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domingo, 28 de novembro de 2021

NOVO LIVRO NA PRAÇA.

     Por José Mendes Pereira


Recentemente o escritor e pesquisador do cangaço Guilherme Machado lançou o seu trabalho sobre o mundo dos cangaceiros com o título "LAMPIÃO E SEUS PRINCIPAIS ALIADOS". 

O livro está recheado com mais de 50 biografias de cangaceiros que atuaram juntamente com o capitão Lampião. 

Eu já recebi o meu e não só recebi, como já o li. Além das biografias, tem fotos de cangaceiros que eu nem imaginava que existiam. São 150 páginas. Excelente narração. Conheça a boa narração que fez o autor. 

Pesquisador Geraldo Júnior

Prefaciado pelo pesquisador do cangaço Geraldo Antônio de Souza Júnior. Tem também a participação do pesquisador Robério Santos escritor e jornalista. Duas feras no que diz respeito aos estudos cangaceiros.

Jornalista Robério Santos

Não deixa de adquiri-lo. Faça o seu pedido com urgência, porque, você sabe muito bem, livros escritos sobre cangaços, são arrebatados pelos leitores e pelos colecionadores. Então cuida logo de adquirir o seu! 

Pesquisador Guilherme Machado

Adquira-o através deste e-mail: 

guilhermemachado60@hotmail.com

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A REVOLTA DO JUAZEIRO (GUERRA NO SERTÃO)

 Por Honório de Medeiros

"A REVOLTA DO JUAZEIRO (GUERRA NO SERTÃO), de Sérgio Trindade Recomendo: ouro de lei! Aos que se interessarem, segue o link da editora:

http://www.jovensescribas.com/

https://www.facebook.com/search/top?q=s%C3%A9rgio%20trindade

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RAIMUNDO NONATO: ENTRE A MEMÓRIA E A HISTÓRIA

 Por Sérgio Trindade

Imagem do acervo do Lindomarcos Faustino

Nascido em Martins, oeste do Rio Grande do Norte, no dia 18 de agosto de 1907, graduado em Direito, em 1955, Raimundo Nonato da Silva foi folclorista, memorialista, romancista, pesquisador, professor, magistrado, jornalista, técnico em assuntos educacionais, membro da União Brasileira de Escritores – seção RN, da Casa Euclides da Cunha, do Instituto Genealógico Brasileiro, da Academia Norte-rio-grandense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte, do Cenáculo Brasileiro de Letras e Artes e da Sociedade dos Homens de Letras do Brasil, um dos mais eminentes e profícuos intelectuais e um dos mais conceituados e requisitados historiadores do Rio Grande do Norte, tendo publicado vários livros, ensaios e artigos em revistas especializadas e jornais.

Mesmo tendo um volume significativo de pesquisa na área de História, Raimundo Nonato é mais conhecido como memorialista e não como historiador. E ele não foi, de fato, um historiador de academia.

Adquiriu na observação acurada de sertanejo e na disciplina espartana de pesquisador o estofo de um arquiteto do tempo passado. Conviveu com a elite letrada de sua época e com o homem simples do campo; travou relações com cultos e analfabetos, de quem ele dizia saber mais do que muitos homens de livros. Essa convivência, a leitura bem orientada e a férrea disciplina de pesquisador e de escritor nos legou algumas das mais importantes obras intelectuais do estado.

Raimundo Nonato fez-se grande pela grandiosidade do que pretendeu e do que conseguiu fazer no campo do conhecimento e do saber. Buscou conhecer e conheceu o Rio Grande do Norte, dedicando-lhe importantes páginas de seus estudos. Suas obras retratavam personagens do povo e da elite do seu tempo, e muitas sobre o seu estado natal.

Para o professor Tarcísio Gurgel, pesquisador e maior autoridade em literatura norte-rio-grandense, Raimundo Nonato foi um escritor obstinado, perspicaz, “a quem tudo aguça a curiosidade logo transformada em literatura.” Como nunca parou de produzir, “escrevendo indistintamente, compulsivamente, acabou constituindo obra irregular”, mas de grande importância para a cultura da região oeste e do estado do Rio Grande do Norte.

