o fato ao temido corno Zé Baiano. 

O cangaceiro Zé Baiano esposo da Lídia Pereira

Lídia teve uma atitude nobre. Disse que preferia a morte do que ceder àquela chantagem. Bem-Te-Vi caiu no oco do mundo, Besouro denunciou o episódio e foi executado logo em seguida a mando de Lampião. Lídia foi amarrada em um troco de árvore pelo companheiro traído, o qual a matou à paulada na manhã seguinte. Após enterrá-la em cova rasa, caiu em prantos sobre a sepultura da amada infiel. 

A psicologia explica a famigerada atitude da "Pantera Negra", que passou a ser algoz das mulheres que estivessem usando cabelos curtos ou vestidos acima dos joelhos. As vítimas eram ferradas em ferro em brasa na face, como também na virilha.



Zé Baiano era chefe de um subgrupo. Mas Lampião era o superior de todos os subgrupos. Quer dizer: Essa atitude tinha o aval do Rei dos cangaceiros. Ainda pergunto: Por que a mulher do chefe foi tão omissa a tamanha aberração?

Fonte: facebook
Página: Jorge Remígio

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LAMPIÃO: A FAMOSA FOTO DAS DEGOLAS NA REVISTA AVENTURAS NA HISTÓRIAS


http://www.joaodesousalima.com/

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Mapa do Nordeste...


Aos poucos este sentimento toma conta do nordeste...
em 4 estados já fincamos raízes,
16 Nações se somam à verdadeira
Festa da Alma Nordestina

Ceará; Crato, Juazeiro do Norte, Barbalha, Missão Velha, Aurora, Barro, Porteiras,
Lavras da Mangabeira e Brejo Santo

Paraíba; Sousa, Nazarezinho, Lastro,
Princesa Isabel, São José de Princesa

Alagoas; Piranhas

Pernambuco; Floresta

 

Cariri Cangaço do Brasil

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Vem aí a Cavalgada "Caminhos da Força Volante: No Rastro de Lampião"

Serra do Pico visto de Nazaré

A comunidade de Nazaré do Pico e a Associação Tenente João Gomes de Lira, tem a honra e a alegria de convidar todos os amantes das cavalgadas e apaixonados pelo cangaço, para a PRIMEIRA CAVALGADA
“CAMINHOS DA FORÇA VOLANTE: NO RASTRO DE LAMPIÃO”,
que será realizada no dia 2 de maio de 2015,
no distrito de Nazaré do Pico/Floresta – PE.

PROGRAMAÇÃO

Data: 02 de maio de 2015
Local: Nazaré do Pico/Floresta – PE
6:00 às 7:30 – Concentração e café da manhã (Praça de Nazaré);
7:30 às 8:00 – Bênção e entrega da Bandeira de Nazaré e da Bandeira da cavalgada (em frente à Igreja de Nossa Senhora da Saúde);
8:10 – Saída : Caminhos da Força Volante: No Rastro de Lampião;
10:00 – Fazenda Jenipapo - Apresentação de Grupos Culturais;
10:40 - Caminhos até a Serra do Pico;
11:30 às 12:00 – Chegada da comitiva ao pé da Serra do Pico
Almoço;
14:00 – Retorno a Nazaré do Pico;
15:30 – Tempo Livre;
16:00 às 19:00 – Lançamento dos livros dos escritores:
José Alves, Manoel Alves e Benedito Vasconcelos;
19:30 - Jantar;
20:30 – Missa em memória ao Coronel Manoel Neto;
21:30 – Inauguração do Busto do Coronel Manoel Neto;
22:30 – Festa na Praça
Apresentações de Grupos Culturais e Forró Pé de Serra.


Manoel Neto, bravo Nazareno homenageado do encontro em Nazaré

IMPORTANTE

Taxa de inscrição:
R$ 25,00 por pessoa;
o que dará direito a café da manhã, almoço e jantar.

As inscrições deveram ser feitas até o
dia 20 de abril de 2015,
por e-mail, no endereço:

No ato de inscrição precisa especificar:
Nome, RG, idade, se levará seu cavalo, eventuais exigências e especificar, e-mail, telefone para contato.

