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quinta-feira, 8 de julho de 2021

O LIVRO O FOGO DA JUREMA ESTÁ À VENDA COM O PROFESSOR PEREIRA

Se você está interessado no livro "O FOGO DA JUREMA" é só entrar em contato com o professor Pereira lá da cidade de Cajazeiras, no Estado da Paraíba,  que ele tem e está disponível aos amigos. 

São 318 páginas, preço R$ 50,00 com frete incluso.
Pedidos: franpelima@bol.com.br e fplima156@gmail.com

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ZOZIMO LIMA E ERONIDES DE CARVALHO

 Por Antônio Corrêa Sobrinho

No trabalho que ora desenvolvo, objetivando consolidar em e-book as quase cinco mil crônicas, por mim catalogadas e digitalizadas, do jornalista ZOZIMO LIMA, publicadas em jornais sergipanos, pois, ao revisar o artigo que trago a seguir postado, onde o notável cronista conta, no seu jeito rápido de discorrer, uma experiência sua vivida com o conhecidíssimo, na história do Cangaço, o médico, militar e político sergipano de Canhoba, o ex-interventor e governador de Sergipe, ERONIDES FERREIRA DE CARVALHO, vi-me prazerosamente obrigado a trazê-lo ao "LAMPIÃO, CANGAÇO E NORDESTE".

Lembro que este ZOZIMO LIMA é o mesmíssimo telegrafista que, em 25 de novembro de 1929, na condição de chefe dos Correios e Telégrafos, esteve por horas à mercê do maioral dos cangaceiros, Virgulino "Lampião", na sua canavieira Capela, de Sergipe; para, três dias depois, fazer publicada, neste extinto jornal, a mais importante reportagem sobre a presença de Lampião em Sergipe, e uma das mais valorosas da historiografia cangaceira.

COISAS DA POLÍTICA

Zozimo Lima

Um desses sujeitos abelhudos, como há muitos, perguntou-me há dias se era grande o número de inimigos que tenho conquistado com os meus irreverentes comentários.

Dei qualquer resposta que não sei bem se satisfez à curiosidade do meu interpelante.

O que posso afirmar é que não tenho inimigos. Isto eu já hei dito e escrito várias vezes. Pode ser que alguns, cheios de recalques e suscetibilidades, guardam contra mim rancor oculto. O que posso asseverar é que as minhas blagues não ferem a honra dos meus adversários ou inimigos circunstanciais.

Eu vou lhes contar um caso ocorrido com o degas no setor político, que bem define o meu desprezo ao ódio e aos propósitos de vingança. Fui, pouca gente o sabe, diretor da Imprensa Oficial no governo Eronides de Carvalho. Quando se deu o rompimento do meu partido com aquele ilustre homem público, eu, como me cumpria, fiquei fiel ao meu chefe Leandro Maciel. O Dr. Eronides insistiu que eu ficasse no cargo, alegando a nossa velha amizade desde Capela, que ele muito frequentava, até o seu movimentado curso acadêmico, em Salvador. Afirmei-lhe a minha irredutibilidade, declarando-lhe, ainda, que comigo sairia um filho que na Imprensa exercia a função de diarista-revisor de provas.

O Dr. Eronides, então, patético, dramático, com a máscara amargurada do grande trágico Zaccone na Morte Civil, abraçando-me, apertando-me fortemente contra o peito, declarou-me: — “Sai o Zozimo porque quer, por disciplina partidária. Fica, porém, na Imprensa, o seu filho, que passará a ser considerado também meu!!!”. E estreitou-me, ainda mais, quase chorando!

No outro dia era meu filho dispensado!!!! Cortei, era natural, as nossas relações, porque sou homem que não vai com deslealdades.

Fatos mais ou menos idênticos ocorreram com o então capitão Miguel Pereira (Miguelzinho). O então capitão Miguel, reformado, lutou bravamente pela candidatura do Dr. Eronides de Carvalho. Revolucionou Macambira e Campo do Brito, até que subiu ao poder o ilustre médico do Exército. Pois bem. Tempos depois era o capitão Miguelzinho terrivelmente perseguido pela tropa do Dr. Governador. Até volante andou no seu encalço. Anos depois, em Itabaiana, Eronides procura o agora negociante capitão Miguel para pleitear-lhe os votos que dispunha em Macambira. O Miguelzinho, homem de lealdade canina e franqueza de estarrecer, deu-lhe o contra.

Preciso dizer que vai para uns dois anos, se não me engano (eu ando com a memória a exigir Tonofosfan com Vitamina B1), achava-me no aeroporto para receber eminente homem público quando sinto que me apertam pelas costas. Volto-me, sôfrego. Era o Dr. Eronides de Carvalho. — “Deixe de ser besta, velho. Você sabe que eu sempre lhe quis bem” — diz-me o ilustre ex-militar, notável cirurgião e atual notário público no Rio. Abraçamo-nos com afeto, quase amor!

No ano transato, amigos, sem me consultarem, andaram pleiteando para mim uma comissão junto ao gabinete do Dr. Ademar de Barros. Julgavam eles que esse eminente político influiria na consecução da causa disputada. O Dr. Eronides, que se achava presente, bateu-se furiosamente pelo cancelamento imediato do meu nome para aquele fim.