Foram quarenta anos de estudo e de produção, com uma obra que abrange as áreas de Etnografia, Folclore, Ficção, História e Memorialística, em trabalhos como Figuras e tradições do Nordeste, Histórias de lobisomem, Visões e abusões nordestinos, Termos populares do Rio Grande do Norte, Jesuíno Brilhante, o cangaceiro romântico e Presença Norte-rio-grandense na Alçada Pernambucana, entre outras.

Raimundo Nonato conheceu profundamente o seu estado e, principalmente, a região onde nasceu, o oeste potiguar. Dedicou quase toda a sua vida a um trabalho de recuperação do passado que viveu ou que ouviu contar. Ajudou a construir um acervo espiritual e coletivo a que chamamos memória. Foi este o seu maior legado. E por isso, no campo da Memória coladinho ao da História, Raimundo Nonato fez-se grande. Saber o que contavam os mais velhos, com referências marcantes, quase míticas, sobre fatos passados, foi, para Raimundo Nonato, como se esbarrasse nos insondáveis labirintos da história mais distante, com personagens que fizeram e que escreveram o mundo no qual vivia.

Mesmo “não revelando a unidade e o estilo de um Octacílio Alecrim ou de uma Madalena Antunes”, o seu texto memorialístico desperta grande interesse, afirma Tarcísio Gurgel.

Fazem parte do seu veio memorialístico obras de peso como Os revoltosos de São Miguel, Lampião em Mossoró e Memórias de um Retirante.

Um historiador potiguar lembra “que uma das melhores maneiras de reconstituirmos o passado é ouvir. Ouvir mais e melhor, pois só assim poderemos definir os desvãos de um período particularmente conturbado, em que as paixões e os ressentimentos turvam a verdade, apresentada em fragmentadas versões. Apreender a versão – se possível um número significativo de versões – significa encontrar aproximações múltiplas da verdade buscada. A memória é matéria-prima para os que trabalham com a História, e é nessa condição e não como produto final que deve ser trabalhada. É como espécies de slides que preservam as imagens de uma realidade que já não existe. Ao projetarmos os slides temos sempre as mesmas imagens, as mesmas figuras, mas as interpretações sobre elas serão diferentes, visto que a ação do tempo esmaece o passado, diluindo-o, principalmente quando remete há muitos anos.” E acrescenta “que existe ainda a possibilidade de acontecer distorções ocasionadas, como diz Paul Thompson, (A voz do passado), ‘pelas sucessivas mudanças de valores e normas que podem, talvez, inconscientemente, alterar as percepções’. A memória é um experimento que transforma o lembrado em lembrança, algo intrínseco ao ser que lembra e não mais objeto a ser lembrado. É através da memória que o discurso do sujeito se torna possível.”

Raimundo Nonato, nascido em Martins, sertanejo, retirante e memorialista, faleceu na cidade do Rio de Janeiro no dia 22 de agosto de 1993, aos 86 anos de idade, deixando um obra viva que faz viver o passado do Estado no qual nasceu.

 https://historianosdetalhes.com.br/historia-do-rn/raimundo-nonato-entre-memoria-e-historia/

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AGRADECIMENTOS!

Por José Mendes Pereira

Foto feita na sede da corporação no dia 26 deste mês de novembro de 2021, na passagem do seu aniversário.

Agradecemos de coração e sentimos honrados pelo carinho que os membros policiais do "Corpo de Bombeiros de Mossoró" dão ao nosso filho, neto, sobrinho, primo João Victor de Araújo, que é especial.

Sempre, no dia do seu aniversário ele é bem recebido por todos os policias, naquela corporação.

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sábado, 27 de novembro de 2021

LIVROS SOBRE CANGAÇO

  

Esta foto pertence ao acervo do pesquisador do cangaço Wasterland Ferreira. 
https://www.facebook.com/photo/?fbid=791986278083553&set=a.136776593604528

Se você interessar algum destes livros entre em contato com o professor Pereira, lá em Cajazeiras, no Estado da Paraíba, através deste endereço: 

franpelima@bol.com.br

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O LIVRO SAIU DO FORNO DA GRÁFICA IPSIS...

