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segunda-feira, 11 de maio de 2026

LUIZ GONZAGA, DONA HELENA E MARÍLIA GABRIELA.

 Por Luiz Gonzaga

O Rei, a Companheira e a Grande Entrevistadora
Um registro histórico e cheio de elegância: Luiz Gonzaga e sua esposa, Helena Gonzaga, em uma conversa profunda com Marília Gabriela.
A foto nos transporta para o final da década de 80, no icônico programa "Cara a Cara" (TV Bandeirantes). É um daqueles momentos raros em que vemos o "Gonzagão" sem o seu tradicional chapéu de couro, revelando o homem por trás da sanfona, sempre acompanhado por Helena — a "Madame Baião" — que foi o grande pilar da sua vida e carreira por mais de 40 anos.
Mais do que uma entrevista, foi um encontro de personalidades que moldaram a cultura brasileira. Um mestre que levou o Nordeste para o mundo, sendo sabatinado pela agudeza de uma das maiores jornalistas do país. Um pedaço da história da nossa TV agora restaurado e colorido.

https://www.facebook.com/photo/?fbid=1548984246598569&set=a.589883092508694

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém.

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso? Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. 

Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você sempre me ver chamando a sua atenção. Mas é para o seu bem. 

http://jmpminhasimpleshistorias.blogspot.com

http://sednemmendes.blogspot.com

http://blogdomendesemendes.blogspot.com


AINDA VI

 Clerisvaldo B. Chagas, 8 de maio de 2026

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 3412

 

Burros cargueiros

Era do tempo de meus avós e pais, quando no Sertão o transporte era realizado a cavalo e similares e carro de boi. Os tropeiros, também chamados almocreves, no Sertão, transportavam mercadoria para a zona de Mata e de lá trazia os seus produtos. Geralmente o almocreve trabalhava com um tropa de burros de cerca de 10 a 12 muares. Do sertão levavam queijos, peles, carne de sol, farinha... De lá traziam cachaça, tecidos, mel de engenho, rapaduras e mais.  No lugares mais altos do Sertão, como em Mata Grande, por exemplo, havia engenhos rapadureiros, também. Ligeiramente, visitei a um deles, em pleno alto da cidade. Tempos depois, mesmo na era dos motores, ainda vi uma caravana de burros transportando rapaduras em caçambas de madeira, cortando o alto sertão de São José da Tapera. Deduzo que saíra de Mata Grande em direção ao Agreste.

E por falar nisso, Lampião respeitava muito o almocreve, inclusive, porque também já fora almocreve transportador de couros e peles, no alto Sertão de Delmiro Gouveia.  O comboeiro, tropeiro   podia até sair vivo, mas se estivesse transportando rapadura, perdia a carga toda. Isso poderia valer também para as forças volantes que percorriam os sertões em busca de cangaceiros. O último almocreve que conheci na região foi o senhor Cirilo, quando, ultimamente, pude incluí-lo em meu romance que está no “prelo” AREIA GROSSA. Há pouco tempo, através, do, então, Secretário da Agricultura do município, Jorge Santana, foi descoberta peça grande de ferro que fazia parte de um engenho no município de Santana do Ipanema, sítio rural Serrote dos Bois.

Como se vê, serrote é uma elevação, uma pequena serra e, nesse caso, com altura suficiente para se plantar cana, implantar engenho e produzir rapadura. Mas, coisa boa você ter  passado por várias épocas distintas e ser testemunha viva do desenrolar do mundo. Terminamos colocando uma pedra em cima da combinação de levarmos a relíquia santanense para o Museu Darras Noya. Sobre qualquer peça representativa dos almocreves,  nada vimos no Museu,  Assim com não vimos sobre os canoeiros, sobre os curtumes...

Ô povo esquecido!

https://clerisvaldobchagas.blogspot.com/2026/05/ainda-vi-clerisvaldo-b.html


ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém.

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso? Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

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Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. 

Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você sempre me ver chamando a sua atenção. Mas é para o seu bem. 

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JOSÉ ANTÔNIO DA SILVA (ZÉ PRETINHO)...

 Por Guilhermew Machado

José Antônio da Silva (Zé Pretinho ou Zé Preto ). Era Pernambucano da região de Vila Bela, atual Serra Talhada (PE). Pertenceu ao bando de Antônio Matilde, mas juntou-se ao bando de Lampião, sendo notável por sua participação em diversos ataques e sua associação com o grupo.
Zé Pretinho (ou Zé Preto) esteve envolvido em alguns dos eventos mais notórios do bando de Lampião.
Participou do ataque em Mata Grande (Alagoas), em 21 de fevereiro de 1925.
Participou do combate do Serrote Preto.
Participou do tiroteio da fazenda abóboras em Vila Bela (Pernambuco), em 30 de julho de 1926 onde foram mortos os cangaceiros, Vitor, Lupércio, Juriti e Vicente de Sabino.
​O ataque à fazenda Serra Vermelha (Vila Bela/Serra Talhada, PE) em agosto de 1926, seu nome consta na lista de denunciados no processo que foi instaurado no cartório de Vila Bela, para apuração dos crimes alí cometidos.
​O ataque à fazenda Tapera (Floresta, PE), no qual 11 pessoas da família Giló foram massacradas, em agosto de 1926.
​O ataque à vila de São Francisco (PE) em novembro de 1926.
​O Combate da Serra Grande, próximo a Calumbi (PE), em novembro de 1926.
​O ataque à vila de Mariana (PE) em dezembro de 1926, onde comandou um grupo de 12 cangaceiros.
​A Invasão ao Rio Grande do Norte e o famoso ataque a Mossoró (RN) em junho de 1927.
​Há relatos de que ele conhecia muito bem a região de Mossoró, no Rio Grande do Norte, pois havia trabalhado como motorista na firma Alfredo Fernandes. Esse conhecimento pode ter sido um fator para sua participação na invasão e no ataque à cidade.
​Em 15 de junho de 1927, logo após o ataque a Mossoró, ele foi fotografado em Limoeiro do Norte (CE) sob o comando de Lampião.
Em 25 de janeiro de 1928 juntamente com outros cangaceiros, dentre eles, Sabino, Félix Caboje e Mariano no qual foi assassinado um viajante chamado Antônio Marinho. (Cangaceiros de Lampião de A a Z" de Bismark Martins de Oliveira) é uma das fontes que detalham a atuação do cangaceiro Zé Pretinho
José Antônio da Silva (Zé Pretinho ou Zé Preto ). Era Pernambucano da região de Vila Bela, atual Serra Talhada (PE). Pertenceu ao bando de Antônio Matilde, mas juntou-se ao bando de Lampião, sendo notável por sua participação em diversos ataques e sua associação com o grupo.

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Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém.

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso? Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

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Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. 

Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

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