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sábado, 16 de maio de 2026

AREIA GROSSA

 Clerisvaldo B. Chagas, 14 de maio de 2026

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 3415

 

RIO IPANEMA (DIVULGAÇÃO).

          Acabo de receber  da gráfica  a prova do livro AREIA GROSSA, para corrigir e enviar as ordens  de impressão. Como disse por aqui, é melhor escrever um romance  do que corrigi-lo depois. Entretanto vamos à missão que nos reserva e gemendo, chorando ou alegre, é puxar a fita e procurar os erros. Entretanto, a aproximação do nascimento de novo filho,  caímos na mesma emoção como se fosse o primeiro mesmo após um série de quase trinta livros publicados. E como o romance AREIA GROSSA é um romance ameno e social, com personagens reais e fictícios da beira do rio, vem a capa  dizendo claramente: “AREIA GROSSA – Romance do Ipanema” .  

Esta primeira edição do romance, será distribuída gratuitamente, na sede da comunidade, para os descendentes dos  personagens reais citados no livro. Entretanto, se após o lançamento alguém quiser comprar o romance, conforme a quantidade de interessados comprometidos, poderemos partir para uma segundo edição para atender a demanda. Inclusive, o presidente da comunidade do Ipanema, já  está ciente  e se comunicando com os seus associados, prevenindo-os sobre o futuro lançamento que ocorrerá dias depois da entrega da gráfica.

Vamos embalar o neném, AREIA GROSSA, ROMANCE DO IPANEMA, com a mesma emoção do MARIA BONITA, A DEUSA DAS CAATINGAS, ambos filhos do mesmo pai. Enviaremos convites, não só para a comunidade do rio, mas também para todos os nossos contatos. Quanto ao documentário clássico MARIA BONITA – antes DO AREIA GROSSA – poderá se esgotar com as encomendas e não haver condições para lançamento. Os livros estarão em nossas mãos a qualquer momento.

Encomende, portanto, rapidamente o seu.


https://clerisvaldobchagas.blogspot.com/2026/05/areia-grossa-clerisvaldo-b.html


ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que perdoar é devolver ao outro o direito de ser feliz.

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso? Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. 

Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você sempre me ver chamando a sua atenção. Mas é para o seu bem. 

http://jmpminhasimpleshistorias.blogspot.com

http://sednemmendes.blogspot.com

http://blogdomendesemendes.blogspot.com

CASA DA CULTURA E NÓS

 Clerisvaldo B. Chagas, 13 de maio de 2026

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 3413

 

           Mais uma vez fomos conceder uma entrevista no local certo que é a Casa da Cultura, em Santana do Ipanema.  O tema principal era a história de Santana do  Ipanema  e suas periferias sertanejas. Entretanto, o pressentimento de algo mais veio alargar os horizontes das conversas, quando  a história invisível  e verídica, entrou em cena. Episódios de detalhes que somente espiritualidade  pode revelar. E o elo entre dois  mundo estava justamente na entrevista que se transformou em troca de conhecimentos,  reflexões  e novo direcionamento. O que foi abordado particularmente na Casa da Cultura, bem que poderia ser transformado em novo livro de histórias surpreendentes da própria história. Aquilo que ninguém contou. Pela primeira vez nos deparamos com o inexplicável explicável.

  Duas horas e meia de palestra profunda  transformou a entrevista em sala de estudos, porém nos faltou um mestre seguro tal Chico Xavier. Entretanto, deixando o inédito de lado, estamos perto de  elaborarmos um grupo de leitura  - e que foi tentado por outra pessoa e não deu certo -   para discutirmos  literatura em todas as suas formas e seus exemplos evidentes. No finalzinho da tarde fria, pelo menos acusamos grande satisfação  de quem participou e não participou, mas se encontrava no estabelecimento. E como Cultura é muito abrangente, ainda cabe coisas para acolhimento na Casa da Cultura, cujas paredes são verdadeiro museu de fotografias de nossa cidade.  