  Por Ricardo Beliel

O livro Memórias Sangradas já saiu do forno da gráfica Ipsis e vai entrar em pré-lançamento na próxima semana, com venda inicial pelo site da editora Olhares (https://editoraolhares.com.br/.../memorias-sangradas.../).

Para marcar esse momento vamos fazer três lives, comentando o conteúdo do livro, em que estarei conversando com Luciana Nabuco, Milton Guran e Luiz Antonio Simas.

As lives podem ser acessadas através do canal youtube.com/editoraolhares nos dias e horários indicados.

Em breve o livro estará nas livrarias

Luciana Nabuco

Jornalista, tradutora, escritora e artista plástica. Nascida em Rio Branco, Acre, mora atualmente no Rio de Janeiro. Foi professora na Universidade Federal de Roraima e atualmente ministra workshops sobre literatura. Dirigiu, escreveu e produziu o documentário “Mãos feitas de fé” sobre cultura afro-brasileira. Colaboradora do projeto “Nas Trilhas da Literatura” para formação de leitores concebida pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil – FNLIJ, seção brasileira do International Board on Books for Young People - IBBY, órgão consultivo da UNESCO e Academia Brasileira de Letras – ABL. Autora dos livros Okan, A Casa de Todos Nós, Imigram meus pássaros e Nossas almas murmuram na sombra. Como ilustradora foi vencedora do concurso nacional em 2018 pela Ong "Fábrica de Imagens" de Fortaleza para realizar a identidade visual da mostra "Curta O Gênero" com o tema "Política, democracia e Feminismos Latino Americanos", com exposições na caixa Cultural de Fortaleza e Centro Cultural Dragão do Mar.

Esteve presente como parceira do projeto Memórias Sangradas, tendo participado como pesquisadora e nas entrevistas dos personagens.

Milton Guran

Nascido na cidade do Rio de Janeiro, em 1948, morou durante certo tempo em Brasília, onde fundou a Agência Ágil de Fotojornalismo e foi presidente da União dos Fotógrafos de Brasília e secretário da FENAJ (Federação Nacional dos Jornalistas), entre 1980 e 1983. Retornando depois ao Rio, onde foi fotógrafo do Museu do Índio, entre os anos de 1986 e 1989.

É mestre em Comunicação Social pela Universidade de Brasília (1992) e doutor em Antropologia pela École des Hautes Études en Sciences Sociales de Marselha, França (1996). Publicou os livros: Encontro na Bahia (Ágil, 1979); Linguagem fotográfica e informação (Editora Gama Filho, 1992); Agudás: os brasileiros do Benin (Nova Fronteira & Editora Gama Filho, 2000).

Exerceu papel de liderança em diversos setores, tendo sido responsável pela criação da coleção de livros de fotografia da Editora Dazibao, no início dos anos 1990; pela implantação do curso de pós-graduação em Fotografia da Universidade Candido Mendes (Rio de Janeiro); bem como pela criação do FotoRio (Encontro Internacional de Fotografia do Rio de Janeiro), em 2003.

Luiz Antonio Simas

Luiz Antonio Simas é professor, historiador e escritor. É autor de diversos livros, como Dicionário da História Social do Samba, escrito com Nei Lopes e vencedor do Prêmio Jabuti 2016 na categoria Livro de Não Ficção do Ano; Fogo no Mato: a ciência encantada das macumbas (2018), com Luiz Rufino; Samba de enredo: História e arte (2010), com Alberto Mussa, Maracanã, quando a cidade era terreiro, com fotos de Ricardo Beliel. Trabalhou como consultor, ao lado de Ruy Castro, Sérgio Cabral, Jairo Severiano e Hermínio Bello de Carvalho, no processo de criação do novo Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro e recebeu, em 2014, por serviços prestados à cultura do Rio de Janeiro, o conjunto de medalhas da comenda Pedro Ernesto, conferido pela Câmara Municipal. Tem mais de uma centena de artigos e textos publicados em jornais e revistas sobre a cultura popular brasileira. É jurado do Estandarte de Ouro, a mais tradicional premiação do carnaval carioca e autor dos livros Almanaque Brasilidades – Um inventário do Brasil popular e Arruaças – Uma filosofia popular brasileira (com Luiz Rufino e Rafael Haddock-Lobo), editados pela Bazar do Tempo.

