Por Fatos na Histórias
Narrativa sobre a ocasião do batismo de Virgolino Ferreira da Silva, o Lampião. Referências:
"Batismo de Lampião", por Paulo Lampião - Via blog "Cariri Cangaço" Imagens:
Cariri Cangaço
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
Por Fatos na Histórias
Narrativa sobre a ocasião do batismo de Virgolino Ferreira da Silva, o Lampião. Referências:
"Batismo de Lampião", por Paulo Lampião - Via blog "Cariri Cangaço" Imagens:
Cariri Cangaço
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Por José Mendes Pereira
José Gomes, o
Cabeleira considerado como sendo o primeiro cangaceiro do nordeste brasileiro,
teria nascido no ano de 1751, em Glória do Goitá, pertencente à Vitória de
Santo Antão, cidade da zona da mata pernambucana. Juntamente com os seus
comparsas o Cabeleira casou e batizou em sua região nordestina.
Afirmam que no dia 1º. de setembro do ano de 1773, Jose Gomes ao lado do pai Joaquim Gomes, e outro delinquente de nome Teodósio, tiraram o sossego do Estado de Pernambuco, usando a covardia com assaltos e mortes, mais o roubo de armazém.
O sanguinário foi um dos mais notórios bandidos do fim do século 18, e era famoso por causar mortes e realizar assaltos no estado de Pernambuco ao lado do pai.
Quem mais
escreveu sobre o bandido Cabeleira foi o escritor e folclorista Franklin
Távora, que lançou seu livro "O Cabeleira no ano de 1876. Posteriormente,
sua vida passou a ser escrita através de poesias por João Cabral de Melo Neto.
"Os
crimes de Cabeleira chegaram aos ouvidos das autoridades portuguesas, que
foram contatadas pelo governador José César de Menezes em comunicado oficial
sobre a situação social de Pernambuco.
Sua trajetória de crimes acabou quando, fugindo da polícia, se esconde num canavial em Paudalho, na zona da mata, e foi capturado. Na justiça, foi condenado à forca pelos assassinatos e roubos, sendo executado no Largo das Cinco Pontas, dentro da capital".
Do acervo do poeta e repentista José Di Rosa Maria
Por Alfredo Bonessi



Por Baixada Santista em Alerta
Eu já não sei!
Eu já não sei,
Se caminho na luz ou
nas trevas
Se melhor é plantar
fruteiras ou relvas
Se o bom é viver na
cidade ou na selva
Tipo um
"Hipopótamo"
Ora na água, ora na
selva!
Eu já não sei,
Se faço sacrifício ou
tou a sofrer
Se bem, estou a
viver, ou tentar sobreviver
Se o problema é onde
vivo, ou com quem vivo!
Eu já não sei,
Se chorar mudo algo
ou piora?
Se calar é fracasso,
que faço agora?
Sabe se que o Homem
não chora,
Mas se for necessário,
faço sem demora!
Eu já não sei!
E nunca vou saber
Tudo tentei aprender,
Minhas lágrimas
ninguém quer ver!
Me dizem só para ter
Fé e esperança,
Lágrimas, e vestes
ruins desde criança!
Eu já não sei
Se posso continuar a
lutar
Se minhas lutas são
invisíveis
Todos fazem vista
grossa
Hey! Eu já não sei...
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Por Randel Protásio
Cícero Romão Batista (Crato, 24 de março de 1844 — Juazeiro do Norte, 20 de julho de 1934) foi um sacerdote católico brasileiro. Na devoção popular, é conhecido como Padre Cícero ou Padim Ciço. Carismático, obteve grande prestígio e influência sobre a vida social, política e religiosa do Ceará bem como do Nordeste.
Por José Mendes Pereira
CONVITE
A Câmara Municipal de Paulo Afonso sente-se honrada em convidar V. Sa. e Ilustríssima Família, para prestigiarem a Sessão Solene, de outorga de Título de Cidadão Pauloafonsino ao Ilm.º Senhor LUIZ RUBEN FERREIRA DE ALCÂNTARA BONFIM.
Dia 18 de novembro de 2016, às 19h, no Plenário da Câmara, Av. Apolônio Sales, 495.
Ver. Petrônio José Lima Nogueira
- Presidente -
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Por Guilherme Machado Historiador/pesquisador.