Eu não sei se se pode considerar o Dr. Eronides amigo-da-onça. Posso afirmar que apesar das ocorrências relatadas considero o ex-Governador um excelente camarada. Gosto muito dele. Sou capaz até de dar-lhe o voto, se ele me pedir.

Como vêem os meus leitores, sou homem sem prevenções e ódios. Apenas gosto de me divertir.

Correio de Aracaju (SE) – 23/09/52

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CANGAÇO - ANGICO EU SOBREVIVI_ PARTE 1

Por Aderbal Nogueira 

https://www.youtube.com/watch?v=Hzv6boI8l7A&ab_channel=AderbalNogueira-Canga%C3%A7o

Primeira parte do vídeo-documentário onde Sila conta como entrou no cangaço, o combate de Angico, o encontro com Adília e o preconceito que seus filhos sofreram por causa do seu passado. 

Link desse vídeo: https://youtu.be/-rtGQlBsE0Y

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LAMPIÃO, NAS SUAS FREQUENTES INCURSÕES AO CARIRI. VIA DE REGRA, LAMPIÃO CHEGAVA PELA PORTA ABERTA DE MACAPÁ, HOJE JATI-CE.

 Por Luís Bento

O sítio Serra do Mato ainda hoje de difícil acesso, imagina nos tempos de Lampião! Só vai lá quem tem negócio. O Coronel Antônio Joaquim de Santana era dono de todas as vidas, mandando com mão de ferro nas pessoas e na natureza, verdadeiro paraíso ecológico com muito verde, um engenho de rapadura, frutas e sombras que faziam da quela região um oásis. Lampião ficava hospedado na própria residência do seu proprietário, enquanto os Cangaceiros ocupavam um grande galpão, " batendo pernas" pelas cercanias, absolutamente tranquilos, inclusive bebendo pinga na vilazinha de Gameleira do Pau ou Gameleira de São Sebastião. Ali estavam na vida que pediram a Deus, com paz, segurança e fartura, recuperando os quilos perdidos e dormindo sem sobressaltos.

Ali, a 300 metros, ficava a residência temporária de Júlio Pereira, sendo alfaiate em Juazeiro, casara com a sobrinha do Coronel Antônio Joaquim de Santana e, por herança, receberá uma trincha de terra na própria Serra do Mato, como gostava do Cangaço, ficava a " peruar", as conversas, passando a ser o notório fornecedor de munição a Lampião.

Pois bem, Júlio Pereira comprava munição em Juazeiro, colocava na corona de sua sela, atravessava Barbalha tranquilamente e entregava tudo a Lampião, na Serra do Mato. Em seguida, Lampião voltava para Pernambuco sem dar um tiro, não em atenção ao Padre Cícero, com se diz, mas para não perder este excelente Canal de suprimento, que era Júlio Pereira. Uma vez abastecido, Lampião rumava para os sertões pernambucanos. Portanto, fica assim explicado porque Lampião vinha de duas ou três vezes por ano ao Cariri, " em cujo cofre do Coronel Antônio Joaquim de Santana guardava jóias e dinheiro", segundo dizem.

Assim sendo, Lampião entrava e saía do Cariri pela porta de sempre: Macapá atual JATI, sem dar um só tiro, não em atenção ao Padre Cícero, mas por causa da sua própria sobrevivência. Tanto isso é verdade que, no dia em que, sem dinheiro e sem munição, não encontrou o coronel Santana na Serra do Mato, desesperado, na volta, prendeu o fazendeiro Pedro Vieira Cavalcante no barreiro das Cacimbas, que é Ceará porque é Jardim, cobrou 5 contos de réis de resgate e o matou brutalmente. Por que, desta vez, não teve ele atenção ao Padre Cícero?

Fonte: Napoleão Tavares Neves

Cariri: Cangaço, Coiteiros e Adjacências

Pág 22 - 23.

LUÍS BENTO

JATI 24/03/21.

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" O CANGACEIRO - LAMPIÃO ".

Por Luís Bento

O Pernambucano Maurício Vieira Barros, no posto de Sargento da Polícia de seu Estado, Maurício desempenhava o cargo de Sub-Delegado de polícia de Manari época , pertencente a comarca de Buíque, povoação já por mais de uma vez assaltada por Lampião e nem assim isenta de novos ataques e prejuízos. Conhecedor desses antecedentes, o Sargento, bicho casca-grossa, tomou a peito não permitir que o Capitão voltasse ali para sair " esgravatando os dentes". Como o seu destacamento só contasse com quatro praças, ele entrou em entendimento com fazendeiros e comerciantes, objetivando reforçar as defesas locais, todas as medidas de segurança possíveis foram tomadas.

Mas Lampião se sumiu de um jeito que parecia ter-se mudado para o Polo. Passaram tantas luas que, já por fim, se pensava que ele houvesse excluído Manari do mapa de suas correrias periódicas.

Os Soldados venciam um saldo de fome; e como estava tudo em paz, eles pediram permissão ao Sub-Delegado para irem arranjando alguma bocas de cano por fora a fim de melhorar o orçamento; e também os civis estavam gostando daquela providencial pasmaceira.