Ricardo Beliel

Inicia seu interesse por arte estudando gravura no MAM/RJ com Fayga Ostrower, Ana Letycia e Ruddy Pozzati e no Centro de Estudos de Arte Ivan Serpa. Em 1973 começa a fotografar, trabalhando com músicos como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Egberto Gismonti e O Terço. Em 1976 entra para o jornalismo como fotógrafo contratado do jornal O Globo, passando depois por Manchete, Placar, Fatos e Fotos, Veja, Isto É, agência F-4, Manchete Esportiva, Jornal do Brasil e O Estado de São Paulo. Foi editor de Fotografia da revista Manchete e sub-editor no jornal Lance, no qual participou da equipe fundadora. Durante seis anos fez parte da agência GLMR & Saga Associés em Paris, produzindo reportagens fotográficas na América Latina e África. Como jornalista e fotógrafo independente colaborou com Grands Reportages, Figaro Magazine, VSD Magazine, Time, National Geographic, Victory, Voyage, Colors, Geo, La Vanguardia, Los Tiempos, Ícaro, Terra, Próxima Viagem, Vice, Placar e Angola Hoje entre outros.

Recebeu da Organização Internacional de Jornalistas o prêmio Interpressphoto e da Confederação de Jornalistas da União Soviética o prêmio Alexander Rodchenko, ambos em 1991. Foi finalista cinco vezes do Prêmio Abril de Jornalismo, sendo vencedor em três anos consecutivos. Em 1997 foi finalista no Prêmio Esso de Jornalismo com uma reportagem sobre a expedição da Funai para estabelecer o primeiro contato pacífico com os índios korubo na floresta amazônica.

Participou de 99 exposições em locais como Kunsthaus, em Zurich, Museo Carillo Gill, na cidade do México, Museo de Bellas Artes, em Caracas, Centro Cultural Banco do Brasil, Centro Cultural Telemar, Museu de Arte do Rio/MAR e Centro Cultural Justiça Federal, no Rio de Janeiro, e Museu de Arte de São Paulo. É graduado em jornalismo na Faculdade Hélio Alonso e pós-graduado em Fotografia nas Ciências Sociais na Universidade Cândido Mendes, em Comunicação e Políticas Públicas na Escola de Comunicação/UFRJ e Teoria e Prática da Educação de Nível Superior na ESPM/RJ. Foi professor da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing), na Universidade Estácio de Sá, na Universidade Candido Mendes e no Ateliê da Imagem. Jurado do Prêmio Petrobras de Jornalismo em 2018

 https://www.facebook.com/photo/?fbid=10224270385974871&set=a.10213243561551152

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O BANDITISMO NA PARAHYBA.

Acervo do Guilherme Velame Wenzinger

Em Janeiro de 1930 o Jornal Pequeno(PE) noticiava crimes cometidos pelo cangaceiro Caixa de Fósforo. Este cangaceiro acompanhou Lampião por volta de 1923 e esteve presente na batalha no povoado de Nazaré(PE) com a volante de Sinhozinho Alencar, em 1º de Agosto de 1923, dada ocasião de uma visita inesperada que Virgulino fez àquele povoado para "acompanhar" o casamento de sua prima legítima, Maria Licor, um dia antes.

Depois desse tempo andou sumido e reaparece como jagunço do Coronel Zé Pereira, de Princesa(PB), participou ainda da Revolta de Princesa e morreu neste mesmo ano de 1930 no município de Alagoa Nova(PB) após ser baleado quando foi comprar cigarros. O apelido "Caixa de Fósforo" é justamente por isso, fumava muito e andava sempre com uma na mão.

Fontes: Jornal Pequeno, Blog do Mendes.

 https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste

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LIVROS ADQUIRIDOS.

 Por Francisco Pereira Lima

Meus amigos leitores, eu adquiri estes livros na Feira Cultural de Currais Novos no Estado do Rio Grande do Norte.