          E após esse encontro bem encontrado, a noite passou ainda trazendo importantes reflexões. E mais um amanhecer nos esperava e que veio nesse 13 de maio, com céu parcialmente nublado e  um bom sereno porque a chuva verdadeira ainda não quis surgir na sua plenitude. Assim vamos olhar a rua, molhada, deserta de gente e bichos, aguardando o sol que ainda chega preguiçoso, aguardando com resignação a  ausência total de nuvens cinzas. Ah! Deixem-nos, após essa crônica,  “dá garra” da caneca de café quentinho para ativer bem os neurônios. Não podemos direcionar o tempo, mas podemos fazer parte dele.


https://clerisvaldobchagas.blogspot.com/2026/05/casa-da-ccultura-e-nos-clerisvaldo-b.html


ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que perdoar é devolver ao outro o direito de ser feliz.

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso? Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. 

Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você sempre me ver chamando a sua atenção. Mas é para o seu bem. 

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O COITEIRO PEDRO DE CÂNDIDO E AS EVIDENCIAS DA TRAIÇÃO POR:RANGEL ALVES DA COSTA.

 

Coiteiro Pedro de Cândido

O famoso coiteiro Pedro de Cândido sempre teve seu nome envolto em mistérios. Sem dúvida, um dos personagens mais emblemáticos do cangaço. O filho de Dona Guilhermina e Seu Cândido, então donos das terras onde está situada a Grota do Angico, e irmão de Durval Rodrigues Rosa, por muito tempo foi apontado ora como traidor de Lampião, ora como vítima de maus-tratos da volante alagoana. No primeiro caso, simplesmente delatou o bando. No segundo, foi forçado a delatar.

Contudo, interpretando uma passagem de um texto escritor pelo historiador e pesquisador José Jairo (“O Lobisomem e o Coiteiro de Lampião”, disponível em http://cariricangaco.blogspot.com.br/…/o-lobisomem-e-o-coit…), logo se tem como induvidoso que Pedro de Cândido realmente traiu Lampião, que agiu não por que foi torturado, ameaçado ou teve dedos das mãos decepados, mas que assim o fez premeditadamente, ou seja, falou onde era o coito porque quis e por vontade própria. Mas por que assim fez?

Mas vamos ao que diz José Jairo no seu texto: “Por ironia do destino coube a Pedro de Cândido juntamente com seu irmão mais novo, Durval, levar as forças policiais até a Grota de Angico no fatídico dia 28 de julho de 1938 no que culminou na morte de Lampião, Maria Bonita e mais nove cangaceiros além do bravo soldado Adrião Pedro de Souza. Após a morte de Lampião, o ex-coiteiro Pedro de Cândido assumiu o posto de subdelegado de Piranhas destacando no Distrito de Entremontes substituindo o seu irmão José Rodrigues Rosa conhecido por Zezé de Cândido”.

Lamartine Lima, Jairo Luiz e Manoel Severo


Um trecho conclusivo há, pois, há que ser destacado: “Após a morte de Lampião, o ex-coiteiro Pedro de Cândido assumiu o posto de subdelegado de Piranhas destacando no Distrito de Entremontes”. Tal afirmação implica em verdadeira revisão histórica do muito que já foi dito e escrito sobre a participação de Pedro de Cândido na chacina de Angico. Implica ainda em dizer que Pedro de Cândido traiu mesmo a confiança do líder cangaceiro e seu bando. E que, através de sua ardilosa ação, pôs fim ao cangaço. E mais: traiu em troca de benesses pessoais.