Os participantes que não levarem seus cavalos, deveram alugar seu cavalo no local da cavalgada.

OBS: A modalidade de pagamento será comunicada aos inscritos
por E-mail

João Gomes de Lira (in memorian) e Manoel Severo

Realização

Associação Tenente João Gomes de Lira - Cristina Amaral
Comunidade de Nazaré do Pico

Apoio

SBEC - Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço
GECC - Grupo de Estudos do Cangaço do Ceará
GPEC - Grupo Paraibano de Estudos do Cangaço
CARIRI CANGAÇO

http://cariricangaco.blogspot.com.br/2015/04/vem-ai-cavalgada-caminhos-da-forca.html

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quinta-feira, 9 de abril de 2015

JÁ SAIU A 2ª EDIÇÃO DO LIVRO "LAMPIÃO A RAPOSA DAS CAATINGAS"

Por José Mendes Pereira

O livro "Lampião a Raposa das Caatingas" do escritor José Bezerra Lima Irmão já está na 2ª. edição, e veja que a 1ª. edição foi impressa uma enorme quantidade de livros. 

Quem adquiriu este livro fala o quanto ele é importante para todos que gostam de estudar "Cangaço". As pesquisas que o autor fez duraram 11 anos, provam que foi feito um trabalho de alto nível e com muita responsabilidade. 

Adquira este livro para você ser uma autoridade sobre "cangaço", quando o assunto for ele em rodas de amigos. 

Algumas pessoas conversam sobre este tema, mas não têm segurança no que diz, porque apenas ouviram falar, e não leram nada sobre o assunto. Eu já fui uma dessas pessoas que não lia nada sobre "cangaço", apenas eu ouvia e me envolvia na conversa, sem saber o que estava dizendo.

A 2ª edição continua sendo vendida através dos endereços abaixo:

josebezerra@terra.com.br
(71)9240-6736 - 9938-7760 - 8603-6799 
Pedidos via internet:
Mastrângelo (Mazinho), baseado em Aracaju:
Tel.:  (79)9878-5445 - (79)8814-8345
E-mail:   lampiaoaraposadascaatingas@gmail.com 

Clique no link abaixo para você acompanhar tantas outras informações sobre o livro.

http://araposadascaatingas.blogspot.com.br 

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100 Anos: Estação Ferroviária - Templo da Cultura Mossoroense

Por Edilson Damasceno

Lá se vão 100 anos. A Estação das Artes Elizeu Ventania, que tem sua funcionalidade quase que totalmente voltada para shows artísticos, possui um valor histórico que, à primeira vista, não é devidamente reconhecido. Primeiramente pela questão econômica. Foi ali, no prédio construído em 1915, que Mossoró registrou seu primeiro meio de transporte de massa (leia-se popular). Sua estrutura permanece com os parâmetros iniciais, mas pouco se vê o resgate histórico do que aconteceu naquele local. Em 19 de maio de 1915, surgia a Estação Ferroviária de Mossoró, com linha inicial ao Porto Franco, para onde boa parte dos mossoroenses fugiu em virtude da invasão do bando de cangaceiros liderados por Lampião, em 1927. Hoje, Porto Franco é o atual município de Grossos, que era – à época, ligado à cidade de Areia Branca e esta fazia parte do vizinho estado do Ceará.

Ao longo do tempo, a Estação Ferroviária de Mossoró sofreu transformações. Não da sua estrutura. Mas por força do homem e provocadas pelo desenvolvimento da segunda maior cidade do Rio Grande do Norte. O trem que fazia a linha para Porto Franco foi levado à Paraíba algum tempo depois. Especificamente em 1940 e 49 anos depois foi desativada. Os trilhos arrancados e o seu objetivo esquecido. O que veio para fomentar a economia acabou sendo deixado de lado em nome de outros interesses.

Foto histórica: Zepelim sobrevoando a estação em 1945

Quem hoje observa a antiga Estação Ferroviária de Mossoró não pode perceber, diretamente, que dali partiu um dos avisos acerca da chegada de Lampião à cidade. É bem verdade que o aviso maior veio do sino da Catedral de Santa Luzia. Isso em 13 de junho de 1927. Antes disso, muita gente já tinha deixado Mossoró. E tais informações podem ser vistas no Memorial da Resistência, onde se conta toda a história relacionada àquele dia de junho de 1927.