Indicação Bibliográfica. Nova e caprichada reedição, com Xilogravuras, do excelente livro VELHOS COSTUMES DO MEU SERTÃO, de Juvenal Lamartine. Quem desejar adquiri-lo entrar em contato com o Professor Pereira. Whatsapp 83 9 9911 8286.

Indicação Bibliográfica. Nova e caprichada reedição, com Xilogravuras, do excelente livro VELHOS COSTUMES DO MEU SERTÃO, de Juvenal Lamartine. Quem desejar adquiri-lo entrar em contato com o Professor Pereira. Whatsapp 83 9 9911 8286.


360 páginas. Reserva Professor Pereira
Whatsapp 83 9 9911 8286

PELOS SERTÕES DO NORDESTE, um livro Coletânea da professora Luitgarde Oliveira Cavalcanti Barros, com 618 páginas, tratando do Mundo Beato: Padre Ibiapina, Padre Cícero, Antônio Conselheiro e Zé Lourenço. O Mundo Cangaço e suas concepções. Excelente livro. Quem desejar adquirir essa obra, entrar em contato com o professor Pereira pelo Whatsapp 83 9 9811 8286.

Adendo: 
Este último livro é bom para o acervo do professor, poeta, escritor, pesquisador do cangaço, gonzaguiano e do Trio Mossoró Kydelmir Dantas de Oliveira, lá da cidade de Nova Floresta no Estado da Paraíba. 

(José Mendes Periera).
https://www.facebook.com/

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BLACK FRIDAY.

 Por Robério Santos

BLACK FRIDAY (de verdade). Separamos 20 livros de cada, na compra dos 2, 50% de desconto! Não é demais? Corre que tá acabando! Fale no WhatsApp 79 99969-5819.

https://www.facebook.com/roberio.santos

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AINDA ESTAMOS VENDENDO!

Por Robério Santos 

Ainda estamos vendendo! Peçam no WhatsApp 79 99969-5819

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ROBÉRIO SANTOS.

     Por Robério Santos

Não sou rico, meu dinheiro é limitado. Não sou bonito, sou um gordo, cabeludo, espinhento e grisalho. Sou doente, meus nervos não se controlam. Mas, de uma coisa tenham certeza: cheguei exatamente onde sempre disse que chegaria com minha literatura. Sempre ocultei meus dons como um relógio de sol na sombra, não mais. Ver meu crachá da Bienal do Rio de Janeiro @bienaldolivro deste ano me fez chorar, olhar para trás e ver tudo que passei e passo; enxergo exatamente cada passo que darei de hoje em diante e não deixarei que ninguém me atrapalhe. Obrigado a todos!


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LANÇAMENTO!

 

O delegado da Polícia Civil em Sergipe, Dr. Archimedes Marques, um dos valorosos e profícuos pesquisadores do banditismo nordestino de outrora, atual presidente da Academia Brasileira de Letras e Artes do Cangaço, lança, neste exato momento, no Sebo Xique, localizado na Av. Ministro Geraldo Barreto Sobral, 2100 - Entrada B, Loja 02 - bairro Grageru, Aracaju/SE, o 3º Volume da importante obra LAMPIÃO E O CANGAÇO NA HISTORIOGRAFIA DE SERGIPE.

Dr. Archimedes que também escreveu LAMPIÃO CONTRA O MATA SETE e O CAÇADOR DE CANGACEIROS.

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sexta-feira, 26 de novembro de 2021

TRILOGIA DO ESCRITOR E PESQUISADOR JOSÉ BEZERRA LIMA IRMÃO.

    Por José Bezerra Lima Irmão

Diletos amigos estudiosos da saga do Cangaço.

Nos onze anos que passei pesquisando para escrever “Lampião – a Raposa das Caatingas” (que já está na 4ª edição), colhi muitas informações sobre a rica história do Nordeste. Concebi então a ideia de produzir uma trilogia que denominei NORDESTE – A TERRA DO ESPINHO.

Completando a trilogia, depois da “Raposa das Caatingas”, acabo de publicar duas obras: “Fatos Assombrosos da Recente História do Nordeste” e “Capítulos da História do Nordeste”.