Ora um dia o miserável estourou na localidade pegando todo mundo na supresa. O único " macaco " que deu pela novidade chamava-se Mariano. Correu ele para avisar ao superior. Mas Lampião foi mais esperto, puxou a pistola Mauser e o abateu com seis tiros certeiros.

Os estampidos e a debandada dos habitantes chamaram porém a atenção de Maurício Barros para a dura realidade e, mesmo assim, sem meios de enfrentar a onda esmagadora, o militar resolveu sair da toca para presenciar a bagaceira de perto. Não teve de executar muitos passos, pois Lampião já vinha também de venta acesa em sucário dele. Para mata-lo? Sem sombra de dúvida. Depois do que acabava de acontecer com o pobre ordenança, que poderia esperar o chefe naquele instante dramático?

Mas o Capitão Virgulino, sobre ser um legítimo Pelé da guerrilha, chocava às vezes os outros com as suas contratações estonteantes. Realmente não se dirigiu ao adversário com cara sorridente e sem ar impositivo, em absoluto, que esse tipo de posicionamento não era com ele, mas em todo caso, ressalvando logo que não matava Maurício, por lhe ser devedor de um favor desses que ninguém jamais pode pagar; o de ter o Sargento sepultado seu pai, fuzilado no município alagoano de Mata Grande.

Fonte: Valdemar de Souza Lima

" O Cangaceiro Lampião e o IV Mandamento pág 201- 202 - 203

LUÍS BENTO

JATI 26/04/21/.

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" TÚMULO DA FAMÍLIA PEREIRA ".

 Por Luís Bento

Antônio Pereira Araújo, Antônio Maroto.

Cemitério Público de JATI.

Foi sepultada neste " Túmulo " em 15 de julho de 1972, " Alina Eponina de Sá, Dona Lina, primeira companheira de Sebastião Pereira da Silva, Senhor Pereira, primeiro chefe Cangaceiro de Lampião.

Alina Eponina de Sá, nasceu em 02 de fevereiro de 1903, em Vila Bela atual Serra Talhada Pe,

Filha de: José Oliveira de Souza e

Filomena Eponina de Sá.

Certidão de Óbito:

Fonte, Cartório Silva

Tabelião, Wilton da Silva Brito.

Pesquisador:

LUÍS BENTO

JATI 17/04/21/.

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FOZ DO IPANEMA

 Clerisvaldo B. Chagas, 8 de julho de 2021

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 2.571

O final de um rio, isto é, o lugar onde o rio despeja suas águas chama-se foz, barra, desembocadura, desaguadouro. Um rio pode despejar suas águas numa lagoa, no mar, em outro rio. O tipo de foz pode ser classificado basicamente em duas formas: Delta, Estuário.  Quando o rio despeja suas águas em só um canal, sem nenhum obstáculo, temos uma foz de estuário. Quando surgem vários braços ou ilhas na desembocadura, chamamos de foz tipo delta. Muitas vezes nem se diz a palavra foz, mas se vai direto ao seu tipo: “Vou viajar para o delta do rio A”.  “Cheguei ontem do estuário do rio B”. É como se alguém dissesse: “Vou tomar uma Pitú”. Ao invés de dizer: “Vou tomar uma cachaça marca Pitú”.

Assim, quem chega ao povoado Barra do Ipanema, percorre com a vista a parte lateral esquerda da sua chegada com uma pequena planície de aluvião. Ali o rio Ipanema represa quase sempre nas águas do rio São Francisco aonde desemboca. Uma ilha rasa, pequena e redonda forma-se na sua foz dividindo as águas em dois braços. Poderíamos nesse momento chamar a foz do rio Ipanema de delta, porém, cremos que em situação de cheia forte, as águas façam desaparecer a ilha de aluvião, deixando apenas o estuário. Entretanto, logo na foz do Ipanema, mas já pertencente ao rio São Francisco, surge o morro do Prazeres com a igreja antiga no topo, também com o título de Nossa Senhora dos Prazeres. Lugar de muito significado para os habitantes de Poço das Trincheiras, Santana do Ipanema, Batalha e zona rural de Olivença e Major Izidoro.

O povoado Barra do Ipanema com cerca de 600 anos de existência, já foi entreposto do São Francisco. Era ponto de encontro importante de aventureiros, expedicionários e sertanistas. Está situado no atual município de Belo Monte que recentemente ganhou asfalto de Batalha até à sede. Da bifurcação à barra a distância gira em torno de três quilômetros de estrada larga, boa e de terra. Muitos empreendimentos que acontecem em foz de rio no mundo inteiro, levam em conta os tipos delta ou estuário. Temos um livro ainda inédito que descreve o lugar, sua geografia, história, sociologia, economia e turismo, a quem dei o título de “Barra do Ipanema, um Povoado Alagoano”.

Louvemos a nossa história!...

FOZ DO RIO IPANEMA (FOTO: CLERINE CHAGAS).


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MORADA DE MANOEL GOMES DA ROCHA (Nóia Gomes).