A retomada, não da linha Mossoró/Souza, da importância da Estação para a cidade, se deu em 1999. Dez anos depois de sua desativação. Foi durante o governo Rosalba Ciarlini, prefeita à época, que veio a revigoração de algo esquecido e abandonado. E isso se deu através de parceria envolvendo a Prefeitura de Mossoró e a Petrobras. Ali, em meio ao esquecimento de sua história, surgiu o Museu do Petróleo, o qual apresenta as particularidades relacionadas à atuação da maior empresa de petróleo do Brasil na maior cidade do Rio Grande do Norte. Duas potências econômicas, pode assim dizer, que não têm o devido reconhecimento histórico, pois não se vê nenhuma ação para resgatar traços do passado e apresentar ao presente. Muitos não sabem o que representou a Estação Ferroviária para Mossoró. E os que sabem não têm condições de fazer tal registro.

Hoje, passados 100 anos, a Estação Ferroviária deveria fazer jus ao seu novo nome: Estação das Artes. Mas a arte que é inerente ao espaço é a comercial. Além, obviamente, de acomodar a estrutura de palco do projeto “Mossoró Cidade Junina”, maior festa popular do município.

Edilson Damasceno - JORNAL DE FATO 


Cortesia do envio: José Segundo - Mossoró

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Crato na Literatura de Cordel Por: Rosário Lustosa


CONVITE

Convidamos a todos
para o lançamento do livro:
CRATO NA LITERATURA DE CORDEL em  homenagem  à cidade do Crato
pelos 250 anos de sua Vila Real.

Produção

CENTRO CULTURAL
BANCO DO NORDESTE CARIRI,
PROGRAMA CEARÁ DI VERSO E
GRÁFICA NOBRE.

10 de Abril de 2015
nesta sexta-feira
Horário: 19horas

Auditório da Rádio Educadora do Cariri
Crato, Ceará

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O TRAIDOR OU NÃO DE LAMPIÃO?


Pedro de Cândido foi o coiteiro que foi acusado de ter sido o responsável pela entrega do cangaceiro Lampião à volante policial de Alagoas. Eu como simples estudante do cangaço não o condeno como traidor, ele apenas tentou preservar a sua vida.

Se Pedro de Cândido não tivesse indicado a localização do bando de cangaceiros aos policiais, teria sido morto na mesma hora pelo tenente João Bezerra.



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COINCIDÊNCIAS

Por Valandro Fagundes Ferreira

Chamou-me a atenção o fato de que se não todos mas a maioria dos bandidos, terem quase o mesmo fim, traídos, mortos pelas costas ou tocaia. Senão vejamos, começando por Arthur Arão fora da lei que viveu na região das missões (Rio Grande do Sul), morto por um adolescente de 16 anos, a golpes de facão a traição enquanto assava uma carne no seu esconderijo. O motivo, ciúmes de Artur Arão que estava envolvido com uma mulher de quem ele gostava.