Na segunda obra – Fatos Assombrosos da Recente História do Nordeste –, sistematizei, na ordem temporal dos fatos, as arrepiantes lutas de famílias, envolvendo Montes, Feitosas e Carcarás, da zona dos Inhamuns; Melos e Mourões, das faldas da Serra da Ibiapaba; Brilhantes e Limões, de Patu e Camucá; Dantas, Cavalcanti, Nóbregas e Batistas, da Serra do Teixeira; Pereiras e Carvalhos, do médio Pajeú; Arrudas e Paulinos, do Vale do Cariri; Souza Ferraz e Novaes, de Floresta do Navio; Pereiras, Barbosas, Lúcios e Marques, os sanhudos de Arapiraca; Peixotos e Maltas, de Mata Grande; Omenas e Calheiros, de Maceió.

Reservei um capítulo para narrar a saga de Delmiro Gouveia, o coronel empreendedor, e seu enigmático assassinato.

Narro as proezas cruentas dos Mendes, de Palmeira dos Índios, e de Elísio Maia, o último coronel de Alagoas.

A obra contempla ainda outros episódios tenebrosos ocorridos em Alagoas, incluindo a morte do Beato Franciscano, a Chacina de Tapera, o misterioso assassinato de Paulo César Farias e a Chacina da Gruta, tendo como principal vítima a deputada Ceci Cunha.

Narra as dolorosas pendengas entre pessedistas e udenistas em Itabaiana, no agreste sergipano; as façanhas dos pistoleiros Floro Novaes, Valderedo, Chapéu de Couro e Pititó; a rocambolesca crônica de Floro Calheiros, o “Ricardo Alagoano”, misto de comerciante, agiota, pecuarista e agenciador de pistoleiros.

......................

Completo a trilogia com Capítulos da História do Nordeste, em que busco resgatar fatos que a história oficial não conta ou conta pela metade. O livro conta a história do Nordeste desde o “descobrimento” do Brasil; a conquista da terra pelo colonizador português; o Quilombo dos Palmares.

Faz um relato minucioso e profundo dos episódios ocorridos durante as duas Invasões Holandesas, praticamente dia a dia, mês a mês.

Trata dos movimentos nativistas: a Revolta dos Beckman; a Guerra dos Mascates; os Motins do Maneta; a Revolta dos Alfaiates; a Conspiração dos Suassunas.

Descreve em alentados capítulos a Revolução Pernambucana de 1817; as Guerras da Independência, que culminaram com o episódio do 2 de Julho, quando o Brasil de fato se tornou independente; a Confederação do Equador; a Revolução Praieira; o Ronco da Abelha; a Revolta dos Quebra-Quilos; a Sabinada; a Balaiada; a Revolta de Princesa (do coronel Zé Pereira),

Tem capítulo sobre o Padre Cícero, Antônio Conselheiro e a Guerra de Canudos, o episódio da Pedra Bonita (Pedra do Reino), Caldeirão do Beato José Lourenço, o Massacre de Pau de Colher.

A Intentona Comunista. A Sedição de Porto Calvo.

As Revoltas Tenentistas.

Quem tiver interesse nesses trabalhos, por favor peça ao Professor Pereira – ZAP (83)9911-8286. Eu gosto de escrever, mas não sei vender meus livros. Se pudesse dava todos de graça aos amigos...

Vejam aí as capas dos três livros:


https://www.facebook.com/profile.php?id=100005229734351

Adquira-os através deste endereço:

franpelima@bol.com.br

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LIVRO - 3º. VOLUME.

  Por Archimedes Marques

Gostaria de contar com a presença de todos os amigos.