 Por Luís Bento


Morada de Manoel Gomes da Rocha(Noia Gomes),localizada no sítio, são Francisco Jati Ce. Registro de desentendimento de:seu Noia e Pedro Carolino (meu tio)com o grupo de Cangaceiro chefiado por Moreno no ano de 1937. 

Pesquisador escritor Luis Bento de Sousa (Luis Carolino). Lampião figura, controvérsia.

https://www.facebook.com/luis.bento.39142/posts/407344533363604

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( CEMITÉRIO - MUNICIPAL SÃO JOAQUIM - JATI CE ).

Por Luís Bento

Escontram-se aqui sepultados, aqueles que em épocas passadas, direto ou indiretamente tiveram sua participação em confrontos armados entre, " Cangaceiros e Volantes ". Um fenômeno do banditismo que gerou muitos crimes e violência, ocorrido em quase todo Sertão do Nordeste do Brasil entre o Século XVIII e metade do Século XX.



" Sepultados " :

- Alina Epolina de Sá, Dona Lina. Companheira de Sebastião Pereira da Silva o Cangaceiro Senhor Pereira.

- Antônio Marrocos de Carvalho, cobrador de imposto Estadual. Vítima do apogeu do coronelismo, envolvido em suposto laço de amizade com Lampião.

- Antônio Pereira Araújo, Antônio Marroto, primo do Cangaceiro Senhor Pereira.

- Antônio Andrelino dos Santos, Antônio Noberto o Cangaceiro ( Oliveira Silva ).

- Antônio Matias de Santana - Cabo Santana, genro do Capitão Arlindo Rocha.

- Manoel Gomes da Rocha- Soldado Noia Gomes.

Por LUÍS BENTO.

JATI 04/07/21/.

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VISITA ÀS CIDADES DE CAJAZEIRAS NO ESTADO DA PARAÍBA E BARRO NO ESTADO DO CEARÁ.

Por Geraldo Júnior

Ontem (08/07/2021) foi dia de visitar as cidades de Cajazeiras no estado da Paraíba e Barro no estado do Ceará, onde me reuni com os baluartes da história cangaceira: José Tavares de Araújo Neto, Professor Pereira, Sousa Neto, Luiz Bento (Luiz Carolino) e o barão da Piçarra, Vilson da Piçarra, neto de Antônio da Piçarra, um dos maiores apoiadores de Lampião no estado do Ceará, além de outros amigos que também se fizeram presente nesse encontro.

O mais breve possível estarei publicando as fotos e filmagens que realizamos durante esse memorável encontro de personalidades ligadas aos estudos e pesquisas referentes aos temas cangaço e Nordeste.
Geraldo Antônio de Souza Júnior.

https://www.facebook.com/GeraldoJunior2017/posts/1929424373888116

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quarta-feira, 7 de julho de 2021

O CANTO DO ACAUÃ

 


Veja se o professor pereira tem ele em sua livrari. 

franpelima@bol.com.br

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CASARÃO ANTIGO E O QUARTO ONDE LAMPIÃO O REI DO CANGAÇO DORMIU FLORES PE

 Por Sertão Mamoeiro

https://www.youtube.com/watch?v=aAI-iGnQYqA&ab_channel=Sert%C3%A3oMamoeiro

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CONHEÇA A CASA DE UMA DAS PESSOAS QUE DAVAM ABRIGO A LAMPIÃO

 Por TV Brasil

https://www.youtube.com/watch?v=nvYa6IWbpow&ab_channel=tvbrasil

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FINALMENTE O BOI VAI BERRAR

 Clerisvaldo B. Chagas, 7 de julho de 2021

Escritor Símbolo do Sert]ao Alagoano

Crônica: 2.570


 

Por falta de condições, inúmeros abatedouros de bovinos foram fechados em cidades alagoanas. Isso já faz bastante tempo. Estamos mandando abater as nossas reses em Arapiraca com o nosso antigo e obsoleto matadouro localizado às margens do Ipanema sem atividade. O governo estadual elaborou um plano de construir matadouros regionais para atender com presteza cada uma das regiões de forma mais moderna possível. Pois bem, tudo indica que chegou a vez de Santana do Ipanema que tem mais de 200 homens na atividade de marchante. Foi divulgado que o governo estadual e municipal, estão entrando em parceria e que logo o novo terreno do matadouro será visitado pelo IMA e ADEAL para avaliação do projeto.

Santana do Ipanema ganhará assim um presente dos céus. Além da companhia que irá administrar o órgão, a sociedade terá um lucro extraordinário em relação a Saúde, deixando de consumir carne desclassificada. Pensem quando tudo tiver pronto (essas coisas são demoradas) os milhões e milhões que circularão todas as semanas em nossa cidade! Criadores, boiadeiros, marchantes, transporte de gado e tantos e tantos empregos que serão assistidos no entorno da atividade. Dizem que a capacidade é para se abater até 200 reses/dia. É o comércio da carne, do couro, dos ossos... Até porque “do boi não se perde nem o berro”. O seu regionalismo abrange as cidades do Médio Sertão e a Bacia Leiteira, o que se vislumbra como “negócio da China”.