Tivemos também no Rio Grande do Sul, Paco Sanches que viveu na Região da Serra Gaúcha, Bento Gonçalves e arredores e morreu atocaiado pela polícia. Na minha cidade (São Gabriel) o mais famoso foi Tarquínio Cardoso, mais Conhecido por “Tarco” ou Tarco Cardoso, este começou cedo nas correrias, tinha dezesseis anos, vendia leite de casa em casa e no comércio, certo dia um comerciante alegou que Tarco tinha deixado um litro a menos e que iria descontar no apagamento não deu outra, Tarco aplicou uma surra de relho no comerciante e logo a polícia saiu a seu encalço. Esta passagem meu avô Hildebrando Fagundes contava e também nos disse que emprestou um cavalo pra Tarco fugir e que foi combinado que o cavalo seria deixado a uma légua da casa do meu avô, o que aconteceu de fato. Tarco era vizinho dos meus avós (maternos) sempre visitava meus avós na chácara deles. Devo esclarecer que Tarco nunca matou ninguém, o negócio dele era o abigeato (roubo de gado) e contrabando trazido da argentina e Uruguai. Mas... o gaudério tinha uma coisa com ele!! Não levava desaforos pra casa, gostava de uma peleia se envolveu e muitas. Tarco tinha um parceiro chamado Jorge Locatelli, que se juntou a ela para praticar o abigeato e contrabando, certa vez Locatelli tentou estuprar uma moça e Tarco impediu e disse que da próxima vez que acontecesse dele mexer com moça direita iria dar uma surra nele, Tarco e ele havia dormido uma noite na casa dos pais da moça, pela manhã bem cedo foram embora, durante a cavalgada Tarco foi chamando atenção do parceiro que não estava gostando nada do que ouvia. Acerta altura da viagem Tarco apeou do cavalo para abrir uma porteira e atravessarem um campo... Uma perdiz assustou o cavalo de Locatelli e este aproveitou sacou o revólver e atirou em Tarco Pelas costas. Que foi socorrido pelo dono do campo mas não resistiu e acabou morrendo na madrugada na casa do estancieiro.

Vamos agora a Jesse James que, como sabemos foi morto por Bob Ford, seu parceiro também, enquanto arrumava um quadro na parede. Bob Ford foi de uma covardia sem mediadas, praticamente encostou o colt 45 na nuca de Jesse, dando fim a uma lenda do Velho Oeste. Billy The Kid, foi morto por Patt Garret, seu amigo que depois virou xerife, Billy morreu ao entrar num quarto onde no escuro estava seu matador, Kid estava desarmado tinha com ele uma pequena faca que pegou para cortar um pedaço de carne para comer no meio da noite.

Outro personagem chama-se John Dillinger, assaltante de bancos, contemporâneo de Bonnie Parker ( Bonnie ) e Clyde Barrow ( Clyde), este encontro a morte por um acerto feito por Ana Sage, uma imigrante romena morando ilegalmente nos Estados Unidos, com o FBI, que nesta época recém estava sendo organizado, Ana era amiga da namorada de Dillinger na época, Polly Hamilton. O acerto de Ana com o FBI foi para que ela indicasse Dillinger, assim foi feito, as duas amigas iriam ao cinema e ela, Ana, estaria usando um vestido Laranja (Ana ficou conhecida pelo apelido de “a dama de vermelho”, mas era laranja o vestido, cor distorcida pelas luzes da rua), Dillinger percebeu que está sendo observado enquadrou o corpo para sacar o revolver e ao ou vir “pare, policia!”, conseguir escapar entrando em um beco e este beco não tinha saída foi fuzilado pelas costas uma das balas entrou no pescoço e se alojou no coração. Morreu ali.

A dupla Bonnie Parker (Bonnie) e Clyde Barrow (Clyde), teve o seu fim causado por um acerto entre a polícia e um amigo deles chamado Ivi Methvin, cujo o filho, Henry Methvin, andava com Bonnie e Clyde em troca de perdão para o filho, nem todos os crimes foram perdoados. Trato feito, foi dito a polícia por onde a dupla iria passar... Ivi, ficou na estrada de chão simulando estar com o pneu do carro furado... Bonnie e Clyde diminuíram a marcha e imediatamente a polícia os fuzilou sem chances de defesa. Foram mais de 150 tiros. Assim teve o fim a famosa dupla de bandidos americanos. Lampião todos nós conhecemos seu fim, foi traído e sofreu uma emboscada em Angicos.


São Gabriel, RS, 08 de abril de 2015.
Valandro Fagundes Ferreira
Fonte: facebook

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quarta-feira, 8 de abril de 2015

ZÉ RUFINO O MAIOR MATADOR DE CANGACEIROS


Tenente José Osório de faria (zé Rufino) perseguidor de cangaceiros matou Corisco em barra do Mendes, Bahia, no dia 25 de Maio de 1940, liquidando assim o cangaço.


José Osório Farias, o "Zé Rufino", nasceu em 20 de fevereiro de 1906, em Pernambuco. Comandante de volante que mais liquidou cangaceiros, adentrou à Força Pública do Estado da Bahia, assentando praça em 2 de Janeiro de 1934.