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CARICATURA DE LAMPIÃO

Reinaldo Antiquário

Caricatura de Lampião, pelo caricaturista e ilustrador carioca Álvaro Marins (1891-1949), pioneiro no Brasil da charge animada em cinema, produzindo em 1917 um curta metragem animado sobre o Kaiser (Império Alemão). O Editor desta imagem garante a reprodução fidedigna de Lampeão, fazendo alusões inclusive ao seu rifle. Foi publicada no jornal carioca A NOITE, no início dos anos 1930.

https://www.facebook.com/groups/179428208932798

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LAMPEÃO, VEADOS E ARTESÃOS

 Clerisvaldo B. Chagas, 25/26 de novembro de 2021

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 2.619

O talento está espalhado por todas as partes do mundo. Ele se sobressai no Nordeste com a arte do fabrico de artigos do couro, isso desde o início da ocupação pastoril nos sertões, forçadas pela exigência portuguesa. Inúmeras necessidades dos nativos passaram a depender dos artesãos em todos os tipos de matéria prima. Os artesãos em couro muito contribuíram fabricando bogós para armazenar água nas viagens, vestiram os vaqueiros da cabeça aos pés com chapéu, gibão, luvas, calça, calçados e ainda arreios para as cavalgaduras: selas, chibatas, cabrestos, rédeas e muito mais. Procuravam-se os melhores que eram chamados de “Mestres” e faziam jus ao título popular. Mas a arte não morre e vai varando os tempos cada vez mais robusta no século XXI.

ARTESÃO DO COURO (FOTO:  AUTOR NÃO IDENTIFICADO)

O couro trabalhado predominava o do boi e do bode. Mas como encomenda especial, trabalhava-se com a pele do veado que foi rareando nas caatingas com extinção quase completa. Ele é macio e tem qualidade superior nas mãos dos artífices. Assim encomendávamos anda nos anos 60/70, alpercatas tipo xô-boi e chapéu de couro de veado. Nestas eras, ainda dava para se encomendar a própria carne do servo nas feiras do município de São José da Tapera. Mas tudo foi sumindo e evaporou. LAMPIÃO, que era exigente na qualidade dos seus trajes, gostava sim de uma xô-boi de couro de veado, talvez assim como o seu chapéu com enfeites únicos. Chegamos a usar ainda esse tipo de alpercata que foi substituída pelo sapato “Passo Doble”.

Alguns deputados e senadores do Nordeste, chegaram a exibir nas reuniões, essa moda de alpercata sertaneja de couro de veado feita pelos mestres artesãos nordestinos. Em Alagoas, deputados e acadêmicos lançavam a moda na capital. Poderíamos apontar mestres do passado da Rua Antônio Tavares e Travessa, mas que já estão em outra dimensão. Hoje não sabemos os endereços nem os nomes desses maravilhosos artistas do couro, mas eles estão espalhados por todo o Sertão e Sertão do São Francisco. Um grito de encomenda, ligeiro chega à casa de um mestre.

Infelizmente o couro dos veados da rua não prestam para sela, chapéu, gibão e alpercata. E o pior é que mudaram o “E”.

Fazer o quê?

http://clerisvaldobchagas.blogspot.com/2021/11/lampeaoveados-e-artesaos-clerisvaldob.html

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A BATALHA DA SERRA GRANDE.

Por Acervo: Giovane Gomes
Volantes Nazarenas. - Altino Gomes de Sá , Pedro Aleixo de Carvalho e Sebastião Sobreira.

Há 95 anos acontecia a maior batalha entre Cangaceiros e Volantes. A estratégia do Rei do Cangaço venceu várias forças volantes de Pernambuco. Esses 03 Soldados de Volantes participaram do combate dois deles foram baleados.

https://www.facebook.com/photo/?fbid=449079020257694&set=gm.423213702799457

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CANGACEIROS FORAM OBRIGADOS A CAVAR AS PRÓPRIAS SEPULTURAS

 

Legenda: O local onde os cangaceiros foram enterrados está abandonado - Foto: Antonio Rodrigues

OS IRMÃOS

"Telegramas recebidos ontem nesta capital informavam que os mesmos bandoleiros haviam atacado o estafe dos Correios no lugar Baixios, a meia légua do Crato, tendo roubado, no mesmo local, cerca de 30 pessoas que se dirigiam para a feira do Crato", detalha o jornal "A Ordem", do dia 7 de setembro de 1927. Os Marcelinos praticavam pequenos assaltos, sobretudo nas cidades de Jardim, Barbalha, Crato e Cariri-Mirim (PE).