Valeu o período de sacrifício para os que vivem do gado e para a população que procura consumir produtos frescos e seguros para   a firmeza da saúde do município. Enquanto o território de Dois Riachos continuará dando seus espetáculos de feiras de bovinos, nós trilharemos pela senda do abatedouro, do frigorífico, do movimento sertanejo que não para nunca. Outra oportunidade dessa para alavancar mais ainda o município, somente quando a prefeita resolver trazer uma faculdade de Medicina para Santana, pública ou particular.

Estamos atentos às coisas que dão futuro à “Terra de Senhora Santana”.

E o melhor é que todos nos acompanharão nesse futuro.

UM DOS ASPECTOS DO CENTRO COMERCIAL DE SANTANA DO IPANEMA. (FOTO: B. CHAGAS).


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O MAIS LINDO SORRISO DO CANGAÇO DE LAMPIÃO.

 Por Helton Araújo

Em foco a baiana cangaceira Durvalina Gomes de Sá ou simplesmente Durvinha, considerada por muitos como a mais bela das mulheres que ingressaram no mundo hostil do cangaço.

Durvinha teve no cangaço dois companheiros, o primeiro Virgínio Fortunato o afamado cangaceiro Moderno, com a morte do mesmo, seguindo as regras do cangaço, passou a ser companheira do cangaceiro Antônio Ignácio da Silva vulgo Moreno. E foi com esse que fugiu em 1940 deixando o cangaço, rumando para terras do Sudeste.

Mudou seu nome para Jovina Maria da Conceição Souto, passou décadas da sua vida ao lado de José Antônio Souto ( nome falso de Moreno ) em sigilo, ocultando completamente seus passados.

Já na velhice revelaram para a família o passadode lutas e sofrimento em meio ao fenômeno social.

Durvinha faleceu aos 93 anos de idade, no estado de Minas Gerais, em decorrência de um acidente vascular cerebral.

Por Helton Araújo

Foto : Benjamin Abrahão

Edição via aplicativo : Pedro Melo

https://www.facebook.com/josemendespereira.mendes.5/

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CANGACEIRO BALÃO "SENSACIONAL ENTREVISTA"

 Por Ivanildo Alves Silveira

Levo ao conhecimento de todos os leitores do Lampião Aceso, este edificante entrevista dada pelo cangaceiro "BALÃO" á Revista Realidade, em Novembro de 1973.

O cangaceiro Balão

Nessa ocasião, o velho cangaceiro, faz importantes revelações, e narra em detalhes, como foi a CHACINA DE ANGICOS, em que vitimou LAMPIÃO e mais 10 cangaceiros. 

Na casinha branca de janelas azuis, em Monte Belo, subúrbio de São Paulo, mora Guilherme Alves, o ex-cangaceiro BALÃO. Ajudado por um de seus 25 filhos, nascidos de três casamentos, ele se concentra sobre os volantes da Loteria Esportiva espalhados pela única e modesta mesa. 

Antigamente, "volantes" para Guilherme tinha outro significado.- eram as patrulhas policiais que ele e LAMPIÃO enfrentaram nas caatingas. Tempos ruins que Guilherme, 63 anos, lembra com detalhes — e dos quais guarda sinais concretos: oito anéis nos dedos e uma bala encravada na perna.

Eis o seu relato: 

No ano passado eu estava subindo uma ladeira em São Paulo, quando um policial, já velho, começou a me olhar. Eu me esquivei, mas ele falou com uma voz fina, de caboclo: "Eu o conheço. Não digo de onde, porque você vai achar ruim". Depois, rindo: "Uma vez matei dois cabras seus na Várzea do Juá. Você é o ex-cangaceiro BALÃO".

Que olho! Aquilo acontecera havia mais de trinta anos. Entrei para o cangaço em 1929 e fiquei até ver LAMPIÃO com uma bala na testa, em 1938. Eu Morava em Paulo Afonso, na Bahia. Uma tarde passou pela minha casa uma força do sargento Inocêncio, de Alagoas.  Meu pai e meu irmão foram mortos e eu fugi com meu primo, o Azulão, que já estava no cangaço. 

Azulão primo de Balão

Minha vida de cangaceiro começou num tiroteio, em Aroeira, contra a volante de MANÉ NETO. Eu tinha 19 anos. LAMPIÃO havia me dado 615 balas e, quando a luta terminou, perguntou-me:

- E as balas?

- Só tenho cinco - respondi.

- E as outras?

- Por aí, capitão, voando atrás dos macacos. -  Ele riu e me admitiu.  Vivi de fogo em fogo durante 09 anos. A gente aprende a brigar: Soldado morria porque vinha de peito aberto. Cangaceiro não dá o peito nem as costas, briga de quina.

Um homem de quina é uma faca. Também não brigávamos sem preparo. Só atraíamos a volante depois de construir a trincheira. E lá ficávamos, ajoelhados ou em pé, escorando firme o coice da espingarda.

Se matei muitos não sei. Quem mata é o mosquetão, e o CAPITÃO LAMPIÃO é quem ordena. A gente obedece, vai atirando. Se o tiro pega, ouve-se o grito: "Ai, Nossa Senhora! Valei minha mãe". Vi uns filmes de cangaceiros. Tudo falso. Todo mundo bonito, a cavalo, como mocinhos. Nós andávamos quase sempre a pé, calçando alpercatas.