Passou a compor as Forças em Operações no Nordeste - F.O.N.E. Chegou a segundo tenente em 1939. Entre aqueles cangaceiros que eliminou, o tenente Zé Rufino destacou em entrevista os seguintes cangaceiros abaixo:


Azulão, Barra Nova, Canjica, Catingueira, Quina-Quina, Corisco, Maria Dórea, Mariano, Meia-Noite, Pai Velho, Pavão, Sabonete, Zabelê, Zepelim...

Fonte: facebook
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TIRE SUAS CONCLUSÕES

Por Clerisvaldo B. Chagas, 8 de abril de 2015 - Crônica Nº 1.404

“A Índia lançou neste domingo o seu primeiro submarino nuclear, o INS Arihand, tornando-se o sexto país do mundo a integrar este seleto clube.

Foto: reportagem GALILEU.

Pesando cerca de 6 mil toneladas e com capacidade de lançar mísseis contra alvos a uma distância de 700 quilômetros, o submarino foi apresentado pelo primeiro-ministro indiano, Manmohan Singh, em uma cerimônia no porto de Visakhapatnam, no sudeste do país.

A embarcação foi construída inteiramente na Índia, mas com ajuda da Rússia, e passará por testes nos próximos anos antes de ser utilizada em operações militares. Um segundo exemplar deve ser terminado em breve.

O repórter da BBC em Nova Déli Sanjoy Majumder disse que o lançamento do Arihant é um sinal claro da tentativa indiana de equilibrar a poderio militar da China, hoje potencia naval na região.

Para o repórter, o submarino agregará uma ‘terceira dimensão’ à capacidade defensiva indiana. Até agora, o país só era capaz de lançar mísseis balísticos no ar e na terra.

Com o anúncio, a Índia entra para o seleto clube dos países com capacidade de construir submarinos nucleares, formado por Estados Unidos, Rússia, França, Grã-Bretanha e China”.

(Resumo de reportagem BBC/versão).

“O Brasil possui duas amazônias. A primeira todo mundo conhece: 3,2 milhões de km² de floresta e biodiversidade. A outra, apesar de ocupar toda a porção leste do país, ainda é quase secreta. É a Amazônia Azul, como a Marinha convencionou chamar o território submerso na costa brasileira. A área tem 4,4 milhões de km² de água salgada, e importância econômica incrível — dali é retirado 90% de nosso petróleo e por ali passa 95% de nosso comércio exterior. Escondidos sob as ondas, somente 5 submarinos patrulham essa imensidão — é como patrulhar as fronteiras da floresta amazônica e deixar o miolo desprotegido. Com a descoberta do pré-sal, cuidar dessa área se fez mais urgente ainda.

Para isso, a Marinha traçou um plano de longuíssimo prazo: até 2047, o país terá 26 submarinos patrulhando sua costa. O primeiro passo foi no final de 2008, quando o governo brasileiro firmou um convênio com a França para a transferência da tecnologia do submarino Scorpène. O segundo foi em julho de 2011, com o início da fabricação das novas embarcações no estaleiro de Itaguaí, no Rio de Janeiro. A próxima geração de submarinos brasileiros deve chegar aos mares em 2017. Mais importante que isso, no entanto, são as mudanças que os engenheiros brasileiros planejam fazer no projeto francês. A ideia é realizar um transplante: sai o motor a diesel, entra um reator nuclear. Começando agora, a Marinha espera concluir a construção do primeiro submarino movido a propulsão nuclear em 2023.

Com isso, o Brasil entraria para o seleto clube dos países que dominam a tecnologia — China, Estados Unidos, França, Inglaterra e Rússia. Para se ter uma noção da importância estratégica desse veículo, esses 5 são justamente os membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU”.

(Resumo de reportagem GALILEU, por Guilherme Rosa).
Tire suas conclusões.



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Foto de Oleone Coelho Fontes, Manoel Severo e José Bezerra Lima Irmão, por ocasião do último encontro do Cariri Cangaço.


