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domingo, 17 de maio de 2026

ANTÔNIO DA PIÇARRA

Por José Cicero

Antônio da Piçarra

Uma fotografia inédita do famoso coiteiro de Lampião: Antônio da Piçarra. Decerto por este nome de batismo, talvez ninguém o saberia dizer de quem se tratava num primeiro momento. Porém, se mencionarmos o seu nome de lida: "ANTONIO da PIÇARRA", seria quase impossível no mais das vezes, alguém não saber deste magno personagem sertanejo e caririense, profundamente identificado com à própria história do cangaço lampionico por estas bandas. Compondo assim com folga, o quarteto dos principais coiteiros de Lampião no Cariri cearense. A saber: os coronéis Isaías Arruda e Joaquim de Santana em Aurora e Missão Velha, bem como Zé Inácio do Barro e ele, seu "Tônho da PIÇARRA" para os lados do Macapá(Jati). Como até mesmo os cangaceiros o chamavam das muitas vezes que se acoitaram na sua fazenda, localizada entre os rincões de Brejo Santo, Ponteiras e Jati.

"Um bom vaqueiro e bom amigo, tanto que se ele me mandar entrar num buraco eu entro", conforme o próprio dizer do rei do cangaço ao falar da sua confiança. Contudo, além de descanso, comida, armas, notícias e munições, o velho coiteiro também garantia a Vigulino Ferreira certa segurança e anonimato nas suas passagens pela Piçarra.
Dono das terras em que na última quadra dos anos vinte aconteceu "o fogo" em que tombou o famoso cangaceiro Sabino Gomes e lá mesmo fora enterrado em meio a caatinga do lugar. Ainda, a meio caminho da não menos afamada fazenda Guaribas do seu amigo de saga, Chico Chicote
Há quem diga que era um amigo benquiste do Padre Cícero, do qual também era afilhado, tendo certa feita, recebido a incumbência de abrigar em sua propriedade o bandoleiro vilabelense e seu bando. Inclusive, de ter sido ele, o responsável pela entrega a Virgulino da missiva-convite de Floro Bartolomeu onde convidava Lampião a fazer parte dos "batalhões patrióticos" que culminou com a entrada dos cangaceiros em 1926 em Juazeiro onde foram recebidos pelo padre. Quando do polêmico título de capitão.
Antônio da Piçarra declinou assim, acerca da figura do rei do cangaço:
“Lampião era moreno danado, chapéu, de couro quebrado adiante e atrás, cabelo grande que passava para fora do chapéu do tipo meio cacheado. E usava óculos branco e tinha um olho perdido. Mas era de presença boa".
•™Ligação com Missão Velha!
Cumpre destacar que "Antônio da Piçarra" era o Pai adotivo de seu Antônio Luís, o pai do empresário Antônio Miranda. Sendo que o pai biológico de seu Antônio Luís era chanado Luiz Tavares, primo legítimo de seu "Tonho da Piçarra".
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• prof. José Cícero.
foto, acervo:
LM/JF(MV)

https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que perdoar é devolver ao outro o direito de ser feliz.

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso? Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. 

Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você sempre me ver chamando a sua atenção. Mas é para o seu bem. 

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