Recife, Brasil, 1973. Um menino de onze anos chamado Pedro tocava “Asa Branca” em uma sanfona velha nas calçadas do Mercado de São José, tentando juntar algumas moedas para ajudar a família que havia fugido da seca em Caruaru. Ele nunca teve aula de música e aprendeu sozinho, insistindo todos os dias sob o sol forte da cidade. A maioria das pessoas passava sem olhar, como se aquele menino fosse apenas mais um detalhe da rua. Até que um homem de chapéu de couro parou no meio da calçada para ouvir: era Luiz Gonzaga, o próprio criador da música. O que aconteceu naquela tarde mudaria a vida daquele garoto — e mostraria como um único gesto de atenção pode transformar um destino. Inscreva-se no canal para mais histórias sobre Luiz Gonzaga. Deixe seu like se gostou dessa história. Comente o que você faria se estivesse no lugar de Luiz Gonzaga. Aviso ao espectador
Este vídeo apresenta uma narrativa inspirada em acontecimentos associados à vida, carreira pública e relatos sobre o artista retratado. Para tornar a história mais clara e envolvente, alguns diálogos, situações e detalhes podem ter sido recriados, simplificados ou organizados de forma narrativa. O objetivo é compartilhar uma reflexão baseada em contextos reais, sem a intenção de representar um registro histórico ou biográfico totalmente literal.
ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!
Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito.
Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima.
As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado!
Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão.
Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.
Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer.
Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso? Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo.
É melhor vivo medroso do que morto valente.
Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada.
Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.
Muito chato para você me ver sempre chamando a sua atenção. Mas é para o seu bem.
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