Ora, não há como concluir de modo diferente. As causas e as consequências do fato se entrelaçam perfeitamente. Vamos aos alinhavos: Pedro conhecia muito bem o local do coito cangaceiro, pois nas terras de sua família. Pedro servia como coiteiro ao bando, levando e trazendo recados e objetos, sortindo de mantimentos. Pedro era rapaz audacioso, ambicioso, sonhador, não se acostumando com aquele mundo de mesmice. Pedro desejava prosperar no seu meio. E Pedro mais tarde foi alçado à posição de subdelegado de Entremontes, distrito de Piranhas. Mas por que tal posto somente foi conseguido depois da chacina de Angico?

Simplesmente por que alguém enxergou sua ambição e foi em cima de seu ponto fraco, oferecendo tal posto acaso passasse a ser colaborador das forças policiais. E, mais de perto, dissesse onde Lampião e seu bando pudessem estar acoitados. Ou, noutra vertente da mesma situação, ele mesmo, já pensando em chamar para si o posto de subdelegado, simplesmente procurou a polícia e ofereceu seus préstimos de delação, sob a condição de receber aquela destacada posição.

Caravana Cariri Cangaço em Entremontes: De frente à "Bodega" de Pedro de Cândido

De qualquer forma, inegável que a posição alcançada por Pedro de Cândido após a chacina de Angico teve por consequência a participação deste como delator. Impensável que a polícia fosse prender e torturar alguém e depois oferecer um prêmio tão dadivoso. Igualmente impensável que Pedro de Cândido tivesse conquistado tal posto se não tivesse colaborado com os objetivos da volante. A verdade é que o posto de subdelegado foi uma retribuição a ele concedida não só pela traição a Lampião como pela indicação exata de onde o bando estava acoitado. Também pelo sucesso da empreitada e aquelas tantas cabeças cortadas.

Pensar o contrário seria negar o dom da compreensão. Neste passo, por que o também coiteiro Joca Bernardes, que supostamente teria informado a policia das suspeitas que recaíam sobre Pedro de Cândido, não recebeu qualquer recompensa? Há relatos dando conta que Bernardes, com ciúmes de Pedro, procurou o sargento Aniceto Rodrigues para dizer que aquele talvez estivesse mantendo contato com os cangaceiros, pois tendo adquirido volumosos mantimentos. Acaso tal acontecido fosse confirmado, certamente que de algum modo Bernardes seria recompensado.

Mas por que a polícia recompensou somente Pedro de Cândido? Certamente pela sua frieza e coragem de traição a homens tão perigosos. Certamente pela infidelidade e deslealdade de conduta que pôs fim ao cangaço. Portanto, nada de tortura, nada de ameaça, nada de dedos e unhas arrancadas, apenas a ação pensada de um homem frio e ambicioso, interesseiro e perigoso. E talvez por isso mesmo que tivesse, três anos após Angico, pagado com a própria vida.

Escritor Rangel Alves da Costa
Poço Redondo-Sergipe

https://cariricangaco.blogspot.com/2017/01/o-coiteiro-pedro-de-candido-e-as.html#:~:text=O%20filho%20de%20Dona%20Guilhermina,maus%2Dtratos%20da%20volante%20alagoana.

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Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que perdoar é devolver ao outro o direito de ser feliz.

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso? Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

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Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. 

Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

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A HISTÓRIA DE SANTA ROSA DO ERMÍRIO – O LIVRO QUE ALCINO TANTO AMOU ESCREVER.

Por Rangel Alves da Costa

Livro escrito em 2011 por meu pai (que faleceu em 2012), e depois atualizado por mim. Sempre esteve na expectativa de sua publicação, mas que agora parece que tudo vai dar certo. Orçamento gráfico pronto, quantidade de livros já definida, interesse grande da população de Santa Rosa. Enfim, resta esperar para que tudo dê certo mesmo. A capa abaixo é provisória, apenas ilustrativa. Já estamos prevendo até uma grande festa no dia do lançamento.

https://www.facebook.com/photo?fbid=27283306384595815&set=a.476409229045561

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Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso? Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

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Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. 

Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você sempre me ver chamando a sua atenção. Mas é para o seu bem. 

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