A MULHER FOI A PERDIÇÃO DO CANGAÇO:

Enquanto não apareceu mulher no cangaço, o cangaceiro brigava até enjoar. Depois, diante de qualquer perigo, logo se podia ouvir:

"Ai, corre, corre!" Quando eu entrei, Lampião tinha duzentos homens, separados em grupos para despistar as volantes. Muitos dos "oficiais" já tinham mulheres: Corisco, Luís Pedro, Pancada. No fim, até os cabras. Elas não lutavam. Uma única vez vi uma delas brigar como um homem, Foi DADÁ, no dia em que o seu marido, CORISCO, caiu baleado nos dois braços.

MARIA BONITA usava uma pistola Mauser, de 11 tiros, mas também não atirava nada. Não era bonita: baixinha, grossinha, pernas meio tortas, cintura fina, quadris bem largos, atrás era batidinha como uma tábua. Tinha o rosto cheio, redondo, andava com botas de couro de bode, bem coladas nas pernas. Usava saia de couro abaixo dos joelhos e uma blusa de couro.

Ela sempre tentava me derrubar, a gente brincava muito.. LAMPIÃO não ligava. Olhava e recomendava: "Depois não vão se zangar".

Aos poucos, o bando foi ficando cheio de mulheres. E homem de batalha não pode andar (RELAÇÃO) com mulher. Se o cangaceiro tem uma relação sexual, perde o poder da oração (uma espécie de amuleto), e seu corpo fica como uma melancia: qualquer bala atravessa. Por isso, antes, seriam necessários alguns cuidados:

O cangaceiro deve tirar a oração do corpo e entregá-la a um amigo por quinze dias. E antes de usá-la, novamente precisa tomar um bom banho, lavar bem as roupas do pecado.

Nasceram muitas crianças, enquanto eu estive no cangaço. As mães davam à luz à noite, e mal o dia clareava, estavam correndo da polícia. E, que eu saiba, nunca perderam um filho. 

As crianças eram entregues a algum padre ou fazendeiro, e os pais prometiam ir buscá-las um dia — se sobrevivessem. LAMPIÃO andava todo furado de balas. Eu pensava: é oração, ele não morre mais.

LAMPIÃO era alto, magro, as pernas secas. Lia e rezava muito. Só ele e CORISCO sabiam ler.

O bando sentava-se sob as árvores, ouvia suas explicações sobre o que estava escrito na Bíblia, principalmente no Velho Testamento. De madrugada todos se reuniam de novo para rezar o ofício sagrado.

Aprendi o Padre-Nosso com LAMPIÃO. Ele dizia ser essa a única oração ensinada por Deus e que todo o resto fora inventado pelo povo.

Repartia a comida com suas próprias mãos, em porções iguais. Às vezes passávamos fome. Chegamos a ficar uma semana comendo só raiz de imbuzeiro.

Até Hoje o povo pensa que LAMPIÃO matava por qualquer coisa. Mas nunca o vi mandar matar alguém a sangue frío. E as fazendas por ele destruídas eram dele mesmo. Lampião havia comprado as terras em sociedade com um tal de Petro de Alcântara Reis: Tronqueira, Cachoeirinha, Formosa. Mas Petro as registrou apenas em seu próprio nome. LAMPIÃO zangou-se. Eu mesmo, ajudei a matar muito gado a tiro, na Cachoeirinha. Petro fugiu para Alagoas.

Os fazendeiros que se recusavam a dar dinheiro ou gado para o bando nunca eram mortos, mas Lampião expulsava da fazenda todos os vaqueiros. Eles só podiam voltar com sua permissão. 

Uma vez me perdi do bando e fiquei um ano nas caatingas de Bebedouro, Jeremoabo, Cipó de Leite, sem ver uma alma viva. No começo eu estava com ANJO ROQUE e sua mulher.

Ele, porém, era ciumento e nos separamos. Fiquei só. Pensei em me entregar, mas seria morte certa. Vaguei pela caatinga como um porco-do-mato, comendo raiz de imbuzeiro, folhas e carne de bode. Do cipó de mucunã tirava a água: a gente corta, assopra e ela vai caindo, avermelhada mas doce. Quem não conhece o truque morre 

Cangaceiro não vive só de briga. LAMPIÃO sabia tocar uma gaita de oito baixos como ninguém. E seus homens gostavam de dançar. Uma vez, na FAZENDA CUIABÁ , ficamos oito dias e oito noites dançando. 

Nessas ocasiões todos se enfeitavam, e já cheguei a ver cangaceiro tomando banho morno, - preparando-se para o baile. Havia preferência pelos enfeites de ouro. Muitos levavam moedas esterlinas no chapéu.

MARIA BONITA ia carregada de ouro, em voltado pescoço, prendia o lenço com várias alianças e usava até dois anéis em cada dedo. Ah, era bonito. E o perfume, então! Todos os cangaceiros usavam — e não economizavam. Madeira do Oriente e principalmente um chamado trina, que durava até seis meses, no corpo. As volantes às vezes achavam o nosso rastro só pelo cheiro.