Eles entram na vida de cangaço quando o mais velho, João Marcelino, até então vaqueiro, é humilhado pelo delegado Ioiô Peixoto, no meio da feira de Serrita (PE). Ele resolve se vingar e, com ajuda de seu irmão, Manoel, começa a perseguir até matar o policial. "Aí não teve mais sossego, vendeu tudo que tinha, comprou arma e foi ser cangaceiro na Chapada do Araripe", conta Napoleão Tavares.

Manoel e João Marcelino começam sua vida de banditismo pela região, por volta de 1923. O caçula, Raimundo, mais tarde se une, ganhando a alcunha de Lua Branca. Os três servem por um tempo o bando de Lampião, inclusive, Manoel, ganha dele o nome de Bom de Veras, e passa a ser respeitado pelo sertão, por sua agilidade, coragem e destreza com as armas.

"Virar cangaceiro, naquela época, era a coisa mais fácil do mundo. Se olhar a colonização do Brasil, em 400 anos, a tônica é a imposição do terror, a violência. Se sobressaia socialmente aquele que era mais violento, quem manejava melhor as armas de fogo ou brancas, porque não existia o Estado, não chegava em todos lugares. Para defender sua terra, propriedade, sua família, tinha que lançar mão da violência contra índio, contra ladrão, polícia, onça, contra tudo", explica Leandro Cardoso.

Os Marcelinos optam por não seguir o bando de Lampião e praticar seus pequenos crimes no Cariri, como assaltos e roubos. Chegam a matar pessoas inocentes, como o agricultor Joaquim Guida, residente no Baixio do Muquém, em Crato. Sem piedade, ele é assassinado pelo grupo, que não leva nada dele, nem mesmo a feira e seu dinheiro.

Mas o momento mais marcante dos Marcelinos é a invasão de Barbalha para matar o coronel Antônio Xavier. Na calada da noite, se escondem nos arredores do casarão do rival, que dá um jantar para familiares e amigos. Avistando o alvo da janela, os cangaceiros atiram, acertando um espelho e não o coronel. Percebendo o fracasso, fogem dos capangas do poderoso homem.

"Os cangaceiros Marcelinos não tiveram uma representatividade grande, como os Curisco, Labareda. Eles fizeram pequenos assaltos aqui. Não foram de grande importância na historiografia do cangaço. Talvez, a coisa mais importante é a maneira brutal como foram mortos", acredita Leandro Cardoso.

Por outro lado, a morte dos Marcelinos teve destaque em página inteira no jornal de Fortaleza "A Ordem", do dia 7 de janeiro de 1928, descrevendo ação da Polícia que matou João 22 e capturou Lua Branca.

"O Cariry vai agora dormir sossegado, livre de seu pesadelo sinistro. A ação policial contra os bandoleiros, até agora considerada nula, determinou o ânimo do povo em um estado psicológico de completo desalento", narra o periódico.

https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/regiao/cangaceiros-foram-obrigados-a-cavar-as-proprias-sepulturas-1.1875250

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CANGAÇO - COMBATE DA SERRA GRANDE_PARTE 2

 Por Aderbal Nogueira

https://www.youtube.com/watch?v=rh_EDvRRDyY&ab_channel=AderbalNogueira-Canga%C3%A7o

Segunda parte do vídeo onde os pesquisadores Louro Teles e Luiz Ferraz narram como foi o maior combate da história de Lampião, onde ele venceu uma força volante com mais de duas centenas de homens, mostrando a sua supremacia na arte da guerrilha. Link desse vídeo: https://youtu.be/rh_EDvRRDyY

http://blogdomendesemendes.blogspot.com

CANGAÇO - COMBATE DA SERRA GRANDE_PARTE 1

 Por Aderbal Nogueira

https://www.youtube.com/watch?v=Pw9POgQKAtY&ab_channel=AderbalNogueira-Canga%C3%A7o

Os pesquisadores Louro Teles e Luiz Ferraz narram como foi o maior combate da história de Lampião, onde ele venceu uma força volante com mais de duas centenas de homens, mostrando a sua supremacia na arte da guerrilha. Link desse vídeo: https://youtu.be/Pw9POgQKAtY

http://blogdomendesemendes.blogspot.com