Seu Luiz Gonzaga em 1983. em Teresina Piauí, Logo atrás o seu Interlocutor vocal (Imitador vocal) o humorista João Claudio Moreno.
https://www.facebook.com/groups/893614680982844/?multi_permalinks=2131739570503676%2C2131173073893659%2C2130970757247224%2C2130536897290610%2C2130388343972132%2C2130485253962441%2C2129648550712778%2C2129601267384173%2C2128863227457977%2C2128570520820581¬if_id=1706193043133249¬if_t=group_highlights&ref=notif
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Por Aderbal Nogueira
Por Júnior Almeida.
Por Antonio José de Oliveira - da cidade de Serrinha-Bahia
Clerisvaldo B. Chagas, 29 de janeiro de 2024
Escritor Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica: 3005;
Início de
janeiro de Ano Novo, fomos a Maceió fazendo um tour por algumas
cidades sertanejas Santana-Arapiraca. Queríamos também apreciar o gigantesco
trabalho de duplicação Maceió-Delmiro Gouveia, pelas ALs. Pegamos o trecho Olho
d’Água das Flores, Monteirópolis, Jacaré dos Homens, entrando nessas cidades,
recordando o passado e vendo a evolução física até o presente momento. Uma
viagem com a metade da família e uma intensa alegria em está novamente na
estrada. Ah! Quando será que Maceió-Santana do Ipanema, pela BR-316 também será
duplicada? Deixamos a região sertaneja após o meio-dia ao ultrapassarmos a
cidade de Jaramataia. Calor intenso.
A duplicação
ainda estava em obras, mas só o fato de rodar sem contramão, já era uma vitória
supimpa para o usuário. E em Arapiraca fomos degustar o almoço de outra parte
da família em um dos bairros da “Dona do Agreste”. Festas de encontro e pé na
tábua novamente. Não podíamos passar em branco sem provar as guloseimas do
povoado Pé Leve: bolo de macaxeira, pé-de-moleque na palha da bananeira, grude
e alfinim cuja nota foi a máxima quando avaliados por todos. Chegamos à capital
pegando um trânsito imenso desde a Ponte Divaldo Suruagy. Uma chuva fina passou
a refrescar, mas também a contribuir com a lentidão do trânsito em todo o
trajeto até a Jatiúca. Desistimos e voltamos rumo ao Comércio e fomos pegar o
movimento muito melhor e organizado da Fernandes Lima, buscando a Serraria.
Chegamos em casa enfadados, porém, satisfeitos pelo dia grande, diferente e altamente inspirador. Era a hora mais apropriada para homenagearmos o Pé Leve com a barriga e complementarmos com várias amostras de café de uma bela coleção. Ah! Meus amigos e amigas, o que está faltando agora é outra viagem dessa em sentido Santana do Ipanema /Alto Sertão do Canapi, Inhapi, Mata Grande, Pariconha, Água Branca e Delmiro Gouveia, rumo a Olho d’Água do Casado e Piranhas... Porque rodar pelos sertões de Alagoas, é um prazer dobrado e amoroso.
Por Helton Araújo.
Pessoal, bom dia!
O jovem Manoel Oliveira Figueiredo, que levou o bilhetes de, Lampião para o Coronel Antônio de Souza Benta, Cel Benta, fato ocorrido na fazenda Cercado, do Capitão, Abilino Reis da Silva, em 06/07/1929 em Morro do Chapéu, Bahia.
Por Paulo Dias Pereira
LAMPIÃO FOI BATIZADO NESSA CAPELA BOM JESUS DOS AFLITOS, NO POVOADO SÃO FRANCISCO, DISTRITO DE VILA BELA (ATUAL SERRA TALHADA-PE), EM 2 DE SETEMBRO DE 1898, MESMO ANO QUE NASCEU.
FOI BATIZADO PELO PADRE JOAQUIM ANTONIO DE SIQUEIRA TORRES (PADRE QUINCA), FILHO DO BARÃO DE ÁGUA BRANCA, ALAGOAS. MESMO NOME DO PAI, O PADRE QUINCA SÓ ERA FILHO DO BARÃO, SENDO ENTEADO DA BARONESA DE ÁGUA BRANCA-AL, JOANA DE SIQUEIRA TORRES, QUE NO FUTURO VIRGULINO FERREIRA REALIZOU SEU PRIMEIRO ASSALTO CINEMATOGRÁFICO.
SEUS PADRINHOS
DE BATISMO FORAM SEUS TIOS MATERNOS, MANOEL LOPES E MARIA JOSE DA SOLEDADE.
HOJE O POVOADO SÃO FRANCISCO ESTÁ SUBMERSO PELAS ÁGUAS DA BARRAGEM DE SERRINHA.
https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste
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Por Robério Santos