Este encontro do grupo Cariri Cangaço foi um evento sem dúvida formidável. Na palestra de abertura, o professor José Romero de Araújo Cardoso narrou com riqueza de detalhes a chanada Guerra de Princesa, quando o coronel Zé Pereira deu de testa com o presidente (governador) da Paraíba, instituindo o Território Livre de Princesa. Outro momento da mais significativa importância neste encontro do Cariri Cangaço foi a visita ao povoado Patos de Irerê, onde o grupo foi recebido com foguetes, fanfarra e tiros de bacamarte. Nesta ocasião, além da visita ao casarão do Major Floro, o ponto culminante foi a palestra de João Antas, filho ilustre da terra, descendente das três principais famílias da região: Diniz, Florentino e Antas. Em sua fala, na Capela de São Sebastião, João Antas contou fatos históricos do legendário arrial de Patos de Irerê, antiga Patos da Baixa Verde, palco de algumas estripulias de Lampião, que ali foi hóspede durante meses do caboclo Marculino Diniz, filho do Coronel Marçal das Abóboras. Caboclo Marcolino e sua mulher, Xanduzinha, filha do Major Floro, foram imortalizados no famoso baião de Luiz Gonzaga intitulado "Xanduzinha", composição de Humberto Teixeira. João Antas falou também da participação do povoado Patos na Guerra de Prinxcesa. Espero ansioso o próximo encontro do Cariri Cangaço.

Fonte: facebook

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PRONTO! TRABALHO FINALIZADO! MARIA DE LAMPIÃO...!


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COMUTADA A PENA DE "VOLTA SECA"


O escritor e pesquisador do cangaço Dr. Archimedes Marques disse:



Boa postagem, caro amigo Raul Meneleu Mascarenhas. Volta Seca apesar de ter mentido muito nas suas entrevistas merece ser melhor estudado, quem sabe com um bom livro, bem pesquisado, pesando os prós e os contras e também que o autor dê a sua opinião sobre a verdade mais aproximada, ou seja, a verossímel.

O ex-cangaceiro Volta Seca

É uma pena que até agora nenhum pesquisador tenha tido acesso ao famigerado processo "arranjado" de Volta Seca, pois na verdade ele sendo menor de idade quando cometeu os crimes e quando foi preso, mesmo com as leis penais da época diferentes das atuais ele teria que ser internado em instituição de menores delinquentes, não ser condenado e ficado preso em penitenciaria como se tivesse praticado crime em maioridade. Aqui em Sergipe, por exemplo, segundo os mais antigos, tinha a chamada INVERNADA que era uma espécie de cadeia rural somente para menores delinquentes.

Fonte: facebook
Página: Raul Meneleu Mascarenhas

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UM POÇO REDONDO E CHEIO DE HISTÓRIA

Por Rangel Alves da Costa*

Nem sempre os mais velhos recordam, e por isso mesmo os mais jovens não têm obrigação alguma de conhecer. Mas seria bom que a juventude do tempo presente conhecesse um pouco mais do passado do seu lugar, sua história, suas raízes culturais, o seu povo.

Talvez nem os Souza nem os Cardoso de hoje, que foram as primeiras famílias na povoação de Nossa Senhora da Conceição de Poço Redondo, ainda no arruado do Poço de Cima, conheçam a importância histórica de sua linhagem na formação do município.

Do mesmo modo os Saturnino, os Francelino, os Feitosa, os Marques, os Félix, os Santana, os Costa, os Rodrigues, os Sá, os Nascimento, e tantas outras designações familiares, nem sempre são conhecidas nas suas raízes pelos mais jovens. Possuem a linhagem no sobrenome, porém não conhecem as raízes familiares tanto do pai como da mãe.

Um Cardoso de hoje talvez não saiba quem foi Manoel Cardoso de Souza, aquele que ao se instalar com uma pequena fábrica de descaroçar algodão no Poço de Cima permitiu o surgimento de moradias ao redor e um acanhado povoamento.

Acanhado porque o Poço de Cima nunca passou de apenas algumas moradias no entorno das matas e pastagens de criação. Como em época de estiagem os moradores desciam com seus rebanhos para dar água no Riacho Jacaré, um pouco mais abaixo, algumas moradias foram surgindo às suas margens.