A TRAIÇÃO DE PEDRO,

E A MORTE DE LAMPIÃO:

Nunca pensei que Lampião morresse. Estávamos acampados perto do Rio São Francisco. LAMPIÃO acordou às 5 da manhã e mandou um dos homens reunir o grupo para refazer o ofício Nossa Senhora. Enquanto lia a missa, em voz alta, todos nós ficamos ajoelhados ao lado das barracas, respondendo "amém" e batendo no peito na hora do "Senhor Deus". 

Terminado o ofício, Lampião mandou Amoroso buscar água para o café. Mas, quando ele se abaixou no córrego, veio o primeiro tiro. Havia uma metralhdora atrás de duas pedras a 20 metros da barraca de Lampião.

PEDRO DE CÂNDIDA, um dos nossos, havia nos traído, e acho que tinha dado ao sargento Zé Procópio até a posição das camas. Numa rajada de metralhadora serrou a ponta da minha barraca. Meu companheiro Merguião, levantou-se de um salto, mas caiu partido ao meio por nova rajada. Eu permaneci deitado, com jeito coloquei o bornal de balas no ombro direito, o sobressalente no esquerdo, calcei uma alpercata. 

Quando levantei vi um soldado batendo com o fuzil na cabeça de Merguião. De repente, ele estava com o cano de sua arma encostada na minha perna, e eu apontava meu mosquetão contra sua barriga. Atiramos. Caímos os dois e fomos formar uma cruz junto ao corpo de Merguião. Levantei-me devagar. O soldado estava morto, e minha perna não fora quebrada.

Então vi LAMPIÃO caído de costas, com uma bala na testa. Moeda, Tempo Duro; Quinta-feira, todos estavam mortos. Contei os corpos dos amigos. Nove homens e duas mulheres. 

MARIA BONITA, ferida, escondeu-se debaixo de algumas pedras. Mas foi encontrada e degolada viva. Não havia tempo para chorar. As balas batiam nas pedras soltando faíscas e lascas, ouviam-se; os gritos por toda parte, um inferno. LUIS PEDRO ainda gritou: "Vamos pegar o dinheiro e o ouro na barraca de Lampião"

Não conseguiu, caiu atingido por uma rajada. Corri até ele, peguei seu mosquetão e, com ZÉ SERENO, consegui furar o cerco. Tive a impressão de que a metralhadora enguiçou no momento exato. Para mim foi Deus.

No rancho do Minduim encontramos os cangaceiros: Cobra Verde, Novo Tempo, Candeeiro, todos feridos. De lá fomos para a FAZENDA CUIABÁ. Muitos se entregaram.

Eu resolvi seguir com um grupo, para Pínhão, onde estava CORISCO. Mas no caminho fomos cercados pela: forças do sargento Zé Luis. Os cangaceiros Cruzeiro, Amoroso, Zé de Vera foram mortos.

Consegui esconder-me até escurecer e então comecei a descer, seguindo o rio. Os soldados, porém, não haviam desistido. Logo eu os senti na minha pista Resolvi tentar driblá-los. Voltei e consegui outra vez furar o cerco. No caminho derrubei um soldado que gritou, antes de morrer: "Pelo amor de Deus, eu não tenho culpa!" Depois contei mais de quinhentos buracos de bala na minha roupa e nos bornais. 

Como é que gente não morre?

Em Pinhão encontrei Corisco, Zé Sereno e Anjo Roque.

CORISCO era chamado também, de Diabo Louro; brigava muito. Nunca si entregou. Zé Rufino o matou.

E como são as coisas: DADÁ, mulher de CORISCO, foi quem mais tarde colocou a vela nas mãos de Zé Rufino, que morreu pedindo perdão.

O DESCANSO DA GUERRA NA

CIDADE GRANDE:

— Estávamos cansados de brigar. Ficamos nos divertindo em Pinhão, passeando dançando. Era a despedida - íamos nos entregar. Fomos bem recebidos em Jeremoabo, pelo capitão Aníbal. Não ficamos presos mas apenas detidos. O capitão ANIBAL era nosso amigo e alguma vezes chegou a desviar as volantes para evitar um encontro. Tive até privilégio de ter até um ordenança, à minha disposição, chamado Doutor.

Depois de soltos, tivemos de nos acostumar aos poucos com a civilização. Nas caatingas de Sergipe vi pela primeira vez um zepelim. Parecia um fim de mundo. 

Nesse tempo, em 1939, diziam que o mundo todo estava em guerra, e eu me apavorei: "Corre, gente, é um bombardeio". 

Todos se esconderam numa moita de mucunã. Numa cidade, ANJO ROQUE não deixou um homem ligar o rádio perto de bando: “Essa máquina é de prender, vai nos deixar sem movimento!"

Viajei muito. Trabalhei em Minas, como pagador da estrada de ferro. Um serviço perigoso na época, mas nenhum assaltante se meteu comigo. Depois morei muito tempo em Marília, no interior de São Paulo, e finalmente vim para a capital. 

Há algum tempo comecei a trabalhar numa construção. Tomava o trem às 3 e meia da madrugada e entrava no serviço às 8 na Lapa. Havia perigo de desabamento, no poço que estávamos cavando, e eu já avisara o engenheiro. Mas ele não ligou. 

Um dia aconteceu: veio tudo abaixo. Eu, que enfrentara tanto fogo sem sofrer um arranhão, quebrei a espinha, cinco costelas e perdi oito dentes.

A espinha nunca mais sarou. Tenho a impressão de estar com ela atravessada por uma porção de agulhas. Segundo o advogado do INPS, a firma, terá de me indenizar. 

Até agora, nada, e já faz um ano. Mas vou deixando. Eu sou caboclo, não me afobo, eu espero.

FIM...

AMIGOS:

ESSE DEPOIMENTO DO "BALÃO", É MUITO INTERESSANTE, POIS TRAZ MUITAS INFORMAÇÕES IMPORTANTES, SOBRETUDO S/ O COMBATE DE ANGICOS, LOCAL DA MORTE DE LAMPIÃO.

UM ABRAÇO A TODOS E OBRIGADO PELA ATENÇÃO.

IVANILDO SILVEIRA

NATAL/RN 

Legendas: FOTOS DE BALÃO QUE ILUSTRAM A REPORTAGEM, MAIS TARDE EM SÃO PAULO E FOTO DA FAZENDA CUIABÁ / CANINDÉ DO SÃO FRANCISCO/SE, LOCAL EM QUE ESTIVERAM VÁRIOS CANGACEIROS, APÓS O "COMBATE DE ANGICOS". OBSERVEM, O ESTADO DE ABANDONO, EM QUE SE ENCONTRA A CASA SEDE DA FAZENDA PERTENCENTES AOS "BRITOS" (grandes coiteiros):
FOTO: Cortesia do escritor/pesquisador do cangaço, Dr. Sérgio A. S. Dantas.

Extraído do blog "Lampião Aceso", do amigo Kiko Monteiro

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terça-feira, 6 de julho de 2021

DONA AMÁLIA, IRMÃ DE MARIA BONITA


Não confundir Amália Gomes de Oliveira, irmã de Maria Bonita, com Anália Ferreira da Silva, que era irmã de Lampião. Amália era casada com um irmão de José Miguel da Silva, o Zé de Neném, ex-esposo de Maria Bonita.

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MEMBROS DO GRUPO TOK DE HISTÓRIA VISITARAM O LUDOVICUS – INSTITUTO CÂMARA CASCUDO

Hoje os integrantes do GRUPO TOK DE HISTÓRIA Jeronymo Tinoco e German Zaunseder tiveram um dia ímpar e bem interessante!

Eles estiveram realizando uma visita ao LUDOVICUS – INSTITUTO CÂMARA CASCUDO, onde foram recebidos por Daliana Cascudo, Diretora Executiva da instituição, que os levou a uma viagem fantástica pela história da vida de Câmara Cascudo. A visita, guiada por Daliana, mostrou interessantes aspectos da vida pessoal e intelectual do Mestre Cascudo.

A casa foi o local onde o escritor e pesquisador Luís da Câmara Cascudo viveu grande parte de sua vida e fica localizada na Avenida Câmara Cascudo, 377, no Centro de Natal.

E o melhor é que esse importante espaço cultural está realizando visitações agendadas. Elas ocorrem entre o meio dia e as três da tarde. As visitas podem ser organizadas através do telefone (84) 3222 – 3293.

Agradecemos a Daliana Cascudo pela sua atenção!


Extraído do blog Tok de História do historiógrafo e pesquisador do cangaço Rostand Medeiros.

https://tokdehistoria.com.br/2021/07/06/membros-do-grupo-tok-de-historia-visitaram-o-ludovicus-instituto-camara-cascudo/
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NOVO LIVRO NA PRAÇA SOBRE CANGAÇO

    Por José Mendes Pereira


Recentemente o escritor e pesquisador do cangaço Guilherme Machado lançou o seu trabalho sobre o mundo dos cangaceiros com o título "LAMPIÃO E SEUS PRINCIPAIS ALIADOS". 

O livro está recheado com mais de 50 biografias de cangaceiros que atuaram juntamente com o capitão Lampião. 

Eu já recebi o meu e não só recebi, como já o li. Além das biografias, tem fotos de cangaceiros que eu nem imaginava que existiam. São 150 páginas. Excelente narração. Conheça a boa narração que fez o autor. 

Pesquisador Geraldo Júnior

Prefaciado pelo pesquisador do cangaço Geraldo Antônio de Souza Júnior. Tem também a participação do pesquisador Robério Santos escritor e jornalista. Duas feras no que diz respeito aos estudos cangaceiros.

Jornalista Robério Santos

Não deixa de adquiri-lo. Faça o seu pedido com urgência, porque, você sabe muito bem, livros escritos sobre cangaços, são arrebatados pelos leitores e pelos colecionadores. Então cuida logo de adquirir o seu! 

Pesquisador Guilherme Machado

Adquira-o através deste e-mail: 

guilhermemachado60@hotmail.com

http://blogdomendesemendes.blogspot.com