Assim, primeiro surgiu o Poço de Cima, e mais abaixo o Poço de Baixo. Porém não havia poço algum, nem na parte de cima nem na de baixo, que justificasse tal nome. O que existia era um poço grande, redondo, aberto nas areias do Jacaré, servindo para matar a sede do pequeno rebanho.

O tal poço grande e redondo continuamente servindo àqueles que desciam com rebanhos do Poço de Cima para o Poço de Baixo, ou mesmo nas propriedades já existentes ao redor, acabou dando outro nome ao lugar: Poço Redondo.

Quando os criadores passavam com seus rebanhos e eram perguntados aonde iam dar de beber aos animais, logo respondiam que iam ao poço redondo. Desse modo, do poço arredondado cavado no leito do Jacaré é que surgiu o nome da futura povoação.


E um Poço Redondo de muito mais história do que imagina o seu filho de hoje. Cravado nas terras mais áridas do sertão sergipano, se estende tão longamente que vai dar nos limites da Bahia, em Serra Negra, bem como na divisa alagoana de Pão de Açúcar e outros municípios.


Virgulino Ferreira, o Capitão Lampião, tinha predileção pelo lugar e o visitava constantemente. Amigo de Teotônio Alves China, o China do Poço, passava dos limites diante da buchada de bode preparada por Dona Marieta. Um dia encontrou o Padre Arthur Passos na casa do bom amigo e quase a cruz desafia a espada. Acabaram dividindo a mesa e depois a cangaceirada foi assistir missa na igrejinha de Nossa Senhora da Conceição.

Não só Lampião gostava de Poço Redondo como a juventude de então parecia encantada com aqueles verdadeiros artistas das caatingas. E mais de duas dezenas de rapazes e mocinhas resolveram seguir os passos do Capitão. Adília, Sila, Cajazeira (Zé de Julião), sua esposa Enedina, Zabelê, dentre muitos outros. E foi ainda nas suas terras, na Gruta do Angico, que o bando foi chacinado a 28 de julho de 38.

O ex-cangaceiro Zé de Julião

Na sua caminhada missionária, um dia Antônio Conselheiro, acompanhado de um séquito de fanáticos, despontou nas veredas poço-redondenses e entre uma profecia e outra foi fincando os alicerces da igrejinha do Curralinho, bem no alto da povoação ribeirinha. E a igrejinha ainda está lá para contar sua história, ainda que ninguém queira ouvir. Uma pena que assim aconteça.

O sangue e o suor da escravidão ainda de triste memória nas terras do Bonsucesso, povoação ribeirinha do município. Ainda hoje se ouve, nos negrumes dolorosos das noites, a chibata lanhando o couro negro na juntada de pedra sobre pedra na construção da muralha ainda viva em resquícios ao fundo do casarão defronte ao rio.

Pela estrada do Curralinho João de Virgílio fazia seu percurso diário. Sempre descalço, com cigarro de palha no bico, todo santo dia, e sempre mais de uma vez, levava e trazia nas costas encomendas dos outros. Sacos, embrulhos e até caixão de defunto. Um dia foi encontrado sem vida no meio da estrada.

A cidade inteira se preparava para a festa de agosto, homenagem à padroeira. Seu João Fotógrafo armava seu tripé pelas calçadas para guardar sorrisos em preto e branco. Manezinho Tem-Tem aparecia com sua caixa de engraxate e deixava brilhando todo pé sertanejo. O parque era uma festa particular e após o entardecer, quando o alto falante ecoava O Milionário e a garotada corria a gastar sua moeda do dia.

Minha boca adoça ao recordar a cocada de Dona Quininha, Clotilde e Cecília de Duié. As duas especializadas no doce de coco, enquanto a última uma mão de fada na cocada de cabeça de frade. Já Dona Luizinha preparava pirulitos de mel e Baíta espalhava seu arroz doce pela cidade inteira. Reclamavam que era ralo, mas ninguém ficava em apenas um copo.
Assim Poço Redondo. Assim retalhos de sua história. E quem dera poder estender essa imensa colcha aos olhos da juventude. E dizer ainda que suas histórias também estão sendo costuradas. E não remendadas.

Poeta e cronista
blograngel-sertao.blogspot.com

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